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DESVIOS ADMINISTRATIVOS PRECOCES: O PONTO CEGO DO CICLO DE VIDA DAS PPPS

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Os modelos de atuação poderiam ser diversos, desde um modelo tradicional de assessoria técnica até a própria cessão temporária de profissionais especializados para compor a equipe técnica do ente subnacional

A Lei das Parceiras Público Privadas (PPPs) completa 20 anos em 2024. Tive a oportunidade de acompanhar a evolução desse modelo contratual desde sua origem no país. Apesar da tendência natural de usualmente concentrarmos esforços nas críticas e sugestões para aperfeiçoamento das PPPs, é preciso fazer um reconhecimento que evoluímos. 

Tendo a concordar com aqueles que descrevem o mercado brasileiro de PPPs como um dos mais dinâmicos e diversificados do mundo. Também é notória a amplitude e densidade do desenvolvimento da produção intelectual nacional sobre o tema, seja em questões regulatórias, jurídicas, técnicas e econômico-financeiras. Saltam aos olhos a quantidade de cursos, certificações, seminários, livros, artigos e premiações que as PPPs fomentam. Temos hoje um verdadeiro ecossistema de PPPs, cujas engrenagens estão em pleno funcionamento.

De forma sucinta, podemos resumir o ciclo de vida de uma PPP em 5 grandes etapas: modelagem do projeto, licitação, implementação, gestão do ativo e encerramento contratual. Apesar da interlocução entre parceiros públicos e privados ocorrer, em alguma medida, em todas essas etapas, é possível afirmar que as 2 primeiras são orquestradas pela administração pública ao passo que as 3 últimas tem um maior protagonismo do ente privado. É exatamente nessa transição de liderança que reside o gap de gestão identificado para ser tratado nesse artigo.

É a minha percepção que o ecossistema das PPPs dedica a maior parte de seus esforços no aperfeiçoamento das modelagens contratuais. Tal aspecto não surpreende, uma vez que o contrato precisa nortear uma complexa relação de interdependência público-privada durante vários anos ou décadas. Logo em seguida, verifica-se uma forte mobilização dos agentes do setor de infraestrutura na produção de discussões e propostas voltadas à regulação dos contratos. Tal conclusão pode ser alcançada pela frequente incidência do tema “reequilíbrio econômico-financeiro” nos fóruns de discussão de diferentes segmentos da infraestrutura (transporte, mobilidade urbana, saneamento, iluminação pública, dentre outros). Também não há o que se questionar sobre a relevância dessa matéria para o fortalecimento do ambiente das PPPs.

Todavia, baseado em minhas próprias experiências e em relatos recentes de colegas do setor, tenho tomado conhecimento de situações críticas e recorrentes que se materializam no período compreendido entre o final do processo licitatório e a implementação do projeto (fase mais intensiva em investimentos). Esse parece ser um “ponto cego” no ciclo das PPPs, ainda pouco discutido e endereçado pelos envolvidos. 

Em geral, essas ocorrências são observadas em algum ponto entre o cumprimento das condições precedentes para assinatura do contrato e o final da etapa de implementação do projeto. São obrigações, geralmente, previstas expressamente em contrato, porém desprezadas por uma das partes ou ambas. Por vezes, são simples princípios de boa gestão e governança que acabam sendo ignorados. Convém denominá-los de desvios administrativos precoces. Elenco aqui alguns deles:

  • Atraso ou inércia na contratação do Verificador Independente; 
  • Descumprimento ou atraso na contratação de instituição financeira responsável pela custódia dos pagamentos e/ou garantias; 
  • Descumprimento dos pagamentos de contraprestação e/ou constituição de garantias sem a devida fundamentação;
  • Falhas ou atrasos no cumprimento de condições precedentes à assinatura do contrato e/ou da eficácia contratual (constituição da SPE, desapropriações, licenças) por omissão ou ineficiência;
  • Assinatura do contrato e emissão de ordem do serviço sem devido cumprimento das obrigações mútuas;
  • Execução de investimentos pelo privado sem o devido lastro financeiro disponibilizado pelo ente público para pagamento das contraprestações/garantias;  
  • Início de execução do contrato sem as devidas aprovações legislativas estruturantes;
  • Assimetria de conhecimento entre a equipe de gestores públicos que acompanhou a modelagem do projeto e as equipes destacadas para a gestão e fiscalização do contrato;
  • Atendimento a solicitações do gestor público em desacordo com o escopo contratual e sem a devida formalização e análise de impactos econômico-financeiros.

Verifica-se que muito embora essas situações têm como agente ativo o próprio gestor público, alguns concessionários convivem passivamente com esses desvios administrativos, contribuindo para um precedente arriscado na forma como a gestão contratual é executada. Ignorar esses sinais de alerta logo no início da relação público-privada gera efeitos negativos que abalam o alicerce da parceria. A fase inicial de um contrato de PPP é um marco crítico. Apostar em improvisos no curto prazo, como forma de assegurar estabilidade no longo prazo, pode custar caro. Eis algumas das consequências e externalidade negativas dessa prática:

  • Eventual interrupção dos serviços em função de desconformidade da gestão contratual detectada por órgãos de controle, gerando prejuízos para a população e para a administração pública;
  • Punições e penalidades para agentes públicos e privados;
  • Extinção prematura do contrato, gerando custos transacionais adicionais e perda da vantajosidade projetada na modelagem do projeto e na licitação.
  • Maior assunção de risco pelo ente privado, o que pode vir a comprometer sua sustentabilidade econômico-financeira e descontinuar a prestação dos serviços ou afetar sua qualidade;
  • Insuflar complexidade e subjetividade nas discussões contratuais ao longo de toda a extensão da PPP, acarretando: maior judicialização de pleitos, prazos mais extensos para resolução de disputas e desgaste no relacionamento institucional entre as partes;
  • Depreciação da credibilidade do ente federativo contratante junto ao mercado;
  • Depreciação da credibilidade do mercado ou segmento objeto da PPP.

A boa notícia é que esses desvios e suas consequências são evitáveis e as soluções podem ser extraídas de aparatos já disponíveis atualmente. Através da participação ativa de estruturadores públicos de projetos bem com de organismos multilaterais, entendo ser possível disponibilizar produtos e assessorias dessas facilities no período pós-licitatório. Tais entidades seriam, em minha opinião, as mais vocacionadas para apoiar estados e municípios nas fases de contratação e implementação do projeto, assegurando a estabilidade institucional, tão necessária em marcos críticos das PPPs. 

Os modelos de atuação poderiam ser diversos, desde um modelo tradicional de assessoria técnica até a própria cessão temporária de profissionais especializados para compor a equipe técnica do ente subnacional. Além de cobrir esse “ponto cego” das PPPs, a atuação das facilities nessa fase inicial, aportaria, de forma subsidiária, conhecimento para o aprimoramento das próprias modelagens de futuros projetos.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

O FUTURO DAS RODOVIAS NO BRASIL: OPORTUNIDADES BILIONÁRIAS E DESAFIOS NA ERA DAS PPPS

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Com recordes de investimento e novas tecnologias emergindo, o setor rodoviário enfrenta a necessidade de atrair novos players e superar obstáculos em concessões cruciais

O setor de rodovias no Brasil vive um momento dinâmico, com uma série de desafios e oportunidades no contexto das parcerias público-privadas (PPPs). Recentemente, o volume de rodovias leiloadas tem sido expressivo, com o governo federal e governos estaduais avançando em projetos de concessão que visam melhorar a infraestrutura rodoviária e atrair investimentos significativos.

Um exemplo é o recente edital publicado pelo governo de São Paulo para a concessão de 460 quilômetros de rodovias na chamada Rota Sorocabana. Com o leilão previsto para o final de outubro, este projeto representa um investimento de R$ 8,7 bilhões ao longo de 30 anos. Esse tipo de iniciativa não só visa melhorar a infraestrutura existente, mas também modernizar a gestão rodoviária, integrando novos trechos e ampliando a capacidade das estradas com obras de duplicação, faixas adicionais e marginais.

A nível federal, o Ministério dos Transportes planeja realizar 13 leilões de concessão de rodovias em 2024, com potencial para injetar até R$ 122 bilhões em investimentos privados. Esses projetos abrangem concessões em seis estados, incluindo Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Paraná, Rio de Janeiro e Rondônia, além de trechos estaduais em Goiás e Paraná. No total, o plano do governo federal envolve 60 projetos estruturantes, com 35 concessões rodoviárias planejadas para os próximos quatro anos.

Esse volume crescente de concessões reflete o empenho do governo em melhorar a infraestrutura de transporte, visando não apenas atender à demanda crescente por escoamento de safra e mobilidade urbana, mas também alcançar um índice de conservação de rodovias satisfatório. Entretanto, o sucesso desses leilões depende do apetite dos investidores, que pode variar de acordo com a atratividade dos projetos e os modelos de concessão propostos.

Além disso, a tecnologia tem desempenhado um papel cada vez mais importante nas novas concessões. A implementação do sistema de cobrança eletrônica Free Flow, que elimina a necessidade de praças de pedágio físicas, é um exemplo de como a inovação está transformando a gestão rodoviária. Esse sistema não só melhora a fluidez do tráfego, mas também reduz custos operacionais e pode ser um diferencial competitivo nas futuras concessões.

Por outro lado, a necessidade de novos players no mercado de concessões rodoviárias é evidente. À medida que o volume de projetos cresce, há uma demanda por empresas que possam trazer novas soluções e garantir a viabilidade financeira desses empreendimentos. A entrada de novos operadores, inclusive internacionais, pode ser uma resposta à crescente oferta de concessões.

Outro ponto importante é a concessão de terminais rodoviários, que, embora menos frequente, representa uma oportunidade de modernização e melhoria dos serviços oferecidos aos usuários. A concessão desses terminais pode atrair investimentos em infraestrutura, proporcionando melhor atendimento e conforto aos passageiros.

O setor de rodovias no Brasil está em um período de transição e expansão, com grandes oportunidades para investimentos privados por meio de PPPs. No entanto, o sucesso desses projetos dependerá da capacidade de adaptar modelos de concessão às novas realidades, incorporar tecnologias inovadoras como o Free Flow e atrair novos players para garantir a competitividade e sustentabilidade do mercado rodoviário.

Esse tema será amplamente discutido no evento P3C25, que reunirá especialistas do setor para debater os desafios e oportunidades no mercado de PPPs e concessões rodoviárias. Para mais detalhes sobre a programação e os painéis, acesse: https://p3c.com.br/

Sobre o P3C

Organizado pela Necta, com correalização da B3, da Portugal Ribeiro & Jordão Advogados e do Estadão Blue Studio, o P3C é especializado no mercado de PPPs e Concessões com foco nos investimentos em infraestrutura no Brasil envolvendo empresas, entidades e governos com a missão de envolver essa cadeia para debater sobre a colaboração entre os diferentes atores, com a finalidade de encontrar alternativas para tornar o ambiente de negócios mais previsível e seguro para os investidores no Brasil seguindo critérios ambientais, sociais e de governança.

Sobre a Necta

A Necta é uma das principais promotoras de conteúdo e eventos no Brasil especialista em aproximar os públicos B2B, B2G, G2B e G2G através da implementação de atividades orientadas a impactar positivamente os ecossistemas onde estão inseridas.

Criamos plataformas que conectam pessoas e transformam ecossistemas por meio de soluções de conteúdo especializado, promoção de eventos de negócios, premiações, cursos, rankings, estudos, marketplace e utilização de ferramentas de inteligência de mercado.

Somos os idealizadores e realizadores do Connected Smart Cities, única plataforma de cidades inteligentes e mobilidade urbana do Brasil, e da principal plataforma de PPPs e Concessões, o P3C Investimentos em Infraestrutura.

CONFIRA OS PRINCIPAIS DESTAQUES DO CONNECTED SMART CITIES 2024

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Evento destaca as melhores práticas e inovações urbanas, consolidando-se como o maior encontro de cidades inteligentes do Brasil

A edição 2024 do Connected Smart Cities chegou ao fim, consolidando-se mais uma vez como o maior e mais relevante evento de cidades inteligentes e mobilidade urbana do Brasil. Realizado ao longo de dois dias, o evento reuniu mais de 4.327 participantes em uma área de 7.000m² dedicada à inovação, networking e desenvolvimento sustentável. Com 235 palestrantes e 50 patrocinadores e expositores, o evento superou as expectativas, promovendo debates cruciais para o futuro das cidades e criando novas oportunidades de negócios.

O primeiro dia do evento foi marcado pelo anúncio dos vencedores do Selo Connected Smart Cities 2024, que, em sua 3ª edição, reconheceu 44 cidades por suas boas práticas e avanços em direção ao desenvolvimento inteligente. Esta ferramenta, fruto da parceria entre a Plataforma Connected Smart Cities e a Spin – Soluções Públicas Inteligentes, destaca cidades que estão na vanguarda da inovação urbana, incentivando outras a seguirem seus exemplos. O selo se firmou como um incentivo para que mais municípios brasileiros adotem soluções tecnológicas e sustentáveis. Confira aqui o resultado. 

Um dos momentos mais esperados do evento foi a cerimônia de entrega do Prêmio Connected Smart Cities 2024, que ocorreu no segundo dia e celebrou sua 10ª edição com grande destaque. Com a parceria da Neurônio – Ativação de Negócios e Causas, o prêmio reconhece iniciativas inovadoras em duas categorias: Negócios Pré-Operacionais, voltada para soluções em fase de testes e desenvolvimento, e Negócios em Operação, destinada a projetos já implementados. Os vencedores foram escolhidos por sua capacidade de transformar o ambiente urbano, tornando as cidades mais conectadas, inclusivas e eficientes. Confira aqui o resultado. 

Além disso, o evento proporcionou um momento de reflexão sobre o progresso das cidades inteligentes no Brasil. Durante a apresentação do Ranking Connected Smart Cities 2024, na abertura do evento, foram reveladas as cidades mais inteligentes e conectadas do país em diversas dimensões, como mobilidade, sustentabilidade, governança e segurança, essenciais para a qualidade de vida nas cidades. Clique aqui para ver a cerimônia de abertura e aqui para conferir os resultados do Ranking 2024. 

Nesta edição, além da apresentação do Ranking CSC, outro destaque na cerimônia de abertura foi a entrega da Certificação ISO/ABNT 37.123 de cidades resilientes para a cidade de Salvador (BA). A cidade recebeu a certificação no nível Platina, o mais alto nível possível de se alcançar, se tornando a primeira capital brasileira e a primeira cidade fora do estado de São Paulo a atingir este feito, fruto de um trabalho sólido dos órgãos responsáveis pela tecnologia e defesa civil do município. Esteve presente para receber a certificação, o Prefeito Bruno Reis, da cidade de Salvador.

Nesta edição, mesmo em período de eleição municipal, o evento reuniu os principais representantes do ecossistema de cidades inteligentes, tanto do setor público, com a presença de prefeitos, secretários e presidentes de empresas públicas, quanto do setor privado, com dirigentes, responsáveis de empresas, instituições de ensino, pesquisadores, startups e investidores.

Com um ambiente rico em conteúdo, o Connected Smart Cities 2024 provou mais uma vez ser o ponto de encontro indispensável para gestores públicos, empresas e especialistas comprometidos com a transformação urbana no Brasil. O evento terminou com a certeza de que as cidades estão caminhando para um futuro mais sustentável e conectado, graças às iniciativas e soluções discutidas ao longo desses dois dias.

Nos vemos na próxima edição, rumo a mais uma década de avanços no desenvolvimento das cidades inteligentes!

Sobre o Connected Smart Cities
O  Connected Smart Cities Nacional é o maior e mais importante evento de negócios e conexões de cidades inteligentes e mobilidade urbana do Brasil. Realizado desde 2015, o CSCM tem um formato de múltiplos palcos e promove a integração entre conteúdo de alta qualidade, promoção de negócios e networking de impacto.  O evento  faz parte da Plataforma Connected Smart Cities, que tem por missão encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades.

 

MUNICÍPIOS CONTRARIAM TENDÊNCIA HISTÓRICA E ACELERAM PPPS ÀS VÉSPERAS DE ELEIÇÕES

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Informação consta em relatório da Radar PPP; segundo consultoria, projetos nessa modalidade costumam desacelerar em anos eleitorais

A evolução das concessões e parcerias público-privadas (PPPs) nos municípios brasileiros contraria a tendência histórica de perda de ritmo em anos eleitorais e segue intensa em 2024, mesmo com a proximidade do fim do mandato dos atuais prefeitos.

A informação consta do mais novo relatório iRadarPPP, que será antecipado todos os meses pela CNN. Elaborado pela Radar PPP, consultoria de referência no mercado de infraestrutura, o boletim serve como um indicador de avanços e retrocessos em mais de 5,4 mil projetos de concessões e parcerias público-privadas espalhadas pelo país — da União, estados e municípios.

De acordo com a consultoria, existe uma tendência histórica de que os municípios — entes federativos que mais desenvolvem PPPs desde 2015 — desacelerem movimentações em projetos dessa modalidade nos meses anteriores a pleitos eleitorais.

Sócio da Radar PPP, Frederico Ribeiro explica que anos eleitorais costumam ser “anos de fechamento” para os projetos, com o início da licitação ou fim do período de consulta pública. Essas fases agregam ao índice da consultoria que mede a “temperatura” do mercado de PPPs, mas em menor escala.

“A gente percebe há vários ciclos que existe um crescimento do número de iniciativas no primeiro, segundo e terceiro anos de mandato. No terceiro, alcança um pico. E no quarto ano esse número é menor, porque dificilmente um governo, a menos que seja muito maduro, apresenta iniciativas para estruturar contratos”, disse.

A ponderação de Ribeiro considera que projetos de PPPs e concessões são, em média, desenvolvidos entre 18 e 30 meses.

O iRadarPPP de julho apresentou variação positiva de 0,50%, após forte alta no segundo trimestre, levando o estoque de investimento a R$ 1,736 trilhão. O índice calcula a expectativa de investimentos em PPPs Brasil afora, ponderando a evolução e retroação de mais de 5.400 projetos.

Em julho, foram identificadas 40 novas iniciativas em PPPs e concessões. Os setores com o maior número de novas iniciativas foram unidades administrativas e serviços públicos (8) e segmentos ligados ao saneamento — resíduos sólidos (7) e água e esgoto (5). São 27 novas iniciativas municipais, 9 estaduais e 4 federais.

Ribeiro atribuiu o movimento “fora da curva” para anos eleitorais, entre outros fatores, à percepção de que os municípios cada vez mais “compreendem a dinâmica” da estruturação desse tipo de iniciativa. “Estão aprendendo a jogar o jogo das PPPs”, disse.

Expectativa por projetos em cidades inteligentes

O relatório destaca projetos em eficiência energética e tecnologia. Nessa seção, a consultoria ressalta a percepção de que a reforma tributária deve destravar iniciativas em cidades inteligentes.

A emenda constitucional da reforma — atualmente em fase de regulamentação — ampliou as possibilidades de uso da Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (COSIP). A arrecadação com o tributo municipal é destinada hoje apenas à melhoria do serviço de iluminação pública. Agora, poderá viabilizar outras soluções tecnológicas.

“O que a gente vai ver é a possibilidade de usar parte do recurso para outras funcionalidades, outro tipo de infraestrutura, que de forma ampla podemos chamar de cidades inteligentes. Isso tende a gerar um incentivo aos governos para investirem nestes projetos”, disse o sócio da consultoria.

Entre as iniciativas que poderão ser financiadas estão câmeras de segurança, sensores sonoros e metereológicos, equipamentos de sinalização, monitoramento e controle de tráfego e estacionamento, lombadas eletrônicas e sistema de gerenciamento de resíduos e reciclagem, por exemplo.

O que é o iRadarPPP

Fundada em 2014, a Radar PPP é uma consultoria que atua com projetos de concessões e parcerias público-privadas, monitorando projetos governamentais de longo prazo.

A atuação da Radar PPP compreende segmentos como água e esgoto, iluminação pública, eficiência energética, rodovias, resíduos sólidos, parques, florestas, educação e saúde.

Conhecida no mercado de infraestrutura pela amplitude do banco de dados que detém, a Radar PPP acompanha mais de 5,4 mil projetos em todo o país, mapeando e sistematizando a evolução de cada um deles.

A consultoria criou um indicador, o iRadarPPP, calculado a partir dos dados existentes nesse banco.

Com os avanços ou retrocessos de cada projeto, o iRadarPPP acaba trazendo um índice das concessões e parcerias público-privadas da União, de estados e municípios — como se fosse um indicador da Bolsa de Valores.

Fonte: CNN Brasil

MENOS DOR E SOFRIMENTO: A PRIORIDADE INFANTIL EM TEMPOS DE CRISES

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A resposta ressalta a importância de proteger e promover o bem-estar das crianças em situações de emergências envolvendo múltiplas vítimas

Coautoria: Jamile Sabatini Marques

Fomos tomados por uma grande tristeza. Acreditamos que todos já experimentaram isso. No entanto, essa tristeza é proveniente de um trabalho bem-feito e, nesta circunstância, vale a pena registrar o motivo.

Em meados de junho ocorreu um evento organizado pelo Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP), Centro de Síntese USP Cidades Globais (CS-USPCG-IEA) e Programa de Pós-Graduação em Cidades Inteligentes e Sustentáveis da Uninove, com apoio da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES). Esse evento celebrou um ano de parceria entre e NEV-USP e CS-USPCG-IEA e apresentou os resultados obtidos no período.

O evento intitulado “Resiliência Urbana: Enfrentando Desafios Climáticos e Protegendo a Juventude” destacou o principal produto da parceria, uma resposta à convocação do Ministério das Relações Exteriores para fornecimento de subsídios à manifestação do Estado brasileiro referente ao parecer consultivo sobre “Emergência Climática e Direitos Humanos”, solicitado por Chile e Colômbia à Corte Interamericana de Direitos Humanos. O documento elaborado buscou evidenciar medidas que os Estados devem implementar para minimizar os danos às crianças e adolescentes no contexto de crises ambientais e humanitárias.

A resposta ressalta a importância de proteger e promover o bem-estar das crianças em situações de emergências envolvendo múltiplas vítimas. Prioriza-se a segurança e o cuidado das populações vulneráveis, especialmente jovens em famílias de baixa renda e grupos étnicos minoritários. Recomenda-se uma abordagem integrada na gestão de riscos climáticos, com acesso a guias e protocolos de atuação. Além disso, destaca-se a necessidade de promover a resiliência e o protagonismo infantil, implementar medidas especializadas de atendimento pós-desastre e garantir o respeito aos direitos humanos em todas as fases da gestão de crises. A cooperação entre Estados e instituições também se mostra essencial para proteger as crianças em contextos adversos, pois a crise climática interage com as desigualdades sociais e seus efeitos são distribuídos de forma desigual.

Durante o evento, foram destacados diversos temas relativos à questão brasileira. Inicialmente, discutiu-se a recorrência de desastres ambientais, evidenciando lacunas na preparação e na mitigação destes desastres. Foi enfatizado o impacto emocional e psicológico das crianças, que inclui ansiedade, dificuldades de aprendizado e ideação suicida. Ainda foi abordado como as catástrofes afetam a saúde mental, frequentemente resultando em traumas como o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Em virtude disso, tratou-se da desorganização em abrigos e da necessidade de treinamentos adequados para voluntários. Afinal, ressaltou-se a urgência de investimentos em prevenção e programas de saúde coletiva para evitar o adoecimento de crianças e adolescentes.

O tópico seguinte explorou os impactos das mudanças climáticas nas periferias. Destaca-se como a vulnerabilidade a esses impactos influencia negativamente o desenvolvimento e a saúde mental dos jovens, exacerbada pela falta de acesso a direitos básicos como água e saneamento, particularmente durante o período de calamidade pública. De fato, mortes de crianças decorrem de causas evitáveis. Relatórios da OMS e Unicef reforçam que os jovens são desproporcionalmente afetados por enfermidades e ameaças relacionadas ao clima, sublinhando a urgência de justiça climática e inclusão destes jovens nas soluções. Esta constatação ressalta a seriedade de ações efetivas para proteger as gerações futuras.

Por fim, abordou-se a importância da educação preventiva. Após o grande desastre no Sul do Brasil (enchentes por chuvas extremas), destaca-se a solidariedade e a necessidade de preparar as crianças e adolescentes para situações emergenciais. O projeto “Olimpíadas do Conhecimento em Desastres Naturais”, realizado na Baixada Santista em colaboração com defesas civis, exemplifica essa preparação solidária. O programa educa estudantes sobre deslizamentos, inundações e outros tipos de fenômenos causadores de perigos ambientais, incentivando o aprendizado ativo e a participação comunitária. Além de promover o monitoramento participativo em áreas de risco, prepara os jovens para identificar e relatar problemas, fortalecendo sua capacidade de demandar ações apropriadas das autoridades locais.

No contexto das cidades inteligentes, torna-se imperativo que os Estados adotem medidas eficazes para mitigar os danos causados pela emergência climática. Isso envolve não apenas abordar as desigualdades socioambientais, mas também garantir a segurança pública de maneira abrangente. Iniciativas como mapeamento participativo são essenciais para identificar áreas de risco e permitir que comunidades vulneráveis tenham voz ativa nas decisões que as afetam. A colaboração com universidades e outras entidades acadêmicas, bem como organizações e associações, é fundamental para desenvolver respostas adequadas e sensíveis às necessidades locais. É crucial integrar as metas e indicadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU nas políticas públicas, assegurando uma abordagem coordenada entre diferentes setores. A educação infantil sobre prevenção, em sentido amplo, deve ser uma prioridade, capacitando-as para serem agentes de mudança em suas comunidades. O envolvimento contínuo da população no planejamento urbano garante que as soluções sejam sustentáveis e eficazes a longo prazo.

Para proteger crianças e adolescentes é fundamental contar com o suporte de atores-chave da comunidade, como educadores, policiais e profissionais de saúde, que desempenham um papel relevante na orientação e na promoção da coesão social. Estabelecer canais eficazes para notificação de violência e avaliação de riscos é necessário para garantir que informações fluam adequadamente e que o bem-estar físico, mental e emocional seja priorizado. Construir redes sociais eficazes e fomentar a autonomia precoce são passos fundamentais para preparação para emergências, salvaguardando a possibilidade surpresas e desespero. Portanto, é primordial questionar a real preparação das cidades para adaptar-se às mudanças climáticas, reduzir a vulnerabilidade urbana e prevenir desastres.

Além de que a tecnologia pode ser útil por meio de várias iniciativas. Sensores e IoT monitoram riscos em tempo real, enquanto aplicativos de mapeamento participativo dão voz às comunidades. Plataformas educacionais e cursos online ensinam crianças sobre prevenção de desastres. Simulações de cenários e realidade aumentada auxiliam no entendimento e prevenção dos problemas ambientais e no planejamento urbano. Ferramentas de comunicação promovem a colaboração entre comunidades e governos. Big Data e IA analisam dados climáticos e sociais para orientar políticas e práticas futuras.

Em suma, conclui-se que para mitigar o sofrimento durante emergências climáticas e crises humanitárias, é imprescindível implementar medidas preventivas, inovações e políticas públicas que promovam a equidade e respeitem os direitos humanos. A vulnerabilidade de grupos específicos deve ser cuidadosamente considerada, levando em conta fatores como renda, etnia e história. É importante que as políticas estruturadas abordem tanto os impactos globais das mudanças climáticas quanto as particularidades locais, fortalecendo a resiliência e a segurança das comunidades. Distinguir claramente entre assistência social e segurança pública é indispensável, especialmente em contextos de emergência onde crises podem agravar situações de violência como crimes urbanos e violência sexual, ressaltando a gravidade de planos de contingência bem planejados.

E assim, a tristeza se faz presente. Sentimos a responsabilidade do momento atual e temos a certeza de que, com base em todo o conhecimento disponível, muito poderia ser feito para evitar dor e sofrimento desnecessários. É lamentável constatar que, apesar do vasto entendimento sobre os impactos das mudanças climáticas, há precário avanço efetivo. Sabemos que preparação, inclusão, educação, participação, tecnologias e políticas públicas conhecidas, fundamentadas em equidade e prevenção, têm o potencial de transformar realidades, principalmente para jovens em situações vulneráveis. Contudo, a falta de ação coordenada e colaborativa perpetua desigualdades, deixando comunidades inteiras expostas a riscos que poderiam ser evitados. A carência de programas de contingência e de redes de apoio social revela uma preocupante negligência, demonstrando que há capacidade para melhorar condições sociais e salvar vidas, mas que esta potencialidade ainda não é aproveitada.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

CONHEÇA OS VENCEDORES DO PRÊMIO CONNECTED SMART CITIES 2024

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Premiação reconhece iniciativas inovadoras que impulsionam o desenvolvimento de cidades inteligentes no Brasil durante o Connected Smart Cities & Mobility 2024

A aguardada premiação do Prêmio Connected Smart Cities Nacional (CSC) aconteceu durante a 10ª edição do evento, em 4 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. O evento nacional, promovido pela Plataforma Connected Smart Cities (CSC), teve como objetivo impulsionar a evolução do conceito de cidades inteligentes no Brasil, além de melhorar a qualidade de vida nas áreas urbanas.

Nesta edição, o CSC contou com uma programação abrangente e inovadora, oferecendo palestras temáticas, demonstrações tecnológicas e oportunidades de networking. O evento reuniu diversos atores-chave do setor público e privado, engajados em fomentar o desenvolvimento de smart cities.

Prêmio CSC 2024

O Prêmio Connected Smart Cities, criado em 2015 em parceria com a Neurônio – Ativação de Negócios e Causas, é um dos pontos altos do evento. Ele reconhece projetos e soluções inovadoras que colaboram para o desenvolvimento de cidades mais conectadas e sustentáveis. A cerimônia de premiação da 10ª edição aconteceu no segundo dia do evento, destacando iniciativas tanto em fase de desenvolvimento quanto em operação.

Categorias e Finalistas

O Prêmio CSC 2024 manteve as tradicionais categorias: Negócios Pré-Operacionais, voltada a iniciativas em fase de testes e desenvolvimento, e Negócios em Operação, focada em soluções já consolidadas e disponíveis no mercado. Os finalistas foram escolhidos a partir de critérios rigorosos, avaliando o impacto de suas soluções no ecossistema urbano.

Premiação 2024

Os resultados foram anunciados em duas etapas, com a presença de figuras proeminentes do setor de cidades inteligentes e mobilidade urbana, reafirmando o compromisso do CSC em valorizar iniciativas que contribuem para uma transformação real nas cidades. A premiação deste ano reforça o papel estratégico da tecnologia e da inovação na criação de cidades mais inteligentes, inclusivas e sustentáveis.

Conheça os vencedores:

Categoria Negócios Pré-Operacionais

Vencedor: Mobway – Plataforma de big data de veículos conectados, Instituição Responsável: Mobway (Florianópolis / SC)

2º Lugar: Smart Cities, Instituição Responsável: Dyona (Brasília / DF)

3º Lugar  Produção de adubo orgânico e aterro zero. Instituição Responsável: DMB Tratamento de Efluentes e Resíduos (Londrina / PR)

Categoria Negócios Em Operação

Vencedor: Dara – Inteligência Artificial para cidades inteligentes e gestões eficientes. Instituição Responsável: IPM Sistemas (Florianópolis / SC)

2º lugar: Jovens Gênios. Instituição Responsável: Jovens Gênios (Rio de Janeiro / RJ)

3º lugar: Place: – Instituição Responsável: Place (Porto Alegre / RS)

O Prêmio Connected Smart Cities & Mobility Nacional segue como uma importante plataforma para impulsionar projetos que estão moldando o futuro das cidades brasileiras, incentivando o desenvolvimento sustentável e a criação de ambientes urbanos mais inteligentes e eficientes.

Acesse as fotos aqui

Sobre o Prêmio Connected Smart Cities

A Plataforma Connected Smart Cities em parceria com a Neurônio realiza desde 2015 o Prêmio Connected Smart Cities com o objetivo de contribuir com a missão da plataforma: promover a discussão, a troca de informações e a difusão de ideias entre governo, empresas e organizações da sociedade civil, focando no atendimento das necessidades do cidadão consciente, contribuindo para que as cidades brasileiras possam se tornar mais inteligentes e conectada.

Sobre a Plataforma Connected Smart Cities

O Connected Smart Cities é uma plataforma multidimensional que acelera o processo de desenvolvimento das cidades inteligentes. Criamos uma comunidade com os atores desse ecossistema com o propósito de proporcionar espaços para integração e estimular a inovação.

CONHEÇA AS CIDADES RECONHECIDAS NA 3ª EDIÇÃO DO SELO CONNECTED SMART CITIES

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O reconhecimento aconteceu nesta terça-feira, 3 de setembro, durante a 10ª edição do Connected Smart Cities, em São Paulo.

No final da tarde desta terça-feira, 3 de setembro, foram anunciados, durante o Evento Nacional Connected Smart Cities (CSC), os resultados do Selo Connected Smart Cities (CSC) 2024. Em sua 3ª edição, a ferramenta incentiva o desenvolvimento e reconhecimento de boas práticas em cidades inteligentes do Brasil. A iniciativa é da Plataforma Connected Smart Cities em parceria com a Spin – Soluções Públicas Inteligentes.

“Para a expansão de cidades mais inteligentes, integradas e sustentáveis, são necessárias políticas públicas e boas práticas em diferentes dimensões, desde o planejamento transversal da transformação em cidade inteligente, mas também nos ambientes de inovação, tecnologia e parcerias, impulsionando a transformação das cidades”, destaca Willian Rigon, idealizador do Selo CSC e sócio-diretor de Novos Negócios do CSC.

Premiação da 3ª edição do Selo CSC

A solenidade de reconhecimento ocorreu de forma presencial, e reconheceu 44 cidades que se inscreveram no estudo e enviaram dados para o comitê de avaliação tecer análises de informações, segundo critérios especificados de boas práticas.

O Selo CSC

A ferramenta avalia os panoramas das cidades brasileiras dentro de 6 dimensões, sendo 5 de caráter autodeclarado e uma considerando os resultados alcançados pelas cidades nas últimas edições do Ranking Connected Smart Cities. A premiação elege as iniciativas, conforme os seguintes níveis de avaliação: Diamante, Ouro, Prata, Bronze e Aspiracional.

As ações são avaliadas, de acordo com os seguintes critérios:

  • Planejamento da Cidade Inteligente, que avalia as boas práticas refletidas no planejamento municipal;·        
  • Governança da Cidade Inteligente, que considera as boas práticas refletidas na governança da Cidade;
  • Ecossistema de Inovação, que tem como objetivo analisar as boas práticas refletidas na regulação do Ecossistema de Inovação Municipal;
  • Planejamento de Infraestruturas e Serviços de TIC, onde é observado o impacto de boas práticas refletidas no planejamento de TICs do Município;
  • Maturidade para Parcerias, explora o aspecto das boas práticas refletidas na colaboração do poder privado na cidade; e
  • Por último, a avaliação leva em consideração a tendência de evolução no Ranking Connected Smart Cities, identificando o reflexo de boas práticas nos indicadores da cidade.

Resultados da 3ª edição do Selo CSC

Em 2024, houve o reconhecimento de 44 cidades participantes na 3ª edição do Selo Connected Smart Cities. Você confere todos os resultados aqui e os depoimentos dos representantes das cidades aqui.

Em 2024, na 3ª edição, duas cidades evoluíram para o Nível Diamante e se tornaram as primeiras cidades a atingirem o nível mais alto do Selo CSC: Salvador atingiu o nível Diamante de desenvolvimento, após dois anos no nível ouro. Em 2024, o município não apenas obteve certificação nas normas ISO / ABNT 37120 e 37122, mas também criou uma plataforma para monitoramento de indicadores destas normas, acompanhando o Planejamento de Cidade Inteligente que o município já possui.

Já a cidade do Recife, por meio da Emprel, implementou sistemas de monitoramento que acompanham diversos indicadores de desempenho em tempo real, permitindo uma gestão mais eficiente e transparente. Os indicadores acabam por se tornarem fundamentais para a tomada de decisões baseada em dados, garantindo uma governança mais eficaz e responsiva.

As cidades premiadas no Selo CSC 2024 foram:

Nível Diamante: Recife (PE); Salvador (BA).

Nível Ouro: Belo Horizonte (MG); Curitiba (PR); Fortaleza (CE); Foz do Iguaçu (PR); Goiânia (GO); Jundiaí (SP); Londrina (PR);  Louveira (SP); Maceió (AL); Niterói (RJ); Osasco (SP); Pato Branco (PR); Pindamonhangaba (SP); Praia Grande (SP); Rio de Janeiro (RJ); Santos (SP); Sorocaba (SP).

Nível Prata: Cachoeira de Itapemirim (SP); Lucas do Rio Verde (MT); Maringá (PR); Santana de Parnaíba (SP); Santo André (SP); São Caetano do Sul (SP); São Luís (MA). 

Nível Bronze: Amargosa (BA); Angra dos Reis (RJ); Caxias do Sul (RS); Contagem (MG); Criciúma (SC); Cuiabá (MT); Joinville (SC); Tangará da Serra (MT); Vila Velha (ES) e Vitória (ES)

Nível Aspiracional: Assaí (PR); Brusque (SC); Campo Grande (MS); Garopaba (SC); Mogi Guaçu (SP); Natal (RN); Paragominas (PA); São Bento do Sul (SC). 

Sobre o Selo Connected Smart Cities

O Selo Connected Smart Cities reconhece as boas práticas no desenvolvimento de cidades mais inteligentes, considerando 6 dimensões de análise, como: ecossistema de inovação, maturidade de parcerias, planejamento de cidades inteligentes, infraestrutura e serviços TIC, governança, dentre outros. 

Sobre o Connected Smart Cities
O  Connected Smart Cities é  o maior e mais importante evento de negócios e conexões de cidades inteligentes e mobilidade urbana do Brasil. Realizado desde 2015, o CSCM tem um formato de múltiplos palcos e promove a integração entre conteúdo de alta qualidade, promoção de negócios e networking de impacto. O evento  faz parte da Plataforma Connected Smart Cities, que tem por missão encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades.

 

PALMAS É A 1ª COLOCADA ENTRE AS CIDADES MAIS INTELIGENTES DA REGIÃO NORTE

A capital do Tocantins ainda ocupa a décima oitava melhor colocação no eixo Educação, de acordo com o Ranking Connected Smart Cities 2024.

Palmas (TO) manteve, pelo quarto ano consecutivo, a liderança do Ranking Connected Smart Cities entre todas as cidades da região Norte, na edição de 2024. A cidade também é a décima quarta oitava colocada no eixo Educação e ocupa a 31ª posição no ranking geral das cidades mais inteligentes do Brasil, subindo 7 posições.

O primeiro lugar na classificação geral do Ranking 2024 ficou com a cidade de Florianópolis (SC), o segundo foi para Vitória (ES) e, na terceira colocação, figura São Paulo (SP). 

O Centro de Convenções Frei Caneca sedia, entre terça e quarta-feira, a 10ª edição do evento  nacional Connected Smart Cities, que destaca as cidades mais inteligentes do país com a apresentação do Ranking, do Selo e ainda com o Prêmio Connected Smart Cities, que traz 10  finalistas com negócios inovadores para as cidades.  

O resultado da 10ª edição do Ranking Connected Smart Cities 2024, estudo elaborado pela Urban Systems, em parceria com a Necta, foi apresentado durante a Cerimônia de Abertura do evento para autoridades, empresários e especialistas nacionais e internacionais. O Ranking mapeia todos os 656 municípios com mais de 50 mil habitantes, de acordo com o CENSO IBGE 2022. O objetivo é definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento do Brasil. A edição 2024 do estudo conta com 74 indicadores, que atestam serviços inteligentes nas cidades.

Mais uma vez, o resultado do Ranking CSC é apresentado em quatro frentes: posição geral, por eixo temático, por região e por faixa populacional. O estudo é composto pelos indicadores de mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia, eixos temáticos discutidos no evento nacional do Connected Smart Cities.

“O Connected Smart Cities completa 10 anos cumprindo o seu papel de auxiliar os municípios a subirem um ou mais degraus em seu nível de desenvolvimento. Além de reunir os atores públicos e privados do ecossistema para trocas de experiências positivas na transformação inteligente das cidades, há 10 anos apresentamos o único estudo de cidades inteligentes, que mapeia mais de 70 indicadores das cidades brasileiras, e com ele, gestores públicos, sociedade civil e a imprensa conseguem acompanhar a transformação na qualidade de vida das pessoas.” comenta a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities, Paula Faria.

PALMAS EM NÚMEROS

Subindo sete posições no Ranking Geral, a cidade de Palmas também avançou em outros 4 eixos temáticos: mobilidade, Educação, Economia e Segurança.

Palmas conta com velocidade média de 455 mbps nas conexões de banda larga contratadas, 36,8% dos empregos formais ocupados por profissionais com ensino superior, 96,7% do município atendido pela cobertura de serviço 5G, nota IDEB nos anos finais de 5,4, investimento per capita em educação de R$ 1.700 por habitante e taxa de abandono no 1º ano do ensino médio público de 4,9%.

No recorte de empreendedorismo a cidade registrou crescimento de 32,4% no número de empresas de tecnologia, 36,2% no número de empresas de economia criativa e 6,0% no número de MEIs, contando com 2 incubadoras de empresas para impulsionar o desenvolvimento de negócios inovadores e 1 Parque Tecnológico em Planejamento, o Parque Tecnológico do Tocantins, de acordo com dados do MCTI.

A cidade conta ainda com centro de controle e operações, sistema de semáforos inteligentes, sistema de bilhete eletrônico no transporte público, cadastro imobiliário informatizado e disponibilizado ao cidadão, emissão de alvará eletrônico, matrícula escolar online na rede pública e atendimento ao cidadão por meio de aplicativo e site da prefeitura, como soluções e serviços inteligentes disponíveis à população.

DESTAQUES RANKING CONNECTED SMART CITIES 2024

A região Sudeste concentra as cidades mais inteligentes e conectadas, seis municípios estão entre os 10 mais bem colocados, um a menos do que na edição anterior. Três cidades da região Sul e uma do Nordeste também são destaques.  

Na classificação por região, Campo Grande (MS), no Centro-Oeste, é a 1ª colocada no Ranking. No Nordeste é Salvador (BA). Palmas (TO) representa a região Norte. São Paulo (SP) lidera no Sudeste, e Florianópolis (SC) se destaca no Sul. Jaguariúna (SP) aparece em primeiro lugar entre as cidades de 50 a 100 mil habitantes, e, de 100 a 500 mil, está Vitória (ES). Acima de 500 mil habitantes, novamente, Florianópolis é a líder. 

OS VENCEDORES POR EIXO TEMÁTICO

O primeiro lugar em Urbanismo foi para Santos (SP); Mobilidade e Acessibilidade: São Paulo (SP); Meio Ambiente: Balneário Camboriú (SC); Empreendedorismo: Fortaleza (CE); Economia: Barueri (SP); Tecnologia e Inovação: Curitiba (PR); Saúde: Vitória (ES); Educação: São Caetano do Sul (SP); Segurança: Santana de Parnaíba  (SP); e Governança: Niterói (RJ).

PRÊMIO CONNECTED SMART CITIES

O Prêmio Connected Smart Cities consiste em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para que as cidades possam ser mais inteligentes. A apresentação dos empreendedores e as soluções das categorias Negócios em Operação e Negócios Pré-Operacionais, assim como o anúncio dos ganhadores em cada categoria, acontece amanhã, 04, a partir das 09h30. 

SELO CONNECTED SMART CITIES

O Selo Connected Smart Cities reconhece as boas práticas no desenvolvimento de cidades mais inteligentes, considerando 6 dimensões de análise, como: ecossistema de inovação, maturidade de parcerias, planejamento de cidades inteligentes, infraestrutura e serviços TIC, governança, dentre outros. A apresentação e reconhecimento das cidades ocorre no dia 03 de setembro, a partir das 18h00 em painéis com prefeitos e secretários envolvidos na pauta.

SERVIÇO

10a.Edição Connected Smart Cities

Datas: 03 e 04 de setembro de 2024

Local: Centro de Convenções Frei Caneca (SP)

Mais informações:  https://evento.connectedsmartcities.com.br/evento-nacional/ 

Imagens Connected Smart Cities e Mobility: https://www.flickr.com/photos/connectedsmartcities/albums

Realização: Necta

Sobre o Connected Smart Cities
O  Connected Smart Cities Nacional é o maior e mais importante evento de negócios e conexões de cidades inteligentes e mobilidade urbana do Brasil. Realizado desde 2015, o CSC tem um formato de múltiplos palcos e promove a integração entre conteúdo de alta qualidade, promoção de negócios e networking de impacto.

 O evento  faz parte da Plataforma Connected Smart Cities, que tem por missão encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades.

Ranking Connected Smart Cities: O estudo é desenvolvido pela Urban Systems, por meio de metodologia própria e exclusiva, em parceria com a Necta. Além de considerar os conceitos de cidades inteligentes, como tecnologia, meio ambiente e sustentabilidade, o Ranking considera conceito de conectividade, investimentos em saneamento, importância da educação na formação e reprodução dos potenciais das cidades e sustentabilidade econômica. 

Acesso à plataforma online de consulta ao Ranking Connected Smart Cities, acesse

Mais Informações à Imprensa

Assessoria de Comunicação e Imprensa do Connected Smart Cities e Mobility

Mylena Kosimenko  

+55 11 9712-2075 – jornalismo@nectainova.com.br 

CAMPO GRANDE É A 1ª POSIÇÃO ENTRE AS CIDADES MAIS INTELIGENTES DO CENTRO-OESTE

A capital do Mato Grosso do Sul alcança ainda a sétima melhor colocação no eixo de Segurança e a décima primeira em Tecnologia e Inovação e Empreendedorismo, de acordo com o Ranking Connected Smart Cities 2024.

Depois de dois anos em que Brasília assumiu esta posição, Campo Grande assume a primeira posição entre as cidades do Centro-Oeste, subindo 5 posições no Ranking GEral e ficando na 15ª colocação. O primeiro lugar na classificação geral do Ranking 2024 ficou com a cidade de Florianópolis (SC), o segundo foi para Vitória (ES) e, na terceira colocação, figura São Paulo (SP). 

A cidade registrou ainda a sétima melhor colocação no eixo de Segurança e a décima primeira em Tecnologia e Inovação e Empreendedorismo.

O Centro de Convenções Frei Caneca sedia, entre terça e quarta-feira, a 10ª edição do evento  nacional Connected Smart Cities, que destaca as cidades mais inteligentes do país com a apresentação do Ranking, do Selo e ainda com o Prêmio Connected Smart Cities, que traz 10  finalistas com negócios inovadores para as cidades.  

O resultado da 10ª edição do Ranking Connected Smart Cities 2024, estudo elaborado pela Urban Systems, em parceria com a Necta, foi apresentado durante a Cerimônia de Abertura do evento para autoridades, empresários e especialistas nacionais e internacionais. O Ranking mapeia todos os 656 municípios com mais de 50 mil habitantes, de acordo com o CENSO IBGE 2022. O objetivo é definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento do Brasil. A edição 2024 do estudo conta com 74 indicadores, que atestam serviços inteligentes nas cidades.

Mais uma vez, o resultado do Ranking CSC é apresentado em quatro frentes: posição geral, por eixo temático, por região e por faixa populacional. O estudo é composto pelos indicadores de mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia, eixos temáticos discutidos no evento nacional do Connected Smart Cities.

“O Connected Smart Cities completa 10 anos cumprindo o seu papel de auxiliar os municípios a subirem um ou mais degraus em seu nível de desenvolvimento. Além de reunir os atores públicos e privados do ecossistema para trocas de experiências positivas na transformação inteligente das cidades, há 10 anos apresentamos o único estudo de cidades inteligentes, que mapeia mais de 70 indicadores das cidades brasileiras, e com ele, gestores públicos, sociedade civil e a imprensa conseguem acompanhar a transformação na qualidade de vida das pessoas.” comenta a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities, Paula Faria.

CAMPO GRANDE EM NÚMEROS

Além de subir no Ranking Geral, Campo Grande avançou em 6 recortes setoriais: Urbanismo, Tecnologia e Inovação, Empreendedorismo, Governança, Economia e Segurança.

Campo Grande conta com velocidade média das conexões de banda larga de 467 mbps, 99% dos moradores da cidade cobertos por serviço 5G, 1 parque tecnológico e 7 incubadoras de empresas, segundo dados da Anprotec e MCTIC. 

Em termos de investimento público per capita, Campo Grande é destaque em Educação, investindo R$ 1.136 por habitante. Em Saúde, o investimento é de R$1.847 por habitante. 

A capital registrou ainda crescimento de 11,9% de crescimento das empresas de tecnologia, 18,09% das empresas de economia criativa e de 6,2% das MEIs.

DESTAQUES RANKING CONNECTED SMART CITIES 2024

A região Sudeste concentra as cidades mais inteligentes e conectadas, seis municípios estão entre os 10 mais bem colocados, um a menos do que na edição anterior. Três cidades da região Sul e uma do Nordeste também são destaques.  

Na classificação por região, Campo Grande (MS), no Centro-Oeste, é a 1ª colocada no Ranking. No Nordeste é Salvador (BA). Palmas (TO) representa a região Norte. São Paulo (SP) lidera no Sudeste, e Florianópolis (SC) se destaca no Sul. Jaguariúna (SP) aparece em primeiro lugar entre as cidades de 50 a 100 mil habitantes, e, de 100 a 500 mil, está Vitória (ES). Acima de 500 mil habitantes, novamente, Florianópolis é a líder. 

OS VENCEDORES POR EIXO TEMÁTICO

O primeiro lugar em Urbanismo foi para Santos (SP); Mobilidade e Acessibilidade: São Paulo (SP); Meio Ambiente: Balneário Camboriú (SC); Empreendedorismo: Fortaleza (CE); Economia: Barueri (SP); Tecnologia e Inovação: Curitiba (PR); Saúde: Vitória (ES); Educação: São Caetano do Sul (SP); Segurança: Santana de Parnaíba  (SP); e Governança: Niterói (RJ).

PRÊMIO CONNECTED SMART CITIES

O Prêmio Connected Smart Cities consiste em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para que as cidades possam ser mais inteligentes. A apresentação dos empreendedores e as soluções das categorias Negócios em Operação e Negócios Pré-Operacionais, assim como o anúncio dos ganhadores em cada categoria, acontece amanhã, 04, a partir das 09h30. 

SELO CONNECTED SMART CITIES

O Selo Connected Smart Cities reconhece as boas práticas no desenvolvimento de cidades mais inteligentes, considerando 6 dimensões de análise, como: ecossistema de inovação, maturidade de parcerias, planejamento de cidades inteligentes, infraestrutura e serviços TIC, governança, dentre outros. A apresentação e reconhecimento das cidades ocorre no dia 03 de setembro, a partir das 18h00 em painéis com prefeitos e secretários envolvidos na pauta.

SERVIÇO

10a.Edição Connected Smart Cities

Datas: 03 e 04 de setembro de 2024

Local: Centro de Convenções Frei Caneca (SP)

Mais informações:  https://evento.connectedsmartcities.com.br/evento-nacional/ 

Imagens Connected Smart Cities e Mobility: https://www.flickr.com/photos/connectedsmartcities/albums

Realização: Necta

Sobre o Connected Smart Cities
O  Connected Smart Cities Nacional é o maior e mais importante evento de negócios e conexões de cidades inteligentes e mobilidade urbana do Brasil. Realizado desde 2015, o CSC tem um formato de múltiplos palcos e promove a integração entre conteúdo de alta qualidade, promoção de negócios e networking de impacto.

 O evento  faz parte da Plataforma Connected Smart Cities, que tem por missão encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades.

Ranking Connected Smart Cities: O estudo é desenvolvido pela Urban Systems, por meio de metodologia própria e exclusiva, em parceria com a Necta. Além de considerar os conceitos de cidades inteligentes, como tecnologia, meio ambiente e sustentabilidade, o Ranking considera conceito de conectividade, investimentos em saneamento, importância da educação na formação e reprodução dos potenciais das cidades e sustentabilidade econômica. 

Acesso à plataforma online de consulta ao Ranking Connected Smart Cities, acesse

Mais Informações à Imprensa

Assessoria de Comunicação e Imprensa do Connected Smart Cities e Mobility

Mylena Kosimenko – Coletivo da Comunicação 

+55 11 9712-2075 – jornalismo@nectainova.com.br 

JAGUARIÚNA MANTÉM A LIDERANÇA ENTRE AS CIDADES DE 50 A 100 MIL HABITANTES MAIS INTELIGENTES DO BRASIL, SEGUNDO RANKING CONNECTED SMART CITIES 2024

O município paulista destaca-se, ainda, na segunda colocação do eixo Educação e ocupa a 3ª melhor posição do recorte de Urbanismo.

Pelo quarto ano consecutivo, Jaguariúna (SP) manteve a liderança entre as cidades de 50 a 100 mil habitantes na edição 2024 do Ranking Connected Smart Cities. A cidade paulista também conquistou o segundo lugar no eixo Educação, foi a terceira melhor colocada no quesito Urbanismo e a sexta mais bem posicionada no recorte de Economia.

O primeiro lugar na classificação geral do Ranking 2024 ficou com a cidade de Florianópolis (SC), o segundo foi para Vitória (ES) e, na terceira colocação, figura São Paulo (SP). 

O Centro de Convenções Frei Caneca sedia, entre terça e quarta-feira, a 10ª edição do evento  nacional Connected Smart Cities, que destaca as cidades mais inteligentes do país com a apresentação do Ranking, do Selo e ainda com o Prêmio Connected Smart Cities, que traz 10  finalistas com negócios inovadores para as cidades.  

O resultado da 10ª edição do Ranking Connected Smart Cities 2024, estudo elaborado pela Urban Systems, em parceria com a Necta, foi apresentado durante a Cerimônia de Abertura do evento para autoridades, empresários e especialistas nacionais e internacionais. O Ranking mapeia todos os 656 municípios com mais de 50 mil habitantes, de acordo com o CENSO IBGE 2022. O objetivo é definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento do Brasil. A edição 2024 do estudo conta com 74 indicadores, que atestam serviços inteligentes nas cidades.

Mais uma vez, o resultado do Ranking CSC é apresentado em quatro frentes: posição geral, por eixo temático, por região e por faixa populacional. O estudo é composto pelos indicadores de mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia, eixos temáticos discutidos no evento nacional do Connected Smart Cities.

“O Connected Smart Cities completa 10 anos cumprindo o seu papel de auxiliar os municípios a subirem um ou mais degraus em seu nível de desenvolvimento. Além de reunir os atores públicos e privados do ecossistema para trocas de experiências positivas na transformação inteligente das cidades, há 10 anos apresentamos o único estudo de cidades inteligentes, que mapeia mais de 70 indicadores das cidades brasileiras, e com ele, gestores públicos, sociedade civil e a imprensa conseguem acompanhar a transformação na qualidade de vida das pessoas.” comenta a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities, Paula Faria.

JAGUARIÚNA EM NÚMEROS

Além do destaque por porte e no setor de Educação, a cidade de Jaguariúna destaca-se também por ter avançado mais uma posição no ranking geral. 

A cidade de Jaguariúna conta com 100% de água encanada no município, 98,2% de atendimento na coleta de esgoto e 73% de tratamento do esgoto coletado, além de 83% de cobertura da coleta de resíduos residenciais, segundo dados do SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento.

Jaguariúna destaca-se também com velocidade média de 80,82 mbps nas conexões de banda larga contratada e atualmente já conta com 99% de cobertura 5G no município.

Em relação ao eixo de economia, a cidade registra 93% dos empregos fora do setor público, um crescimento de 2,8% no número de empregos em 2024 e de 14,1% no número de empresas no último período analisado. 

Atualmente, 22,4% da força de trabalho formal da cidade está no setor TIC e a cidade conta com uma incubadora de empresas para impulsionar negócios inovadores.

No setor de educação, são 97,6% dos docentes do ensino médio com ensino superior, nota 6 no IDEB para os anos finais do ensino público, taxa de abandono de apenas 2,7% no 1º ano do ensino médio público e investimento de R$ 2.753 por habitante em educação.

DESTAQUES RANKING CONNECTED SMART CITIES 2024

A região Sudeste concentra as cidades mais inteligentes e conectadas, seis municípios estão entre os 10 mais bem colocados, um a menos do que na edição anterior. Três cidades da região Sul e uma do Nordeste também são destaques.  

Na classificação por região, Campo Grande (MS), no Centro-Oeste, é a 1ª colocada no Ranking. No Nordeste é Salvador (BA). Palmas (TO) representa a região Norte. São Paulo (SP) lidera no Sudeste, e Florianópolis (SC) se destaca no Sul. Jaguariúna (SP) aparece em primeiro lugar entre as cidades de 50 a 100 mil habitantes, e, de 100 a 500 mil, está Vitória (ES). Acima de 500 mil habitantes, novamente, Florianópolis é a líder. 

OS VENCEDORES POR EIXO TEMÁTICO

O primeiro lugar em Urbanismo foi para Santos (SP); Mobilidade e Acessibilidade: São Paulo (SP); Meio Ambiente: Balneário Camboriú (SC); Empreendedorismo: Fortaleza (CE); Economia: Barueri (SP); Tecnologia e Inovação: Curitiba (PR); Saúde: Vitória (ES); Educação: São Caetano do Sul (SP); Segurança: Santana de Parnaíba  (SP); e Governança: Niterói (RJ).

PRÊMIO CONNECTED SMART CITIES

O Prêmio Connected Smart Cities consiste em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para que as cidades possam ser mais inteligentes. A apresentação dos empreendedores e as soluções das categorias Negócios em Operação e Negócios Pré-Operacionais, assim como o anúncio dos ganhadores em cada categoria, acontece amanhã, 04, a partir das 09h30. 

SELO CONNECTED SMART CITIES

O Selo Connected Smart Cities reconhece as boas práticas no desenvolvimento de cidades mais inteligentes, considerando 6 dimensões de análise, como: ecossistema de inovação, maturidade de parcerias, planejamento de cidades inteligentes, infraestrutura e serviços TIC, governança, dentre outros. A apresentação e reconhecimento das cidades ocorre no dia 03 de setembro, a partir das 18h00 em painéis com prefeitos e secretários envolvidos na pauta.

SERVIÇO

10a.Edição Connected Smart Cities

Datas: 03 e 04 de setembro de 2024

Local: Centro de Convenções Frei Caneca (SP)

Mais informações:  https://evento.connectedsmartcities.com.br/evento-nacional/ 

Imagens Connected Smart Cities e Mobility: https://www.flickr.com/photos/connectedsmartcities/albums

Realização: Necta

Sobre o Connected Smart Cities
O  Connected Smart Cities Nacional é o maior e mais importante evento de negócios e conexões de cidades inteligentes e mobilidade urbana do Brasil. Realizado desde 2015, o CSC tem um formato de múltiplos palcos e promove a integração entre conteúdo de alta qualidade, promoção de negócios e networking de impacto.

 O evento  faz parte da Plataforma Connected Smart Cities, que tem por missão encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades.

Ranking Connected Smart Cities: O estudo é desenvolvido pela Urban Systems, por meio de metodologia própria e exclusiva, em parceria com a Necta. Além de considerar os conceitos de cidades inteligentes, como tecnologia, meio ambiente e sustentabilidade, o Ranking considera conceito de conectividade, investimentos em saneamento, importância da educação na formação e reprodução dos potenciais das cidades e sustentabilidade econômica. 

Acesso à plataforma online de consulta ao Ranking Connected Smart Cities, acesse

Mais Informações à Imprensa

Assessoria de Comunicação e Imprensa do Connected Smart Cities e Mobility

Mylena Kosimenko

+55 11 9712-2075 – jornalismo@nectainova.com.br