O Hyperloop provou ser mais rápido e mais barato que o trem de alta velocidade. Como é que ninguém quer pagar para construir um?
Com informações da Assessoria de Imprensa
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Atualmente, existe um fato em comum ocorrendo no mundo inteiro. Trata-se do movimento de eletrificação e, consequentemente, do aumento na demanda de energia. Isto porque, diversos países estão, cada vez mais, apostando na redução de emissão de poluentes, a fim de obter um cotidiano mais sustentável. Por isso, há uma tendência de diminuição dos combustíveis fósseis, grandes geradores de energia ainda nos dias de hoje e um dos principais responsáveis pelo efeito estufa no aquecimento global.
No Brasil, por exemplo, a meta atual de mitigação dos gases responsáveis pelo efeito estufa é bastante ambiciosa. Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), ocorrida em 2021, na Escócia, o país apresentou um projeto de reduzir em 50% as emissões de gases nocivos (CO2) para o efeito estufa até 2030, bem como a neutralidade de carbono até o ano de 2050.
No mesmo sentido, o Balanço Energético Nacional (BEN 2021) aponta um avanço da eletrificação sustentável nas fontes de energia do Brasil. De acordo com o levantamento, as fontes não renováveis, e principais causadoras do efeito estufa, ainda predominam a matriz energética brasileira (52%). Porém, de 2011 a 2020, a energia proveniente de fontes renováveis, como hídrica, solar e eólica, obteve um crescimento, passando de 43% para 48%.
A maturidade da eletrificação no Brasil
Apesar dos desafios, a eletrificação é um caminho sem volta e já ocorre com consistência no mercado brasileiro. Um dos principais exemplos é o setor automotivo, que muitos acreditavam ser algo distante para a eletrificação, mas atualmente é um dos segmentos que tem contribuído com o aumento da sustentabilidade no país.
Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), em 2020, as vendas de veículos elétricos cresceram 60%. Além disso, uma projeção realizada pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Elétricos (Anfavea) aponta que existe a possibilidade de até 2035, 62% da frota de veículos no Brasil ser de automóveis elétricos, minimizando cada vez mais a emissão de CO2 nas ruas.
Da mesma maneira, um estudo encomendado pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS) e executado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds), indica que já existe um movimento empresarial em relação à eletrificação de suas frotas comerciais. A pesquisa contou com 16 empresas brasileiras de grande porte que possuem o compromisso de zerar suas emissões de CO2 até 2030 e já contam com veículos elétricos em suas frotas.
No entanto, para que as iniciativas de eletrificação propostas pelas empresas entrevistadas possam ser colocadas em prática, existem alguns obstáculos a serem percorridos, como: melhorar a infraestrutura de carregamento dos veículos, não só pontos de recarga, mas com qualidade e segurança ao usuário e a bateria do veículo. Também obter sistemas e tecnologias que otimizem a gestão dos dados, e, ainda, fomentar a rede de colaboração entre todos os setores envolvidos, desde a geração de energia, até as fabricantes de automóveis.
Com relação ao carregamento de veículos, com o aumento da frota de automóveis elétricos, maior é a demanda por pontos de recarga dos mesmos no Brasil. Atualmente, grande parte destes pontos estão localizados nas casas dos proprietários dos veículos ou em espaços públicos, como estacionamentos de shoppings e supermercados. De acordo com as estatísticas ABVE, hoje em dia, o país conta com pelo menos 1.250 pontos de carregamento de veículos elétricos.
Desta forma, para que tais pontos estejam bem amparados e com a manutenção adequada e em dia, é fundamental contar com tecnologias desenvolvidas especialmente para manter o seu pleno funcionamento. Esses equipamentos, cada vez mais tecnológicos, garantem maior segurança aos proprietários de veículos elétricos, uma vez que possibilita a identificação e correção de determinados problemas na plataforma de carregamento com antecedência e uma manutenção com mais assertividade, qualidade e eficiência.
Eletrificação iminente: como se preparar?
Independentemente dos desafios enfrentados, o Brasil está e se tornará cada vez mais eletrificado, portanto, a geração de energia será ainda maior. No entanto, com essa aceleração e eletrificação iminente, o país demanda de mais planejamento, organização e infraestrutura.
Neste momento, é imprescindível que o mercado tenha acesso a ferramentas e tecnologias que possibilitem uma instalação e manutenção adequada e segura dos campos de geração de energia, bem como das plantas industriais, empresas e casas que investem em energia limpa, além dos pontos de carregamento de veículos elétricos. Dessa forma, o país estará ainda mais preparado para eliminar fontes de energia prejudiciais à atmosfera e investir em seu processo de eletrificação.
Com informações da Assessoria de Imprensa
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A Siemens Digital Industries Software anunciou hoje que a REGENT adotou o portfólio Siemens Xcelerator de software e serviços baseados na nuvem para ajudar a criar uma nova categoria de veículo chamada seaglider, ou planador marinho. O seaglider é um veículo de alta velocidade e zero emissão de carbono que voa exclusivamente logo acima da superfície da água para reduzir consideravelmente o tempo e o custo do transporte de pessoas e mercadorias entre cidades costeiras.
Com 40% da população mundial vivendo em comunidades costeiras, os seagliders elétricos da REGENT serão os primeiros veículos deste segmento a oferecer maior segurança, baixo custo, alta velocidade e zero emissão. Os clientes de lançamento do seaglider da empresa incluem operadoras da aviação, de balsas e do setor de logística.
O planador marinho da REGENT é um veículo totalmente elétrico que voa exclusivamente acima da superfície da água (efeito WIG – wing-in-ground), percorrendo o mar de três maneiras: flutuando quando está perto do cais, deslizando em seus hidrofólios a até 40 nós (kts) ao entrar e sair do porto, ou voando acima das ondas a 160 nós enquanto navega rumo ao seu destino.
O seaglider voa a poucos metros acima da superfície da água sobre uma “almofada de ar”, devido ao efeito WIG, combinando alta velocidade e conforto de um avião com o baixo custo operacional de um veículo elétrico. Os seagliders diferem dos veículos WIG anteriores devido aos seus hidrofólios, propulsão elétrica distribuída e controles aeroespaciais do tipo fly-by-wire. Esses elementos permitem operações seguras no porto, maior tolerância às ondas e uma experiência confortável para os passageiros.
No coração do seu conjunto de ferramentas de projeto, engenharia e desenvolvimento está o portfólio Siemens Xcelerator, que tem sido fundamental para a REGENT desde a sua fundação em 2020.
“A ideia da REGENT é trazer um novo veículo revolucionário para o mercado de transporte com o potencial de mudar a forma como as pessoas e as cargas são transportadas sobre a água”, disse Mike Klinker, diretor de tecnologia e cofundador da REGENT. “Enquanto nossos planadores aguardam a certificação e a produção comercial em larga escala, precisamos de uma plataforma robusta e moderna de ferramentas digitais que atenda ao ritmo dos nossos ciclos de inovação com rigor para um produto tão complexo quanto o nosso. O Siemens Xcelerator as a Service é perfeito para uma startup digital como a nossa. As soluções nativas da nuvem, como o Teamcenter X, minimizam os custos administrativos e nos permitem focar 100% no projeto, engenharia, fabricação e inovação. A colaboração valiosa da Siemens e o modelo de assinatura oferecem benefícios significativos de fluxo de caixa que são vitais para qualquer startup.”
O planador principal da REGENT, o Viceroy para 12 passageiros, será construído com os mais altos padrões de segurança. Ele poderá operar rotas de até 180 milhas com a tecnologia de bateria atual e rotas de até 500 milhas com baterias da próxima geração, tudo por meio da infraestrutura atual no cais. Além disso, sua operação como veículo WIG acima da superfície da água permite testes e certificações marítimas. Este é um caminho eficiente para começar a operação comercial, permitindo que os clientes aproveitem a mobilidade costeira de alta velocidade e emissão zero antes que as opções de aviação elétrica, mantendo níveis de segurança semelhantes.
“A revolução da mobilidade e eletrificação continua em um ritmo empolgante em todo o espectro do setor, mas não é sempre que esses dois elementos são combinados a um projeto tão inovador para tratar de um desafio específico como esse enfrentado pelas comunidades costeiras do mundo todo”, disse Dale Tutt, vice-presidente de estratégia da indústria da Siemens Digital Industries Software. “A REGENT é pioneira no transporte costeiro inovador de alta velocidade, visando zero emissão líquida desde o início. Nosso portfólio Xcelerator as a Service é fundamental para ajudá-los a atingir esse objetivo de forma mais rápida.”
Com informações da Assessoria de Imprensa
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Uma recente pesquisa divulgada pela plataforma Cupom Válido a partir de dados da Abrace (Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres) mostra que o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de contas de luz mais caras do mundo. Nos últimos cinco anos, o custo da energia elétrica brasileira aumentou 47%, o que contribuiu para que o país subisse de posição na lista, ficando apenas atrás da Colômbia.
Outra pesquisa, realizada pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) em 2021, mostrou que oito em cada dez brasileiros consideram alto ou muito alto o preço da energia elétrica no país. A constatação foi realizada por meio do estudo “Opinião do Brasileiro sobre Setor Elétrico”, que ouviu mais de duas mil pessoas de 130 municípios.
Segundo o estudo, 81% dos brasileiros desejam poder escolher a empresa fornecedora de energia. De cada 10 entrevistados, sete afirmaram que trocariam o atual fornecedor de energia elétrica caso a medida de livre escolha fosse implantada, e 19% acreditam que o principal motivo dos preços elevados consiste na falta de concorrência no mercado ou na impossibilidade de se escolher a empresa fornecedora.
Por conta das resoluções normativas (ANEEL 482/2012 e 687/2015) e a nova lei federal (14300/2022), o mercado de energia abriu a oportunidade para que empresas de tecnologia possam conectar micro e mini fazendas solares e eólicas diretamente a residências ou empresas, utilizando a própria rede de distribuição das concessionárias existentes.
A empresa mineira Juntos Energia Compartilhada, primeira do país a conseguir conectar usinas às redes das concessionárias lançando o modelo de assinatura de energia, propõe um novo modelo de consumo. “Em nossa tecnologia, que chamamos de energia limpa digital, conectamos o consumo energético da casa ou negócio do cliente às nossas fazendas solares parceiras. Nós fazemos toda a gestão com a concessionária para que o consumidor receba uma conta de luz unificada, garantindo até 20% de economia no gasto com geração de energia, com um processo 100% digital, desde a contratação até o recebimento da fatura, sem burocracias”, explica o CEO da Juntos, José Otávio Bustamante.
Além de reduzir os impactos no meio ambiente e nas mudanças climáticas, a tecnologia de energia limpa compartilhada elimina a necessidade de instalações de placas fotovoltaicas ou da cobrança de taxas de adesão. “O que buscamos é democratizar o acesso à energia limpa no país. Nosso objetivo é atender 1 milhão de consumidores no Brasil até o fim de 2025 com energia renovável e mais barata”, ressalta Bustamante.
O modelo se consolidou na Alemanha, tendo depois se espalhando pela Europa e Estados Unidos. As “comunidades solares” se baseavam em cooperativas ou consórcios de consumidores, que juntos viabilizavam a instalação de pequenas usinas, compartilhando da energia produzida, mesmo que distante do local de consumo.
A mudança regulatória que criou no Brasil a modalidade de geração remota, transformou-se em uma oportunidade para a energia por assinatura. É basicamente o conceito já conhecido da população para serviços como streamings ou operadoras de telefonia. A empresa fornecedora “injeta” na rede a energia solar gerada e os créditos são abatidos da conta do consumidor, que fica livre da bandeira tarifária. Esse benefício é estabelecido pela Aneel para estimular a produção de energia limpa próximo aos locais de consumo. O modelo de geração de energia distribuída já corresponde a cerca de 4% de toda a matriz energética brasileira e deve avançar ano após ano.
Com informações da Assessoria de Imprensa
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Nas últimas semanas, a equipe do Moovit no Brasil pôde entregar dois projetos dentro do que mais gostamos de fazer: parcerias com as cidades. Em julho, o Moovit se tornou a mais nova opção para consultar informações sobre mobilidade e transporte público em Campinas. E, nos últimos dias de agosto, anunciamos uma aliança semelhante com Salvador.
Semelhante, mas nada igual. Cada cidade tem suas características, desafios e particularidades. As linhas de ônibus de Campinas estão sendo aprimoradas, e auxiliamos o operador e a agência local a manter os passageiros informados. Em Salvador ajudamos nos deslocamentos multimodais, integrando ônibus, metrô e barcas no planejador de viagens do app. Em breve a capital baiana ganhará seu sistema de BRT, que também poderá ser localizado no Moovit, e como todo serviço novo vai necessitar ter informação na ponta para que a população se sinta segura em usar o novo modal.
Estes são dois exemplos do principal objetivo das parcerias: compartilhar informações com os passageiros de maneira benéfica a todos. Para a administração pública, é uma forma de informar o munícipe sobre todas as opções de mobilidade em sua cidade, difundir o acesso e simplificar o uso de transporte público para todos.
Para os operadores, difundir informações é uma maneira excelente de atrair mais passageiros para seus veículos e para todo o sistema de transporte público, oferecendo mais detalhes sobre o ônibus que vai chegar.
Para o passageiro é a forma de se sentir seguro e se apoderar do sistema público de transporte, ao confiar que as informações no app vão corresponder com o que será experimentado nas ruas. E para o Moovit representa mais usuários usando o aplicativo em todo o país.
Quais informações compartilhar?
Além dos horários e itinerários, a informação que mais faz diferença para o passageiro é a localização em tempo real, obtida por meio do sinal de GPS dos veículos. Todos que já aguardaram por muito tempo em uma parada de ônibus conseguem entender essa questão. Para além da comodidade, informar ao passageiro o tempo de espera é uma forma de não deixá-lo exposto a variações do clima, segurança e ao transporte irregular. A pessoa se sente “dona” daquele tempo, para fazer o que quiser com ele.
Outra capacidade do Moovit para informar são os Alertas de Serviço. Gestores do transporte público podem enviar mensagens diretamente para os smartphones dos passageiros com atualizações sobre o serviço, alterações na operação ou eventuais mudanças de última hora. A mensagem pode ser segmentada para linhas e terminais específicos, fazendo com que a informação chegue para a pessoa certa na hora certa. No app, os usuários são convidados a escolher as linhas mais usadas como favoritas, garantindo com que a informação chegue a eles de forma simples.
Além do tempo real, o aplicativo tem capacidade de apresentar mais informações específicas sobre cada veículo e estação. Por exemplo, se o equipamento tem acessibilidade para pessoas com restrições de locomoção, ou ainda se está muito lotado – esta funcionalidade é feita com alerta dos próprios passageiros. Uma ferramenta que nos trouxe muito orgulho é a de informar quais ônibus aceitam pagamento por aproximação. Foi desenvolvido em parceria com a Riocard Mais e implementado na região metropolitana do Rio de Janeiro. Agora, é levado para mais cidades onde o Moovit está presente pelo mundo.
Pode parecer que organizar e disponibilizar essas informações para o usuário é difícil e trabalhoso. Mas com o tempo e o desenvolvimento certos, cidades de diferentes portes e perfis podem colaborar com a iniciativa privada e trazer cada vez mais benefícios aos cidadãos. Há muitas empresas dispostas a trabalhar em parceria que tragam melhorias para todos.
As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities
Em linha com o seu pilar de sustentabilidade e planejamento de eficiência energética, o Assaí Atacadista, que já consome energia renovável em suas operações, passará a disponibilizar o serviço gratuito de recarga elétrica para os carros dos(as) clientes que frequentam lojas da Companhia em 13 estados do país. Por meio de uma parceria com a GreenYellow, empresa responsável pelo fornecimento dos equipamentos, o Assaí receberá o total de 90 eletropostos, sendo que a energia que abastecerá os carros será provida de fontes 100% renováveis.
A primeira unidade a ser contemplada com esta parceria foi o Assaí Anhanguera, loja inaugurada na quarta-feira (31/8) na Rua Samuel Klabin, nº 193, em São Paulo, e que conta com 3 eletropostos. As demais 29 unidades do atacadista serão contempladas com os pontos de carregamento para carros elétricos entre o segundo semestre deste ano e primeiro semestre de 2023.
“No Assaí, possuímos um sólido planejamento de eficiência energética em que buscamos contar com uma matriz energética cada mais limpa e sustentável. As nossas novas lojas, por exemplo, são construídas levando em consideração conceitos de ecoeficiência e gestão do impacto ambiental”, afirma Lucas Attademo, Gerente de Energia do Assaí Atacadista. As lojas da Companhia já são inauguradas com iluminação 100% em LED; ilhas de congelados e refrigerados com portas; e fachada de vidro e telhas translúcidas, que garantem um melhor aproveitamento da luz natural e contribuem para a diminuição do consumo de energia. “Além disso, com a implantação dos eletropostos buscamos atender a uma demanda que deve se tornar crescente nos próximos anos no país, além de oferecer aos(as) nossos(as) clientes uma alternativa gratuita e sustentável para carregamento de seus carros enquanto realizam suas compras em nossas lojas”, completa o executivo.
Anunciada no primeiro semestre deste ano, a atuação da GreenYellow no segmento de mobilidade ganha ainda mais força com o anúncio deste projeto. “Em maio de 2022, assinamos uma parceria no setor com uma empresa de frotas de automóveis elétricos. Agora, este é o primeiro contrato que envolve o fornecimento de um alto volume de eletropostos após a decisão de entrada nesse mercado. Esse é um passo importante para a diversificação de portfólio, que é uma estratégia da empresa no Brasil”, avalia Marcelo Xavier, Diretor-Presidente da GreenYellow no Brasil.
Com informações da Assessoria de Imprensa
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A Ambipar – multinacional brasileira líder em gestão ambiental – dá um importante passo no combate às mudanças climáticas e para o cumprimento de sua ambição da década em liderar a transição para uma economia circular e de baixo carbono. O Projeto Corredor Sustentável dá início à mudança da matriz energética de sua frota para fontes renováveis e mais limpas, com a inclusão, em larga escala, de caminhões movidos a GNC. Com a chegada dos novos caminhões, a companhia se posiciona como agente transformador no segmento logístico no país com soluções mais sustentáveis.
O Projeto Corredor Sustentável é uma ação da Ambipar que leva mobilidade segura e inteligente para as operações de transporte de produtos químicos para a Dow. A iniciativa está alinhada às estratégias ESG das companhias e ao objetivo de reduzir a emissão de gases de efeito estufa (GEE) em suas operações. Com a estruturação de uma rota operada com o uso majoritário de GNC, a Ambipar contribui para a descarbonização das suas atividades e de seus clientes e demonstra para o mercado e sociedade alternativas para que o segmento logístico brasileiro possa implementar uma transição energética que, ao aproveitar as características e opções energéticas nacionais, seja capaz de reduzir mais rapidamente as emissões no setor.
Com investimento inicial previsto de R$ 30 milhões, a Ambipar integra caminhões com tecnologia para uso de gás natural comprimido (GNC), modelo Scania R 410 6X2 a sua frota. No primeiro ano de circulação dos novos caminhões, a Ambipar estima uma redução de 20% nas emissões de dióxido de carbono no Corredor.
“Queremos ampliar cada vez mais nossa agenda ESG e o Corredor Sustentável chega para fortalecer este propósito. Temos sim uma meta robusta, que é ter 100% da nossa frota de veículos com matriz energética mais limpa até 2040. Com a ajuda de nossos parceiros, vamos agir de forma consciente e eficiente, além de impulsionar uma grande transformação no setor logístico e gerar impacto positivo para o meio ambiente” – Hélio José Branco Matias, Diretor na Ambipar.
Para Lorena Bruni, diretora de Compras para América Latina da Dow, a iniciativa reforça o compromisso da companhia de avançar em ações e parcerias colaborativas com foco nas metas de sustentabilidade até 2050: alcançar a neutralidade em carbono e eliminar materiais como resíduos. “A colaboração é o único caminho para abordar questões complexas e essa parceria com a Ambipar irá impactar diretamente as emissões de escopo 3, geradas pelos nossos clientes e ligadas às operações da empresa, que são as mais desafiadoras de mapear e reduzir”, destaca.
Já Ronaldo Gewehr, diretor de Logística para a América Latina da Dow, ressalta que “esses caminhões serão utilizados nas rotas de transporte entre a Dow e a Whirpool, mas a expectativa é expandir o uso de veículos movidos a GNC para o transporte de mercadorias entre a Dow e outros clientes”.
“Desde que assumimos o compromisso de liderar a transformação para um sistema de transporte mais sustentável, em 2016, temos buscado parceiros que estejam nesta mesma jornada. A Ambipar orgulhosamente é um deles, e faz parte de um seleto grupo que grava seu nome na história do transporte de cargas pelo propósito singular de tornar o planeta menos poluído e dependente do diesel. É notória a preocupação da Ambipar com a sustentabilidade e a visão de futuro, baseada em viabilidade de dados concretos, escolhendo nossa solução que trará muitos benefícios para sua operação e dos seus clientes”, diz Silvio Munhoz, diretor-geral das Operações Comerciais da Scania Brasil. “A solução a gás da Scania é uma realidade viável no Brasil. Continuamos com metas ousadas e já vendemos mais de 600 unidades. O interesse cresce a cada dia.”
A implantação do Projeto Corredor Sustentável é resultado de um estudo feito em 2021 pela Ambipar. O inventário de emissões de gases de efeito estufa indicou que a atividade logística era grande fonte de emissões na companhia. Assim, no ano passado, a companhia revisitou sua estratégia de gestão para aumentar a eficiência da cadeia logística, melhorando processos, indicadores, ações para aperfeiçoamento da operação e adoção de novas tecnologias. Essa ação contribui com o objetivo da companhia em reduzir em 50% suas emissões até o ano de 2030.
O projeto do Corredor Sustentável é estratégico para que a Ambipar possa aumentar a participação dos serviços logísticos no alcance dos ODS 12 (Produção e Consumo Responsáveis) e ODS 13 (Ação Climática), de acordo com a ambição da companhia até 2030.
Institucionalmente, o projeto contribui com as metas do Movimento Net Zero da Rede Brasil do Pacto Global e da plataforma Net Zero do CEBDS e WBCSD, nos quais a empresa é embaixadora e parceira fundadora, respectivamente. Além disso, o projeto gera conhecimento fundamental para que novas rotas de baixa emissão possa ser implementadas, estimulando a economia circular no país e preservando o planeta para as futuras gerações.
Com informações da Assessoria de Imprensa
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O setor corporativo tem sido atraído para a compra ou locação de veículos elétricos para diversos fins. O uso dos ciclomotores geram economia no uso de combustíveis e praticidade, além da redução das emissões de gases de efeito estufa. Com isso, a Mobilidade Elétrica como Serviço (MaaS), tem despertado interesse no uso de utilitários para entregas ou transporte de pessoas.
Em 2021, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) anunciou que as vendas de veículos elétricos – que inclui os modelos elétricos, híbridos plug-in e híbridos para diferentes fins – cresceram 77% em relação a 2020. Uma parcela significativa dessa demanda é das empresas que buscam por veículos menos poluentes.
Para a Cicloway – pioneira no segmento de mobilidade elétrica e montadora brasileira de veículos elétricos – a tendência já é uma realidade e foi acompanhada no último ano. Com portfólio composto por mais de 20 modelos, a montadora percebe crescimento contínuo na demanda corporativas por utilitários como os Tuk-Tuks Elétricos (Saúva, Jardineira, Formigão, Joaninha e Girafa).
“Muitas empresas têm percebido os benefícios e vantagens dos veículos elétricos para diferentes usos. Com maior busca por adequação às práticas ESG e por economia, observamos o crescimento de 6 vezes em 1 ano no faturamento da Cicloway relacionado à locações para o mercado de entregas, principalmente destacando o uso dos tuk-tuks”, afirma João Hannud, Diretor Executivo da Cicloway. “Em julho de 2021, 6% do faturamento de locação era direcionado para o setor de delivery. Em julho de 2022, contabilizamos 36%”.
A empresa destaca os produtos de mobilidade leve, destinados a transportes de 1 a 6 pessoas ou de 20kg a 500kg de carga, como alternativas para garantir economia, eficiência e uso de energia verde sem emissão de CO2.
“Dentre os mercados atendidos e com maior interesse nos ciclomotores, estão empresas de delivery, turismo, entretenimento, eventos, ações de publicidade e propaganda, shopping centers, centros de armazenamento e distribuição”, explica o executivo. “Temos o foco na segurança e no pós-vendas de veículos de mobilidade leve, principal diferencial da nossa empresa e queremos atingir a máxima nacionalização destes produtos”.
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Carregamento, autonomia e produtos
Na frota disponível da Cicloway, estão mais de 20 modelos de veículos elétricos para compra ou locação. Entre os produtos estão tuk-tuks elétricos desenvolvidos pensando na redução de custos, eficiência e sustentabilidade operacional para todos os segmentos de mercado. Os veículos de mobilidade leve destinados a transportes de 1 a 6 pessoas ou de 20kg a 500kg de carga, têm bateria que podem ser recarregadas em tomadas comuns, por cerca de 4 a 6 horas, gerando autonomia de 40Km, 50Km e 135Km, a depender do modelo.
Com informações da Assessoria de Imprensa
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Na última sexta-feira, 02 de setembro, aconteceu o primeiro bloco da série temática sobre investimentos no setor de iluminação pública, que teve como foco a discussão sobre a existência de um “tamanho ideal” de projeto de PPP de Smart Cities. Abaixo é possível conferir os principais highlights apresentados neste bloco e que, no dia 16, tratará sobre “As PPPs de IP como plataforma para as cidades inteligentes”.
Carlos Eduardo Cardoso Souza (Cadu Souza), Responsável e-city da Enel X, abriu o primeiro bloco ressaltando que “a grande missão é desmistificar a questão da parceria público e privada em iluminação, transformando em cidade inteligente”.
Cadu ainda falou sobre o objetivo da série em explorar o conceito de cidades resilientes e cidades circular resilientes, em que deve-se colocar o cidadão e suas necessidades no centro da solução. “O grande desafio, além da estruturação da próxima geração de PPPs e a implementação nas cidades”, completou.
Em seguida, Cadu reforçou que “sem dúvida, as PPPs de Smart Cities são fundamentais para o desenvolvimento dos municípios brasileiros, com contribuição fundamental para a melhoria da qualidade de vida da população”.
A Enel X Brasil, linha de negócio do Grupo Enel dedicada a produtos inovadores e soluções digitais, atua em setores de energia mostrando o maior potencial de transformação: nas cidades, residências, indústrias e mobilidade elétrica, líder no mercado de iluminação pública, e tem como iniciativa debater sobre como podemos trazer outros serviços para agregar aos contratos já existentes no mundo. Assim, é possível implementar projetos bem estruturados, com o objetivo, ainda, de oferecer suporte aos municípios e entidades de classe, por exemplo, seguindo a necessidade de cada cidade.
Marcelo Caumo, Prefeito do município de Lajeado (Rio Grande do Sul), compartilhou alguns projetos para melhoria da cidade. Para solucionar o problema de mobilidade urbana em uma rodovia que cruza a cidade, o prefeito afirmou que “como solução, o município procurou o governo do Estado e nos propusemos a realizar essa obra em troca de um imóvel, que depois será leiloado, para que haja o ressarcimento desse investimento. Apesar de não ser um processo comum, está dando certo e solucionará a questão, que contará com o apoio público e privado, para auxílio das políticas públicas”.
O Prefeito mencionou ainda que um dos projetos de atuação das PPPs que está mais avançado e está na fase do refinamento das propostas recebidas para enviar ao tribunal de contas, é o projeto de iluminação pública. “Esse projeto de PPPs de iluminação pública, contempla tanto iluminação, eficiência energética e cidade inteligente”, compartilhou.
Para finalizar, afirmou que, para ele, o “tamanho ideal” de projeto de PPP é aquele que cabe no orçamento. “O importante é fazer uma análise, mensurar e definir os objetivos imediatos que precisam se abordar, que caiba no orçamento, para resolver as demandas”, comunicou.
Para Mario Saadi, sócio do escritório Cescon Barrieu Advogados, da perspectiva jurídica, não existe um tamanho ideal de PPPs e, “na prática, é possível pensar em boas soluções para determinados municípios, independentemente dos objetos”, ou seja, é preciso pensar em soluções para todos os tipos de municípios brasileiros, a fim de atender a perspectiva dos cidadãos.
Para explorar ainda mais sobre o tema, Saadi disse que “pensando nas experiências incrementais, quando olhamos para qualquer tipo de concessão, a atual tendência no Brasil é que objetos distintos ou complementares, sejam licitados de maneira conjunta para que atinjam bons resultados para todos os serviços desde iluminação pública, eficiência energética, conectividade e trânsito urbano”, concluiu.
Os participantes encerraram o bloco salientando sobre as modelagens de PPPs e como é possível a implementação nas cidades, como também, falaram sobre a importância de envolver a comunidade, o setor público e privado nesse processo.
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