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PBH E AGÊNCIA RMBH PROMOVEM 1º ENCONTRO METROPOLITANO SOBRE POLÍTICAS AMBIENTAIS

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O tema é pauta do 1° Encontro Metropolitano, marcado para esta sexta-feira (12), na sede da Biofábrica de Predadores Naturais – Casa Amarela, no bairro Serra, na capital

Em parceria com a Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a Prefeitura vai discutir a possibilidade de construção de políticas ambientais unificadas para os 34 municípios que compõem a Grande BH. O tema é pauta do 1° Encontro Metropolitano, marcado para esta sexta-feira (12), na sede da Biofábrica de Predadores Naturais – Casa Amarela, no bairro Serra, na capital.

No encontro, os representantes dos municípios vão discutir políticas climáticas, resultantes ambientais do processo de emancipação urbana, projetos de sustentabilidade e multiplicação de práticas em favorecimento e proteção aos ecossistemas.



“As cidades do entorno influenciam bastante na capital, e esse encontro parte da necessidade de efetivar um planejamento metropolitano de longo prazo que, de forma participativa e includente, possa construir uma única agenda de interesses ambientais”, aponta o secretário municipal de Meio Ambiente, Mário Werneck.

Para ele, o sucesso da iniciativa partirá de um trabalho feito a várias mãos, que alinhe competências técnicas e políticas ao cotidiano dos municípios. “Quando falamos de meio ambiente, seja ele em contextos como fauna, flora, recursos hídricos, mudanças climáticas, entre outros, precisamos reunir todos os agentes que dividem esses espaços para debater e propor mudanças tendo como horizonte a transformação da RMBH em uma metrópole mais dinâmica e sustentável”, destacou.

Fonte: Prefeitura de Belho Horizonte

ACESSOCIDADES: MUNICÍPIOS TÊM ATÉ 22 DE SETEMBRO PARA INSCREVEREM BOAS PRÁTICAS NO PROJETO

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O preenchimento do formulário leva menos de dez minutos e conta como ponto de engajamento no projeto; objetivo é melhorar o planejamento e a gestão na mobilidade urbana

Municípios de todo Brasil têm até o dia 22 de setembro para inscreverem suas boas práticas em mobilidade urbana no “Projeto AcessoCidades: cidades mais acessíveis e conectadas”, realização da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) com a Confederación de Fondos de Cooperación y Solidaridad (Confocos/Espanha) e a Associazione Nazionale Comuni Italiani (Anci/Itália) e cofinanciamento da União Europeia. O projeto tem como objetivo qualificar políticas de mobilidade no Brasil com vistas ao desenvolvimento sustentável e ao combate às desigualdades sociais. O link está disponível aqui.

É possível responder ao questionário em menos de dez minutos. São perguntas para a validação de critérios do mapeamento e a oportunidade de compartilhar boas práticas implantadas no município. Essas práticas servirão para disseminar ações relevantes e positivas entre os municípios participantes da iniciativa e auxiliar gestores, dirigentes e técnicos locais na elaboração de planos, projetos e ações inclusivas, acessíveis e sustentáveis de curto, médio e longo prazo em mobilidade e acessibilidade urbana. Ao responder ao formulário, o município já receberá pontos de engajamento no projeto, o que ajudará nas etapas seguintes.



Posteriormente, com o objetivo de incentivar a viabilização de boas práticas no território nacional, três temáticas mapeadas serão selecionadas por secretários e dirigentes em mobilidade urbana e serão o foco de estudos de replicabilidade para o contexto brasileiro. Os estudos conterão o detalhamento das questões e desafios técnicos, institucionais e políticos relacionados às políticas elencadas, bem como modelos de tomada de decisão, implementação e monitoramento das ações.

No dia 29, às 10h, será aberto um espaço para que os municípios tirem dúvidas sobre o processo de mobilização. Faça sua inscrição aqui para participar.

Etapas
Nesta fase, o projeto é composto por atividades de engajamento, como planejamento estratégico do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Mobilidade Urbana (FNMU), seminários on-line para troca de experiência, mapeamento de dados abertos e mapeamento de boas práticas. Após essa etapa, serão selecionados 50 municípios brasileiros com mais de 80 mil habitantes e dez municípios europeus (na Itália e na Espanha) para fazerem parte de uma capacitação em uso de dados abertos para planejamento de transportes.

De acordo com os critérios elencados no documento “AcessoCidades: mobilização de municípios”, dentre os 50 municípios selecionados para a capacitação em uso de dados abertos, dez municípios receberão também apoio técnico e institucional para a viabilização de boas práticas em mobilidade urbana e terão possibilidade de participar de viagens nacionais e internacionais de intercâmbios entre municípios.

Oficina FNMU
Além do formulário para o mapeamento de boas práticas, estão abertas as inscrições para a Oficina 2 de Planejamento Estratégico do FNMU, que também contará como engajamento do município ao projeto. Será no dia 17 de setembro, às 15h, em formato virtual. A oficina é direcionada para secretários e dirigentes de mobilidade urbana. Para se inscrever, clique aqui.

Se seu município não participou de alguma etapa e deseja se engajar, basta acompanhar as atividades do Projeto AcessoCidades de acordo com o documento e participar das próximas, que serão divulgadas pelo portal e pelas redes sociais da FNP.

Projeto
O Projeto AcessoCidades é uma iniciativa entre FNP, Confocos e Anci (Brasil, Espanha e Itália), com cofinanciamento da União Europeia. O objetivo central do projeto é contribuir para qualificar as políticas de mobilidade urbana como ferramenta para integração das políticas de desenvolvimento urbano sustentável e redução das desigualdades sociais, raciais e de gênero.

O AcessoCidades terá duração de três anos (entre 2021 e 2023) e quatro eixos de atuação: governança; diagnóstico e capacitação; planejamento e viabilização de boas práticas; e engajamento.

A partir disso, será possível pensar na sustentabilidade financeira do serviço de transporte público, na inovação tecnológica para qualificação e eficiência no setor, na mobilidade ativa e na regulamentação do transporte individual por aplicativos, entre outros.

Para dúvidas e mais informações, entre em contato pelo e-mail: acesso.cidades@fnp.org.br

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Os assuntos tratados neste texto estão localizados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis; 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes. Saiba mais aqui.

Fonte: FNP

EVENTO ALEMÃO SOBRE HIDROGÊNIO VERDE CHEGA AO BRASIL

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Edição do Hydrogen Dialogue será realizada nos dias 9 e 10 de novembro, em São Paulo

São Paulo recebe nos dias 9 e 10 de novembro um evento inédito no Brasil para discutir o hidrogênio verde, considerado o “combustível do futuro” e a principal aposta como alternativa de solução Net Zero. Criado na Alemanha pela promotora de eventos NürnbergMesse, o Hydrogen Dialogue Latam contará também com uma plataforma que deve se tornar a maior de fomento para a discussão da viabilização do hidrogênio verde da América Latina.

O encontro presencial trará workshops, palestras e plenárias voltados aos principais nomes do segmento de energia, sustentabilidade, pesquisa e formulação de políticas públicas. O evento é uma iniciativa da NürnbergMesse Brasil, HiriaNürnberg Messe, Guia Marítimo e AHK-Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo.



“Quando pensamos no futuro, precisamos pensar em um combustível limpo. E esse é o objetivo do Hydrogen Dialogue Latam, juntar os principais representantes de cada elo desta cadeia. Abordar não somente os desafios, mas também as oportunidades que o hidrogênio verde traz”, afirma Diego de Carvalho, vice-presidente da NürnbergMesse Brasil.

O hidrogênio verde e seus derivados podem substituir o combustível fóssil em termoelétricas, na mineração, processos industriais e também em veículos leves pesados e grandes modais. “O Brasil tem potencial para se tornar um dos grandes produtores e exportadores de hidrogênio verde no mundo. Daí a importância de trazer o debate para o país”, complementa Diego.

A curadoria do conteúdo é feita pela Hiria, empresa de soluções de conteúdo educacional da NürnbergMesse. Segundo Vinnicius Vieira, sócio da Hiria, um dos principais temas debatidos no Hydrogen Dialogue Latam será a importância da criação de um marco regulatório no Brasil. “A produção de hidrogênio verde é um investimento de longo prazo. Estamos falando de 10, 15 anos. Para isso, precisamos de um conjunto de leis que regulamente o setor e permita seu desenvolvimento”, explica. Outros temas de destaques são: estudos de caso, viabilidade de produção, logística, certificações, armazenamento, transporte e financiamento.

Para ser considerado hidrogênio verde, ele tem que ser produzido a partir de energias renováveis como eólica e solar – recursos em abundância no hemisfério Sul. Neste cenário, países como o Brasil têm enorme vantagem competitiva e se tornam parte da solução para nações do hemisfério norte, que buscam a transição energética.

Um dos principais exemplos é a Alemanha. O país aposta no hidrogênio verde como fonte de energia para a descarbonização de sua indústria. “Existe um potencial de mercado enorme. É a maior economia da Europa. Mas, para isso, o mercado latino tem que entender: quais as demandas? As especificações e certificações necessárias? E nosso evento vai jogar luz sobre essas questões”, afirma Vinnicius Vieira.

Hydrogen Dialogue Latam conta com o patrocínio da PwC e com o apoio institucional da Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste), que incentiva o debate sobre o tema nos Estados do Nordeste. Tem também suporte da ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento), que vai apresentar propostas de investimentos e desenvolvimento de pesquisas da indústria de H2V.

Além do encontro, o Hydrogen Dialogue Latam funcionará também como uma plataforma internacional de debate com conteúdo segmentado, pesquisas e projetos sobre o tema com o propósito de aproximar mercado, cientistas e governo nesta transição energética.

Uma programação exclusiva foi desenvolvida com webinars, e-books e séries especiais, sempre com o intuito de incentivar e ajudar a desenvolver soluções com o uso do H2V para o mercado brasileiro e internacional. O primeiro webinar está marcado para o dia 25 de agosto e vai abordar o papel do hidrogênio verde brasileiro na nova geopolítica global da energia.

Serviço

Hydrogen Dialogue Latin America

Data: 9 e 10 de novembro

Local: São Paulo

Informações e inscrições:www.hydrogendialoguelatam.com

Com informações da Assessoria de Imprensa

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EVENTO DA PUCPR DEBATE CRISE HUMANITÁRIA E AMBIENTAL

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Convidado será o geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves, professor da UFF; evento é presencial e gratuito

De volta ao presencial depois de aproximadamente dois anos de atividades remotas por conta da pandemia, o Café Filosófico, promovido pelo Instituto Ciência e Fé da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), realiza seu segundo encontro de 2022 em agosto. 

O evento ocorre no dia 11, às 19h, na FTD Digital Arena, localizada no câmpus de Curitiba da instituição (Rua Imaculada Conceição, n. 1155 – Prado Velho). Na ocasião, o Café Filosófico recebe o geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e autor de “Os (des)caminhos do meio ambiente” e “O desafio ambiental”. Não haverá transmissão online simultânea.



Em 2022, o tema do Café Filosófico é “Freio de Emergência: a Vida em Perigo”. A primeira convidada do ciclo foi a filósofa Olgária Matos, escritora e professora da Universidade de São Paulo (USP), que esteve presente no dia 25 de maio. 

Há, ainda, outros dois encontros previstos para este ano: em 1° de setembro, com o economista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Henri Acselrad, autor de “O que é justiça ambiental”; e em 04 de outubro, com palestra de Michael Löwy, sociólogo e diretor do Centre National de la Recherche Scientifique, maior órgão público de pesquisa científica da França.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas com antecedência pela plataforma Sympla. Será enviada declaração de participação para o e-mail cadastrado em até 20 dias úteis. Link: https://www.sympla.com.br/evento/cafe-filosofico-freio-de-emergencia-a-vida-em-perigo/1658862.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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FORD DESENVOLVE SIMULADOR DE CORRIDAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OU MOBILIDADE REDUZIDA

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O simulador Team Fordzilla Ford Adapta criado na Espanha dá mais acessibilidade aos fãs de videogames

· Inspirado nos veículos adaptados da marca, o equipamento tem comandos no volante para o acionamento do acelerador e do freio

· Colete vibratório, fones especiais e opção de realidade virtual são recursos que tornam a experiência mais real

Os videogames mais modernos de corrida, como os usados nos eSports (esportes eletrônicos), são verdadeiros simuladores que fazem o jogador se sentir no comando de um automóvel real, com volante, pedais e câmbio. A Ford apresentou na Europa o primeiro simulador de games criado e adaptado às necessidades de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

O equipamento, chamado Team Fordzilla Ford Adapta, foi inspirado nos veículos adaptados da marca. A sua peça chave é o volante, equipado com comandos que permitem o acionamento manual do acelerador e do freio. Desse modo, jogadores com deficiência ou limitação de movimentos podem ter uma experiência de direção semelhante à de um carro tradicional e competir no mais alto nível.



O simulador foi desenvolvido pela empresa especializada Hi-Speed ​​Simulators, com apoio da Ford Espanha e da Fundação ONCE, através do programa para a mobilidade Ford Adapta, e do Team Fordzilla, equipe de eSports da Ford. Ele é compatível com diferentes consoles e jogos, incorpora um software com modo de mobilidade reduzida e tem a opção de realidade virtual ou até três monitores 4K.

Para apresentar o novo simulador, a Ford convidou Cisco García, um dos melhores tenistas profissionais em cadeira de rodas da Espanha e fã de videogames. Ele sofreu uma lesão na medula espinhal em um acidente, mas sempre buscou novos desafios e lutou pela acessibilidade no esporte.

Segundo o atleta, o simulador Ford Adapta é “perfeito”. “Em vez dos pedais, você troca de marcha, acelera e freia no volante. Ele tem um colete que te faz vibrar como se estivesse dentro do carro e há também fones com um som brutal. Você sente que está realmente dentro de um carro de corrida”, elogia.

A iniciativa está integrada aos valores de acessibilidade, inclusão, competitividade e diversão do Team Fordzilla. Mais informações sobre o equipamento desenvolvido na Espanha estão disponíveis em Ford Adapta.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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VOLTZ TERÁ CENTRO DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA PARA MOBILIDADE URBANA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE)

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Parceria com universidades dá à empresa hub de inovação para desenvolvimento de sistema de apoio ao planejamento logístico e operacionalização das estações de troca de baterias

A Voltz, empresa de tecnologia para a mobilidade urbana, anuncia que passou a integrar um consórcio tecnológico, financiado pela Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), com o objetivo de viabilizar a construção de um centro de inovação para a mobilidade elétrica. A ação prevê, ainda, o desenvolvimento de um sistema de apoio ao planejamento logístico da empresa.

Agora, a Voltz passa a ter uma nova estrutura para distribuição e operacionalização das estações de troca de baterias e, com isso, serão propostos modelos de consumo de energia dos veículos da empresa, para o suporte ao desenvolvimento de produtos e planejamento de rotas de transporte.



O projeto “Pesquisa e Desenvolvimento Para Viabilização da Mobilidade Urbana Baseada em Motocicletas Elétricas” foi aprovado no edital O Edital FACEPE n°11/2022 — Fronteiras da Inovação — Avanços para o conhecimento global, envolvendo uma parceria entre a Voltz e pesquisadores da UFPE, UFAPE e IFPE. O professor Paulo Maciel (UFPE) será o coordenador geral do projeto, e a coordenação institucional será dos professores Daliton da Silva (UFAPE) e Renata Braga (IFPE).

“O consórcio chega em um momento em que cresce a necessidade de estar ainda mais à frente da demanda por transporte urbano moderno e alinhado às diretrizes sócio-ambientais no Brasil. As tecnologias a serem desenvolvidas no escopo deste projeto serão base para a mobilidade em duas rodas baseada nas estações de troca de bateria, perpassando o principal entrave que existe hoje na adoção dos veículos elétricos no país”, avalia Renato Villar, CEO da Voltz.

O “Edital FACEPE Fronteiras da Inovação” também tem como objetivo incentivar a formação dos consórcios setoriais de inovação, com a criação ou fortalecimento de Centros de Inovação para o desenvolvimento das Tecnologias do Futuro no âmbito das Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) no Estado de Pernambuco, promovendo as alianças de grupos de pesquisa de instituições públicas e/ou privadas com as empresas, e demais atores do Ecossistema Estadual de Inovação.

“Este é um momento importante na nossa história e que nos deixa muito orgulhosos e felizes em ter um centro de pesquisa na Universidade de Pernambuco. Estamos desenvolvendo tecnologia, a próxima geração de engenharia e levar a tecnologia de Pernambuco para o mundo”, conclui Villar.

ESTAÇÕES DE TROCA DE BATERIAS

Para redefinir a mobilidade de veículos elétricos no Brasil, a Voltz criou o programa de estações de troca de baterias. Elas tornam o produto mais acessível e acabam com a limitação de autonomia, considerada um desafio para acelerar a transição dos modelos à combustão.

Atualmente, o programa está em funcionamento na cidade de São Paulo, que conta hoje com 55 estações. Esse número deve chegar a 100 até o final do ano. E os resultados já são empolgantes. Atualmente são realizadas 1.400 operações semanais, com um acumulado de 14.159 ações desde abril, quando o projeto começou. Com apoio da Rede Ipiranga, o programa está sendo testado por entregadores plugados na plataforma de entregas do Ifood.

A partir de 2023, o projeto chega para o público em geral na capital paulista. Ou seja, quem comprar um modelo da Voltz, poderá escolher não levar a bateria junto. Nesse caso, será disponibilizado um plano de assinatura que possibilita a troca dessas células. Cada moto da Voltz comporta até duas baterias. E, quando uma fica sem energia, o usuário pode se deslocar até uma das estações para fazer a troca.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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O QUE MUDA ATACAR O MODELO DE REMUNERAÇÃO DO TRANSPORTE PÚBLICO?

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Como o cálculo mensal de custos e receitas se torna um divisor de águas para todo setor.

As consequências de grandes decisões e mudanças na área de transportes só ficaram claras de 5 a 10 anos após serem implementadas. Se começarmos pela criação do vale transporte, na década de 80, os anos de ouro quanto à demanda só aconteceram na década de 90. Em decorrência da estabilização da moeda e da redução do IPI, pudemos observar a explosão do número de automóveis e motocicletas circulando nas cidades. 

Mais recentemente estamos vendo uma movimentação em busca da adoção de bilhetagem pelas gestões municipais como uma tentativa da tão sonhada transparência dos dados. Neste caso ainda cabe um parêntese: é importante avaliar as consequências da medida, e se este é o caminho mais simples e correto para atingir tal objetivo. 



 

Esta movimentação está diretamente relacionada à grande discussão histórica a respeito da remuneração do sistema de transporte com base em seus custos. Diferentes modelos e tentativas foram adotadas, mas um pacote com a visão política, institucional, operacional, tecnológica e da gestão dos dados é o ponto central desta discussão.

O fato central é que o subsídio, por si só, é danoso do ponto de vista político e para setor, uma vez que não endereça o ponto central da discussão, a qualidade VS equilíbrio dos serviços. O subsídio fixo já é alvo de ações do ministério público e de improbidade administrativa, uma vez que não leva em consideração eventuais aumentos de receita. Mesmo que esse delta possa ser incorporado nos cálculos tarifários do final do ano, ações de questionamento a este modelo já ocorrem no Brasil inteiro e a tecnologia atual permite que essa questão seja melhor resolvida. 

E qual é esse modelo? Uma alternativa em que os parâmetros de remuneração são pré-definidos (fixos ou variáveis), dependentes de contratos vinculantes antigos e da medição dos indicadores de operação. Desta forma, situações como já vínhamos vivendo, e que foram agravadas a partir de 14 de março de 2020 (Covid-19), seriam minimizadas em um modelo onde a tônica é o equilíbrio entre custos e receitas

No caso de subsídios implantados neste modelo, o aumento da demanda, e consequentemente da receita, permite que poder público e operadores tomem a decisão em conjunto, priorizando quais ações podem ser incorporadas para que os valores de subsídio permaneçam nos mesmos patamares e sejam revertidos em melhorias para o sistema: aumento ou renovação de frota, maior oferta de viagens, adoção de novas tecnologias etc.

A metodologia permite, no primeiro momento, que o ciclo danoso de queda da demanda e corte dos serviços seja substituído pela lógica inversa, em que o aumento de demanda (que faria com que houvesse queda nos valores do subsídio) seja repactuado para incorporação de novas melhorias. Em última análise, pode-se dizer que o poder público passaria a subsidiar o investimento em melhorias operacionais no médio prazo. E não apenas isso. Como legalmente o subsídio depende de aprovação legislativa, é possível vincular sua aprovação a condicionantes como a liberação dos dados brutos de bilhetagem e de monitoramento (AVL).

Esta última medida por si só resolve grande parte dos problemas de transparência. A medição mensal do subsídio passa a ser feita de maneira automatizada, apenas após o recebimento sistematizado desses dados, também de modo automatizado. Quanto à transparência desses dados, é importante frisar que a partir da correta especificação do tipo de dado que será vinculado ao processo do subsídio, os dados brutos permitem a recriação de cada viagem e embarque ocorrido no período. Além disso, processos de auditoria desses dados podem ser executados de maneira rotineira, uma vez que eles se tornam um espelho legal das operações, ao alcance dos governos concedentes dos subsídios

Quem já adotou um modelo nesta linha, e a partir dele, desenvolve um plano de renovação da mobilidade baseado na evolução operacional é Campina Grande, na Paraíba. Desde a implantação do modelo já houve aumento expressivo na demanda transportada pelo sistema, acompanhado de aumento no número de viagens ofertadas à população e na frota operacional empenhada. 

Que outros municípios adotem a medida e resgatem a qualidade, a confiança e o equilíbrio do sistema.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

PARCERIA ENTRE ORACLE E BRAZILLAB ESTIMULA A INOVAÇÃO DIGITAL NO SETOR PÚBLICO

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A aproximação com as GovTechs, startups de tecnologia para o setor público, tem como propósito fomentar a transformação digital o governo

A pandemia que assolou o mundo recentemente evidenciou a grande necessidade de investimento na transformação digital, seja pela iniciativa privada ou pelo setor público. Essa demanda se destaca ainda mais quando percebemos que os governos trabalham com uma enorme quantidade de dados e que são os maiores compradores de tecnologia. Com o objetivo de preparar e ajudar a contratação de startups focadas em gerar inovação para a gestão pública, as chamadas GovTechs, a Oracle firmou parceria com a BraziLAB, maior aceleradora dessas startups no Brasil.

A parceria, iniciada pontualmente em 2020, ganha força a partir de 2022 quando as duas organizações se reúnem para produzir em conjunto um novo estudo de mercado nacional com o objetivo de analisar o estado atual do ecossistema GovTech no Brasil, principalmente mapeando as principais startups do setor, e entendendo quais são os desafios e oportunidades para esse segmento, especialmente a partir dos novos marcos legais recentemente editados (Lei de Governo Digital, nova Lei de Licitações e Marco Legal de Startups). Além disso, a parceria também permite que a Oracle participe de palestras, eventos e trocas de conhecimento sobre inovação e tecnologia com o BrazilLAB, contribuindo com seus conhecimentos e expertises na área.



O Brasil é um terreno fértil para as GovTechs e vem investindo muito em transformação digital nos últimos anos. De acordo com a primeira edição do GovTech Maturity Index (GMI) publicado em 2021 pelo Banco Mundial, o País foi reconhecido como o 7º país com a mais alta maturidade em Governo Digital no mundo. Além disso, ele foi o único país entre os dez primeiros colocados que tem mais de 100 milhões de habitantes.

Em evento realizado na Casa Oracle no último dia 28 de julho para marcar o lançamento dessa colaboração, o CEO do BrazilLAB, Guilherme Dominguez destacou o seguinte: “Um dos valores fundamentais das atividades que o BrazilLAB desenvolve para fortalecimento do ecossistema GovTech no Brasil é o da colaboração. Assim, quanto mais pessoas e organizações tivermos apoiando nossa causa, melhores serão os resultados do nosso trabalho, seja no âmbito da aceleração de startups ou da produção de conhecimento, gerando ainda mais impacto no setor público. Ter uma empresa global como a Oracle se juntando à outras grandes organizações para apoiar nossos esforços de inovação e transformação digital no Brasil reforçam nossa convicção no que foi feito até aqui e aumentam nossa confiança de ampliar cada vez mais o alcance de nossas iniciativas”.

“Como uma grande empresa de tecnologia, a Oracle entende o seu dever em investir e ajudar agentes de inovação que tem como objetivo trabalhar diretamente com o governo para transformar a situação econômica e social do Brasil por meio da modernização e da tecnologia. Por meio de seu histórico com o setor público, conhecimento em tecnologia e tamanho, vamos contribuir para que o BraziLab e suas GovTechs avancem com a finalidade de tornar o governo cada vez mais digital e próspero”, comenta João Pacheco Fernandez, vice-presidente de Setor Público para Oracle América Latina.

O BraziLAB é o primeiro hub de inovação GovTech do Brasil e atua no fortalecimento do ecossistema de empresas privadas de softwares para o governo tanto em nível nacional, quanto internacional. Fundado em 2016, já conquistaram o seu espaço com mais de 130 startups aceleradas, 49% das soluções aceleradas já rodando no setor público e conta com uma ampla rede de organizações parceiras, públicas e privadas que apoiam a causa da inovação e transformação digital no setor público de fora para dentro.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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VIVER DE BIKE EM MACAÉ: FAÇA O CURSO E GANHE UMA BICICLETA!

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As inscrições poderão ser feitas até 14 de agosto

A cidade de Macaé está empenhada em voltar a ser conhecida como a Cidade das Bicicletas. Pedalar é uma forma de transporte sustentável que traz benefícios para a saúde e lazer. Além disso, a bicicleta também tem inspirado empreendimentos e gerado renda e empregos de forma crescente no Brasil. Pensando em estimular a magrela como forma de geração de renda, fortalecimento da economia local, preservação do meio ambiente e melhoria na qualidade de vida, o Instituto Aromeiazero com o apoio da Ocyan  está com inscrições abertas até dia 14 de agosto, para a mais nova turma do Viver de Bike, destinado a profissionais do cicloturismo, ciclologística e pessoas que queiram empreender com a bike

A iniciativa que, desde 2021, já formou na cidade 64 pessoas, faz parte do Pedala Macaé, projeto desenvolvido em Macaé, município do Rio de Janeiro que busca fomentar o uso da bicicleta na região. A ação está inserida na Plataforma Socioambiental da Ocyan, que tem suas linhas de atuação voltadas para a promoção de ações de meio ambiente e desenvolvimento humano.



Serão ministradas aulas sobre mecânica básica de bicicleta, poder transformador da bicicleta, como pedalar com segurança na cidade, empreendedorismo e gestão financeira. As inscrições podem ser feitas através do link: https://www.aromeiazero.org.br/pedalamacae.

Com vagas limitadas, o curso semipresencial de 30 horas vai oferecer para os formandos da turma, uma bicicleta reformada, um certificado de conclusão e o Caderno Viver de Bike impresso, material pedagógico do curso desenvolvido pelo Aromeiazero.

As aulas irão acontecer de 22 de agosto a 01 de outubro no Bicibase, o novo espaço sede do projeto Pedala Macaé, localizado na Rua Cento e Sete, 39 – Parque Aeroporto. Vale ressaltar que a seleção dos participantes será feita a partir de análise socioeconômica; mulheres e pessoas negras, pardas, indígenas, e LGBTQIA+ têm preferência na seleção. Faça parte da nova turma do Viver de Bike e inscreva-se.

Sobre o Aromeiazero 

O Instituto Aromeiazero é uma organização sem fins lucrativos que utiliza a bicicleta para reduzir as desigualdades sociais e contribuir para tornar as cidades mais resilientes. O Aromeiazero conta com o patrocínio institucional do Itaú Unibanco e da Argo Seguros, além de leis de incentivo, sendo grande parte das ações em periferias e comunidades vulneráveis. Desde 2011, as iniciativas do Aro promovem uma visão integral da bicicleta, potencializando expressões culturais e artísticas, geração de renda e hábitos de vida saudáveis.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MAIS DE 80% DOS EXECUTIVOS DO SETOR DE SAÚDE ACREDITAM QUE O METAVERSO TERÁ IMPACTO POSITIVO EM SUAS ORGANIZAÇÕES

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Segundo estudo da Accenture, as tecnologias emergentes convergem para remodelar a saúde digital

O estudo Digital Health Technology Vision 2022 da Accenture (NYSE: ACN) mostra que 81% dos executivos do setor de saúde acreditam que o metaverso irá impactar suas organizações de forma positiva.

De acordo com o levantamento “Accenture Digital Health Technology Vision 2022“, o “metaverse continuum” é um espectro de mundos, realidades e modelos de negócios digitalmente aprimorado que irá transformar praticamente todos os aspectos da vida e dos negócios na próxima década e além, incluindo o setor de saúde. A fim de ajudar os clientes a projetar, executar e acelerar suas jornadas no metaverso, a Accenture anunciou recentemente o lançamento do grupo de negócios Accenture Metaverse Continuum, que reúne profissionais com vivências no metaverso e em capacidades líderes de mercado para experiência do consumidor, comércio digital, realidade estendida, blockchain, gêmeos digitais, inteligência artificial e visão computacional.



“O metaverso parece ser algo futurista e distante, mas está ganhando corpo hoje”, explica Rich Birhanzel, líder global para o setor de saúde na Accenture. “Visualizamos as oportunidades que ele pode oferecer a fim de aprimorar como as pessoas gerenciam seus dados de saúde, interagem com organizações de saúde e o modo como essas organizações apoiam as pessoas em suas jornadas de saúde e bem-estar. As empresas de saúde que começarem a investir estrategicamente na construção de uma base de tecnologia digital de alto desempenho agora ajudarão a moldar o futuro do setor — aumentando os níveis de acesso, experiências, confiança e resultados com foco nas pessoas.”

De acordo com o estudo, as organizações do setor de saúde também estão se preparando para outros avanços tecnológicos. Por exemplo, mais de 80% dos executivos do setor afirmaram que o número de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) e com operação na borda implantados em seus organizações aumentou significativamente ou exponencialmente ao longo dos últimos três anos. E quase todos (96%) disseram que o sucesso a longo prazo de suas organizações dependerá da computação de próxima geração para lidar com os problemas que os computadores de hoje têm dificuldade para resolver.

“Ao investir em uma base de tecnologia digital para a saúde, as principais empresas do setor registraram um progresso significativo “, explica Kaveh Safavi, M.D, J.D e diretor sênior da Accenture Health. “O metaverso é o futuro. É nele que poderemos vivenciar a internet do lugar e a internet da propriedade na área da saúde. Equipes cirúrgicas, por exemplo, podem aprender novos procedimentos sem precisar estar fisicamente na mesma sala de cirurgia. Outra vantagem é que os pacientes poderão passar suas informações médicas com segurança a um profissional de saúde, mesmo em viagens”.

O estudo Digital Health Technology Vision 2022 da Accenture analisa quatro tendências tecnológicas que terão papel importante na transformação do setor de saúde ao longo dos próximos anos.

  • O WebMe descreve a transformação da internet com o metaverso, tornando-se uma plataforma para experiências digitais em espaços ilimitados para o usuário. A Web3 está reinventando a propriedade de dados, que passam a pertencer às pessoas e a se movimentar com elas, não com a plataforma. No metaverso é possível transcender o tempo e o espaço para simular interações, encurtar ciclos de aprendizagem e treinar procedimentos, no caso da capacitação de cirurgiões.
  • O Mundo Programável rastreia de que forma a tecnologia está sendo inserida nos nossos ambientes físicos em três camadas: conectada, experiencial e material. Enquanto o metaverso trata de alavancar a experiência imersiva do mundo virtual, o mundo programável foca a construção da próxima versão do mundo físico na área da saúde. Tecnologias como 5G, computação de ambiente, realidade aumentada, impressão 3D e materiais inteligentes estão convergindo de formas cada vez mais sofisticadas, transformando o mundo físico em um ambiente tão inteligente, personalizável e programável quanto o digital. As empresas de saúde poderão construir e entregar novas experiências, além de reinventar suas próprias operações, para um novo tipo de mundo, onde será possível adaptar os espaços físicos às nossas necessidades.
  • O Irreal explora as qualidades “irreais” cada vez mais importantes para a inteligência artificial e até mesmo para os dados, fazendo com que o sintético pareça autêntico. Dados sintéticos estão sendo usados para treinar modelos de IA de formas que os dados do mundo real praticamente não conseguem. Os dados sintéticos conseguem representar conjuntos de dados de pacientes para uso em pesquisa, treinamento ou outras aplicações. Esses dados realistas (ainda que irreais) podem ser compartilhados, mantendo as propriedades estatísticas e protegendo a confidencialidade e a privacidade dos pacientes. Eles podem ser desenvolvidos a fim de acomodar o aumento da diversidade para combater possíveis vieses, superando assim as armadilhas dos dados do mundo real.
  • Já a Computação do Impossível marca o surgimento de uma nova categoria de equipamentos que vão além do que os computadores conseguem fazer. Estamos falando da computação quântica. Problemas antes considerados impossíveis de resolver por exigirem o processamento de conjuntos de dados grandes e complexos estão agora no reino do possível. Graças à computação quântica, os executivos de saúde podem testar diferentes cenários e encontrar dependências complexas em menos tempo. Por exemplo, os dados podem ajudar a tratar melhor doenças ou prever surtos de vírus.

O estudo está disponível aqui.

Sobre a Metodologia

Para o relatório de 2022, o processo de pesquisa incluiu a coleta de informações do Conselho Consultivo Externo da Technology Vision, um grupo composto por mais de vinte profissionais experientes dos setores público e privado, meio acadêmico, empresas de capital de risco e empreendedores. Além disso, a equipe Technology Vision conduziu uma série de entrevistas com profissionais referência no setor de tecnologia e especialistas do setor, bem como líderes de negócios da Accenture. Paralelamente, a Accenture Research conduziu uma pesquisa global com 24.000 consumidores e 4.650 executivos C-level e diretores de 35 países e 23 setores. A amostra do setor de saúde incluiu 391 executivos de saúde (291 executivos de provedores em 10 países e 100 executivos pagadores nos EUA). Os estudos foram realizados entre os meses de dezembro de 2021 e janeiro de 2022.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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