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CONHEÇA OS 10 MAIORES MITOS E VERDADES SOBRE A ENERGIA SOLAR

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Projeto deixa a construção feia? Custo da instalação é muito alto? SolarVolt desvenda as principais inverdades espalhadas sobre a fonte fotovoltaica

A energia solar é uma das fontes renováveis que mais tem crescido muito nos últimos anos, principalmente por ser uma alternativa sustentável e de baixo custo. No entanto, ainda existem algumas inverdades sobre o setor que acabam gerando dúvida nos consumidores.

Diante disso, a SolarVolt Energia, maior integradora de energia solar de Minas Gerais e uma das principais do país, elencou os 10 principais mitos e verdades sobre a fonte para que as pessoas conheçam melhor essa alternativa.



1 – Placas solares não funcionam em dias frios ou nublados

Mito. Essa é uma das maiores inverdades espalhadas sobre a fonte. De fato, a eficiência energética de sistemas solares é reduzida em dias nublados, no entanto, isso não significa que as placas irão parar totalmente de produzir energia, haja vista que, embora o sol esteja encoberto, ainda há luminosidade.

2 – Precisam de manutenções constantes

Mito. A estrutura dos painéis solares é muito simples e não conta com partes móveis ou encaixes flexíveis que exijam uma manutenção com regularidade. Quanto à sujeira, a própria inclinação da instalação e a água da chuva costumam garantir que estejam limpos. Caso isso não aconteça, a limpeza pode ser feita pelo próprio proprietário.

3 – Projeto solar deixa a construção feia

Mito. Atualmente, a tecnologia dos painéis solares está muito evoluída, assim como as técnicas construtivas. Assim, basta o arquiteto estruturar um projeto que alcance um resultado esteticamente bonito e ao mesmo tempo funcional.

4 – Podem durar mais de 25 anos

Verdade. Após a instalação dos painéis fotovoltaicos, os equipamentos podem durar mais de 25 anos e provavelmente com 80% de seu desempenho.

5 – O investimento em energia solar é muito alto e não compensa o retorno

Mito. O custo para a instalação de projetos solares caiu muito nos últimos anos. Além disso, o retorno do investimento leva, em média, cerca de cinco anos.

6 – O acesso a linhas de financiamento para instalação de projetos solares é muito difícil

Mito. Hoje, o Brasil conta com diversas linhas de financiamento destinadas à implementação de sistemas solares, com baixas taxas de juros e com um longo prazo para pagamento do crédito. Basta procurar um banco de confiança e fazer uma avaliação.

7 – Energia solar deixa conta de luz mais barata

Verdade. Em meio a maior crise hídrica enfrentada pelo país e ao aumento constante nas tarifas de energia, o sistema solar fotovoltaico pode trazer grandes economias na conta de luz, reduzindo as tarifas em até 95%.

8 – É preciso baterias para armazenar a energia solar

Mito. Nem sempre esse método de armazenamento por meio de baterias é necessário. No Brasil, a maioria dos consumidores que optam pela geração solar participam de um sistema de compensação que é interligado à rede elétrica convencional da concessionária, dessa forma, a energia gerada que não é consumida será injetada automaticamente na rede, gerando créditos para o cliente.

9 – É preciso solicitar autorização para instalar o sistema fotovoltaico?

Verdade. Para fazer a ligação para o uso de energia solar em um imóvel é preciso solicitar a autorização junto à concessionária de energia da sua região para que profissionais capacitados façam essa avaliação.

10 – A energia solar não é segura

Mito. Os sistemas de energia solar são seguros e muito confiáveis, sendo projetados para suportar climas extremos, incluindo, chuva de granizo e até mesmo queda de galhos.

Em geral, existem muitas especulações sobre energia solar que muitas pessoas acreditam ser verdade, gerando desconhecimento sobre os reais benefícios da fonte. “Em casos de dúvida, a melhor opção é buscar respostas em fontes seguras, como veículos de notícias e empresas especializadas em energia solar, que tem propriedade para falar do assunto”, afirma Gabriel Guimarães, sócio fundador e diretor Comercial da SolarVolt Energia.

Com informações da Assessoria de Imprensa Seven PR

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SUDESTE TEM ALTA DE 97% EM FUSÕES E AQUISIÇÕES EM 2021

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Veja quais são as cidades com as maiores economias do Brasil
Foto: istockphoto/divulgação

O Sudeste do Brasil registrou 1472 fusões e aquisições em 2021, um aumento de 96,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando foram registradas 748 transações. O número das operações na região corresponde a 76,2% das 1931 transações envolvendo Unidades Federativas do Brasil realizadas em 2021. São Paulo lidera nacionalmente, com 1160 transações, atingindo 78,8 % do total regional.

Os dados constam na pesquisa da KPMG realizada trimestralmente sobre fusões e aquisições. Segundo o conteúdo, de janeiro a dezembro de 2021, foram realizadas os seguintes totais de fusões e aquisições nos seguintes Estados do Sudeste: São Paulo (1160), Rio de Janeiro (167), Minas Gerais (132) e Espírito Santo (13).



“A região Sudeste quase dobrou o total de fusões e aquisições de 2020 para 2021. Além disso, São Paulo continua liderando o número dessas operações e acumula a maioria das transações. Os demais Estados da região também demonstram força, uma vez que toda a região Sudeste apresentou aumento de fusões e aquisições. A expectativa é que esse forte aumento também contribua para a melhoria do ambiente de negócios e a retomada da economia”, afirma Fernando Aguirre, sócio de Mercados Regionais da KPMG no Brasil.

Região Sudeste 2021 2020
São Paulo 1160 601
Rio de Janeiro 167 74
Minas Gerais 132 67
Espírito Santo 13 6
Total Sudeste 1472 748

A pesquisa da KPMG destacou ainda que as operações de fusões e aquisições no Brasil encerraram 2021 com desempenho recorde, registrando ao todo 1963 transações nos últimos doze meses. Essa marca supera em 59% o total verificado ao longo de 2019 que era, até então, o melhor ano da série histórica, concluído com 1231 negociações. Dessa maneira, os resultados de 2021 consolidam o ano passado como o melhor período desde 1996, ano em que a pesquisa foi iniciada pela KPMG.

“Estes resultados consolidam a tendência de investimento em transformação digital e inovação protagonizados pelas companhias brasileiras e multinacionais, que têm feito aportes estratégicos em diversos segmentos de negócios. Isso indica ainda que a confiança em negócios relacionados com inovação permanece em uma rota crescente junto a investidores estratégicos e financeiros desde o início da pandemia, em 2020”, ressalta o sócio-líder de fusões e aquisições da KPMG no Brasil, Luis Motta.

O estudo indicou ainda que o último trimestre do ano passado também registrou recordes, com 602 negócios concluídos. Mantendo a tendência de alta observada nos últimos meses, este foi o melhor trimestre da história em qualquer tipo de comparação e ainda apresentou um forte crescimento em comparação aos trimestres anteriores de 2021 (respectivamente, do primeiro ao penúltimo, 375, 429 e 557).

Com informações da Assessoria de Imprensa Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação (RV&A)

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GOVERNO EM GOIÁS APRESENTA ÔNIBUS ARTICULADO 100% ELÉTRICO EM GOIÂNIA E REGIÃO METROPOLITANA

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ônibus elétricos

O veículo elétrico, produzido pela chinesa BYD, foi apresentado no estacionamento do Estádio Serra Dourada e vai rodar em caráter experimental no Eixo Anhanguera e extensões.

O Governo de Goiás, por meio da Metrobus e da Enel X, empresa de soluções em energia do Grupo Enel, apresentou nesta segunda-feira no Estacionamento do Estádio Serra Dourada, um ônibus articulado 100% elétrico. O veículo, que será produzido pela montadora chinesa BYD (Build Your Dreams), será testado durante um mês em Goiânia e Região Metropolitana para avaliação da viabilidade técnica e econômica de sua utilização nas linhas do Eixo Anhanguera. O evento contou com a participação do presidente da Enel Distribuição Goiás, José Nunes, o Head da Enel X no Brasil, Francisco Scroffa, o Governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado, do secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, além de outras autoridades.

Serão 30 dias de testes, onde serão analisados os indicadores operacionais de manutenção desse tipo de veículo e como funciona o sistema eletrônico dentro das características do trajeto na linha do Eixo Anhanguera e das suas extensões. O período de avaliação também será uma oportunidade para verificar a autonomia do veículo, tempo de carregamento, custo da operação, fazer treinamentos internos e conhecer os eventuais desafios de uma frota elétrica. No primeiro momento, o ônibus articulado não será testado com passageiros.



Os ônibus articulados elétricos foram desenvolvidos pela engenharia da BYD no Brasil e são totalmente adaptados para o mercado nacional. O Diretor da Enel X, Carlos Eduardo Cardoso, explica que a eletrificação do setor de mobilidade urbana é uma tendência crescente e irreversível. “Este é o primeiro ônibus elétrico que trazemos para Goiás, e para Enel X é um grande privilégio participar deste marco histórico do Estado. Reforça o compromisso que o Grupo Enel tem com Goiás. A mobilidade elétrica urbana é fundamental para o desenvolvimento das cidades inteligentes, que integram sustentabilidade e conectividade a serviço do bem-estar e da qualidade de vida da população”, ressalta Carlos Eduardo.

A Enel X apresentou um procedimento de manifestação de interesse ao Governo do Estado, por meio da Metrobus, para modernização da frota de ônibus com a transformação em veículos elétricos. Fazem parte deste estudo as parceiras estratégicas: Marcopolo e Urbi Mobilidade Urbana com os consultores Tauil Chequer e Radar PPP, liderados pela Enel X. O piloto contribuirá para avaliação da qualidade e benefícios do ônibus elétrico para os cidadãos.

As informações técnicas vão ajudar no planejamento do futuro da mobilidade em Goiás. Para o presidente da Metrobus, Francisco Caldas, o teste é um esforço do Governo de Goiás para aprimorar o transporte público na região metropolitana de Goiânia com mais qualidade e eficiência e na busca de uma cidade mais sustentável. “É um modelo que traz melhoria na qualidade do ar, redução de doenças respiratórias e uma modernização para o transporte público. O usuário vai perceber que é um veículo mais confortável, a começar pela redução de emissão de ruídos, com ar-condicionado, entre tantos outros benefícios”, comenta.

O período de testes com o ônibus elétrico será fundamental para a decisão do Governo de Goiás sobre os investimentos nesta tecnologia. Ao final do período de 30 dias, será possível comparar o ônibus elétrico com o veículo tradicional, movido a óleo diesel para uma percepção mais clara sobre os benefícios econômicos e de sustentabilidade ambiental. Com a aprovação, a expectativa é que seja efetuado um processo para que toda a frota da Metrobus possa ser substituída pelos veículos elétricos, com a chegada das primeiras unidades ainda em 2022.

O caminho natural em todas as grandes cidades do mundo é a busca por um transporte utilizando zero emissão de gases na atmosfera. Nesse contexto de sustentabilidade, uma frota

que use energia limpa e renovável é um importante passo para a redução de poluentes. De acordo com a fabricante, cada veículo elétrico deixa de emitir 110 toneladas por ano de CO2.

Especificações

O veículo elétrico em teste é do modelo D9W da fabricante BYD com carroceria Marcopolo. A autonomia é de no mínimo 250 quilômetros, com até 5 horas para recarga da bateria feita de fosfato de ferro, considerada a mais limpa e segura, já que é reciclável e à prova de fogo. O dispositivo de carregamento do ônibus, tecnologia Enel X, foi instalado na garagem da Metrobus. O modelo possui ar-condicionado, carregadores de celular e foi desenvolvido com suspensão pneumática em todos os eixos, o que proporciona mais conforto para os usuários.

O ônibus-teste é um articulado de 23 metros de comprimento com capacidade para transportar 170 passageiros, sendo 59 sentados, com espaço reservado para cadeirantes. Seu consumo energético, segundo a empresa fabricante, é equivalente a 1,2KWh/Km, com menor custo operacional e de manutenção que um veículo convencional. Os motores elétricos ficam embutidos nas rodas do eixo traseiro, são silenciosos e não emitem poluentes.

O modelo que entrará em testes em Goiânia tem vários recursos. Por exemplo, cada veículo está equipado com seis câmeras de alta definição, duas delas com infravermelho, em substituição aos retrovisores externos e internos. As câmeras permitem que os motoristas vejam pontos cegos e tenham facilidade de manobra, aumentando a segurança e garantindo mais conforto na viagem.

A coluna de direção é regulável, o que permite a regulagem de acordo com as características de cada motorista, melhorando a ergonomia. Já as portas seguem rigorosos padrões de segurança e são equipadas com sensores, o que evita que se fechem quando é identificado qualquer movimento próximo, o que deve melhorar o momento de embarque e desembarque.

A Montadora

A BYD chegou no Brasil em 2013 e instalou uma fábrica em Campinas (SP). A empresa tem 60 ônibus em circulação pelo Brasil, como em São José dos Campos (SP). No País, estão rodando 350 ônibus movidos a eletricidade, sendo a maioria deles trólebus – que são alimentados por meio de uma rede de fios instalada no trajeto percorrido pelo veículo. Além de Goiânia, várias cidades estão fazendo testes com os modelos elétricos da montadora, caso do Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP). Em 2020, a companhia chinesa inaugurou uma fábrica de baterias no Brasil na zona franca de Manaus.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Enel X

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COMITÊ DE DESENVOLVIMENTO DE NEGÓCIOS VAI ESTIMULAR PARCERIAS E A RENOVAÇÃO ESTRATÉGICA

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Revoluções Industriais e a Sustentabilidade Humana
Foto: Banco de imagem/istockphoto

Criado para fomentar negócios, dinamizar parcerias e articular ações que valorizem as empresas do setor de TIC. Este é o Comitê de Desenvolvimento de Negócios que desde setembro de 2020 é um espaço para que C-Levels e profissionais das áreas Comercial, de Marketing e Vendas das empresas associadas possam trocar experiências, falar sobre seus produtos e serviços e dialogar com especialistas convidados.

Liderado por André Elias Gonçalves, da IN – Inteligência de Negócios, o comitê teve vários temas relevantes na pauta das reuniões de 2020, tais como: tendências no mercado de TI, gestão de marketing digital, estratégias de vendas, planejamento estratégico, entre outros assuntos de interesse.



O comitê também participou da organização de uma mesa redonda internacional, aberta ao público em geral sobre Alfabetização de Dados, cujo vídeo completo está disponível no canal da ABES no YouTube.

“Em 2022, nosso objetivo é o de intensificar a integração entre os empresários e seus colaboradores, sempre tratando de assuntos e estratégias que alavanquem os negócios, valorizando as sinergias e as melhores práticas para este mundo em transformação. Em um mercado dinâmico, empreendedores e profissionais precisam se renovar. Este é um grupo no qual valorizamos as sugestões trazidas pelos participantes”, destaca André Elias.

A primeira reunião on-line do ano, agendada para 17/02, das 15 horas às 17 horas, terá a presença do estrategista e consultor Dagoberto Hajjar, da ADVANCE Consulting, que falará sobre as ‘Tendências de Mercado no segmento de TI para 2022 – Entendendo nosso Mercado para obter melhores Resultados”. As inscrições podem ser realizadas com Carolina Marzano, Assessora dos Comitês, pelo e-mail carol.marzano@abes.org.br.

Com informações da Assessoria de Imprensa da ABES

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FARMTANK: INVESTIDORES AVALIAM STARTUPS QUE PODEM RECEBER INVESTIMENTOS DE ATÉ R$ 1 MILHÃO

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O Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR) encerrou, juntamente com a Itaipu Binacional, a sua participação na Expo Dubai 2020, um dos maiores eventos do mundo

As 8 startups do setor do agro trouxeram soluções tecnológicas para demandas do campo. O resultado das selecionadas será divulgado até o final de fevereiro. 

O primeiro FarmTank, promovido pelo PTI-BR, Coopavel e Exohub, aconteceu na última sexta-feira, 11 de fevereiro, no Show Rural Coopavel, e contou com a apresentação de oito startups que buscam investimento para seus empreendimentos. Em apresentação de sete minutos, seguido de oito minutos de interação entre a banca e jurados, as startups poderão receber até R$1 milhão em investimento monetário, além de maior retorno através de ativos não financeiros, acesso à aquisições estratégicas, descontos em potenciais fusões e aquisições futuras, menor custo e maior velocidade na criação de novas linhas de receita, e maior proveito da escala e do balanço patrimonial. 

Além disso, os selecionados terão acesso a novos mercados, criação conjunta de novos produtos, capacitação em inteligência de mercado avançada, consolidação e fortalecimento no mercado principal da empresa, diversificação, aceleração, experimentação e inovação. Este é um primeiro evento de seleção de startups do fundo de investimento Transforma Agro Ventures, um fundo criado para receber aportes de empresas e pessoas físicas que queiram investir nas melhores mais inovadoras empresas de tecnologia do agronegócio. O fundo esta aberto a captações e investimentos durante o ano todo. 



A banca avaliadora do FarmTank foi composta por Michel Costa, diretor de expansão do Exohub; Andre Sih, Managing Partner da Fu2re Smart Solutions; Rodrigo Regis, diretor de negócios e inovação do PTI; e Guilherme Kudies, sócio da Ventiur Aceleradora. 

Para Sih, que atua em uma empresa que já atende instituições renomadas como Petrobrás e Microsoft, é importante que os empreendedores que estão entrando no mercado agora, tenham posicionamento assertivo. “Tenham um nicho, uma oferta de valor e arrisquem”. Essa foi a dica do investidor que hoje tem um capital de mais de R$100 milhões de reais. 

 partir de agora, as startups passarão pela etapa de diligência, e as melhores classificadas receberão investimento de até R$ 1 milhão (após processo de avaliação de seus dados operacionais, contábeis, societários e de governança para garantir que estejam aptas a receber investimento). E este é um passo para a conexão entre investidores e startups, conforme afirma o diretor de negócios e inovação do Parque, Rodrigo Regis. “Vimos aqui, na prática, que ao falar com investidores, as empresas precisam deixar claro o que estão buscando”. Regis comenta que a partir de agora a banca se reunirá para dar feedbacks às apresentações. 

A nota das startups será divulgada até o final de fevereiro, e as classificadas serão convocadas para iniciar o processo de due diligence. A divulgação você confere no site exohub.com.br. 

A dica de um R$1 milhão! 

O head de agtech, Guilherme Kudiess,  sócio da Ventiur Aceleradora, traz resposta ao questionamento de qualquer empreendedor: como conseguir dinheiro para crescer meu negócio? Kudiess afirma que investimento financeiro ofertado é apenas um impulso. “Dinheiro é a gasolina… Para ser usado, o carro (empresa, no caso) já deve estar pronto, e em funcionamento, senão, não há o que fazer com esse impulsionamento”.  

Para o sócio da Ventiur, a inovação no agronegócio brasileiro já é referência mundial, “e está na hora dessas tecnologias chegaram efetivamente até os produtores rurais que estão lá no campo”. Kudiess lembra que os produtores seguem fazendo “mais do mesmo” porque assim aprenderam, mas que este é o tipo de movimento, a exemplo do FarmTank que faz com que o agro seja cada vez mais tech. 

Com informações da Assessoria de Imprensa do PTI

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ÍNDICE DE PERDAS DE ÁGUA EM SUMARÉ É O MENOR DESDE 2015

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Startups usam tecnologia para economizar e purificar água

O trabalho para redução do índice de perdas em Sumaré é realizado de forma contínua pela BRK, empresa responsável pelos serviços de água e esgoto da cidade. O indicador fechou 2021 em 34,91% – menor média anual desde o início da concessão em 2015, quando esse índice era de 60%. Em 2020, o valor foi de 36,56%.

O índice vem caindo ano a ano graças ao trabalho realizado pela BRK no município. Com a redução para 34,91% em 2021, mais de 491,8 milhões de litros de água foram preservados. Com esse volume é possível abastecer cerca de 6 mil pessoas por um ano. Ao comparar 2015 com 2021, o volume preservado é de mais de 6,7 bilhões de litros, suficientes para abastecer cerca de 92 mil pessoas por um ano.



Essa redução é resultado do trabalho contínuo que a concessionária realiza na cidade. Entre as principais ações executadas em 2021 estão: 1936 ligações de água substituídas, 8,4 quilômetros de redes substituídas, cinco macromedidores instalados, 21 descargas preventivas hidrometradas, quatro hidrantes hidrometrados, duas novas válvulas reguladoras de pressão e equipes trabalhando em horários especiais, possibilitando a redução no tempo de atendimento de vazamentos.

A empresa também executa um trabalho importante para localizar vazamentos não-visíveis, com equipe noturna, por meio do hasteamento das redes. Em 2021, foram 1.127,62 quilômetros de redes hasteadas, além de 843 vazamentos não visíveis identificados e reparados. Outra ação importante é a setorização do abastecimento de água que consiste em designar redes especificas para abastecer cada região da cidade, permitindo a gestão e controle na distribuição. Com isso, a identificação dos vazamentos de água se torna mais ágil. Em 2021, foram criados quatro novos setores na cidade.

“O principal objetivo dessas ações é termos maior disponibilidade de água para a população de Sumaré e permitir o crescimento ordenado do município, diminuindo o impacto ambiental na captação e prestando assim um serviço de qualidade para a cidade. Ações que reduzam as perdas distribuídas de água vão ocorrer durante toda a concessão, uma vez que essa é uma atividade rotineira e contínua”, explica Rodrigo Zangirolami, gerente de operações da BRK em Sumaré.

O trabalho realizado pela empresa foi reconhecido no Prêmio Nacional de Sustentabilidade, realizado pela ABCON/SINDCON. A BRK ficou entre os cincos melhores projetos na categoria Proteção e Restauração de Ecossistemas com o projeto “Redução de Perdas de Água no município de Sumaré”.

“Em um ano em que vivemos uma grave crise hídrica em muitas regiões do país, é de extrema importância que ações que contribuam para a redução das perdas sejam valorizadas, reconhecidas e disseminadas”, comenta o gerente.

Em 2022, a concessionária vai prosseguir com o trabalho para redução do índice de perdas no município. Entre as principais ações para este ano estão a substituição de 12,9 quilômetros de redes e de cerca de 3870 ligações, instalação de dois macromedidores, hidrometração de cinco descargas preventivas e quatro hidrantes, além da criação de quatro novos setores de abastecimento.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Abcon Sindcon

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NEGÓCIOS DE IMPACTO COLABORAM PARA A CONSTRUÇÃO DE CIDADES INTELIGENTES

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Cidades mais inteligentes e humanas estimulam o desenvolvimento de negócios de impacto nos seus territórios, pois tem clareza que eles são muito importantes para a modernização destas cidades.

Você certamente já ouviu falar na sigla ESG (em inglês, Environmental, Social and Governance), conceito em voga que reúne práticas de boa governança social e ambiental. A adoção do ESG representa uma verdadeira mudança de paradigma, já que práticas tradicionalmente associadas à sustentabilidade passaram a ser consideradas como parte da estratégia financeira de empresas, sobretudo nos negócios de impacto. No horizonte de um futuro sustentável, despontam cada vez mais iniciativas que buscam solucionar problemas urbanos e melhorar a qualidade de vida das pessoas, gerando transformações sociais, ambientais e econômicas. Por isso, incentivar o empreendedorismo de impacto é cada vez mais essencial quando se fala em construir cidades inteligentes.   

Conciliar um modelo de negócio sustentável, capaz de gerar receitas próprias, com a missão de gerar impacto social ou ambiental positivo na sociedade são as características principais dos negócios de impacto. Como o objetivo principal, ou exclusivo, não é gerar lucro, os negócios de impacto se diferenciam dos negócios privados como os conhecemos. Por outro lado, eles também não se encaixam na definição clássica de terceiro setor (embora possam assumir a forma jurídica de organizações não governamentais), já que utilizam mecanismos de mercado para garantir a própria sustentabilidade econômica. Por causa desse caráter híbrido, o setor dos negócios de impacto vem sendo chamado de setor 2.5 (dois e meio). A importância deste setor fica ainda mais evidente neste contexto de pandemia em que estamos vivendo.



Esses negócios também medem periodicamente o impacto que geram e levam em conta os interesses de investidores, clientes e a comunidade. Essas duas características estão conectadas à importância da transparência e do contínuo diálogo com todas as pessoas que são afetadas pelo negócio, garantindo que haja responsabilidade social na sua condução. 

A consolidação do conceito de negócios de impacto é um passo importante para estimular o desenvolvimento de iniciativas deste tipo, já que auxilia no processo de criação de um ambiente favorável. Outro passo fundamental, já dado por diversos países, é a criação de políticas públicas para fomentar o crescimento desse ecossistema. Portugal, por exemplo, criou a iniciativa “Portugal Inovação Social”, que “visa promover a inovação social e dinamizar o mercado de investimento social em Portugal”. Aqui no Brasil, em âmbito federal, temos a Estratégia Nacional de Investimentos e Negócios de Impacto (ENIMPACTO).

Cidades mais inteligentes e humanas estimulam o desenvolvimento de negócios de impacto nos seus territórios por avaliar que eles colaboram com a concretização de objetivos de interesse público, essencialmente o de tornar o espaço urbano (ou rural) menos desigual e mais inclusivo e sustentável. Os governos municipais podem assumir um papel estratégico no desenvolvimento econômico em nível local, especialmente no que se refere à potencialização e ao apoio à criatividade, à visão empreendedora e aos propósitos de impacto social que já existem nas periferias das cidades. Esse fomento também contribui com a redução de desigualdades e com a inclusão produtiva e econômica.

A cidade de São Paulo tem enorme potencial criativo e empreendedor. Nos últimos anos, surgiram e se desenvolveram diversos negócios de impacto no município. São empreendimentos e iniciativas com o objetivo de gerar valor econômico e social, ou seja, que unem um modelo de negócio sustentável com a geração de transformações sociais positivas. Os negócios de impacto são importantes porque são capazes de gerar dinamismo econômico e inclusão produtiva e econômica das populações em situação de vulnerabilidade social. 

Em 2020, lançamos uma consulta pública para a elaboração do PL 437/20, projeto de lei do meu primeiro mandato como vereador, que tem como objetivo criar a Política Municipal de Fomento a Investimentos e Negócios de Impacto. O PL 437/20, construído em conjunto com a sociedade, foi aprovado em primeira votação e agora aguarda segunda votação na Câmara Municipal de São Paulo. O objetivo do projeto de lei é apoiar empreendedores sociais, sobretudo aqueles cujos negócios estejam relacionados à redução de desigualdades e ao desenvolvimento sustentável. O potencial econômico e social dos negócios de impacto devem ser reconhecidos, apoiados e aproveitados, já que colaboram para a construção de uma cidade mais humana e inteligente e com foco na qualidade de vida, nas necessidades sociais e na proteção aos direitos humanos de cidadãs e cidadãos que a habitam.

O projeto foi elaborado para apoiar o desenvolvimento de todo o ecossistema de impacto social de São Paulo, mas dá ênfase a estratégias que conferem maior atenção ao desenvolvimento de empreendedores, organizações intermediárias e negócios sociais das periferias da cidade, tendo em vista o objetivo de apoiar a construção de uma cidade inteligente e humana que utiliza tecnologia e inovação como habilitadores para a redução de desigualdades. É importante incentivar a participação e o protagonismo da população periférica na criação e gestão de negócios que propõem soluções para problemas sociais experimentados no cotidiano. 

Não por acaso, o fomento aos negócios de impacto social se alinha a uma série de objetivos de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas, como, por exemplo, promover o crescimento econômico inclusivo e sustentável; fomentar a inovação; reduzir a desigualdade e tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. É fácil perceber que os negócios de impacto social podem nos auxiliar a concretizar esses objetivos de desenvolvimento que pressupõem não deixar ninguém para trás. A atual crise nos mostra que, mais do que nunca, precisamos construir, para nossas cidades, futuros inteligentes, inclusivos e humanistas.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

TELEMEDICINA É SUCESSO À ESPERA DE REGULAMENTAÇÃO

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Ferramenta facilitou o acesso e será fundamental para melhorar a gestão da saúde, dizem especialistas em webinar da Anahp

A telemedicina é um instrumento bem-sucedido e consolidado, na opinião dos especialistas que participaram do webinar “O papel da telemedicina na expansão do acesso à saúde”, promovido pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), na última quinta-feira (10). No evento, Camila Botti, gerente de Tecnologias e Informações Clínicas da Amil, revelou que a operadora realizou mais de 1,5 milhão de atendimentos remotos em 2021 e que, atualmente, 15% do total das consultas acontece on-line “com alto índice de satisfação dos clientes e dos médicos”. Diante dessas e outras evidências semelhantes, Caio Soares, presidente da Saúde Digital Brasil (SDB), está convencido de que não faz mais sentido discutir se o modelo veio ou não para ficar. “Assim como não discutimos se o smartphone veio para ficar”.

Apesar disso, a telemedicina continua funcionando em caráter provisório no Brasil, associada à pandemia. “Corremos o risco de não ter uma regulamentação permanente quando a emergência passar”, alertou o presidente da SDB. A deputada federal Soraya Manato, que também é médica, afirmou estar empenhada na aprovação do Projeto de Lei que vai regulamentar o modelo. “A telemedicina é urgente e precisamos garantir a segurança jurídica e tecnológica para a atividade, para os pacientes e médicos”, explicou.



Marcelo Chaves Aragão, auditor federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União — Secretário de Controle Externo da Saúde, reforçou a importância da regulamentação sob o risco de “uma grande judicialização que pode impactar todo o sistema”. Além disso, acrescentou que regras claras são fundamentais para a adoção do modelo em larga escala no serviço público, que exige parâmetros e protocolos definidos para viabilizar concorrências e contratos.

De acordo com a deputada, no momento a tramitação está focada em esclarecer detalhes práticos, como o formato da primeira consulta, remuneração dos profissionais e alcance geográfico, pautas promovidas pelas entidades médicas. “Estamos trabalhando para que a telemedicina seja uma realidade à luz da lei”, afirmou.

Médicos e pacientes

Os médicos que adotaram o modelo estão satisfeitos, de acordo com a gerente de Tecnologias e Informações Clínicas da Amil, e mais de 2 mil credenciados já se ofereceram para prestar o serviço dentro da operadora. Botti explicou que a empresa destacou os médicos de família e generalistas para o pronto atendimento, “pela abordagem mais ampla, com atenção para a prevenção e os fatores de risco”, e selecionou os profissionais com melhor performance para as consultas eletivas. A Amil já oferece atendimento remoto para 50 especialidades.

Carlos Pedrotti, gerente Médico do Centro de Telemedicina do Hospital Israelita Albert Einstein, lembrou que os médicos são naturalmente preparados para examinar e tomar decisões sobre o tratamento, mesmo que seja por meio de uma tela. Por isso, a adaptação foi rápida. “Isso faz parte do dia a dia dele, que tem a sensibilidade de compreender rapidamente quando é o caso de indicar uma intervenção presencial”, explicou.

Do lado dos pacientes, a aprovação e a aderência foram imediatas. “Tanto que hoje monitoramos o risco de a telemedicina ser utilizada desnecessariamente por causa da comodidade”, revelou Botti, da Amil. Pedrotti garantiu que “a satisfação das pessoas é imensa. Estão muito felizes por poderem falar com um médico sem enfrentar fila ou pegar transporte público”.

Ainda assim, o médico do Einstein destacou que é fundamental melhorar a experiência do usuário, com plataformas mais acessíveis e recursos que tornem todo o processo mais simples e resolutivo.

Antônio Marttos, cirurgião da Universidade de Miami, sugeriu que é preciso consolidar a cultura de telemedicina. “A população e os médicos devem se sentir completamente seguros, entender que telemedicina não é Big Brother, que é feita por profissionais com práticas, ferramentas e tecnologia adequadas. E que não vai tirar o emprego de ninguém”.

Gestão

A redução de custos com a telemedicina é indiscutível. “89% dos pacientes que afirmaram ter optado por uma teleconsulta antes de ir ao pronto-socorro realmente não utilizaram uma unidade física nos dias seguintes”, contou a gerente de Tecnologias e Informações Clínicas da Amil. De acordo com Marttos, cada paciente que a telemedicina afasta do pronto-socorro significa uma economia de US$ 15 mil. Mas a “jornada digital do paciente”, como classificou Pedrotti, vai além disso.

A jornada digital ainda vai permitir acompanhamento mais eficiente do paciente e da evolução dos tratamentos, principalmente nos casos crônicos. “Com o 5G vamos monitorar e georreferenciar, por exemplo”, disse Caio Soares, presidente da SDB. “A digitalização da prática médica torna a medicina mais resolutiva e segura”, resumiu Pedrotti.

O executivo destacou, ainda, que o primeiro atendimento por telemedicina combate um gargalo enorme do sistema. “Esse contato traz informações antecipadas. Assim temos mais tempo e direcionamento para tomar decisões”, explicou. Marttos também chamou a atenção para a capacidade do modelo “produzir dados para a construção de políticas públicas”.

Felipe Cabral, coordenador do GT de Inovação e Saúde Digital da Anahp e gerente médico de Saúde Digital do Hospital Moinhos de Vento, acrescentou que essa jornada pode começar “antes do paciente ser paciente”, com a verificação permanente de indicadores, como peso e pressão, por meio da tecnologia. “Minha Alexa sabia que eu engordei 10 quilos na pandemia e poderia ter me avisado”, exemplificou.

E Pedrotti antecipou um futuro com equipamentos avançados de telepropedêutica, como câmeras de filtro infravermelho, inteligência artificial, dispositivos que auxiliam a ausculta a distância, entre outros, para aprimorar o atendimento. “Também espero a disseminação da infraestrutura, com internet mais rápida, por exemplo”. Para isso, acrescentou, “é fundamental uma regulamentação para estimular investimentos”.

Impacto social

Além da saúde, a telemedicina tem uma “repercussão social”, segundo Pedrotti. Ele aponta ganhos em economia de tempo, qualidade de vida, produtividade e impactos para o meio ambiente. E Aragão, do TCU, garantiu que o tribunal considera a ferramenta totalmente alinhada com as diretrizes do órgão de “promover a equidade e levar políticas pública para regiões menos favorecidas”.

Cabral, do Moinhos de Vento, fechou o encontro lembrando a necessidade de colaboração entre todos os agentes. Instituições, médicos e profissionais de áreas técnicas juntos para acelerar ainda mais o desenvolvimento da telemedicina e permitir “a cada dia mais acesso aos nossos pacientes”.

Com informações da Assessoria de Imprensa LLYC

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ABES E ANJOS DO BRASIL FECHAM ACORDO MIRANDO O SEGMENTO DE STARTUPS

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INOVATIVA DAY PROMOVERÁ CONEXÕES E TROCAS DE EXPERIÊNCIAS ENTRE OS AGENTES DO ECOSSISTEMA DE EMPREENDEDORISMO

Empreendedores apoiados pela organização terão acesso ao programa ABES Startup Internship Program e a diversos benefícios para impulsionar o crescimento de seus negócios

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software firma colaboração com a Anjos do Brasil, organização sem fins lucrativos com fins educacionais e que tem como missão fomentar o empreendedorismo brasileiro por meio da disseminação de conhecimento, conexão de apoiadores (os investidores anjos) a novos empreendedores e promoção de políticas públicas para incentivo e estimulo ao desenvolvimento econômico e social do Brasil. A parceria prevê a divulgação de iniciativas e ações de disseminação de conhecimento relacionadas a empreendedorismo e investimento em startups, como formações, cursos, capacitações e eventos, além de possibilitar o acesso das startups ligadas à Anjos do Brasil ao ABES Startup Internship Program, durante seis meses, sem custos.

O ABES Intership Program foi criado para fortalecer as startups, gerar sinergia entre fundos de investimentos, incubadoras e aceleradoras e contribuir para que os negócios possam superar as dificuldades presentes no mercado, colocando à disposição os mais de 35 anos de experiência da ABES nas áreas jurídica, regulatória, tributária e mercadológica. A iniciativa disponibiliza todos os serviços oferecidos pelas entidades a seus associados, como plantão jurídico-tributário, orientadores, guias, completa infraestrutura de compliance, diagnóstico LGPD, dados de mercado, e grupos de discussão sobre relevantes temas do setor, como IA, segurança cibernética, LGPD, tributário, entre outros. Detalhes do ABES Startup Internship Program estão disponíveis neste link e não há custos ou taxas para participar.



“Acreditamos que esta parceria será muito frutífera, pois considerando que a maioria das startups utilizam intensivamente plataformas de software para seus negócios, os serviços da ABES irão apoiar o seu desenvolvimento e crescimento, bem como gerar conexões relevantes com os seus associados. Ao mesmo tempo, a Anjos do Brasil irá compartilhar seus programas de capacitação para os associados da ABES para que estes possam se relacionar de forma mais efetiva com o ecossistema de startups”, declara Cassio Spina, fundador e presidente da Anjos do Brasil.

A Anjos do Brasil, pioneira no Brasil em incentivar e fomentar o investimento anjo para startups, oferece cursos no modelo EAD para que empreendedores e também investidores se sintam mais seguros em suas iniciativas inovadoras. Há ainda o Master Class de Investimento Anjo para Investidores, curso estruturado para uma experiência dinâmica e prática com oito aulas e o máximo de 30 alunos, que promove uma imersão completa nos fundamentos de investimento anjo para quem quer tornar-se um investidor baseado na experiência da própria Anjos. A conclusão dele dá acesso ao Alumni Educação Anjos do Brasil, um programa que oferece uma série de eventos e benefícios, como participações em webinars, palestras e workshops. “Estamos felizes por anunciar esta importante colaboração com a Anjos do Brasil no sentido de contribuir com o sucesso do empreendedor brasileiro, oferecendo conteúdos relevantes. Nada melhor que aprender com os erros dos outros. O nosso principal objetivo é colocar à disposição dos empreendedores, as melhores ferramentas e conhecimentos, para enfrentarem os desafios do mercado brasileiro”, afirma Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

Com informações da Assessoria de Imprensa Weber Shandwick Brasil

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2° PRÊMIO CAPES TALENTO UNIVERSITÁRIO ESTÁ COM INSCRIÇÕES ABERTAS

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Tecnologias redução de desigualdade
Foto: istockphoto/divulgação

Os estudantes com melhores notas ganharão R$5.000

Estão abertas as inscrições para a 2ª edição do Prêmio Capes Talento Universitário, que tem como objetivo reconhecer o desempenho dos estudantes e o desenvolvimento de suas habilidades cognitivas e acadêmicas com prêmios de R$5.000. As inscrições vão até o dia 13 de fevereiro e podem ser feitas aqui. A premiação é organizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Candidatos de todo Brasil realizarão uma prova com 80 questões de múltipla escolha sobre conhecimentos gerais. Os mil alunos com as melhores notas receberão o prêmio em dinheiro e, para participar, o aluno deve ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019 ou 2020, além de estar matriculado em um curso de graduação em 2021. Todas as informações estão disponíveis no edital que você pode conferir aqui.



De acordo com a Pró-reitora de Graduação (PRGA) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Janette Brunstein, a premiação é um reconhecimento público aos estudantes com melhor desempenho no Brasil. O prêmio dá destaque nacional aos jovens talentos acadêmicos a partir de uma prova de conhecimentos gerais, além de contribuir com o desenvolvimento de pesquisas do Ministério da Educação (MEC).

“Tal reconhecimento certamente impactará positivamente a vida dos estudantes, não somente lhes dando autoconfiança para, com seus talentos, irem ainda mais longe nas suas carreiras profissionais e nos estudos, mas também trará visibilidade no mercado de trabalho, abrindo portas”, destaca Brustein.

A coordenadora de Desenvolvimento Discente da PRGA, Paola Biselli, explica se tratar de uma oportunidade do estudante se testar, ao mesmo tempo em que procura entender a forma de avaliação externa à da Universidade e de que forma será seu desempenho. Com a análise, os estudantes podem procurar se desenvolver nos quesitos que tiveram mais dificuldade, reconhecer quais conhecimentos já internalizaram e tiveram facilidade para responder.

“A relevância desta premiação se dá pela própria entidade promotora, que tem uma atuação fundamental na Educação Superior Nacional. Ter a possibilidade de receber uma premiação de uma entidade nacional de tamanha importância para o avanço da ciência pode ser um marco no currículo do aluno”, indica a coordenadora.

Serviço

2º Prêmio Capes Talento Universitário

Data das inscrições: até 13 de fevereiro

Data da prova: 20 de março

Inscrições: Faça aqui

Edital: Acesse aqui

Com informações da Assessoria de Imprensa Instituto Presbiteriano Mackenzie

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