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Cidades criam estratégias para inovação digital

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Cidades criam estratégias para inovação digital
Foto: Banco de imagem/istockphoto

Acordo com UFRGS vai apoiar 20 cidades na criação de projetos locais de inovação urbana

Porto Alegre (RS) – Transformar a forma como as cidades se conectam, planejam e cuidam das pessoas. Esse é o espírito da nova parceria firmada entre o Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A iniciativa, oficializada nesta quinta-feira (9), pretende impulsionar a elaboração e a implementação de estratégias locais de transformação digital urbana (TDU), alinhadas às diretrizes da Portaria MCID nº 1.012, de 4 de setembro de 2025.

Para o Secretário Nacional de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Carlos Tomé Junior, a iniciativa reforça o papel do Governo Federal na promoção de políticas urbanas inovadoras e inclusivas. “Estamos construindo uma ponte entre o conhecimento acadêmico e a gestão pública municipal. A transformação digital nas cidades não é apenas sobre tecnologia, mas sobre melhorar o dia a dia das pessoas”, destacou.

O acordo prevê investimento de R$ 2,46 milhões e marca um novo passo na modernização da gestão urbana no país. Com o apoio técnico da UFRGS, serão selecionadas Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) que representarão as cinco macrorregiões do Brasil. Em seguida, 20 municípios serão selecionados para elaborar suas próprias estratégias de transformação digital, com suporte técnico das universidades e orientação institucional do ministério.

O trabalho resultará também na elaboração de um guia nacional que servirá de referência para todos os municípios brasileiros avançarem em suas jornadas de transformação digital urbana.

Fonte: Ministério das Cidades

Povos da floresta sofrem mais com o clima, diz líder extrativista

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Povos da floresta sofrem mais com o clima, diz líder extrativista
Foto: Tiago Queiroz/Estadão / Estadão

Em evento Pré-COP, trabalhadores reivindicam mudança dos debates

O presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Julio Barbosa de Aquino, defendeu, nesta terça-feira (14), que a próxima Conferência do Clima (em Belém, em novembro) será ocasião para trazer os povos da floresta para dentro do debate climático.

Ele participou do evento Pré-COP dos Povos e Comunidades Tradicionais, o primeiro de uma série de quatro encontros para debater temas socioambientais envolvendo os seis biomas brasileiros. Os resultados das discussões serão levados à COP30.

“Ninguém sofre mais com a questão climática do que as pessoas que moram na floresta e que vivem da agricultura familiar. São essas pessoas que produzem para levar alimento para a cidade”, afirmou.

Impactos

Aquino exemplificou que, quando o bioma sofre, o rio pode ficar intrafegável. “Nem os barcos chegam lá com alimento. Nem a produção sai de dentro desses territórios para fazer o comércio. Nem a merenda escolar ou o transporte escolar chegam”.

Para o presidente do CNS, esse é o debate mais importante porque é concreto. “Nós não temos extrativista se nós não tivermos o nosso rio protegido. Esse é o grande desafio que nós temos”.

Novas reservas

A quebradeira de coco Maria Nice Machado Aires, que mora na Baixada Maranhense, entende que a COP30 será tempo de defender as reservas extrativistas, tanto as que existem como as que podem ser criadas.

“Nós temos sido exemplos de fortalecimento da floresta. Até porque nós temos uma política diferenciada que defende o meio ambiente, e a política social e cultural”, afirmou.

Agenda do governo

A secretária nacional de povos e comunidades tradicionais, Edel Moraes, do Ministério do Meio Ambiente, argumentou que as reivindicações dos quilombolas, indígenas e extrativistas estão na agenda do governo federal para a COP. Inclusive, ela citou que uma das novidades da presidência da COP foi criar o Círculo dos Povos.

“O Ministério do Meio Ambiente conseguiu diminuir o desmatamento que afetava diretamente também comunidades extrativistas, povos e comunidades tradicionais”, afirmou a secretária do governo federal.

Justiça territorial

Presidenta do Comitê Chico Mendes, a ambientalista Ângela Mendes, filha do líder seringueiro, defendeu que o evento em Belém precisa olhar o legado da luta dos povos e das comunidades extrativistas.

“Não é possível fazer justiça climática sem fazer justiça territorial, sem reconhecer o direito e a importância desses povos”, afirmou. Ela considera indispensável a participação dos mais jovens e dos que atuam na defesa do meio ambiente. Ângela Mendes avalia que o potencial de comunicação feita pelos jovens pode ser fundamental para os avanços.

Mudança de temas

Diretor da organização não-governamental The Nature Conservancy, José Otávio Passos considerou que, historicamente, as conferências do clima têm se concentrado mais no debate para os países desenvolvidos sobre energia e combustíveis.

Para ele, as necessidades dos povos da florestas deveriam ser priorizados. “Falta a gente olhar para duas outras crises, a da biodiversidade e a social. Ter a COP na Amazônia é uma oportunidade de a gente colocar as pessoas e as comunidades no centro do debate climático”.

Fonte: Agência Brasil

COP 30: como será o transporte até a Blue Zone, área restrita da ONU em Belém

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COP 30: como será o transporte até a Blue Zone, área restrita da ONU em Belém
Foto: Prefeitura de São Paulo

Esquema de transporte foi criado para delegações e participantes chegarem ao Parque da Cidade. Sistema de transporte exclusivo contará com 15 linhas de ônibus.

A organização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30) divulgou mapas de acesso ao local do evento em Belém.

Um esquema de transporte foi criado para delegações e participantes chegarem ao Parque da Cidade, que abrigará a Blue Zone, área restrita da ONU.

Os participantes da Blue Zone vão contar com um sistema de transporte exclusivo, com 15 linhas de ônibus – (veja lista de linhas mais abaixo).

Ao todo, serão 250 veículos, sendo 40 elétricos e o restante equipado com tecnologia Euro 6 (de baixa emissão de poluentes), realizando trajetos específicos até o Parque da Cidade, segundo a organização.

As delegações hospedadas nos navios MSC Seaview e Costa Diadema, no porto hidroviário de Outeiro, distrito de Belém, também terão acesso a este plano de mobilidade.

Segundo a organização da COP, os pontos de ônibus são exclusivos e devidamente sinalizados com totens ou banners – (veja lista de paradas ao fim da reportagem).

O sistema funcionará 24 horas por dia, de 1º a 23 de novembro e o acesso será permitido mediante apresentação da credencial da Blue Zone ou carta da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC).

Em locais não atendidos pelos ônibus exclusivos, as linhas regulares da prefeitura de Belém também podem ser utilizadas. O ponto de desembarque mais próximo ao Parque da Cidade é na Avenida Almirante Barroso.

Acesso ao Parque da Cidade

Por razões de segurança e mobilidade na região, algumas vias de acesso ao Parque da Cidade terão bloqueios e barreiras de fiscalização. Por isso, os participantes que utilizarem serviço de táxi ou transporte por aplicativo só poderão realizar embarque/desembarque nas vias Av. Visconde de Inhaúma e Av. Rômulo Maiorana.

Não haverá estacionamento no local da conferência. Para veículos próprios (carros, ônibus ou vans), o embarque e desembarque será realizado na Avenida Duque de Caxias. A área será destinada somente para embarque e desembarque, sem permanência.

Belém também conta com uma rede de ciclovias e ciclofaixas ao redor da região do evento. Os participantes que estiverem hospedados na região podem usar opções para chegar ao evento como bicicletas e patinetes elétricos.

Linhas de ônibus exclusivos da COP 30

  1. COP – Outeiro
  2. Circular – Parque
  3. COP – Pte. Vargas
  4. COP – Aeroporto-Outeiro
  5. COP – Condomínios
  6. COP – Pedro Miranda
  7. COP – Mário Covas
  8. COP – Ver-O-Peso
  9. COP – Icoaraci
  10. COP – Jurunas
  11. COP – Marambaia-UFPA
  12. COP – Castanhal
  13. COP – Benevides
  14. COP – Mosqueiro
  15. Mosqueiro Vila

Fonte: Rede Liberal

A cidade brasileira que está revolucionando a tecnologia

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Florianópolis a cidade brasileira que está revolucionando a tecnologia
Foto: Divulgação/ Prefeituda de Florianópolis

Florianópolis se consolida como a cidade mais inovadora e tecnológica do Brasil, graças a polos de startups, programas sustentáveis e investimentos em tecnologia. O crescimento coloca a capital catarinense em destaque nacional e internacional.

Qual é a origem do destaque de Florianópolis em tecnologia?

A trajetória de Florianópolis como polo tecnológico começou com o Sapiens Parque, um ecossistema que conecta startups, universidades e empresas para fomentar inovação e empreendedorismo.

Além disso, a cidade investe em infraestrutura digital, como cobertura 5G, plataformas de serviços públicos e iniciativas de smart city que melhoram a mobilidade urbana e a gestão ambiental.

Por que Florianópolis chama tanta atenção?

A cidade se destaca por unir tecnologia, inovação e qualidade de vida:

  • Startups e empreendedorismo: ambiente propício para novos negócios.
  • Mobilidade inteligente: transporte público eficiente e soluções urbanas conectadas.
  • Sustentabilidade: programas de eficiência energética e gestão ambiental integrada.

Esses fatores consolidam Florianópolis como referência em cidades inteligentes na América Latina.

Quais elementos tornam Florianópolis única em inovação?

  • Sapiens Parque: hub de inovação com startups, universidades e empresas.
  • Projetos premiados de eficiência energética: reconhecimento nacional e internacional.
  • Iniciativas de smart city: integração de tecnologia para serviços urbanos.
  • Investimentos em conectividade: redes 5G, internet de alta velocidade e plataformas digitais para cidadãos.

Quem vai gostar de Florianópolis?

  • Empreendedores e startups: ambiente favorável para crescimento de negócios.
  • Cidadãos e famílias: serviços públicos mais eficientes e sustentáveis.
  • Visitantes e turistas: cidade moderna, tecnológica e conectada.

Curiosidades sobre a inovação em Florianópolis

  • Florianópolis é considerada a cidade mais inovadora do Brasil no Ranking Connected Smart Cities 2023.
  • O Sapiens Parque conecta centenas de startups e empresas de tecnologia na capital catarinense.
  • Projetos urbanos premiados internacionalmente colocam Florianópolis entre as referências de smart cities na América Latina.

O que esperar do futuro de Florianópolis?

Com a expansão de seu ecossistema de inovação, Florianópolis deve continuar crescendo como referência em tecnologia, sustentabilidade e qualidade de vida, consolidando-se como modelo de cidade inteligente no Brasil e na América Latina.

Fonte: Revista Ana Maria

Além do Planejamento: Explorar Futuros em Tempos Incertos

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Além do Planejamento: Explorar Futuros em Tempos Incertos
Foto: Freepik

Entre o previsível e o possível: repensando o planejamento urbano a partir dos futuros

O termo “planejamento urbano” parece carregar uma contradição de origem. Planejar vem de uma ideia de controle e previsibilidade, enquanto cidade, por definição, é organismo vivo, indisciplinado e incerto. Mais ainda: planejar, no uso institucional e técnico que fazemos hoje, carrega uma carga pesada do passado. Planeja-se para prevenir, corrigir, remediar. Planeja-se com base em modelos, diagnósticos e estatísticas. Mas raramente se planeja a partir de futuros.

O próprio termo ‘planejamento’ carrega em si uma armadilha conceitual. Derivado do latim ‘planus’, plano, nivelado, liso, planejar é, em sua origem, o ato de tornar algo plano, regular, previsível. É achatar, estandardizar. Aplicado às cidades, esse conceito herda o imaginário moderno de controle e racionalização do “território”. Planejar passa a ser sinônimo de ordenar, antecipar, estabilizar. No entanto, cidades não são homogêneas: são sistemas dinâmicos, contraditórios, conflituosos, indisciplinados. Ao tentar torná-las previsíveis, o planejamento frequentemente reduz sua potência emergente e ignora sua natureza rizomática (Deleuze & Guattari). Planejar, nesse sentido, acaba sendo mais um ato de contenção do que de criação. O futuro, afinal, não é algo a ser nivelado, mas a ser tensionado, imaginado, pluralizado, explorado.

Tem alguma coisa muito errada nisso. Seguimos usando o termo “planejamento urbano” como se o futuro fosse um destino a ser previsto e não múltiplas possibilidades a serem exploradas. Como se a cidade fosse estática, e não mutante, como se pudéssemos realmente prever o caminho de um lugar com base apenas no que ele já foi ou é.

Mais do que uma crítica semântica, trata-se de uma crítica epistemológica. O conceito de planejamento urbano como conhecemos deriva de uma lógica moderna de ordenamento, enraizada na crença de que o desenvolvimento é linear, progressivo e previsível. Mas o tempo das cidades não se encaixa nessa moldura. Vivemos tempos simultâneos, desiguais, acelerados e complexos. O tempo urbano é o tempo de Sasa e Zamani (Mbiti), de Kairos, e não apenas de Kronos (Barbour; Rovelli). Exige leituras que não apenas meçam o tempo, mas que compreendam seus ritmos, seus sentidos e suas intensidades (Lefebvre, Rosa).

Diante disso, o que proponho é um deslocamento de paradigma: do planejamento urbano para uma abordagem de futuros urbanos. Não se trata de trocar uma palavra por outra, mas de abrir o campo conceitual e prático da atuação sobre as cidades. Enquanto o planejamento busca controle, a abordagem de futuros reconhece a incerteza como elemento central de projeto. Enquanto o planejamento parte de dados pretéritos, a abordagem de futuros trabalha com sinais (fortes e fracos), tendências emergentes, cenários possíveis e imaginação estratégica (Voros).

Falar de futuros urbanos é incorporar o que chamo em meu último livro de Place Strategic Foresight©: a aplicação da exploração de futuros a cidades e lugares. Isso envolve métodos específicos, como mapeamento de drivers, análise de tendências, construção de cenários, backcasting, mas, principalmente, exige uma mudança de mentalidade. Cidades não devem ser moldadas apenas por projeções lineares, mas por visões desejadas e pluralidade de possibilidades. Isso não invalida os instrumentos tradicionais, mas os reposiciona como ferramentas dentro de uma estratégia mais ampla.

Ao adotar os futuros como lente, conseguimos superar o “planejamento para o presente”. Conseguimos escapar da futurofobia, o medo da incerteza, que nos paralisa, e evitar o delírio da futurotopia, a crença cega em um futuro redentor e homogêneo. Passamos a operar a partir do reconhecimento de que há futuros desejáveis, prováveis e possíveis, e também os indesejáveis. Cabe a nós, enquanto agentes urbanos, tensionar essa balança sempre para o lado da transformação e impacto positivos.

Cidades à prova de futuro não são aquelas que adivinham o que vem pela frente, mas aquelas que são capazes de responder, adaptar e transformar-se diante do que ainda não se manifestou. São cidades que combinam antifragilidade (Taleb), imaginação radical e governança distribuída. São lugares que cultivam singularidades e que se preparam não apenas para resistir às crises, mas para emergir melhores delas.

O futuro exige mais do que planejamento. Exige imaginação. Lugares não são apenas recortes espaciais no tempo presente, são também campos vivos de futuros possíveis. É hora de redesenhar a forma como pensamos a cidade, não como quem busca certezas, mas como quem se dispõe a explorar as incertezas e cultivar futuros.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

Apagão no Brasil causado por incêndio no Paraná durou pelo menos duas horas, diz ministério

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Apagão no Brasil causado por incêndio no Paraná durou pelo menos duas horas, diz ministério
Foto: REUTERS/Max Rossi

Problema começou às 0h32 em Bateias, em Campo Largo, na Grande Curitiba, e afetou todas as regiões do país; energia foi restabelecida entre 1h30 e 2h30.

O fornecimento de energia elétrica em pelo menos 20 estados e no Distrito Federal levou cerca de duas horas para ser totalmente restabelecido após o incêndio registrado na Subestação de Bateias, em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

O caso aconteceu na madrugada desta terça-feira (14), segundo o Ministério de Minas e Energia. Ainda não se sabe o que causou o fogo.

A falha no Sistema Interligado Nacional (SIN) foi registrada às 0h32, segundo a nota. O incêndio desligou toda a subestação de 500 kV (quilovolts), interrompendo momentaneamente a interligação em todas as regiões do Brasil.

Segundo a Companhia Paranaense de Energia (Copel), 76 mil unidades consumidoras tiveram o fornecimento de energia interrompido em todas as regiões do estado. A maior parte delas, 42 mil, ficam na região Norte do Paraná. Disse ainda que o incêndio foi controlado pelos bombeiros e que nenhum equipamento da Copel ou de outra empresa que fica instalada na subestação foi danificado.

“Em razão da ocorrência, entrou em atuação o Esquema Regional de Alívio de Carga, um mecanismo de proteção que desliga automaticamente equipamentos do Sistema Interligado Nacional. A operação das instalações foi recomposta à medida que a situação foi controlada”, informou a Copel.

Ainda segundo o ministério, a recomposição das cargas se deu de maneira controlada e, até 1h30, todas as cargas das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste foram restabelecidas. As cargas da região Sul foram restabelecidas às 2h30.

Quase todo o Brasil é coberto pelo SIN, responsável pela transmissão de energia entre as regiões do país. São usinas, subestações e redes de distribuição que formam um único sistema de linhas de transmissão. Funciona sob coordenação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Segundo apurou o g1, além do Distrito Federal, foram registradas falhas nos estados de: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Leia a nota na íntegra

Ministério de Minas e Energia

“Às 00h32min ocorreu perturbação de grande porte no Sistema Interligado Nacional, com desligamento de cerca de 10.000 MW de cargas, de forma controlada (por atuação do Esquema Regional de Alívio de Carga – ERAC). A ocorrência teve início em incêndio em reator na Subestação de Bateias (Paraná) que desligou toda a subestação de 500 kV, desinterligando as regiões Sul e Sudeste/Centro – Oeste, ocasionando contingência severa. O retorno dos equipamentos e a recomposição das cargas se deu de maneira controlada, logo nos primeiros minutos, sendo que até 1h30min todas as cargas das Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro – Oeste foram restabelecidas. As cargas da Região sul foram recompostas totalmente por volta de 2h30min. O tempo de recomposição total foi inferior às ocorrências deste porte já ocorridas no SIN. Está programada para hoje reunião preliminar com os principais agentes envolvidos para identificar as causas e o ONS deverá realizar reunião preliminar de Análise da Perturbação para início de elaboração do Relatório de Análise da Perturbação – RAP até sexta-feira, 17/10”.

Sistema Interligado Nacional (SIN)

“O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) confirma que nesta terça-feira, 14 de outubro, às 0h32, houve uma ocorrência no Sistema Interligado Nacional (SIN) que provocou a interrupção de cerca de 10.000 MW de carga, afetando os quatro subsistemas: Sul, Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte. A ocorrência teve início com um incêndio em um reator na Subestação de Bateias, no Paraná, desligando toda a subestação de 500 kV e ocasionando a abertura da interligação entre as duas regiões. No momento, a região Sul exportava cerca de 5.000 MW para o Sudeste/Centro-Oeste. Na região Sul houve perda de aproximadamente 1.600 MW de carga. Nas demais regiões, houve atuação do ERAC- Esquema Regional de Alívio de Carga. No Nordeste a interrupção foi da ordem de 1.900 MW, no Norte, de 1.600 MW e no Sudeste, de 4.800 MW. Assim que identificou a situação, o ONS iniciou ação conjunta com os agentes para restabelecer a energia nas regiões. O retorno dos equipamentos e a recomposição das cargas se deu de maneira segura, logo nos primeiros minutos, sendo que em até 1h30min todas as cargas das Regiões Norte, Nordeste, Sudeste/Centro – Oeste foram restabelecidas. As cargas da Região Sul foram recompostas totalmente por volta de 2h30min após a ocorrência. Uma reunião com os principais agentes envolvidos na ocorrência está programada para ser realizada ainda hoje. O ONS deverá realizar ainda uma reunião preliminar de Análise da Perturbação para início de elaboração do Relatório de Análise da Perturbação – RAP até sexta-feira, 17/10”.

Copel:

“A Copel informa que foi registrado um incêndio no reator de uma linha de transmissão, de propriedade e operado por Furnas, que fica localizado na área da Subestação Bateias, no município de Campo Largo, como parte do Sistema Interligado Nacional. O corpo de Bombeiros do Paraná controlou o incêndio. Nenhum equipamento da Copel nem de nenhuma outra empresa que fica instalada na Subestação Bateias foi danificado no episódio. Em razão da ocorrência, entrou em atuação o Esquema Regional de Alívio de Carga, um mecanismo de proteção que desliga automaticamente equipamentos do Sistema Interligado Nacional. A operação das instalações foi recomposta à medida que a situação foi controlada. Desligamentos no Paraná – A Copel informa que, em função da atuação do Esquema Regional de Alívio de Carga, 76 mil unidades consumidoras tiveram o fornecimento de energia interrompido em todas as regiões do Estado às 0h32. A maior parte delas, 42 mil, ficam na região Norte do Paraná. O Operador Nacional do Sistema (ONS) autorizou o restabelecimento 1h01”.

Fonte: G1

Comissão debate mobilidade urbana na perspectiva da mulher

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Comissão debate mobilidade urbana na perspectiva da mulher
Foto: Getty Images

A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados realiza nesta terça-feira (14) audiência pública para discutir a mobilidade urbana na perspectiva das mulheres. A reunião será realizada às 16 horas, no plenário 2.

O debate atende a pedido da deputada Lêda Borges (PSDB-GO). Ela afirma que o objetivo é discutir as desigualdades de gênero no acesso aos sistemas de transporte e aos espaços urbanos, além de propor políticas que tornem as cidades mais seguras e inclusivas para as mulheres.

Lêda Borges acrescenta que as mulheres, para conciliar trabalho e vida familiar, precisam enfrentar barreiras como insegurança, horários inadequados e falta de infraestrutura acessível.

“A ausência de políticas urbanas sensíveis ao olhar da mulher perpetua desigualdades e compromete o pleno exercício da cidadania”, diz a deputada.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Ônibus elétrico superarticulado é testado para o futuro Corredor Verde da 9 de Julho

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Ônibus elétrico superarticulado é testado para o futuro Corredor Verde da 9 de Julho
Foto: JF Diorio/Divulgação/Secom

Veículo de 22 metros integra fase de homologação e faz parte da expansão da frota não poluente

São Paulo começou a testar um novo modelo de ônibus superarticulado 100% elétrico que deve integrar o sistema de transporte municipal no futuro Corredor Verde da Avenida Nove de Julho. O veículo, do modelo Caio Millennium eBRT, com chassi BYD, passa por ensaios de homologação sob supervisão da SPTrans antes de ser incorporado à frota.

O ônibus tem 22,7 metros de comprimento, ar-condicionado, entradas USB, conexão Wi-Fi e estrutura silenciosa. Também conta com recursos ampliados de acessibilidade e segurança, como rampas automáticas e sinalização para pessoas com deficiência visual.

O novo modelo faz parte da política de renovação da frota com veículos não poluentes. São Paulo já conta com 961 ônibus elétricos em operação — 760 movidos a bateria e 201 trólebus — e prevê ampliar o número nos próximos anos.

Corredores Verdes

Os chamados Corredores Verdes de Transporte unem mobilidade elétrica, infraestrutura moderna e ações ambientais. O primeiro será implementado na Avenida Nove de Julho, com ônibus elétricos e pontos de parada equipados com placas fotovoltaicas para geração de energia solar.

O projeto inclui a modernização de 12 estações de embarque e desembarque do modelo Barbosa & Corbucci, distribuídas em quatro paradas: Getúlio Vargas, José Maria Lisboa, Estados Unidos e Guianas.

As novas estações terão geração de energia limpa com certificação I-REC, brises vegetados que reduzem o calor e filtram a luz solar, pintura cerâmica refletiva, coleta seletiva e painéis digitais com informações sobre clima e itinerários. Sensores medirão o microclima local e câmeras de segurança serão integradas ao programa Smart Sampa.

A requalificação também prevê a revitalização de 4.300 metros quadrados de canteiros centrais, com paisagismo e plantio de espécies nativas da Mata Atlântica, reforçando a proposta de sustentabilidade e melhoria do espaço urbano.

Fonte: Estadão

Cidades Conectadas e Cidadãos Seguros: Lições do Passado, Desafios do Presente e Possibilidades Futuras

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Londrina recebe outro prêmio nacional como uma das cidades mais inteligentes do País
Foto: Freepik

Entre o controle e a cidadania: como o uso responsável da tecnologia pode redefinir a segurança pública nas cidades brasileiras

Participei recentemente do Connected Smart Cities & Mobility 25, em uma mesa dedicada a uma reflexão sobre o papel das tecnologias no desenvolvimento de cidades inteligentes, onde eu tive a oportunidade de dialogar sobre seus usos na área de segurança pública. A experiência evidenciou um contraste marcante entre as perspectivas do setor privado e governamental em comparação àquelas que comumente circulam no ambiente universitário.

É fácil imaginar a reação crítica de muitos colegas acadêmicos diante de algumas soluções tecnológicas apresentadas como respostas aos desafios da segurança urbana — por exemplo, a ideia de proteger áreas habitadas a partir de uma lógica de delimitação e restrição, tentando conter riscos de fora para dentro. O discurso de “proteção” não poderia ocultar a intensificação da vigilância e da repressão? Não poderia criar zonas de controle social cercadas por tecnologias de monitoramento? Não poderia reduzir a política pública à gestão de riscos calculados, em que indicadores substituem direitos e a população se torna um conjunto de variáveis a serem administradas? Ainda que tais questões mereçam atenção, o objetivo deste texto não é enfatizar as divergências, mas sim destacar os pontos de convergência que emergem desse encontro entre diferentes olhares.

No decorrer do evento, dialoguei com diferentes especialistas, entre eles o Secretário Municipal de Ordem Pública de Niterói (Rio de Janeiro), Gilson Chagas e Silva Filho. A experiência da cidade, sintetizada no programa “Niterói Conectado”, ilustra como a combinação entre planejamento estratégico, investimento em tecnologias e integração de políticas públicas pode destacar um município no cenário nacional.

Esse conjunto de ações transformou Niterói em referência em segurança pública e inovação urbana, reconhecimento consolidado com a conquista do 1º lugar no Prêmio Connected 2025. A iniciativa alia gestão tecnológica à participação social, envolvendo especialistas e moradores na definição de metas até 2030. Os resultados são expressivos: redução consistente de homicídios e crimes patrimoniais.

O programa serve muito bem como exemplo de política pública municipal bem-sucedida, o que nos leva a algumas ponderações. A atenção parte do reconhecimento de que passado, presente e futuro estão intrinsecamente conectados e devem ser considerados de forma integrada em qualquer análise.

No campo da segurança pública, o presente configura um momento singular: nunca houve tantas ferramentas tecnológicas disponíveis, tamanha quantidade de dados gerados e, consequentemente, tanto potencial para compreender, avaliar e intervir sobre as dinâmicas criminais.

Esse cenário inaugura não apenas novas possibilidades de ação, mas também desafios éticos e políticos relacionados ao uso de informações sensíveis, à governança das tecnologias e ao equilíbrio entre eficiência operacional e respeito aos direitos fundamentais.

Para compreender esse presente, no entanto, é preciso olhar para os obstáculos históricos que marcaram o uso de tecnologias na segurança pública no Brasil. O passado mostra que a adoção de inovações enfrentou inúmeros entraves, como cultura burocrática arraigada, a resistência institucional às mudanças e a falta de infraestrutura adequada, que dificultavam a integração de dados e a modernização dos serviços.

A centralização das decisões, a pressão por metas numéricas e a rigidez dos procedimentos limitaram a autonomia operacional, enquanto a fragmentação de registros, a desorganização (até mesmo o desaparecimento) de arquivos e a subutilização dos sistemas informatizados comprometeram a eficácia das inovações. Além disso, a tradição autoritária e repressiva do regime militar, adiaram a adoção de práticas mais democráticas e preventivas – e adiam ainda hoje. Esses entraves, somados ao treinamento insuficiente e à eficiência irregular das novas tecnologias, resultaram em implementações parciais e desiguais.

Pensando no futuro mais próximo, destacam-se conflitos de escala e repercussão global, como a guerra na Ucrânia, o confronto em Gaza, a tensão entre Índia e Paquistão, além da guerra civil no Sudão e do avanço de grupos armados no leste da República Democrática do Congo. Esses cenários internacionais não estão desconectados da realidade brasileira: ao contrário, influenciam diretamente o ambiente de segurança no país.

A difusão de tecnologias e capacidades militares, intensificada pela circulação global de armas e pela facilidade de acesso a componentes de uso dual (com aplicações civis e militares), amplia a possibilidade de que grupos criminosos no Brasil tenham acesso a armamentos cada vez mais sofisticados. Devemos considerar a chegada de fuzis de alto calibre, miras eletrônicas, sistemas de comunicação criptografada e até drones armados ou adaptados para transporte de cargas ilícitas ou vigilância de territórios.

A crescente disponibilidade desses recursos aumenta o poder de fogo e a capacidade estratégica de facções criminosas, que passam a rivalizar não apenas entre si, mas também com o próprio Estado em determinadas regiões, colocando em risco a segurança pública e exigindo novas formas de regulação tecnológica. Mesmo que um município seja bem-sucedido em enfrentar essa realidade, outro pode não ter o mesmo sucesso, o que acaba por afetá-lo direta e/ou indiretamente.

Superar os obstáculos históricos no uso de tecnologia pela segurança pública exige mais do que investimentos em infraestrutura; requer mudanças culturais e institucionais profundas. Hoje, é fundamental promover uma governança baseada em transparência, regulação adequada e princípios de inteligência artificial responsável, garantindo que os algoritmos sejam auditáveis e livres de vieses.

A superação passa também pela integração de dados de fontes distintas, pelo fortalecimento da cooperação entre diferentes esferas de governo e pelo incentivo a parcerias equilibradas com o setor privado, sem comprometer o caráter público da segurança. Para o futuro, é necessário adotar uma estratégia integrada que combine fortalecimento do controle de fronteiras, aperfeiçoamento da legislação e da fiscalização e investimento tanto em inovação quanto em pesquisa e difusão.

Além disso, é fundamental ampliar a cooperação entre forças de segurança, instituições de defesa e órgãos de investigação financeira, de modo a enfraquecer as cadeias logísticas do tráfico de armas, ao mesmo tempo em que se promove uma agenda de prevenção social voltada à redução da demanda por esses arsenais nas dinâmicas criminais urbanas. Também é necessário investir na capacitação contínua de policiais, ampliar a participação social e fomentar uma cultura de alfabetização digital, permitindo que tanto agentes quanto cidadãos compreendam, questionem e legitimem o uso das tecnologias: Pessoas são fundamentais neste processo!

O desafio que se coloca diante das cidades brasileiras é, portanto, articular técnica, ética e compromisso democrático. A experiência de Niterói demonstra que é possível alinhar gestão pública eficiente, integração de políticas sociais e uso estratégico de tecnologias. Contudo, a sua repetição, mesmo em municípios com demografia e criminalidade semelhantes, não é garantia de sucesso. Mais do que replicar modelos ou erguer barreiras, trata-se de pensar cidades verdadeiramente conectadas, capazes de integrar territórios e cidadãos em torno de soluções compartilhadas e inclusivas. O futuro da segurança urbana dependerá da capacidade de superar entraves históricos, enfrentar riscos globais e, sobretudo, garantir que desde hoje a inovação seja guiada por demandas em múltiplas escalas — do regional ao local — e participação cidadã. Somente com esse conjunto de ações será possível alinhar avanços tecnológicos e direitos humanos, garantindo eficiência sem abrir mão da justiça social.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

O papel da inteligência artificial e as barreiras para o uso de táxis-robôs no Brasil 

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O papel da inteligência artificial e as barreiras para o uso de táxis-robôs no Brasil 
Foto: Getty Images

Uso da inteligência artificial permite compartilhar as informações coletadas nas viagens com outros veículos da frota

A adoção de robotáxis ou táxis-robôs cresce na América do Norte, Europa e Ásia. A Waymo aumenta sua frota nos Estados Unidos, a Tesla usará o modelo Y para fazer o transporte de passageiros no Texas e lançará o Cybercab, veículo focado no transporte de passageiros, em 2026. No mesmo ano, a Uber Technologies, que firmou parceria com a Beijing Momenta Technology, que opera sistemas autônomos na China, implantará táxis-robôs em sua plataforma em vários mercados globais, começando pela Europa.

A disseminação dos veículos sem condutores foi possível pelo desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), capaz de analisar e processar as informações geradas pelo sensor lidar (light detection and ranging), radares, câmeras e receptores externos de áudio, que funcionam como se fossem olhos e ouvidos de um motorista humano. A Waymo, precursora dos robôs-táxis, usa os dados gerados pelos sistemas e analisados pela IA para fazer uma navegação capaz de “avistar” outros veículos, ciclistas, pedestres e entender semáforos e sinais de trânsito.

A IA é capaz de lidar com a complexidade e a diversidade de cenários que acontecem no trânsito de grandes cidades, incluindo o comportamento errático dos condutores de outros veículos e pedestres, se um animal cruza uma via e até mudanças do clima, como a ocorrência de diferentes volumes de chuva, que interferem na condução do veículo. A tecnologia ainda avalia a forma mais segura de o veículo fazer uma conversão em uma interseção movimentada ou o melhor momento para ingressar em uma faixa e, caso não seja possível realizar a ação por questões de segurança, a rota é refeita.

Aprendizado constante

Outro benefício proporcionado pela IA é a possibilidade de cada veículo compartilhar informações coletadas nas viagens com o restante da frota. As experiências e o conhecimento sobre o comportamento dos condutores humanos e pedestres coletados pela IA de um veículo são compartilhados, quando há uma conexão de internet disponível que possibilite a transferência de dados, com os demais veículos da frota. Dessa forma, todos os veículos mantêm um aprendizado constante e são capazes de saber, por exemplo, se há uma obra nova em alguma via e é necessário fazer um desvio.

Antes de começar a transportar pessoas, os veículos operados pela Waymo rodaram mais de 40 milhões de quilômetros no período de testes, e o tráfego ocorre em vias previamente mapeadas. Além da capacidade tecnológica, o foco principal no desenvolvimento dos sistemas e da IA é a segurança no transporte. Segundo uma pesquisa da seguradora Swiss Re, os veículos autônomos da empresa são mais seguros do que aqueles conduzidos por humanos, com 92% menos reivindicações de responsabilidade civil em casos de acidentes.

Saber como os robotaxis funcionam antes de termos esse tipo de veículo trafegando no país é essencial para legisladores, empresas, motoristas e pedestres brasileiros. É importante ressaltar que, além de toda a tecnologia disponível no veículo, o foco não foi a velocidade no transporte, mas a segurança de passageiros, condutores humanos e pedestres.

Táxis-robôs e a mobilidade segura

No Brasil, o Projeto de Lei 1.317 de 2023, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, e o PL 3.641 de 2023, que dispõe sobre as diretrizes para a circulação, operação e uso de veículos autônomos no território nacional, ressaltam a importância de serem realizados testes para avaliar o funcionamento dos sistemas na realidade do país, sendo que, em caso de sinistros, esses testes devem ser paralisados, além da criação do cadastro nacional de acidentes com veículos autônomos, ações que também aconteceram nos EUA.

O Brasil pode caminhar em uma velocidade abaixo de outros mercados para a implantação dos táxis-robôs, mas, mais importante que a velocidade, são os cuidados de empresas e reguladores nos processos para que a implantação da tecnologia promova benefícios de mobilidade de forma segura à população. É importante que, além de conhecer as vias e as leis, a capacidade da IA de analisar o comportamento dos condutores humanos e pedestres seja usada para definir as rotas e as ações mais seguras no trânsito.

Fonte: Mobilidade Estadão