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NATAL (RN) SEDIARÁ O 12º FÓRUM DA INTERNET NO BRASIL; CONHEÇA OS WORKSHOPS QUE FARÃO PARTE DA PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

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Cidades criam estratégias para inovação digital
Foto: Banco de imagem/istockphoto

Ao todo 59 propostas foram encaminhadas para o evento promovido pelo CGI.br e que acontecerá de 31 de maio a 3 de junho

Vinte e sete workshops irão compor a programação do 12º Fórum da Internet no Brasil (FIB12), que em 2022 voltará a ser presencial, após duas edições on-line em razão da COVID-19. O FIB12, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), será realizado na cidade de Natal (RN), de 31 de maio a 3 de junho. Também contará com transmissão ao vivo pelo canal do NIC.br no YouTube.

Ao todo 59 propostas foram encaminhadas por pessoas e organizações e passaram pela avaliação de uma comissão multissetorial. Entre os selecionados e discussões propostas, contemplam-se participantes das cinco regiões do país, ligados aos setores governamental; empresarial; terceiro setor; e comunidade científica e tecnológica.

“Sem dúvida, o retorno ao presencial contribuirá para enriquecer as discussões no FIB12 que, não à toa, tem caráter itinerante buscando promover a participação de público diverso nos debates sobre questões relevantes para a consolidação e expansão de uma Internet cada vez mais universal, inovadora e inclusiva no Brasil”, pontua Tanara Lauschner, coordenadora do Grupo de Trabalho da 12ª edição do evento.

Nesta edição do Fórum, as propostas escolhidas foram distribuídas pelos seguintes macrotemas:

– Dados, informações e conteúdos digitais;
– Diversidade e inclusão;
– Infraestrutura, acesso e conectividade;
– Internet, Sociedade e Cidadania;
– Privacidade e Segurança;
– Questões jurídicas, regulatórias e extraterritorial.

Confira a relação e detalhes dos workshops que estarão na programação do FIB12: .

Pré-IGF

Realizado pelo CGI.br desde 2011, o FIB é uma atividade preparatória para o Fórum de Governança da Internet (IGF — Internet Governance Forum), da Organização das Nações Unidas (ONU). Inspirado no modelo de composição do CGI.br, o evento tem caráter multissetorial, mobilizando os setores empresarial, governamental, terceiro setor e a comunidade científica e tecnológica. A programação do Fórum é composta majoritariamente por atividades propostas pela comunidade brasileira envolvida no debate de governança da Internet.

Com informações da Assessoria de Imprensa Weber Shandwick

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IDEIAGOV ABRE CHAMADA PARA MODELOS DE NEGÓCIOS COM SOLUÇÕES RELACIONADAS A CIDADES INTELIGENTES, SUSTENTÁVEIS E HUMANAS

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Fotografia de empreendedorismo inovador

Hub de Inovação do Governo do Estado de São Paulo irá selecionar 30 negócios de  Impacto para participar da 3ª edição do Programa de Aceleração

 

O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, anuncia a 3ª edição do Programa de Aceleração, iniciativa do IdeiaGov, hub de inovação do Governo do Estado de São Paulo. A edição visa a fomentar a inovação social por meio do apoio direto a negócios de impacto que tenham modelos de negócio e soluções inovadoras relacionadas ao desafio Cidades Inteligentes, Sustentáveis e Humanas, com foco em conectividade.

Poderão participar quaisquer organizações com fins lucrativos de todo o Brasil, cujas soluções contribuam para pautas relacionadas a resiliência urbana, saúde e bem-estar, saneamento, soluções para pequenos produtores e tecnologias de preservação, entre outros assuntos.



Planejar uma cidade de forma inteligente e sustentável é fundamental para atrair investimentos e alavancar o desenvolvimento econômico e social de uma determinada região. As cidades inteligentes e sustentáveis são locais equipados por diferentes tecnologias digitais, como inteligência artificial, internet das coisas, computação em nuvem entre outros, com o objetivo de melhorar a gestão de serviços públicos. A convergência entre a tecnologia e o ecossistema de impacto atua para que diversas atividades se tornem mais práticas, rápidas e seguras, beneficiando a população como um todo.

“Incentivar a inovação tecnológica e sustentável é fundamental, tanto para o futuro do nosso planeta, quanto para alavancar o desenvolvimento econômico e social de nossas cidades. Apoiar organizações que se propõem a repensar o nosso cotidiano e encarar os maiores desafios da gestão pública é um dos compromissos da secretaria, que segue cumprindo o seu propósito com o desenvolvimento econômico, inovador, inclusivo e sustentável”, Marina Bragante, Secretária executiva, respondendo pelo expediente da Secretaria de Desenvolvimento Econômico

Sendo assim, o objetivo do programa é promover parcerias e conexões qualificadas entre diferentes atores do ecossistema de inovação do Brasil, América Latina e Reino Unido, a partir de colaborações multisetoriais, com especial ênfase no setor público e parceria com os entes municipais, a Connected Places Catapult (CPC) e InvestSP.

Para conseguir alcançar os objetivos propostos, o IdeiaGov irá selecionar 30 negócios de impacto que tenham soluções inovadoras e escaláveis e que se proponham a resolver as problemáticas descritas.

“O Impact Hub tem um modelo adaptado para cidades, com presença em mais de 100 cidades no mundo. A dimensão das cidades permite engajar a população de forma prática na resolução de desafios locais. A busca por cidades inteligentes, sustentáveis e humanas passa por soluções inovadoras, e os negócios de impacto e tecnologia têm um papel fundamental no desenvolvimento e implementação dessas soluções”, diz Henrique Bussacos, co-fundador do Impact Hub São Paulo, Florianópolis e Manaus.

As empresas selecionadas participarão do programa em uma jornada com atividades e mentorias 100% online com duração de três meses, usufruindo de benefícios exclusivos como a aproximação com o setor público, realização de networking por meio da comunidade IdeiaGov com importantes conexões com stakeholders do Brasil e do mundo.

Além disso, terão a possibilidade de realizar testes das soluções em ambientes públicos e terão a oportunidade de fazer negócios com outras empresas participantes. O programa ainda oferece apoio para a captação de recursos e investimentos e acesso ao coworking localizado dentro da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo.

Serviço

Inscrições: entre 12 de abril e 9 de maio de 2022

Onde: www.ideiagov.sp.gov.br

Formato das aulas: online

Com informações da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico

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PTI PROMOVE EVENTO DE TRANSFERÊNCIA TECNOLÓGICA EM FOZ DO IGUAÇU

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Kiko Sierich/ PTI

Techday é uma iniciativa do Parque Tecnológico Itaipu que foca em transferir tecnologias desenvolvidas pela instituição para o mercado

Foram mais de 20 instituições interessadas nas apresentações das soluções tecnológicas desenvolvidas pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR) no TechDay. As tecnologias encontram-se em diferentes níveis de maturidade, com oportunidade de serem levadas ao mercado.

O principal objetivo do evento TechDay foi apresentar e demonstrar como as tecnologias funcionam em aspectos técnicos, e quais benefícios podem trazer ao consumidor final. Assim, empresas e startups que passarem a obter acordos comerciais com o PTI, passam a acessar novos mercados contando com vantagens competitivas.



O papel do PTI é ser um facilitador. A afirmação é do diretor de negócios e inovação da instituição, Rodrigo Regis. “Esse é o primeiro evento que fazemos com enfoque em conexões e mostra de tecnologias que estão dentro do Parque, pensando em atrair as empresas, pensando em um possível match”, comenta Regis. “Pode ser até por exemplo que a gente não tenha um match diretamente na tecnologia, mas certamente vamos repassar conhecimento”.

Para levar suas soluções ao mercado, o PTI busca se conectar com quem já entende a dinâmica de venda, sabendo o que necessário para a correta exploração e comercialização de produtos. “Enquanto Instituição de Ciência e Tecnologia, o PTI não detém expertise para produzir em escala as tecnologias que desenvolve, por esse motivo, busca transferir suas tecnologias a empresas que possam produzir em caráter industrial estes produtos”, explica o diretor técnico do PTI-BR, Rafael Deitos.

Cultura da inovação e transferência de tecnologias

O TechDay contou com a presença de renomado palestrante, Carlos Camargo, engenheiro mecatrônico com MBA em Gestão Industrial e Gerenciamento de Projetos pela Unicamp, e Gestão Estratégica e de Tecnologia pela Saint Paul Business School.

Com uma carreira de mais de 20 anos na 3M do Brasil, Camargo é responsável pelos novos negócios em sistemas de automação da empresa na América Latina, e palestrou no TechDay sobre “Cultura da inovação e transferência de tecnologias sob a perspectiva da 3M”.

“Na 3M mensuramos a inovação. Pegamos a venda daquele produto que foi lançado nos últimos 5 anos versos a venda total daquele portfólio, e se tem uma porcentagem. Quanto maior a sua porcentagem, maior o seu índice de giro e de inovação. A 3m mundialmente trabalha na casa dos 30 a 35% por cento e é assim que monitoramos. Toda área tem sua meta de inovação”.

Mas o que é transferência tecnológica? 

A transferência tecnológica é o repasse de conhecimentos científicos e inovações tecnológicas, desenvolvidos no âmbito de Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs) às empresas com interesse e capacidade de explorá-las comercialmente no mercado. A interação entre ICTs e empresas gera a oportunidade de divulgar e compartilhar conhecimentos com o setor produtivo, acelerando o tempo de desenvolvimento de um produto e/ou serviço, e diminuindo os custos com novos desenvolvimentos. O PTI-BR é formalizado como ICT desde 2019.

Entre seus benefícios, destaca-se a vantagem competitiva que a transferência de tecnologia oferece, e o acesso à novos mercados, com a exploração comercial de novos produtos e/ou processos.

“A transferência de tecnologia é o core de um parque tecnológico e de uma ICT. Por meio dela, além de fomento à geração de novos negócios, é possível aproximar e fortalecer a relação entre ICT e empresas, disponibilizar tecnologias para o progresso e bem estar da sociedade, e promover o desenvolvimento econômico e regional”, explica Isabella Villanueva, analista de inovação e responsável pela gestão da propriedade intelectual e transferência de tecnologia no PTI.

Conheça mais sobre as tecnologias

Cubito é produto pedagógico de baixo custo e aplicável em atividades de ensino que implica no desenvolvimento técnico e socioemocional, em conformidade às práticas pedagógicas ativas. É uma porta de entrada para a lógica da programação. O projeto tem o potencial de tornar as aulas mais dinâmicas e interessantes aos estudantes, fazendo com que os conteúdos possam ser melhor assimilados e compreendidos.

Estações Agrometereológicas são protótipos desenvolvidos para se obter dados climáticos em áreas rurais com o intuito de realizar cálculos e auxiliar o agricultor na tomada de decisão, resultando em aumento da produtividade e auxílio no planejamento do plantio. Entre os vários sensores, destaca-se o monitoramento de solo, índice pluviométrico, monitoramento do ar e vento.

Já o SIMA é um sistema de recebimento e integração de dados para monitoramento ambiental, onde é possível armazenar, analisar e gerar diferentes tipos de gráficos para as diferentes informações coletadas. Entre seus benefícios ressalta-se a otimização de tempo com a coleta e análise de dados, automatização de relatórios, integração de tipos variados de estações, além de ser uma tecnologia validada em ambiente real por clientes de grande porte.

O MoVE é uma solução de monitoramento e compartilhamento de veículos elétricos. Na plataforma, além da identificação de motoristas e trajetos, os operadores da solução conseguem verificar a distância dados relevantes do veículo como autonomia, hodômetro, status de bateria e velocidade.

Os Drones de Pulverização possibilitam a pulverização localizada, de acordo com a necessidade do produtor rural. Além disso, a partir de missões automatizadas, tal atividade dispensa uso de pessoas para manipulação do equipamento durante a tarefa, reduzindo assim os riscos de falha e melhor aproveitamento dos recursos disponíveis.

SmartOffice é uma solução que possibilita a gestão eficiente de ambientes corporativos. O projeto considerou o desenvolvimento de uma Plataforma de Monitoramento e Controle que permita a visualização de diferentes dados e sensores em um sistema integrado, resultando em maior conforto e praticidade do usuário, além da redução de custos. O SmartOffice unifica dispositivos através de uma plataforma e tem compatibilidade com dispositivos disponíveis no mercado.

Para mais informações, entre em contato com o Núcleo de Inovação Tecnológica do PTI pelo e-mail: nit@pti.org.br.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Parque Tecnológico Itaipu

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CRIA O PROJETO YARA PARA MONITORAR A QUALIDADE DA ÁGUA DOS RIOS NA REGIÃO AMAZÔNICA

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indicadores de saneamento

Com o apoio da Diebold Nixdorf, projeto pretende reduzir o tempo e os custos envolvidos no monitoramento das águas de toda a bacia do Rio Amazonas

A Diebold Nixdorf, líder mundial em impulsionar e conectar o comércio para as indústrias de bancos e varejo, anuncia seu apoio ao Projeto Yara, promovido pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) para o monitoramento da qualidade da água da bacia do Rio Amazonas. O projeto é uma realização em conjunto entre o campus de Manaus e o de Parintins, com foco no desenvolvimento de uma plataforma que permita a análise automática e em tempo real das águas da região. Em Parintins serão instalados sensores eletrônicos especialmente projetados para a coleta e análise de parâmetros como índice de pH, temperatura, condutividade, turbidez, quantidade de oxigênio dissolvido nas águas, entre outros.

Vista como uma ação disruptiva na região, a plataforma de coleta de dados Yara tem como principal missão reduzir o tempo e os custos envolvidos no monitoramento das águas dos rios, tornando o processo de análise e acompanhamento da bacia do Rio Amazonas mais ágil e confiável.



“Por conta de toda a extensão e pela dificuldade de acesso, a coleta de amostras para a análise laboratorial das águas de todos os rios demanda um esforço sempre muito grande e que, às vezes, pode se deteriorar no transporte ou manejo do material coletado. O programa busca reduzir esses desafios ao permitir a coleta automatizada da água”, explica o professor Dr. Carlossandro Albuquerque, um dos idealizadores do projeto. Além dele, a iniciativa conta com a participação dos professores Dra. Ieda Batista, Dr. José Camilo Ramos de Souza, Dr. Fábio Cardoso, Dr. Rafael Jovito, Dr. Raimundo Cláudio, MSc. Manoel Rendeiro e MSc. André Printes.

Apoio da empresa Diebold Nixdorf está sendo fundamental para viabilizar o Projeto Yara

O apoio da Diebold Nixdorf ajudará a viabilizar a construção de um importante ecossistema digital que permitirá o desenvolvimento do projeto, além de estudos sobre possíveis parcerias. “Estamos muito felizes em fazer parte deste projeto que visa agilizar e reforçar o monitoramento das águas dos rios de toda a região”, diz Fernando Curcio, Diretor Industrial da Diebold Nixdorf Brasil e responsável pela fábrica da companhia em Manaus.

“A Diebold Nixdorf é reconhecida mundialmente por seu trabalho de responsabilidade social e ambiental, e nossa gestão no Amazonas também segue essas diretrizes. Buscamos colaborar com a comunidade para a promoção de um ambiente mais sustentável e justo. O trabalho da UEA tem uma grande sinergia com este propósito que queremos compartilhar.”

A ideia para tornar a análise das águas mais rápida é instalar um conjunto de miniestações de coleta de dados automática, iniciando no porto de Parintins, cidade considerada estratégica para a aplicação do programa, uma vez que a localização fica na região central da bacia Amazônia, após a drenagem dos principais afluentes do maior rio do planeta.

De forma prática, estas miniestações serão compostas de sensores e transmissores especialmente projetados para resistir às intempéries, resíduos e predadores do ambiente. “Um desafio que temos é projetar o hardware certo para resistir aos períodos de cheias e vazantes, assim como o volume de lama, pedras e galhos que podem enroscar ou impedir a análise correta”, conta o professor Printes. “Outra característica é a presença de animais que podem atacar a instalação”, acrescenta.

Além do hardware, o projeto Yara também desenvolverá um software específico para a transmissão, armazenamento e análise de dados. “Temos de garantir que os registros feitos sejam enviados de forma automática e confiável para todos os nossos laboratórios em Manaus e Parintins, bem como, depois, para outras instituições públicas e privadas que, porventura, se interessem e possam ajudar na gestão e preservação da natureza na Amazônia”, reforça o professor Albuquerque.

A iniciativa do Yara também irá contribuir para a construção de uma base histórica dos resultados obtidos para as comparações e verificações necessárias para um mapeamento completo. “Já iniciamos um ponto muito importante que é a digitalização dos resultados e padrões que vamos analisar diariamente. Vamos criar um registro único, com o compilado de informações recentes para contribuir no monitoramento da água”, explica o professor Dr. José Camilo Ramos. “É um orgulho muito grande ver isso se concretizar aqui em Parintins, que tem a alegria de ser uma ilha encravada no Amazonas, o maior ecossistema natural de nosso mundo.”

A história da Diebold Nixdorf com a região é de longa data, assim como seu comprometimento com práticas focadas em ESG. A companhia mantém em Manaus uma fábrica com 350 colaboradores e 18 mil metros quadrados, certificada pela ISO 14000 (focada em gestão ambiental) e 450001 (com foco em gestão de saúde e segurança ocupacional). A planta possui sistema próprio de gestão de resíduos e tratamento de água, por exemplo.

“Hoje, mais de 80% do material que utilizamos na produção de nossos equipamentos é reciclado”, observa Curcio, lembrando que as iniciativas locais da companhia não se restringem à parte ambiental. “Durante a pandemia, readaptamos a operação para ceder todo nosso suprimento de oxigênio aos hospitais colocando em prática as nossas diretrizes ESG, pensando no bem-estar da comunidade.

Também garantimos cestas básicas e kits de limpeza para as famílias de nossos colaboradores, oferecendo o máximo de cuidado, e asseguramos seus empregos conosco mesmo com todo o cenário complexo de Covid-19. Queremos manter essa relação e ajudar no desenvolvimento local.”

Com informações da Assessoria de Imprensa Planin

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DESENVOLVE SP DESEMBOLSA R$ 282,4 MILHÕES PARA AUXILIAR PREFEITURAS E EMPREENDEDORES DA REGIÃO DE CAMPINAS NA PANDEMIA

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Connected Smart Cities 2025 estreia palco exclusivo sobre PPPs e Concessões em parceria com a B3 e o FDIRS

A maior parte dos recursos financiados pela agência de fomento paulista foi utilizada pelos empresários da região para capital de giro

Os financiamentos do Desenvolve SP para prefeituras e empreendedores da Região Administrativa de Campinas totalizaram R$ 282,4 milhões desde o início da pandemia, em março de 2020, até fevereiro deste ano. Deste total, R$ 181,2 milhões, equivalente a 64,2% dos recursos, foram destinados a capital de giro. Ou seja, mais da metade dos financiamentos foi utilizado para manter os negócios em pleno funcionamento. O restante foi destinado a projetos de investimento (R$ 95,7 milhões) e aquisição de máquinas e equipamentos (R$ 5,4 milhões).

Campinas lidera o ranking de financiamentos da região administrativa nos dois anos de pandemia, com um total de R$ 48,2 milhões, distribuídos em 203 contratos de financiamento. Deste montante, 113 contratos foram firmados com pequenas empresas, 78 com micro e pequenas, 11 com médias empresas e um contrato firmado com a prefeitura.



Depois de Campinas, completam as 10 cidades com maiores desembolsos os municípios de Indaiatuba (R$ 27,5 milhões), Itapira (R$ 19,7 milhões), Jundiaí (R$ 17,6 milhões), Itupeva (R$ 14,8 milhões), Várzea Paulista (R$ 13,5 milhões), Piracicaba (R$ 11,2 milhões), Itatiba (R$ 10,2 milhões), Limeira (R$ 9,8 milhões) e Atibaia (R$ 9,2 milhões).

O presidente do Desenvolve SP, Sergio Gusmão Suchodolski, destacou o alto potencial econômico de Campinas e região, que possui dos mais elevados PIB (Produto Interno Bruto) do país, e reforçou que as linhas de crédito da agência de fomento paulista estão disponíveis para empreendedores de todos os portes e segmentos.

“Campinas está inserida numa das regiões mais desenvolvidas do estado, sendo um importante polo industrial e com inúmeras empresas de alta tecnologia. O Desenvolve SP trabalha para atender empresas de todos e portes e segmento, auxiliando o empreendedor nesse momento de dificuldade causado pela pandemia”.

Com informações da Assessoria de Imprensa Approach

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2,4 GHZ E 5 GHZ: ENTENDA COMO AS FREQUÊNCIAS FUNCIONAM E IMPACTAM A CONEXÃO WI-FI

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TQI promove bootcamp com 20 mil bolsas de estudo gratuitas para formação de desenvolvedores full stack

Especialista da Mercusys explica as principais diferenças entre as bandas e a importância de cada uma na obtenção de uma Internet de qualidade

Se você está à procura de um novo roteador para sua casa, escritório ou estabelecimento comercial, é bem provável que já tenha se deparado com o termo “dual-band”, comumente listado entre as especificações técnicas de diversos modelos disponíveis no mercado.

Os roteadores do tipo dual-band são capazes de operar, de forma simultânea, em duas bandas de frequência Wi-Fi — 2,4 GHz e 5 GHz –, permitindo, assim, que o usuário escolha em qual delas deseja conectar seus equipamentos.



Para explicar as principais diferenças entre as bandas e a importância de cada uma na obtenção de uma conexão de internet de qualidade, a Mercusysuma das principais fabricantes mundiais de dispositivos de rede, preparou o material abaixo, com dicas e informações trazidas por Alexandre Nogueira, Gerente Executivo de Vendas da marca.

Segundo o especialista: “Devido ao fato de os dispositivos Wi-Fi geralmente comunicarem-se entre si por meio da transmissão de sinais pela banda de rádio de 2,4 GHz ou 5 GHz, essas duas frequências acabaram se tornando as mais utilizadas pelos consumidores. No entanto, são diversos os aparelhos que trabalham com ambas as frequências ao mesmo tempo, já que cada uma delas tem suas peculiaridades, adequando-se, portanto, a diferentes aplicações”, conforme veremos adiante:

2,4 GHz

O Wi-Fi 2,4 GHz opera em uma frequência capaz de ultrapassar obstáculos, como paredes, e, por isso, pode ser captado em andares acima e abaixo do local onde está instalado o roteador, por exemplo.

No entanto, segundo alerta Nogueira: “A frequência 2,4 GHz é mais suscetível a interferências, devido à grande quantidade de dispositivos que usam essa faixa, como roteadores mais antigos, dispositivos Bluetooth, equipamentos de monitoramento, entre outros. Idealmente, essa frequência pode ser usada quando uma menor velocidade de acesso for requerida, como no caso de uma simples navegação na Internet”.

5GHz

Usando frequências mais altas, o Wi-Fi 5 GHz, por sua vez, possibilita transmissões de dados com velocidade muito maior. Se, em condições ideais, o Wi-Fi 2,4 GHz pode suportar entre 450 Mbps e 600 Mbps, o 5 GHz consegue atingir até mesmo velocidades gigabit, a depender da classe do roteador utilizado.

Por outro lado, no entanto, o Wi-Fi 5 GHz oferece um alcance um pouco mais restrito: para se obter uma boa experiência de rede é preciso utilizá-la dentro de um raio de, no máximo, 15 metros de distância. Alcance mais curto que o do Wi-Fi 2,4 GHz, por exemplo, que pode chegar a 20 metros. “Afinal, quanto mais alta a frequência, menor é a distância que ela percorre”, resume o especialista.

Ainda de acordo com Nogueira, um aspecto que é sempre importante levar em conta é o nível de interferência, “que pode causar instabilidade nas conexões e reduzir a velocidade da rede”. Como dissemos há pouco, o Wi-Fi 2,4 GHz sofre mais com a interferência de rádio, já que sua banda é ocupada por vários tipos de dispositivos, com ou sem conexão Wi-Fi — como é o caso de fornos micro-ondas, aparelhos de banda ISM (“industrial, scientific and medical”) e câmeras de segurança, por exemplo. “O Wi-Fi 5 GHz, por sua vez, é relativamente menos sobrecarregado e, por isso, sofre menos com interferências”, afirma.

Roteadores dual-band

Assim, em meio a esse cenário de prós e contras, a recomendação do Gerente Executivo de Vendas da Mercusys, é que se dê preferência aos roteadores do tipo dual-band, capazes de operar nas duas faixas de forma simultânea, deixando que o consumidor decida qual delas deseja utilizar:

“Ao oferecer duas frequências diferentes, os roteadores dual-band ampliam as possibilidades de escolha. Assim, é mais difícil ter limitações de conexão, já que uma das frequências oferece maior alcance, ao passo que a outra garante velocidade superior, tirando melhor proveito do plano de Internet contratado”, ressalta Nogueira.

Tecnologias podem auxiliar na seleção de bandas

Como se sabe, os dispositivos Wi-Fi precisam suportar a mesma banda para poderem se comunicar entre si. Todos os roteadores Wi-Fi suportam a frequência 2,4 GHz. No entanto, enquanto os aparelhos mais antigos se restringem a ela, os mais atuais, que utilizam Wi-Fi 5 (ou padrões ainda mais novos), suportam também o 5 GHz. Tratam-se justamente dos roteadores de banda dupla (dual-band).

De acordo com Alexandre Nogueira, no caso desses dispositivos, o usuário deve avaliar se, de fato, será preciso utilizar o Wi-Fi 5 GHz: “O ideal é que se selecione o 5 GHz apenas para os dispositivos que exigem velocidades mais altas, mas que podem permanecer dentro de um raio de alcance mais curto”, aconselha.

Ainda segundo Nogueira, “caso o usuário ache incômodo ficar alternando entre as bandas, é possível simplificar essa seleção com as opções de Band Steering ou Smart Connect. Basta adquirir um roteador que ofereça suporte a esses recursos e permitir que ele priorize dispositivos sem fio, distribuindo-os de maneira eficiente entre as bandas disponíveis”.

O Band Steering é um recurso que incentiva os dispositivos sem fio, com capacidade de banda dupla, a se conectarem ao Wi-Fi 5 GHz mais rapidamente e, assim, deixarem o Wi-Fi 2,4 GHz menos sobrecarregado, liberando-o para os usuários que contam apenas com essa banda, e melhorando, assim, o desempenho da conexão para todos os dispositivos.

O Smart Connect, por sua vez, conta com um algoritmo avançado, que determina automaticamente qual banda é a mais adequada para cada dispositivo e também monitora constantemente o status geral dos aparelhos, diagnosticando se (e como) cada um deles se beneficiaria ao ser redirecionado a uma banda diferente.

Com informações da Assessoria de Imprensa Dezoito Comunicação

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UOL EDTECH ADQUIRE STARTUP QULTURE ROCKS E POTENCIALIZA SEU ECOSSISTEMA COM SOLUÇÃO DE HR TECH

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União cria oferta inédita no mercado, aliando soluções de gestão de desempenho e experiência do colaborador com treinamento corporativo e conteúdos on-line

O UOL EdTech, maior empresa de tecnologia para educação do país, anunciou nesta semana a aquisição da Qulture Rocks, startup que oferece uma plataforma completa de produtos digitais de HR Tech para gestão de desempenho, experiência do colaborador e gestão por metas. As empresas não revelaram o valor do negócio.

A compra da Qulture Rocks consolida a estratégia de crescimento do UOL EdTech: nos últimos 15 meses foram três aquisições e um importante investimento do Softbank Latin America Fund. Entre as companhias já adquiridas estão a Passei Direto, maior rede de estudos do Brasil, que desde a aquisição já dobrou de tamanho e inicia operação no México no segundo semestre do ano, e a Skore, que trouxe o conceito de LXP à plataforma de treinamento on-line do UOL EdTech. “As empresas adquiridas estão crescendo dentro da nossa estratégia. Unimos o que cada parte tem de melhor, preservamos a identidade das companhias e aliamos a isso nossa capacidade de investir e escalar os negócios”, ressalta Alex Augusto.



Fundada em 2015 pelo empreendedor Francisco Homem de Mello, a Qulture Rocks conta com em torno de mil clientes no Brasil e no mundo, incluindo organizações como Nubank, Loggi, C&A e Tigre. Ao longo dos anos, a empresa recebeu investimentos da Y Combinator, de onde saíram unicórnios como Airbnb, Coinbase e Stripe, além de nomes brasileiros como Canary, Redpoint e.ventures e Astella.

“A combinação dos produtos líderes da Qulture Rocks com nossas plataformas de LXP, LMS e nosso pacote único de mais de 500 cursos potencializa o ciclo de desenvolvimento que se inicia nos produtos da Qulture Rocks, como avaliações de desempenho, feedbacks e elogios. Com isso, criamos uma plataforma única para o desenvolvimento e gestão de colaboradores, focada nas necessidades das empresas nos dias de hoje”, complementa Alex Augusto, CEO do UOL EdTech.

A Qulture Rocks agora passa a oferecer para todos os seus clientes uma versão gratuita do pacote de learning e conteúdos Skore + SapiênCia. A empresa acredita que os RHs das organizações serão os grandes beneficiados desta união.

“Nossa missão sempre foi potencializar o papel estratégico do RH dentro das organizações. Agora, com a união das duas empresas, podemos oferecer ao mercado um produto que irá contribuir ainda mais para o desenvolvimento das empresas e de seus times. Por isso, acreditamos que a junção com o UOL EdTech irá acelerar ainda mais nosso crescimento e trazer perenidade à Qulture Rocks – vantagens incríveis para os nossos clientes e colaboradores. A complementaridade de produtos faz com que a combinação seja uma oportunidade imperdível para as duas empresas”, afirma Homem de Mello, que segue à frente da operação da Qulture Rocks dentro do ecossistema UOL EdTech.

Com informações da Assessoria de Imprensa NR7 Full Cycle Agency

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CONFIRA OS HIGHLIGHTS DO QUARTO EVENTO TEMÁTICO DO RANKING CONNECTED SMART CITIES 2022

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Transforme SP
Fonte: Débora Brito/Agência Brasil

O Eixo Empreendedorismo foi pauta do programa que recebeu especialistas da área e gestores das Secretarias Municipais

Na última terça-feira, 12/04, a Plataforma Connected Smart Cities trouxe mais um Evento Temático 2022 do Ranking CSC para discutir o empreendedorismo, tomando por base as cidades de Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Manaus (AM), Recife (PE) e São José dos Campos (SP). Abaixo você confere os principais Highlights apresentados nesta série que continua no dia 26 de abril, com o eixo Segurança.

Willian Rigon, diretor de marketing da Urban Systems, e pesquisador responsável pelo Ranking CSC, apresentou os 5 indicadores de empreendedorismo: o crescimento das empresas de tecnologia, crescimento das empresas de economia criativa, número de MEIs, e espaços de inovação (como as incubadoras e os pólos tecnológicos).



Letícia Wolf Justus, Coordenadora do Espaço Empreendedor da Prefeitura de Curitiba e do Programa Curitiba Empreendedora, comentou que a prefeitura da capital paranaense reuniu os stakeholders do ecossistema de empreendedorismo para desenharem o Vale do Pinhão (movimento do ecossistema de inovação para promover ações de cidades inteligentes), com a missão de recuperar o DNA inovador de Curitiba. O trabalho se expandiu à toda cidade, sendo reestruturado em 5 pilares: 

  • Legislação e incentivo: onde foram revistas as leis e incentivos fiscais para atrair novas empresas de tecnologia e inovação como o Tecnoparque e o ISS Tecnológico (que oferece desconto de 5% de ISS para quem investe em tecnologia e inovação na cidade); a Lei e Conselho de Inovação (com atuação do poder público na área de inovação), o Decreto 5G para implantação dessa tecnologia; e o Fundo de Aval Garantidor (com garantia de empréstimos em instituições financeiras).
  • Reurbanização e Sustentabilidade: ocupação dos espaços urbanos para economia criativa e de inovação; Novos Modais Compartilhados de Transporte; e Novas Energias (com adoção de novas fontes energéticas).  
  • Tecnologia: eGovernment | Governo Inteligente (com participação do cidadão); e Tecnologia Mobile (com Curitiba App, Saúde Já, e Nota Curitibana).  
  • Integração e Articulação do Ecossistema: apoio ao ecossistema Vale do Pinhão; Paiol Digital (com fórum de cases de sucesso); Conexões Vale do Pinhão; Business Round (com rodadas de negócios); além de outros eventos e workshops gratuitos.
  • Educação e Empreendedorismo: onde estão inseridos os programas do Bom Negócio Vale do Pinhão (com formação empreendedora); Empreendedora Curitibana (criado por mulheres); Espaço Empreendedor (atendimento aos MEIs); Worktiba (coworkings públicos); 1o. Empregotech (curso de programação para jovens); e o Fablab (fabricação por prototipagem).

“Com a pandemia da Covid-19, e a crise causada a partir de março de 2020, a prefeitura de Curitiba reforçou sua rede de proteção social e lançou o Programa de Retomada Econômica beneficiando quem mais precisa, com respaldo nos pilares da economia, proteção social e segurança alimentar”, afirmou Letícia Justus.

Willington Feitosa, Coordenador de Cidade Inteligente da Prefeitura do Rio de Janeiro, afirma que “o carioca também tem essa cultura empreendedora de inovação”. Feitosa diz que “inspirado na economia criativa, o empreendedorismo é uma grande força para a retomada do crescimento econômico e de inclusão social no Rio de Janeiro”. São 8 parques tecnológicos, 15 incubadoras, crescimento das empresas de economia criativa, e crescimento das micro-empresas individuais. Quanto ao crescimento das empresas de tecnologia, houve uma queda na capital de -2,85%. Por este motivo, a Prefeitura intensificou as ações para atrair essas empresas com o Crédito Carioca; a PL da Liberdade Econômica (que simplifica regras de abertura de novos negócios); o Porto Maravalley (para revitalizar a região central); o Laboratório de Inovação Ideia.Rio (para formação de programadores); e o Sandbox Regulatório. 

“As metas são reduzir a taxa anual de desemprego, fortalecer a economia, tornar o Rio a melhor cidade da América Latina para abertura de empresas, e atrair a criação de 400 novas startups”, comenta o coordenador. 

Gelisa Bosi, Secretária Executiva de Desenvolvimento e Inovação da Prefeitura do Recife, afirmou que a cidade está na Rota do Futuro. A capital pernambucana possui um Hub de tecnologia com o Porto Digital (Parque Tecnológico da cidade pernambucana), e a Politec (instituição de ensino superior privada). O crescimento do número de empresas continua, segundo a secretária. Na área do parque tecnológico, houve redução de 5% para 2% do ISS, e o faturamento das empresas de TIC alcançou R$ 3,5 bilhões.

“Recife é a maior cidade com estudantes de TI e, até 2024, o objetivo é que a cidade esteja bem posicionada na educação e segurança cidadã. Temos o escritório de parcerias inovadoras com as universidades, e o embarque digital. Também o Investe Recife para trabalhar a melhoria de negócios e o canal de investimento com políticas públicas baseada em evidências”, disse Gelisa. 

De acordo com Bosi, são 16.817 inscritos no CredPop (programa de crédito popular do Recife) pelo Conecta Recife. Além disso, “a Secretaria visita as comunidades e faz mutirão oferecendo crédito”, de acordo com a secretária. A capital nordestina também apresentou o Recife Parcerias e o Recentro para revitalizar o centro da cidade, além do projeto do Parque Capibaribe que prevê um sistema de parques integrados ao longo de 15km em cada margem do rio Capibaribe. 

Marcelo Nunes, Diretor de Desenvolvimento de Negócios do PqTec – Parque Tecnológico de São José dos Campos, disse que os principais programas de empreendedorismo do PqTec são o Centro de Desenvolvimento Tecnológico, o Colméia (integração universidade x empresa), o Empreenda On, os Laboratórios Compartilhados, a Internacionalização, o Distrito de Inovação, o Escritório de Negócios, e o Nexus Corp (um ambiente para conexão de startups, pequenas, médias e grandes empresas com investidores e instituições de ensino).

“A Nexus é uma plataforma de inovação para empresas residentes no parque. Toda empresa que entra é via edital de chamamento com diversos níveis. São 6 meses pelo Nexus Lab para a empresa ter a certeza que o novo produto tem desenvolvimento. As inscrições para o BATCH 019 estão abertas, até o dia 09 de maio, para novas startups participarem do processo seletivo, disse Nunes.

O Subsecretário Municipal da SEMTEPI de Manaus – Secretaria Municipal de Trabalho, Empreendedorismo e Inovação, Gustavo Igrejas, afirma que a secretaria de desenvolvimento vai além de implantar as ações de uma cidade inteligente. O Casarão da Inovação Cassina, segundo Igrejas, faz, hoje, 3.400 atendimentos no coworking com 208 eventos já realizados, atingindo mais de 10 mil pessoas e possibilitando startups de Manaus para o crescimento empresarial. Outro espaço existente na capital amazonense é o Proinfe (programa de incentivos fiscais e extrafiscais para criação e fomento do Polo Digital de Manaus). “Temos ainda o Instituto Municipal de Pesquisa e Desenvolvimento, que usa os recursos destinados aos institutos públicos (Lei 8.387/91) para trazer inovação para Manaus, incluindo o apoio às startups e a implantação das smart cities. Além disso, o município conta com o Fundo Municipal de Empreendedorismo e Inovação (Fumipeq), administrado pela Secretaria Municipal do Trabalho, para recuperar o escoamento do recebimento de insumos e entregas de mercadorias, ajudando os empreendedores rurais e as cooperativas”, comenta Gustavo.

O artesanato e economia solidária, de acordo com o subsecretário, fomenta o cadastro de artesãos, colocando as feiras próximas às empresas do distrito industrial para criar oportunidade de geração de renda. Além disso, Igrejas afirma que há investimentos sendo feitos como o local Casa de Praia onde será construído uma central de artesanato e um Duty Free para atrair os turistas em Manaus.

Iara Negreiros, Consultora Associada da Spin Soluções Inteligentes e Doutora da Escola Politécnica da USP e ABNT/CEE-268 de “Cidades e Comunidades Sustentáveis”, disse que é difícil medir inovação nas cidades. Os indicadores do Ranking Connected Smart Cities atendem melhor nesta medição da inovação tecnológica, de acordo com Negreiros. As patentes (concessão pública conferida pelo estado, que garante ao seu titular a exclusividade ao explorar comercialmente a sua criação), presentes na ISO 37120, não são um bom indicador para medir o progresso tecnológico das cidades, segundo Letícia Justus. “Acho bem importante medir através dos indicadores, como em Curitiba é feito com a redução do ISS, e conseguimos ver na prática onde está sendo aplicada essa verba”, comenta.

Willington Feitosa disse que, “estudando mais sobre os indicadores, há um cruzamento e um complemento desses índices que faz com se abra o leque de ação, estando mais próximos ao público que se quer atingir. Os indicadores nos permitem entregar mais ações para a comunidade de camadas mais baixas, com população mais numerosa”, complementa.

 Já Gelisa Bosi diz que concorda com patentes, mas que é preciso achar uma forma de medir soluções para cidades como desafios públicos. “O resultado de fato é o que é mais importante. No turismo, por exemplo, queremos direcionar roteiros para o eixo de saúde. Pernambuco é o único Estado que possui um Cluster de Turismo de Saúde, o Pernambuco Healthcare, que reúne trade turístico, entidades de saúde, empresas privadas e governo para apoio e desenvolvimento de ações voltadas para o setor”, afirmou.

Marcelo Nunes comentou sobre São José dos Campos: “Temos patentes que não gerou recurso algum e, com relação ao turismo, queremos levar a tecnologia para dentro da questão turística, com suporte em relação ao clima (evitando desastres naturais). No estado de SP, estamos trabalhando em um case com a Aprecesp – Associação das Estâncias Turísticas do Estado de SP, oferecendo em consórcio soluções ao turismo”,disse.

Gustavo Igrejas comentou que é muito importante ter os dados dos indicadores em mãos, mas sem perder a humanização para que ações possam, efetivamente, chegar à sociedade. “Todas as nossas ações aqui são voltadas no turismo para fomentar o empreendedorismo neste setor”, afirmou.

Todo o conteúdo do vídeo, você pode assistir, gratuitamente, no canal do Youtube do Connected Smart Cities. Confira o calendário de programação dos Eventos Temáticos do Ranking CSC pelo site. Inscreva-se neste link para interagir com os participantes dos próximos programas.

 

BOOTCAMP CAPACITA 10 MIL MULHERES DESENVOLVEDORAS DE GAMES PARA ATENDER DEMANDA DE MERCADO POR PROFISSIONAIS

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A Amazon Web Services (AWS) lançou dois programas AWS Global Accelerator para ajudar as startups a enfrentar alguns desafios

Iniciativa entre Órbi Academy e DIO oferece 10 mil bolsas de estudo gratuitas para cursos e mentorias em tecnologias para desenvolvimento de jogos;
inscrições encerram sexta-feira (15/04) 

A parceria entre o Órbi Conecta, principal hub de inovação de Minas Gerais, e a DIO, ecossistema de educação tecnológica, lança mais uma edição do Órbi Academy Techboost. O programa lança o Órbi Web Games Developer com 10 mil bolsas de estudos dedicadas às mulheres que estão iniciando no universo da programação de jogos.

O bootcamp visa formar mulheres profissionais em desenvolvimento web de games, um dos mercados da tecnologia mais emergentes nos dias atuais. De acordo com a consultoria internacional Newzoo, a indústria global de games movimentou US$ 175,8 bilhões em 2021. A previsão é que esse segmento se mantenha aquecido e ultrapasse US$ 200 bilhões ao final de 2023.



As mulheres que se inscreverem no programa terão acesso gratuito à aprendizagem de lógica de programação e arquitetura de sistemas, além de avançar seus conhecimentos nas linguagens HTML5, CSS3 e Javascript, essenciais para os primeiros passos no desenvolvimento de jogos. Serão 63,5 horas de cursos, projetos de games hands-on e mentorias com experts sobre tecnologia, mercado e soft skills. As inscrições podem ser realizadas pelo link.

Games no Brasil

Segundo a Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Digitais), em 2021, o Brasil se destacou como o 12º maior fabricante de jogos do mundo, rendendo à indústria local uma taxa de crescimento anual de 13,5%, o que significou US$ 2,3 bilhões da receita mundial relacionada a videogames.

Nesse cenário de expansão, o mercado de trabalho para desenvolvedores de games concentra boas oportunidades para quem se interessa pela área. As possibilidades de atuação profissional vão desde a criação de games para diferentes plataformas até jogos mais simples utilizados em ações de gamificação por empresas e setores diversos.

Consolidado como uma iniciativa do Órbi Conecta, o programa Órbi Academy Techboost já distribuiu mais de 160 mil bolsas de estudo desde fevereiro de 2021 e impactou milhares de vidas através do acesso gratuito à formação em tecnologia. Agora, gera mais oportunidades ao co-criar junto com a DIO um bootcamp exclusivo para desenvolvimento de games. Empresas da rede Órbi Conecta, como MRV, Inter, Localiza e TakeBlip viabilizaram 12 bootcamps na temporada 2021/2022.

Uma pesquisa realizada com mais de 40 mil participantes do Techboost mostrou que 4.438 tem até 20 anos, 19.422 entre 20 e 30 anos, 12.121 de 30 a 40 anos, 3.806 de 40 a 50 anos e 891 com mais de 50 anos. É um programa diverso, com 22.013 mulheres, 25.857 pretos e pardos, 8.690 LGBTQIA+, PCDs 1.602, 942 indígenas, 677 refugiados e migrantes no Brasil. Há participantes de todos os estados brasileiros, principalmente São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Paraná.

“O Órbi Academy é a frente de atuação que tem como objetivo promover educação profissional em habilidades digitais para suprir a necessidade do mercado de trabalho por profissionais na área de tecnologia. Possui uma estrutura física ideal para realização de cursos nas áreas de tecnologia, criatividade e empreendedorismo digital. Mas o Órbi Academy extrapola territórios: em parcerias com outras empresas, oferece cursos on-line para quem está conectado em qualquer lugar do mundo”, afirma Dany Carvalho, CEO do Órbi Conecta.

Para o CEO da DIO, Iglá Generoso, com o mercado de games em evidência, o bootcamp assume um papel importante para capacitar profissionais que desejam iniciar na área e buscam por espaço na tecnologia.

“A DIO investe constantemente na transformação de pessoas através da educação, e busca sempre incentivar a equidade e diversidade no mercado tecnológico. Parcerias com empresas como a Órbi nos impulsionam a impactar cada vez mais pessoas e deixar nossa marca no Brasil e no mundo”, diz Iglá Generoso, CEO da DIO.

O bootcamp Órbi Web Games Developer não exige pré-requisitos para inscrição que pode ser realizada até sexta-feira (15/04), no link.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ortolani Comunicação & Marketing

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VIVO CRIA FUNDO DE R$ 320 MILHÕES PARA INVESTIR EM STARTUPS

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Fotografica relacionando lâmpada com inovação no paraná

O novo fundo Vivo Ventures irá investir nos próximos 5 anos em startups nas áreas de Entretenimento, Casa Inteligente, Marketplace, Saúde, Finanças e Educação

A Vivo anuncia a criação do Vivo Ventures, fundo CVC (Corporate Venture Capital) de R$ 320 milhões para investir em startups brasileiras com soluções inovadoras nas áreas de Entretenimento, Casa Inteligente, Marketplace, Saúde, Finanças e Educação, setores-chave para o posicionamento da Vivo como hub digital. Ao longo dos próximos cinco anos, o fundo buscará entre 12 e 20 startups em estágio de “growth” (preferencialmente rodadas séries A ou B), com investimento médio de R$20 milhões, podendo ter até 20% de participação nas investidas.

“O Vivo Ventures vem para acelerar o nosso posicionamento como hub digital, pois é uma iniciativa que nos aproxima ainda mais do ecossistema de inovação aberta, possibilitando investimentos e parcerias com startups para que possamos oferecer ainda mais benefícios e serviços inovadores para nossos clientes”, afirma Rodrigo Gruner, diretor de Inovação e Novos Negócios da Vivo. “É um caminho natural, apoiado no nosso propósito de Digitalizar para Aproximar, que faz com que a inovação esteja no nosso DNA”, completa.



Para posicionar-se como uma empresa que vai muito além das telecomunicações e oferecer aos consumidores serviços em outras áreas, a Vivo vem investindo na criação de ecossistemas de negócios, seja por meio do desenvolvimento próprio ou de parcerias com marcas de referência em suas áreas. Alguns exemplos de serviços fruto dessa estratégia são a conta digital Vivo Pay; o empréstimo pessoal Vivo Money; o app de meditação Atma e o marketplace de saúde e bem-estar Vida V. Há ainda a joint-venture na área de educação com a Ânima; o Vivo Shopping, onde é possível comprar de itens para pets a geladeiras conectadas; o Vivo Guru, serviço de suporte técnico para dispositivos e casa inteligente; além de parcerias com os principais serviços de streaming de vídeo e música, como Netflix, Disney+, Amazon Prime Video, Spotify e Tidal.

Uma história de inovação

Com o anúncio da criação do CVC, a Vivo se coloca de forma ainda mais robusta como uma das grandes marcas incentivadoras do ecossistema de startups no país. Isso porque, desde 2012, a Wayra, hub de inovação aberta da Vivo, já investia no segmento. A Wayra seguirá investindo em startups preferencialmente em rodadas pré-seed e seed (estágio inicial e de estruturação de produto) e cujo negócio tenha relação com a estratégia da Vivo. Para se ter uma ideia, somente em 2021, foram gerados aproximadamente R$70 milhões em negócios entre a Vivo e as startups do portfólio da Wayra.

Além disso, a Vivo vem promovendo diferentes ações para acelerar o desenvolvimento de uma cultura interna voltada à inovação. Entre elas, estão a adoção de formas de trabalho e metodologias ágeis, que privilegiam o foco no cliente e a rapidez na tomada de decisão – como squads e design thinking -; e a criação de um programa corporativo de inovação aberta, o Vivo Discover, para formar embaixadores da inovação na empresa e que já qualificou cerca de 50 profissionais. A companhia também já capacitou mais de 7 mil funcionários em métodos ágeis e práticas de design thinking e utiliza o método Lean6Sigma, com mais de 7,6 mil colaboradores certificados.

Com informações da Assessoria de Imprensa Agência Fato Relevante

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