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AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL APRESENTA PROGRAMA DE TRANSFORMAÇÃO DIGITAL PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO WEB SUMMIT 2022

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ABDI

Jornada Digital auxilia a digitalização de pequenos negócios brasileiros; a apresentação será realizada no estande da Apex-Brasil

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) estará no Web Summit 2022, o maior evento de tecnologia e empreendedorismo da Europa, que acontece de 1º a 4 de novembro em Lisboa, Portugal. No dia 2/11 (quarta-feira), a Agência apresentará o programa que desenvolveu para ajudar as micro e pequenas empresas brasileiras, tradicionalmente analógicas, no processo de digitalização: o Jornada Digital.

Criado há pouco mais de um ano, o programa é totalmente gratuito e on-line. Como o próprio nome sugere, os empreendedores devem cumprir um roteiro desenhado de acordo com suas necessidades que contém algumas etapas para concretizar a transição para o universo digital e alcançar resultados positivos nos negócios. O primeiro passo é fazer o cadastro, realizar um autodiagnóstico para identificar o nível de maturidade digital da empresa e acessar o Guia de Boas Práticas Digitais. O diagnóstico é estruturado em cinco dimensões de análise: conectar e engajar clientes; estabelecer novas bases de competição; construir uma organização orientada a dados, inovar mais rápido e colaborativamente; e gerar mais valor para o cliente.

O empresário poderá construir o próprio mapa da digitalização, a partir do resultado desse levantamento de informações. Assim, inicia-se a jornada de acordo com o perfil revelado. Vídeos demonstrativos, e-books, podcasts, arquivos editáveis de plano de ação, entre outros conteúdos, são liberados para acesso à medida que o participante avança em sua jornada.

A qualquer momento o empreendedor pode refazer o autodiagnóstico e gerar um novo mapa de digitalização, selecionando outros desafios que irão disponibilizar novas práticas para serem implementadas no dia a dia do seu negócio. O Jornada Digital é dedicado a qualquer segmento econômico — comércio, serviço, indústria. O programa também pode ser útil para negócios que já estão familiarizados com o ambiente digital em algum nível e pretendem ampliar o escopo de atuação.

Contexto brasileiro

Desde 2021, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a ABDI realiza pesquisas para verificar o nível de maturidade digital das micro e pequenas empresas brasileiras, bem como identificar o grau de implementação de tecnologias digitais habilitadoras.

Recentemente divulgada, a segunda edição do Mapa da Digitalização das Micro e Pequenas Empresas Brasileiras identificou que o uso de recursos digitais cresce nos pequenos negócios do país. O acesso à banda larga saltou de 69% no ano passado para 79% em 2022. Práticas de back-up e armazenamento de dados também registraram aumento significativo. Em 2022, 55% das 1.701 empresas respondentes afirmaram ter rotinas de back-up de dados formalmente estabelecidas. Em 2021, eram apenas 38%.

“Website com funcionalidades interativas” e “Ferramentas de personalização da experiência” saltaram de 27,5% e 14,9% respectivamente em 2021 para 34,3% e 38% em 2022 como práticas “implementadas” pelas empresas.

O estudo tem uma escala de 0 (empresa totalmente analógica) a 100 pontos (empresa líder digital). Este ano, houve um discreto aumento na maturidade digital dos pequenos negócios: 41,47 pontos contra 40,77 em 2021.

A primeira rodada da pesquisa, realizada no ano passado, revelou que 66% dos micro e pequenos empresários estavam nos níveis 1 e 2 de maturidade digital, sendo 18% empresas analógicas (nível 1) e 48% emergentes (nível 2). Só 3% eram consideradas líderes digitais (nível 4), e 30% estavam na etapa intermediária (nível 3). Em 2022, a distribuição das empresas brasileiras, por categorias de maturidade digital, se manteve estável com 66% das empresas nos níveis 1 e 2 de maturidade digital, sendo 19% empresas analógicas (nível 1) e 47% emergentes (nível 2). Acesse a pesquisa Mapa da Digitalização das Micro e Pequenas Empresas Brasileiras 2022.

“A missão da ABDI é fomentar a transformação digital das empresas brasileiras, e foi nesse contexto que o Jornada Digital foi criado com foco no micro e pequeno empreendedor. O programa está funcionando no Brasil, obtendo resultados positivos e identificamos que ele pode ser aplicado em outros países. A ABDI tem interesse em estabelecer parcerias com formuladores de políticas públicas de outras nacionalidades e o Web Summit será uma excelente oportunidade para o network e intercâmbio de conhecimento”, destaca Adryelle Pedrosa, gerente da Unidade de Transformação Digital da ABDI.

A apresentação do Jornada Digital será dia 2/11, às 13h30, no estande da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que fez o convite à ABDI.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PRINCIPAL EVENTO DO SETOR DE PPPS TEM NOVA DATA

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P3C

Agendado para fevereiro, o P3C promove o encontro entre os novos gestores públicos e a iniciativa privada para o debate sobre as tendências das PPPs. 

Prazo para inscrições com condições especiais foi prorrogado

Para discutir e propor soluções com parcerias público privadas, o P3C – PPPs e Concessões de Investimentos em Infraestrutura no Brasil tem nova data e acontecerá nos dias 27 e 28 de fevereiro de 2023

A mudança aconteceu em função do calendário da Copa do Mundo, com previsão de jogo para o dia 09, e a realização de outros eventos do mesmo segmento que serão realizados na mesma semana. “Além disso, optamos pela nova data de realização para garantir que o evento ofereça interação já com os decisores das novas gestões públicas e, assim, proporcionar um intercâmbio de informações pautado na realidade de 2023”, comenta Paula Faria, CEO da Necta, organizadora do P3C com apoio da B3 e da Portugal Ribeiro Advogados.

No dia 27 acontece a abertura e a entrega do Prêmio P3C na  Sede da B3, em São Paulo e no dia 28 é realizada a conferência, no Centro de Convenções Frei Caneca, também na capital paulista. O evento terá oito palcos simultâneos, 32 painéis de discussão e a participação de mais de 200 palestrantes. A abertura e o prêmio serão no formato presencial com transmissão online e as plenárias serão realizadas no formato presencial. 

O P3C é uma plataforma multissetorial sobre infraestrutura com o propósito de tornar o ambiente de negócios mais previsível e seguro para os investidores no Brasil. O objetivo é criar uma comunidade de especialistas para gerar debate construtivo e de alto nível sobre os principais temas desse ecossistema e é destinado aos profissionais do setor, executivos de empresas privadas e estatais, investidoras ou operadoras de infraestrutura, consultores, financiadores, agentes públicos, acadêmicos, estudantes e interessados por temas que permeiam os diferentes setores de infraestrutura.

Inscrições prorrogadas

Também foi prorrogada para 02 de dezembro de 2022 a data limite para as inscrições do terceiro lote. Agora, os interessados em participar do P3C têm até o dia 02 de dezembro de 2022 para se inscreverem com 15% de desconto

Conferência e rodadas de negócios

A Conferência da segunda edição do P3C contará com a participação de especialistas nacionais e internacionais com o objetivo de gerar debate construtivo e de alto nível sobre os principais temas dos setores de infraestrutura. A intenção é tratar de problemas concretos, atuais, polêmicos e inovadores dos setores de infraestrutura.

“A programação da conferência foi desenvolvida de forma a propor discussões de alto teor técnico e que ofereçam aos participantes recortes estratégicos para a formulação de projetos na modalidade PPP e que, também, traduzam as fragilidades que devem ser atacadas para mitigar riscos”, diz Paula.

Além da conferência, o P3C promove rodadas de negócios entre a iniciativa privada e os gestores públicos para incentivar a viabilização com foco em projetos de infraestrutura

Prêmio P3C

Durante o P3C em fevereiro acontece também a entrega da segunda edição do Prêmio P3C 2023, que aponta profissionais, empresas e órgãos públicos que se destacam na atuação em infraestrutura econômica, social e ativos ambientais e contempla entidades e profissionais. Entre os premiados estarão concessionárias, poder concedente e agências reguladoras que se destacaram na estruturação ou na gestão de contratos relativos aos setores de infraestrutura econômica, social e ativos ambientais.

Serviço:

P3C 2022 – PPPs e Concessões – Investimentos em Infraestrutura no Brasil

Quando:      27 de fevereiro – Abertura e Prêmio P3C – B3, São Paulo.

                     28 de fevereiro – Conferência – Centro de Convenções Frei Caneca.

Programação: Clique aqui.

Inscrições: https://p3c.com.br/inscricoes/ 

Sobre P3C

Organizado pela Necta, organizadora do P3C com apoio da B3 e da Portugal Ribeiro Advogados, o P3C é a principal plataforma multissetorial sobre infraestrutura com o propósito de tornar o ambiente de negócios mais previsível e seguro para os investidores no Brasil. O objetivo do evento é criar uma comunidade de especialistas para gerar debate construtivo e de alto nível sobre os principais temas desse ecossistema. O evento é destinado aos profissionais do setor, executivos de empresas privadas e estatais, investidoras ou operadoras de infraestrutura, consultores, financiadores, agentes públicos, acadêmicos, estudantes e interessados por temas que permeiam os diferentes setores de infraestrutura.

Sobre a Necta

A Necta desenvolve plataformas que conectam pessoas, criando ecossistemas de negócios nos segmentos de aeroportos, aviação, PPPs, infraestrutura, cidades, mobilidade, segurança pública e inovação social. A equipe é formada por profissionais das áreas de marketing, comercial, comunicação, designer, web, mídia social, pesquisa e estratégia. A Necta cria plataformas de conteúdo para clientes e parceiros, e também desenvolve projetos próprios, como o Connected Smart Cities & Mobility; AirConnected & Connected Urban Air Mobility, PMU – Parque da Mobilidade Urbana.

UNIÃO EUROPEIA APROVA O BANIMENTO DOS CARROS A COMBUSTÃO ATÉ 2035

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carros a combustão
Fonte: Pixabay

  Proposta aprovada segue o acordado da COP26 e faz parte de medidas contra o aquecimento global

A União Europeia determinou que os automóveis movidos à combustão serão banidos do bloco até 2035. A mudança segue o que foi acordado entre nações e montadoras na COP26. A medida prevê o banimento de automóveis movidos a diesel e gasolina e pode ser uma grande oportunidade de mercado para automóveis elétricos e a biocombustíveis.

Segundo Ricardo David, sociodiretor da Elev, empresa que apresenta soluções para o setor da mobilidade elétrica, o mundo só tende a ganhar com a nova mudança. “Estamos acompanhando uma transformação no segmento da mobilidade urbana e a União Europeia está dando um grande passo no caminho para o futuro”, afirma o executivo.

Segundo as informações divulgadas pela Reuters, os países da União Europeia, o Parlamento Europeu e a Comissão Europeia acordaram que as montadoras precisam eliminar 100% das emissões de CO2 até o ano de 2035, algo que torna impossível vender novos automóveis movidos a combustíveis fósseis nos 27 países que compõe o bloco.

“O Brasil precisa observar o cenário como uma grande oportunidade já a partir do ano que vem, preparando-se para se tornar uma potência no setor, principalmente porque nosso país tem as condições de produzir as baterias para essa demanda que alcançará outro patamar em 2035”, afirma o executivo.

Ainda segundo as informações da Reuters, o novo acordo também inclui um corte de 55% de emissões de CO2 para novos automóveis vendidos em 2030, em comparação com os níveis de 2021. Algo que é muito superior ao objetivo anterior, de 37,5% de redução até o final do mesmo período.

A pressão legislativa é um dos fatores que está fazendo as montadoras buscarem alternativas, como a eletrificação total dos seus modelos. Algo visto no Brasil, recentemente, com a Caoa Cherry e que está acontecendo com empresas como a Volkswagen. A medida faz parte de um pacote de propostas sustentáveis que estão sendo apresentadas no bloco e segue proposições estabelecidas na COP26 que, no total, teve cerca de 200 países acordando na mudança de práticas em prol da sustentabilidade e contra as mudanças climáticas.

“Vamos lembrar sempre da COP26 como um passo inicial para as mudanças que nós estamos acompanhando neste momento, mas o Brasil ainda precisa se adaptar e buscar não ficar para trás nessa corrida”, declara Ricardo David.

Em setembro deste ano, o volume mensal de emplacamentos de carros híbridos e elétricos bateu mais um recorde. Segundo dados da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), tivemos um total de 6,4 mil emplacamentos no mês, o maior desde 2012. A alta foi de 50,4% em relação ao mês anterior. Nos primeiros nove meses do ano, o total de carros elétricos e híbridos emplacados no Brasil já somam 34,2 mil unidades. Porém os resultados ainda estão longe de alcançarem os países que pertencem à União Europeia.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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O DESAFIO DE UM MARCO GERAL DA MOBILIDADE ELÉTRICA NO BRASIL

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Marco Geral da Mobilidade Elétrica no Brasil
A transição para a eletromobilidde pode impulsionar novos negócios, produtos e serviços e promover a geração de empregos qualificados. Foto: Getty Images

“O Brasil corre contra o tempo: muitos países já contam com planos estruturados para estimular a mobilidade elétrica.”

Direito e tecnologia vivem um aparente descompasso: enquanto o primeiro reproduz paradigmas e estruturas já bem consolidados, a tecnologia, por ser disruptiva, é marcada pela inovação.

O desenvolvimento tecnológico, portanto, chegará na frente das regulações, o que permite um avanço capaz de romper e criar novos modelos de organização social.

Assim, o surgimento de tecnologias representa um dos maiores desafios para o direito e para os legisladores, na medida em que é necessário criar regulações aptas a lidar com as transformações vividas na atualidade.

A inovação deve ser instrumento de desenvolvimento e de melhor aproveitamento dos benefícios da tecnologia, e não barreira para a sua implementação. Ou seja, é papel do Estado criar Políticas Públicas e leis que auxiliem na obtenção dos benefícios sociais oriundos de avanços tecnológicos. É o caso da mobilidade elétrica.

Por se tratar de uma mudança estruturante, há um enorme desafio e uma valiosa oportunidade de desenvolvimento econômico nacional, cenário esse que só pode ser vislumbrado com base da criação de uma Política Pública específica para a eletromobilidade.

Nesse ponto, o Brasil corre contra o tempo: muitos países já contam com planos estruturados para estimular a mobilidade elétrica, inclusive nossos vizinhos e importantes parceiros da Colômbia e do Chile, o que permite atrair novos investimentos e criar novos empregos.

União de esforços

A elaboração de um Marco Regulatório para a Mobilidade Elétrica não é ato exclusivo do Estado ou da atividade parlamentar, mas da união de esforços e debates que envolvem a academia, a sociedade civil organizada e os setores privado e público.

É justamente a atuação dos três primeiros segmentos citados que possibilitou, até o momento, a expansão dessa área no País, que começa a apresentar números relevantes e a mostrar que a transição para a eletromobilidade pode impulsionar novos negócios, produtos e serviços, promover a geração de empregos qualificados, além de trazer benefícios à saúde pública e ao meio ambiente.

Com a atuação desses setores, o debate sobre um Marco Geral da Mobilidade Elétrica está avançando. No ambiente acadêmico, pesquisas científicas apresentam resultados, com universidades desenvolvendo produtos, propondo sugestões de políticas ou mesmo oferecendo infraestrutura para a recarga de veículos elétricos.

A sociedade civil organizada já conta com grupos especializados e dedicados, com publicações e realização de eventos que dão relevância e densidade ao debate. No setor privado, o que se percebe é o desenvolvimento de uma cadeia que agrega empresas de diversos portes, com produtos e soluções totalmente nacionais. Resta, portanto, a ação do Poder Público.

Infinitas oportunidades

Cabe ao Estado a criação de uma Política Pública integrada e com definição de regras, que gere segurança jurídica aos setores e que possa auxiliar o trabalho desses atores.

Assim, há que se definir diretrizes em alguns âmbitos estratégicos, como:

  • Investimento massivo em pesquisa
  • Garantia de segurança e qualidade dos produtos oferecidos
  • Criação de incentivos tributários ao setor, bem como incentivo ao consumo de veículos elétricos
  • Criação de alternativas para superar o desafio dos investimentos que a transição para a eletromobilidade requer, notadamente no transporte público; capacitação de mão de obra especializada
  • Fomentar a eletrificação de frotas públicas e privadas
  • Auxiliar no desenvolvimento de uma infraestrutura de recarga
  • Dirimir inseguranças jurídicas (um bom exemplo é o modelo de taxação do serviço de recarga de veículos), entre outras medidas

Em período eleitoral, é sempre recomendável lembrar que o desenvolvimento está atrelado a Políticas Públicas com planejamentos de longo prazo, fortes o suficiente para sobreviverem a mandatos, se tornando políticas de Estado.

Um Marco Geral da Mobilidade Elétrica faz parte desse contexto: a matriz energética do transporte no mundo já começou a mudar. É o momento de o Brasil assumir, de vez, essa transição, que progride aceleradamente.”

Para ler mais sobre eletromobilidade acesse o Planeta Elétrico.

Fonte: Mobilidade Estadão

GOVERNO DE SÃO PAULO DEFINE OBRAS PARA CICLOVIA DA ROTA MÁRCIA PRADO

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Mobilidade Urbana: Conheça o perfil do ciclista brasileiro
Foto: Getty Images

Projeto aprovado pela Artesp garantirá a ligação cicloviária entre São Paulo e Santos, com a criação de pistas para bikes entre os quilômetros 38 e 42 na Imigrantes

O Governo do Estado de São Paulo e a concessionária Ecovias definiram a realização das obras para a implementação de ciclovia entre os quilômetros 38 e 42, na Rodovia dos Imigrantes (SP-160), trecho que integrará a chamada Rota Cicloturística Márcia Prado.

Isso quer dizer que a ciclovia da Rota Márcia Prado vai possibilitar a ligação da capital paulista a Santos, uma demanda antiga dos ciclistas.

Dessa forma, a Ecovias será responsável por executar as melhorias do trajeto, com fiscalização da ARTESP – Agência de Transporte do Estado de São Paulo.

Em obras

O projeto tem previsão de começar neste mês de outubro e possui prazo estimado de 12 meses para sua execução.

O investimento para a ciclovia que vai integrar a Rota Márcia Prado, por conseguinte, é de R$ 17,2 milhões.

Leia também: Saiba o que as Rodovias do futuro reservam aos usuários.

Rota Márcia Prado

A Ecovias elaborou o projet da ciclovia, com aprovação da Agência Reguladora. A Rota Cicloturística Márcia Prado, oficializada pela Lei Estadual Nº 16.748, de 30 de maio de 2018, prevê a interligação dos municípios de São Paulo e Santos (SP).

De maneira que a nova ciclovia visa proporcionar a circulação de ciclistas, de forma segura, entre o planalto e o litoral.

“É um projeto muito importante porque visa a qualidade de vida dos moradores da região, por meio do ciclismo seguro”, diz João Octaviano Machado Neto, secretário de Logística e Transportes.

E continua: “Ele impulsiona o turismo ao longo do trajeto da ciclovia, com impacto positivo na geração de renda e de empregos”, afirma.

Trajeto

A Rota Cicloturística Márcia Prado ligará o Grajaú, bairro do extremo sul da capital paulista, a Santos, na Baixada Santista.

Dessa forma, ela passará, também, pelos municípios de São Bernardo do Campo e Cubatão.

O projeto inclui, todavia, a construção da ciclovia na Rodovia dos Imigrantes (SP-160) e na alça da Interligação Planalto até o acesso ao Parque da Serra do Mar.

É nesse ponto do parque que o ciclista passa a utilizar a Estrada de Manutenção da Rodovia dos Imigrantes.

Entretanto, também será construída uma passarela para fazer a transposição das pistas de interligação.

Mudança de rota

A obra não estava inicialmente prevista no contrato de concessão da concessionária, a Ecovias.

Entretanto, o Termo Aditivo Modificativo (TAM) celebrado entre o Poder Concedente e a concessionária, garantiu a execução da obra.

“Esse projeto demonstra a atenção que o Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo dá às reinvindicações dos ciclistas”, diz Milton Persoli, diretor geral da ARTESP.

E continua: “Será uma obra muito importante para garantir a segurança de todos que utilizam a Rota Márcia Prado”, afirma.

Homenagem

A ciclista Márcia Prado, morta em janeiro de 2009, após ser atropelada por um ônibus na Av. Paulista, é homenageada pela rota.

O trajeto da última viagem da ciclista inspirou seu percurso. Ela foi oficializada pela Lei Estadual 16078/2018.

Nos últimos anos, vinha ocorrendo anualmente no formato de um evento voltado ao cicloturismo, à mobilidade ativa e à proteção da vida no trânsito.

Desde 2009, a rota se tornou o maior evento de cicloturismo do país, em número de participantes.

Fonte: Mobilidade Estadão

O QUE SÃO CARROS AUTÔNOMOS?

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carros autônomos

São aqueles que oferecem funções autônomas na direção, chegando ao nível de dispensar a interferência humana para conduzir o carro.

Dependendo do nível de autonomia, os veículos são construídos sem itens como volante ou pedal, ou com uma configuração diferente, com os componentes surgindo até do teto.

Parece coisa de ficção científica e, de certa forma, é mesmo: imagine quantas coisas poderiam ser feitas se não precisássemos passar horas por dia conduzindo um veículo?

Como eles funcionam?

Segundo a Sociedade de Engenheiros Automotivos (SAE), existem seis níveis de condução autônoma:

  • Nìvel 0: o carro é totalmente manual e depende 100% de um humano para conduzí-lo;
  • Nível 1 (direção assistida): ainda é necessária a presença de um humano para supervisionar e controlar a tecnologia, mas surgem novos recursos, como assistência de centralização na pista (para manter o carro na faixa) e controle de velocidade adaptativo (que o mantém a uma distância segura do carro da frente).
  • Nível 2 (automatização parcial): ambas as tecnologias do nível 1 funcionam em conjunto, em carros dotados de sistemas avançados de assistência à direção (ADAS).
  • Nível 3 (automatização condicionada): a tecnologia assume totalmente o controle do carro, porém, se o veículo solicitar, por qualquer motivo, a necessidade de controle humano, o condutor deve estar preparado para assumí-lo.
  • Nível 4: o motorista pode relaxar — o carro deve ser capaz de se colocar em segurança caso o condutor não consiga assumir o controle em uma emergência.
  • Nível 5: no último nível, o veículo pode se dirigir sozinho, em qualquer lugar e em qualquer condição, sem ajuda humana.

Carros autônomos no Brasil?

Por aqui, veículos de nível 4 e 5 ainda devem demorar um pouco para chegar. 

Para ser aprovado, um carro autônomo precisa estar apto a circular em ambientes diversos. Ele utiliza tecnologias como sensores e radares para se orientar na pista, detectando objetos, pessoas e outros carros no caminho.

Porém, a precariedade das nossas estradas e sinalização de trânsito pode dificultar o processo de orientação da inteligência artificial.

Apesar disso, hoje já existem carro de níveis 1 e 2 circulando no país. Quem já teve a experiência de dirigir um desses afirma que eles são realmente mais seguros, estáveis e práticos, já que diminuem o nível de estresse ao evitar acidentes, engarrafamentos e demais transtornos.

Veículos independentes e a mobilidade corporativa

A startup Plus.AI anunciou o sucesso da primeira viagem comercial de um caminhão autônomo que levava uma carga de alimentos perecíveis nos Estados Unidos.

A IoT, ou Internet das Coisas, já impacta diretamente o âmbito corporativo — superando em muito as funções de auxiliar na prestação de informações à população sobre o trânsito nas diferentes localidades de uma cidade inteligente.

Assim, a tendência é que os carros autônomos se popularizem cada vez mais nas grandes cidades, a medida em que sua tecnologia for aprimorada.

A mobilidade corporativa pode ser impactada tanto pela inserção desses veículos no Uber e nas frotas de táxi, como pela decisão das empresas de estimular o uso dos carros independentes por seus colaboradores, já que eles apresentam diversas vantagens.

Quando a tecnologia dos carros autônomos estará pronta em grande escala?

A promessa de reduzir acidentes nas estradas, assim como a emissão de poluentes, faz da tecnologia autônoma algo muito desejado em grande escala, em particular nas cidades inteligentes.

Assim, para tornar os carros autônomos viáveis, os testes que estão em andamento precisam garantir a segurança urbana. Além disso, também será preciso adaptar as leis que regem o código de trânsito local.

Mas o fato é que, assim que a inteligência artificial estiver otimizada a ponto de efetivamente dispensar a necessidade de condução humana, todas as empresas que quiserem se manter na esteira do avanço tecnológico irão aderir ao uso de carros autônomos.

Ficamos na torcida para que esse momento não demore a chegar. 🚗

Fonte: Mobinews

NOVAS TECNOLOGIAS IMPULSIONAM SETOR DE ELETRIFICADOS NO BRASIL E ESPERA TORNÁ-LO MAIS ACESSÍVEL AO PÚBLICO

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Novas tecnologias
Reprodução: Banco de imagem

Levantamento realizado pela McKinsey & Company os brasileiros manifestam maior interesse por carros elétricos, micromobilidade e tecnologia em níveis superiores ao de consumidores de outros países

Nos últimos meses, pesquisas realizadas com populares no Brasil revelaram que é crescente o interesse do público em geral pelo setor de mobilidade, micromobilidade e de eletrificados. Em levantamento realizado pela McKinsey & Company os brasileiros manifestam maior interesse por carros elétricos, micromobilidade e tecnologia em níveis superiores ao de consumidores de outros países. 

Ainda, segundo a pesquisa, há um grande interesse por soluções como assinatura de veículos eletrificados e micromobilidade. 70% dos entrevistados consideram aderir a serviços de assinatura de veículos, principalmente, devido à possibilidade de explorar diferentes tipos de soluções de mobilidade (21%) e por conta de uma possível redução nos custos totais de propriedade (18%), uma vez que não seria necessário adquirir os veículos eletrificados, pagando apenas pelo seu uso.

Além disso, o setor mostra que está cada dia mais forte, no mês de setembro, por exemplo, o segmento de carros elétricos e híbridos foi o que teve o maior crescimento nas vendas no setor automotivo no mês passado, com um aumento 19,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Número como esses mostram que as empresas do setor estão no caminho certo em suas ações para atingir não só empresas, como também, o público em geral. E isso se deve graças ao trabalho de players do mercado de mobilidade que desenvolvem soluções que aproximam a população a experimentarem esses novos serviços por meio da tecnologia. 

Um exemplo disso é a digitalização da opção de test drives por via carsharing, que é uma forma de democratizar a utilização de veículos elétricos e aumentar a sua utilização para o público. Sempre existiu uma barreira de entrada na utilização de elétricos, e essa “novidade”, quando falamos de algo fora do cotidiano comum da grande maioria das pessoas, pode influenciar na procura e possibilitar que pessoas tenham uma experiência mais longa com os veículos, ou seja, quebrando a barreira de entrada do serviço.

O serviço também se mostra mais fácil para a utilização, já que exige do usuário apenas o download de um aplicativo, o preenchimento com a CNH válida e um cartão. Após isso, ele encontra a concessionária mais próxima para fazer o “test drive”, sendo todo o processo digitalizado, retirada do veículo da concessionária, abertura e fechamento de portas, e devolução em uma base. 

Esse modelo de negócio permite ao usuário utilizar o veículo durante o período de 72 horas e a cobrança via cartão de crédito, com o custo médio de  R$ 1,20 por minuto. Outra facilidade são os aplicativos que oferecem a opção de compra do veículo, com um botão no próprio app, integrado a um motor crédito, validando se o interessado tem esse crédito para realizar a compra.

Essa nova tecnologia substitui a atual e disponível no mercado, em que se fica pouco tempo com o veículo, e o processo de test drive é realizado de uma forma manual. Com a mudança do comportamento do consumidor de veículos, as montadoras estão observando com “bons olhos” encontrar novas linhas de monetização, e também trazer essa inserção de veículos elétricos no dia a dia das pessoas.

Ou seja, quando se fala em futuro e em nova mobilidade, com novas formas de se locomover pelas cidades, é crescente serviços que incentivam e aumentam a curiosidade da população com o setor de eletrificados, ainda mais quando falamos em um serviço 100% digitalizado, exigindo menos burocracia. O setor não está parado, é fato, e o mercado está se conectando, criando soluções e abrindo muitas oportunidades.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

ESG: O FUTURO DA MOBILIDADE É ELÉTRICO. E O DAS BATERIAS?

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ESG
Elétricos ganham cada vez mais espaço na indústria automotiva (Bússola/Divulgação)

Veículos 100% elétricos emitem zero carbono para a atmosfera, mas o destino das baterias de íon de lítio ainda é incerto e ameaça a sustentabilidade

Os veículos elétricos conquistaram espaço no mercado automotivo e na paisagem urbana. Basta circular por alguns minutos para encontrar algum modelo 100% elétrico ou híbrido. Mas essa indústria promissora, que somente no mês de setembro colocou no mercado 6.388 novos veículos, segundo a Anfavea, ainda tem um paradoxo importante para ser resolvido quando se fala da saúde do planeta.

Veículos totalmente elétricos são considerados como de emissão zero. Mas ainda não há destino certo para as baterias supermodernas de íon de lítio que cada um desses carros carrega no assoalho, independentemente da marca. As iniciativas para resolver o problema vão desde buscar um destino sustentável para esse item — hoje fundamental para a revolução elétrica da mobilidade — até aumentar ao máximo a vida das baterias.

“Além da importância ambiental, o uso sustentável das baterias é importante e necessário. A demanda por lítio já promete crescer quatro vezes o consumo da principal matéria-prima das baterias nos próximos anos. Por sua vez, estima-se que os carros elétricos serão responsáveis por 90% da produção mundial. Todos os dispositivos eletrônicos modernos possuem baterias de lítio, desde os bilhões de smartphones até as calculadoras de mão. Diante desse cenário, é importante potencializar ao máximo a segunda vida dessas baterias e de seus componentes”, afirma Junior Miranda, CEO da GreenV, mobilitytech que desenvolve tecnologias inteligentes em mobilidade elétrica.

Economia circular

Fora do Brasil, várias empresas têm investido no desenvolvimento de baterias mais eficientes, assim como em iniciativas da chamada economia circular, um conceito estratégico focado em redução, reutilização, recuperação e reciclagem de material e energia.

Um exemplo é a Redwood Materials, criada por ex-executivos da Tesla, da europeia Northvolt e da Li-Cycle, com sede em Toronto. A empresa trabalha na desmontagem das baterias usadas para tentar reutilizar o máximo possível das peças e transformando-as em algo novo.

Outros players também estão se preparando para dar um destino mais nobre para as baterias usadas. A OnTo Technology prevê um mercado bem aquecido a partir de 2025 e já estuda formas de produzir novos eletrodos para baterias a partir de material extraído das usadas, evitando o descarte completo.

A própria Tesla sinalizou que usará as baterias que não servem mais em seus veículos para fornecer energia a sua Gigafactory, onde produz seus modelos. A chinesa BYD pretende destinar o que for possível para suas estações de recarga estacionárias.

“Apesar de não haver, ainda, uma padronização para a reciclagem desse material, pois cada fabricante de carros ou baterias desenvolve o produto com tecnologias específicas que passam por processos químicos diferentes para obter mais rendimento das células, o futuro do mercado de reciclagem é muito promissor”, declara o CEO da GreenV.

Brasil

No Brasil, a metalúrgica Tupy e o Senai Paraná firmaram parceria com a BMW Group Brasil. O objetivo é desenvolver um processo sustentável que garanta a recuperação de compostos químicos das baterias no final da vida útil dos veículos elétricos. Com investimento de aproximadamente R$ 3,4 milhões, o projeto prevê que cada participante levará conhecimentos específicos para os estudos dentro da sua área de atuação.

Nesse caso, o propósito desse processo de reciclagem de baterias de carros elétricos é a ressíntese do material ativo do cátodo de uma bateria, com material 100% reciclado. A partir disso, serão obtidos parâmetros de eficiência de todo o processo, da pureza do material reciclado, do índice econômico e do índice ambiental.

Essa iniciativa abre um novo ciclo para o uso de minerais reciclados na fabricação de baterias novas. Consequentemente, haverá uma redução gradual na dependência de matéria-prima. Previsto para ter a duração de dois anos, a parceria já deve ter os primeiros resultados ainda neste ano.

Fonte: Exame

SIEMENS LANÇA CAMPANHA GLOBAL DE INOVAÇÃO ABERTA EM BUSCA DE UM MUNDO MAIS SUSTENTÁVEL E DE TECNOLOGIA COM PROPÓSITO

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A campanha Tech for Sustainability propõe sete desafios e prêmios vão de 5 mil euros para o primeiro lugar, 3 mil para o segundo e 2 mil para o terceiro. Foto: Divulgação Siemens

Tech for Sustainabillity (Tecnologia para a Sustentabilidade) foi lançada em Berlim e convoca inovadores em todo o mundo;

Sete desafios buscam soluções para eficiência de recursos e energia, redução de pegada ambiental e incremento em grades curriculares;

Prêmios vão de 5 mil euros para o primeiro lugar, 3 mil para o segundo e 2 mil para o terceiro, além de interação com Top Management da companhia.

Em busca de transformar a vida das pessoas no mundo inteiro reforçando seus compromissos com a sustentabilidade do planeta, a Siemens lançou a campanha Tech for Sustainability (Tecnologia para a Sustentabilidade). Dividida em sete desafios, a companhia está convocando inovadores, cientistas, pesquisadores, startupers, estudantes e tecnólogos a pensar em soluções que promovam eficiência de recursos e energia, reduzindo a pegada de carbono. As ideias devem abranger processos industriais, design de produtos e o sistema educacional, entre outros, com o objetivo de acelerar um futuro mais humano, seguro e de acordo com as transformações que ocorrem diariamente.

“Temos recursos suficientes para sustentar 8 bilhões de pessoas que habitam o planeta, mas precisamos ser inteligentes. A Siemens pode ajudar a atingir esses objetivos, estimulando a economia circular, fazendo uso correto da água e zerando emissões de carbono. Nós podemos fazer a diferença”, diz Peter Koerte, Chief Technology e Strategy Officer da Siemens, durante o evento de lançamento, em Berlim. Do design à produção, gerenciamento, manutenção e reinvenção, os sete desafios estão divididos em:

Durante a primeira fase da campanha, que se estende de 13 de outubro a 24 de novembro de 2022, os participantes podem apresentar suas ideias para os diferentes desafios da Tech for Sustainability. Para isso, é necessário se registar no Ecossistema de Inovação da Siemens aqui. Para ter explicações detalhadas sobre cada desafio, o link está aqui. Cada um deles precisa de uma solução tecnologicamente viável para implementá-la comercialmente. Depois de avaliados, os finalistas passarão por uma mentoria, para então, finalmente, realizarem seus pitches em março de 2023 com a alta liderança da Siemens e entrega dos prêmios – 5 mil euros para o primeiro lugar, 3 mil para o segundo e 2 mil para o terceiro.

Num mundo cada vez mais competitivo e que ainda enfrenta os desafios da sustentabilidade, a Siemens tem como papel viabilizar inovações tecnológicas com propósito de ajudar nossos clientes atingirem seus resultados ao mesmo tempo acelerar o desenvolvimento da sociedade, diz Luis Mosquera, Vice-presidente Jurídico, de Relações Governamentais e Sustentabilidade da Siemens, no Brasil.

Serviço

Inscrição no Ecossistema da Siemens aqui

Informações sobre a campanha Tech for Sustainability 2023 e desafios aqui

Vídeo de lançamento aqui

Cronograma

2022: 13 a 24 de novembro — envio de ideias;

2022: 25 de novembro a 19 de dezembro — discussão das ideias enviadas com experts e escolha de finalistas;

2023: 16 de janeiro a 27 de fevereiro — mentoria e preparação para hackathon;

2023: 6 a 9 de março — pitches e resultado final.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CNT DEBATE TENDÊNCIAS DO TRANSPORTE EM CURITIBA (PR)

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CNT
Reprodução site CNT

Organizado pela Fepasc, com o apoio da CNT, evento discutiu questões estratégicas para o futuro do transporte

O presidente da CNT, Vander Costa, participou, nesta quinta-feira (27), em Curitiba (PR), do evento Tendências 2023, organizado pela Fepasc (Federação das Empresas de Transporte de Passageiros dos Estados do Paraná e Santa Catarina), e que contou com o apoio da Confederação Nacional do Transporte e da Volvo.

Na ocasião, Vander Costa abordou os desafios do setor transportador no Brasil em relação à sustentabilidade, com foco na descarbonização. “Para problemas diferentes, são necessárias soluções diferentes. Achar que a eletrificação é a única solução para o transporte aéreo é um equívoco – não é nem para o rodoviário também. Talvez a combinação do elétrico com o hidrogênio pode ser uma das soluções.”

O presidente da CNT ponderou que, para reduzir as emissões de carbono, neste momento, em que o Brasil ainda não dispõe de infraestrutura para veículos elétricos, tirar de circulação todo caminhão padrão Euro 5 (norma regulamentadora criada para controlar e reduzir emissão de poluentes em veículos a diesel) “pode trazer mais benefícios do que acelerar um processo que ainda está em desenvolvimento.”

Vander Costa chamou atenção para a necessidade de o Brasil desenvolver sua matriz energética, aperfeiçoar a legislação de geração de energia e externar um maior compromisso com a agenda da sustentabilidade. Por fim, ele destacou a atuação da CNT, em 2021, para manter, em 10%, a mistura do biodiesel ao diesel.

O evento Tendências 2023 foi realizado na Associação Viking Volvo, próxima à fábrica da montadora, em Curitiba, e reuniu mais de 500 convidados.

Fonte: CNT