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Desafios em 2026: Tirar do papel grandes obras de mobilidade urbana

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Com uma frota de veículos crescente e um sistema viário ultrapassado, as grandes obras de mobilidade urbana são uma necessidade em Rondonópolis.

Por muitos anos elas foram cobradas, mas somente com a posse do prefeito Cláudio Ferreira, em janeiro de 2025, muitas dessas obras começaram a ser projetadas e encaminhadas.

Nesse sentido, a nova gestão tem o desafio de começar a tirar do papel muitos desses projetos, a exemplo dos viadutos no trânsito urbano.

Entre os projetos já elaborados pela administração municipal e que se esperam o início das obras para 2026 estão os viadutos na confluência da Avenida dos Estudantes com o Anel Viário e a Avenida Júlio Campos e ainda na confluência da Rua Fernando Correa da Costa com a Avenida Lions Internacional e acesso à Avenida Otaviano Muniz. Ainda não se sabe se esses viadutos serão erguidos pela Prefeitura somente com recursos próprios ou através de parcerias.

Esses dois locais são pontos críticos na mobilidade local. No caso da rotatória da Avenida dos Estudantes com o Anel Viário, se trata de passagem obrigatória para uma das regiões que mais cresceram nos últimos anos no município, onde o trânsito precisa ser melhor organizado.

Igualmente, o ponto da Rua Fernando Correa no acesso à ponte sobre o Rio Vermelho precisa de uma intervenção para garantir maior fluidez e segurança no trânsito.

Outra necessidade antiga é a construção do viaduto do Trevão, na confluência das BRs 364/163, em Rondonópolis, nesse caso sob responsabilidade da concessionária Nova Rota do Oeste, administrada pelo Governo do Estado, através da MT Par.

Em outubro do ano passado, o governador Mauro Mendes assinou a autorização para contratação das obras de um grande viaduto nesse local, havendo a esperança que esse antigo sonho possa ter as obras iniciadas em 2026.

Nos últimos anos, o Governo do Estado também vem prometendo as obras de duplicação do anel viário de Rondonópolis, em toda sua extensão. A obra envolveria a duplicação e a implantação de iluminação pública da via.

A concretização do projeto é esperada para fazer frente ao aumento do fluxo de veículos na via, ao crescimento da cidade com a construção de novos bairros nas proximidades, bem como aos constantes acidentes, muitos deles com vítimas fatais.

Agora voltando ao governo municipal, outra expectativa em termos de mobilidade reside no início das obras da implementação da maior ciclovia do município, interligando o setor industrial ao maior núcleo populacional do perímetro urbano.

A ciclovia vai começar na Avenida Otaviano Muniz, próxima à BR-364, seguirá pela Lions Internacional, Avenida Rotary Internacional (Brasil), Rua Filinto Muller e chegando à Avenida Irmã Bernarda, no Conjunto São José.

Novas interligações viárias através da construção de pontes no Ribeirão Arareau também ajudariam a melhorar a trafegabilidade urbana.

A Prefeitura já anunciou a licitação para construção de uma ponte na Avenida Lídio Magalhães, ligando o bairro Jardim Primavera à Vila São Sebastião e à Avenida Rotary Internacional, mas para 2026 a população espera o anúncio da construção da ponte na Rua Arnaldo Estevão de Figueiredo, sobre o Ribeirão Arareau, como opção de tráfego na região central.

Será um grande avanço se o poder público conseguir neste ano vencer as fases de licitação e viabilização de recursos, podendo ao menos dar o pontapé inicial nesses projetos de mobilidade.

Fonte: A Tribuna | Mato Grosso

Apagão: 25 itens para ajudar no caso de falta de energia

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Lista inclui itens de iluminação, pilhas, baterias portáteis e até mesmo jarras com purificador de água para driblar a falta de eletricidade dentro de casa ou do escritório.

Eventos inesperados, como a ventania que atingiu a cidade de São Paulo no início de dezembro, têm impacto direto na nossa vida: falta de energia por bastante tempo.

Como consequência, os celulares e notebooks ficam sem bateria, a comida nas geladeiras e freezers pode estragar ou descongelar e, bem, fica tudo escuro em casa.

Para tentar ajudar a deixar a vida um pouco mais confortável durante essas quedas de energia, o Guia de Compras separou 25 produtos nas seguintes categorias:

  • Caixas térmicas
  • Purificadores de água
  • Fogareiros
  • Estações portáteis de energia e powerbanks
  • Pilhas
  • IIuminação

Veja a lista a seguir.

Caixas térmicas

As caixas térmicas são o primeiro passo para armazenar comida fora da geladeira. Nas lojas on-line consultadas em dezembro, as caixas térmicas custavam entre R$ 150 e R$ 470.

Purificadores de água

Quando o purificador de água elétrico deixa de funcionar por conta da falta de energia, não é somente a água gelada que não sai mais – é qualquer água. O mesmo ocorre com quem tem aquelas geladeiras com água na porta.

Jarras com filtro purificador funcionam com água da torneira (ou de um balde da torneira da rua, já que a bomba que leva água para caixa também parou de funcionar).

Nas principais lojas da internet, os produtos custavam entre R$ 160 e R$ 200 em dezembro.

Fogareiros portáteis

Fogareiros com um queimador apenas são uma alternativa para quem precisa cozinhar, mas não tem como ligar um cooktop elétrico.

Estações portáteis de energia e powerbanks
As estações de energia portáteis são equipamentos pensados para alimentar seus eletrônicos em lugares onde não há tomadas disponíveis.

🔋 São munidas de baterias recarregáveis e possuem várias entradas para plugar eletrônicos e eletrodomésticos, lembrando os powerbanks, que são carregadores portáteis para celulares.

Ainda são itens caros, custando entre R$ 2.600 e R$ 4.500

Os powerbanks são baterias portáteis e a salvação do celular com bateria fraca (veja como escolher). A lista inclui ainda um carregador solar, caso seja necessário recarregar o powerbank sem energia, e um adaptador solar para a estação de energia.

Os preços dos acessórios solares iam de R$ 125 a R$ 1.700 nas lojas da internet pesquisadas em dezembro. Já os powerbanks ficavam na faixa dos R$ 220 a R$ 450.

Pilhas

Pilhas fazem parte do cotidiano, e tê-las por perto para usar em eletrônicos compatíveis em caso de queda de energia é necessário. Só não pode esquecer de manter os modelos recarregáveis sempre cheios.

Os preços dos produtos iam de R$ 21 a R$ 180 nas lojas on-line consultadas no meio de dezembro.

Iluminação

Lanternas de pilha, durante uma falta de energia, representam um modo rápido de manter a iluminação ligada – e sem precisar recarregar, basta trocar as pilhas no formato indicado pelo fabricante (e ter pilhas sempre de reserva guardadas).

Já as lanternas e luminárias recarregáveis não requerem pilhas – mas podem precisar de energia após esgotar suas baterias.

A dica é sempre deixar esses produtos recarregados, com checagens mensais se está tudo em dia.

Já as luzes de emergência funcionam ligadas à energia elétrica. A partir do momento que o fornecimento da rua é desativado, elas alternam de forma automática para a bateria interna e acendem as luzes.

Os preços dos produtos iam de R$ 75 a R$ 240 nas lojas da internet pesquisadas em dezembro.

Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

Fonte: G1

Saúde vai monitorar cenário sanitário na fronteira com a Venezuela

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Equipes enviadas a Roraima têm experiência em situações de tragédia

O Ministério da Saúde enviou uma equipe da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para Roraima, estado que faz fronteira com a Venezuela. O objetivo é avaliar estruturas de saúde, profissionais, vacinas e outros insumos.

Em nota, o ministério informou que estrutura um plano de contingência para resposta do SUS a um “possível agravamento da crise internacional e avanço da demanda de migrantes na região fronteiriça” após ataque conduzido pelo governo norte-americano.

“Até o momento, o fluxo migratório segue o mesmo na região”, destacou o ministério no comunicado.

Ainda segundo a nota, as equipes enviadas a Roraima possuem vasta experiência em situações de tragédia e estão identificando estruturas hospitalares e avaliando a possibilidade de ampliação.

Caso haja necessidade, o governo informou que vai montar hospitais de campanha e expandir estruturas existentes com o objetivo de reduzir os impactos no sistema público de saúde brasileiro.

Na nota, o Ministério da Saúde se coloca à disposição da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para ajuda humanitária, citando apoio por meio do fornecimento de medicamentos e insumos para diálise, visto que o principal centro de distribuição da cidade de La Guaira, na Venezuela, ficou destruído após um ataque.

“O Ministério da Saúde reafirma o papel do SUS como referência internacional ao garantir assistência médica integral a todas as pessoas em solo nacional. Para imigrantes em cidades de fronteira, esse direito é assegurado, independentemente do status migratório ou nacionalidade”, concluiu o comunicado.

Entenda

No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana, Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite dos EUA e levados para Nova York.

O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel.

O governo do presidente Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que culminassem na prisão de Maduro.

Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

Fonte: Agência Brasil

2025: mais um ano em que o clima mostrou sua força no Brasil

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Frio fora de época, ventos extremos, ciclones, tornados e calor recorde marcaram a retrospectiva climática de 2025 e reforçaram o clima como fator estratégico para o país 

Pelos meteorologistas da Climatempo – revisão de Vitor Takao e Caroline Salgado Frutuoso

O ano de 2025 ficará marcado na história climática do Brasil como um período de fortes contrastes e eventos extremos persistentes. Foi o ano em que o frio chegou mais cedo, permaneceu por mais tempo do que o habitual e dividiu espaço com ventos intensos, chuvas extremas, tornados, granizo e, ao final, calor recorde em grandes cidades. Um retrato claro de como a variabilidade climática no Brasil vem se intensificando e de como o clima passou a ocupar papel central nas decisões da sociedade.

Desde o fim de maio, o país passou a sentir os efeitos das primeiras massas de ar polar realmente intensas de 2025, antecipando um padrão que se repetiria ao longo do ano. O frio se destacou especialmente no Sul e no Sudeste, com agosto apresentando temperaturas médias abaixo da média histórica em grande parte do Brasil. No Rio Grande do Sul, as temperaturas permaneceram dentro ou abaixo da climatologia por vários meses consecutivos, reforçando a persistência do frio.

Um dos episódios mais simbólicos do ano ocorreu em 20 de outubro, quando a cidade de São Paulo registrou 11,2°C, a menor temperatura para o mês em 11 anos. O evento ganhou destaque por acontecer em plena primavera, fora do período típico de frio mais intenso, e ajudou a consolidar a percepção de um ano atipicamente frio em diversas regiões do país.

Ao mesmo tempo, 2025 foi marcado por eventos extremos associados ao vento, que ganharam protagonismo ao longo do ano. Episódios de ventania intensa foram registrados em diferentes meses, com destaque para julho e setembro, quando rajadas próximas ou superiores a 100 km/h atingiram áreas do litoral paulista e a capital, causando transtornos urbanos, quedas de árvores e impactos na infraestrutura.

O auge desse padrão ocorreu em dezembro, com a formação de um forte ciclone extratropical no Sul do Brasil. O sistema provocou ventania, tornados e impactos significativos em áreas do Sul e do Sudeste. Em São Paulo, houve registros de queda de árvores, interrupções no fornecimento de energia e transtornos urbanos relevantes. No dia 10 de dezembro, o aeroporto de Congonhas registrou rajada de 96,3 km/h, a mais intensa em ambiente seco desde o início das medições, em 1963.

As chuvas extremas também tiveram papel central na retrospectiva climática de 2025. Em junho, o Rio Grande do Sul enfrentou um dos episódios mais expressivos do ano, com acumulados superiores a 300 mm e até 400 mm em poucos dias em alguns municípios, além de volumes excepcionais em apenas 24 horas. O evento resultou em alagamentos, inundações e impactos diretos sobre a infraestrutura e a população, com reflexos econômicos e sociais.

Na primavera, os temporais severos se intensificaram, com destaque para o tornado F4 registrado em novembro em Rio Bonito do Iguaçu (PR), associado à atuação de supercélulas durante a formação de um ciclone extratropical. A caracterização dos tornados ocorridos no Sul do país foi realizada por especialistas da Climatempo que atuam em apoio técnico à Defesa Civil do Rio Grande do Sul, a partir da análise de dados meteorológicos, imagens, registros de campo e padrões de danos observados. Episódios de granizo com impactos relevantes também foram registrados em municípios do Sul e do Sudeste, reforçando o caráter severo da estação.

Outras regiões do país também viveram padrões climáticos fora do habitual. O litoral da Bahia, incluindo Salvador, registrou chuvas volumosas em outubro e novembro, meses que tradicionalmente não concentram os maiores acumulados. Na Amazônia, o chamado “verão amazônico” praticamente não se configurou, com manutenção de chuvas frequentes mesmo no período climatologicamente mais seco.

E, como se não bastasse um ano dominado pelo frio e pelos ventos, dezembro trouxe um contraste climático marcante. No dia 28, a cidade de São Paulo atingiu 37,2°C, estabelecendo o recorde histórico de temperatura para o mês de dezembro, um exemplo claro de como extremos opostos podem coexistir em um mesmo ano.

A retrospectiva climática de 2025 reforça uma mensagem central: o clima não é apenas um tema de observação, é uma variável crítica de planejamento e gestão de risco. Os impactos sobre cidades, infraestrutura, energia, logística, agronegócio e saúde pública tornam cada vez mais evidente a necessidade de decisões baseadas em informação meteorológica e climática qualificada.

Na Climatempo, acompanhar, interpretar e traduzir esses dados é mais do que um trabalho técnico, é um compromisso com a sociedade. O ano de 2025 mostrou, mais uma vez, que compreender o clima é essencial para reduzir riscos, aumentar a resiliência e preparar a sociedade, defesas civis e empresas para os impactos meteorológicos.

Alguns dos maiores destaques climáticos de 2025 no Brasil

  • Fim de maio: início das primeiras massas de ar polar intensas de 2025, marcando a chegada antecipada do frio no Brasil.
  • Junho: chuvas extremas no Rio Grande do Sul chamaram atenção nacional, com acumulados acima de 300 mm e até 400 mm em poucos dias, provocando alagamentos e inundações severas.
  • Agosto: mês marcado por temperaturas abaixo da média em grande parte do Brasil, consolidando 2025 como um dos anos mais frios da última década em várias regiões.
  • 20 de outubro: frio histórico em plena primavera — São Paulo registra 11,2°C, o dia mais frio de outubro em 11 anos, fora do padrão climático esperado.
  • Julho e setembro: ventos extremos voltam a atingir o Sudeste, com rajadas próximas ou superiores a 100 km/h, causando transtornos urbanos e quedas de energia.
  • Novembro: tornado F4 no Sul do Brasil — evento de alto impacto, caracterizado por especialistas da Climatempo em apoio à Defesa Civil do Rio Grande do Sul.
  • Dezembro: formação de um ciclone extratropical raro para a época do ano, com ventania ciclônica, tornados e danos significativos no Sul e no Sudeste.
  • 10 de dezembro: rajada histórica de vento em São Paulo — Congonhas registra 96,3 km/h, a mais intensa em ambiente seco desde 1963.
  • 28 de dezembro: calor extremo no fim do ano — São Paulo atinge 37,2°C, estabelecendo o recorde histórico de temperatura para o mês de dezembro.

Fonte: Climatempo

Ministério da Saúde e AgSUS lançam edital para formação de agentes populares de saúde

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Chamada pública vai selecionar movimentos sociais populares para formação de 450 turmas em 17 unidades da federação

Ministério da Saúde, em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), publicou novo edital do Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde (AgPopSUS). A chamada pública será realizada até 18 de janeiro e tem como objetivo selecionar movimentos sociais populares para formação de 450 turmas em 17 unidades da federação.

O edital prevê o pagamento de bolsas para educadores, no valor de R$ 2.500,00 por mês, além de bolsa incentivo ao estudante de R$ 560,00 para garantir o deslocamento e outras despesas que permitam a permanência e desenvolvimento do curso. Cada turma será composta por 1 educador e 20 educandos. A seleção pode beneficiar até 9 mil estudantes.

De acordo com o secretário de Gestão do Trabalho e da educação na Saúde, Felipe Proenço, o edital reforça a participação popular no âmbito do SUS. “O programa fortalece ainda mais a saúde e a participação popular como direitos presentes na construção diária do SUS, a partir da mobilização dos voluntários que organizam a comunidade onde vivem para garantir direitos sociais. Também reconhece o notório saber de mestres da cultura popular, incentivando e valorizando as práticas tradicionais e populares de cuidado”, disse.

“Com essa formação, qualificamos pessoas para atuar junto às suas comunidades, promovendo saúde, direitos e a defesa do SUS. É uma oportunidade de construir uma rede nacional de agentes comprometidos com o cuidado, a educação popular e a equidade no Sistema Único de Saúde”, destacou Luciana Maciel, diretora de Atenção Integral à Saúde da AgSUS. A entidade realizará, dia 9 de janeiro, uma sessão pública virtual no seu canal institucional do Youtube para sanar dúvidas dos movimentos interessados.

Formação

O curso de formação levará em conta a distribuição das turmas entre os estados, priorizando a equidade (onde a pobreza é concentrada), o impacto em escala (maior volume populacional vulnerável) e o porte populacional em 17 unidades da Federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Distrito Federal.

AgPopSUS

O Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde foi instituído pela Portaria GM/MS nº 1.133, de 16 de agosto de 2023, a fim de contribuir com a atuação dos movimentos sociais populares na defesa do SUS e do direito à saúde, na perspectiva de fortalecer o protagonismo popular, a articulação de saberes e as práticas de educação popular em saúde nos territórios do SUS.

Desde então, o AgPopSUS tem construído uma rede nacional de agentes educadoras e educadores populares comprometidos com o acesso aos serviços de saúde em seus territórios com o objetivo de fortalecer a participação popular e a defesa do SUS em áreas de vulnerabilidade social.

A iniciativa integra saberes tradicionais e populares e nasceu da experiência de atuação de movimentos sociais durante a pandemia de Covid-19, quando lideranças comunitárias atuaram como Agentes Populares de Saúde para proteger seus territórios.

Nádia Conceição
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

O poder de compra verde na China

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Como o poder de compra do Estado está redefinindo a inovação e a transição verde

Historicamente, governos que desejavam estimular a inovação em seus países focavam em políticas pelo “lado da oferta”: davam subsídios para pesquisa e desenvolvimento (P&D), criavam incentivos fiscais e financiavam universidades, esperando que boas ideias surgissem e se transformassem em produtos. Nas últimas décadas, contudo, uma abordagem mais direta e talvez mais poderosa ganhou força: a política pelo “lado da demanda”.

O princípio é simples. O Estado é o maior comprador de qualquer economia. Se ele usar esse imenso poder de compra de forma estratégica, deixa de ser um consumidor passivo para se tornar um catalisador ativo da inovação.

Isso é a essência das Compras Públicas para Inovação (do inglês, Public Procurement for Innovation – PPI). Em vez de simplesmente comprar o produto mais barato que já existe, o governo sinaliza ao mercado que comprará soluções novas para seus grandes desafios, como saúde, defesa ou, crucialmente, a transição energética.

Embora o conceito seja discutido em todo o mundo, da Europa aos Estados Unidos, nenhum país parece ter entendido o potencial desta ferramenta como política industrial de forma tão agressiva quanto a China.

Uma análise recente da literatura acadêmica sobre o tema revela um fato contundente: a China tornou-se o principal “laboratório vivo” para o estudo das Compras Públicas Verdes (GPP, na sigla do inglês Green Public Procurement), uma subcategoria da PPI focada em sustentabilidade. O país tem usado seu poder de compra de forma intensiva como um pilar duplo de sua política industrial e ambiental.

Como isso funciona na prática?

Primeiro, o governo atua como um “criador de mercado”. Ao garantir uma demanda estável e de grande escala para produtos verdes — sejam painéis solares, ônibus elétricos ou tecnologias de tratamento de água —, ele reduz drasticamente o risco de mercado para as empresas. Inovações verdes são caras e o retorno é incerto. O contrato público funciona como um “porto seguro” que incentiva as empresas a realizar os investimentos de alto custo necessários para inovar.

Segundo, a compra pública atua como um poderoso mecanismo de sinalização e certificação. Conseguir um contrato de compra verde com o governo chinês não é apenas uma venda; é um selo de legitimidade e reputação. Isso abre portas para que a empresa consiga acesso a outras fontes de financiamento (como bancos e investidores privados) e expanda para novos mercados.

Nossa pesquisa também aponta que o impacto da GPP não ocorre no vácuo. O efeito é potencializado quando o governo combina essa demanda com políticas tradicionais de oferta (como subsídios para P&D verde) e, fundamentalmente, com um ambiente de regulação ambiental robusto, que “pune” quem polui e “premia” quem inova.

Os efeitos, aliás, transbordam das empresas diretamente contratadas. A exigência de critérios verdes se espalha por toda a cadeia de suprimentos, incentivando um desenvolvimento sustentável mais amplo na indústria.

Para além da retórica, a China está demonstrando que a forma como o governo gasta seu dinheiro pode ser uma das ferramentas mais eficazes para impulsionar uma transição econômica. Enquanto o Ocidente debate a teoria, a China a utiliza como uma arma estratégica para moldar seu futuro industrial e ambiental.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Portal CSC. 

Comissão de Meio Ambiente promoverá debate sobre adaptação climática das cidades

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A Comissão de Meio Ambiente aprovou um pedido de sua vice-presidente, senadora Leila Barros (PDT-DF) para debater o papel do Sistema Nacional de Fomento no financiamento de cidades resilientes (Req. 27/2025).

Sobre o tema, o Senado aprovou o projeto da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) que estabelece como diretriz da política urbana o fomento à construção de cidades adaptadas às mudanças climáticas (PL 380/2023). Ainda não há data definida para a audiência.

Debate presente há pelo menos uma década nos fóruns nacionais e internacionais sobre mudanças climáticas, a construção das chamadas “cidades resilientes”, ou seja, capazes de não sucumbir a enchentes, secas, calor, frio e ventanias extremas é hoje uma urgência que desafia governos e repercute no Senado.

A Comissão de Meio Ambiente aprovou um pedido de sua vice-presidente, a senadora Leila Barros, do PDT do Distrito Federal, para a promoção de uma audiência pública sobre o papel do Sistema Nacional de Fomento no financiamento e desenvolvimento de cidades resilientes no Brasil. O SNF reúne cerca de 30 bancos e entidades públicas e privadas que viabilizam projetos de desenvolvimento, entre eles, o BNDES, a Finep e o Sebrae. Para Leila Barros, o financiamento das cidades adaptadas ao clima extremo precisa virar realidade:

(senador Leila Barros) “Chuvas torrenciais, alagamentos, rajadas de ventos altíssimas. E a gente tem visto no país inteiro, o país, realmente, sofrendo, já, com essa questão das mudanças climáticas. Então, esse requerimento é, justamente, para debater uma temática que é importante que são as cidades resilientes, o desenvolvimento e o financiamento das cidades resilientes aqui no Brasil.”

Para o debate, ainda sem data definida, serão convidados representantes do Ministério das Cidades, da Associação Brasileira de Desenvolvimento; da Caixa Econômica Federal e do BNDES; além da prefeita do município gaúcho de Estrela, Carine Schwingel, que trabalha na reconstrução da cidade após as enchentes de 2024 e apresentou projetos de resiliência urbana durante a COP 30. No Congresso, está em debate um projeto da deputada federal Erika Hilton, do PSOL de São Paulo, que estabelece como diretriz da política urbana o fomento à construção de cidades resilientes às mudanças climáticas. Aprovado no Senado com modificações feitas pelo relator, senador Fabiano Contarato, do PT do Espírito Santo, o texto voltou à Câmara para análise final. Os senadores acrescentaram à proposta original a obrigatoriedade dos recortes de gênero, raça e renda nos estudos de vulnerabilidade climática necessários para a implementação de medidas de adaptação climática nas cidades. Da Rádio Senado, Marcela Diniz.

Fonte: Rádio Senado

Reajuste contratual e promessa de renovação de frota: Entenda novo aumento na tarifa de ônibus em Salvador

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Passagem dos ônibus convencionais e aos veículos conhecidos como amarelinho passa a custar R$ 5,90 a partir desta segunda-feira (5), na capital baiana.

A tarifa do transporte público de Salvador aumentou para R$ 5,90 nesta segunda-feira (5). A medida se aplica aos ônibus convencionais e os veículos dos sistemas BRT e STEC (conhecidos como amarelinhos).

Antes do aumento, a tarifa custava R$ 5,60. O reajuste, que corresponde a um aumento 5,3%, foi anunciado na sexta-feira (2).

Segundo o secretário de Mobilidade, Pablo Souza, o reajuste foi contratual e o valor da nova tarifa vai possibilitar que a prefeitura avance na renovação da frota. Atualmente, Salvador tem 1.700 ônibus, 700 deles com ar-condicionado.

“Nós pretendemos entregar 700 ônibus novos, com ar-condicionado, neste ano, para a população do subúrbio, do miolo e o centro da cidade também. É uma renovação de frota que é muito esperada por toda população”, afirmou.

O gestor ponderou que o sistema de transporte tem sofrido desde a pandemia da Covid-19 e o reajuste vai possibilitar a renovação de 100% da frota dos amarelinhos e veículos da frota de ônibus da concessionária Integra.

Pablo Souza disse ainda que o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), tem o compromisso de terminar o atual mandato com toda a frota de ônibus da capital baiana com ar-condicionado.

“O compromisso do prefeito é que nesse ciclo de mandato, a gente conseguir chegar a 100% da frota com ar-condicionado. A gente está fazendo, neste ano, a maior compra da história da cidade”.

Em janeiro de 2025, a prefeitura anunciou um reajuste de R$ 0,40 que levou a passagem da capital para o valor de R$ 5,60. Na época, a alta foi de 7,69%.

De acordo com Pablo Souza, o novo reajuste foi feito por causa de custos do sistema de transporte público como o óleo diesel, aquisição de novos veículos e compras de peças.

Veja o histórico da tarifa de ônibus em Salvador 👇

  • 2017: R$3,60
  • 2018: R$ 3,70
  • 2019: R$ 4,00
  • 2020: R$ 4,20
  • 2021: R$ 4,40
  • 2022: R$ 4,90
  • 2023: R$ 5,20
  • 2025: R$ 5,60
  • 2026: R$ 5,90

Com a mudança, a passagem de Salvador superou a de capitais como São Paulo — onde a passagem passará a custar entre R$ 5,30 e R$ 5,40 a partir de terça-feira (6) — e Rio de Janeiro, onde a tarifa do transporte público passou a custar R$ 5, no domingo (4).

Integração

Segundo o secretário, do valor atual da tarifa, de R$ 5,90, cerca de R$ 2 ficam com o sistema de ônibus quando o usuário faz a integração, enquanto o restante vai para o metrô. Caso utilize ônibus, metrô e ônibus novamente, aproximadamente R$ 4 permanecem no sistema de transporte por ônibus, com parte do valor sendo destinada ao sistema metroviário. O usuário pode utilizar até três modais pagando apenas uma tarifa.

O secretário ressaltou que todo o sistema opera sem subsídios diretos do governo federal ou estadual.

“Hoje, essa repartição tarifária não conta com nenhum tipo de apoio do governo federal nem do estadual. A Prefeitura tem buscado fazer a parte dela”, afirmou.

Pablo Souza comparou ainda a realidade da capital baiana com outras capitais.

“São Paulo reservou cerca de R$ 6 bilhões em subsídios públicos para este ano. O Rio de Janeiro tem uma estimativa de R$ 1,6 bilhão. São realidades muito diferentes. Aqui, além do menor reajuste, estamos investindo fortemente na aquisição de veículos para oferecer um serviço cada vez melhor, diante dos desafios que o transporte público enfrenta em todo o país”, concluiu.

A gestão municipal afirmou que realizou investimentos no transporte da cidade ao longo do último ano, com novos modais e a aquisição de novos ônibus. Além disso, pontuou que, nesta semana, firmou um contrato no valor de valor de R$ 264 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a aquisição de 300 ônibus novos.

Conforme a prefeitura, foram retomadas cinco novas linhas de ônibus no sábado (3) e o oferecimento de veículos para as regiões de Itapuã e Praia do Flamengo será reestruturado.

Retomada de linhas

A prefeitura anunciou a retomada de linhas que haviam sido suspensas por causa do acordo de integração com o metrô, a criação de novos itinerários e o reforço para diversas linhas.

Entre as linhas retomadas ao longo do ano passado está a linha 1515 – Conjunto Pirajá x Ribeira. Outra reativação é a linha 1645 – Alto de Santa Terezinha/Rio Sena x Pituba, parcialmente retomada com a ampliação da linha 1674-01 – Alto de Santa Terezinha/Rio Sena x Estação BRT Hiper.

Em setembro, diversas linhas passaram a ter incremento no número de viagens, chegando a um total de 41 viagens a mais em cerca de 16 delas, além da criação de três novas linhas filhas.

Além disso, em outubro do ano passado, a prefeitura iniciou os testes com um novo modelo de ônibus 100% elétrico. Atualmente, Salvador conta com oito veículos em operação e o maior eletroterminal de recarga pública do Brasil.

Fonte: G1 – Bahia

Em ata, Banco Central não dá indícios de corte dos juros no início de 2026

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O BC (Banco Central) divulgou a ata com as motivações que resultaram na manutenção da taxa Selic em 15% ao ano pela quarta vez consecutiva. O documento do Copom (Comitê de Política Monetária) destaca que a preocupação com a inflação ainda persiste e não dá indícios do início do ciclo de cortes dos juros, como prevê o mercado financeiro a partir do primeiro trimestre de 2026.

O que diz a ata

  • BC não dá sinais de queda da taxa básica de juros. Ao justificar a nova manutenção da taxa Selic em 15% ao ano, os diretores do Copom avaliam que a decisão é compatível com a estratégia de aproximar a inflação do centro da meta de 3% definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). “A estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”, diz a ata.
  • Novas elevações da taxa Selic não são descartadas. “O Comitê seguirá vigilante e, como usual, não hesitará em retomar o ciclo de alta se julgar apropriado”, destaca a autoridade monetária, apesar de reconhecer o arrefecimento da inflação e da atividade econômica. “À luz de tais dados, o Comitê relembra que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta.”
  • Riscos inflacionários seguem elevados, afirma o BC. Os diretores reconhecem a trajetória de declínio do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), mas ressaltam que o indicador permanece acima da meta “em todos os horizontes”. A ata destaca que o custo de desinflação sobre o nível de atividade ao longo do tempo é maior em ambientes com expectativas desancoradas e avalia que “perseverança, firmeza e serenidade” na condução da política monetária vão favorecer no arrefecimento da inflação.

“A principal conclusão obtida, e compartilhada por todos os membros do Comitê, foi a de que, em um ambiente de expectativas desancoradas, como é o caso do atual, exige-se uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado.” Ata da 275ª reunião do Copom.

Fonte: UOL

P3C Regional Nordeste reuniu lideranças e reforçou o potencial da região em PPPs e Concessões

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Evento em Maceió destacou oportunidades em saneamento, energia renovável e infraestrutura

A Plataforma P3C desembarcou em Maceió para realizar o P3C Regional Nordeste, reunindo os principais representantes do setor público e privado, investidores e especialistas, que tem como objetivo discutir os desafios e oportunidades de infraestrutura e serviços na região. O evento, que integra o calendário nacional da Plataforma, reforçou o compromisso de promover um ambiente de negócios mais previsível, seguro e orientado por boas práticas de governança, responsabilidade social e ambiental.

Com mais de 600 participantes, 45 palestrantes, três palcos simultâneos e nove painéis temáticos, o encontro trouxe para o centro das discussões temas estratégicos como descarbonização, energias renováveis, mobilidade e transporte, portos, saneamento e infraestrutura social. A 3ª P3C Regional Nordeste contou com patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Governo Federal, fortalecendo ainda mais o diálogo sobre investimentos e modelos de parceria no país. Representantes dos nove estados nordestinos se reuniram para debater soluções inovadoras e fortalecer o ecossistema de parcerias público-privadas (PPPs), que têm se mostrado um caminho eficiente para transformar a infraestrutura e impulsionar o desenvolvimento regional.

Dentre os palestrantes do P3C Regional Nordeste, destacam-se líderes do setor público e privado, entre eles: José Aliperti Jr, CEO e fundador da Astra, Infraestrutura e Concessões Educacionais; Luiz Felipe Graziano, sócio da Giamundo Neto Advogados; Caio Buarque, Subsecretário de Parcerias e Ações Estratégicas da Prefeitura de Maceió; Rafael Tinelli, Diretor de Parcerias e Concessões do IPGC – Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades; Fernando Vieira, Diretor-Geral da Iguá Saneamento Sergipe; e Luciene Machado, Superintendente da Área de Soluções para Cidades do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

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A Região Nordeste, que abriga 26,9% da população brasileira, cerca de 56,4 milhões de pessoas, tem se destacado por seu potencial em áreas que combinam urgência social e oportunidades de investimento. Projetos voltados à infraestrutura de abastecimento de água e saneamento, por exemplo, têm sido apontados como essenciais não apenas para a melhoria dos serviços urbanos, mas também para o desenvolvimento do semiárido, com impacto direto na economia local.

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Além dos debates nos palcos, o evento contou com rodadas de negócios, espaços de exposição e estações de trabalho. Essas iniciativas regionais culminaram no P3C Nacional, que será realizado em São Paulo e reunirá os principais atores do ecossistema brasileiro de infraestrutura. O evento nacional consolida o propósito da Plataforma P3C: fortalecer um movimento coletivo de transformação, capaz de unir boas práticas, inovação e parcerias estratégicas para impulsionar um Brasil mais sustentável, conectado e competitivo.

Para saber mais sobre o evento, clique aqui.