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Eleitores de cidades do Ceará vão às urnas para eleições suplementares

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Eleitores de cidades do Ceará vão às urnas para eleições suplementares
Foto: José Cruz/Agência Brasil

Cerca de 19 mil eleitores de três cidades cearenses foram às urnas nesse domingo eleger os novos ocupantes para os cargos de prefeito e vice-prefeito. 

Choró, Potiretama e Senador Sá realizaram as primeiras eleições suplementares de 2026 em razão da perda dos mandatos dos candidatos a prefeito e vice-prefeito, eleitos em 2024.

Paulo George de Sousa Saraiva do PSB, foi eleito prefeito de Choró, tendo Francisco Elcimar Lusia Ribeiro, o Cimar, do mesmo partido, como vice. Já em Potiretama, Solange Holanda Campelo Balbino, do PT, foi eleita prefeita junto com Rogério Barbosa Diogenes, seu vice-prefeito na chapa.

A cidade de Senador Sá teve chapa única no pleito. Os eleitores optaram por eleger Sabrina Morais Lopes, do PP, conhecida como Sabrina do Bel como prefeita, junto com sua vice Maria Veriani Araújo Costa, a Professora Maria, também do PP, como vice. Os mandatos dos novos gestores vão até o dia 31 de dezembro de 2028.

Segundo o calendário do Tribunal Superior Eleitoral, já estão previstas mais cinco datas eleições suplementares ainda neste ano. Por enquanto, seis cidades brasileiras têm previsão de pleitos para eleger novos prefeitos e vice. No dia 12 de abril, Cabedelo, na Paraíba; Oiapoque, no Amapá, e os municípios gaúchos de Cachoeirinha e Viamão realizarão eleições suplementares. Já em 17 de maio, os eleitores de Itaú e Ouro Branco, no Rio Grande do Norte, voltarão às urnas.

A possibilidade de realização de Eleições Suplementares está prevista no Código Eleitoral brasileiro e ocorre quando a Justiça Eleitoral anula mais de 50% dos votos de uma eleição em razão do indeferimento do registro ou da cassação do diploma dos candidatos eleitos para os cargos de prefeito, governador ou presidente da República. A legislação também prevê a convocação de novas eleições nos casos em que a Justiça Eleitoral decida pelo indeferimento do registro, pela cassação do diploma ou pela perda do mandato em disputas majoritárias, independentemente do percentual de votos anulados.

Fonte: Agência Brasil

Comitê de Governança Climática vai auxiliar Estado na prevenção de eventos extremos

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Comitê de Governança Climática vai auxiliar Estado na prevenção de eventos extremos
Foto: Defesa Civil

Base de dados única com informações regionais vai orientar a elaboração do Plano Estadual de Gerenciamento de Riscos aos Eventos Climáticos Extremos.

Nos últimos cinco anos o Paraná registrou eventos severos em Prudentópolis, Ipiranga, União da Vitória, Dois Vizinhos e Rio Bonito do Iguaçu. Chuvas intensas, tempestades, enxurradas e um tornado provocaram a morte de cinco pessoas e afetaram mais de 90 mil.

O Governo do Paraná realizou nesta segunda-feira (2) a primeira reunião do Comitê Permanente de Governança Climática. A atividade do comitê será voltada à gestão de ações que visam prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação de eventos climáticos extremos.

Formado por representantes da Casa Civil, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil (Cedec), do Simepar, do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR) e do Instituto Água e Terra (IAT), o grupo também será responsável pela elaboração do Plano Estadual de Gerenciamento de Riscos aos Eventos Climáticos Extremos.

Nos últimos anos o Paraná registrou alguns eventos extremos que levaram a decretos de calamidade pública. Chuvas intensas, tempestades, enxurradas e tornados afetaram mais de 90 mil pessoas.

O Estado discute agora formas de ampliar a capacidade de atuar de forma articulada por meio da integração de dados, informações técnicas e estratégias operacionais entre diferentes áreas do governo. “Esse comitê tem natureza técnica, consultiva e propositiva. Vamos trabalhar no diagnóstico e em ações práticas. Essas secretarias já trabalham nessa área e vamos aperfeiçoar essa integração de dados climáticos, de solo, geologia e hidrologia. Esse será um espaço permanente de articulação para consolidar essas informações e o planejamento”, destacou o coordenador executivo da Defesa Civil, coronel Ivan Fernandes.

“O comitê vai potencializar o planejamento e a capacidade de resposta e principalmente a prevenção e a preparação aos eventos climáticos extremos. Essa gestão de dados proporcionará ao Estado informações importantes para a tomada de decisões”, complementou o chefe do Centro Estadual de Desburocratização da Casa Civil, Jean Puchetti Ferreira.

Sob a coordenação da Defesa Civil Estadual, o comitê terá reuniões periódicas, com a participação de ao menos um representante de cada secretaria ou órgão. Entre as próximas atividades previstas estão a articulação com instituições públicas e privadas, a emissão de recomendações técnicas e a criação de grupos específicos para aprofundamento de temas relacionados à governança climática.

Outro ponto central é o fortalecimento da integração entre o monitoramento meteorológico e as ações de Defesa Civil, permitindo maior agilidade na análise de cenários, emissão de alertas e coordenação das respostas aos eventos extremos. “Vamos melhorar o apoio aos municípios e à população como um todo”, disse Rafael Andreguetto, diretor de Políticas Ambientais da Sedest.

Fonte: Paraná – Governo do Estado

Segunda edição do CityLeaders será realizada na University College London em junho de 2026

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Segunda edição do CityLeaders será realizada na University College London em junho de 2026
Foto: Divulgação

Programa internacional reúne especialistas de referência mundial para debater cidades inteligentes, inovação pública e desenvolvimento urbano sustentável durante imersão de cinco dias em Londres

A segunda edição do CityLeaders já tem data e local confirmados e promete se destacar como uma experiência internacional de formação para gestores e lideranças que atuam na transformação das cidades. Entre os dias 15 e 19 de junho de 2026, a University College London (UCL), no Reino Unido, receberá participantes de diferentes países para uma imersão presencial de cinco dias dedicada ao debate e à prática de soluções para cidades mais inteligentes, inclusivas e sustentáveis.

O CityLeaders é um programa internacional exclusivo voltado a dirigentes públicos, lideranças políticas, técnicos da gestão pública, especialistas, consultores, e diretores e CEOs de empresas privadas que trabalham com temas urbanos, políticas públicas, inovação e desenvolvimento sustentável. Ao longo de 40 horas de formação, os participantes terão acesso a 12 aulas presenciais, atividades em grupo, estudos de caso, visitas técnicas a projetos de destaque e sessões estratégicas de networking internacional, com tradução simultânea.

Leia mais: Londres e as Lições do City Leaders: Formação Internacional para Cidades Inteligentes

A proposta do programa é combinar teoria e prática em uma jornada intensa e aplicada, permitindo que os participantes não apenas conheçam experiências globais bem-sucedidas, mas também compreendam como adaptá-las às realidades locais. Entre os conteúdos que serão discutidos estão estratégias para implementação de cidades inteligentes, governança urbana inovadora, transformação digital no setor público, inclusão digital, planejamento urbano sustentável, infraestrutura inteligente, habitação e planejamento territorial, saúde digital, cibersegurança, mobilidade e uso de dados na formulação de políticas públicas. O curso também abordará desafios contemporâneos como desigualdades urbanas, inovação orientada a impacto social e integração entre tecnologia, planejamento e participação cidadã.

O corpo docente reúne especialistas de renome internacional. Estão confirmados o Dr. Robert Cowley, do King’s College London; o Prof. Andy Hudson-Smith, do Centre for Advanced Spatial Analysis (CASA), da UCL; o Prof. Maged N. Kamel Boulos, consultor de WHO Digital Health Adviser; a Prof. Jennifer Schooling, diretora do Cambridge Centre for Smart Infrastructure and Construction; o Dr. Daniel Oviedo, da Development Planning Unit (DPU), da UCL; o Prof. Nick Tyler, da Faculty of Engineering Sciences da UCL e integrante da equipe do PEARL; a Dr. Hannah Holmes, do Cambridge Centre for Housing and Planning Research, da University of Cambridge; Nick Wolff, Principal Strategy Officer do London Borough of Southwark e líder da estratégia de inclusão digital do município; James Hunt, diretor de Cibersegurança da PwC; e a Prof. Ayona Datta, do Departamento de Geografia da UCL. O grupo reúne especialistas com experiência acadêmica e atuação prática em governos, organismos internacionais e grandes organizações, garantindo uma abordagem multidisciplinar e conectada às demandas reais das cidades.

Leia mais: Curso internacional City Leaders leva líderes brasileiros à UCL para formação internacional em cidades inteligentes

A certificação internacional será emitida pela própria University College London, instituição fundada em 1826 e reconhecida como uma das melhores universidades do mundo. A UCL ocupa a 8ª posição no QS World University Rankings (2023) e é a segunda colocada em força de pesquisa no Reino Unido segundo o REF 2021. Com cerca de 50 mil estudantes de 150 países, 11 faculdades e mais de 16 mil colaboradores, a universidade é reconhecida por seu impacto global, por ter sido pioneira no acesso de mulheres ao ensino superior e por acolher estudantes de todas as religiões desde sua fundação. Ao longo de sua história, a UCL acumula 30 laureados com o Prêmio Nobel e mantém uma abordagem progressista voltada à solução de desafios concretos da sociedade.

O CityLeaders será coordenado pela Development Planning Unit (DPU) da The Bartlett Faculty of the Built Environment, considerada a melhor do mundo na área segundo o QS World Rankings. A DPU é referência internacional em pesquisa e ensino voltados ao fortalecimento de governos, organizações não governamentais e empresas na promoção de um desenvolvimento urbano sustentável e inclusivo.

Leia mais: Londres sedia o CityLeaders, programa internacional para líderes urbanos com foco em inovação sustentabilidade e cidades inteligentes

Com foco em capacitar lideranças públicas e privadas para atuarem de forma estratégica em projetos de cidades inteligentes, o programa busca apresentar boas práticas globais, fomentar conexões internacionais e estimular uma visão inovadora diante dos desafios urbanos contemporâneos. Ao reunir teoria, experiências aplicadas e contato direto com projetos e especialistas de ponta, a segunda edição do CityLeaders reafirma sua proposta de formar protagonistas da transformação urbana em escala global.

Clique aqui para saber mais sobre o curso.

Chatbots no serviço público: como a tecnologia revoluciona o atendimento ao cidadão

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Chave de API do Google gera dívida de US$ 82 mil após ataque cibernético
Foto: Freepik/pongsaksapakdee

A implementação estruturada de assistentes virtuais moderniza a gestão pública, reduz filas e democratiza o acesso a serviços essenciais

Com a digitalização dos serviços e o aumento das demandas dos cidadãos, os governos precisam de soluções que atendam mais pessoas, com maior rapidez e menor custo. Os chatbots – sistemas que simulam conversas e realizam tarefas de forma autônoma – surgem como uma alternativa eficiente para ampliar o acesso à informação, reduzir filas e agilizar atendimentos que antes dependiam exclusivamente de equipes humanas.

A implementação de chatbots permite um atendimento 24/7. Isso significa que um cidadão
pode tirar dúvidas sobre o pagamento do IPTU, agendar uma consulta médica ou solicitar  a segunda via de um documento em um domingo à noite ou em um feriado.

Essa tecnologia é especialmente importante para municípios com equipes reduzidas, pois evita acúmulo de demandas, melhora a organização interna e garante respostas imediatas para tarefas simples, como:

  • consulta de protocolos;
  • informações sobre impostos e prazos;
  • emissão de boletos e guias;
  • orientações sobre serviços de saúde, educação e assistência social;
  • abertura de solicitações e pedidos através do portal de serviços.

Para pessoas com dificuldades de locomoção, o uso de chatbots reduz a necessidade de deslocamentos até unidades de atendimento, ampliando a inclusão e tornando o acesso mais democrático.

Como o uso dessa tecnologia melhora a eficiência do serviço público?

Para a gestão pública, a palavra-chave é eficiência. O uso de chatbots permite a triagem automática de demandas. Perguntas repetitivas, como “quais os documentos para tirar RG?” ou “qual o endereço do posto de saúde?” consomem horas valiosas dos servidores públicos.

Quando bem implementados, os chatbots ajudam prefeituras e órgãos públicos a trabalhar de forma mais organizada e eficiente. Isso ocorre porque eles:

  • automatizam atendimentos repetitivos;
  • reduzem o tempo médio de resposta;
  • liberam servidores para atividades mais complexas;
  • padronizam informações, evitando respostas contraditórias;
  • registram dados e interações que podem ser analisados para melhorar processos.

Ao automatizar essas respostas (o chamado “Nível 1” de atendimento), o sistema libera os atendentes humanos para focar em casos complexos e sensíveis, que exigem empatia e análise crítica. Isso gera uma otimização de recursos públicos: é possível produzir mais, com maior qualidade e sem necessariamente aumentar o quadro de funcionários ou os gastos operacionais.

Transparência e melhoria contínua

Além de agilizar o atendimento, os chatbots permitem que governos coletem dados importantes sobre as principais dúvidas e demandas da população. Com essas informações, é possível:

• identificar gargalos;
• aprimorar políticas públicas;
• reorganizar fluxos de trabalho; aumentar a transparência; monitorar indicadores de
desempenho do atendimento.

Em prefeituras que já adotaram a tecnologia, a tendência é de que exista uma redução no volume de ligações telefônicas e maior satisfação do cidadão com a agilidade no retorno das solicitações.

O segredo: uma implementação bem estruturada

É importante ressaltar que a tecnologia, por si só, não faz milagres. Para que um chatbot no setor público seja efetivo, é necessária uma implementação estruturada. Isso envolve:

  • Mapeamento de Processos: entender quais são as maiores demandas da população;
  • Curadoria de Conteúdo: garantir que as respostas do robô sejam atualizadas, simples e corretas;
  • Transbordo Humanizado: o sistema deve ser capaz de identificar quando não consegue resolver o problema e transferir o atendimento para um humano imediatamente, sem frustrar o cidadão.

Mais do que uma ferramenta tecnológica, o uso de chatbots representa o respeito ao tempo do contribuinte. Ao unir agilidade, acessibilidade e uma estratégia de implementação inteligente, o serviço público torna-se mais transparente, eficiente e voltado para melhorar  a qualidade de vida das pessoas.

Codemge reforça sua atuação em PPPs e concessões com foco em infraestrutura social e econômica em Minas Gerais

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CODEMGE REFORÇA SUA ATUAÇÃO EM PPPS E CONCESSÕES COM FOCO EM INFRAESTRUTURA SOCIAL E ECONÔMICA EM MINAS GERAIS
Foto: Júlio César Santos/TV Globo

Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais atua no planejamento de investimentos, estruturação de projetos e regulação de contratos, com mais de 40 projetos e R$ 25 bilhões em investimentos atraídos no estado.

A Codemge (Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais) participa do P3C 2026 reforçando seu posicionamento como companhia pública estruturadora de projetos, com atuação técnica em todo o ciclo das Parcerias Público-Privadas (PPPs) e concessões.

A empresa atua desde o planejamento dos investimentos e da estruturação dos projetos até a regulação e acompanhamento dos contratos, contribuindo para transformar demandas públicas em projetos viáveis, com segurança jurídica, previsibilidade e foco em entrega.

“A Codemge atua para transformar planejamento em entrega. Nosso papel é estruturar projetos com consistência técnica, segurança jurídica e capacidade de execução, em áreas que impactam diretamente a vida das pessoas, como saúde, educação, saneamento e mobilidade.” Luísa Barreto, diretora-presidente da Codemge

Atualmente, a Codemge atua em mais de 40 projetos e já contribuiu para a atração de R$ 25 bilhões em investimentos em Minas Gerais, com entregas em diferentes frentes da infraestrutura social e econômica, como saúde, educação, mobilidade, turismo, saneamento e desenvolvimento regional.

Entre os projetos em destaque estão iniciativas que representam o papel da companhia na modelagem e viabilização de investimentos estruturantes para o estado:

  • Complexo HoPE, projeto de infraestrutura em saúde pública;
  • Parceria para modernização de escolas estaduais, com foco em qualificação da infraestrutura escolar;
  • Água dos Vales, um dos principais projetos de saneamento básico em desenvolvimento no país.

A presença da Codemge no P3C está alinhada ao perfil do evento, que reúne representantes do poder público, investidores, operadores e especialistas para discutir o avanço das PPPs e concessões no Brasil. Para a companhia, é uma oportunidade de apresentar sua experiência técnica, compartilhar resultados e ampliar conexões com o ecossistema nacional de infraestrutura.

Além da modelagem de projetos, a atuação da Codemge envolve apoio à estruturação institucional, desenho de soluções aderentes às necessidades dos entes públicos e acompanhamento de contratos, com foco em eficiência e resultados para a população.

A participação da empresa no evento também reforça o compromisso de Minas Gerais com uma agenda de desenvolvimento orientada por planejamento, capacidade de execução e parcerias qualificadas.

“A Codemge atua para transformar demandas públicas em projetos estruturados, com modelagem técnica, segurança jurídica e foco em entrega. Nosso papel é apoiar o Estado e os municípios na construção de soluções viáveis, especialmente em áreas essenciais como saúde, educação, mobilidade e saneamento.” Gabriel Ribeiro Fajardo, Diretor de Concessões e Parcerias da Codemge

Gabriel Ribeiro Fajardo, representa a companhia no P3C 2026. Com trajetória técnica em infraestrutura, mobilidade e concessões, ele participa do evento levando a visão da Codemge sobre os desafios e oportunidades para estruturação de projetos de impacto em infraestrutura social e econômica.

A atuação da Codemge em PPPs e concessões integra a estratégia de desenvolvimento do Estado, por meio de projetos que ampliam a capacidade de investimento e melhoram a prestação de serviços públicos.

Saiba mais: codemge.com.br

Codemge. Abrindo caminhos pra Minas crescer.

Governo de Minas. Aqui o trem prospera.

“Dia D”: Mutirão contra o Aedes e vacinação contra a dengue mobilizam o Norte de Minas neste sábado

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“Dia D”: Mutirão contra o Aedes e vacinação contra a dengue mobilizam o Norte de Minas neste sábado
Foto: Joao Paulo Burini/Getty Images

Com adesão dos 54 municípios que compõem a sua área de atuação, a Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Montes Claros realiza neste sábado, 28 de fevereiro, o “Dia D” do movimento Minas Unida Contra o Aedes aegpty.

A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG), também marcará o início da vacinação contra a dengue de profissionais atuantes em serviços de Atenção Primária à Saúde (APS).

Em todas as regiões do Estado o “Dia D” tem adesão de 779 municípios (91% do total), com o objetivo de reforçar as ações de mobilização da população para a eliminação de focos de proliferação do Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre Chikungunya e do zika vírus.

No Norte de Minas, além dos 54 municípios jurisdicionados à SRS de Montes Claros, outras 32 localidades participam do mutirão, como integrantes das áreas de atuação das Gerências Regionais de Saúde (GRS) de Januária e Pirapora.

Em Montes Claros, maior município da macrorregião de saúde do Norte de Minas, o “Dia D” terá início às 7 horas, na Praça da “Antiga Lavanderia” do bairro Santos Reis (Avenida Pedro Mendonça). Na abertura dos trabalhos envolvendo lideranças e equipes técnicas do município, a SES-MG será representada pela superintendente regional de saúde, Dhyeime Thauanne Pereira Marques e pela coordenadora de vigilância em saúde, Agna Soares da Silva Menezes.

Durante todo o dia, os trabalhos coordenados pela Secretaria Municipal de Saúde serão direcionados ao recolhimento de materiais inservíveis que acumulam água e propiciam a proliferação do Aedes aegypti. A previsão é de que o mutirão de limpeza contemple 42 bairros.

Cenário

Agna Menezes, coordenadora de Vigilância em Saúde na SRS Montes Claros, avalia que “a adesão de todos os municípios do Norte de Minas ao “Dia D” reflete a preocupação dos gestores para a importância do combate ao Aedes aegypti e o controle da disseminação das arboviroses”.

A situação leva em conta que, neste ano, dados do Painel Epidemiológico mantido pela SES-MG revelam que até o dia 20 de fevereiro o Norte de Minas contabiliza a notificação de 1.855 casos prováveis de dengue, dos quais 251 foram confirmados; 42 casos notificados de febre chikungunya e 11 confirmados, além de dois casos notificados de zika vírus. Até o momento não há registro de óbitos no Norte de Minas que tenham sido causados por alguma das arboviroses.

Vacinas

Além do repasse já realizado de 16.037 doses de vacinas contra a dengue visando a imunização de crianças e adolescentes com idade entre 10 anos e menores de 15 anos, para o “Dia D” que acontecerá neste sábado a SRS está disponibilizando mais 13.170 doses de imunizantes para os municípios da sua área de abrangência.

Por outro lado, para o início da vacinação de profissionais que trabalham nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nesta sexta-feira, 27, a SRS repassa 4.414 doses de vacinas para os 54 municípios da sua área de atuação. A estratégia utiliza a vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, de dose única.

Jéssica Saraiva Nunes, referência técnica da Coordenação de Vigilância em Saúde da SRS, explica que na área de atuação da Regional de Montes Claros a estimativa é de que 10.896 profissionais compõem o público inicialmente prioritário para a vacinação contra a dengue: médicos; enfermeiros; técnicos de enfermagem; dentistas; equipes multiprofissionais; agentes comunitários de saúde e de controle de endemias; seguranças; profissionais de limpeza; motoristas de ambulâncias e outros trabalhadores atuantes nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

“Como atuam na linha de frente do atendimento de demandas de saúde da população, a vacinação dos profissionais da atenção primária visa reduzir os adoecimentos e afastamentos do trabalho, evitando com isso prejudicar a manutenção dos atendimentos da população nas UBS”, observa Mônica de Lourdes Rochido, responsável técnica em imunização na Superintendência Regional de Saúde.

Por terem maior quantidade de profissionais atuantes na atenção primária, os municípios que vão receber o maior quantitativo de doses são: Montes Claros (1.059); Janaúba (658); Taiobeiras (162); Espinosa (154); Bocaiúva (124); Salinas (120); Porteirinha (118); Rio Pardo de Minas (112) e Jaíba (106).

Fonte: Governo de Minas Gerais

Nova sede administrativa de SP pode revitalizar centro, diz especialista

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Nova sede administrativa de SP pode revitalizar centro, diz especialista
Foto: Guilherme Cunha / SMTUR

Projeto prevê investimento de R$ 6 bilhões para construção de novas instalações nos Campos Elíseos, com potencial para revitalizar área e atrair comércio e espaços de convivência

O projeto do novo Centro Administrativo do Governo de São Paulo promete transformar a região central da capital paulista. Com investimento estimado em R$ 6 bilhões para a construção de sete edifícios e dez torres, totalizando mais de 300 mil metros quadrados de nova infraestrutura nos Campos Elíseos, a iniciativa visa não apenas centralizar órgãos públicos, mas também criar espaços de convivência e comércio.

O Consórcio MEZ-RZK Novo Centro venceu nesta quinta-feira (26) o leilão da PPP (Parceria Público-Privada) de construção e operação da proposta. A abertura de envelopes ocorreu na B3, em São Paulo.

Modelo de parceria público-privada

O projeto será executado por meio de uma PPP com duração de 30 anos. Do investimento total, R$ 3,4 bilhões virão do próprio estado, enquanto o restante será aportado pela iniciativa privada. Ao longo do contrato, o governo pagará uma contraprestação mensal de R$ 76,6 milhões à concessionária, valor definido no resultado final do leilão.

De acordo com Isadora Coen, sócia da ICO Consultoria, um ponto que se destacada é pelo modelo contratual, que prevê garantias para ambas as partes. “O estado de São Paulo tem uma entidade garantidora, que é a CPP (Companhia Paulista de Parcerias), que figura ali como um agente garantidor”, explicou. Segundo ela, caso o governo deixe de cumprir compromissos financeiros, a CPP garante os pagamentos com um colchão de liquidez, o que diminui os riscos para o investidor privado mesmo com a mudança de gestões ao longo das três décadas de contrato.

Impacto na revitalização urbana

Além da construção dos prédios administrativos, o projeto tem potencial para transformar o entorno. A região dos Campos Elíseos, que já conta com a PPP de Habitação e o Hospital de Referência da Saúde da Mulher, ganhará um novo impulso com a presença de servidores públicos e a criação de novos espaços comerciais e de lazer.

O processo de implementação, no entanto, enfrenta desafios significativos. Isadora mencionou questões como desapropriações, reassentamentos de população vulnerável e a alta criminalidade na região. “O estado e a concessionária vão precisar cuidar de tudo isso para permitir que esse investimento seja feito e que a urbanização da forma mais apropriada possível seja obtida”, ressaltou. A previsão é que as entregas sejam realizadas em um prazo de três a cinco anos após o início das obras.

Fonte: CNN Brasil

SONDA do Brasil reforçou na P3C a conectividade como política de transformação dos serviços públicos

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Cidades inteligentes usam dados para antecipar desastres e salvar vidas
Foto: Gerada por IA/ Gemini

Parceira estratégica do poder público na implementação de políticas digitais de longo prazo apresentou no painel sobre a implementação de políticas digitais capazes de transformar a infraestrutura dos Estados e gerar impacto social sustentável

Fevereiro de 2026 – A SONDA do Brasil, líder regional em Transformação Digital, participou do P3C: PPPs e Concessões, um dos principais eventos do país voltados aos setores de infraestrutura e serviços. O encontro, que aconteceu nos dias 23 e 24 de fevereiro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, reúniu executivos de empresas privadas e estatais, investidores, concessionárias e operadoras de infraestrutura ou serviços, para dois dias de debates sobre o futuro da infraestrutura nacional.

Durante o evento, o diretor da vertical de Smart Cities & Mobility da SONDA Brasil, Luiz Castanha, participou do painel “Infovia e serviços públicos digitais: conectividade como política de Estado”, que foi realizado no dia 24, às 16h. O debate parte do entendimento de que a conectividade se tornou a espinha dorsal da prestação de serviços públicos modernos, sendo essencial para garantir eficiência, escala e qualidade no atendimento ao cidadão.

O painel discutiu ainda o avanço das iniciativas de infovia e transformação digital no Brasil, destacando o papel estratégico das Parcerias Público-Privadas (PPPs) na construção e operação de redes de conectividade, no monitoramento urbano inteligente e na gestão digital de serviços essenciais, como educação, saúde e segurança pública.

A participação da SONDA no P3C foisustentada por sua atuação concreta em projetos estruturantes no país, como a PPP (Parceria Público Privada) da Infovia Digital do Mato Grosso do Sul, firmada com o governo estadual. O projeto levou conectividade de alta velocidade a todo o estado por meio da implantação de sete mil quilômetros de rede de fibra óptica. Com investimento de R$ 887 milhões, a iniciativa beneficia diretamente a população sul-mato-grossense, impulsionando o desenvolvimento econômico regional, ampliando o acesso a serviços digitais e promovendo a inclusão social.

“Com ampla experiência em projetos de grande escala e atuação integrada entre tecnologia, operação e gestão, a SONDA reforçou no P3C seu posicionamento como parceira estratégica do poder público na implementação de políticas digitais de longo prazo, capazes de transformar a infraestrutura do Estado e gerar impacto social sustentável”, explica Castanha.

Marco legal dos transportes e como o discurso de deputados vão contra a próprio bandeira

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Marco legal dos transportes e como o discurso de deputados vão contra a próprio bandeira
Foto: Enviada por Gustavo Balieiro

Deputados são contra o marco legal dos transportes, o principal mecanismos de mudança de incentivo de política pública em transporte no país

O debate sobre o Marco Legal do Transporte Público no Congresso revelou uma desconexão preocupante entre o discurso de eficiência e a prática legislativa. Enquanto alguns deputados se posicionaram contra o projeto alegando defesa do pagador de impostos, a análise técnica demonstra que manter o status quo é, na verdade, a opção mais cara e ineficiente para o cidadão brasileiro. A principal crítica do Deputado Kim Kataguiri, e de parte dos que o acompanharam, concentrou-se no medo de novas taxas, quando na verdade o marco é uma mudança estrutural do setor e a possiblidade da taxação seria uma autorização, complementar a lei de 2012 que já estabelecia os mecanismos, e ainda sim retirada pelo relator do projeto.

No entanto o foco real do marco é reestruturar o financiamento do transporte público coletivo, distinguindo a tarifa paga pelo usuário da remuneração aos operadores. Ele introduz conceitos como “tarifa pública” (o que o passageiro paga), “tarifa de remuneração” (que cobre custos reais) e “superávit tarifário” (para reinvestimentos), incentivando eficiência sem depender unicamente de aumentos tributários. Enquanto a Lei de Mobilidade foca em princípios gerais, o PL 3278/2021 adiciona regras específicas para o transporte coletivo.

Para avançar no debate de forma técnica e propositiva, é fundamental traduzir as mudanças estruturais que o Marco Legal do Transporte Público propõe. O Deputado Kim Kataguiri, ao focar na narrativa de “novos impostos” (ponto que já foi sanado com a retirada da autorização de taxação pelo relator), acaba ignorando a engenharia de incentivos que o projeto traz.

Votar contra o Marco Legal é, ironicamente, votar pela manutenção de um sistema que:

  • Desperdiça Espaço: A ocupação média nas capitais é de apenas 1,4 passageiro por automóvel. Isso é o auge da ineficiência produtiva e do desperdício de infraestrutura.
  • É Economicamente Insustentável: Mundialmente, a receita das passagens não cobre sequer 50% do custo do sistema. Ignorar a necessidade de um modelo de financiamento estruturado, como o Marco Legal propõe, é condenar as cidades a subsídios emergenciais que sangram o orçamento público sem oferecer melhoria real. O mero aumento de tarifas ou injeção de subsídio para equilibrar custos é um dos mecanismos que mais reforçam ao passageiro a percepção de serviço ruim, má imagem do setor e busca para sair o quanto antes da dependência do serviço.

De forma geral em comparação com a legislação atual, ou a falta dela, podemos resumir por critério:

Critério de Comparação Modelo Atual Modelo Marco Legal
Financiamento A passagem tenta (e falha) cobrir todo o custo, resultando em tarifas caras para um serviço ruim. O usuário paga um valor possível (tarifa pública), o Estado cobre a diferença (tarifa técnica) com foco em produtividade urbana.
Lógica de Remuneração Por Passageiro: O operador ganha por passageiro transportado. Nesta lógica a relação de quanto mais gente houver no ônibus melhor para relação econômica.

Por quilometro fixo: custo por quilometro fixado independente da qualidade do serviço prestado

O operador é pago pelo serviço prestado (km rodado) e qualidade atingida através de indicadores de desempenho.
Incentivo à Qualidade O conforto é visto como custo. Ônibus vazio é prejuízo, ônibus lotado é lucro. O lucro está atrelado a indicadores de desempenho, sejam operacionais ou atrelados a percepção da qualidade.
Transparência Fiscal Planilhas de custo complexas que não incentivam a eficiência. Modelos são meramente baseados em custos estimados do sistema. Separação clara entre custo de operação, investimento em frota e receita tarifária. A possiblidade da  inserção de mecanismos de eficiência muda o incentivo de manter alto custo para busca da excelência operacional.
Risco Jurídico Contratos mal desenhados que geram judicialização e colapsos operacionais por falta de equilíbrio do contrato. Hierarquização e mais segurança jurídica para investimentos em tecnologia ou modernização da frota

 

O deputado Kim Kataguiri votou contra a urgência, alinhando-se à narrativa de novos impostos, mas ignora que o marco cria exatamente os mecanismos de incentivo que seu grupo defende, mudando políticas públicas via indicadores de desempenho, como pontualidade, cobertura de áreas periféricas e redução de emissões, para premiar eficiência e combater ineficiências. Kataguiri, que critica “incentivos perversos” na educação (onde piores estados recebem mais verbas), rejeita aqui um sistema que remunera operadores por resultados mensuráveis, promovendo responsabilidade fiscal e inovação. Sua trajetória no MBL, defendendo mecanismo de eficiência, deveria levá-lo a abraçar essa evolução, não combatê-la com leituras superficiais.

Em conclusão, o marco legal altera a estrutura e incentivo de um modelo meramente de estimativa de custo por medição por eficiência, como remuneração por desempenho vinculada a indicadores quantitativos e qualitativos (ex.: taxa de pontualidade, índice de cumprimento de viagem, redução percentual de emissões, etc). E aí surge o grande questionamento, como fazer tudo isso se o setor é “uma caixa preta”? Isto na verdade é uma falácia e não existe, mas é um assunto para um próximo artigo.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Portal CSC

Governo federal destina R$ 3,4 milhões a cidades atingidas por chuvas em MG

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Governo federal destina R$ 3,4 milhões a cidades atingidas por chuvas em MG
Foto: Corpo de Bombeiros de MG/Divulgação

O governo federal liberou R$ 3,4 milhões para restabelecimento e assistência humanitária em Juiz de Fora e Ubá, cidades de Minas Gerais atingidas por chuvas que já deixaram 53 mortos nos últimos dias.

O que aconteceu

Dinheiro será repassado via Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional. Ontem, o órgão informou que R$ 2,9 milhões serão enviados para Juiz de Fora e R$ 482 mil para Ubá.

Ministro visitou cidades ontem. Na região desde terça-feira (24), Waldez Góes disse que a Defesa Civil Nacional está em contato com as prefeituras desde antes da tragédia climática e que vários ministérios estão envolvidos no esforço de reconstrução das áreas destruídas.

Trabalho na região envolve diferentes frentes. Segundo Góes, além da busca e do resgate de vítimas, há necessidade de auxílio a desabrigados e desalojados, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução das cidades.

Ontem, cidades tiveram estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional. Além de Juiz de Fora e Ubá, Matias Barbosa, também na região, se encontra na situação. A medida é necessária para que os municípios possam acessar recursos federais.

Chuvas já causaram 53 mortes na região. Ao todo, 47 mortos foram encontrados em Juiz de Fora e outros seis em Ubá, de acordo com dados divulgados pelo Corpo de Bombeiros no começo da manhã de hoje. Outras 15 pessoas estão desaparecidas nas duas cidades.

Fonte: UOL