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SIG E RECICLEIROS LANÇAM O PROGRAMA RECICLEIROS CIDADES EM CAMPO LARGO

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Presente em 16 cidades do país, a nova unidade terá capacidade produtiva de 277 toneladas até 2030

SIG, empresa especializada em envase e embalagens cartonadas, anuncia o lançamento do Programa Recicleiros Cidades, onde é investidora semente, agora na cidade de Campo Largo, estado do Paraná. O programa, que será lançado no próximo dia 10, chega ao município com o objetivo de integrar os processos da coleta seletiva, reciclagem e logística reserva.

Presente em 16 cidades, 10 delas já em operação e outras 4 em fase de implementação, o projeto é desenvolvido pela ONG Recicleiros desde 2018 e permite que prefeituras de todos os estados tenham a oportunidade de implementar e fortalecer a política pública de coleta seletiva em seus municípios, para que haja uma reciclagem inclusiva, de alto impacto e viável do ponto de vista econômico. O programa implanta nas cidades um novo conceito de centrais de reciclagem, através de uma cooperativa e de equipamentos modernos, assessoria técnica qualificada e gestão, onde são criadas oportunidades de trabalho, renda e qualificação profissional para pessoas em estágio de vulnerabilidade social e econômica.



Para Isabela de Marchi, Gerente de Sustentabilidade da SIG na América do Sul, a parceria com o Programa Recicleiros, está alinhada aos objetivos da estratégia global de sustentabilidade da companhia, Way Beyond Good. “Ao investirmos em um programa sério e comprometido como esse, temos a certeza de que a cadeia de resíduos está sendo respeitada, porque cumpre as determinações legais da política nacional de resíduos sólidos, oferece trabalho digno, com perspectivas para os catadores e cria um ambiente mais sustentável”.

O Programa Recicleiros Cidades tem como expectativa estar presente em 60 cidades até 2023, reciclando 10 mil toneladas por mês. Só no primeiro trimestre de 2022, foram recicladas 3,9 mil toneladas, com destaque para os seguintes materiais: vidro (25,5%), plástico (33,3%), celulósico (36,7%) e metal (4,4%). Para os municípios que estejam interessados em fazer parte do programa, o cadastro deve ser feito através do sistema da Academia Recicleiros do Gestor Público, que disponibilizará de maneira aberta e acessível a todos os interessados uma trilha de conhecimento. Ao cumprirem os requisitos, podem se credenciar a uma das vagas disponíveis, a Academia está estruturada em três módulos sequenciais, para fazer da jornada dos gestores interessados algo prático, rápido e efetivo no apoio ao desenvolvimento dos requisitos. Todo o conteúdo será disponibilizado gratuitamente para todos os municípios interessados. Até o momento, já são mais de 124 municípios inscritos no processo seletivo.

A operação em Campo Largo, cidade que também abriga a primeira planta da SIG aqui no Brasil, poderá contar com até 30 cooperados por turno, chegando a 54 quando estiver em pleno funcionamento. A capacidade produtiva da nova unidade será de 277 toneladas até 2030, atualmente, com o material que é recebido pela prefeitura, são processados até 7,5 toneladas/mês. O lançamento contará com a participação de autoridades locais, além do Presidente e Gerente Geral das Américas da SIG, Ricardo Rodriguez.

Lançamento Programa Recicleiros Cidades – Campo Largo

Data: 10/08

Horário: 09h às 11h

Local: Cooperativa de Campo Largo e Região – Rua Alice Ferreira de Lima, 135 – Águas Claras, Campo Largo – PR

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PAGAMENTOS COM QR CODE CRESCEM E CONVIVERÃO COM CARTÕES TRADICIONAIS

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 Segundo Mauro Tozzi, os códigos QR estão ajudando a democratizar ainda mais os pagamentos digitais

A tecnologia de pagamento por QR Code existe desde o início da década de 1990. No entanto, até há pouco tempo, não era muito usada no mercado brasileiro. A pandemia de COVID-19 mudou significativamente esse cenário, impulsionando a demanda por novos modelos de pagamento sem contato. De acordo com a consultoria PwC, o número de transações com meios de pagamento que não o dinheiro em espécie vai crescer 52% até 2025 na América Latina e, depois, 48% até 2030.

Por aqui, os códigos QR estão ajudando a democratizar ainda mais os pagamentos digitais, pelo fato de serem acessíveis para a grande maioria consumidores e comerciantes. Eles também possibilitam com que aqueles que possuem smartphones sem a tecnologia NFC consigam efetuar um pagamento digital e participar desse ecossistema. Ao mesmo tempo, os pagamentos com QR Code agregam interoperabilidade e redução de custos aos comerciantes, e podem ser recebidos à distância.



A “nova” tecnologia disponibiliza à indústria de pagamentos uma solução QR interoperável básica e acessível a todos os participantes do ecossistema, o que evita o surgimento de vários modelos de códigos QR que operam com base em conceitos e mecanismos de segurança próprios. Para o consumidor, a experiência de pagamento é a mesma — como uma transação de pagamento por aproximação realizada com o cartão em uma loja física — ao passo que, para o estabelecimento comercial, oferece um terminal de pagamento virtual, fácil de usar e que aproveita a infraestrutura de pagamento existente. Os bancos emissores se beneficiam, pois a solução permite a ativação de mais consumidores, melhorando o engajamento e fidelização dos clientes assim como os credenciadores, na medida que expandem a aceitação para novos segmentos antes não atendidos.

As compras por meio de dispositivos como carteiras digitais se mostram cada vez convenientes não somente para jovens consumidores, mas para os demais perfis. Em um cenário em que os clientes compram produtos a partir de qualquer dispositivo e em qualquer momento e lugar, sempre esperando com que suas experiências sejam rápidas, seguras e fáceis, a tokenização de cartões agrega um fator importante de segurança em pagamentos digitais, uma vez que substitui o número do cartão por um número alternativo, o token. Na América Latina, 9,2% das transações são rejeitadas por suspeita de fraude, mais do que o triplo da taxa nos Estados Unidos.

Os pagamentos tokenizados permitem aos usuários fazer pagamentos com cartão sem o cartão em si. Além disso, muitas pessoas não querem carregar suas carteiras ou bolsas consigo, preferindo as carteiras digitais. Essas carteiras estão nos smartphones, juntamente com todos os outros serviços essenciais que os usuários necessitam diariamente, como internet, serviços de mensagem, mapas e e-mail, entre outros.

Com novos serviços totalmente baseados em nuvem, as instituições financeiras já estão reavaliando suas soluções, uma vez que a expectativa nos próximos anos é que esse tipo de modelo impacte outros meios de pagamento tradicionais além dos próprios cartões, como boletos bancários, cheques e DOC/TED. No entanto, não acredito na disrupção dos tradicionais cartões bancários, nem do dinheiro vivo, mas sim a coexistência de diversas opções. Melhor para quem paga e quem recebe.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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DESENVOLVEDORA DE SOFTWARES ACADÊMICOS CRESCE COM A RETOMADA DA EDUCAÇÃO

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Grupo SWA, um dos cinco maiores do Brasil em sua área, amplia em 25% sua equipe, diversifica atuação com sistema de gerenciamento de processos para crédito e consolida expansão

Passada a fase mais crítica da pandemia de covid-19, entre as atividades que voltam a registrar demanda está a de educação. Os efeitos dessa retomada estão sendo percebidos por uma empresa de tecnologia desenvolvedora de softwares acadêmicos, a SWA, com sede em Medianeira, oeste do Paraná, e que atende instituições em todo o Brasil. Com o crescimento na venda de suas soluções, o grupo se prepara para ampliar em 25% sua equipe de colaboradores e diversifica seu ramo de atuação.

A SWA criou turmas de “onboarding”, isto é, qualificação de profissionais para a atuação dentro da empresa, com vistas a aumentar seus quadros. “Temos como meta fechar pelo menos em 100 colaboradores até o final de 2022”, afirma o fundador, sócio e CEO do Grupo SWA, Leandro Scalabrin. Atualmente, o Grupo SWA conta com 80 funcionários. A formação “onboarding” integra o projeto Educa.SWA, de promoção socioeducativa na região onde a empresa está instalada. “Desenvolvemos não só sistemas, mas, também, pessoas”, salienta Scalabrin.



Segundo o executivo, “após dois anos de pandemia, o setor educacional tomou fôlego” e passa por uma nova fase de crescimento. “Algumas pessoas correm para recuperar o tempo que foi perdido. Outras, estão adaptando melhor as novas metodologias tecnológicas ao seu dia a dia, conseguindo conciliar a rotina com os estudos”, avalia o CEO do Grupo SWA.

Com isso, só nos três primeiros meses deste ano, as vendas das soluções do grupo para instituições de ensino cresceram 157%, quando comparadas a igual período de 2021. Uma das mais reconhecidas soluções da SWA no mercado, o Jacad – sistema de ERP [Enterprise Resource Planning, ou “Planejamento dos Recursos da Empresa”] acadêmico –, atende mais de 500 mil alunos em todo o Brasil, “tendo uma média de 5% de crescimento por trimestre”, conforme sublinha Scalabrin.

Quando a análise do setor engloba um período para além da pandemia, os dados também mostram crescimento da demanda por soluções tecnológicas em educação. “De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)”, cita o CEO da SWA, “o número de novas inscrições em cursos de graduação em ensino a distância (EaD) aumentou 378% em dez anos”. Assim, acrescenta, “o ambiente de aprendizagem e as plataformas digitais precisam acompanhar esse crescimento”.

Mas a empresa de TI (Tecnologia da Informação) paranaense tem se destacado também pelo fornecimento de soluções em outras atividades, como o mercado financeiro. O “Neocred”, software para gerenciamento de processos, é voltado à captação de crédito comercial e rural e renovações de apólices de seguros, atendendo sobretudo cooperativas e seus cooperados – o cooperativismo é uma marca na economia do interior do Paraná. “Só no primeiro semestre de 2022, pelo Neocred temos mais de R$120 milhões em propostas aprovadas”, informa Leandro Scalabrin.

A origem do Grupo SWA remonta a 2006, como empreendimento inserido em incubadora da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no campus de Medianeira. Três anos depois, recebia da mesma UTFPR o reconhecimento de “indústria de tecnologia e inovação”. A partir de então, expansão e conquistas foram fazendo parte da trajetória da empresa.

Nesse processo, um salto decisivo se deu recentemente, quando, ano passado, a SWA adquiriu a Matheus Soluções, empresa de soluções em TI para a educação com forte atuação no segmento de escolas de idiomas. Com essa incorporação, o Grupo SWA se colocou entre os cinco maiores do Brasil em sua área de atuação.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CONFIRA AS PRINCIPAIS DISCUSSÕES QUE OCORRERAM NOS EVENTOS TEMÁTICOS | RANKING CONNECTED SMART CITIES

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Nesta última terça-feira, 02/08, a Plataforma Connected Smart Cities realizou o encerramento do evento temático do Ranking Connected Smart Cities.

As discussões sobre os eixos e os novos indicadores para o Ranking Connected Smart Cities 2022, iniciaram-se em março com encontros online’s quinzenais, os quais reuniram representantes de cidades e empresas para discutir e apresentar soluções para as cidades inteligentes.

O Connected Smart Cities foi pensado e estruturado tendo como base duas premissas: pensar de uma forma conectada, onde há conexões entre os eixos, por exemplo, como a educação impacta na economia e também a conexão entre os diversos atores que são responsáveis pelo desenvolvimento da cidade. E foi isso que trouxemos para os doze encontros que aconteceram durante o primeiro semestre do ano.



Neste último dia, contamos com a participação de Vitor Antunes, Diretor de Projetos da SPIn Soluções Públicas Inteligentes, que comentou sobre a importância de cada país desenvolver o seu próprio processo de internalização e adaptação desses indicadores. Vitor completou dizendo que eventos como esse, ajudam para que o Brasil forme sua própria visão e cada vez mais tenha a sua personalidade em cidades inteligentes.

Seguindo uma dinâmica diferente, desta vez Willian Rigon, Diretor Comercial e Marketing da Urban System e Correalizador do Connected Smart Cities, apresentou os highlights abordados durante os eixos, com destaque:

EIXO SAÚDE:

Dentre os destaques apresentados no primeiro dia de discussão, em 8 de março, o principal ponto foi sobre a mobilidade ativa, a indução por meio do planejamento urbano e como ele pode impactar na saúde da população criando condições para que as pessoas se movimentem nas cidades de forma mais ativa.

No decorrer do evento os participantes falaram também sobre a forma de mensuração da qualidade do ar, a qual temos poucos instrumentos de medição, sendo que cidades que conseguem reduzir as doenças respiratórias apresentam uma boa maneira de mensuração.

EIXO EDUCAÇÃO:

A principal abordagem deste evento temático referiu-se à defasagem de dados, o impacto da pandemia e a desigualdade no ensino como a inclusão dos alunos da periferia.

EIXO ENERGIA:

A discussão foi pautada com empresas que fornecem energia, as quais mencionaram a importância da distribuição da iluminação pública, e a dificuldade principalmente dos municípios em obter dados do setor.

EIXO EMPREENDEDORISMO:

As cidades que participaram do eixo empreendedorismo, dentre elas Curitiba, Manaus e São José dos Campos trouxeram a importância de mensurar as questões de incentivo a pesquisa e desenvolvimento e também de entender as questões das patentes e produção de conhecimento das cidades.

Os indicadores sugeridos para entender as cidades que incentivam o empreendedor referem-se àquelas que promovem leis de incentivo e inovação, conselhos de inovação, alíquotas de ISS para setor de tecnologia, processo de gestão do município e tecnologia e tempo médio de abertura de empresas.

EIXO SEGURANÇA:

Em abril foi a vez de discutir a questão da segurança nas cidades, abordando indicadores como a eficácia na proteção de dados, a cobertura das câmeras nas cidades e a redução da criminalidade.

EIXO MEIO AMBIENTE:

Um eixo que traz diversos indicadores, com destaque para infraestrutura, saneamento, coleta de esgoto, distribuição de água, áreas preservadas e áreas verdes com monitoramento e preservação.

EIXO TECNOLOIGIA E INOVAÇÃO:

Tecnologia e inovação é um eixo que tem integração setorial entre os outros eixos discutidos, a importância da tecnologia na desburocratização seja na questão de empreendedorismo e economia na abertura de empresas, mas também em toda a governança no processo de gestão do município.

EIXO GOVERNANÇA:

A governança é um recorte dos demais eixos, com destaque para os indicadores de desempenho de funcionários públicos, por exemplo. Além disso, a relevância da limpeza urbana que está atrelada a saúde e ao meio ambiente.

EIXO MOBILIDADE:

Para falar sobre mobilidade é preciso pensar no planejamento urbano, e como resolver as demandas da população de forma integrada. Por isso, discutimos indicadores importantes como a diversidade dos modais, acessibilidade e incentivo de deslocamento por veículos não motorizados.

EIXO ECONOMIA:

Um dos indicadores é a Independência do Setor público, que avalia a relação inversa da proporção de emprego no subsetor de administração pública, o qual permite identificar o dinamismo econômico. Segundo Rigon “é importante ter uma diversidade econômica e consequentemente atrair empresas e empregos”.

EIXO URBANISMO:

O eixo urbanismo tem um impacto grande nas cidades, esse é um eixo muito transversal em relação aos demais que já discutimos. Por consequência é o eixo mais difícil de encontrar formas de avaliar os indicadores.

Cabe às cidades apresentarem planos diretores com revisão constante, um planejamento urbano inteligente e participativo para atender as demandas da população.

Para finalizar, Rigon e Antunes apresentaram o formulário de Indicadores para o Ranking Connected Smart Cities 2022, o qual estão elencados indicadores ou dados que serão ou poderão ser utilizados na Edição 2022 do Ranking Connected Smart Cities e que cada prefeitura pode auxiliar na atualização da informação existente, até o dia 19 de agosto.

Todo o conteúdo do vídeo, você pode assistir, gratuitamente, no canal do Youtube do Connected Smart Cities.

 8ª edição do Evento Nacional Connected Smart Cities & Mobility

A 8ª edição do Evento Nacional Connected Smart Cities & Mobility será entre os dias 04 e 05 de outubro e no dia 6 de outubro somente digital, integrado à 3ª edição do AirConnected.

O evento é o maior do Brasil que reúne projetos e debate ideias acerca da mobilidade urbana, cidades inteligentes e todo o setor aeroespacial.

Garanta já seu ingresso para o principal evento de conexões e negócios das cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil!

POR QUE RESPEITO AO MEIO AMBIENTE ENTRA NA PAUTA DA INOVAÇÃO

De acordo com o consultor Rodrigo Miranda, da G.A.C. Brasil, depois de definidas as metas do Pacto Global 2030, empresas estão valorizando ainda mais a sigla ESG — símbolo da sustentabilidade

Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas) é uma convocação para que empresas de todo o mundo alinhem suas operações e estratégias de modo a consolidar um movimento de sustentabilidade corporativa em grande escala. A rigor, começou a ser desenhado há quase 20 anos, mas foi durante a pandemia de Covid-19 que sociedade e empresas se deram conta da importância de se estabelecer e se engajar a metas tão desafiadoras quanto necessárias.

Foram definidos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) que devem ser alcançados até 2030: erradicação da pobreza; fome zero; saúde e bem-estar; educação de qualidade; igualdade de gênero; água potável e saneamento; energia limpa e acessível; trabalho decente e crescimento econômico; indústria, inovação e infraestrutura; redução das desigualdades; cidades e comunidades sustentáveis; consumo e produção responsáveis; ação contra a mudança global do clima; vida na água; vida terrestre; paz, justiça e instituições eficazes; parceiras e meios de implementação.



Trata-se da maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo, com mais de 16.000 participantes, entre empresas e organizações de 160 países. De acordo com Rodrigo Miranda, consultor e diretor de operações da G.A.C. Brasil, a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável apresenta um histórico de oportunidades que demonstra como é fundamental que a comunidade empresarial internacional se una na busca das 17 metas, desbloqueando todo o potencial de negócios responsáveis para que futuras gerações tenham acesso a um mundo melhor.

Miranda diz que, em anos mais recentes, o termo sustentabilidade não só passou a integrar metas internas de várias empresas, como também tem definido se um investidor vai ou não vai colocar recursos financeiros em determinados projetos. Sob a sigla ESG (do inglês Environmental, Social and Governance) são defendidas melhores práticas ambientais, sociais e de governança.

“Hoje o investidor quer saber, através de demonstrativos e métricas, se as empresas em que está investindo ou que pretende investir têm bom comportamento e comprometimento com responsabilidade ambiental, se investem em inovação como forma de melhorar a experiência das pessoas, como compõem e lidam com sua força de trabalho etc.”, diz o consultor.

Investidores, cada vez mais, se preocupam em direcionar seus investimentos a companhias com práticas ESG. Estudo realizado pela americana RSM em 2021 revela um aumento considerável no número de executivos de empresas de médio porte que se dizem familiarizados com o assunto, passando de 39% no quarto trimestre de 2019 para 69% no terceiro trimestre de 2021. Para Miranda, a inovação impulsiona o progresso do ESG e permite que as organizações atinjam suas metas de forma sustentada.

À medida que as empresas encaram um cenário econômico turbulento e o planeta enfrenta uma crescente emergência climática, os modelos de negócios tradicionais focados exclusivamente no lucro dos acionistas estão sendo substituídos por negócios orientados por propósitos que assumam um conjunto mais amplo de responsabilidades. O HSBC Holdings, por exemplo, já deixou claro em documentos públicos que pode dispensar clientes corporativos que não estejam fazendo o suficiente para melhorar suas credenciais verdes e até mesmo terminar relacionamentos com clientes que não se alinhem com os objetivos do Acordo de Paris.

De acordo com o executivo da G.A.C. Brasil, sem inovação, o ESG não teria alcançado tamanha importância no domínio público e privado. “Consumidores de várias faixas etárias também revelam uma forte tendência em investir, consumir ou até mesmo trabalhar em empresas sustentáveis. Ainda que os resultados financeiros orientem a maior parte dos investimentos, todas as partes interessadas estão mais exigentes com relação ao desempenho socioambiental e de governança. Por isso é tão importante aliar ESG com inovação. É necessário investir em tecnologias ascendentes e soluções inovadoras para resolver gargalos que bloqueiam os negócios há bastante tempo. É com inovação que o crescimento estará para sempre alinhavado à sustentabilidade”.

Miranda destaca, ainda, que as empresas que têm esse entendimento, além de atuar com responsabilidade e responder às exigências dos consumidores, podem buscar recursos públicos para a realização de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I) em produtos, serviços e processos. “Atualmente, há vários incentivos, como empréstimos de agências governamentais com juros subsidiados e ainda os incentivos fiscais da Lei do Bem — criada com o objetivo de incentivar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação tecnológica no país. Neste caso, ela é aplicável a empresas de todos os tamanhos e setores de atividade, permitindo o abatimento de até 100% no Imposto de Renda dos investimentos realizados em inovação. Com a redução da carga tributária, as empresas ganham competitividade”.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COMO AS CIDADES INTELIGENTES PODEM TRANSFORMAR O TRANSPORTE PÚBLICO?

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“Na mobilidade urbana, o conceito pode auxiliar o transporte a ser mais ágil, eficiente, coletivo e sustentável”, defende especialista da Quicko

De acordo com o Relatório de Mobilidade, apresentado no Summit Mobilidade de 2022, dois em cada três brasileiros sofreram impacto relacionado à forma como se deslocam para o trabalho quando comparado com o período anterior à pandemia. Mas, não somente as conjunturas mundiais e inesperadas podem transformar o transporte público e a relação dos consumidores com as metrópoles. Conceito muito falado no setor de mobilidade urbana, as cidades inteligentes apostam em funcionalidade, agilidade e eficiência, sendo útil para as pessoas. Dessa maneira, condições inesperadas como uma pandemia impactam menos na mobilidade das ditas smart cities.

Em abril de 2022, a Quicko, app de mobilidade que fornece previsibilidade e informação para os deslocamentos urbanos, foi adquirida pelo player global MaaS Global e, seguindo a linha de atuação das companhias, outro conceito essencial às cidades inteligentes é o de mobilidade como serviço, colocando o usuário como cliente do transporte público.



“Quando falamos em cidades inteligentes, falamos necessariamente de tecnologias, de uma tecnologia funcional para as pessoas e eficiente para seus gestores. Para a mobilidade urbana, diversas soluções já disponíveis nos serviços privados, como a localização em tempo real dos veículos e já deveriam ser implementadas nos serviços públicos e disponibilizadas para toda a população. As tecnologias vêm como uma ferramenta para impulsionar essa eficiência e qualificar a experiência das pessoas nos serviços de transporte público”, pontua Luísa Peixoto, especialista em mobilidade urbana e Gerente de Políticas Públicas da Quicko. E, além disso, para uma cidade inteligente e eficiente, é preciso que os modais, ou seja, diferentes formas de deslocamento, estejam integrados: que bicicletários e pontos de ônibus estejam próximos de estações de metrô, e a forma mais rápida e eficiente de criar essa integração é através da integração tecnológica de pagamentos e informação.

Combinar maneiras de se deslocar é uma estratégia para otimizar a infraestrutura das cidades e promover confiabilidade nos diferentes modais aumentando a agilidade do deslocamento e a conveniência no deslocamento. A possibilidade de integração aumenta o acesso das pessoas à infraestrutura de transporte e dá ao usuário o poder de escolha.

Além disso, um sistema multimodal que funciona de modo complementar torna ainda mais eficiente o uso do espaço urbano e das infraestruturas de transporte, sendo mais sustentável. O transporte público funciona como articulador do território enquanto, os outros diversos serviços atuam de forma complementar.

Ainda sobre agilidade, um passo essencial para adquiri-la é a utilização de tecnologia para o fornecimento de informações em tempo real. Os aplicativos de mobilidade urbana, como o da Quicko, reúnem, em uma plataforma, informações e alertas em tempo real sobre a situação do transporte público, como reportes de problemas como greve, mudanças de linha ou horários, alagamentos, linhas com lentidão, entre outras.

Dentro do tema de informações em tempo real, é essencial que o poder público esteja atento às oportunidades de parceria com o setor privado. Assim, estes podem atuar em conjunto para compartilhar inteligência de dados, informações em tempo real e análise de comportamento dos usuários. “Isso permite que tanto os modais de transporte que estão sob cuidado público quanto os privados operem de forma integrada e complementar e não concorrencial, aumentando assim, as oportunidades de deslocamento para os clientes”, finaliza a especialista.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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KORNERZ DESENVOLVE PLATAFORMA TECNOLÓGICA PARA CONECTAR PESSOAS AO REDOR DO MUNDO

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O novo aplicativo é estruturado para oferecer uma melhor experiência ao usuário, com objetivo de promover bem-estar e desenvolvimento humano 

A Kornerz, chega ao mercado com foco em conectar pessoas ao redor do mundo para trocarem experiências promovendo o bem-estar e o desenvolvimento humano. O responsável por toda tecnologia da empresa é Gabriel Faleri, que desenvolveu e estruturou a nova plataforma via videochamada preparada para receber uma conexão de baixa latência e utilizar o menos possível de bateria, prezando oferecer a melhor experiência ao usuário.

“O novo sistema Kornerz foi pensado e totalmente estruturado com qualidade, visando oferecer ao usuário uma experiência ímpar. Atualmente o aplicativo está disponível em sua versão BETA, e até o final de 2022, passará por inúmeras atualizações. O Objetivo é incluir salas e diferentes comunidades disponibilizando uma capacidade indeterminada de conexões simultâneas, com isso, o usuário terá a possibilidade participar do bate papo sobre o assunto de seu interesse”, explica Gabriel, que continua a trabalhar nas futuras funcionalidades do aplicativo.



Com apenas 27 anos, o CTO (Chief Technology Officer) é graduado em Ciências da Computação, pela Fundação Mineira de Educação e Cultura (FUMEC), possui ampla experiência no segmento de tecnologia, no qual atuou por mais de uma década como consultor em segmentos como telecom, aviação, mineração, indústria, automotivo e agrícola em empresas multinacionais como: a norte-americana Accenture, a norte-americana EcoprintQ Brasil e a companhia francesa Reply.

A startup Kornerz nasceu em 2015 e sua operação tinha como foco aproximar marcas e influenciadores digitais, mesmo com seu sucesso desde o início, no final de 2021, seus diretores Khalil Sautchuk (CEO)Bellmond Viga  (Diretor Operacional) e Gabriel Faleri (CTO), perceberam que queriam gerar impacto social.

O objetivo da Kornerz então passou a ser o de quebrar paradigmas e ligar as pessoas pelos seus propósitos e interesses comuns, promovendo bem-estar social, desenvolvimento humano e autoconhecimento. Auxiliando a humanidade a trilhar novos caminhos, utilizando a tecnologia cada vez mais como  sua aliada.

O aplicativo já está disponível para download nos sistemas Android e iOS. Basta baixá-lo e efetuar seu cadastro de forma simples e acessar a plataforma. As chamadas atualmente têm duração de até cinco minutos e caso seja observado durante as conexões um comportamento inadequado, o usuário poderá bloquear a pessoa e reportar o caso para a Kornerz, que preza pela segurança do aplicativo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MOBILIDADE ELÉTRICA: O QUE JÁ É REALIDADE

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Setor da mobilidade urbana passa por uma transição no Brasil e no mundo, e um dos mercados que estão em foco nesse novo momento é o de VEs 

É perceptível que o setor da mobilidade urbana passa por uma transição no Brasil e no mundo, pelas novas formas tecnológicas de se locomover que têm apresentando-se como uma solução para a crise de combustíveis – que é impulsionada, inclusive, pela necessidade cada vez mais emergente de minimizar as agressões ao meio ambiente.

E um dos mercados que estão em foco nesse novo momento é o de VEs (veículos elétricos), que passa por uma fase de popularização. Pesquisas já divulgadas por diversos meios de comunicação comprovam que quando se fala em conhecimento dos veículos elétricos, a “tendência” passou a ser realidade. A ABVE – Associação Brasileira de Veículos Elétricos -, por exemplo, divulgou pesquisa que aponta que o país registrou um crescimento de 220% de vendas no primeiro semestre de 2020. Dessa forma, atualmente há mais de 30 mil veículos em circulação no país, podendo chegar a 100 mil ainda este ano e até 1 milhão até 2030,  conforme previsão da ABVE.



Hoje, temos um maior número de carros elétricos rodando por grandes cidades do país, como São Paulo e Rio de Janeiro, e mais empresas focadas no desenvolvimento ESG, que substituíram suas frotas por veículos mais sustentáveis. Cresce também o aumento de bases de carregamento em espaços públicos e o estado já iniciou um movimento de apoio. Em São Paulo, por exemplo, novos empreendimentos, condomínios, shoppings e lojas devem disponibilizar pelo menos um ponto de carga.

Claro que nem tudo são rosas, a infraestrutura das cidades ainda está muito atrasada. É preciso que urgentemente o setor busque parceiros para aumentar a oferta pelo país. De acordo com um estudo do Boston Consulting Group (BCG), o Brasil vai precisar de 150 mil pontos de carregamento nos próximos anos, sendo que hoje, conta com cerca de 750 pontos. Além disso, é claro, entra o fator de preços. Um carro 100% elétrico tem o valor médio de R$165 mil, muito superior a um veículo popular a combustão.

Outro ponto positivo, é que a influência de transportes alternativos movidos à eletricidade, como motocicletas e bicicletas, pode ser uma variante para o aceleramento da criação de uma infraestrutura específica só para este tipo de veículo, que envolva também veículos elétricos.

No entanto, é ponto pacífico que o sucesso dessa popularização depende de uma mudança de comportamento da nossa sociedade. Isso pois para alcançar a meta de um país com uma mobilidade elétrica forte, será necessário oferecer uma estrutura capacitada para a manutenção das frotas.

A realidade atual nos mostra que o mercado de elétricos está crescendo a cada dia e que estamos em um ponto sem retorno. A partir daqui, o crescimento do setor é certo. Para manter essa aceleração são necessários investimentos para que o país se torne uma potência no setor, se juntando às demais nações com grandes centros urbanos, focados na diminuição das emissões de CO2.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

FORD ANUNCIA NOVO PLANO PARA AMPLIAR A CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE BATERIAS E ATINGIR 600 MIL VEÍCULOS ELÉTRICOS EM 2023 E DE MAIS DE 2 MILHÕES EM 2026

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A Ford adicionou produtos químicos de baterias e garantiu contratos de fornecimento de 60 GWh de capacidade para atingir uma produção global anual de 600.000 veículos elétricos (VEs) até o final de 2023

Incentivada pela forte demanda dos seus novos veículos elétricos, a Ford anunciou hoje uma série de iniciativas para garantir a capacidade de suprimento de baterias e matérias-primas e viabilizar a sua meta de atingir um ritmo anual de 600.000 veículos elétricos no final de 2023, e de mais de 2 milhões até o final de 2026.

A empresa detalhou os planos do seu portfólio global de veículos que suportam essas metas de produção, como parte do plano Ford+. A Ford espera que a taxa anual composta de crescimento de VEs supere 90% até 2026, mais do que o dobro do crescimento previsto da indústria global.



“A nova linha de veículos elétricos da Ford gerou enorme entusiasmo e demanda, e agora estamos colocando o sistema industrial em funcionamento para ganhar escala rapidamente”, disse Jim Farley, presidente e CEO da Ford e presidente da Ford Model e. “O nosso time Model e moveu-se com velocidade, foco e criatividade para garantir a capacidade de suprimento de baterias e matérias-primas de que precisamos para fornecer veículos elétricos inovadores para milhões de clientes.”

A Ford planeja investir mais de US$ 50 bilhões em VEs até 2026, tendo como meta margens EBIT ajustadas totais de 10% e margens EBIT de 8% para VEs até 2026.

Ao criar uma nova cadeia de suprimentos para veículos elétricos, a Ford mantém os compromissos com a sustentabilidade e os direitos humanos, reforçando o seu plano de ter mais da metade da produção global composta por veículos elétricos até 2030 e atingir a neutralidade global de carbono até 2050.

600.000 VEs até o final de 2023

A Ford planeja atingir um ritmo de produção de 600.000 veículos elétricos por ano até o final de 2023, com os seguintes modelos:

• 270.000 Mustang Mach-E para a América do Norte, Europa e China;

• 150.000 F-150 Lightning para a América do Norte;

• 150.000 Transit elétricas para a América do Norte e Europa;

• 30.000 unidades de um novo SUV para a Europa, cuja produção aumentará significativamente em 2024.
A Ford está adicionando a química de células de fosfato de ferro-lítio (LFP) ao seu portfólio, juntamente com a química existente de níquel cobalto manganês (NCM). Isso traz ainda mais capacidade para produtos de alta demanda, que vão oferecer aos clientes muitos anos de operação com perda mínima de alcance. Além disso, reduz a dependência de minerais críticos escassos, como o níquel, que, aos custos atuais, gera uma economia de 10% a 15% nos materiais das baterias comparado ao NCM.

A empresa confirmou que garantiu 100% da capacidade anual de células de baterias — 60 gigawatts-hora (GWh) — necessária para suportar esse ritmo de produção de 600.000 VEs, trabalhando com as principais empresas do setor no mundo.

A Ford anunciou que a Contemporary Amperex Technology (CATL) fornecerá baterias LFP completas para o Mustang Mach-E na América do Norte a partir do ano que vem, bem como da F-150 Lighting no início de 2024. A flexibilidade da arquitetura de VEs da Ford permite uma incorporação eficiente da tecnologia prismática LFP “cell-to-pack” da CATL, com capacidade de aumento rápido da produção para atender à demanda.

A Ford também está aproveitando a sua conexão de longa data com a LG Energy Solution e o relacionamento estratégico com a SK On para atingir sua meta de capacidade de produção de baterias no final de 2023.

A LG Energy Solution, fornecedor de longa data, rapidamente dobrou sua capacidade nas instalações de Wroclaw, na Polônia, para ampliar a produção de células NCM para os modelos Mustang Mach-E e E-Transit.

Além disso, a SK On tem capacidade instalada para atender o crescimento da F-150 Lightning e da E-Transit, modelos de alto volume da Ford, até o final de 2023 — ampliando a produção de células NCM além dos níveis planejados anteriormente na planta de Atlanta, EUA, e também de células de bateria na operação da Hungria.
Mais de 2 milhões de VEs em 2026

A Ford está fazendo acordos para atingir o marco de 600.000 VEs e indo além. A empresa agora atingiu cerca de 70% da capacidade necessária de células de bateria para sustentar um ritmo de produção global anual de mais de 2 milhões de VEs até o final de 2026.

A Ford e a CATL — maior produtora de baterias do mundo — assinaram um memorando de entendimento para cooperar no fornecimento de baterias nos mercados da China, Europa e América do Norte.

A Ford anunciou também que planeja localizar e utilizar 40 GWh de capacidade de baterias LFP na América do Norte a partir de 2026.

A empresa pretende usar essa capacidade adicional para complementar as três fábricas de baterias anunciadas anteriormente, em Kentucky e Tennessee, EUA, que fazem parte da joint-venture BlueOval SK entre a Ford e a SK On, oficialmente formada na semana passada. A Ford assinou um memorando de entendimento adicional com a SK On e a Koç Holdings para criar uma joint venture na Turquia e expandir a capacidade de produção de baterias no país.

Para suportar suas joint ventures, a Ford também está comprando matérias-primas para células de baterias.

“Nosso time tem se envolvido ativamente com parceiros nos Estados Unidos e em todo o mundo”, disse Lisa Drake, vice-presidente da Ford Model e. “Vamos nos mover rapidamente nos principais mercados e regiões onde suprimentos críticos estão disponíveis, nos reunindo com funcionários do governo, empresas de mineração e processadores e assinando memorandos de entendimento e acordos que refletem as expectativas ESG da Ford e sustentam o nosso plano de levar os VEs para milhões”.

Hoje, a empresa anunciou que está trabalhando com grandes parceiros de mineração para o fornecimento da maior parte do níquel necessário até 2026 e além. A Ford assinou memorandos de entendimento não vinculativos com:

• Vale Canada Ltd., para explorar oportunidades potenciais em toda a cadeia de valor de VEs;

• PT Vale Indonesia e Huayou Cobalt, para explorar um projeto de processamento de níquel de três vias e, separadamente, um acordo de compra com a Huayou, que coletivamente fornecerá à Ford direitos ao equivalente a 84 quilotons de níquel por ano;

• BHP, para o fornecimento de níquel das operações da Nickel West, da BHP, na Austrália. O acordo plurianual pode começar já em 2025 e envolver commodities adicionais ao longo do tempo.

A Ford também fechou vários contratos importantes de lítio. Além do ativo chave anunciado recentemente na Austrália Ocidental, garantido pela Liontown Resources, a Ford também assinou um memorando de entendimento não vinculativo com a Rio Tinto, visando um acordo significativo de compra de lítio de seu projeto Rincon, na Argentina. Ele faz parte de um memorando de entendimento que envolve múltiplos metais, alavancando a escala dos negócios de alumínio da Ford, além de uma oportunidade potencial em cobre.

A Ford também continua trabalhando para localizar o processamento dos principais materiais para baterias na América do Norte. Para esse fim, a empresa anunciou que:

• A EcoPro BM e a SK On assinaram uma carta de intenções não vinculativa com a Ford para estabelecer uma unidade de produção de cátodos na América do Norte;

• A ioneer assinou com a Ford um acordo vinculativo de compra de carbonato de lítio do projeto Rhyolite Ridge da ioneer em Nevada, EUA, para suportar a produção de veículos elétricos além de 2025;

• A Compass Minerals assinou um memorando de entendimento não vinculativo para fornecer hidróxido de lítio e carbonato de lítio de suas operações em Utah, EUA;

• A Syrah Resources e a SK On assinaram um memorando de entendimento não vinculativo para garantir a exploração de grafite natural em Vidalia, Louisiana, EUA.

“É um cenário muito competitivo. Esses parceiros veem valor na forte demanda que criamos com produtos excepcionais como o Mustang Mach-E e a F-150 Lightning e a estabilidade que podemos trazer para esses relacionamentos”, disse Drake. “Estamos empolgados em trabalhar com eles — e outros que ainda não anunciamos — para construir esta nova cadeia global de suprimentos para a Ford.”

Demanda de elétricos

Enquanto a Ford reinventa sua cadeia de suprimentos de veículos elétricos, os consumidores elogiam os modelos elétricos de primeira geração da marca que já estão no mercado. E a demanda entre os potenciais compradores de veículos elétricos dá sinais de continuar crescendo.

Pela primeira vez, a maioria dos consumidores que pretendem comprar um carro nos próximos dois anos diz que escolherá um veículo elétrico ou híbrido — um aumento de 11% comparado ao ano passado e de 22% frente a 2020, segundo pesquisa publicada pela EY. A maior parte desse aumento é voltado a VEs.

Entre os clientes comerciais que ainda não usam VEs, 60% planejam introduzi-los nas suas operações dentro de dois anos, mostrou uma pesquisa da Ford Pro com gerentes de frota dos EUA.

A reação do mercado à F-150 Lightning e ao Mustang Mach-E tem sido forte, trazendo novos clientes para a Ford. O Mustang Mach-E divide o primeiro lugar em opinião favorável dos compradores no segmento, segundo um estudo da Ford no primeiro trimestre, e a F-150 Lightning ficou atrás apenas da F-150 com motor a combustão.

Para estimular ainda mais a demanda, a Ford está trabalhando para tornar os veículos elétricos acessíveis a milhões, eliminando as barreiras à sua adoção, como a recarga, o custo e melhorando a experiência de compra do cliente.

“Esta é a nossa oportunidade de conquistar um novo grupo de clientes, construindo a sua lealdade e engajamento conforme aumentamos nossa participação no mercado”, disse Marin Gjaja, diretora de clientes da Ford Model e. “Estamos desenvolvendo serviços e experiências digitais e físicas que esses novos clientes esperam, quando compram um produto que para eles representa uma nova aquisição de tecnologia. Nosso objetivo é combinar a conveniência das compras digitais com a experiência, a escala e a presença física das revendas da Ford para criar a melhor experiência possível para os futuros proprietários de veículos elétricos.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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