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Ibama multa Petrobras em R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas

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Ibama multa Petrobras em R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas
Foto: Adriano Ishibashi/Framephoto/Estadão Conteúdo

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou a Petrobras em R$ 2,5 milhões por conta de um vazamento nas operações de perfuração na Foz do Rio Amazonas. O incidente ocorreu no dia 4 de janeiro e o auto de infração foi emitido nesta sexta-feira (6). O procedimento administrativo concede, a partir do auto, 20 dias para o pagamento ou para apresentação de recurso.

Em nota, o órgão ambiental argumentou que o fluido que vazou ao mar “representa risco médio tanto para a saúde humana quanto para o ecossistema aquático”. A Petrobras, por outro lado, nega que a substância cause danos ao meio ambiente, apontando para um documento oficial que detalha o produto: “o fluido é biodegradável, não persistente, não bioacumulável e não tóxico, conforme a Ficha de Dados de Segurança do produto. Atende todos os parâmetros do órgão ambiental e não gera qualquer dano ao meio ambiente.”

Incidente levou Petrobras a paralisar exploração

As perfurações foram paralisadas após o incidente. A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) interveio, impondo que a estatal substitua todos os tubos e conexões utilizados, comprovando a troca com documentação, a ser apresentada em até cinco dias após a conclusão. Após o cumprimento, a Petrobras recebeu o aval para retomar a exploração.

Logo que o acidente ocorreu, o Ibama emitiu nota reconhecendo a comunicação da Petrobras ao Sistema Nacional de Emergências Ambientais (Siema), mas alertou que acompanharia o caso de perto. O derramamento ocorreu a 175 km do litoral do estado do Amapá.

A exploração do petróleo na região iniciou em outubro de 2025, quando o Ibama autorizou as perfurações. Fundadora do Rede Sustentabilidade e reconhecida por setores progressistas como referência na pauta ambiental, a ministra do meio ambiente, Marina Silva, reagiu às críticas negando a existência de teor político na pauta, classificando a ação do Ibama, que está sob o guarda-chuva de sua pasta, como “uma decisão técnica”. “Se houve qualquer manifestação política, isso não influenciou o trabalho de qualidade que foi feito pelos nossos técnicos”, complementou a ministra.

Fonte: Gazeta do Povo

Nós verdes: a camada viva da cidade inteligente

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Nós verdes: a camada viva da cidade inteligente
Foto: Enviada por Bernardo D'Almeida

Escrito por: Iago Prado e Jamile Sabatini Marques

Uma abordagem que organiza o território, qualifica o espaço público e coloca as pessoas no centro da inteligência das cidades.

O debate sobre cidades inteligentes permanece fortemente orientado à tecnologia, plataformas e sistemas. No entanto, a inteligência urbana transcende essa visão técnica. Ela se expressa, sobretudo, na forma como o território é organizado e em como a cidade responde ao cotidiano das pessoas. Uma cidade inteligente inclui as pessoas, aproxima o serviço público e atua com base em dados. É nesse contexto que se insere o conceito dos Nós Verdes como uma camada estruturante da cidade inteligente, integrando infraestrutura, acessibilidade, mobilidade e cidadania.

Os Nós Verdes são pontos urbanos distribuídos pelo território, implantados em praças, áreas públicas subutilizadas, vazios urbanos ou espaços de passagem requalificados. Assim como em um sistema vegetal, em que os nós fortalecem o ramal e estruturam o crescimento, esses pontos concentram elementos e serviços para fortalecer o tecido urbano local. O objetivo é direto: descentralizar a oferta de serviços, reduzir deslocamentos e aproximar a cidade dos bairros.

Cada Nó Verde funciona como um polo de apoio urbano, reunindo diversas facilidades e equipamentos urbanos, por exemplo: Wi-Fi, áreas de descanso, monitoramento, bebedouros, bicicletários, espaços flexíveis para uso coletivo etc. O sistema é escalonável, cada nó tem uma configuração básica; e conforme a demanda, pode aumentar e somar mais equipamentos públicos. A inserção desses equipamentos ocorre de forma inteligente e orquestrada, garantindo harmonia no planejamento urbano.

Esses nós são conectados pelos entrenós — corredores urbanos que ligam um ponto ao outro. Os entrenós são eixos de mobilidade qualificada, nos quais se priorizam  transporte coletivo, veículos elétricos, bicicletas compartilhadas e caminhabilidade. Com semáforos inteligentes e desenho viário adequado, o deslocamento entre os nós passa a ser mais rápido e eficiente do que o uso do carro particular, induzindo escolhas mais sustentáveis.

Além da dimensão física, os Nós Verdes representam uma camada da cidade inteligente. O conceito de “nós” transcende o nó urbano: ele incorpora nós, pessoas. Trata-se da inclusão da população no processo de cidade inteligente, em que o cidadão passa a ser agente ativo da transformação urbana.

Isso se materializa, por exemplo, na reserva gratuita de espaços públicos nesses locais. O cidadão pode reservar um espaço para realizar atividades em grupo. Essas informações são encaminhadas automaticamente às secretarias responsáveis, permitindo que a gestão pública identifique demandas reais e direcione políticas com base em evidências.

Da mesma forma, o usuário pode avaliar o nó e registrar solicitações. A resposta rápida e o retorno ao cidadão geram algo crucial para o conceito de cidade inteligente: o engajamento cidadão.

Quando conectados a dispositivos móveis, os Nós Verdes geram dados valiosos sobre perfis de uso e frequência de acesso. Essas informações permitem compreender quem utiliza cada nó, quais atividades nele ocorrem e as distâncias percorridas para acessá-lo, subsidiando a implantação de novos nós em áreas com demanda reprimida.

Dessa forma, os Nós Verdes operam simultaneamente como infraestrutura urbana, ferramenta de dados e elementos de integração dos usuários. Ao revelar padrões de uso, necessidades e comportamentos, qualificam o planejamento urbano e ampliam a eficiência dos investimentos públicos.

Ao organizar o território a partir de nós estruturantes e, ao mesmo tempo, incorporar os cidadãos como agentes ativos dessa camada, os Nós Verdes materializam uma visão de cidade inteligente construída com participação, proximidade e uso real do espaço público, resultando em uma cidade inteligente que se estrutura a partir de nós.

PF realiza operação que apura aporte de R$ 400 milhões da Amprev no Banco Master

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PF realiza operação que apura aporte de R$ 400 milhões da Amprev no Banco Master
Foto: Divulgação/Polícia Federal

Operação Zona Cinzenta apura possível gestão temerária em investimentos da previdência do Amapá; dirigentes são alvos

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (6) uma nova frente de investigação sobre investimentos de regimes previdenciários estaduais no Banco Master. A operação, batizada de Zona Cinzenta, cumpre mandados de busca e apreensão em Macapá para apurar aportes feitos pela Amprev, a previdência do estado do Amapá, que somaram ao menos R$ 400 milhões em 2024.

Segundo a PF, as diligências buscam esclarecer “possíveis irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá”, com foco na aprovação e execução de aplicações em letras financeiras emitidas por um banco privado. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal e incluem quatro mandados na capital amapaense.

Entre os alvos estão o diretor-presidente da Amprev, Jocildo Silva Lemos — indicado ao cargo pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre — e dois integrantes do comitê de investimentos da autarquia, Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves. De acordo com apuração do UOL, o trio participou das deliberações que autorizaram as aplicações em três reuniões realizadas em julho de 2024.

Preocupação com golpes aumentam com pedágio free flow

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Preocupação com golpes aumentam com pedágio free flow
Foto: Reprodução/CCR RioSP

Os motoristas se tornaram alvos de golpes que utilizam indevidamente o nome do sistema.

Com a ampliação dos pórticos de Free Flow em rodovias paulistas, a preocupação com golpes também aumentou. Os motoristas se tornaram alvos de golpes que utilizam indevidamente o nome do sistema.

Desde 2024, 37 praças de pedágio eletrônico sem cancelas foram instalados em São Paulo, segundo o site da Artesp. O governo Tarcísio planeja ter 58 pórticos de free flow funcionando até 2030.

O Free Flow permite que o veículo passe pelo ponto de cobrança sem parar. A identificação é feita por meio de câmeras e sensores e não há envio automático de boletos por correio ou um site único para consulta de débitos.

Os golpes mais comuns envolvem a criação de páginas falsas na internet, que simulam serviços de consulta de pedágio e geram uma chave pix para o pagamento ao golpista. Em outra modalidade, boletos falsos são enviados para endereços físicos ou e-mails das vítimas, utilizando informações obtidas de forma irregular.

Em alguns casos, como o de Denner Rodrigues, a cobrança foi feita em uma rodovia em que ele nunca tinha passado antes. No entanto, ele conseguiu recorrer.

‘Aí, onde eu entrei no pedaço digital, tinha uma cobrança de quase 100 reais. Uma de 50 e pouco indo, outra de 40 e pouco voltando de uma rodovia no Pantanal, no Mato Grosso. Alguma coisa Pantanal. Aí eu escrevi questionando, falei, olha, eu nunca fui no Pantanal, tampouco o meu carro. Eu não conheço o Pantanal, nunca fui, nem de carro, nem prestei meu carro pra ninguém que foi. E aí, não, tem que ser pelo site, tem que ser pelo site, escrevi no site. Demorou quase um mês pra eles tirarem essa cobrança da minha conta. Eu tava devendo, entendeu? Aí, quase um mês depois eles tiraram’.

O sistema dos pórticos identifica o veículo pela TAG, com o débito automático, ou pela placa do veículo. Os pórticos são sinalizados com placas informativas antes do ponto de cobrança.

Em São Paulo, a consulta de débitos pode ser feita através do portal www.sigafacil.sp.gov.br.

O usuário deve pagar em até 30 dias pelo site ou canais da concessionária. Após esse prazo, pode ser considerada evasão de pedágio, com multa prevista no Código de Trânsito Brasileiro. Caso o pagamento não seja feito, o motorista é autuado em R$ 195,23 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação.

 

Oposição e governistas apoiam decisão de Dino que suspende penduricalhos

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Oposição e governistas apoiam decisão de Dino que suspende penduricalhos
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Parlamentares usaram as redes sociais para elogiar ato que impede pagamento de supersalários a servidores

Deputados e senadores se manifestaram por meio das redes sociais a favor da decisão do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), de suspender os “penduricalhos” do serviço público.

A decisão do magistrado foi tomada nesta quinta-feira (05), dois dias após o Congresso Nacional aprovar um projeto que prevê pagamentos de até R$ 77 mil mensais a servidores da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, superando o teto constitucional de R$ 46 mil.

Tanto parlamentares da oposição quanto governistas elogiaram a decisão do ministro e afirmaram que “já era a hora” de supersalários e benefícios ser regulamentados pela legislação.

No Congresso, o projeto foi aprovado por votação simbólica, sem registro individual de votos. Nesse tipo de deliberação, parlamentares contrários à proposta podem registrar oposição por meio de manifestações em plenário, requerimentos ou tentativas de obstrução.

De acordo com a decisão de Dino, muitas das indenizações concedidas aos servidores têm natureza remuneratória e não podem ficar de fora do teto, que é o limite máximo que um agente público pode receber.

A quantidade de benefícios, enquadrados como “verbas indenizatórias”, acaba por gerar “supersalários”, afirma Dino.

Veja abaixo as manifestações dos parlamentares:

Rogério Marinho (PL-RN)

Segundo o senador Rogério Marinho, a decisão do ministro é um “passo correto” do STF. Para o parlamentar, o Brasil precisa de “responsabilidade, controle de gastos e combate a privilégios”.

Na votação da proposta no Senado Federal, Marinho não manifestou voto contrário ao PL (Projeto de Lei) dos “supersalários”.

Carlos Portinho (PL-RJ)

Também senador, Carlos Portinho parabenizou, através da rede social X, a decisão de Dino. Portinho afirmou que buscava há anos avançar com o fim dos supersalários na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), e espera que agora a medida prossiga.

Portinho não foi contrário aos supersalários no plenário.

Renan Calheiros (MDB-AL)

O senador pelo estado de Alagoas e ex-presidente da casa Renan Calheiros, disse que o ministro Dino tem “a visão saneadora dos estadistas” e apoiou a resolução. De acordo com Calheiros, quando presidia o Senado “ninguém ganhava acima do teto”.

Na votação de terça-feira, o parlamentar não se manifestou contra a proposição.

Tabata Amaral (PSB-SP)

A deputada federal Tabata Amaral definiu a resolução de Dino como uma “grande vitória”. A parlamentar recordou, ainda, que é autora de dois projetos na Câmara que “dão fim aos supersalários.

Na votação em plenário, Tabata declarou “voto não” ao projeto dos “supersalários”.

Fernanda Melchionna (PSOL-RS)

Através das redes, a deputada declarou que “Dino acabou com a farra do Congresso inimigo do povo”.

No Congresso, a parlamentar teve presença registrada mas não se manifestou contrária ao PL.

Zeca Dirceu (PT-PR)

O deputado petista afirmou, através das redes, que “já passou da hora” de “penduricalhos serem suspensos”. Dirceu disse, ainda, que a bancada luta “há tempos” para votar um projeto que ponha fim aos super salários.

Dirceu não estava presente durante a votação que aumenta expressivamente salários para servidores de ambas as casas.

Fonte: CNN Brasil

Cultura de Inovação – uma Missão Técnica no Vale do Silício (Parte II)

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Cultura de Inovação - uma Missão Técnica no Vale do Silício (Parte II)
Crédito: Freepik

Uma leitura sobre cultura, ecossistema e mentalidade a partir de uma vivência no Vale do Silício

Na primeira parte do artigo, fiz questão de contextualizar o que o Vale do Silício representa para o mundo hoje em dia. Nesta segunda etapa, a intenção é comentar sobre algumas características que fazem do vale este lugar diferenciado, partindo do meu ponto de vista vivenciado durante a missão técnica no Vale do Silício.

Um dos primeiros pontos a se destacar, é o ecossistema, falar em ecossistema de empreendedorismo e inovação é falar de um sistema complexo, composto por um conjunto de atores com papéis e motivações específicas, dos quais podemos citar: Empreendedores; Startups; Instituições de ensino; Governo; Investidores; Incubadoras e Aceleradoras.

No Vale do Silício, todos estes atores, interagem entre si, de forma colaborativa, para o desenvolvimento de inovações e negócios de alto impacto, gerando a retroalimentação de todo ecossistema. E por ser um chamariz de empreendedores do mundo todo, no vale, encontramos um ecossistema rico, no qual é possível perceber que a região apresenta uma imensa diversidade cultural, contribuindo no intercâmbio de experiências, ideias e aprendizados entre os profissionais vindos do mundo todo para atuarem em empresas do vale, fazendo com que este pluralismo cultural, de pessoas e ideias, faça surgir um ambiente propício para fomentar ainda mais ideias inovadoras de impacto global.

Estima-se que mais de 30% da população do Vale do Silício seja composta por imigrantes, vindos de todos os lugares do mundo.

E por falar em cultura, é possível ainda citar a Cultura do Aprendizado, pois é uma das coisas que mais chamam atenção no vale, onde há uma mudança de mentalidade relacionada a educação, sendo considerada como uma das maiores e mais eficientes ferramentas de transformação, permitindo o desenvolvimento de competências humanas para enfrentar um mundo de possibilidades e novas profissões, além disso, o investimento nas relações humanas, ética, humanização e responsabilidade estão entre os pilares fundamentais intrínsecos na cultura das empresas do Vale do Silício. Destaco também a Cultura do Inconformismo, que leva as pessoas a pensarem que tudo que já existe pode ser feito de uma forma melhor, mais inteligente e que todos os serviços podem evoluir para algo menos complexo e com foco no futuro.

Aprendizado e inconformismo, são ingredientes muito importantes no ecossistema do Vale do Silício, mas eu ressaltaria ainda, o aprendizado por meio do Erro.

“Falhar é uma opção aqui [Vale do Silício]. Se as coisas não estão dando errado, você não está inovando o suficiente!” (Elon Musk)

Sempre fomos ensinados a evitar o erro, então, pensar na possibilidade de errar é praticamente inadmissível, mas, vivenciando o dia a dia do vale, percebemos que não é feio errar, na verdade falhar é um degrau importante na escada que leva ao sucesso, pois a cada vez que você erra, você está mais forte e mais preparado. As pessoas com maior sucesso no Vale do Silício são pessoas que em algum momento já erraram, falharam (ou até mais vezes, ou melhor, muitas vezes), estas pessoas demonstram maior poder de reação, resiliência, perseverança e, principalmente, comprometimento com o resultado, características muito procuradas neste meio. Entretanto, o fato é, não se deve errar por errar, é preciso errar rápido, pois errar rápido é mais barato. É melhor falhar no início da execução do projeto do que ter o produto pronto e só então perceber que ele não é bom.

Outro aspecto que chama muita atenção, é o networking, que acontece com muita intensidade na região do vale. Há um pensamento difundido por lá de que existem 3 (três) tipos de pessoas que você pode encontrar na região, um empreendedor com uma boa ideia, um investidor buscando por uma boa ideia ou um desenvolvedor de softwares capaz de transformar uma ideia em uma solução. Ou seja, não há um café que você tome sem que algum tipo de interação aconteça, algum conhecimento seja absorvido e uma conexão seja realizada. Confesso que no começo me assustei, sentava-me em uma mesa para tomar um café e logo algum desconhecido sentava-se junto e iniciava uma conversa. Isso me fez refletir o quanto precisamos estar abertos a todo instante para possibilitar conversas e socializações, até mesmo nos mais inesperados locais e o quanto isso pode nos oportunizar crescimento.

A chave então é pensar: Como você está se relacionando com as pessoas e formando uma rede de conexões?

Gosto de evidenciar também o contexto da transformação digital. Muito se fala em transformação digital e isso ficou ainda mais evidenciado durante a pandemia. Sempre associamos o tema simplesmente a um esforço de TI, porém, a transformação digital não é um conceito para o futuro, e sim algo pelo qual as organizações de hoje têm de dar o máximo de atenção para alcançar os resultados que almejam. No Vale do Silício é possível perceber a busca das empresas no entendimento da transformação digital, o seu impacto na sociedade e sua aplicação nos negócios, criando uma cultura voltada ao cliente, que busca incansavelmente colocar as pessoas no centro da transformação digital. Nos fazendo refletir em:

  • Como a gente otimiza o nosso negócio?
  • Como colocamos nosso cliente no centro de nossos negócios?
  • Como criamos valor para o cliente de novas maneiras?

Ainda neste contexto, destaco a importância dos produtos serem construídos não mais PARA os clientes, e sim, COM os clientes, levando-se em consideração tendências como Design Thinking e User Experience (UX), buscando desenvolver realmente soluções para os problemas encontrados pelos clientes e que ainda possam gerar conforto e comodidade. O foco precisa estar nas necessidades do cliente e não no produto em si. É o produto que deve se adequar ao consumidor e não o contrário.

São muitos os aspectos que nos levam a reflexão a partir da análise de como se comporta o ecossistema do Vale do Silício, mas o fato é, que não é porque as coisas lá dão certo que elas poderiam se repetir aqui, afinal, é preciso respeitar as particularidades de cada região, o bom e velho CTRL + C e CTRL + V não ajudariam aqui, é preciso ter um pensamento regional, refletir principalmente sobre:

  • Qual a vocação da nossa região?
  • E neste cenário, quais competências e/ou participação da Gestão Pública?

Esta foi a parte II do artigo: “Cultura de Inovação – uma Missão Técnica no Vale do Silício”, baseada em minha experiência pessoal e profissional vivenciada in loco em uma imersão no Vale do Silício. Teremos ainda uma parte III, onde comentarei um pouco sobre cada visita realizada, em empresas e instituições que são referência no Vale do Silício, refletindo sobre o que mais chamou atenção durante as visitas.

ANP autoriza Petrobras a retomar perfuração na Foz do Amazonas, diz agência

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Ibama multa Petrobras em R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas
Foto: Adriano Ishibashi/Framephoto/Estadão Conteúdo

Operação havia sido paralisada no início do ano devido a um vazamento de fluido de perfuração. ANP exigiu novas medidas de segurança.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou a Petrobras a retomar perfuração de um poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, que havia sido paralisada no início do ano devido a um vazamento de fluido de perfuração, segundo documento visto pela Reuters.

“Considerando as análises técnicas realizadas e as medidas mitigadoras propostas pela Petrobras, concluiu-se não haver óbice [empecilho] ao retorno das atividades de perfuração no referido poço, a partir do recebimento deste ofício”, disse a ANP.

A agência, contudo, afirmou que a Petrobras foi notificada de que a retomada deverá seguir alguns condicionantes, como a troca de todos os elementos de vedação usados nas conexões da tubulação por onde passam os fluidos e treinamento de todos os trabalhadores envolvidos no procedimento.

Entenda o que aconteceu

A Petrobras havia interrompido, em 6 de janeiro, a perfuração na na Foz do Amazonas após identificar a perda de fluido em duas linhas auxiliares — tubulações de apoio que ligam o navio-sonda ao poço Morpho. O local está a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá.

Segundo a estatal, o vazamento, identificado no domingo (4 de janeiro), foi imediatamente contido e isolado. A operação foi interrompida para que as tubulações fossem levadas à superfície, avaliadas e reparadas. O Ibama informou que já foi comunicado sobre o caso e que não houve vazamento de petróleo.

🔎 O material liberado foi o fluido de perfuração, conhecido como “lama”. Ele é usado para resfriar a broca, remover fragmentos de rocha e controlar a pressão do poço. Trata-se de um fluido à base de água, com aditivos de baixa toxicidade, comum em perfurações no mar.

Infográfico mostra local de vazamento que fez Petrobras interromper perfuração na Foz do Amazonas.
Foto: Arte/g1

Em nota divulgada na época, a companhia afirmou ainda que adotou todas as medidas de controle e notificou os órgãos competentes. Acrescentou que o fluido “atende aos limites de toxicidade permitidos” e é biodegradável, sem risco ao meio ambiente ou à população.

Exploração da Foz do Amazonas

Em outubro de 2025, o Ibama autorizou a Petrobras a perfurar um poço em águas profundas na região da Foz do Amazonas, localizada na Margem Equatorial — que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte. O aval é exclusivo para pesquisa exploratória.

A atividade na região é duramente criticada por ambientalistas, enquanto especialistas em petróleo ressaltam sua importância para a produção.

A perfuração pela estatal começou imediatamente após o aval do Ibama. A previsão é que a exploração dure cerca de cinco meses. Os efeitos concretos da iniciativa, portanto, só poderão ser observados após esse período.

Segundo a Petrobras, o processo prevê a coleta de dados geológicos para verificar a presença de petróleo e gás em escala comercial.

A perfuração é realizada no bloco FZA-M-059, localizado em mar aberto, a cerca de 175 km da costa do Amapá e 500 km da foz do Rio Amazonas, em uma área de águas profundas.

A área está localizada no extremo oeste da Margem Equatorial brasileira e tem cerca de 268 mil km², de acordo com a petroleira. A extensão abrange a plataforma continental, o talude e a região de águas profundas, até o limite entre as crostas continental e oceânica.

A Margem Equatorial é vista como uma das novas fronteiras de exploração de petróleo e gás no Brasil, com potencial para se tornar um novo “pré-sal”, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME).

Potencial exploratório

O governo estima que a Margem Equatorial teria reservas que permitiriam explorar 1,1 milhão de barris de petróleo diariamente. É mais do que a capacidade dos dois principais campos da Bacia de Santos: Tupi, com cerca de 850 mil barris por dia, e Búzios, que ultrapassou os 900 mil.

Segundo o MME, com isso, seria possível retirar até 10 bilhões de barris de petróleo da região. Atualmente, o Brasil tem uma reserva comprovada de 16,8 bilhões de barris — o que seria suficiente para manter o país sem precisar comprar petróleo de outros países até 2030.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) calcula que a Bacia da Foz do Amazonas possui um volume recuperável de 6,2 bilhões de barris de óleo equivalente. A estimativa faz parte de um estudo que compõe um projeto dedicado à análise das bacias sedimentares brasileiras.

Fonte: G1

Novas regras de segurança do Pix entram em vigor; veja mudanças

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Novas regras de segurança do Pix entram em vigor; veja mudanças
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Medidas ampliam segurança e agilizam devolução em casos de fraude

Entram em vigor nesta segunda-feira (2) as novas regras de segurança do Pix definidas pelo Banco Central (BC), com foco na recuperação mais rápida dos valores transferidos de forma indevida.

Foram reforçados mecanismos de combate a golpes, fraudes e casos de coerção. A principal novidade é a atualização do Mecanismo Especial de Devolução (MED), que passa a permitir o acompanhamento mais eficiente do caminho do dinheiro.

Os recursos serão rastreados, mesmo quando são rapidamente transferidos para outras contas, prática comum em crimes financeiros.

Com o novo modelo, a expectativa do Banco Central é aumentar significativamente a taxa de recuperação dos valores e reduzir o sucesso das fraudes. Especialistas estimam que as mudanças podem diminuir em até 40% os golpes considerados bem-sucedidos.

Outra frente importante é o reforço da integração entre bancos, instituições de pagamento e órgãos de segurança, além da ampliação do uso do autoatendimento nos aplicativos, o que torna a contestação mais simples e rápida para o usuário.

O BC esclarece que o MED só deve ser acionado em caso de fraude, suspeita de fraude ou erro operacional das instituições financeiras. A ferramenta não pode ser usada no caso de Pix a destinatários errados digitados pelo usuário.

Em outubro, o Banco Central havia determinado que todas as instituições financeiras oferecessem o MED por meio de um botão de contestação em seus aplicativos. A medida preparou o sistema para a adoção das novas regras.

O que muda com as novas regras do Pix

MED passa a ser obrigatório: todos os bancos e instituições de pagamento que operam o Pix devem adotar a versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução.

Rastreamento do dinheiro entre contas: a devolução não fica mais restrita à conta que recebeu inicialmente o valor. O sistema passa a rastrear transferências para contas intermediárias.

Bloqueio automático de contas suspeitas: contas com denúncia de fraude podem ser bloqueadas de forma imediata, antes mesmo da conclusão da análise.

Prazo menor para devolução: o Banco Central estima que os valores possam ser recuperados em até 11 dias após a contestação, prazo mais curto do que o praticado anteriormente.

Compartilhamento de informações entre instituições: bancos passam a trocar dados sobre o caminho do dinheiro, o que facilita o bloqueio e a restituição dos recursos.

Autoatendimento para contestação: A vítima pode solicitar a devolução diretamente pelo aplicativo do banco, sem necessidade de contato humano.

O que o correntista deve fazer em caso de golpe:

  1. O cliente deve contestar a transação o quanto antes pelos canais oficiais do banco;
  2. A instituição de origem comunica a instituição recebedora em até 30 minutos;
  3. Os recursos são bloqueados na conta do suspeito;
  4. As instituições analisam o caso;
  5. Se confirmada a fraude, o valor é devolvido;
  6. Se não houver indícios, o dinheiro é liberado ao recebedor.

Criado em 2021, o MED é um dos principais pilares de segurança do Pix. Com as novas regras, o Banco Central espera desestimular o uso recorrente de contas para crimes financeiros e ampliar a proteção dos usuários do sistema de pagamentos instantâneos.

Fonte: Agência Brasil

Três Poderes lançam pacto contra o feminicídio com diretrizes iniciais, mas sem ações efetivas definidas

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Três Poderes lançam pacto contra o feminicídio com diretrizes iniciais, mas sem ações efetivas definidas
Foto: Reprodução/ CanalGov

Desde o ano passado, Lula tem endurecido o tom ao tratar do combate à violência contra a mulher, tema que também passou a ocupar espaço central em seus discursos públicos em ano eleitoral.

Os Três Poderes da República assinaram nesta quarta-feira (4), no Palácio do Planalto, o “Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio”.

A iniciativa uniu Executivo, Legislativo e Judiciário em um compromisso institucional para enfrentar a violência letal contra mulheres e meninas no Brasil.

Apesar de o anúncio do pacto contar com diretrizes iniciais, o governo ainda não apresentou detalhes práticos sobre a execução das políticas de enfrentamento ao feminicídio (leia mais abaixo).

O lançamento ocorreu no Salão Nobre do Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), da ministra das Mulheres, Márcia Lopes, e de autoridades de todos os Poderes.

Segundo o Executivo, em linhas gerais, a iniciativa visa articular esforços entre União, estados, Distrito Federal, municípios, sistema de Justiça e sociedade civil.

O pacto, batizado com o lema “Todos Por Todas”, tem como eixos principais a prevenção, a proteção, a responsabilização de agressores e a garantia de direitos para mulheres vítimas de violência de gênero.

Educação na primeira infância

Na ocasião, Lula destacou a importância da educação de meninos, desde a primeira infância, e mencionou episódios envolvendo atletas brasileiros.

“Não é apenas para o Dia da Mulher fazer passeada, mas lembrar que estamos conscientizando os professores, da creche às universidades. Quando um jovem se forma em doutor, saber se ele também pode ser doutor em respeito às mulheres, direitos humanos e cidadania”, questionou o presidente.

“Se uma criança de 6 anos de idade, quando vai jogar futebol, sabe que, quando ficar famoso, não fará a bobagem que alguns atletas brasileiros fazem. Não é o sexo que faz diferença, mas o respeito”, prosseguiu.

Diretrizes iniciais

Segundo a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, foi criado um comitê interinstitucional com quatro representantes de cada um dos poderes para “discutir um grupo de trabalho para enfrentar o feminicídio”. Segundo o Planalto um dos objetivos desse comitê é a produção de relatórios.

Já o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, destacou a aliança do Judiciário no sentido de priorizar julgamento de casos dessa natureza.

O ministro destacou ainda os instrumentos que auxiliam na prevenção do feminicídio como é o caso do formulário de avaliação de risco e da medida de protetiva de urgência.

“Com esse pacto, vamos avançar. A Justiça será mais rápida no julgamento e o Estado não pode apenas reparar, embora deva fazer, não pode apenas punir, embora seja legitimo, deve evitar que as mulheres morram e deve garantir que vivam com dignidade, autonomia e liberdade”, afirmou.

Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), também discursaram durante o evento. Ambos mencionaram a importância da união dos diferentes segmentos no enfrentamento do crime.

“Alguns insistem em criar narrativas de poderes, mas quero reafirmar: as instituições brasileiras estão unidas em propósitos como esse. A defesa das instituições carece ser propagada, propalada para que mentiras não pareçam verdade, as mentiras num certo momento se transformaram em verdade”, afirmou Alcolumbre.

“Esse ato proposto pela primeira-dama e abraçado por todos, é uma demonstração de que as instituições precisam estar unidas, porque os problemas do mundo real não nos permitirão tirar o foco do que é principal para o Brasil. As instituições estão unidas, firmes e com coragem para enfrentar desafios do Brasil”, prosseguiu o presidente do Senado.

A iniciativa do pacto partiu de Lula, que tem intensificado, em seus discursos, a defesa de ações mais firmes para o enfrentamento da violência contra a mulher.

Pedido de Janja

O presidente já afirmou publicamente que foi um pedido da primeira-dama, Janja da Silva, que fez com que ele assumisse a responsabilidade de uma luta mais dura no combate à violência contra a mulher.

Janja foi a primeira a falar durante o evento e agradeceu o presidente pelo compromisso com a causa. “Quero expressar todo orgulho do meu marido que percebeu a minha angustia”, afirmou.

O pacto é resultado de uma articulação iniciada ainda em dezembro do ano passado, quando Lula chamou para uma reunião ministros do governo, do judiciário e representantes de diferentes áreas para discutir o assunto.

Na época, o encontro teve caráter preliminar e não culminou em resultados práticos.

Apesar de a violência contra a mulher ser um problema estrutural e alarmante no país, o tema também tem sido incorporado ao discurso político de Lula com foco no cenário eleitoral de 2026.

No ano passado, o presidente chegou a afirmar publicamente que “quem bate em mulher não precisa votar no Lula”.

O número de feminicídios bateu recorde no Brasil em 2025: foram 1.470 casos de janeiro a dezembro, conforme dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O total supera os 1.464 registros de 2024, a maior marca até então.

Fonte: G1

Ministério das Cidades anuncia mais de R$ 2,5 bi para mobilidade urbana e renovação do transporte público

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Ministério das Cidades anuncia mais de R$ 2,5 bi para mobilidade urbana e renovação do transporte público
Foto: Divulgação/ Ministério das Cidades

O Ministério das Cidades anunciou novos investimentos do Novo PAC que somam mais de R$ 2,5 bilhões para projetos de mobilidade urbana e renovação da frota de transporte público em diferentes regiões do país. Os recursos têm objetivo de melhorar a qualidade de vida da população, modernizar o transporte coletivo e reduzir a emissão de poluentes nas cidades brasileiras.

Quatro propostas foram habilitadas para receber investimentos de mais de R$ 459 milhões para obras de infraestrutura voltadas à mobilidade urbana, que vão impactar diretamente na fluidez e eficiência do transporte coletivo, beneficiando os municípios de Anápolis (GO), Imperatriz (MA), Campina Grande (PB) e Nossa Senhora do Socorro (SE).

As obras incluem a construção e requalificação de terminais, implantação de corredores exclusivos para o transporte coletivo, expansão de ciclovias, modernização de abrigos de passageiros e a implantação de Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs).

Já na frente de renovação de frota, foram habilitadas 14 propostas, com investimento aproximado de R$ 2,06 bilhões. A iniciativa prevê a substituição de veículos antigos por modelos mais modernos, eficientes e menos poluentes, reforçando a agenda de descarbonização do transporte público no Brasil.

Entre os entes beneficiados estão Ilhéus (BA), Estado da Bahia, Anápolis (GO), Duque de Caxias (RJ), Angra dos Reis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Teresópolis (RJ), Estado do Maranhão, João Pessoa (PB), Guarulhos (SP), Porto Seguro (BA), Jequié (BA) e Maricá (RJ). As cidades vão receber ônibus elétricos e veículos com tecnologia Euro 6, que reduzem significativamente a emissão de gases poluentes.

Segundo o secretário nacional de Mobilidade Urbana, Denis Andia, os investimentos representam um avanço integrado na política de transporte público.

“Nosso objetivo é que a infraestrutura seja um meio para se chegar a um transporte público de qualidade, com mais conforto, segurança e agilidade para a população. A renovação da frota complementa essa visão, garantindo que os veículos que circulam em nossas cidades sejam modernos, eficientes e sustentáveis, melhorando a experiência do usuário e contribuindo para um futuro mais verde”, afirma Andia.

Com essas ações, o Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana (Semob), reforça seu papel na construção de cidades mais inclusivas, acessíveis e sustentáveis. Os investimentos do Novo PAC consolidam o transporte público como um eixo estratégico para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do país.

Fonte: Ministério da Cidades