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COMITÊ DE ESG DEBATE COM ESPECIALISTA DA FDC DESAFIOS E CASOS PRÁTICOS: COMO A SIGLA PODE APOIAR A SOCIEDADE E CRIAR VALOR PARA AS EMPRESAS

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Foto: Getty Images

Mais do que uma reunião, o comitê da ABO2O (Associação Brasileira Online to Offline), criado no começo deste ano para organizar um grupo de trabalho voltado à governança ambiental, social e corporativa (enviromental, social and corporate governance ou ESG, em inglês), promoveu uma “aula” sobre os valores sob a sigla. Com realização e apoio da ABO2O, do GiX (Grupo Innovation Xperience), da revista Inovativos e da FDC (Fundação Dom Cabral), vamos discutir sobre estratégias ESG e como gerar valor para seu negócio”, disse ao abrir a sala Caroline Verre, do time de comunicação ABO2O, entidade voltada às políticas setoriais, que representa os interesses coletivos de mais de 140 plataformas que fomentam a economia digital

A eleita líder do Comitê ESG, Juliana Minorello, que assina como diretora de relações governamentais e políticas públicas na Tembici (e em papel associativo já esteve à frente do comitê de mobilidade e foi vice-presidente da associação) abriu os microfones para dar voz ativa aos participantes. Representantes de empresas associadas interessadas em adotar as melhores práticas da economia verde debateram o tema junto com o convidado Heiko Hosomi Spitzeck, Diretor do Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral, também professor da instituição (que há mais de uma década figura, consecutivamente, entre as melhores globais e em meio à pandemia entrou para o top ten, assumindo a 9ª posição do ranking Financial Times de Melhor Escola de Negócios do Mundo).



Lição de ESG para todos: reflexão coletiva

Ciente da importância do tema para a audiência, bem como sobre a onda criada pela sigla, que faz termos irem e virem, ora tratados como novos, ora tratados como mais do mesmo, e muitas empresas ficarem à deriva em busca do real significado dela, o professor engajou todos num esforço reflexivo. “Como ESG cria valor para as empresas?”, perguntou Heiko convidando os presentes a estruturarem opiniões e argumentos para alcançarem os pilares que apoiam de maneira consistente ESG, no que diz respeito à propósito e valores, literalmente.

A ideia foi chegar a um denominador comum sobre como é possível impactar positivamente resultados das companhias com contribuições reais à sociedade pela régua mais alta. Atendendo ao convite para troca e para ajudar a compor o quadro atual, os associados extraíram da memória pessoal, do repertório profissional, de vivências no mercado ou na academia, exemplos práticos de responsabilidade social corporativa, valor compartilhado, cases de sucesso na área da sustentabilidade, ou, ao contrário, ações e iniciativas com consequências desastrosas e danos praticamente irreparáveis para empresas que não se comprometeram verdadeiramente com suas causas.

Segundo o professor Heiko, “a relevância de ESG, ao tratar questões sociais e ambientais na gestão e governança só vai aumentar daqui em diante”. O fato de consumidores, especialmente as novas gerações, já demonstrarem um comportamento bem mais alinhado ao consumo consciente exige que valores essenciais aos ESG sejam incorporados ao DNA das empresas. Na contramão, observa-se, que há ainda as que tratam ações de sustentabilidade e projetos sociais como pautas obrigatórias, em áreas distantes da estratégia do negócio; todos concordam que é um risco que não se deve correr.

Sustentabilidade: show me the Money

Com a segunda pergunta, o professor levou os participantes ao cerne da questão, que, segundo esclareceu, é colocar de maneira explícita o ESG no pipeline de inovação se questionando e respondendo como as empresas ganham dinheiro com sustentabilidade: “onde uma empresa consegue capitalizar em cima do ESG? Por que isso é bom para o negócio?”. O exercício com intuito de provar  porque ESG não é meramente uma sigla associada à inovação tomou corpo com base em exemplos de empresas que colocaram o ESG no core de forma consistente  e lucraram com isso; comunicam muito bem em seus produtos, serviços e ao longo de toda a cadeia de valor, sem perder de vista ou alienarem-se de conceitos de sustentabilidade que correspondem às expectativas dos públicos interno e externo (executam ações coerentes com seu discurso e as pessoas “compram” e “apoiam” o que oferecem).

A conclusão foi que o resultado deste alinhamento do portfólio de produtos e serviços com os valores da sociedade traz resultados positivos (não só para o branding, mas também para os caixas destas empresas que vendem mais e tornam-se atrativas para aportes de investidores e até qualificadas para incentivos fiscais por parte do poder público).Virar a tríade de alavancas de valores tangíveis e financeiros apresentada no encontro traz, segundo avalia Heiko, vantagem competitiva e dinheiro: Melhorar a imagem (poder de precificação, redução de custos, atração e retenção de talentos, incentivos fiscais e co-financiamentos); Aumentar faturamento (participação e entrada e novos mercados); Melhorar a avaliação (gestão de riscos e entrada no mercado de capitais).

“Se em lugar do produto, a empresa vende um serviço que o produto faz, torna-se mais sustentável. Esta hipótese é interessante para a cadeia O2O”, exemplifica o professor como oportunidade da alavanca de aumento de faturamento. Para a entrada em novos mercados, o exemplo veio da exibição de vídeo relembrando a iniciativa do “pai do microcrédito”, Muhammad Yunus, que, em 2006, com a fundação do Grameen Bank, ganhou o Prêmio Nobel da Paz e criou outras 50 empresas em Bangladesh, a maior parte delas como negócios sociais.

Mais negócios sociais por favor

Para diferenciar negócio social de filantropia, o professor Heiko lembrou da parceria de Yunus, que tornou-se uma das personalidades mais influentes do mundo dos negócios (com 50 títulos Honoris causa por universidades em 20 países e mais de uma centena de prêmios de 26 países, incluindo honras de Estado por representantes de dez nações), com a multinacional francesa Danone, que originou em 2006 o negócio social Grameen Danone Foods, com a missão combater a desnutrição. O principal produto da joint-venture (estruturada com quatro objetivos principais: oferecer um produto de valor nutricional elevado; criar empregos; proteger o meio ambiente e ser economicamente viável) é um iogurte enriquecido com vitaminas e minerais, que, ingerido duas vezes por semana ao longo de um ano, pode tirar uma pessoa da desnutrição. O professor com acentuado sotaque alemão disse lançar uma questão recorrente às pessoas com poder de decisão sobre os negócios: “a pergunta é sempre essa: não tem espaço para transformar um destes projetos da empresa em negócio social?”.

Alavancas e virada de chave ESG: se não é pelo amor é pela dor

Houve um consenso sobre verticais de comunicação, governança e inovação sustentando o ESG nas plataformas que apoiam o mundo híbrido e transitam entre online e off-line, mas abriu-se uma perspectiva para a configuração de negócios multissetoriais com um “S” para chamar de seu. Até o ESG precisa ser sustentável e para isso precisa ser consistente; permitir um ganha-ganha. Requer quebra de paradigmas. “É basicamente esta a questão que quero detalhar; onde ESG entra no negócio para agregar valor”, reforçou Heiko. É importante entender as demandas socioambientais, saber ouvir o mercado, se apropriar de causas, mais do que simplesmente criar mensagens de marketing para comunicar os stakeholders. Depois, é preciso acompanhar mudanças de valores da sociedade.

“A maioria das empresas consegue custo mais barato com financiamento ESG de valor. É preciso analisar quais alavancas de valor estão mais alinhadas com a estratégia vigente da empresa e olhar para temas relevantes do setor para entender quais permitem impactar mais”, ensinou o professor que, de forma bem-humorada, alertou os presentes sobre o risco de levarem questões ligadas ao ESG de forma distanciada da estratégia aos decisores das empresas ou a seus investidores (sem enfatizar como a estratégia sustentável é indissociável de lucro equilibrado em todos os pilares); “nestas horas, é bem possível que vá levar um dos dois carimbos: ecochato ou biodesagradável‘. Ao concluir, contou: “um dos ambientes mais desafiadores para professores é o MBA, onde gostam de colocar o professor da frigideira. Um dia me perguntaram: professor, você quer dizer que sustentabilidade é bom [financeiramente] para o negócio? E 60 cabeças viraram para mim. Eu respondi que, realmente, não vi ninguém virar CEO por causa dela, mas já vi quem deixou de ser CEO por causa dela”.

“Aula incrível, muito importante esta visão [de quebra de paradigma e oportunidades das alavancas tangíveis]. Estamos começando a estruturar o comitê e dando o pontapé inicial para levar adiante este potencial gerador de valor aos negócios já com as melhores práticas de ESG “, afirmou a líder do comitê ESG, especialista em legal, Minorello, ao término do evento que foi gravado e está disponível para os associados. Acesse o conteúdo.

Com informações da Assessoria de Imprensa ABO2O

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PARCERIA ENTRE INOVAHC, CLARO E EMBRATEL VAI ESTREAR 5G EM CENTRO CIRÚRGICO

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Foto: Divulgação/Siemens

Projeto, que também conta com a participação da Ericsson e start-ups, já tem estrutura pronta e será o primeiro do país a usar a tecnologia de quinta geração da internet móvel

Um programa de colaboração entre Claro, Embratel e InovaHC, o núcleo de inovação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) vai permitir a entrada do 5G na sala de cirurgia robótica do centro cirúrgico do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). O projeto inclui a participação estratégica do beOn Claro, hub de inovação da operadora; da Embratel, que irá integrar soluções e habilitar a infraestrutura digital da iniciativa; da Ericsson, que fornecerá todos os equipamentos; e da startup NuT, de Natal (RN), responsável por implementar as técnicas de integração de dados. A estrutura para os primeiros testes já está implantada — o que faz do HC o primeiro hospital público do Brasil a utilizar a tecnologia de quinta geração da internet móvel. A operação deve começar ainda no primeiro semestre deste ano, com a execução de uma prova de conceito (PoC).

Nesta prova, os parceiros vão integrar as informações de monitoramento do paciente cirúrgico em uma base de dados que permita o acompanhamento e avaliação pela equipe médica de forma remota, pelo celular, por exemplo. Esses dados prioritariamente serão vinculados aos equipamentos do chamado carro de anestesia, aparelho onde é feito o monitoramento dos sinais vitais durante a cirurgia. Dessa forma, os agentes poderão fazer a avaliação tecnológica de latência, velocidade, estabilidade, qualidade e segurança, entre outros itens, na transmissão e demonstração dos dados via tecnologia 5G. As informações permanecerão dentro da instituição e serão transmitidas e organizadas em um banco de dados de forma anonimizada, ou seja, sem que possa identificar a que paciente se referem.



Com a chegada da quinta geração da rede de internet móvel no Brasil, o objetivo é desenvolver um ecossistema de inovação para a cocriação de novas soluções em saúde com as tecnologias 5G e IoT (Internet das Coisas). Além da otimização dos centros cirúrgicos, nas próximas etapas da pesquisa, a integração de tecnologias vai possibilitar mais segurança e qualidade às cirurgias e também o desenvolvimento de novos serviços de apoio e educação a distância.

“Para o InovaHC, a colaboração entre o Hospital das Clínicas, Claro e Embratel fortalecerá o ecossistema de inovação, possibilitando os testes de novas tecnologias com potencial de trazer muitos ganhos para a saúde”, comenta Marco Bego, diretor do núcleo de inovação do Hospital das Clínicas.

De acordo com o diretor do beOn Claro, Rodrigo Duclos, toda a dimensão e expertise do Hospital das Clínicas somada às iniciativas do InovaHC, seu hub de inovação, forma o ambiente ideal para fomentar iniciativas inéditas, um dos pilares que tem norteado as ações da Claro, principalmente em relação ao 5G. “Esta parceria vai nos trazer a oportunidade de cocriar e aprimorar aplicações em colaboração com profissionais e pesquisadores que estão entre os mais especializados do País neste segmento aliando o alcance global do beOn Claro nos ecossistemas de inovação aberta”, afirma.

“O intercâmbio de experiências proporcionado pela parceria da Claro e da Embratel com a Ericsson, a NuT e o InovaHC permitirá a criação de soluções disruptivas, a identificação de novos mercados e o fomento da inovação a partir das novas redes, novos sensores e da computação de borda, possibilitando a descoberta de novas oportunidades para suprir as necessidades da área. A Embratel está muito orgulhosa de realizar a integração das soluções utilizadas no projeto, habilitando toda a infraestrutura digital necessária”, destaca Maria Teresa Lima, Diretora-Executiva da Embratel para Governo, lembrando que a rapidez no tráfego de dados e a segurança proporcionadas pelo 5G são fundamentais para garantir a transformação digital na área da saúde.

De acordo com o Vice-presidente de Negócios da Ericsson, Tiago Machado, para oferecer conectividade 5G na sala de cirurgia robótica do centro cirúrgico do Icesp, a Ericsson entrou como parceira no projeto e instalou toda a infraestrutura da rede de alta tecnologia para garantir eficiência e segurança às cirurgias. “O 5G vai transformar a experiência de conectividade móvel como conhecemos, sobretudo na telemedicina e, para a Ericsson, é motivo de muito orgulho poder apoiar nossos clientes e parceiros nessa iniciativa inovadora que permitirá ao maior complexo hospitalar da América Latina iniciar uma jornada em direção ao futuro”, conta Machado.

A chegada do 5G no Brasil representa um avanço tecnológico com impactos em segmentos variados, de governo a empresas passando pela assistência médica. A tecnologia amplia a capacidade de transmissão de dados e reduz o tempo de resposta, o que melhora a qualidade nos atendimentos e é fundamental em processos de saúde, pois vai facilitar a assistência a comunidades remotas que não têm equipamentos e especialistas, a coleta de mais informações dos pacientes com o apoio de sensores e a transmissão de sinais vitais e imagens de pacientes em tempo real, entre outros ganhos.

Para Eduardo Polidoro, diretor de IoT da Claro, o trabalho em parceria com o InovaHC será fundamental para o desenvolvimento de soluções que contribuam de forma efetiva para a evolução do setor, potencializando a atuação da Claro na vertical de Saúde. “As áreas médica e hospitalar estão entre os segmentos que mais podem se beneficiar das vantagens oferecidas pelas tecnologias IoT e 5G, como alta confiabilidade e baixa latência, as oportunidades são infinitas. Esse trabalho em conjunto com o time do HC vai nos ajudar a focar em aplicações que atendam às necessidades reais desses profissionais”, conclui.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress | Porter Novelli

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RECICLAGEM DE BATERIAS DE VEÍCULOS ELÉTRICOS PODE SER REALIDADE NO PAÍS EM POUCOS ANOS

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Projeto da Tupy, BMW Group Brasil e Senai Paraná, com investimento inicial de mais de R$3 milhões

Ação visa o desenvolvimento de processo de reciclagem de células de baterias de íon-lítio dos veículos da BMW

Para desenvolver um processo mais sustentável e que garanta a recuperação de compostos químicos das baterias em fim de vida de veículos elétricos, a Tupy, o BMW Group Brasil e o Senai Paraná firmaram parceria inédita. Cada parte trará conhecimentos específicos para os estudos dentro de sua área de atuação. A Tupy, dentro da frente da Tupy Tech, tem dedicado seu conhecimento em materiais, metalurgia e processamento de geometrias complexas ao desenvolvimento de tecnologias que contribuam com a jornada de descarbonização dos clientes.

Neste projeto, o objetivo é desenvolver a reciclagem de baterias por hidrometalurgia, processo mais sustentável que a tradicional pirometalurgia, mais utilizada atualmente. A tecnologia envolve menos emissões de gases de efeito estufa e menor necessidade extração de minerais pelos meios tradicionais de mineração.



O Senai Paraná será o executor do projeto de pesquisa e responsável pelas atividades e respectivas entregas dos resultados da pesquisa, que será realizada no Instituto Senai de Inovação em Eletroquímica (ISI-EQ), em Curitiba (PR).

Já o BMW Group Brasil, autor do projeto e pioneiro na eletromobilidade mundial, fornecerá seu conhecimento técnico e as baterias do veículo elétrico BMW i3 para o desenvolvimento do processo de reciclagem por hidrometalurgia. Alinhada com sua estratégia mundial de sustentabilidade e economia circular, a ressíntese dos materiais reciclados, para produção de novas células de baterias a partir do material reciclado, também é uma das entregas mapeadas junto ao ISI-EQ.

Com investimento de R$ 3,4 milhões, o projeto abre uma nova rota para uso de minerais reciclados na fabricação de baterias novas, o que diminuirá sensivelmente a dependência da matéria-prima mineral primária. Com duração de 24 meses, a intenção é que os primeiros resultados sejam avaliados ainda neste ano. O objetivo é a ressíntese do material ativo do cátodo de uma bateria, com material 100% reciclado. Serão obtidos parâmetros de eficiência de todo o processo, da pureza dos materiais reciclados, do índice econômico e do índice ambiental.

“Os compostos químicos são raros na natureza e sua reutilização representa um grande desafio científico e tecnológico para toda sociedade. Essa aliança da Tupy com o BMW Group Brasil e o Senai está alinhada a inúmeras iniciativas mundiais relacionadas à cadeia de valor dos veículos elétricos e, principalmente, à jornada de descarbonização, à qual temos dedicado diversas frentes de pesquisa”, diz Fernando Cestari de Rizzo, CEO da Tupy.

“Para o setor automotivo, o desenvolvimento do projeto, visando a reciclagem das baterias de lítio e ressíntese do material ativo do cátodo, permitirá às empresas obterem uma tecnologia 100% nacional. A reciclagem e a ressíntese do material para ser reutilizado na fabricação de novas baterias para veículos elétricos é a grande inovação desse projeto e está alinhada com a visão da economia circular de veículos elétricos”, destaca Marcos Berton e Heverson Renan, pesquisadores do Instituto Senai de Inovação em Eletroquímica.

“O BMW Group tem uma como premissa garantir o futuro sustentável da mobilidade. Estamos desenvolvendo diversos estudos e projetos para o segundo uso da bateria dos veículos elétricos, como o desenvolvimento de estação de recarga para veículos elétricos totalmente desconectados da rede de energia. Essa nova parceria com a Tupy e com o Senai é um passo adiante, pois, no futuro, poderá viabilizar a produção de novas baterias com reduzida extração de matérias primas do meio ambiente”, completa Vivaldo Chaves, Diretor de Sustentabilidade e Infraestrutura do BMW Group Brasil.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil, clique aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa JeffreyGroup

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CONGRESSISTAS LANÇAM EM CURITIBA A FRENTE PARLAMENTAR PARA O DESENVOLVIMENTO DE CIDADES INTELIGENTES (FP SMART CITIES)

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Dome Ventures está mapeando as startups com soluções voltadas para o setor público, e São José dos Campos é um dos destinos da venture.

Um dos pontos altos da agenda de eventos do Smart City Expo Curitiba da última quinta-feira, 24, às 15h30, foi o lançamento da Frente Parlamentar do Congresso Nacional para o Desenvolvimento de Cidades Inteligentes, a FP Smart Cities. A iniciativa foi do deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM), vice-presidente da Câmara Federal e do Congresso Nacional. Ele também será o presidente da FP Smart Cities, cujos trabalhos serão desenvolvidos com o apoio do Instituto Sociocultural Brasil/China (Ibrachina), entidade da sociedade civil organizada que assume a secretaria-executiva.

O ato de lançamento foi no Espaço Ágora, dentro do Expo Barigüi, com a participação remota do deputado Marcelo Ramos, e a presença do deputado federal Evair de Melo e do senador Izalci Lucas, vice-presidentes da frente para a Câmara e o Senado. Também esteve no evento o presidente do Ibrachina e Ibrawork, Thomas Law, secretário executivo da frente.



O deputado Marcelo Ramos explica que a FP Smart Cities tem por finalidade congregar deputados, senadores e instituições públicas e privadas na missão de promover avanços sociais e de cidadania. Essa missão será cumprida a partir de soluções tecnológicas e inovadoras e da iminente transformação digital, com observância prioritária à sustentabilidade, aos direitos humanos e às boas-práticas ESG, inclusive frente aos desafios da Agenda 2030 das Nações Unidas.

“A Frente Parlamentar será um aliado estratégico e da maior importância para a caminhada que o Brasil faz em busca de um pensamento inteligente para a gestão de nossas cidades. Essa é uma construção que iniciamos há mais de dez anos e que chega neste ano ao maior evento já realizado no Brasil em torno de instrumentos, tecnologias, conhecimento e colaboração para solucionar problemas urgentes da sociedade”, diz Beto Marcelino, diretor do iCities e embaixador no Brasil da Fira Barcelona – o consórcio espanhol público privado que encabeça o movimento internacional de cidades inteligentes. A Fira realiza anualmente o Smart City Expo World Congress, em Barcelona, e chancela o Smart City Expo Curitiba, iniciado em 2018.

O que é o Smart City

Maior evento brasileiro de cidades inteligentes, a 3ª edição do Smart City Expo Curitiba 2022 reúne 10 mil pessoas de 30 nacionalidades nos dias 24 e 25 de março, no Centro de Eventos Positivo (Parque Barigüi), somando público presencial e remoto. O congresso internacional conta com 95 palestrantes de 10 países e a feira reúne 50 empresas que expõem soluções inteligentes para problemas urbanos. O evento é organizado desde 2018 pelo iCities Smart Cities Solutions – hub de negócios e soluções em cidades inteligentes pioneiro no Brasil.

Com entrada gratuita, a área de exposição tem 50 estandes de empresas e organizações que desenvolvem soluções inteligentes para melhorar a vida no planeta. Com apoio da Prefeitura de Curitiba, Agência Curitiba, Vale do Pinhão, Copel, Sanepar, BRDE e Compagas, o evento conta com patrocínio de empresas como ABDI, Indra/Minsait, Mastercard, Sebrae Paraná, Renault, L8, Planet Smart City e Geotab.

Com informações da Assessoria de Imprensa Talk

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QUAL É O MODELO DE GESTÃO DE UMA CIDADE INTELIGENTE?

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Parcerias entre o setor privado, órgãos governamentais e a sociedade civil podem trazer muitos benefícios para a cidade

Parcerias entre o setor privado, órgãos governamentais e a sociedade civil podem trazer muitos benefícios

Uma cidade inteligente é aquela que resolve seus problemas mais sensíveis. E quando pensamos no futuro, logo imaginamos carros e ônibus elétricos, drones, biometria facial e outras tendências que encantam a nossa imaginação. Mas se pensarmos nos dias de hoje, em cidades de médio e grande porte, nos deparamos com a vida como ela é e ali encontramos a poluição, a falta de saneamento básico, o transporte público com fumaça. 

E o que é preciso para que as cidades resolvam seus problemas de forma inteligente, hoje passa principalmente pela parceria entre gestores e empresas. É preciso que tomem decisões estratégicas sobre a transição para mobilidade elétrica, a busca da eficiência energética e o uso de energias renováveis. 



E aqui logo pensamos em intangibilidade, mas é possível sim encontrar exemplos positivos. Uma dessas amostras: em 2018, a Siemens se uniu à Prefeitura de Jundiaí (onde temos nosso Centro de Inovação em IoE – Internet of Energy) em um esforço para identificar as melhores tecnologias a serem aplicadas nos setores de edificação, energia e transportes, avaliando a redução das emissões de gases de efeito estufa (GHG) e outros poluentes para que a população urbana dispusesse de melhor qualidade de vida e de ar. 

Neste estudo, desenhamos cenários para o futuro (2050) quantificando as estatísticas conforme iam aumentando a penetração de tecnologias sustentáveis. Aqui a mobilidade tem grande impacto, pois o transporte era responsável por mais da metade dessas emissões. 

A coleta de informações deu origem à situação de partida (baseline) que, neste estudo, considerou 2018 como ano de referência, assim como permitiu a criação do cenário business-as-usual (BAU), no qual estimou-se, com base na projeção de crescimento de 6% da população até 2050, a elevação da demanda de transporte, da área construída total e do consumo de energia de edifícios, desconsiderando a mudança na matriz energética ou o modelo de transportes. 

O caso base (BAU) leva em consideração que nenhum transporte elétrico será introduzido e apenas contaríamos com as evoluções incrementais nos motores atuais. Projetamos ainda três horizontes considerando adição de 6% a 100% de carros elétricos até 2050.

No cenário em que não temos nenhum veículo elétrico contamos com uma redução total de CO² de apenas 8,4%; já com 100% da frota eletrificada, a redução chega a 21,9%. 

Diante de estatísticas animadoras, é necessário dizer que a articulação entre os órgãos governamentais, o setor privado e a sociedade civil pode trazer muitos benefícios. Embora uma Prefeitura não tenha ação direta nas políticas e estratégias energéticas do país, essas decisões acabam por impactar o dia a dia dos cidadãos e a discussão sobre estes temas se faz cada vez mais urgente para atingir as metas ambientais.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

PROJEÇÃO PARA 5G:1,3 BILHÃO DE CONEXÕES ATÉ O FINAL DE 2022

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521 Milhões de Conexões Globais 5G em 4T 2021; aumento de 139% em comparação ao 4T 2020. Projeção Global para 5G: Previsão de atingir 1,3B até o final de 2022. A América do Norte registra 72M conexões até o final de 2021, crescimento de 292%.

De acordo com a 5G Americas, associação setorial e voz da 5G e LTE para as Américas, dados da Omdia mostram que após três anos de crescimento a tecnologia 5G atingiu a fase de crescimento acelerado – passando o marco de 500 milhões de conexões até o final de 2021 e possivelmente atingindo 1,3 bilhões até o final do ano.

Chris Pearson, Presidente de 5G Americas, disse: “Concluímos a fase inicial dessa geração de tecnologia celular sem fio e agora, os consumidores e as empresas estão adotando a 5G rapidamente e encontrando novas formas de usar a conectividade móvel”.



Os dados mais recentes da Omdia revelam que, em termos globais, a 5G adicionou 303 milhões de conexões na comparação anual, registrando crescimento de 139% e passando de 218 milhões para 521 milhões, além de crescimento trimestral de 19%, passando de 437 milhões no 3T 2021 para 521 milhões no 4T 2021. De acordo com a previsão da Omdia , a 5G deve crescer 100% e atingir 1,3 bilhão de conexões em 2002, crescer praticamente 100% de novo em 2023 para 2 bilhões de conexões e chegar a 4,8 bilhões até o final de 20206. Destas, a América do Norte deve representar 516 milhões de conexões e a América Latina e Caribe 301 milhões de conexões.

Em termos regionais, ao final de 2021 a América do Norte atingiu 72 milhões de conexões 5G, representando 292% de crescimento anual e 54 milhões de novas conexões durante o ano. A região também contou com 514 milhões de conexões LTE no final de 2021, o que representa praticamente a total maturidade do mercado.

De acordo com a Kristin Paulin, analista principal da Omdia, “Em 2021, a cobertura 5G expandiu bastante e o publico endereçável da 5G cresceu muito. A maioria das operadoras dos EUA possui cobertura acima de 70%. Em 2021, a cobertura 5G cresceu muito entre as três principais operadoras, cada uma atingindo 70%. Isso pode ser comparado com a cobertura de 25% a 45%, de acordo com a operadora, nessa época do ano passado”.

Embora a América Latina e o Caribe possam ter 301 milhões de conexões 5G até 2026, a 4G LTE ainda é a maior tecnologia celular sem fio da região e atualmente conta com 495 milhões de conexões. Isso representa 17% de crescimento anual com 72,6 milhões de novas conexões LTE na comparação anual. De acordo com a Omdia, em 2022 a América Latina e o Caribe devem continuar registrando forte crescimento de 4G LTE, com 43,2 milhões de novas conexões – enquanto a adoção da 5G começa a ultrapassar a 4G LTE.

José Otero, Vice-Presidente da 5G Americas para a América Latina e Caribe, afirmou que: “Com os reguladores locais alocando novas frequências, a 5G continua ampliando sua presença na América Latina e no Caribe. Com maior cobertura 5G, essa nova geração de comunicações móveis oferece muitos recursos técnicos que devem beneficiar os cidadãos da região. Em geral, a 4G LTE continua fornecendo banda larga móvel de alta qualidade durante uma pandemia que destacou a importância de serviços de comunicação confiáveis”.

Os dados da TeleGeography and 5G Americas revelam 216 redes comerciais em operação usando a tecnologia 5G. O número de redes 5G deve atingir 330 até o final deste ano e 352 até o final de 2024, representando o forte investimento em redes 5G em várias regiões. Confira a seguir o número de redes 5G e 4G LTE em operação:

5G:

• Global: 216

• América do Norte: 12

• Caribe e América Latina 22

4G LTE:

• Global: 698

• América do Norte: 19

• Caribe e América Latina 127

Para saber mais, acessar gráficos estatísticosinfográfico e conferir uma lista de redes LTE e 5G por operadora e região, visite www.5gamericas.org. As informações sobre assinaturas e projeções são fornecidas pela Omidia e dados sobre a implementação de redes são da TeleGeography (GlobalComm).

Com informações da Assessoria de Imprensa da 5G Americas Brasil

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HUAWEI ICT COMPETITION: UNIVERSIDADES BRASILEIRAS PARTICIPAM DA FINAL DA ETAPA REGIONAL DA AMÉRICA LATINA

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Healthtechs e edtechs rivalizam com fintechs por investidores
Divulgação

Alunos do IFCE e do IFPB representam o Brasil no programa promovido pela Huawei e competem com outros cinco países; desses seis, cinco se classificam para a final mundial

Nesta quinta, 24, e sexta, 25, acontece a final da etapa regional da América Latina do ICT Competition, programa destinado a estudantes universitários do mundo todo que fazem parte do Huawei ICT Academy, para estimular e impulsionar as carreiras no setor de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC). Os alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), que venceram a fase nacional do ICT Competition 2021, em novembro, representam o país nas categorias Nuvem (Cloud) e Rede (Network), respectivamente.

Para essa etapa da competição será aplicada uma prova, com duração de quatro horas, no campus da faculdade de cada equipe participante. O teste irá abordar os conteúdos estudados pelos alunos durante a fase de preparação. Eles deverão resolver situações simuladas pela Huawei e montar os ambientes solicitados nos testes, para comprovar o conhecimento sobre as diversas tecnologias da multinacional líder global em TIC. Os estudantes do IFCE farão a prova em Fortaleza na quinta-feira, 24, e os do IFPB, em João Pessoa na sexta-feira, 25.



Além do Brasil, há outros cinco países na final da etapa regional da competição: Bolívia, Chile, Colômbia, México e Peru. Entre os seis, cinco serão classificados para a fase mundial, que deve acontecer em junho, também de forma remota. O resultado dos vencedores, que passarão à grande final do ICT Competition, será anunciado na próxima segunda-feira, 28.

“O programa mostra o compromisso da empresa de oferecer conhecimento e estimular o aprimoramento de estudantes para o mercado futuro. A Huawei atua em diversas frentes educacionais para promover a empregabilidade no país por meio da capacitação do capital humano e preza pelo desenvolvimento constante de grandes talentos desse setor, especialmente neste momento em que a demanda por profissionais de TIC só cresce”, destaca Bruno Eboli, analista de canais de venda da Huawei Brasil.

O ICT Competition foi criado em 2015 com o intuito de fornecer aos alunos uma plataforma para estudar, trocar ideias, aprimorar conhecimentos e habilidades práticas em TIC e estimular o pensamento criativo dos participantes em novas tecnologias e plataformas. O evento competitivo é mais uma iniciativa para fomentar a formação de talentos. No Brasil, participam estudantes de mais de 90 instituições de ensino que fazem parte do ICT Academy, programa global da Huawei que oferece cursos de certificação reconhecidos pelo mercado de trabalho.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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AÇÕES GOVERNAMENTAIS E POLÍTICAS CONSISTENTES SÃO FUNDAMENTAIS NO COMBATE ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS, AFIRMAM CEOS OUVIDOS PELO PACTO GLOBAL DA ONU E ACCENTURE

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Cidades precisam de ajuda para enfrentar crise climática, diz ministro
Foto: Banco de Imagens IstockPhoto

Setor privado pode liderar ações de mobilização de capital e implantação das tecnologias necessárias, afirmam CEOs. Impacto das mudanças climáticas já é sentido nos negócios e cadeias de suprimentos.

De acordo com o maior estudo de sustentabilidade realizado até hoje pelo Pacto Global das Nações Unidas e pela Accenture (NYSE: ACN), apenas 18% dos CEOs acreditam que governos e formuladores de políticas oferecem as orientações necessárias para o cumprimento de metas de sustentabilidade e mudanças climáticas. Durante a COP26, que aconteceu em Glasgow em outubro de 2021, líderes de negócios deixaram claro que as mudanças climáticas já estavam causando disrupções em suas cadeias de suprimentos, além de cobrarem ações de seus governos. De acordo com eles, os assuntos que exigem atenção são a precificação de carbono, investimentos em infraestrutura e compromissos financeiros para uma transição para net-zero equitativa no Sul Global — uma vez que a janela para atingir a meta de 1,5°C até 2030 já está fechando.

De acordo com o relatório Climate Leadership in the Eleventh Hour – que conta com extensas entrevistas individuais com mais de 100 executivos de alto escalão e uma pesquisa com mais de 1.100 CEOs espalhados por 113 países e 21 setores – os líderes do setor privado encontram dificuldades para acelerar suas metas climáticas, ainda que 73% se sintam cada vez mais pressionados a agir. Entre os entrevistados, 57% afirmam estar priorizando a ação climática em meio à recuperação da pandemia de Covid-19.



Para 49% dos CEOs, as interrupções na cadeia de valor por conta de eventos climáticos extremos estão entre os principais riscos às suas operações. Por outro lado, apenas 7% afirmam ter ‘avançado’ na configuração de sistemas de alerta para eventos de risco climático. Além disso, 71% dizem estar empenhados no desenvolvimento de uma meta de emissões net zero para suas empresas e 57% acreditam estar operando de acordo com a meta de 1,5°C. Todavia, apenas 2% dessas empresas possuem uma meta formal validada pela organização Science Based Targets (SBTi).

“Temos dois caminhos possíveis pela frente: uma abordagem de business as usual profundamente falha, ou uma economia global capaz de proteger as pessoas, o planeta e os sistemas naturais que nos sustentam”, explica Sanda Ojiambo, CEO e diretora executiva do Pacto Global da ONU. “Não podemos mais conduzir os negócios como se nada estivesse acontecendo. Depois de conversar com os CEOs, ficou claro que a comunidade empresarial não se sente preparada para lidar com a emergência climática. O Pacto Global da ONU tem um papel fundamental a desempenhar a fim de auxiliar as empresas no desenvolvimento de ferramentas e melhores práticas eficazes para lidar com os desafios futuros, ao mesmo tempo em que garante que elas possam se envolver com os governos em políticas e regulamentações.”

Quando o assunto é impulsionar a liderança e ações de CEOs no combate às mudanças climáticas, o estudo também destaca uma mudança significativa ocorrida entre os stakeholders. A maior mudança observada em 14 anos pelo estudo foi que, em 2019, investidores e mercados de capitais ocupavam o oitavo lugar entre as prioridades dos CEOs e em 2021 já estavam entre as três principais preocupações desse público. A tendência reflete o maior salto na influência dos stakeholders desde o início do estudo, em 2007. Isso ocorre à medida que os investidores pressionam cada vez mais as empresas para mapear os riscos e entender as oportunidades apresentadas pela transição para um mundo net-zero de 1,5°C.

“Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e os compromissos do Acordo de Paris oferecem um roteiro mais claro de como as empresas devem liderar em relação ao clima e à inovação necessária para resolver alguns dos maiores desafios do mundo. Mas com o prazo cada vez mais curto para atingir essas metas e com os efeitos físicos das mudanças climáticas antes do esperado, é necessário que os líderes tomem uma atitude e sejam responsabilizados por um desempenho mensurável”, explica Peter Lacy, líder global de Sustainability Services, CRO e membro do Global Management Committee da Accenture. “Nossos dados mostram que, quando os líderes unem o valor do negócio à sustentabilidade e ao impacto da tecnologia, a vantagem competitiva é perfeitamente alcançável “.

O estudo destaca os esforços dos principais CEOs para aumentar seus orçamentos de sustentabilidade, diversificar suas operações e forças de trabalho e acelerar as ações de P&D para soluções resilientes ao clima, impulsionando padrões mais altos de responsabilidade e mostrando o que é possível fazer quando ambição e ação climática se encontram. Ainda que 65% dos líderes já estejam avançando em seus novos modelos de negócios e soluções net zero para atingir suas metas, apenas 16% de todos os CEOs acreditam estar em um nível de maturidade avançado.

“Os CEOs costumavam dizer que as tecnologias relevantes ainda eram muito incipientes. Bem, agora as coisas mudaram. Outra crítica frequente era que investidores e o mercado de capitais não estavam totalmente de acordo com os dados ESG. Agora estão. Sinceramente, o que não temos mais é tempo. Os governos precisam agir e os CEOs estão prontos. Não se trata apenas da coisa certa a fazer. Temos um valor de negócio que também está em risco”, conclui Lacy.

A COP26 foi um marco na forma de encarar a sustentabilidade. Com líderes empresariais cautelosamente otimistas acerca da cooperação internacional para resolver a crise climática, foram destacados cinco pontos fundamentais para a implantação de medidas mais ousadas para o cumprimento das metas relacionadas ao Acordo de Paris. Abaixo, alguns exemplos:

  1. Alinhar as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) para uma trajetória de aquecimento de 1,5°C;
  2. Reforçar a cooperação global em mecanismos de precificação de carbono alinhados ao Acordo de Paris;
  3. Cumprir e superar o compromisso de US$ 100 bilhões em financiamento climático para o Sul Global;
  4. Estabelecer padrões comuns para proteção da biodiversidade e caminhos para uso das soluções baseadas na natureza;
  5. Aumentar o envolvimento das empresas na formação de políticas climáticas para uma ação colaborativa.

“Estamos diante de uma crise planetária tripla – a crise climática, a crise da biodiversidade e a crise de poluição – e precisamos ampliar nossas metas, acelerar nossas ações. O setor privado tem uma responsabilidade adicional nesse esforço coletivo em prol de um mundo sustentável, net zero, resiliente e equitativo, e deve agir de acordo com as promessas relacionadas a prazos, metas e planos confiáveis. Já temos tudo que é preciso para cumprir a promessa da Agenda 2030 e do Acordo Climático de Paris — o que falta é o comprometimento de cada um de nós”, reforça a vice-secretária-geral das Nações Unidas, Amina J. Mohammed.

Para mais informações, acesse o site da Accenture e do UN

Sobre o estudo:

O CEO Study realizado pelo Pacto Global da ONU e pela Accenture representa mais de uma década de pesquisa sobre negócios sustentáveis. Juntamente com o Relatório de Progresso do Pacto Global da ONU, constitui a pesquisa mais abrangente do mundo até hoje sobre a contribuição das empresas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Nesta edição especial do CEO Study, o maior programa mundial de entrevistas com CEOs sobre sustentabilidade, 1.232 CEOs de 113 países e 21 setores apresentam suas perspectivas autênticas e sinceras sobre a contribuição do setor privado para a ação climática.

Com informações da Assessoria de Imprensa bcw

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MULHERES LATINO-AMERICANAS SÃO EMPREENDEDORAS RESILIENTES E OTIMISTAS

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O estudo revela os desafios para o empreendedorismo feminino e como potencializar a contribuição das mulheres para uma recuperação sustentável e inclusiva 

Pelo quinto ano consecutivo, a Mastercard apresenta os resultados do Mastercard Index of Women Entrepreneurs (MIWE), estudo que reflete a situação do empreendedorismo feminino em todo o mundo. O MIWE 2021 mostra o progresso e os desafios enfrentados pelas mulheres de negócios em 65 economias mundiais ao longo do ano passado. O Índice também inclui uma análise mais específica sobre o assunto em 10 economias principais, além de um anexo dedicado a destacar o impacto do COVID-19 para as empresárias.

Embora as mulheres tenham sido desproporcionalmente afetadas no trabalho pela pandemia (64% contra 52% dos homens), o Índice mostra que elas são empreendedoras resilientes e otimistas. Embora 2021 mostre uma diminuição da atividade empreendedora em geral, o percentual de mulheres em idade ativa que decidiram iniciar um negócio aumentou significativamente na América Latina, especialmente na Colômbia (9,3% vs. 8,4% para homens) e Uruguai (7,5% vs. 4,0% para homens).



O estudo revela ainda que as mulheres desempenham atualmente um papel fundamental na criação de novos negócios, contribuindo para a geração de emprego. Os resultados reforçam a necessidade de formulação de políticas de gênero que estimulem a participação das mulheres nos negócios, pois sua contribuição é decisiva para recolocar a economia no caminho do crescimento.

Três indicadores principais

O mais recente Índice Mastercard de Mulheres Empreendedoras (MIWE) usa 12 indicadores e 27 subindicadores para avaliar três componentes: A) Resultados do Progresso das Mulheres, B) Treinamento e Acesso ao Financiamento e C) Condições para o Empreendedorismo.

(A) Economias de renda média-alta como Brasil, Costa Rica, Uruguai e Colômbia mostram um progresso notável no Componente A, superando até mesmo economias desenvolvidas como Espanha, França, Alemanha e Reino Unido. A Colômbia lidera a categoria “Mulheres Líderes Empresariais”, com 55% dos cargos de liderança ocupados por mulheres.

(B) A Argentina é o único país da região que aparece entre os 20 melhores países do mundo no Componente B (Treinamento e Acesso ao Financiamento). O país é seguido pelo Uruguai e Chile, que também se destacam pela atividade empreendedora na região.

(C) O Brasil é a economia da região que mais subiu em posições no Componente C. Condições claras de apoio ao empreendedorismo são essenciais para a ativação do segmento, e Brasil, Chile e Colômbia lideram em termos de intenção empreendedora.

Outro ponto que chamou a atenção foi que a Covid-19 teve um alto impacto na taxa de desemprego globalmente, mas a América Latina foi a região mais afetada — principalmente no que diz respeito à Participação da Força de Trabalho Feminina. Todos os países registraram queda, enquanto vinte e duas economias registraram queda de 2% ou mais, sendo os países mais afetados Peru (-7,5%), Colômbia (-5,9%), Brasil (-5,8%), Equador (-5,8 %), Costa Rica (-5,5%), Argentina (-5,4%), Uruguai e México (-4,8%) e Chile (-4,5%).

O Índice Mastercard de Mulheres Empreendedoras (MIWE) 2021 é um chamado para o avanço de políticas públicas e práticas privadas que promovam a igualdade de gênero, pontos que fortalecem a economia das mulheres e sua contribuição para o crescimento econômico global.

E para atender a essa necessidade crescente e preencher a lacuna entre gerações de mulheres em STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática), a Mastercard anuncia sua segunda maratona regional Girls4Tech, um programa para inspirar meninas a desenvolver essas habilidades em uma série de eventos virtuais e simultâneos que serão realizados em breve, em 17 países da América Latina e Caribe.

Girls4Tech é um programa focado em um currículo STEM único e interativo que visa impactar cinco milhões de meninas de 8 a 16 anos em 44 países até 2025. Seu currículo é traduzido para 19 idiomas e é baseado em padrões científicos e matemáticos globais que mostram tecnologia de pagamentos e é ministrado por funcionários da empresa como mentores.

“Empoderar as mulheres para que assumam seu lugar de direito é uma forma de empoderar a sociedade em geral, pois disso depende a recuperação sustentável e inclusiva da economia pós-Covid. Este estudo é uma ferramenta indispensável para analisar linhas de ação que abordam os desafios que muitas empresárias ainda enfrentam, e programas como o Girls4Tech são um atalho, pois oferecem às meninas de hoje a oportunidade de descobrir seus talentos e desenvolver o potencial que as transformará em mulheres de amanhã”, finaliza Estanislau Bassols, presidente da Mastercard Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa JeffreyGroup Brasil

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CEO DA AGÊNCIA CURITIBA LANÇA LIVRO NA SEGUNDA BUSINESS ROUND DE 2022

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Entre empresários, gestores públicos e investidores do ramo da Inovação, Cris Alessi lançou seu primeiro livro sobre Startups

Na última segunda-feira (21), aconteceu em Curitiba a segunda Business Round de 2022 – evento que estimula a conexão entre os negócios da comunidade de inovação, ciência e tecnologia de Curitiba. Em estilo happy hour, a rodada de negócios aconteceu no Carlo Ristorante e reuniu empresários, investidores, pesquisadores e gestores públicos paranaenses. Contou, inclusive, com a presença de Eduardo Pimentel, vice-prefeito de Curitiba formado em Administração e especializado em Cidades Inteligentes.

A segunda edição do evento ganhou destaque com o lançamento do livro “Gestão de Startups: desafios e oportunidades”, da autora Cris Alessi, publicado pela Editora Intersaberes. Cris é CEO da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, e a responsável pelo projeto Vale do Pinhão, que posicionou Curitiba como uma SmartCity reconhecida e premiada no Brasil e no exterior. Além de especialista em Marketing e Comunicação Digital, é também presidente do conselho Mulheres na Tecnologia, investidora anjo e Tedx Speaker. Em sua grande afinidade com temas como empreendedorismo, tecnologia e transformação digital, Cris lança sua primeira obra para apoiar todos aqueles que já percebem o novo, mas ainda não estão inseridos no universo da inovação.



As empresas tradicionais surgem dos interesses e habilidades de seus fundadores, enquanto as startups nascem para resolver problemas do mercado. O mercado de agora pede soluções digitais, em resposta à transformação que a pandemia causou nos negócios e nas pessoas. “Ao contrário dos impactos econômicos em praticamente todos os segmentos, as empresas de tecnologia viram seu faturamento crescer muitos dígitos durante os anos 2020 e 2021. As oportunidades surgem em todas as áreas, todas as empresas precisam de tecnologia”, comenta a autora. Por outro lado, o comportamento do consumidor dita o novo consumo, e isso acontece de forma cada vez mais rápida e dinâmica. É preciso acompanhar de perto os novos comportamentos, estar tecnologicamente preparado e agir rápido para ter sucesso no promissor ecossistema de inovação brasileiro.

“Gestão de Startups: desafios e oportunidades” tem abordagem didática, como se fosse uma conversa sobre conceitos fundamentais para empresas de tecnologia. Explicando de forma simples e direta, o livro levanta pontos nem sempre óbvios e pouco comentados em outras bibliografias da área – como as relações entre direito e marketing; gestão e tecnologia; ética e monetização. “Estamos passando por um momento de disrupção nos negócios. ‘Gestão de Startups’ procura mostrar como o modelo de negócio das startups quebrou paradigmas de gestão e abriu caminho para a criação de negócios exponenciais”, resume Cris. Ao esclarecer esse processo de mudança, o livro orienta empreendedores, estudantes e startups nascentes para uma visão de futuro.

live de lançamento do livro está disponível nos canais digitais da Editora Intersaberes, para os interessados que não puderam comparecer ao evento. O Business Round é uma iniciativa da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, que acontece com frequência mensal em bares e restaurantes de Curitiba. Os encontros estimulam o networking entre os integrantes da comunidade de inovação de forma descontraída, com microfone aberto para que as empresas e profissionais presentes divulguem suas buscas e ofertas.

Ficha técnica

Livro: Gestão de Startups: desafios e oportunidades

Autor: Ana Cristina Martins Alessi

Número de páginas: 266

ISBN: 9786555173567

Formato: brochura

Dimensões: 1.4 × 14 × 21 cm

Preço: R$110,00

Editora: Intersaberes

Mais informações sobre o livro

Com informações da Assessoria de Imprensa Limonada S/A

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