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CALL FOR PAPERS: CSCM 21 RECEBE PROPOSTAS DE PALESTRAS ATÉ 19 DE FEVEREIRO

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Foto: CSCM/Divulgação

Podem participar do processo: pesquisadores, estudiosos, empreendedores e organizações que possuam projetos e estudos dedicados aos segmentos de inovações e soluções para as cidades

A edição 2021 do Connected Smart Cities & Mobility será realizada entre os dias 01 e 03 de setembro e traz ainda mais inovação em relação às edições anteriores, como o formato híbrido, com ações presenciais: fórum, exposição de empresas que fornecem tecnologias para as cidades, rodadas de conexões e negócios.  As atividades do evento serão realizadas no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo/SP, bem como a transmissão no formato digital, permitindo a participação de palestrantes de todo o Brasil.

E até o dia 19 de fevereiro de 2021 a organização da plataforma recebe propostas de palestras que irão compor a 7ª edição do evento nacional. O objetivo da ação é destacar, fomentar e apresentar os cases mais inovadores para o mercado de cidades inteligentes e mobilidade, tendo como foco tornar os municípios brasileiros  mais inteligentes, humanos, sustentáveis e conectados.  

Podem participar do processo de Call for Papers CSCM21: pesquisadores, estudiosos, empreendedores e organizações que possuam projetos e estudos inovadores.

Para participar, basta acessar o link: https://evento.connectedsmartcities.com.br/call-for-papers/  e inscrever a iniciativa.

A CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Citoes & Mobility, Paula Faria, enfatiza que a expectativa é receber um número ainda maior de propostas de palestras na comparação com 2020, que foi recorde.

“O objetivo do Call for Papers é reunir o maior número de trabalhos inovadores e que contribuam de forma fundamental para o desenvolvimento do mercado de cidades inteligentes no Brasil. Em 2019, recebemos o dobro de trabalhos de 2018 e atingimos mais de 100 cases inscritos. Já em 2020 o número foi ainda maior, com mais de 170 propostas enviadas por profissionais de todo o país. Para a edição 2021, esperamos ampliar ainda mais esse alcance, considerando o sucesso e a participação exponencial de prefeituras, especialistas, empresas e entidades dos diversos segmentos no formato híbrido”, cita.

O Connected Smart Cities aborda os temas: Urbanismo Sustentável nas Cidades (inclui os Eixos Temáticos: Urbanismo, Meio Ambiente, Energia); Cidade Conectadas (inclui os Eixos Temáticos: Tecnologia e Segurança); Cidades Participativas (inclui o Eixo Temático: Governança); Cidades Prósperas (inclui o Eixo Temático: Economia); Cidades Resilientes (inclui os Eixos Temáticos: Educação e Saúde); e Cidades Empreendedoras (inclui o Eixo Temático: Empreendedorismo).

CRONOGRAMA CALL FOR PAPERS CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY 2021

Seleção e Prazos

Envio de proposta de palestras: até dia 19/02/2021

Confirmação das palestras aceitas: 22/03/2021

Divulgação da programação e conteúdo: 03/05/2021

Deseja aplicar sua iniciativa? CLIQUE AQUI E SAIBA COMO PARTICIPAR!

 

COVID-19: GOVERNADOR DO PI SANCIONA LEI QUE INCLUI PESSOAS COM DEFICIÊNCIA COMO PRIORITÁRIAS NA VACINAÇÃO

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Foto: Aline Roberta/Governo do PI

Com a medisa, a vacinação dará prioridade aos mais vulneráveis, como as pessoas com deficiência intelectual, síndrome de Down e autistas

O governador Wellington Dias sancionou a lei 7.486, de autoria do deputado estadual Franzé Silva, que estabelece a prioridade de pessoas com deficiência para vacinação contra a Covid-19 no âmbito do Estado do Piauí.

Segundo o secretário de Estado para Inclusão da Pessoa com Deficiência, Mauro Eduardo, haverá uma reunião nesta sexta-feira (22) com o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, para saber quando chegarão e quantas doses da vacina serão destinadas para este grupo a fim de que a Seid possa elaborar um cronograma de vacinação das pessoas com deficiência.

Mauro Eduardo acrescentou que a lei de autoria do deputado Franzé Silva representa um avanço muito grande para o Piauí e que o governador Wellington Dias, mais uma vez, se mostrou sensível para com as pessoas com deficiência. “Após essa reunião com a Secretaria de Saúde, poderemos dar mais informações de quando vamos iniciar a vacinação dessas pessoas e daremos prioridade aos mais vulneráveis, como as pessoas com deficiência intelectual, síndrome de Down, autistas”, comenta o gestor, enfatizando que o Piauí dá o pontapé ao sancionar uma lei especial para contemplar pessoas com deficiência.

Com informações do Governo do Estado do Piauí

ARTIGO: A ANATOMIA DE UM ATAQUE CIBERNÉTICO

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Desde a declaração de pandemia em 11 de março deste ano, diversos setores da economia foram alvos de extorsões, roubos de informação e paralização de serviços por ataques de quadrilhas organizadas do crime cibernético

*Por André Fleury

Era uma quinta-feira, dez e meia da noite, e estávamos na segunda semana de trabalho incansável recuperando os servidores e as informações de uma grande companhia brasileira que tinha sofrido um ataque cibernético e estava sem operar havia sete dias consecutivos. Ao telefone com o presidente da empresa, expliquei porque todo o investimento em segurança tinha sido em vão. Detalhei o método utilizado pelo atacante e discorri sobre os erros cometidos, sobre as decisões erradas, e finalmente sugeri as soluções que precisavam ser implantandas imediatamente para voltarem à operação. Ele me confessou com uma voz cansada e de quem estava sem dormir por mais de 30 horas: “eu nunca mais quero passar por isso em toda a minha vida”.

Essa frase me persegue desde então. Percebi, naquela conversa e em outras mais que tive com executivos daquela e de outras empresas em situações semelhantes, como eles não faziam idéia do risco que sempre correram. Estamos preparados para um mundo sob ameaça constante de criminosos digitais? Não, não estamos.

Desde a declaração de pandemia em 11 de março deste ano, diversos setores da economia foram alvos de extorsões, roubos de informação e paralização de serviços por ataques de quadrilhas organizadas do crime cibernético. O setor de energia sofreu paralizações. O setor de saúde também, incluindo roubo de dados. O setor financeiro viu crescer fraudes digitais, assim como o de telecomunicações. E os ataques, antes restritos a roubos de informações e a paralização de serviços ao tirar do ar servidores ou conexões com a internet, agora chegam às plantas de usinas, distribuidoras de energia e montadoras de automóveis com o potencial, inclusive, de risco à vida humana.

Há vários tipos de criminosos, dos mais sofisticados, que desenvolvem suas próprias ferramentas, até os mais amadores, que buscam soluções automatizadas para fazer ataques simples. Com maior ou menor grau de sofisticação, eles vão seguir estes passos básicos já conhecidos pela comunidade internacional de segurança cibernética:

• Reconhecimento: As portas de entrada mais comuns são servidores mal configurados na internet, o que facilita a entrada de alguém com algum conhecimento em sistemas operacionais, ou um e-mail contendo um código malicioso que o destinatário abre inadvertidamente, o phishing. Para que essas técnicas funcionem bem é preciso conhecer a rede IP e fazer testes para avaliar qual a tecnologia empregada, sistema operacional e suas versões, firewalls e outras soluções de segurança funcionando na empresa alvo.

Para o phishing funcionar basta que alguém abra o arquivo malicioso ou clique no link errado. Para aumentar as probabilidades, o atacante estuda as vítimas. Usam as redes sociais para conhecer os líderes da empresa, como se expõe no LinkedIn, Facebook e Twitter, e, assim, escolhem o alvo perfeito. Usam informações públicas para se fazerem passar por um alto diretor ou uma grande executiva da empresa em um ataque, que é quando se utiliza de informações falsas para enganar alguém e obter acessos indevidos. O principal erro é fazer a migração para a nuvem sem se preocupar com segurança. Um scan nas redes da empresa já dá para achar servidores vulneráveis, sem a proteção mínima de um firewall e sem a configuração mínima de segurança. No ano passado, oito de cada 10 incidentes que a minha equipe atuou tinha como causa raiz um servidor mal configurado com acesso irrestrito na internet. Isso não é falha de segurança, é falta de preocupação com segurança.

Outro erro comum é a super exposição nas redes sociais. É fácil descobrir quem são os/as grandes executivos/as, ter informação sobre suas famílias, hábitos, viagens, endereços e quem são os amigos e amigas. Há toneladas de dados vazados, desde sites de romance até hotéis e agências de viagem. Em uma busca numa dessas bases já é possível saber que o alvo do criminoso teve seu e-mail vazado no último ataque a um site de relacionamentos, por exemplo. Estas informações em um e-mail crível faz o alvo clicar no link ou baixar o arquivo.

• É hora de se armar: Este é o momento em que são criadas as armadilhas e o criminoso decide quais armas usar no ataque. Talvez uma página falsa para coletar usuário e senha. Talvez um phishing direcionado como se tivesse partido do diretor de operações da empresa falando sobre as últimas medidas que a empresa está realizando para o retorno pós-Covid. Nesta fase eles vão também preparar e configurar as ferramentas para o ataque, criar domínios e organizar o cronograma do ataque. Por melhor que seja o grupo criminoso, eles deixam rastros e causam ruído. Um bom time de inteligência cibernética pode detectar domínios sendo criado ou mesmo discussões nos fóruns da darkweb indicando um ataque.

• O ataque (delivery): O ataque começa quando o e-mail para phishing é disparado ou quando o servidor exposto é dominado. Se o criminoso domina um servidor exposto, o ataque progride de fase. Quando é um malware anexado em um e-mail é preciso esperar o usuário desatento baixá-lo e esperar o momento programado para o malware avisar que está tudo pronto.

• Exploração: Aqui começa a navegação dentro da infraestrutura da organização-alvo. Dependendo de qual foi a porta de entrada, agora o criminoso está dentro e vai se tornar um administrador por exemplo. Roubar arquivos de senha, desabilitar regras de firewall. O atacante quer ter certeza de que consegue ficar indetectável pelo tempo de que precisa para cumprir seu objetivo.

É fácil adivinhar a sua senha? Uma sequência numérica de 4 dígitos pode ser quebrada em menos de um segundo por softwares atuais. Que tal uma palavra comum, digamos Botafogo… Em sete minutos um laptop comum a quebra. O simples fato de usar oito digitos e misturar letras, números e caracteres já eleva para um mês. As minhas senhas, com 20 caracteres entre todos os possíveis no teclado, os melhores algoritmos levariam 10 mil séculos para quebrar (até a computação quântica chegar de vez, pelo menos). Muitas vezes o criminoso é pago por outro para realizar o ataque com o objetivo de roubar informações confidenciais, plantar informações ou sabotar projetos. O objetivo pode ser roubo de dados pessoais para futura extorsão ou ainda simplesmente dar uma mensagem política. Qualquer que seja o objetivo é nesta fase que o criminoso se prepara para atingir com o menor esforço e maior segurança (por mais contraditório que pareça).

• Porta dos fundos (backdoor): O grupo criminoso quer garantir que irá continuar com acesso, mesmo que eventualmente o atual seja descoberto ou apagado por engano, por exemplo, se por qualquer motivo for trocado o endereço da máquina ou mesmo desligada. Então várias backdoors são criadas para garantir a volta do bandido sempre que for desejada.

• Comando e Controle: Quando já dominaram a rede e criaram usuários administradores e, agora, têm poder total sobre a organização, eles podem fazer o que quiserem, inclusive desligar tudo, criptografar todas as máquinas e roubar todas as informações. As consequências vocês podem imaginar. Pense nos sistemas que poderiam ser comprometidos e os criminosos terão acesso. O que eles podem fazer como administradores desses sistemas? Eles poderiam transferir dinheiro? Parar uma máquina? Sobrecarregar uma perfuradora? Desviar a rota de um avião? Enviar e-mail para um cliente em nome do CEO? Apagar todos estes rastros depois? A resposta a estas perguntas vai depender de quanto estes sistemas, suas arquiteturas e a arquitetura de rede da empresa foi pensada com a possibilidade de, um dia, um criminoso estar ali com acesso de administrador.

• Ação: Os criminosos, enfim, atingem seus objetivos, seja roubando informações pessoais ou confidenciais, seja destruindo documentos ou dados, ou ainda sabotando empresas e atacando sistemas industriais. Se você foi vítima recente de um ataque de ransomware, como várias organizações foram recentemente no Brasil, até aqui você ainda não sabe o que já aconteceu. O grupo criminoso que escolheu a sua empresa como alvo já realizou o trabalho, provavelmente, já foi pago por isso.

• Hora de apagar os rastros: Ao longo do processo, os criminosos apagam seus rastros. Mascaram o endereçamento IP onde estão e deletam registros sistêmicos que possam ter gravado alguma movimentação. Muitas vezes vão embora sem deixar vestígios. Mas há outros que preferem fazer barulho ao sair, às vezes como parte do objetivo do grupo. “Acordam” um tipo de software malicioso chamado ransonware que recebeu esse nome em função do radical “ranson”, resgate em inglês. O programa criptografa máquinas infectadas tirando a condição dos administradores da rede reagirem.

Retomo o que comentei no início do texto: foram sete dias em um ambiente com todas as máquinas criptografadas, trazendo de volta à vida a empresa daquele CEO. Fomos acionados na madrugada em que o ransomware fora disparado. Descobrimos depois, com as nossas investigações, que a fase de delivery, tinha sido realizada seis meses antes, e que a fase inicial de investigação, há mais de oito meses. Se conseguíssemos obter estes dados investigando, teria sido possível que fossem descobertos quando os eventos aconteceram e as reações teriam efeitos mais satisfatórios evitando um desastre maior.

Altos investimentos em segurança não substituem pessoas treinadas nem processos bem definidos e seguidos à risca diariamente. Não há solução mágica para proteger uma empresa. A melhor comparação que costumo fazer é com a higiene pessoal: é diário, constante. Todos os dias novas brechas de segurança são identificadas nos sistemas operacionais, aplicativos de mensagem ou bancos de dados. Os fabricantes dessas ferramentas trabalham incansavelmente para corrigir e publicar novas versões que corrigem falhas. Muitos dos ataques que aconteceram nos últimos 30 dias no Brasil exploraram falhas de segurança conhecidas há mais de 12 meses. Por que não foram corrigidas? Provavelmente porque não exista um processo para isso, com a devida importância e prioridade.

Proponho uma reflexão sobre um episódio que está dando o que falar no mundo da segurança cibernética lá fora: a demissão de Chris Krebs, diretor da Cybersecurity and Infrastrucuture Security Agency (CISA). Ele era considerado o CISO (Chief Information Security Officer) dos EUA e principal conselheiro da Casa Branca quando o tema é segurança cibernética. Enquanto todos lamentam a campanha do atual presidente para desacreditar suas eleições, eu me pergunto como se valoriza a figura do CISO por aqui. Muitas vezes “escondido” sob um gerente de infraestrutura de TI, ou abaixo de um diretor de segurança física, raramente o CISO tem a voz estratégica que deveria ter e só é lembrado na hora de um grande ataque, como os recentemente divulgados.

Estamos em plena revolução digital, cada vez mais ampliando a exposição à internet. Tecnologias como IoT, Inteligência Artificial, computação em nuvem, blockchain, analytics e automação são fundamentais para os negócios das empresas e para o governo e não há outro caminho a não ser tirar o maior proveito destas tecnologias para os negócios. Com isso, todo CEO, todo líder, deve combinar o avanço tecnológico com a inovação da sua organização e precisa do CISO ao seu lado na mesa de decisões apontando quais avanços trazem novas ameças digitais e como minimizá-las e empoderando o responsável pela segurança para fazer o que deve ser feito e quebrar esta escalada de ataques cibernéticos que estamos assistindo.

*André Fleury é diretor executivo da Accenture para Cibersegurança na América Latina 

ALSTOM SE COMPROMETE COM A INCLUSÃO DE DEFICIENTES

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Líder global em mobilidade se junta ao movimento de inclusão global de deficiência Valuable 500

Hoje, a Alstom se juntou ao The Valuable 500 – a maior rede de CEOs globais comprometidos com a diversidade – garantindo a inclusão de pessoas com deficiência em destaque em sua agenda de liderança. Os compromissos da Alstom são externos, no que diz respeito à acessibilidade de suas soluções de mobilidade a todos os passageiros, e internos, no que diz respeito à inclusão na força de trabalho da empresa.

Como parte de seu plano estratégico Alstom in Motion, lançado em 2019, os valores operacionais da Alstom foram explicitamente identificados como ‘Ágil’, ‘Inclusiva’ e ‘Responsável’. A posição da empresa sobre a inclusão de pessoas com deficiência pode ser encontrada na descrição do valor ‘Inclusiva’: Nós projetamos soluções de mobilidade inclusivas em um ambiente de trabalho e cultura onde todas as diferenças são abraçadas, respeitadas e alavancadas sem qualquer preconceito. Todos têm a oportunidade de contribuir e alcançar o sucesso na Alstom.

“Estamos muito orgulhosos de ser listados entre as empresas globais que consideram a inclusão uma prioridade. Incluir pessoas com deficiência no local de trabalho não é apenas a coisa certa a fazer, mas também ajuda a Alstom a criar melhores soluções para clientes e passageiros em todo o mundo. O desenvolvimento de produtos e serviços mais inclusivos, bem como garantir que nossa força de trabalho reflita a diversidade de passageiros, leva a melhores resultados para todos”, explicou Anne-Sophie Chauveau-Galas, Vice-Presidente Sênior de Recursos Humanos.

O compromisso da Alstom com os clientes e seus passageiros é melhorar a acessibilidade universal no setor de mobilidade, parte da qual garante total acessibilidade para pessoas com deficiência. Este objetivo pode ser alcançado por meio de:

• Estimular a acessibilidade universal por meio do design integrado das nossas soluções e serviços.

• Garantir a participação de pessoas com necessidades específicas em projetos de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento ou Research and Development).

Como nossa força de trabalho deve refletir a diversidade dos passageiros do mundo, a Alstom se compromete a aumentar o número de funcionários com deficiência, com especial atenção para:

• Desafiar equívocos sobre deficiência e emprego.

• Fornecer as habilidades e as ferramentas necessárias para recrutar e reter pessoas com deficiência.

• Demonstrar o compromisso a todos os níveis da organização e indicar os passos que cada pessoa pode tomar.

• Promover condições para um ambiente de trabalho mais inclusivo para pessoas com deficiência, minimizar o impacto que a deficiência de um indivíduo pode ter.

O Valuable 500 é um movimento global que coloca a inclusão da deficiência na agenda da liderança empresarial.

Esta organização sem fins lucrativos tem o objetivo de unir ao menos 500 dos líderes empresariais mais influentes e suas marcas para estimular a mudança sistêmica do ponto de vista empresarial, social e econômico. O objetivo é desbloquear o valor social e econômico das pessoas com deficiência em todo o mundo, porque o potencial de 1,3 bilhão de pessoas não deve ser ignorado.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Alstom 

ESPECIAL CIDADES: SANTOS

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Santos intensifica inovação com foco no cidadão

Sétima colocada no Ranking Connected Smart Cities 2020, sendo a primeira no eixo Meio Ambiente, Santos (SP) está adotando importantes medidas para se consolidar como cidade inteligente no cenário nacional e internacional. Nos próximos quatro anos, o governo municipal quer intensificar os investimentos em tecnologia da informação e comunicações (TIC) e promover parcerias público-privadas (PPPs), sempre com foco no cidadão e melhoria dos serviços públicos.

Para atingir este objetivo, o prefeito Rogério Santos (PSDB), ex-secretário de Governo e responsável por obras como a Nova Entrada de Santos, que resultou em melhorias na área de mobilidade urbana, drenagem e segurança, tem em seu plano de governo mais de 60 metas relacionadas aos temas. Também já realizou, no início do seu mandato, mudanças na estrutura organizacional da Prefeitura, com destaque para a criação da Secretaria de Planejamento e Inovação.



A pasta, a cargo do gestor público Fábio Ferraz (ex-secretário de Saúde e de Gestão), ficará responsável por coordenar as ações intersetoriais de TIC; implementar as PPPs; gestão e ampliação do moderno Centro de Controle Operacional (CCO); e o desenvolvimento do Planejamento Orçamentário  do Município – antes a cargo da área de Finanças -, para que os investimentos estejam alinhados aos anseios da população e aos indicadores e metas do PDR (Participação Direta nos Resultados), programa de meritocracia implementado a partir de 2013 pelo ex-prefeito Paulo Alexandre Barbosa.  

Após mudanças na legislação municipal, serão lançadas em breve as primeiras parcerias público-privadas da Cidade: gestão da iluminação pública, gestão dos resíduos sólidos, implantação de habitações de interesse social na região Central e oferta de internet gratuita (Wi-fi público).

EDUCAÇÃO

“A Educação será prioridade do nosso governo e queremos dotar todas as escolas com mais recursos de tecnologia para, assim, aprimorarmos tanto o ensino presencial quanto o ensino a distância, o que se mostrou muito necessário diante da pandemia”, destaca o prefeito Rogério Santos.

Nos últimos anos, 46 estudiotecas foram instaladas na rede municipal em parceria com a iniciativa privada, inovação que ampliou o acesso dos estudantes aos recursos tecnológicos, e também está em curso programa para incentivar os docentes a comprarem computadores portáteis, com a disponibilização de auxílio financeiro de até R$ 2 mil por profissional.

Outros focos são promover o ensino da economia criativa e do empreendedorismo nas escolas municipais e criar espaços tecnológicos nas sete Vilas Criativas, que são centros culturais instalados nos bairros de maior vulnerabilidade social (menor IDH) e que oferecem qualificação profissional, atividades culturais e convívio social.

DESBUROCRATIZAÇÃO

A Prefeitura também pretende que 100% dos processos administrativos se tornem digitais. Desde o final de 2014, com o início do sistema digital para a gestão integrada das informações, documentos e processos, 124 modelos de processos foram adotados.

A medida que reduziu em 75% o tempo de tramitação, além de gerado economia aos cofres públicos em gastos com papel, impressão, transporte e armazenamento, será estendida neste ano para o licenciamento de obras on-line, visando desburocratizar o processo de autorização para munícipes e empresários.

PARQUE TECNOLÓGICO

Uma grande aposta da Cidade para alavancar a inovação e o estímulo às empresas de tecnologia é a nova sede do Parque Tecnológico de Santos, concluída no final do ano passado.

O moderno edifício de 7.200 m² na Região Central irá abrigar o primeiro hub de inovação da Baixada Santista, que fará a conexão entre empresas que buscam tecnologia, startups, empresas incubadas, investidores e instituições de apoio ao processo de inovação e alavancagem de negócios, numa espécie de ‘shopping center’ de inovação tecnológica.

Cidade quer dobrar número de câmeras de monitoramento

A Segurança Pública, apesar de não ser responsabilidade das Prefeituras, é uma das principais preocupações dos brasileiros e tem recebido importantes investimentos em Santos. No segundo semestre de 2020, a Prefeitura inaugurou o moderno Centro de Controle Operacional (CCO), que é uma grande central de inteligência que faz o monitoramento da Cidade em tempo real e permite mais agilidade no atendimento a ocorrências.

O investimento para a instalação foi de R$ 40 milhões, entre recursos da Prefeitura, BNDES e Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias (Dade), do governo estadual. “Pretendemos dobrar o número de câmeras de monitoramento interligadas ao nosso CCO. Contamos atualmente com 1.498 câmeras instaladas e a nossa previsão é chegar em 3 mil câmeras em 2023”, explica o secretário de Planejamento e Inovação, Fábio Ferraz.

Para isso, o Município buscará recursos e parcerias com a iniciativa privada. Além do maior número de equipamentos, Santos quer aperfeiçoar os aplicativos disponíveis com interface mobile, para que os cidadãos possam acessar as informações e imagens captadas em tempo real pelos seus celulares.

QUER SABER MAIS SOBRE SANTOS? CONFIRA NOSSAS MATÉRIAS:
SANTOS É DESTAQUE EM MEIO AMBIENTE
AS DUAS FACES DO ACESSO AO SANEAMENTO BÁSICO
SANTOS, SP, É CONSIDERADA A CIDADE COM O MELHOR SANEAMENTO BÁSICO DO PAÍS

EMPREENDA FÁCIL INTEGRA PROGRAMA DO GOVERNO DE SÃO PAULO PARA ABERTURA DE EMPRESAS

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Inclusão de dados e plataformas vai simplificar ainda mais a jornada do empreendedor

Projeto pioneiro da cidade de São Paulo, o Empreenda Fácil agora faz parte do Balcão Único, iniciativa do Governo do Estado, em parceria com o Governo Federal e a Prefeitura, para centralizar e simplificar os processos de abertura de empresas.

Desde sexta-feira (15), o empreendedor pode abrir sua empresa por meio de um único acesso, eliminando as etapas realizadas tradicionalmente (viabilidade, DBE, Registro, Inscrição Municipal e Alvará de Licenciamento). Será uma integração de dados das esferas federal, estadual e municipal.

Com a migração para o Via Rápida Empresa (VRE), da Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP), o Empreenda Fácil passou a disponibilizar opções para o ciclo completo de empresas de baixo risco.

Em 2020, a JUCESP registrou mais de 200 mil novos negócios abertos, sendo que a cidade de São Paulo representa 40% desse conjunto, ou seja, cerca de 80 mil novas empresas.

“Os investimentos feitos pela Prefeitura de São Paulo nos últimos quatro anos no sentido de facilitar a abertura de empresas na capital, por meio do Programa Empreenda Fácil, e a recente parceria firmada com a JUCESP, foram determinantes para viabilizar a proposta de criação do Balcão Único. O novo processo melhora a experiência dos cidadãos na utilização do serviço, unificando etapas do caminho do empreendedor”, afirma Juan Quirós, secretário de Inovação e Tecnologia da cidade de São Paulo.

Empreenda Fácil é liderado pela Coordenadoria de Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT/CGTIC) em parceria com Secretaria Municipal da Fazenda (SF) e com a Prodam (Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo), com o apoio de vários órgãos da Administração Pública Municipal, Estadual e Federal.

Já o Balcão Único, do Governo do Estado, é de responsabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

“Estamos desde o início dessa gestão comprometidos em implementar em São Paulo um modelo desburocratizado de fomento ao empreendedorismo, inspirado nas melhores práticas internacionais avaliadas em visitas presencias realizadas pela equipe de governo, incluindo referências como: Emirados Árabes (Dubai e Abu Dhabi), Califórnia e Estônia”, disse a Secretária de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen.

RANKING DE NEGÓCIOS

A expectativa é que a simplificação do processo no Balcão Único contribua para melhorar a posição do Brasil no ranking Doing Business, iniciativa do Banco Mundial que realiza uma análise do ambiente de negócios em 190 economias (países).

Historicamente, a melhor posição do país foi a 100ª (2004 e 2005). Ainda está atrás, por exemplo, do Uruguai (101º), do Peru (76º), Colômbia (67º) e Chile (59º).

Em relação aos países do Brics, somos o último colocado: África do Sul (84º), Índia (63º), China (31º – Taiwan 15º e Hong Kong 3º) e Rússia (28º). E os primeiros colocados no o mundo são: Nova Zelândia (1º), Singapura (2º) e Hong Kong (3º).
Com informações da Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia – SMIT (Prefeitura de São Paulo) 

SOBREVIVÊNCIA DO NOVO CORONAVÍRUS NA ÁGUA E NO ESGOTO

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Outro levantamento, realizado em testes in vitro, por Wang e colaboradores, constatou a permanência do vírus em água de torneira sem desinfecção (adição de cloro), águas residuárias de hospital e esgoto doméstico por dois dias, a 20 ºC
Um estudo publicado por Casanova e colaboradores identificou a persistência de vírus semelhantes ao SARS CoV-2 em águas naturais e no esgoto, por mais de 10 dias. A pesquisa relata também a possibilidade de contaminação, por meio de gotículas (aerossóis) provenientes do esgoto infectado.

Outro levantamento, realizado em testes in vitro, por Wang e colaboradores, constatou a permanência do vírus em água de torneira sem desinfecção (adição de cloro), águas residuárias de hospital e esgoto doméstico por dois dias, a 20 ºC. Já em fezes e urinas, a permanência do mesmo vírus foi de 3 e 17 dias, respectivamente.

CENÁRIO NO BRASIL

No Brasil, 43% da população possuem esgoto coletado e tratado, enquanto 12% utilizam-se de fossa séptica (solução individual). Ou seja, 55% possuem tratamento considerado adequado; 18% têm seu esgoto coletado e não tratado, e 27% não possuem coleta, nem tratamento. No entanto, conforme o estudo “Recomendações para prevenção do contágio da covid-19 (novo coronavírus – SARS-CoV-2) pela água e por esgoto doméstico”, há muitos municípios brasileiros cujas águas de abastecimento público não são submetidas à etapa de desinfecção antes da distribuição persistindo a permanência de vírus responsável pelo SARS em água de torneira.

De acordo com Reginaldo Uller, CEO da Pague Menos Use Mais, como os recursos hídricos no Brasil, geralmente, são receptores de esgotos brutos, bem como esgotos tratados, mas sem a etapa de desinfecção, recomenda-se, o uso de um sistema que elimine os microrganismos.

“A população também pode adotar medidas de segurança para evitar a disseminação do novo coronavírus pelos recursos hídricos, por meio da implementação do sistema exclusivo de cobre antimicrobiano natural que elimina vírus, fungos e bactérias, incluindo o coronavírus, o Poupa Água Economia & Saúde”, ressalta.

Desenvolvido pela empresa Pague Menos Use Mais, especializada em desenvolvimento de soluções econômicas para residências, comércios e indústrias, o Poupa Água Economia & Saúde é uma válvula bloqueadora de ar revolucionária e inédita. Com inovador sistema de cobre antimicrobiano natural ativo, o Poupa Água, além de economizar em até 60% na conta de água, elimina fungos, bactérias e vírus, incluindo o coronavírus, existentes nas tubulações dos sistemas de água.

A válvula contribui para a redução do custo doméstico e a purificação da água brasileira, que sofre com a falta de tratamento de esgoto e a poluição, originadas pela indústria e agricultura, principais ameaças à qualidade da água no País.

Com informações da Assessora de Imprensa

#ConectaTalks | Igor Calvet, Presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)

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O presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Calvet, participou dessa edição do Conecta Talks e apresentou os projetos que a Agência vem trabalhando no contexto de smart cities; a participação da ABDI no CSCM DX 20 também foi tema da pauta.

Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, é especialista no mercado de cidades inteligentes, mobilidade, aeroportos, segurança pública, PPPs e inovação social. A executiva se destaca, principalmente, por fomentar as iniciativas voltadas para o desenvolvimento das cidades e conduz o Conecta Talks.

Nessa edição do Conecta Talks, a CEO da Necta entrevistou o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Calvet.

Na oportunidade, o executivo detalhou o trabalho da Agência no contexto da pauta de smart cities, com ênfase nos cases recentes, além de como será a participação no Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience 2020, que acontece na próxima terça, quarta e quinta (entre 08 e 10 de setembro), em formato 100% digital e por meio de plataforma dedicada.

A ABDI atua na promoção da transformação digital do setor produtivo, por meio da difusão e do apoio à implementação de tecnologias inovadoras e de novos modelos de negócios. A Agência trabalha com a criação de laboratórios vivos de demonstração e testes de tecnologias para cidades inteligentes.

#ConectaTalks | Entrevista Petras Amaral Santos, Head de inovação da Marcopolo

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O Head de inovação da Marcopolo, Petras Amaral Santos, fala os sistemas inteligentes da companhia que facilitam o deslocamento das pessoas, além da participação no Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience 2020

Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, é especialista no mercado de cidades inteligentes, mobilidade, aeroportos, segurança pública, PPPs e inovação social. A executiva se destaca, principalmente, por fomentar as iniciativas voltadas para o desenvolvimento das cidades e conduz o ConectaTalks.

A CEO da Necta recentemente entrevistou o Head de inovação da Marcopolo, Petras Amaral Santos, sobre a atuação da empresa, uma das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus do mundo.

Entre os destaques do bate-papo, se destacam os investimentos em inovação para desenvolver e implementar soluções para o transporte coletivo de passageiros nos principais mercados do mundo, bem como as ações sobre a participação da organização no Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience 2020.

O Grupo Marcopolo conta com a Marcopolo Next, divisão de inovação que responde pelo desenvolvimento de serviços e sistemas inteligentes que facilitem o deslocamento e a conexão das pessoas.

#ConectaTalks | João Octaviano Secr. de Logística e Transportes do Governo do Estado de São Paulo

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O secretário de Logística e Transportes do Governo do Estado de São Paulo, João Octaviano Machado Neto, participa do Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience 2020 e irá palestrar sobre rodovias inteligentes

Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, é especialista no mercado de cidades inteligentes, mobilidade, aeroportos, segurança pública, PPPs e inovação social. A executiva se destaca, principalmente, por fomentar as iniciativas voltadas para o desenvolvimento das cidades e conduz o Conecta Talks.

Recentemente a especialista entrevistou o secretário de Logística e Transportes do Governo do Estado de São Paulo, João Octaviano Machado Neto. Na ocasião, o secretário enfatizou o tema da sua palestra no na edição 2020 do Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience, que acontece nos dias 08, 09 e 10 de setembro, que será sobre rodovias inteligentes, destacando a segurança dos usuários, no contexto do transporte coletivo, com foco na conectividade e integração.

O secretário detalhou o projeto da maior concessão de rodovias do país, que começou a operar no início de junho: a nova concessão do corredor rodoviário Piracicaba-Panorama (PiPa), trecho que vai da região de Campinas (SP) até o extremo oeste do estado.