spot_img
Home Blog Página 207

SALVADOR RECEBE NOVOS MICRO-ÔNIBUS CLIMATIZADOS

0
micro-ônibus

Nove micro-ônibus novos começaram a circular nesta quarta-feira (26) nas ruas de Salvador. Esta é a primeira vez em toda sua história que a capital recebe veículos desse tipo com ar-condicionado. Esses são os primeiros de uma frota de 50 micro-ônibus que chegarão nos próximos meses e passarão a transportar passageiros na cidade até o início de 2023.

Estes primeiros micro-ônibus circularão pelas linhas:

1069 – Estação Mussurunga x Cassange/Boca da Mata – 02 veículos,

1103 – Alto do Cruzeiro/ Pernambués Circular – 01 veículo

1157 – Terminal Acesso Norte x Luiz Anselmo/Vila Laura/Est. Brotas – 05 veículos

1307 – Bosque Real x Jardim Placaford – 01 veículo

Os veículos foram adquiridos em 2021, quando as empresas compraram 169 ônibus e micro-ônibus climatizados, a maior aquisição do país durante a pandemia. Desde 2013 novos micro-ônibus não eram integrados à frota de Salvador.

“Em 2021, em meio à pandemia, Salvador foi a capital brasileira que mais renovou a frota de ônibus. E este ano o avanço no transporte público continua. Esses 169 ônibus que chegam gradativamente vão dar ainda mais conforto ao cidadão”, explica Fabrizzio Müller, secretário de Mobilidade de Salvador.

Fonte: Prefeitura de Salvador

CONFIRA OS HIGHLIGHTS DO SEGUNDO DIA DOS PRÉ EVENTOS DA PLATAFORMA P3C

0
P3C

2ª edição da Plataforma P3C promove encontros onlines e gratuitos com o objetivo de criar uma comunidade de especialistas para incentivar o debate construtivo e de alto nível sobre os principais temas do ecossistema de PPPs e Concessões

Ontem, 27/10, foi realizado o segundo bloco dos pré-eventos da Plataforma P3C, com foco na discussão sobre a educação e a comunicação no setor de infraestrutura, abordando os desafios, o que precisa ser aperfeiçoado e quais são os próximos passos. Confira a seguir os principais highlights apresentados.

Dimmi Amora, sócio-diretor da Agência Infra e moderador da rodada, iniciou o evento abordando o tema dos desafios da capacitação. Na visão do jornalista, há um longo caminho a ser percorrido no sentido de dar mais fluência e eficácia às interações no cenário da infraestrutura. Entretanto, admitiu ele, é preciso reconhecer que houve progresso em algumas frentes nos últimos anos. 

Carlos Nascimento, coordenador geral de MBA PPP e Concessões, concordou com o moderador do evento, afirmando que é necessário aprimoramento técnico. “Quando falamos com players que estão na fase de planejamento dos projetos, estruturação ou até mesmo auditando e monitorando resultados, há muita reclamação quanto às dificuldades em avançar por conta da falta de capacidade técnica das equipes e da ausência de instituições para promover uma estrutura adequada de trabalho, pontos que são pressupostos básicos para a implementação de projetos no setor”, avaliou.

Nascimento citou outra questão que precisa ser enfrentada: “A maioria dos entes públicos proíbe que se invista em capacitação de longo prazo quando se trata de servidores comissionados. É essencial planejar e criar carreiras mais perenes”.

PPPs ganham relevância  

“Estados que antes não tinham tanta tradição em apostar nos modelos de PPPs conseguiram ter iniciativas para estruturar parcerias e concessões. O modelo PPPs tem chamado a atenção e ganhando relevância”. A observação foi feita por Isadora Chansky Cohen, Secretária executiva da Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos de São Paulo e fundadora do Infracast, ressaltou a importância de termos mais especialistas para o desenvolvimento da área e de organizar equipes de trabalho com a intervenção de profissionais em cargos comissionados e cargos de carreira, para que seja possível a continuidade dos projetos.

Já Mauricio Portugal Ribeiro, sócio do Portugal Ribeiro Advogados acrescentou que “ao olharmos para o passado vemos como avançamos muito, criamos uma comunidade de especialistas. Precisamos celebrar essas conquistas e perceber que a trajetória até aqui nos dá esperança para que possamos fazer muito mais e melhorar para o nosso país”.

Portugal finalizou sua participação mencionando a dificuldade para a capacitação de agentes públicos, o que, na sua visão, impede as agências reguladoras federais de terem um bom funcionamento. 

Os participantes também discutiram como a comunicação ganhou relevância estratégica para divulgação de informações do setor, especialmente durante a pandemia de Covid-19, período de intensa demanda por novas formas de comunicar em larga escala informações corretas e relevantes. 

Para Isadora, “uma boa comunicação faz parte do processo como um todo. Não basta cumprir o contrato, precisamos buscar as licenças sociais para que esse contrato seja resiliente e resistente com o passar do tempo. Sendo assim, precisamos de todos os mecanismos à disposição do gestor para tornar o projeto mais sólido”, finalizou.

Serviço:

P3C 2022 – PPPs e Concessões – Investimentos em Infraestrutura no Brasil

Quando: 

  • 8 de Dezembro – Abertura e Prêmio P3C – B3, a Bolsa do Brasil, São Paulo.
  • 9 de Dezembro – Conferência – Centro de Convenções Frei Caneca, São Paulo.

Programação: Clique aqui.

Leitores do Portal Connected Smart Cities contam com 25% de desconto no evento: inscreva-se!

MARCA VOLKSWAGEN PRODUZIRÁ APENAS VEÍCULOS ELÉTRICOS NA EUROPA A PARTIR DE 2033

0
Volkswagen
Montadora tem como alvo um veículo elétrico básico que custará 25 mil euros ou menos REUTERS/Matthias Rietschel

Declaração representa um comprometimento com a projeção divulgada anteriormente, que previa atingir a meta entre 2033 e 2035

A marca Volkswagen só produzirá carros elétricos na Europa a partir de 2033, disse seu presidente, Thomas Schaefer, nesta quarta-feira (26).

A declaração representa um comprometimento com a data mais próxima da faixa de projeção divulgada anteriormente, que previa atingir a meta entre 2033 e 2035.

Schaefer disse que na próxima década a marca VW reduzirá o número de modelos oferecidos para se concentrar nos principais produtos, com o objetivo de aumentar até 2025 a margem de lucro de todas as marcas de volume — Volkswagen, SEAT, Skoda e veículos comerciais – para 8%.

“Faça menos, mas melhor”, disse Schaefer, durante evento em Berlim.

Trazer veículos de marcas diferentes para uma mesma fábrica economiza custos, disse Schaefer: “Nós temos historicamente muito desperdício no sistema que podemos eliminar.”

A marca VW também mudará seu foco, que sairá de produção concentrada em um único modelo por fábrica para um “pensamento de plataforma”, disse Schaefer. Isso significa que a companhia vai usar o mesmo design básico para diferentes modelos para permitir economias de escala.

A montadora tem como alvo um veículo elétrico básico que custará 25 mil euros ou menos. Schaefer disse que melhorar e padronizar a química e o formato da bateria é chave para atingir esse objetivo, além da produção em escala.

“A única empresa que pode escalar neste território no momento somos nós”, disse o executivo. “O foco é um padrão claro em todas as marcas e produção em escala.”

Fonte: CNN Brasil

A BICICLETA TORNA AS CIDADES MAIS HUMANAS

0
bicicleta
Crédito: Canvas.com

Imagina tirar férias todos os finais de semana, sem gastar muito, conhecer a cidade, fazer novos amigos, praticar exercícios e não poluir o meio ambiente? Sim, isso existe em várias partes do Mundo. São os chamados “Grupos de Bike”. Em São Paulo, seu início tem registro nos anos 70.  

Um dos critérios para Cidades Inteligentes é o senso de comunidade e coesão social.

Os benefícios da bicicleta para a saúde do ciclista, já é sabido. Aumenta o fôlego, não prejudica as articulações, reduz o colesterol e controla a pressão arterial, além de ajudar a prevenir e controlar a diabetes. 

O “pedalar” aumenta o metabolismo, ou seja, a queima de gordura acelera e consequentemente, emagrece.

Mas há um outro benefício tão importante quanto, a saúde mental. Quem anda de bicicleta, diminui o nível de estresse e aumenta a sensação de bem-estar.

Em 2015, um estudo publicado pela The Lancet Psychiatry, pesquisou mais de 1 milhão de pessoas maiores de 18 anos e analisou o número de dias de saúde mental auto-relatada ruim entre indivíduos que se exercitavam e aqueles que não praticavam nenhuma atividade física.

Os que se exercitavam tiveram 43,2% menos dias de saúde mental ruim no último mês do que indivíduos que não se exercitaram.

E mais, o estudo considerou 75 tipos de exercícios diferentes. Os esportes coletivos foram os que mais trouxeram benefícios mentais e emocionais, e o “pedalar”, seja fora de casa ou usando bike indoor, ficou em segundo lugar.

Quer dizer que, exercícios coletivos, como o pedalar em grupo, tem o dobro de benefícios.

Só em São Paulo, estima-se que existam mais de 80 grupos de ciclismo nas 5 regiões da Capital. 

Essas “Comunidades” realizam passeios tanto nos dias de semana, principalmente à noite, pós trabalho e aos finais de semana, quando também, saem da Capital para conhecer cidades próximas.

Eles acolhem desde os iniciantes até os mais experientes. O ciclista chega com sua bicicleta e só isso basta. Pessoas de diferentes rendas, culturas, idades e profissões convivem em harmonia durante aquele “tempo mágico”. O que importa ali é o seu nível de evolução na bicicleta.

São ambientes amigáveis e de troca, onde todos são bem-vindos. E assim, amizades são formadas por uma paixão em comum, a bicicleta.

Uma forma saudável e sustentável de conhecer a cidade, de uma forma muito mais próxima. Visitar lugares que nem se imaginava existir ou lugares que, por receio da falta de segurança, não fazia parte do roteiro do cidadão comum, mas na segurança do grupo, passou a ser possível.

A Startup Quero Pedalar realiza estes roteiros em grupo para iniciantes, principalmente para os acima de 50 anos, e num desses passeios, ouviu um depoimento entusiasmado de Tânia, moradora da Lapa, “estou emocionada de passear de bicicleta pelo Centro de São Paulo. É muito lindo! Nunca vim para cá porque sozinha, tenho medo. Mas valeu muita a pena”.

Fica aqui o convite para “turistar” pela sua cidade de bicicleta. Encontre seu grupo ou até monte o seu, vá pedalar e conhecer a arquitetura, os diversos costumes, a gastronomia e tudo mais que ela possa oferecer. Vá aberto para novas amizades, dê bom dia ou boa noite para quem passar pelas calçadas ou estiver no carro, parado no trânsito e volte para casa, feliz e de alma lavada.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

COMPROMISSO DA AEGEA COM SUSTENTABILIDADE RENDE SELO OURO

0
Aegea
reprodução

Todos os anos, o Programa Brasileiro GHG Protocol, uma ferramenta importante para quantificar e gerenciar as emissões de gases de efeito estufa de uma empresa, analisa os inventários das organizações cadastradas que têm interesse em participar.

Em 2022, os inventários de gases da Aegea não só passaram a fazer parte da plataforma do programa como foram validados com o Selo Ouro, a mais alta categoria entre os relatórios. A validação com o selo é uma conquista de toda a Aegea, após aderir como membro do programa, em 2022.

Debate sobre a neutralidade climática

Em 17 de outubro, em evento do Programa Brasileiro GHG Protocol, foi feita a formalização e a publicação dos inventários no Registro Público de Emissões. O evento reuniu especialistas para um debate sobre os desafios rumo à neutralidade climática em 2050, transmitido pelo Youtube e links específicos.

Foram meses de trabalhos liderados pelas áreas de Engenharia e EHS com o apoio de Relações com Investidores, diretoria de Sustentabilidade e Instituto Aegea, entre outros departamentos da Aegea.

“Avaliar o andamento da companhia frente aos pilares ESG está no DNA da Aegea. O esforço dos muitos setores da companhia que se mobilizaram para elaborar o inventário resultou em um reporte transparente, completo e submetido à auditoria independente, que nos mostra caminhos para uma atuação ainda mais sustentável”, afirmou Édison Carlos, presidente do Instituto Aegea e diretor de Sustentabilidade da Aegea.

Conhecendo melhor as fontes de emissão

Segundo ele, a partir dos dados da elaboração do inventário 2021 (base 2020), se pôde conhecer melhor as fontes de emissão de gases da Aegea. Foram analisados os processos de tratamento de água e esgoto, a combustão móvel e a estacionária, emissões fugitivas, mudança de uso do solo, uso da energia elétrica, entre outros.

Os dados do inventário são ratificados pela KPMG, uma das maiores empresas do mundo em auditoria de alta qualidade. Visando a certificação, as áreas internas da Aegea construíram também os dados de 2022 (base 2021).

Dados certificados

Eles foram validados novamente pela KPMG e certificados pelo Bureau Veritas, líder internacional de certificação em normas, acreditado pelo Inmetro, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.

“Dessa forma, atendemos a todos os padrões exigidos pelo Programa Brasileiro GHG Protocol e obtivemos o Selo Ouro. Esta classificação em muito nos ajudará, especialmente nas avaliações por empresas de rating”, afirma Édison Carlos.

Mais sobre o Programa Brasileiro GHG Protocol

É uma ferramenta que reúne padrões, orientações e treinamentos que permite mensurar e gerenciar as emissões de gases de efeito estufa de uma empresa ou governos. Foi adaptada ao contexto brasileiro em 2008 pelo FGVces, o Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV.

Além de serem publicados no Registro Público de Emissões, o maior banco de dados de inventários corporativos da América Latina, os  relatórios produzidos para o programa são usados pelas empresas para dar transparência aos controles de suas emissões e apoiar os programas internos a uma melhor gestão das emissões de carbono.

Quais são os gases GHG

Os GHG são internacionalmente reconhecidos como gases de efeito estufa, regulados pelo Protocolo de Kyoto. Entre eles estão o dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hexafluoreto de enxofre (SF6) e duas famílias de gases, hidrofluorcarbono (HFC) e perfluorcarbono (PFC).

Fonte: Aegea

P3C | A educação e a comunicação no setor de infraestrutura

0

METRÔ DE SÃO PAULO AUMENTA EFICIÊNCIA DA OPERAÇÃO COM DIGITALIZAÇÃO DE PROCESSOS

0
São Paulo lança PPP de R$ 13,9 bi para transformar mobilidade urbana
Foto: Governo do Estado de São Paulo

Com a adoção de nuvem, companhia reduziu o tempo de execução de editais de quinze dias para um 

A Companhia do Metrô de São Paulo, controlada pelo Governo do Estado, adotou a nuvem para a migração de processos, tecnologias de análise de dados e machine learning como parte de sua jornada de transformação digital para aprimorar suas operações, reduzir o tempo gasto em editais, que antes eram feitos de maneira manual, além da criação de bots com e uso de tecnologias para análise do funcionamento dos trens. A escolha da nuvem é guiada pelo plano diretor de TI da companhia em que a premissa é baseada na inovação de processos críticos para a organização, que é composta por 6 linhas, administra 97,2 km de extensão e 86 estações, que recebem mais de 5 milhões de passageiros diariamente.

Uma das necessidades da companhia era gerar mais agilidade em processos internos e, com a ajuda de ferramentas de low-code da Microsoft para a criação de aplicativos, e apoio da Brasofware, a companhia conseguiu ter mais sucesso e otimizar aprovações de editais. “Como o processo de criação de edital é complexo, seis áreas eram envolvidas diretamente, o que costumava demandar muito tempo para aprovação. Com o uso de ferramentas de automação, criação de aplicativos e de compartilhamento de dados, reduzimos o tempo de resposta dos editais padrões de 15 dias para um”, diz Edson Rodrigues Bispo, chefe do departamento de Entrega de Serviços. Além disso, adoção da assinatura eletrônica também reduz o uso de papel, já que nesse formato não é necessário imprimir os documentos.

Outra frente prioritária para a empresa era a produtividade dos times e colaboradores do Metrô. Com o apoio da Brasoftware, empresa parceira da Microsoft, a companhia passou por uma transformação digital que modernizou as suas ferramentas de colaboração, padronizando-as com o uso do Sharepoint, Teams e aplicativos de comunicação em massa dando segurança para a operação, além de otimizar processos e levar a análise de dados para a nuvem com ferramentas inteligentes.

“Nossa intranet também passou a ser integrada com as ferramentas do Teams, que facilitaram, ainda mais, a comunicação entre os nossos colaboradores, de diversas áreas, incluindo os operadores de trem e da manutenção, que passaram a ter acesso às informações corporativas”, diz Bispo.

A companhia também implantou ferramentas de segurança da Microsoft para atender à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o acesso aos arquivos passou a ser centralizado em um único local e as informações sensíveis de processos e editais também ficaram mais seguras, também em conformidade com a área de Compliance da companhia.  “Além disso, a criação e a revisão de documentos passaram a ser automatizadas, já que temos mais flexibilidade e agilidade com essas ferramentas”, completa Bispo.

Em 2021, a companhia passou a levar a gestão de dados e analytics para a Nuvem, com a implementação do Azure Data Factory e o Azure SQL. Além disso, com o Power Virtual Agent, criou bots para automatização do atendimento em algumas áreas internas, como na área de recursos humanos. Com a solução foi possível integrar fluxos de trabalho com sistemas legados, e, usando essas informações, foram criadas respostas automáticas personalizadas para os colaboradores que interagem com esses sistemas, com respostas a dúvidas de na consulta de demonstrativos de pagamento, sistema de ponto, férias, entre outros.  Também é possível automatizar tarefas mais complexas como solicitação de vale transporte, benefícios, declarações entre outros serviços.

A leitura dos dados também está sendo explorada para a análise de temas críticos para a companhia, como a área de operações. Com o uso de Power BI, a leitura de diferentes bases de informações é feita automaticamente, gerando insights para todos os departamentos da empresa. “Antes, fazíamos a análises de dados em planilhas de Excel e, agora, conseguimos ter a visualização dessas informações em tempo real, o que nos permite maior eficiência e assertividade nas decisões que vamos tomar, como em identificar quais trens poderão precisar de manutenção”, explica Adilson de Oliveira, coordenador da área de dados do Metrô.

Para o futuro, o Metrô de São Paulo planeja utilizar outras soluções de tecnologia como a inteligência artificial, especialmente no segmento de Machine Learning e Deep Learning,  com soluções voltadas para a área de finanças, logística, manutenção, recursos humanos, entre outras, áreas que já estão desenvolvendo laboratórios colaborativos com a TI, a partir da tecnologia Azure Machine Learning e,  em complemento,  participando diretamente na viabilização de ambientes de Big Data com recursos como o Azure Synapse Analytics e Azure Storage Account.  Ainda no segmente de IA, a companhia já validou a implementação de recursos QnA Maker para processamento de linguagem natural (NLP) e Language Understanding (LUIS) para serviços inteligentes de reconhecimento vocal. A expectativa é ter esses recursos em operação ainda no início de 2023 e ter a percepção clara da presença da tecnologia de resultados nas áreas de negócio estratégicas da empresa.

“O Metrô de São Paulo transporta milhões de pessoas todos os dias e é responsável pela mobilidade eficiente da população em nosso estado. Para dar conta dessa responsabilidade, são necessários muitos profissionais e diversos processos que precisam ser seguidos à risca. Ver a tecnologia apoiando uma operação desse porte e tornando processos mais simples e eficientes, é fundamental para a construção de cidades mais inteligentes”, diz Alessandra Karine, vice-presidente para o Setor Público, Educação e Saúde.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE CIDADES

EM 2022, TEMBICI REGISTRA AUMENTO DE 60% NO USO DE BIKES COMPARTILHADAS EM SÃO PAULO

0
Tembici
Foto: Tembici/Divulgação

Com o uso das bicicletas compartilhadas na capital, mais de 2 mil toneladas de dióxido de carbono foram potencialmente evitadas

Nos últimos anos, a cidade de São Paulo tem sido referência para o crescimento da mobilidade sustentável, amparada pelas colaborações do poder público, da iniciativa privada e da sociedade civil, e a Tembici, líder em tecnologia para micromobilidade na América Latina, tem contribuído para que a bicicleta se torne cada vez mais protagonista para as engrenagens do transporte na capital paulista. Das pessoas que utilizam o sistema de bicicletas compartilhadas na cidade, 77% usam o sistema para deslocamentos diários e 22% para lazer.

A integração modal mostra-se característica fundamental para quem pedala no bike Sampa, isso porque todas as cinco estações que mais concentram entregas e devoluções estão bem próximas a estações de metrô ou trem – Largo da Batata, Praça do Ciclista, Shopping Center 3, CPTM Vila Olímpia e Metrô Eucaliptos.

Atualmente, o sistema possui 260 estações espalhadas pela cidade, com mais de 2.700 bicicletas entre convencionais e elétricas. Só neste ano, o bike Sampa, em parceria com o Itaú Unibanco, registrou aumento de 60% no uso das bicis laranjinhas em comparação com o último ano; 15% desse total corresponde a novos usuários do sistema.

“Estamos justificando o nosso propósito de melhorar o ir e vir das pessoas, e a sociedade civil tem sido fundamental para apresentar feedbacks que nos orientem no sentido de consolidar um serviço cada vez mais eficiente, econômico e sustentável”, afirma Gabriel Reginato, diretor de negócios da Tembici. “Essa trajetória também unificou a nossa proposta de tornar as cidades mais inteligentes, o que fez ainda mais sentido a partir dos nossos investimentos em modais ainda mais tecnológicos, como as e-bikes que chegaram em junho na cidade expandindo a possibilidade de uso diário, uma vez que facilita deslocamentos mais longos e com diferentes relevos, completa.

Além de cumprirem um importante papel na democratização de espaços nas cidades, as bicicletas também são fundamentais para o meio ambiente. Mais de 2 mil toneladas de dióxido de carbono foram potencialmente evitadas só em 2022 com a utilização das bicicletas compartilhadas da Tembici em São Paulo.

E a cidade tem sido reconhecida pelos seus avanços e fomento para uso de bicicleta, uma pesquisa da Bicycle Cities Index apontou o município como único do país (76º lugar) em um ranking de 90 países com as melhores condições de circulação para os ciclistas. Hoje a cidade de São Paulo possui 699,2 km de vias com tratamento cicloviário, segundo dados da Prefeitura.

Modal mais econômico e eficaz

Além da eficácia das bicicletas para a grande maioria dos trajetos pela cidade. Outro fator que também tem estimulado a conscientização e introdução da cultura das bicicletas é o atual cenário econômico do país, com a frequenta alta no preço dos combustíveis. O período contemplou um aumento de usuários de bicicletas compartilhadas e de viagens realizada pelo modal.

Na primeira quinzena de abril, por exemplo, o preço médio nacional do litro de gasolina chegou a R$7,49 – o maior valor já registrado nos postos pelo país. Paralelo a isso, em São Paulo as bicicletas compartilhadas passaram a fazer 72% de viagens a mais no comparativo com o mês de abril de 2021, com um aumento de 60% no número de ciclistas cadastrados na plataforma.

Esse contexto serve de estímulo para que as pessoas repensem seus hábitos de deslocamento, uma vez que em um percurso diário de 20 km, por exemplo, o custo fica próximo de R$1.300,00 no mês, quando feito de carro. No transporte público o gasto médio é de R$ 230,00, enquanto com a bike compartilhada, em São Paulo, sai por menos de R$ 40,00.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE MOBILIDADE

O CAMINHO DA INFRAESTRUTURA E ECOSSISTEMA PARA VEÍCULOS ELÉTRICOS

0
veículos elétricos
A pauta sobre veículos elétricos está cada vez mais em destaque. Foto: Pixabay.com

Qual é o caminho da infraestrutura e do ecossistema para veículos elétricos no Brasil? O Portal do Trânsito foi atrás da resposta.

No Brasil e no mundo, a pauta sobre veículos elétricos está cada vez mais em destaque. Seja em eventos de mobilidade, reuniões sobre o tema e publicações afins. No entanto, é importante compreender qual é o caminho da infraestrutura e do ecossistema para veículos aqui no país.

Neste cenário, o Portal do Trânsito ouviu com exclusividade o vice-presidente de Infraestrutura da Associação Brasileira do Veículo Elétrico – ABVE, Paulo Maisonnave, também Head da Enel X Way Brasil.

Maisonnave é mestre em administração, com foco em inovação no setor elétrico brasileiro, e engenheiro elétrico pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), com especialização em regulação e gestão de projetos elétricos pela Fundação Getúlio Vargas-RJ, IESE Business School (Espanha), SDA Bocconi (Itália) e Centro Robert Schuman de Estudos Avançados (Itália).

Boa leitura!

Portal do Trânsito – De modo geral, qual é o cenário da infraestrutura para veículos elétricos que temos no Brasil?

Paulo Maisonnave – O País tem criado sua infraestrutura de recarga com apoio do setor público e iniciativas privadas para atendimento da demanda inicial de veículos elétricos, seja nas cidades ou nas estradas.

O Brasil tem um grande potencial e uma série de vantagens para a criação de uma infraestrutura robusta e adequada à demanda de carros elétricos. Conta com uma matriz elétrica majoritariamente renovável. Além disso, um sistema de transmissão nacional interconectado por todo país e uma rede de distribuição capaz de absorver a demanda por energia para os veículos.

As grandes cidades contam com locais apropriados para estacionamentos de veículos, sejam nas residências ou em locais de interesse. Isso facilita a instalação de pontos de recarga de conveniência ou de oportunidade. Estes carregadores são mais lentos, no entanto, cumprem com a necessidade de recarga dentro das cidades em tempo e custo requerido pelos clientes.

Sendo um país continental, com extensa malha rodoviária, a instalação de pontos de recarga rápidos nas estradas se faz necessária. Até para acompanhar o crescimento de veículos elétricos que necessitam realizar viagens de longo alcance.

Portal do Trânsito –  E em se tratando de ecossistema, como estamos?

Paulo Maisonnave – O conceito de criação de ecossistema é muito importante para o consumidor, dando a ele uma experiência de qualidade de serviço em todos os momentos de sua jornada – ou seja, em casa, no trabalho ou em viagens. Para isso, as tecnologias devem convergir para um sistema comum onde equipamentos conectados e inteligentes permitam um processo fluido de prestação de serviços de recarga. Pense na evolução da tecnologia dos celulares no Brasil, que atualmente permite a conexão de todos os operadores de telefonia, de forma fácil e transparente. Este é o modelo que vislumbramos.

Portal do Trânsito – De que modo as organizações dos setores público e privado podem se articular para fomentar a infraestrutura e o ecossistema para veículos elétricos no Brasil?

Paulo Maisonnave – Os setores público e privado devem trabalhar juntos para entender a oferta e demanda de uma nova tecnologia com crescimento exponencial e uma capacidade de disrupção no setor de mobilidade. Em se tratando de algo novo, é necessária uma coordenação entre os entes, de forma constante e eficiente. O objetivo é atender a infraestrutura e demandas dos clientes, assim como adequar e adaptar temas regulatórios para facilitar o uso dos novos serviços.

Portal do Trânsito – Nesse contexto, quais estratégias podem ajudar a compreender qual deve ser a oferta dos produtos e serviços ao consumidor de veículos elétricos?

Paulo Maisonnave – Os stakeholders devem conhecer as experiências internacionais assim como adaptar à realidade local do País, considerando todos os aspectos específicos do nosso mercado.

A regulação setorial deve entender o nível de inovação do setor e propor Sandboxes para avaliação de novos produtos e serviços à população. Também, do ponto de vista regulatório, é importante regulamentar sem restringir, possibilitando que os novos entrantes tragam soluções eficientes do ponto de vista técnico-econômico.

Portal do Trânsito – Quais são os desafios para viabilizar melhorias no método de monetização e receita, tecnologias, regulação e normas para a cadeia produtiva de veículos elétricos?

Paulo Maisonnave – Com o rápido avanço das tecnologias financeiras bem como de comunicação, não há restrições técnicas para viabilizar modelos de cobrança dos pontos de recarga. Já existem vários players do setor praticando seus modelos de monetização. O mais importante, em minha opinião, é como o cliente de mobilidade elétrica percebe o valor do serviço prestado e está disposto a pagá-lo. Por isso, é importante pensar na qualidade do serviço e da criação de ecossistema durante toda sua jornada. Além disso, da criação de um processo simples e rápido de utilização dos carregadores e atender as demandas deste novo consumidor.

Portal do Trânsito – Quanto às recargas, quais são as tendências para que tenhamos uma infraestrutura de recarga inteligente, integrada e sustentável para os modais da mobilidade elétrica?

Paulo Maisonnave – O mercado irá tender à universalização dos serviços com integração de diferentes plataformas conectadas e inteligentes. Uma das soluções vistas com grande demanda, por exemplo, é a formação de hubs de recarga que receberão frotas, motoristas de aplicativo, táxis e clientes eventuais em um ambiente propício, seguro e conveniente para efetuarem seus carregamentos.

Com relação aos equipamentos, veremos o incremento da velocidade de carregamento. Além disso, aumento da autonomia dos veículos e novos pontos de recarga sendo criados por todo o País.

Portal do Trânsito – Por fim, qual é o futuro da infraestrutura e do ecossistema para veículos elétricos no Brasil?

Paulo Maisonnave – O Brasil demandará grandes investimentos em infraestrutura nos próximos anos, considerando que a frota elétrica crescerá exponencialmente em todos os setores da economia. O caminho para criação de uma infraestrutura robusta assim como conectada é o trabalho conjunto entre todos os agentes do setor. Dessa forma, evitaremos sobreposição de investimentos ou a criação de pontos que não atendam às expectativas de qualidade dos clientes.

Fonte: Portal do Trânsito e Mobilidade

EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS ASSOCIADOS NO DESENVOLVIMENTO DE CIDADES INTELIGENTES E EFICIENTES

0
Cidades Inteligentes

Tanto o poder público quanto o privado têm importância no desenvolvimento de cidades inteligentes, com foco na qualidade de vida da população

O setor da construção civil está cada vez mais envolvido com o desenvolvimento das cidades inteligentes, influenciando diretamente no dia a dia do cidadão, visto que a construção de um condomínio ou de uma estação de trem ou metrô poderá alterar a rotina das pessoas, a circulação naquele local e até mesmo poderá tornar aquela localização mais atrativa para o comércio, por exemplo, ou até mais valorizada.

Com base nessas importâncias e outras, o Connected Smart Cities 2022 apresentou o painel “Empreendimentos Imobiliários Associados no Desenvolvimento de Cidades Inteligentes e Eficientes”, dentro da agenda estratégica proposta pela Urban Systems, que contou com a participação de Roberto Gentilezza, Economista de Transportes da Addax; Cláudio Ferreira, Diretor Comercial do Metrô SP; Natalia Melo, Gerente de Novos Negócios da CPTM, e com a moderação de Thomaz AssumpçãoCEO da Urban Systems.

Imagem: Roberto Gentilezza, Cláudio Ferreira e Natália Melo no CSC 2022 – Reprodução

Dificuldades e desafios

Tanto o poder público quanto as empresas privadas enfrentam grandes desafios e dificuldades corriqueiramente, que podem ser desde o início, na concepção do projeto, quanto durante e após as execuções dos empreendimentos. Cláudio Ferreira citou, por exemplo, que o Metrô SP tem os desafios e objetivos de “cuidar das pessoas, trazer maior conforto durante as viagens e melhorar a qualidade de vida e transporte dos passageiros”. Para tornas esse objetivo realidade, ele diz que a publicidade nas estações, o desenvolvimento de áreas de varejo e desenvolvimento imobiliário associado às estações auxiliam para que os objetivos sejam alcançados, trazendo receita extra a operação.

Segundo Ferreira, a gestão atual do Metrô de SP tem depositado energias em projetos para revitalizar o entorno de algumas das estações de metrô, com o chamado “Polo Intermodal”, que busca atrair o interesse da iniciativa privada, através de concessões. Então, a ideia é de que ocorram reformas dos espaços internos e externos das estações, a fim de que o espaço possa ser usado de diversas formais, tais como: comércio, prédios corporativos, estacionamentos, shoppings, hotéis, instituições de ensino, dentre outros.

O Polo Intermodal Barra Funda, projeto para mudar o entorno da Estação Palmeiras-Barra Funda, é um dos mais ambiciosos, e hoje conta com 600 mil pessoas circulando diariamente na Estação. O projeto prevê uma arrecadação anual bruta de até 120 milhões de reais. Além disso, há exemplos atuais que já existem, que são os Shoppings no entorno ou até mesmo dentro das estações de metrô de São Paulo, como são os casos dos shoppings: Shopping Metrô Santa Cruz (mais antigo Shopping em metrô, linha 1 Azul) e os Shoppings Metrô Itaquera e Metrô Tatuapé (linha 3, vermelha).

Imagem: Site Metrô SP – Ilustração do interior do Projeto para revitalizar a estação Palmeiras-Barra Funda – Reprodução

Já Natalia Melo falou sobre os desafios de proporcionar “conforto aos passageiros, entregar o que ele necessita e atender cada vez mais pessoas”. Segundo ela, a colaboração de todos os envolvidos nos projetos é imprescindível para que os problemas sejam resolvidos.

Alguns casos importantes foram citados, como a reforma e reestruturação das estações Franco da Rocha (linha 7 Rubi, que a reforma foi concluída) e Brás (linha 12 Safira, com reforma em andamento). Segundo ela, a estação Franco da Rocha precisava de resolução de problemas (como enchentes, que podem acontecer em épocas de chuva no município) e foi totalmente modernizada. Já na estação Brás há dificuldades de melhorias, pois é uma planta grande, com circulação diária que chega a atingir 900 mil pessoas. A estação Brás está passando por melhorias no sistema de iluminação e passará ainda por trocas nos pisos de borracha por modelos de granito e terá implantações de painéis interativos.

Imagem: Nova Estação de Trem de Franco da Rocha – Reprodução

Possíveis caminhos, exemplos e tendências

Thomaz Assumpção citou a importância dos transportes e mobilidade nas cidades, e terem um planejamento integrado: “as cidades são ancoradas no transporte”, afirma Assumpção, e esse planejamento ajuda no desenvolvimento de novas centralidades, no desenvolvimento das cidades e na qualidade de vida das pessoas. A criação de uma estação de metrô, trem ou terminal (ou até algum empreendimento em geral) irá influenciar diretamente no desenvolvimento daquela cidade e na sua lógica urbana. Entretanto, os administradores públicos e o mercado imobiliário devem buscar efetuar esse desenvolvimento da melhor forma possível, visando sempre a qualidade de vida da população.

Imagem: Natália Melo e Thomaz Assumpção no CSC 2022 – Reprodução

Já Roberto Gentilezza abordou temas que trazem exemplos internacionais e que podem e já estão ajudando aqui no Brasil, como por exemplo, o conceito de LVC – Land Valued Capture (Captura do Valor da Terra, em tradução livre), que é um instrumento importante para ajudar as cidades brasileiras a gerarem receita própria e diminuírem a dependência de recursos externos, e o TOD (Transit Oriented Development) ou DOT (Desenvolvimento Orientado pelo Transporte), que é uma maneira de adensamento urbano e que melhora a qualidade de vida da população daquele local. O TOD já está, inclusive, no Plano Diretor de São Paulo (SP), Teresina (PI) e outras cidades do Brasil e América do Sul.

Dentre seus objetivos estão: deixar ambientes públicos mais integrados e atrativos à população, opções de comércio, negócios, escolas, prédios públicos, ciclovias e calçadas de fácil acesso. Gentilleza citou exemplos de sucesso do TOD em diferentes localidades do mundo, como nos Estados Unidos e França, além de São José dos Campos (SP). O Desenvolvimento Orientado pelo Transporte está no *Plano Diretor da cidade, e em determinado trecho, é possível entender sua relevância nos objetivos da cidade: “O conceito envolvido na definição dos parâmetros das operações urbanas deverá ser construído a partir dos princípios de desenvolvimento orientado pelo transporte coletivo, cujo fundamento é o desenvolvimento de áreas servidas por transporte coletivo, promovendo a mescla de atividades residenciais, empregos, comércio e serviços num entorno entre 400 e 800 metros de distância dos corredores de transporte coletivo, oferecendo a possibilidade de acesso numa distância facilmente percorrida a pé.”*

O painel em questão mostrou que realmente há a busca pelo desenvolvimento de cidades inteligentes e eficientes, sendo visadas diferentes formas para que isso seja alcançado, proporcionando um melhor aproveitamento do espaço e também com qualidade de vida e agilidade ao cidadão dentro de centros urbanos já consolidados.

Acesse aqui o relatório completo do Ranking Connected Smart Cities 2022.

Consulte também o Portal Urban Systems elaborado para o Connected Smart Cities, trazendo todos os nossos conteúdos, serviços e soluções para auxiliar no desenvolvimento de cidades mais inteligentes, clicando aqui.

Os resultados do Ranking CSC, por eixos, região, porte de cidade e por estado, podem ser consultados diretamente na plataforma online e este ano é possível comparar a evolução das cidades entre 2021 e 2022, confira aqui.

Fonte: Urban Systems