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SEBRAE-SP ABRE SELEÇÃO DE STARTUPS PARA FAZER NEGÓCIOS NOS EUA

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Fotografica relacionando lâmpada com inovação no paraná

Até 15 empresas serão selecionadas para participar de rodadas de negócios durante a Miami Tech Week em abril; inscrições estão abertas 

Startups paulistas que estão em busca de abrir mercado no exterior têm até o dia 21 de fevereiro para se inscrever no programa Miami for Startups, iniciativa inédita do Sebrae-SP que capacitará startups para fazer negócios nos Estados Unidos. O programa vai selecionar de dez a 15 startups para irem a Miami no período entre 16 e 23 de abril. Além da capacitação, os empreendedores selecionados receberão ingressos para rodadas de negócios com parceiros, visitas técnicas ao ecossistema de inovação local e participação nos eventos eMerge Americas e Miami Tech Week. Toda a programação técnica será subsidiada pelo Sebrae, cabendo aos selecionados os custos de passagem aérea e hospedagem. 

Para participar da seleção as startups devem estar em estágio avançado, com produto validado no Brasil, faturamento até R$ 4,8 milhões e sede no Estado de São Paulo. “Miami tem se tornado um dos principais destinos de startups brasileiras que querem crescer nos Estados Unidos e na América Latina. Vamos facilitar esse caminho gerando conexões relevantes”, afirma Michel Porcino, responsável pelo Sebrae for Startups, novo núcleo da instituição exclusivo para startups. 



O programa Miami for Startups está aberto para startups de todos os setores, mas haverá foco prioritário em dois segmentos: startups de saúde, ciências da vida e biotecnologia; e startups que atuam com fintechs, seguros, blockchain, crypto e correlatos. Para participar, os representantes também deverão ter fluência no inglês, além de estar com passaporte e visto americano válidos. 

O programa Miami for Startups abre uma nova agenda de atuação internacional do Sebrae, que implementará um conjunto de ações voltadas para promoção internacional do ecossistema de startups do Estado de São Paulo. A intenção é aumentar o grau de internacionalização das startups paulistas e promover conexões de longo prazo com outros ecossistemas. Ainda para este ano estão previstas missões de startups para Reino Unido, Portugal, México, Colômbia e Chile. 

Para inscrições e outras informações, basta acessar startups.sebraesp.com.br.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Sebrae-SP

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IOT CRESCE NO BRASIL E ESPECIALISTAS DEBATEM OS RUMOS DA TECNOLOGIA EM DIVERSOS SETORES

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Volume dos negócios atingiu R$ 8,5 bilhões, um aumento de 17,6% em relação ao ano anterior.

O mercado de Internet das Coisas (IoT) já movimenta R$ 8,5 bilhões no Brasil, segundo a consultoria IDC, oferecendo oportunidades de negócios para os profissionais e empresas em diversas áreas, desde Saúde, Agro, Indústria, Serviços, Varejo, Logística, Energia, Cidades de Residências Inteligentes. O aumento em relação ao ano passado foi de 17,6%.

Para debater este mercado em expansão no país, as principais especialistas e lideranças empresariais do setor estarão reunidas durante a 6ª edição do IoT Business Forum, que acontece online nos dias 22 e 23. A programação prevê discussões sobre os principais aspectos, as novidades e expectativas de futuro deste mercado, com destaque ao ecossistema de Saúde, Cibersegurança, Computação de Borda e Conectividade 5G.



A organização do evento preparou uma agenda que irá mostrar como as empresas estão desenvolvendo suas estratégias e negócios onde a IoT é um diferencial para a transformação digital das organizações, com casos reais de uso em diversos segmentos da sociedade, além de abordar a Cibersegurança, Computação de Borda e Conectividade 5G no setor.

“A Internet das Coisas oferece muitas oportunidades para impulsionar a inovação e já possui muitos exemplos de uso no Brasil e também conta com um plano de desenvolvimento baseado na Política Nacional de Internet das Coisas, anunciado pelo Governo em junho de 2019. Na prática, a tecnologia vem se fortalecendo em, diversos setores, incluindo o de Saúde, onde a necessidade de distanciamento entre médicos e paciente levou a indústria a desenvolver dispositivo de monitoramento sem contato, como, por exemplo, sensores em termômetros e o uso de Inteligência Artificial na assistência remota aos pacientes”, comenta Claudiney Santos, editor de TI Inside e organizador do evento.

Os especialistas convidados possuem larga experiência no setor, que deverá movimentar mais de US$ 1,8 trilhão até 2028 em todo mundo. A expectativa é que o Brasil possa ter forte participação nestes números e no desenvolvimento de aplicações avançadas para resolver problemas das pessoas e das empresas.

Os painelistas já confirmados

Pedro Peixoto, co-fundador da 10b e membro do conselho de administração da Rúmina

Lucas Pinz, diretor no Grupo Energisa

Andre Martins, CEO da NLT

Vinicius Uyeda, executivo da CrowdStrike

Yanis Cardoso Stoyannis, Customer Security Director da ERICSSON para a América Latina e presidente do Comitê de Segurança da ABINC

Gustavo Henrique Duani, Diretor de Cibersegurança da Claranet

Jorge Vergés, diretor de vendas da Cloudflare Latin America

Fernando Paiva, especialista em IoMT

Guilherme Machado Rabello, Head de Inovação do InovaInCor (núcleo de inovação do Instituto do Coração-InCor)

Dr. Cleidson Cavalcante, pesquisador colaborador no IPq, Instituto do Coração e HCUSP

Diego Barros Camacho, Connectivity Manager América Latina na Baxter/Hillrom

Katia Galvane, diretora para Insurance e Health da Nttdata Brasil

José Felipe Otero, vice-presidente da 5G Americas para América Latina e para o Caribe

Jose Almeida, CEO da WND Brasil

A programação completa e o formulário para inscrição gratuita podem ser vistos na página do evento AQUI

Com informações da Assessoria de Imprensa FonteMidia Americas

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INSEGURANÇA CIBERNÉTICA ESTÁ ALTA, MAS PODE PIORAR

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Na opinião de Adriano Filadoro, CEO da Online Data Cloud, a indústria de TI deve usar recursos como inteligência artificial e machine learning para identificar e corrigir mais rapidamente invasões a sistemas de terceiros

“Foi um hacker” é uma das frases mais repetidas, nos últimos tempos, para justificar ou tentar compreender quando um sistema sai do ar, ou quando há um grande volume de dados vazados, ou ainda quando alguém se apropria indevidamente de um ambiente virtual que não lhe pertence e passa a extorquir e até a ameaçar o proprietário. São muitos e cada vez mais frequentes os casos noticiados de invasões a sistemas que até então pareciam invioláveis.

No final do ano passado, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República encontrou indícios de que o responsável pelos ataques hackers contra o Ministério da Saúde e o Ministério da Economia acessou os sistemas fazendo uso de login e senha de um servidor do Executivo. Seja por facilitação ou invasão, fato é que os crimes digitais estão aumentando em volume e complexidade. A má notícia é que pode piorar com o 5G e ainda mais com a computação quântica.



Estudo divulgado pela empresa holandesa Surfshark revela que, somente no ano passado, 24,2 milhões de perfis brasileiros foram de alguma forma violados por ataques ou simplesmente invadidos por deixarem alguma brecha nos sistemas. Entre 20 países avaliados, o Brasil ocupa o sexto lugar em relação a crimes cibernéticos. “Infelizmente, todos estamos sendo seguidos por hackers. Hoje em dia existe até mesmo a possibilidade de se contratar serviços que infectam computadores de grandes corporações com o objetivo de enfraquecer a concorrência. Mais importante: pessoas e empresas têm de se perguntar quanto de informação estão dispostos a perder e avaliar, com auxílio de um consultor especializado, todos os riscos envolvidos”, afirma Adriano Filadoro, CEO da Online Data Cloud.

Há que se levar em conta que se trata de uma briga de gato e rato. Ou seja, hackers estão sempre tentando invadir sistemas. Quando conseguem, é preciso de um tempo para recuperar as informações perdidas. “Uma pessoa pode não recuperar fotos ou documentos que não contavam com back-up ou armazenamento em nuvem. Já uma empresa pode passar um dia todo off-line até que se possa restaurar o sistema. Mas há negócios que não dispõem sequer de dez minutos fora do ar, caso contrário a perda financeira — bem como reputacional — é imensa. É o status das informações que determina o ponto de recuperação”, diz Filadoro — alertando que há inúmeras soluções de back-up na nuvem e recuperação de desastres.

Na opinião do executivo, não se pode mais contar com a “sorte”. Com a implantação da tecnologia 5G em andamento, há a expectativa de uma verdadeira revolução no segmento de redes e comunicações, com taxas de transmissão ultrarrápidas — que podem ser 20 vezes mais rápidas que o 4G atual. Todo esse avanço tem de ser visto de duas perspectivas: ganhos e perdas. “Obviamente, as novas tecnologias estão aí para facilitar também a vida dos cibercriminosos. Portanto, a gente tem de avançar com soluções de segurança na mesma medida em que avançamos com soluções de crescimento”.

Tem mais: com a computação quântica vindo aí, já se podem prever novas ameaças. Do ponto de vista da segurança cibernética, embora a computação quântica possa tornar obsoletos alguns protocolos de criptografia existentes, ela promete atingir um nível substancialmente aprimorado de segurança e privacidade de comunicação. Mas cabe às organizações pensar estrategicamente sobre riscos e benefícios de longo prazo da computação e tecnologia quântica.

“Pode demorar cinco, dez anos. Mas temos de estar prontos para a revolução quântica de amanhã. Para o bem e para o mal, como sempre. Serão ataques de força bruta, que exigem máquinas muito poderosas. Afinal, será mais fácil violar a criptografia simplesmente fazendo uma análise apurada e capaz de descriptografar um sistema. Mas, seja com tecnologia quântica, com o 5G, ou até mesmo com o 4G atual, é certo que temos de investir mais em inteligência artificial e machine learning para aumentar o máximo possível a segurança dos nossos clientes”.

Com informações da Assessoria de Imprensa Press Página

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GRUPO CARREFOUR BRASIL REFORÇA COLETA AMBIENTALMENTE RESPONSÁVEL DE ELETRÔNICOS

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Fotografia de coleta seletiva de lixo ou resíduos sólidos

Lojas do Carrefour em seis estados e no DF passam a contar com espaços destinados a receber eletroeletrônicos e eletrodomésticos pós-consumo para serem descartados de forma ambientalmente correta

O Grupo Carrefour Brasil, maior ecossistema do varejo alimentar do país, deu início a mais uma ação para fortalecer seu programa de reciclagem de eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Em parceria com a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE), coletores para recebimento de eletrônicos pós consumo foram instalados em 12 lojas do Carrefour, nos estados de São Paulo, Pernambuco, Espírito Santo, Paraíba, Amazonas e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. Nesses pontos, serão aceitos produtos de todos os tamanhos, desde fones de ouvido e secadores de cabelo até geladeiras e aparelhos de TV.

Com a parceria, as lojas físicas do Carrefour serão responsáveis pelo recebimento dos produtos para serem descartados e a ABREE contribuirá com a destinação ambientalmente adequada dos materiais. Todo esse trabalho é feito por empresas homologadas, com todos os cuidados necessários.



No Carrefour, os coletores ficam localizados em pontos estratégicos no interior das lojas a fim de que os clientes os encontrem facilmente. Os pontos de coleta também foram projetados para que os consumidores possam depositar os itens de pequeno e médio porte de maneira fácil e rápida. Já os equipamentos maiores serão recebidos pelos colaboradores da loja, que foram treinados para manusear e armazenas os itens até que sejam encaminhados para a ABREE.

“No Grupo Carrefour Brasil, realizamos uma série de ações em nossos pontos de venda com o objetivo de estimular o descarte consciente de resíduos ou produtos pós-consumo. Com isso, atuamos como um facilitador para que nossos clientes adotem hábitos ambientalmente responsáveis”, explica Lucio Vicente, Diretor de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil. “Ao mesmo tempo, operamos nossas lojas e treinamos nossos colaboradores para que atuem com total atenção aos resíduos gerados internamente, minimizando a geração de lixo e o impacto ambiental”.

No site da ABREE, os consumidores encontram os endereços das lojas do Carrefour, onde o serviço de coleta já está funcionando, além de outros pontos de recebimento de eletroeletrônicos pós-consumo, facilitando a localização do local mais próximo apenas digitando o CEP. No portal também está disponível a lista completa de produtos que podem ser descartados nesses locais, tais como: batedeira, ferro elétrico, fone de ouvido, liquidificador, máquina de costura, micro-ondas, purificador de água e televisão, entre outros. Para saber mais, acesse o site da ABREE.

“Estamos muito felizes com essa parceria junto ao Carrefour, uma das maiores varejistas do país, para ajudar na conscientização do consumidor sobre o descarte correto dos produtos. O primeiro passo do Grupo para ajudar o meio ambiente foi dado, agora o trabalho da ABREE e seus parceiros começa, para assegurar a destinação ambientalmente correta desses produtos recebidos”, explica Sergio de Carvalho Mauricio, presidente da ABREE.

A parceria faz parte das iniciativas de sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil programadas para 2022 e complementa as ações de logística reversa já realizadas pela companhia. Por meio do programa Pequeno Grande Passo, o Grupo também disponibiliza pontos de coleta de pilhas e baterias, lâmpadas, cartuchos de impressoras, óleo de cozinha e cápsulas de café. Em 2021, mais de 51 toneladas de resíduos foram coletadas nas lojas do Carrefour e 26 toneladas nas unidades do Atacadão.

Com informações da Assessoria de Imprensa Loures Consultoria

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HUAWEI FOI EMPRESA QUE MAIS REGISTROU PATENTES EM 2021 NO MUNDO, SEGUNDO WIPO

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Healthtechs e edtechs rivalizam com fintechs por investidores
Divulgação

É o 5º ano consecutivo em que a multinacional fica no topo da lista da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (WIPO, na sigla em inglês)

A Huawei, líder global em tecnologias da informação e comunicação (TIC), é a empresa que mais entrou com pedidos de registro de patentes no mundo pelo 5º ano consecutivo. As informações são da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (WIPO, na sigla em inglês) e se referem aos pedidos publicados em 2021 por meio do Tratado de Cooperação de Patentes.

Na última quinta-feira, dia 10, a WIPO divulgou a relação de companhias e países que mais registraram suas inovações. O pedido internacional de patente, publicado por meio do Tratado de Cooperação de Patentes (PCT), é uma métrica amplamente utilizada para medir a atividade inovadora mundial. Ao somar toda a produção intelectual mundial, houve um crescimento de 0,9% em 2021 em relação ao ano anterior, atingindo a marca de 277.500 pedidos de patentes, o nível mais alto de todos os tempos. Destes, 54,1% vieram do continente asiático.



A China segue como o país que mais utilizou o sistema internacional de patentes, com um total de 69.540 aplicações. Líder também na região, a Huawei publicou 6.952 aplicações no PCT em 2021, 27% a mais do que no ano anterior, o que manteve a empresa no topo do ranking de inovação.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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SALVADOR É DESTAQUE NO NORDESTE

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Cidade investe em modais sustentáveis para diminuir tempo de congestionamento

A capital baiana é a décima colocada no eixo Mobilidade, no Ranking Connected Smart Cities de 2021, levando a primeira colocação da Região Nordeste. Uma das principais cidades do País, Salvador tem mais de 1,3 milhão de passageiros por dia.

Com o investimento de R$ 5,8 bilhões em um regime de parceria público-privada (PPP), o metrô de Salvador é uma das obras de infraestrutura mais rápidas do mundo (desconsiderando o tempo em que o projeto ficou apenas no papel). A obra correspondeu a quase 50% do crescimento da rede de transporte de passageiros sobre trilhos do País, em 2017.



Apesar disso, a cidade ainda possui diversos desafios em relação à mobilidade urbana. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Salvador tem o terceiro maior percentual de tempo de deslocamento no trajeto casa e trabalho entre as capitais do Brasil, com 22,02% – perdendo apenas para São Paulo (31,03%) e Rio de Janeiro (25,34%). Confira outros dados no quadro ao lado.

De acordo com dados da Secretaria de Mobilidade de Salvador (Semob), a frota de ônibus da cidade no início de 2020 era de 2.212 e, como consequência da pandemia e da redução de passageiros, no ano de 2021 o sistema funcionou com apenas 1.576 veículos. Além da desativação de linhas, o Anuário de Transporte de Salvador de 2020 revela que 52% da frota possui idade superior a sete anos e 18% com idade superior a dez anos.

Investimento em mobilidade sustentável

A cidade investe, atualmente, em um sistema de transporte composto por carros elétricos e energia 100% limpa. O VLT, classificado como veículo leve de transporte do tipo monotrilho, tem a expectativa de beneficiar mais de 600 mil pessoas que vivem na região do subúrbio e ainda gerar 2.249 postos de trabalho durante a sua obra.

Os primeiros testes operacionais já devem ser realizados no primeiro semestre de 2022, sendo que a previsão é de que, no segundo semestre, ocorra a liberação de um trecho de 2 quilômetros entre as paradas Calçada e Santa Luzia. Com o investimento de R$ 2,5 bilhões, a expectativa é de que o VLT esteja 100% concluído no segundo semestre de 2024.

Mobilidade sustentável será um dos temas presentes no Parque da Mobilidade Urbana (PMU), realizado entre os dias 23 e 25 de junho, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O evento, realizado pela plataforma Connected Smart Cities e Mobilidade Estadão, tem o propósito de promover a conexão da mobilidade urbana inteligente, sustentável e inclusiva por meio da difusão de ideias entre esse ecossistema no Brasil e no mundo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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OS BONS EXEMPLOS DE FLORIPA

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Secretaria de Mobilidade e Planejamento Urbano implementou medidas, neste ano, para reduzir congestionamentos

Ocupando a terceira posição do eixo Mobilidade, no Ranking Connected Smart Cities 2021, Florianópolis aposta em soluções que priorizem o pedestre, reduzam os congestionamentos e promovam deslocamentos mais sustentáveis. “Atualmente, temos obras em andamento como a da Via Expressa Sul e a da Av. Ivo Silveira que contribuirão para uma Florianópolis mais conectada.

Além do investimento em infraestrutura, estamos com uma série de outras novidades sendo implementadas para melhorar a mobilidade urbana da capital. Estamos investindo, cada vez mais, em alternativas de transporte, que, aliadas à tecnologia e à sustentabilidade, contribuam para a qualidade de vida da população e colaborem para a estrutura organizacional da cidade”, afirma Gean Loureiro, prefeito de Florianópolis.



Aumento da frota

Com o objetivo de incentivar o uso do transporte público, a Secretaria de Mobilidade e Planejamento Urbano acrescentou mais de 1.700 novos horários de ônibus, além de três novas linhas. Uma das metas é facilitar o pagamento da passagem, podendo ser realizado por PIX, cartão de crédito ou débito, e carregamento online do cartão de transporte.

Passagem mais barata fora dos horários de pico

Os passageiros têm desconto de R$ 1 nas passagens no período entre 9h e 11h, entre 14h e 16h e das 20h à meia-noite. O propósito da medida é diminuir a lotação dos transportes coletivos nos horários mais buscados.

Tarifa diferenciada

Com a Tarifa Vai e Vem, é possível ir e voltar quantas vezes o usuário quiser pagando apenas uma passagem durante o período de três horas. O preço também não sofreu reajuste em 2022, fazendo com que o transporte coletivo permaneça acessível à população e favoreça a retomada econômica.

Domingo na Faixa

Em todos os últimos domingos do mês, as passagens de ônibus convencionais passam a ser gratuitas. O Domingo na Faixa é aberto a todos os cidadãos e não precisa do cartão do transporte coletivo para usufruir do benefício.

Soluções para melhorar o transporte coletivo serão discutidas no Parque da Mobilidade Urbana (PMU), realizado entre os dias 23 e 25 de junho, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O evento será realizado pela plataforma Connected Smart Cities e o Mobilidade Estadão, com o propósito de promover a conexão da mobilidade urbana inteligente, sustentável e inclusiva por meio da difusão de ideias nesse ecossistema no Brasil e no mundo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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POR QUE INSTRUMENTAR A INOVAÇÃO?

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Número de sites brasileiros aprovados em todos os testes de acessibilidade tem queda em relação ao ano passado e é ainda menor que 1%

O papel das ferramentas inovativas em trilhas de Ideação, Incubação, Aceleração, Tração e Internacionalização.

A instrumentalização inovativa nada mais é do que um tipo de fomento para a criação e desenvolvimento de soluções inovadoras, faseadas por seu momento de negócio, ou seja, por sua maturidade.

Em estágio inicial, existem os programas de ideação, que consistem em um debruçar profundo de problemas para que sejam conceitualizadas soluções com base em desafios reais e seus respectivos dados; e de incubação, que consiste no amadurecimento dos conceituais aplicados em uma prototipação – que possui formatos diferentes, a partir da natureza do problema e da solução desempenhada.



Em maturidade média, são operadas as pré-acelerações e acelerações, onde a ação prévia depende da validação da solução e sua modelagem, que corresponde aos testes de interesse na solução dentro de seus ecossistemas e com seus públicos de interesse, para além de seu impacto direto no problema foco. A aceleração em si representa ferramenta de aprimoramento da solução validada, para que ela seja o mais efetiva e eficaz possível.

Em estágio avançado, estão a tração de mercado, que representa esforços de escala da solução desempenhada para alcance de novos públicos e localidade, com expansão de sua capilaridade, podendo chegar à internacionalização, com operação em mercados externos.

Uma vez que a instrumentalização de soluções possui tempos de desenvolvimento diferentes, o que elas têm em comum? O uso de templates, ou seja, de modelos de fomento à cocriação colaborativa – em sua maioria visuais, que trazem em si perguntas- chave sobre o problema foco, a solução desempenhada e o que os rodeiam, de atores de interesse e ecossistema temático.

Estes modelos são repartidos entre ideias de aplicação a partir do momento de cada solução e do nível de sua maturidade, e apesar da vasta disponibilidade de formatos, os mesmos objetivos são observados, assim como o preenchimento de campos e perguntas análogas, perpassando contextos do problema, objetivos da solução e impacto gerado; seguindo pela proposta de valor da solução e sua análise de mercado com atores de interesse, como usuários, clientes, possíveis parceiros e concorrentes de mercado, incluindo fontes de receita; e operacionalização da solução, com custos de investimento e detalhamento de execução.

O acesso aos templates não é, na maioria dos casos o suficiente, para a instrumentalização das soluções, tendo as formações, facilitações e mentorias papéis centrais nessa realização. Sem saber a melhor forma de usar tais modelos, sua utilidade é questionável.

Os olhares externos, de especialistas temáticos ou em desenvolvimento de negócio, somam às soluções com a percepção adiantada de inconsistências, indicativos de ações de mitigação de riscos ou até mesmo de aprimoramento e ampliação do valor agregado das soluções em seus propósitos. Essas construções colaborativas são experimentadas a partir da exposição a contrapontos de perfis diversos.

Outro fator relevante é o tempo de ação dentro de uma agenda de acompanhamento externa: se os idealizadores e realizadores das soluções são acompanhados por organizações e parceiros externos, tendem a se comprometer com tempos de desenvolvimento mais dinâmicos e de forma planejada, segundo a orientação de prioridades mapeadas.

Por fim, mas não menos essencial, temos a visibilidade e as conexões de ecossistema, que podem ser armadilhas ou oportunidades, a depender de como são ativadas. Então uma boa estratégia de prospecção se faz muito necessária, no sentido de chegar às pessoas certas e ofertar algo que de fato faça sentido para elas naquele momento, e isso vai além da própria solução em bom nível de entregáveis e impacto, mas também como conteúdos e trocas temáticas relevantes.

Com isso, podemos constatar que a construção de jornadas inovativas passa por processos de aprendizagem, orientação, experimentação e relacionamento, cuja base essencial são as trocas desempenhadas, que são facilitadas por intermédio de metodologias instrumentadas e orientativas.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

CONFIRA 5 TENDÊNCIAS PARA A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL EM 2022

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Especialista Carlos Baptista destaca 5 pontos que devem ganhar protagonismo na área de inovação- como novos modelos de trabalho, investimentos em segurança da informação e iniciativas em ESG

O pensamento ágil e a digitalização, que até pouco tempo impulsionaram a transformação digital – acelerada pela pandemia durante os dois últimos anos – não são mais suficientes para que as empresas mantenham-se competitivas no mercado de trabalho. A otimização de processos passou a fazer parte de um modelo de gestão cada vez mais afinado com a realidade atual. Nunca a inovação colocada em prática foi tão valorizada.

Pesquisa recente elaborada pela International Data Corporation (IDC), com base nos Estados Unidos, indica que a economia global segue seu rumo digital. “De acordo com o levantamento, 65% do PIB global deve estar digitalizado até o final de 2022, e a expectativa é que gere mais de US$ 6,8 trilhões [R$ 36 trilhões] em investimentos diretos até 2023.



Outro estudo, conduzido pelo Instituto FSB Pesquisa para a consultoria F5 Business Growth, indica que apesar de 70% dos líderes empresariais entenderem que a transformação digital é um tema relevante para 2022, apenas 37% se consideram aptos a executá-la. A pesquisa foi realizada com mais de 400 empresários e CEOs de todos os setores econômicos e regiões do Brasil, em amostra representativa das empresas de médio e grande porte. O mapeamento teve como objetivo avaliar a maturidade das empresas em relação à TD e usar como indicador a adoção de práticas para este ano.

Para Carlos Baptista, especialista em transformação digital, os levantamentos comprovam que, embora as organizações entendam a importância de seguir em frente com a transformação, acabam resistindo ao processo, muitas vezes por não saber por onde começar. “Ser assertivo nas apostas para evitar custos desnecessários e, paralelamente, manter a execução das operações já existentes tornou-se uma equação complexa de resolver. É por isso que torna-se imprescindível que os líderes foquem nas frentes que podem acelerar o resultado da transformação”, analisa Batista.

Para ajudar a buscar tais soluções, Carlos listou 5 tendências para este ano:

Novos modelos de trabalho

O trabalho em ambiente híbrido já é uma realidade. A obrigatoriedade de permanecer constantemente dentro de um escritório virou “coisa do passado”. Um estudo elaborado pelo Gartner com empresas de médio e grande porte na Ásia, Europa e Estados Unidos, mostra que 80% dos profissionais usaram algum tipo de ferramenta digital ao longo de 2021, principalmente para videoconferência.

“Ou seja, estes modelos funcionam e vieram para ficar, possibilitando que as organizações minimizem os impactos da falta de profissionais por intermédio da internacionalização das suas vagas”, diz o especialista.

Outras vantagens, na visão de Baptista, estão relacionadas ao aumento da produtividade e à qualidade de vida dos profissionais. “Ao evitar deslocamentos improdutivos, permitindo que esse tempo seja aproveitado com atividades prazerosas. Esta internacionalização dos profissionais possibilitará também que novos conhecimentos e experiências sejam somadas à organização possibilitando entregas de valor diferenciadas, ressalta ele.

Segurança da informação

A velocidade de entrega de novas funcionalidades e a adoção de prototipação nos modelos de negócio está crescendo exponencialmente. A transformação digital está essencialmente relacionada com a experiência do usuário, e como tal, precisa estar em constante evolução. Essa velocidade nos negócios, juntamente com a adoção de novas tecnologias, gera potenciais falhas de segurança. Isso significa que os investimentos em transformação digital também precisam ser direcionados para a utilização de novas técnicas e tecnologias de cyber segurança, bem como a criação ou reforço das equipes focadas neste tema.

“A utilização de plataformas de inteligência artificial será cada vez mais importante para que os ataques ou problemas de segurança possam ser antecipados. A segurança da informação precisará ser mais pró-ativa e menos reativa, de modo a reduzir as perdas causadas pelos problemas de segurança”, alerta Batista.

Futuro da internet

Temas como o metaverso e a evolução do 5G já começaram a ser amplamente discutidos, mas talvez não sejam ainda uma realidade para a grande maioria dos negócios. No curto prazo, teremos a realidade da implementação do 5G no Brasil, possibilitando mais e melhor acesso à internet. Tópicos como indústria 4.0 e ampliação da utilização de tecnologia no agronegócio serão potencializados, abrindo um leque de oportunidades para automação e ganhos de produtividade.

Por outro lado, na visão de Baptista, “a democratização do acesso à internet de alta velocidade também possibilitará aos profissionais mais acesso à informação e à educação, que permitam reposicionamento no mercado de trabalho.”

ESG

Conforme citado anteriormente, a transformação digital está essencialmente relacionada à experiência do usuário. E essa experiência também passa pelo posicionamento e pela responsabilidade social e ambiental da organização. “Isso significa que a empresa precisa implementar novos modelos de governança, que demonstrem o quanto ela é responsável e contribui para a criação de um planeta melhor. Estes fatores também entrarão na avaliação que os clientes fazem do serviço prestado pelo grupo- tanto os clientes externos como os ‘clientes internos’” explica o especialista.

Dados, dados, dados

Conforme descrito pelo estudioso americano Edward Deming, “não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia”. A análise do comportamento humano e dos resultados da organização são cruciais para a transformação constante. Desse modo, o tratamento de dados continuará a ser uma premissa para o sucesso futuro da organização.

“Esse tratamento vai desde a coleta, passando pelo tratamento e geração de insights para o negócio. Plataformas de big data, inteligência artificial, etc, serão amplamente utilizadas. A governança correta das novas plataformas de inteligência artificial, em conjunto com o empoderamento das equipes de engenharia de dados, possibilitará implementar mudanças nos modelos de negócio com maior assertividade e menor risco para a liderança”, comenta Batista.

Para o especialista, estas são algumas das apostas que devem ser feitas no curto prazo pelas organizações. Junto com elas, os profissionais irão se deparar com novos desafios. “O modelo de trabalho e a internacionalização poderá gerar choques culturais. Mais do que nunca, é importante que os líderes se transformem e compartilhem os obstáculos com os seus liderados, de modo que as ideias e soluções surjam a partir das equipes”, analisa ele.

Além disso, na visão de Baptista, as diferenças precisam ser incentivadas, para que novas ideias surjam. “Assim como, para atender a constante necessidade de mudança, novos métodos de gerenciamento devem ser adotados. Não apenas a questão metodológica mas principalmente o mindsetBusiness agillity e cultura devops precisam ser realidades, e não apenas métodos teóricos”, resume ele.

Baptista ressalta ainda que, em meio a este “turbilhão” de oportunidades, desafios e alternativas, o principal ponto é manter o ser humano no foco de toda a transformação. “A transformação digital precisa ser posicionada onde impacta qualquer ser humano envolvido – seja ele cliente ou profissional da organização”.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ortolani Comunicação & Marketing

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NEC DESTACA NO MOBILE WORLD CONGRESS 2022 AS REDES ABERTAS DE PONTA A PONTA NA ERA 5G

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Itaipu Binacional

No dia 28 de fevereiro, às 16h, o presidente e CEO da empresa, Takayuki Morita, falará sobre o tema “Empoderar vidas por meio da conectividade”

NEC anunciou sua participação no Mobile World Congress 2022, que acontece em Barcelona, de 28 de fevereiro a 3 de março. Na ocasião, a companhia destacará seu portfólio baseado em rede aberta de ponta a ponta e sua expertise na integração de sistemas de classe mundial. Essa combinação de ofertas de produtos e serviços simplifica a transição de operadoras para a tecnologia 5G, ajudando-as a colher os benefícios da RAN aberta e das novas oportunidades de negócios que essa arquitetura trará.

No primeiro dia do evento, 28 de fevereiro, a partir das 16h, o presidente e CEO da NEC, Takayuki Morita, falará sobre o tema “Empoderar vidas por meio da conectividade” como parte do programa de parceria da GSMA. Durante a apresentação, Morita destacará como a abertura e a inteligência são os principais impulsionadores das redes de próxima geração e os motivos que fazem com que o conceito do OpenRAN já esteja colhendo frutos, com redes abertas seguras sendo implantadas em todo o mundo nas principais operadoras móveis.



Ao longo do evento, a NEC demonstrará como seu ecossistema de rede aberta, composto por seus próprios produtos e de parceiros, está criando novo valor e ajudando os provedores de serviços a enfrentarem os desafios, como o de evitar o lock-in de fornecedores de forma econômica, operacionalizando suas redes e preparando-os para desafios tecnológicos e de mercado adicionais.

A NEC está envolvida em todos os domínios e camadas de rede de telecomunicações, desde o front-haul ao back-haul, redes físicas e virtuais, até gerenciamento e orquestração de serviços, monetização e camadas de engajamento do cliente, usando soluções BSS/OSS digitais de sua subsidiária, Netcracker. Capitalizando sua profunda experiência no domínio, experiências de rede aberta, bem como o fatiamento de rede e recursos de automação orientados por IA/ML, a NEC está comprometida em fornecer redes 5G abertas, seguras e eficientes com qualidade a operadoras, de ponta a ponta, desde o núcleo até a borda, em todo o mundo.

O estande da NEC no MWC, que será realizado no espaço Fira Gran Via, estará localizado no Hall 2 2F10 . A localização do estande da Netcracker, por sua vez, é Hall 2 2G20.

Para mais detalhes sobre a participação da NEC no MWC Barcelona 2022, clique aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa A4&Holofote Comunicação

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