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OS BENEFÍCIOS DA MADEIRA PLÁSTICA PARA O MEIO AMBIENTE

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Para cada 700 kg de madeira plástica uma árvore é preservada e 180 mil sacolas plásticas são retiradas da natureza.

Por muitos e muitos anos, o tema “sustentabilidade” vem ganhando notoriedade e share de mercado em produtos e serviços, principalmente quando o assunto está relacionado a construção civil e suas vertentes. A preservação do meio ambiente é essencial para a sobrevivência da humanidade e os resíduos descartados incorretamente são o maior problema atual.

Uma solução de sucesso para o reaproveitamento de resíduos plásticos gerador em nosso país, por exemplo, está na fabricação de madeira plástica, pois além de proteger as árvores e reduzir o desmatamento, retira o plástico descartado dos aterros, onde polui o solo, impede o movimento dos lençóis freáticos e nas ruas entope bueiros e redes de esgotos.



E com base em uma vasta experiência no mercado moveleiro, os Fundadores decidiram criar a “Star Deck” – uma empresa especializada em produtos ecológicos, tendo como seu carro chefe a Madeira Plástica, WPC (Wood Polymer Composite) entre outros. “No decorrer dos 26 anos de carreira, sentimos a necessidade e a sede de atender aos mais rígidos padrões de qualidade no assunto, foram anos de experiência e testes, até encontrarmos um produto que entregasse aos clientes o mais próximo da perfeição. Foi então que conhecemos a tecnologia europeia de WPC e Madeira Plástica, produtos altamente resistentes e sustentáveis. Depois de inúmeros testes e certificações com a nova tecnologia, investimos em produção 100% nacional gerando empregos e movimentando a economia local“, explica Eduardo Aparecido, diretor executivo da marca.

Para cada 700 kg de madeira plástica uma árvore é preservada e 180 mil sacolas plásticas são retiradas da natureza. No Brasil cresce cada vez mais o uso deste material para a produção de madeira plástica, pois já é possível obter madeira a partir dos plásticos descartados em lixos e assim empresas produzem esta madeira sem precisar prejudicar o meio ambiente.

Para produzir a madeira plástica a fábrica precisa de plásticos de Alta Densidade (PAD), material encontrado em frascos e embalagens que utilizamos em nosso dia a dia.  Após este material ser triturado e transformado em grãos, o plástico já está pronto para entrar no processo produtivo das empresas fabricantes de madeiras plásticas.

Este produto possui muitas vantagens, uma das principais é a resistência e durabilidade, isso a torna mais vantajosa; ela não é permeável e por este motivo não absorve umidade como acontece com a madeira natural; ela também tem boa resistência a produtos como cloro de piscinas e a maresia de áreas litorâneas, a limpeza é simples, apenas com água e sabão. A madeira plástica possui boa resistência ao sol e frio, não tem problema de mofos e fungos, insetos (como cupins) e outros animais como roedores e aves, não solta farpas e traz uma gama de cores e acabamentos diferenciados.

A maior vantagem e mais importante da madeira plástica é a preservação ambiental, pelo fato de provir de material reciclado. Todo material que sobra quando se está construindo volta para o reprocessamento, virando novamente madeira plástica. “O mais importante é o resultado que obtemos anualmente, preservando milhares de árvores e entregando a sociedade um material de qualidade e alto padrão“, finaliza Eduardo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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EVENTO EM SÃO PAULO DISCUTE O FUTURO DAS PPPS NO PAÍS

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Investidores, poder público e iniciativa privada estarão reunidos no P3C – PPPs e Concessões – Investimentos em Infraestrutura no Brasil, em dezembro, para avaliar cenário das parcerias públicas e privadas

A segunda edição do Prêmio P3C premiará as melhores ações na gestão de contratos de concessão e PPP (parceria público/privada), considerando dois grupos de premiação: um voltado às entidades e outro aos profissionais

O Brasil foi apontado como o país com melhor ambiente para o desenvolvimento das parcerias público-privadas (PPPs) entre as economias latino-americanas. A constatação foi feita pela sétima edição do levantamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que engloba os anos de 2021 e 2022 e é realizado em parceria com o Economist Impact, o braço de análise do The Economist Group.

O relatório do BID classificou os países em cinco grandes quesitos: regulação e instituição, elaboração e sustentabilidade dos projetos, financiamento, gerenciamento de riscos e monitoramento de contratos, e avaliação de performance e impacto. Ainda segundo o levantamento, em uma escala de zero a 100, o Brasil recebeu a nota 76 e apareceu na frente de Chile (75), Uruguai (67), Colômbia (66) e Peru (63). As piores avaliações foram de Suriname (14) e Venezuela (16).

As melhores notas do Brasil foram nos quesitos elaboração e sustentabilidade dos projetos e financiamento. A pior foi em em gerenciamento de riscos e monitoramento de contratos.

É com o propósito de fomentar a discussão sobre como tornar o ambiente de negócios mais previsível e seguro para os investidores no Brasil que acontece a segunda edição do P3C. O evento é especializado no mercado de PPPs e Concessões com foco nos investimentos em infraestrutura no Brasil envolvendo empresas, entidades e governos com a missão de envolver essa cadeia para debater sobre a colaboração entre os diferentes atores, com a finalidade de encontrar alternativas para tornar o ambiente de negócios mais previsível e seguro para os investidores no país.

 O P3C é destinado aos profissionais do setor, executivos de empresas privadas e estatais, investidoras ou operadoras de infraestrutura, consultores, financiadores, agentes públicos, acadêmicos, estudantes e interessados por temas que permeiam os diferentes setores de infraestrutura. 

Dividido em dois dias, o P3C tem, no dia 8 de dezembro de 2022, programação na B3, em São Paulo, para abertura, premiação e networking. Já o dia 9 será dedicado à extensa programação de painéis e debates e será realizado no Centro de Convenções Frei Caneca, na capital paulista.

Prêmio P3C

Do evento consta também a segunda edição do Prêmio P3C 2022, que está com inscrições abertas. A iniciativa apontará profissionais, empresas e órgãos públicos que se destacam na atuação em infraestrutura econômica, social e ativos ambientais. O formulário online já está disponível no portal da organização e pode ser preenchido até às 18 horas de 31 de agosto. Inscreva sua iniciativa no link.

 A inscrição para o prêmio é aberta a todos os projetos de desestatização, privatizações, concessões comuns, PPPs, concessões de uso, arrendamentos, permissões e autorizações. Os projetos precisam ter como objetivo o investimento e a operação pela iniciativa privada em infraestrutura. Os vencedores serão premiados na abertura da Conferência P3C, que ocorre em 8 de dezembro, na B3, em São Paulo (SP). O P3C reunirá grandes nomes do setor de infraestrutura para tratar dos temas mais relevantes do setor.

 Segunda edição

Esta será a segunda edição do Prêmio P3C. Em 2021, o objetivo foi celebrar as melhores ações na gestão de contratos de concessão e PPP (parceria público/privada) em meio à crise causada pela pandemia de Covid-19. Neste ano, de acordo com o regulamento, serão dois grupos de premiação: um voltado às entidades e outro aos profissionais.

 Os prêmios de entidades contemplam concessionárias, poder concedente e agências reguladoras que se destacaram na estruturação ou na gestão de contratos relativos aos setores de infraestrutura econômica, social e ativos ambientais.

 A premiação das entidades tem três modalidades: 1) melhor estruturação de projetos; 2) melhor gestão pública de projetos implementados; 3) melhor gestão privada de projetos implementados. Podem ser inscritos projetos em estruturação ou operação que tenham sido iniciados nos últimos 10 anos.

 Os prêmios para profissionais têm por objetivo reconhecer aqueles cuja atuação contribuiu significativamente para o desenvolvimento dos setores da infraestrutura econômica, social e ativos ambientais brasileiros. Serão três categorias: 1) reconhecimento in memoriam; 2)

carreiras de impacto; 3) mulheres na infraestrutura. Nessas, contudo, não haverá inscrição — o comitê organizador escolherá internamente os nomes agraciados pelo prêmio 1. Os prêmios 2 e 3 serão eleitos pelo corpo plenário do Prêmio P3C a partir de lista elaborada pelo comitê.

Conferência

A Conferência contará com a participação de especialistas nacionais e internacionais com o objetivo de gerar debate construtivo e de alto nível sobre os principais temas dos setores de infraestrutura com a intenção de tratar de problemas concretos, atuais, polêmicos e inovadores dos setores de infraestrutura.

“A programação da conferência foi desenvolvida de forma a propor discussões de alto teor técnico e que ofereçam aos participantes recortes estratégicos para a formulação de projetos na modalidade PPP e que, também, traduzam as fragilidades que devem ser atacadas para mitigar riscos”, avalia Paula Faria, CEO da Necta, organizadora do P3C com apoio da B3 e da Portugal Ribeiro Advogados. Veja a programação completa aqui.

Serviço:

P3C 2022 – PPPs e Concessões – Investimentos em Infraestrutura no Brasil

Quando:      8 de Dezembro – Abertura e Prêmio P3C – B3, São Paulo.

                    9 de Dezembro – Conferência – Centro de Convenções Frei Caneca.

Programação: Clique aqui.

Inscrições: Clique aqui 

 Sobre P3C

O P3C é especializado no mercado de PPPs e Concessões com foco nos investimentos em infraestrutura no Brasil envolvendo empresas, entidades e governos com a missão de envolver essa cadeia para debater sobre a colaboração entre os diferentes atores, com a finalidade de encontrar alternativas para tornar o ambiente de negócios mais previsível e seguro para os investidores no Brasil. O evento é destinado aos profissionais do setor, executivos de empresas privadas e estatais, investidoras ou operadoras de infraestrutura, consultores, financiadores, agentes públicos, acadêmicos, estudantes e interessados por temas que permeiam os diferentes setores de infraestrutura.

Sobre a Necta

A Necta desenvolve plataformas que conectam pessoas, criando ecossistemas de negócios nos segmentos de aeroportos, aviação, PPPs, infraestrutura, cidades, mobilidade, segurança pública e inovação social. A equipe é formada por profissionais das áreas de marketing, comercial, comunicação, designer, web, mídia social, pesquisa e estratégia. A Necta cria plataformas de conteúdo para clientes e parceiros, e também desenvolve projetos próprios, como o Connected Smart Cities & Mobility; Anuário Brasileiro da Mobilidade Elétrica, Air Conected, Feira Virtual de Construção Sustentável, PMU – Parque da Mobilidade Urbana.

Assessoria de Imprensa: 

Valeria Bursztein – Coletivo da Comunicação

valeria@coletivodacomunicacao.com.br

+55 11 99104-2031

 

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PODE OTIMIZAR OPERAÇÕES NA MEDICINA DIAGNÓSTICA

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Inteligência artificial não somente agiliza o processo, mas reduz erros e prioriza os exames de maior urgência

Com a evolução da Tecnologia da Informação (TI) principalmente na última década, a Inteligência Artificial (IA) vem se tornando uma verdadeira aliada da medicina. Seja utilizada em pesquisas acadêmicas ou em atividades práticas, a IA aplicada à saúde representa avanços científicos de extrema relevância para a comunidade médica. No setor da radiologia, não é diferente: embora existam receios por parte dos médicos radiologistas, é importante reforçar que o objetivo de seu uso não é, de forma alguma, a substituição da atividade humana.

A pesquisa acerca do uso de Inteligência Artificial como suporte da atividade médica, entretanto, não é recente. Em 1959, Robert Ledley e Lee Lusted já sugeriam que o desenvolvimento da tecnologia tivesse o poder de auxiliar os médicos em decisões. A partir deste momento, a computação passou a ser de fato utilizada na área médica. Contudo, foi em 1968 que teve início o armazenamento de dados, com o registro de pacientes inscritos em programas de Saúde Ocupacional. No Brasil, a partir do início da década de 1970, segundo pesquisa do Dr. Renato Sabbatini (1998), a informática aplicada à medicina teve sua introdução. O prontuário eletrônico, por sua vez, foi adotado somente em 1990.



Após o advento do microcomputador, que teve papel fundamental no processo de popularização da informática aplicada à medicina, o aprimoramento tecnológico permitiu que, ao longo das décadas, a construção de softwares e hardwares específicos pudessem não só auxiliar na otimização do trabalho médico, mas também na estruturação da própria inteligência do percurso. Desta forma, a otimização dos processos ocorre agilidade e excelência. Essa evolução se deu principalmente no campo da medicina diagnóstica.

Desta forma, com o passar dos anos, é mais do que esperado na área da saúde que a medicina acompanhe a modernização tecnológica. De acordo com um levantamento da Tractica divulgado pelo portal Business Wire, o mercado relacionado à IA no setor da saúde deve movimentar cerca de 34 bilhões de dólares até 2025, demonstrando o impacto não somente na tecnologia, mas também na economia mundial.

“Atualmente, uma série de ferramentas também é capaz de otimizar a gestão de dados, analisando desde o percurso do paciente em um hospital, o momento de sua entrada, até o acesso ao diagnóstico e à prescrição da medicação adequada. Essa evolução é gradativa e usa cada vez mais a IA ao longo do percurso, auxiliando resolução dos possíveis gargalos na cadeia, otimizando custo e retorno das operações, além de facilitar a trajetória do paciente”, afirma o Dr. Augusto Romão, CEO da One Laudos. “A Inteligência Artificial, portanto, tem se tornado cada vez mais importante para a medicina. Observamos sua atuação em diversos pontos da cadeia, seja no atendimento ao paciente dentro de um hospital, na realização de exames e em probabilidades diagnósticas”, complementa o médico radiologista e CEO.

A radiologia, como a área mais avançadas da medicina em relação à tecnologia, tem passado por inovações e mudanças de extrema importância nos últimos anos em relação à inteligência artificial. Sua utilização já é frequente, desde a realização do exame. “No caso das ressonâncias magnéticas, por exemplo, a IA é capaz de otimizar em até 40% o tempo de realização do exame, mantendo a qualidade. Quando se fala sobre diagnóstico, observa-se também um uso avançado no que diz respeito às mamografias, ressonâncias e tomografias para detecções precoces de lesões e sangramentos, respectivamente”, explica o Dr. Augusto Romão.

Em relação à telerradiologia, que consiste na produção de laudos à distância, a inteligência artificial não somente agiliza o processo, mas reduz erros e prioriza os exames de maior urgência. “Ela, portanto, é uma excelente aliada do médico radiologista não somente no que diz respeito à velocidade, mas também em relação à qualidade”, ressalta o CEO da One Laudos.

“Embora os últimos anos tenham sido difíceis para a humanidade, a pandemia da covid-19 trouxe uma série de inovações e benefícios para a área da medicina, na qual a distância se faz presente no cotidiano. São mudanças de extrema importância e que vieram para ficar, como a telemedicina e a telerradiologia. A inteligência artificial na saúde é, agora, uma pauta recorrente por sua importância”, finaliza o médico.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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SHELL FORMALIZA PARCERIA COM INPA E KRILLTECH PARA DESENVOLVER SOLUÇÕES DE RECUPERAÇÃO EM ÁREAS DEGRADADAS NA AMAZÔNIA

Todos os nove estados da Amazônia Legal Brasileira receberão experimentos, em uma rede de parceria para estimular pesquisa, ensino e extensão

A Shell Brasil formalizou nesta terça-feira, dia 02 de agosto, uma parceria com o Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA) e Krilltech – startup oriunda da Embrapa e UnB – com o objetivo de desenvolver soluções para recuperação de áreas degradadas em nove estados da Floresta Amazônica. O projeto, intitulado de “Aplicações da nanobiotecnologia para recuperar áreas degradadas na Amazônia: Uma experiência florestal de pesquisa, ensino e extensão”, foi lançado durante uma cerimônia em Manaus.

O evento contou com a participação dos desenvolvedores do projeto e com toda a rede de instituições da Amazônia Legal Brasileira que receberão os experimentos. O principal objetivo da iniciativa é compreender os impactos da Arbolina (nanomolécula desenvolvida pela Krilltech) na aceleração do crescimento de espécies nativas do bioma Amazônico, com potencial impacto nos custos dos projetos de reflorestamento.



Os efeitos da produtividade, assim como as características ecofisiológicas, acúmulo de carbono, e até mesmo a viabilidade econômica de diferentes sistemas de plantio sobre áreas degradadas, serão foco da pesquisa. Uma ferramenta de MRV (Measurement, Reporting and Verification), desenvolvida por outra startup brasileira, a TREEVIA, será aplicada para medir em tempo real a circunferência das árvores e, através de equações, informará os estoques de carbono acima do solo em tempo real.

“A Shell tem como objetivo chegar a 2050 com emissão líquida zero de carbono, com base na estratégia global ‘Impulsionando o Progresso’, que considera como seus pilares, além da redução de emissões absolutas e transição energética, o respeito à natureza, o impulsionamento de vidas e geração de valor. Nesse contexto, e considerando que a Amazônia é a região que abriga a maior parte da floresta tropical remanescente do mundo, com um quarto da biodiversidade terrestre e mais espécies de peixes do que qualquer outro sistema fluvial do planeta, preservar e contribuir para a recuperação desse bioma é de fundamental importância para o Brasil e para o planeta”, ressalta Carolina Rio, coordenadora de projetos de pesquisa e desenvolvimento da Shell Brasil.

“Esse projeto, em parceria com INPA e Krilltech, tem como objetivo a criação de soluções e tecnologias para recuperação de áreas degradadas, contribuindo para assimilação de carbono, recuperação de processos ecológicos e até produtivos, atendendo aos pilares estratégicos, com impacto tecnológico social e econômico”, afirma.

O projeto é financiado pela Shell, utilizando os recursos oriundos da cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A duração prevista da iniciativa é de 3 anos. Ela faz parte da carteira de Pesquisa e Desenvolvimento em Soluções Baseadas na Natureza da Shell, sob gerência de Alexandre Breda, e que tem Carolina Rio na coordenação das atividades. O Professor Dr. José Francisco de Carvalho Gonçalves, do INPA, é o coordenador técnico, e conta com Adamir da Rocha Nina Junior (IFAM), Josiane Celerino de Carvalho (INPA) e Karen Cristina Pires da Costa (UNIFESSPA) no comitê científico.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ECOLOGIA COMO GUIA PARA O DESENVOLVIMENTO URBANO

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Precisamos reconhecer o lugar das cidades no ecossistema planetário

Recentemente, o projeto que o Sidewalk Labs (da Alphabet, a empresa “mãe” do Google) estava desenvolvendo para a cidade de Toronto foi recusado pela municipalidade. Um novo projeto foi desenvolvido por um time local de arquitetos e urbanistas, com colaboração do público.

Este é mais um exemplo de como a sociedade global gradualmente acorda para o fato de que “respostas simples” e centradas apenas na tecnologia provavelmente não vão atender às complexas demandas de um ambiente urbano em crise.



Economia, Ecologia e Ecossistemas.

Em outro artigo, mencionei a necessidade de atualizar-se a noção de “Oikos” para o mundo digital. Lembrando, o “Oikos” é a origem das palavras economia e ecologia. Em um sentido amplo quer dizer “casa”: a nossa casa de tijolos, e também a “casa urbana” em que compramos e vendemos produtos e serviços, assim como a casa planetária em que se trocamos matéria e energia, imersos na “teia da vida”. Mas, é importante notar as diferenças entre a economia e a ecologia: a primeira é a regulação dessa casa, o controle administrativo das relações de troca monetária e financeira; a segunda é o estudo das múltiplas relações de troca de energia e matéria que acontecem nessa casa, além das finanças, para compreendermos melhor nosso lugar no ecossistema.

A maior parte dos empreendedores dedica muita atenção à economia, produzindo modelos de negócio, sustentação financeira, rentabilidade e retorno ao investimento. Mas esquecem que a economia acontece “dentro” da ecologia, e que as relações ecológicas não só podem ser quantificadas, como se referem a condicionantes mais profundos dos quais não podemos escapar: esquecemos que a ecologia é o limite da economia.

É a mentalidade centrada na economia que cria os desastres ecológicos que vemos afundar o planeta em uma crise sócio-ambiental sem precedentes. Um bom exemplo foram os industriais do século XIX e XX que não sabiam, ou não queriam saber, que suas ações causariam uma crise climática que hoje ameaça nossa própria existência. Ponderamos cuidadosamente os custos financeiros de nossas ações, mas raramente ponderamos seus custos sócio-ambientais.

Vemos o surgimento de tendências que poderiam reverter esse movimento, como os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, assim como o princípio ASG que exige das empresas um encaminhamento competente e consequente para as questões ambientais, sociais e de governança.

No entanto, é muito difícil compreender as relações ecológicas nas quais estamos imersos. Ao fugir dessa complexidade, é comum achar-se refúgio na modelagem financeira e nas “boas práticas” administrativas. Isso não é o suficiente.

Ecologia, conhecimento, reducionismo e complexidade.

No último século, vimos a emergência de um movimento ecológico global, cuja parte mais importante foi a construção de novas abordagens e métodos para compreender a própria ecologia.

O antropólogo Gregory Bateson afirma que não só a sociedade, como também nossa mente, funciona como uma ecologia: suas partes integradas compõem um todo que é maior do que a soma das partes. O filósofo e antropólogo Bruno Latour nos diz que a ciência, os governos, as cidades, e as redes econômicas funcionam como ecologias: não é possível compreendê-las sem entender sua complexidade, a mesma que vemos na cultura. O psicólogo e filósofo Félix Guattari afirma que vivemos em uma ecologia em três níveis: as coisas e trocas materiais, a percepção e a cultura, e as práticas cotidianas e a tecnologia.

A palavra-chave para compreender a ecologia é “complexidade”: não podemos “desmontar” o mundo em pedaços sem cairmos em simplificações mentirosas e, por isso, perigosas. Criamos ciladas para nós mesmos todas as vezes que inventamos um modelo de entendimento e o usamos para fazer tudo, focados apenas em resultados que esse mesmo modelo pode medir. Não importa quão avançado é o modelo, ele tem falhas e “buracos” e criará problemas resultantes de seu uso insistente.

Metadesign e o Mapa de Ecossistema.

Precisamos aprender a criar modelos, usá-los e abandoná-los com mais velocidade e simplicidade: mudar de ponto de vista com mais facilidade.

Para isso, proponho que, além da planilha de cálculo financeiro, do cronograma e do modelo de receita, os empreendedores urbanos usem “Mapas de Ecossistema”: representações sofisticadas e complexas do ambiente em que estão suas intervenções.

Uma das ferramentas fundamentais do Metadesign, o Mapa de Ecossistema serve para visualizar as relações entre os atores sociais e seres vivos, e nosso lugar em meio a elas. Sem ele, somos reféns do pensamento único dos modelos financeiros, que respondem apenas a um pequeno conjunto de problemas, e nos induzem a repetir os mesmos erros do passado.

Desde o fim do século XIX, os ecólogos e biólogos usam Mapas de Ecossistema para compreender as complexas relações entre os seres vivos que compõem um bioma: diagramas que evidenciam os atores (seres vivos) que vivem nesse ecossistema, e o conjunto quantificado das relações de troca. Ao aplicá-lo ao ecossistema humano, podemos incluir novos elementos: as trocas financeiras, o fluxo de informação e comunicação social, dentre outros. Ao desenvolver um empreendimento urbano ou imobiliário, podemos usar o Mapa de Ecossistema para evidenciar as relações entre os atores sociais e econômicos, e suas relações com o meio ambiente não humano, demonstrando seu impacto sobre a sociedade e o planeta.

O Mapa de Ecossistema pode ser usado para o planejamento estratégico, modelando relações comerciais, financeiras e administrativas. Mas vai além, representando as relações energéticas e materiais, demonstrando as relações de abundância e escassez. Por isso, serve para modelar o impacto ecológico de um empreendimento, tanto sobre o meio ambiente, como sobre os modos de vida urbana e o bem-estar social.

Não há um método único para fazer-se um Mapa de Ecossistema, e qualquer esforço em realizá-lo, por menor que seja, já resulta no incremento da percepção do impacto ecológico de um empreendimento.

Ecossistemas e a Cultura Regenerativa

Acredito que o Mapa de Ecossistema é uma ferramenta fundamental para superarmos a crise ecológica. As cidades são as grandes máquinas que a humanidade criou, e podem ser parceiras ou inimigas da natureza. Para seguir o caminho da parceria, precisamos aprender a dialogar com a complexidade da natureza, e a planilha de cálculo financeiro não dá conta disso. Devemos fazer o cálculo financeiro servir ao bem-estar da sociedade e da natureza, e não o contrário.

Compreender nossa relação com o ecossistema é fundamental para construir cidades que sejam parceiras do meio ambiente, não apenas reduzindo seu impacto, como criando relações “regenerativas”: reverter a destruição que causamos ao meio ambiente.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

MEIO AMBIENTE: GRUPO ZEPPONE TEM 96% DOS RESÍDUOS RECICLADOS OU REUTILIZADOS

Resíduos da produção de polpas de frutas são transformados em ração animal, óleo vegetal e adubo; empresa busca resíduo zero com reaproveitamento de papelão para produção de chapatex

O Grupo Zeppone, nova marca da tradicional indústria alimentícia paranaense Polpanorte, tem ampliado sua preocupação com o meio ambiente. Com uma produção média de mais de meia tonelada de polpas de frutas por mês, a empresa trata 96% de seus resíduos, com foco no reaproveitamento. Na indústria, nada se perde, tudo se transforma. As cascas de frutas e coroas de abacaxi viram ração animal. As sementes de maracujá são destinadas para extração de óleo e as demais sementes de frutas, como acerola, graviola, goiaba e morango, viram adubo para atividades rurais.

Durante os processos eficientes de produção no Grupo Zeppone, cerca de 80% da matéria-prima, que é a fruta in natura, é transformada em polpa. Os 20% já possuem destino certo. O que não pode ser transformado, é encaminhado às empresas licenciadas para o tratamento destes resíduos. “Este trabalho está alinhado à nossa política ambiental de promover o desempenho sustentável do negócio, respeitando a comunidade local e o ambiente onde estamos inseridos”, explica o gerente Industrial Corporativo, Rogério Bessa.



Além da responsabilidade social, a prática gera economia à empresa. “Mesmo considerando que ainda encaminhamos 4% para aterro, nossa economia chega a cerca de R$ 320 mil com o reaproveitamento desses materiais. Se todo nosso material orgânico fosse destinado para aterros industriais, por exemplo, teríamos um custo anual de R$ 330 mil”, destacou Bessa.

O executivo adiantou que a empresa está perseguindo a meta de resíduo zero e irá iniciar um trabalho também com materiais recicláveis, como o papelão, que será reaproveitado para a produção de chapatex, uma espécie de chapa de madeira, que funciona como um pallet, para o empilhamento de cargas na indústria. “Esse será o primeiro projeto nesta área, pois já estamos prevendo outras iniciativas. Além de contribuir com o meio ambiente, esta iniciativa já nos renderá uma economia de R$120 mil ao ano”, finalizou.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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INDORAMA VENTURES E CAPCHEM FIRMAM PARCERIA PARA CONSTRUÇÃO DE PLANTA DE SOLVENTES CARBONATADOS QUE ABASTECERÁ O MERCADO DE BATERIAS DE ÍONS DE LÍTIO

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A Indorama Ventures e Capchem firmaram parceria  para construir e operar uma fábrica de solventes para baterias de íon-lítio

A Indorama Ventures Public Company Limited (IVL), companhia química global sustentável, firmou um acordo não vinculativo com a Capchem Technology USA Inc. (Capchem USA) para construir e operar uma fábrica de solventes para baterias de íon-lítio em uma das instalações petroquímicas da IVL nos EUA. A instalação deve beneficiar significativamente o mercado norte-americano que, atualmente, depende de importações da Ásia em meio ao crescimento acelerado da indústria de veículos elétricos.

O segmento de Óxidos e Derivados Integrados (IOD) da IVL e a Capchem USA, subsidiária da Shenzhen Capchem, serão responsáveis por desenvolver e operar a planta que produzirá carbonato de etileno e seus derivados químicos, componentes essenciais das soluções eletrolíticas usadas em baterias de íon-lítio.



A entrada no mercado de baterias de íon de lítio como um novo player competitivo reforça a transição da IOD para produtos especializados, aumentando as oportunidades da IVL em aplicações para o mercado final. Além disso, está conectada a sua Visão 2030 de construir um modelo petroquímico global integrado por meio do investimento em negócios adjacentes que oferecem produtos de alto valor agregado (HVA) e que contribuem para um mundo mais sustentável. O dióxido de carbono sequestrado usado no processo tem um impacto positivo na sustentabilidade.

As companhias avaliam a oportunidade de construir uma planta usando a tecnologia estabelecida da Capchem para produzir soluções ultrapuras de carbonato de etileno, dimetil carbonato, etil metil carbonato, dietil carbonato e soluções eletrolíticas derivadas. Além disso, também estão estudando a opção de construir um segundo módulo para atender à crescente demanda do mercado.

“A IVL está constantemente procurando maneiras de aprimorar seus programas de sustentabilidade em direção à sua visão de criar um mundo mais sustentável. Essa parceria com a Capchem Technology não apenas nos ajuda a conseguir isso, mas também apoia a adoção da mobilidade elétrica de emissão zero. Dada nossa excelência operacional, força de trabalho altamente qualificada, infraestrutura de classe mundial e acesso a matérias-primas cativas, acreditamos que estamos bem-posicionados para implementar com sucesso a tecnologia, o que ajudará a reduzir a dependência dos fabricantes norte-americanos de veículos elétricos em importações”, afirma Alastair Port, presidente executivo de Óxidos e Derivados Integrados (IOD) na IVL.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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METAVERSO MUITO ALÉM DOS GAMES E AVATARES

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Juliana Callado Gonçales, sócia do Silveira Advogados compartilhou que metaverso está se tornando uma realidade apenas agora em razão da soma de diversos fatores

Quando a internet surgiu ninguém acreditava na grande influência que ela teria na nossa vida. Hoje é quase impossível viver sem ela. A tecnologia evolui dia a dia e cada vez mais se mostra como um ambiente interativo e imersivo.

O Metaverso é a evolução da internet e propõe uma maior união entre a realidade física e virtual, que promete trazer grandes mudanças no nosso sistema de comunicação e interação, sendo que poderá ser acessado através de dispositivos e plataformas diferentes.



As vultuosas somas de investimentos no metaverso demostram o seu potencial. O Facebook, agora denominado de Meta, a Nike, Microsoft entre outras gigantes já estão desenvolvendo uma série de produtos e serviços para ser explorado nesse espaço.

É importante esclarecer que o metaverso não é uma novidade, muito menos uma criação de Mark Zuckerberg, embora a Meta seja proprietária da plataforma Oculus, que tudo indica que será uma das principais bases desse ambiente.

O conceito de metaverso surgiu em 1992, no livro de ficção científica Snow Crash, de Neal Stephenson. Em 1995, a Active Worlds fez a primeira tentativa de criar o metaverso em 3D, um jogo interativo de convívio. Na mesma linha, em 2003 foi lançado o “second life”, ambiente virtual e tridimensional que simula a vida real e social do ser humano através da interação entre avatares.

Embora a ideia central de metaverso não seja novidade, ele está se tornando uma realidade apenas agora em razão da soma dos seguintes fatores: O desenvolvimento tecnológico da capacidade computacional e da velocidade de rede capaz de processar elevada quantidade de informação necessária para essa realidade tridimensional e a forma de consumir da geração “Z” (pessoas nascidas entre 1998/2010).

A geração Z já nasceu conectada à internet e, por isso, para eles não há uma grande diferença entre o físico e o digital, o real e o virtual. Para essa geração a experiencia é fundamental, o que exige o desenvolvimento de processos de venda muito mais imersivo para conquistá-los. Não é à toa que metodologias de customer experience tem ganho tanto espaço: os novos consumidores exigem isso. Ignorar significa perder mercado.

O metaverso vai amplificar essa experiência e os seus usuários, através das diversas interfaces que estão sendo desenvolvidas para acessá-lo. Do mesmo modo que hoje utilizamos nossos computadores, celulares, relógios para acessar a internet, em breve vamos utilizar óculos, máquinas virtualizadas ou outros tantos equipamentos que estão sendo desenvolvidos para acessar o ambiente virtual, com muito mais possibilidades de interação e com realidade aumentada.

E por falar em realidade aumentada, para compreender melhor como o metaverso vai funcionar, é muito importante diferenciar os conceitos de realidade virtual e realidade aumentada: enquanto a realidade virtual faz com que o usuário experimente um ambiente completamente diferente daquele em que está acostumado, a realidade aumentada acrescenta itens virtuais a um ambiente já existente.

Por exemplo, o aplicativo do seu banco é um ambiente de realidade virtual, pois ele substitui por completo a sua ida ao banco por oferecer um ambiente para realizar as transações bancárias. Já um exemplo de realidade aumentada é o game Pokémons Go, que permite o usuário capturar Pokémons virtuais pela cidade. A integração entre o mundo real (físico) e o mundo virtual é o principal objetivo dessa tecnologia. Os tão utilizados QR Codes são também um tipo de aplicação de realidade aumentada.

O desenvolvimento da web 3.0 está impulsionado o metaverso por ser um ambiente descentralizado com maiores possibilidades de interação de usuários. A web 3.0 não depende de sistemas operacionais complexos ou grandes discos rígidos para armazenar informações. Tudo estará virtualizado em nuvens.

É impossível negar que a nossa economia está cada vez mais digitalizada. As criptomoedas, a tecnologia blockchain permitiram o desenvolvimento de um ecossistema econômico totalmente virtual, que em nada depende dos meios convencionais físicos de negociação ou interação.

O metaverso será um ambiente no qual as pessoas vão poder conviver, trabalhar, assumir obrigações e ter direitos. É um próximo passo da interação humana, e achar que você pode ficar fora dele é o mesmo que tentar se comunicar hoje sem e-mail ou WhatsApp. Consegue imaginar? Difícil, não?

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PROJETO ‘MENTORIA JOVEM COM FUTURO’ DA ONG PAC TEM AJUDADO JOVENS DE PERIFERIA A DESENVOLVER SOFT SKILLS

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A falta de qualificação é um dos fatores que atuam contra o ingresso de jovens nas primeiras experiências de trabalho, outra questão importante é o desenvolvimento comportamental, as chamadas soft skills.

Dados da consultoria Plano CDE apontam que gestores têm enfrentado dificuldades com jovens no dia a dia de trabalho gerado pela falta dessas habilidades que o mercado procura.

Atenta a esse cenário, a ONG PAC (Projetos Amigos das Crianças) — que atua há mais de 19 anos com crianças, jovens, adultos e idosos em situação considerada de ‘extrema vulnerabilidade social’ nas regiões de Pirituba, São Domingos e Jaraguá — tem conectado executivos voluntários de empresas do setor de Tecnologia, aos jovens para ajudá-los a aprimorar essas ferramentas comportamentais, por meio da ‘Mentoria Jovem com Futuro’.



A iniciativa é parte do projeto ‘Jovem com Futuro’ – que oferece cursos de formação profissional para jovens de 15 a 24 anos da comunidade do Cantagalo, comunidade da região noroeste de São Paulo — atende 45 alunos e tem como premissa o desenvolvimento comportamental do jovem, construindo por meio de um mentor para cada aluno, desenvolvimento pessoal, profissional e geração de oportunidades.

O foco é prepará-los para ‘o mundo do trabalho’ e colocá-los como protagonistas da aprendizagem. Por isso, além de simulações de processos seletivos e desenvolvimento de soft skills, são trabalhados de forma simultânea aulas de Português, Matemática, Gestão Empresarial e Ferramentas Tecnológicas. Os mentorados recebem de seus mentores dicas, conselhos e direcionamentos de de carreira profissional que também impactam na vida pessoal desses jovens.

É o exemplo, da Barbara Borda, 18 anos, que mesmo antes de participar do projeto tinha um sonho: ser empreendedora na área de estética. Tímida e com dificuldades de interações, o projeto foi essencial para a jovem desenvolver soft skills e seguir seu sonho. “A mentoria foi fundamental, pois as orientações do meu mentor sobre como gerir um negócio, pensar nos custos, receita, previsões, estruturar uma divulgação, foram muito importantes”, comenta a estudante.

Além disso, a mentoria foi decisiva para Bárbara descobrir uma outra área de interesse: a Tecnologia. “Com a mentoria, eu pude compreender que também gostava da área da programação. Isso ficou mais evidente quando passei a trabalhar em uma empresa do setor tecnológico, a Sky.One, vaga que consegui com o apoio do projeto do PAC. Hoje, não penso em seguir a área da estética, tenho o sonho de ser programadora e quero ingressar na faculdade e cursar Análise de Desenvolvimento de Sistemas”, conta Barbara.

A mentoria acontece por vídeo, uma vez por semana durante uma hora, conciliando as agendas entre mentor e mentorado. Ao final do projeto – que dura um semestre – os jovens têm a oportunidade de apresentar um trabalho de conclusão do curso aos seus mentores, o que se torna uma vitrine para a busca de vagas no mercado de trabalho.

Assumir um papel de transformação social

Além dessa transferência de conhecimento, a mentoria também gera impacto na construção de referência positiva para jovens periféricos, fazendo com que o mentor sirva de inspiração e assuma o papel legítimo de agente de transformação social.

Esse é o caso de Roberto Ruiz Júnior, CEO da R3 Viagens e mentor no programa. O executivo vê no projeto uma oportunidade de dividir com esses jovens um pouco da sua experiencia e prepará-los para o mercado de trabalho. “Na mentoria você encontra diferentes realidades e isso também se reflete na rotina profissional. Por isso, poder trocar experiências, conduzi-los e ajudá-los a buscar os melhores caminhos é muito gratificante. Compartilho com os demais colaboradores da minha empresa o quanto esse projeto é importante porque nos torna um referencial muito positivo na vida desses jovens” relata o executivo.

Por meio do incentivo especialmente das áreas de Recursos Humanos e Sustentabilidade das empresas, os possíveis mentores são selecionados de acordo com alguns critérios. Entre esses profissionais há CEO’s, gestores e analistas que veem na mentoria uma possibilidade de gerar impacto positivo na vida de outros jovens.

“O mentor exerce papel fundamental na vida do jovem periférico, que por vezes o adota como referência profissional e pessoal. Também traz a muitos deles perspectivas de futuro que vão para além do mundo do trabalho, e impactam suas vidas pessoais e na comunidade em que vivem. Para o mentor, é uma possibilidade de se conectar com realidades diferentes e isso pode dar a ele um olhar mais humanizado e que certamente ele carregará também para o mundo corporativo”, conclui a empreendedora social e diretora do PAC, Rosane Chene.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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EMPRESA DE ENERGIA AUMENTA PRODUTIVIDADE EM 30% COM NOVAS TECNOLOGIAS

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Multiner implementou várias soluções integradas ao sistema SAP Business One

A tecnologia vem transformando os modelos de negócios. Afinal, essa é a principal estratégia na busca por resultados promissores. Não tem sido diferente com a Multiner, uma holding de capital aberto do setor de energia, que tem buscado soluções integradas ao SAP Business One, software de gestão para empresas em crescimento da multinacional alemã. O trabalho vem sendo realizado pela K33P, consultoria SAP que atua com foco na melhoria e implantação de suportes para gestão.

Após a implementação do sistema, em 2019, a companhia buscou novas soluções que se integram ao ERP, os chamados Add-Ons. Foram implementados o BankPlus e ContractPlus, da Invent, que atuam na gestão das contas a pagar e gestão de contratos, além do Triple One, do Grupo Skill, que é uma solução direcionada para área tributária e fiscal. Essas ferramentas proporcionaram um aumento de 30% em eficiência operacional, principalmente com o Add-on fiscal/contábil.



Cada solução escolhida pela empresa é integrada ao SAP Business One e se destaca por atuar com foco específico em cada área. O BankPlus oferece uma gestão financeira completa dos negócios de forma automatizada, realizando a conciliação bancária entre os meios de pagamentos, já o ContractPlus, atua com foco em gerenciar e acompanhar recebimentos vinculados aos contratos – mensurando os resultados em tempo real. Somados a esses fatores, o Triple One ajuda na consolidação de um melhor controle das informações tributárias e fiscais, através da solução em nuvem que contribui para um compliance fiscal.

Com o apoio dessas ferramentas, a Multiner, que possui uma alta expertise no setor de energia, tem melhorado cada vez mais sua gestão. A companhia utilizava um sistema de gestão que não era capaz de suportar todas as suas demandas. Diante desse fato, recorreu à uma solução capaz de dar apoio às suas operações. “A partir do momento que aderimos ao SAP Business One, percebemos diversas melhorias para a empresa como um todo”, diz Rodrigo Ortiz, coordenador de TI da Multiner.

Motivo de orgulho para a K33P. Para Bruno Igarashi, diretor de operações, o diferencial nos serviços da empresa está na expertise em implementar melhorias ao ERP. “Após estruturar os principais processos, buscamos implantar novas soluções que agreguem valor à empresa, sempre focando no SAP Business One como a fundação das informações. Para isso, é fundamental firmar parcerias e implantar soluções que complementem a ferramenta”, pontua.

Após essas implementações, a empresa vem aumentando também o seu nível de confiabilidade e segurança de dados. E, já começa a se preparar para os próximos passos. A ideia agora é avançar com uma solução de Business Inteligence. “Com a chegada dessas novas ferramentas, pudemos ver, na prática, as melhorias obtidas na gestão do negócio, sempre embasadas em dados e registros confiáveis, o que nos motiva a irmos cada vez mais longe. Estamos prontos para ir além”, finaliza o coordenador de TI.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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