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METAVERSO NO AMBIENTE CORPORATIVO – ENTENDA COMO ESSA NOVA REALIDADE ESTÁ SE EXPANDINDO NO COTIDIANO EMPRESARIAL

Especialista da Facens explica como o metaverso está sendo utilizado pelas empresas

Desde os primeiros rumores do surgimento do metaverso, até os primeiros ambientes concretizados, o assunto é destaque em praticamente todos os setores e tem sido considerado uma das principais tendências tecnológicas para os próximos anos, apesar de não ser uma tecnologia nova. Contudo, o custo elevado de criação, assim como o número restrito de profissionais capacitados para o desenvolvimento desses ambientes virtuais ainda torna a pluralização do metaverso mais lenta.

Por ser um ambiente digital imersivo, o metaverso é fundamentado em tecnologias como realidade aumentada, realidade virtual e hologramas. Ou seja, ele é uma espécie de nova camada de realidade, sendo capaz de unir os mundos real e virtual em uma única experiência.



Por isso, o metaverso é uma excelente opção para as empresas desenvolverem ambientes de treinamento, interação social, aprimoramento da experiência do home office e reuniões. Outra opção que vem sendo muito explorada, é a utilização do metaverso em congressos, summits e encontros em geral, que anteriormente aconteciam apenas em plataformas de videoconferências.

“Como especialista reconhecida mundialmente em Smart Cities e varejo, participo de diversos congressos e prêmios internacionais que debatem o tema. Percebo que há uma tendência de que estes eventos ocorram simultaneamente no metaverso, colocando em prática os conceitos do “figital” a mistura do mundo físico e do digital e que também sejam um canal de vendas. Recentemente, participei do Smart City Day, promovido pela Must Metaverse B2B, que aconteceu integralmente no metaverso. Foi uma experiência muito interessante porque conseguimos colocar todos os projetos do 5G Smart Campus Facens no metaverso, para que as pessoas pudessem navegar nas soluções de forma imersiva e realista. Sem dúvidas, é uma mudança que veio para ficar e que proporciona uma experiência muito interativa para todos os participantes”, explica Regiane Relva Romana, diretora do Smart Lab Facens.

Regiane destaca ainda que, no Brasil, já existem empresas investindo de forma substancial no metaverso e que o LIGA Facens (Laboratório de Inovações, Games e Apps do Centro Universitário Facens) já desenvolveu alguns projetos de metaverso para fins de treinamentos industriais e educacionais, que podem ser levados para todas as salas de aulas das redes públicas e privadas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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UCORP E PRINCIPAIS PLAYERS DE ELETRIFICAÇÃO PARTICIPAM DO EXPOPOSTOS 2022

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Realizada a cada dois anos, a feira apresenta as últimas tendências e novidades do mercado, incluindo novas soluções de recarga, produtos, equipamentos, serviços e tecnologias para eletromobilidade

Dos dias 26 a 28 de julho, no São Paulo Expo, será realizada a 15ª edição da ExpoPostos & Conveniência, evento oficial do mercado na América Latina que abrange toda a distribuição e revenda de combustíveis, lubrificantes, equipamentos, lojas de conveniência e food service.

Durante a feira, a UCorp, primeira startup de tecnologia e soluções de mobilidade corporativa do Brasil focada em veículos elétricos compartilhados, irá disponibilizar em seu estande, ao lado de outras startups e empresas do segmento como: Tupinamba, Osten Go, E-Wolf, os aspectos do ecossistema de eletromobilidade, levando para os presentes a oportunidade de conhecer mais sobre o Tesla Plaid, o carro mais rápido do mundo e o Byd Tan, lançamento da BYD, além dos principais equipamentos de recarga rápida e ultra rápida do mercado.



De acordo com Guilherme Cavalcante, CEO e fundador da  UCorp, o evento traz uma ótima oportunidade de apresentar para as principais marcas do setor e da cadeia produtiva um pouco mais dos avanços que o segmento de eletromobilidade oferece. “Poderemos mostrar como o mercado de postos será impactado pela eletromobilidade, por exemplo, como podemos desenvolver parcerias e expandir a infraestrutura de recarga e serviços de carros compartilhados com redes de postos em todo país, bem como, ajudar no desenvolvimento da nova mobilidade urbana, cada vez mais sustentável, elétrica e conectada”, comenta.

A participação no evento é restrita a profissionais do setor, e o credenciamento pode ser feito de forma online e gratuita clicando aqui.

Serviço:

Evento: ExpoPostos 2022

Data: de 26 a 28 de julho

Horário: 8h30 às 13h30

Local: São Paulo Expo

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CALCULADORA MOSTRA QUE BIKES COMPARTILHADAS SÃO 90% MAIS ECONÔMICAS DO QUE OUTROS MEIOS DE TRANSPORTE

Desenvolvida pela startup Tembici, a ferramenta convida as pessoas a repensarem hábitos e a cultura do carro em trajetos curtos

Alterações climáticas, a alta dos combustíveis, apesar da tímida redução no preço da gasolina, pela primeira vez no ano, crise financeira, importância das atividades físicas, além de diversos fatores de espaço público, como congestionamento, são motivos que levam as pessoas a analisarem os seus hábitos e gastos mensais, sendo o transporte um custo relevante nessa composição. Segundo a Calculadora de Trajetos da Tembici, empresa responsável pelos principais sistemas de bikes compartilhadas da América Latina, em um trajeto de 8 km por dia é possível economizar mais de R$ 1.000,00 por mês se a pessoa escolher bicicletas compartilhadas em vez de carro particular, por exemplo.

“Esse contexto é um convite para as pessoas repensarem seus hábitos de deslocamento que podem ser mais eficientes, baratos e sustentáveis. Um trajeto à padaria, amigo que mora perto, academia, não precisa ser feito com carro. Um percurso diário de 20 km, por exemplo, sai por mais de R$ 1.300,00 no mês quando feito de carro, enquanto no transporte público o gasto é em média R$ 230,00 e com a bike compartilhada fica em torno de R$ 29,90, a depender da cidade”, explica Gabriel Reginato, diretor de Negócios da Tembici.



Na Calculadora de Trajetos, as pessoas conseguem ver o quanto podem gastar em cada meio de transporte, de acordo com a distância percorrida, e tomar a decisão ideal sobre a forma que vai se deslocar. Na calculadora já são considerados custos aproximados de combustível, preço de passagem, assim como outros gastos, tarifas e seguros obrigatórios. A ferramenta é gratuita e pode ser acessada aqui.

Aumento de uso das bikes evidencia o bem geral que é pedalar

O uso das bicicletas também proporciona benefícios para a saúde do planeta, somente em 2021, mais de 7 mil toneladas de CO2 foram potencialmente evitadas com o uso das bicicletas compartilhadas da Tembici. Se essa mesma quantidade tivesse sido liberada na atmosfera, aproximadamente 45 mil árvores precisariam ser plantadas para promover o “equilíbrio” de contas do ponto de vista ambiental.

E a prática de usar a bicicleta no dia a dia só tem aumentado, em um comparativo do primeiro semestre de 2022, com o mesmo período de 2021, os adeptos à bike teve crescimento geral, aumentando em 35% o número de novos usuários, além do crescimento de 28% em números de viagens, considerando todos os projetos da Tembici.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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RNI RECOLHE MAIS DE 900 TONELADAS DE PRODUTOS RECICLÁVEIS E AJUDA FAMÍLIAS DE VÁRIAS CIDADES COM PROGRAMA DE CIRCULARIDADE SUSTENTÁVEL

Iniciativa que auxilia 1200 famílias de cooperativas em todo o Brasil reforça o compromisso da incorporadora com o meio ambiente ao fazer gestão sustentável de resíduos. Incorporadora protege a fauna e realiza procedimentos sustentáveis no entorno de seus empreendimentos

Dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) apontam que o setor da construção civil representa 7% do PIB brasileiro e é um dos pilares de crescimento econômico e geração de empregos no país. Contudo, em termos de resíduos da operação e embalagens, estima-se que o segmento seja responsável por 54% dos resíduos globais, de acordo com um levantamento realizado pela Ellen Macarthur Foudation.

Aliando o compromisso com o meio ambiente ao desenvolvimento das regiões onde atua, a construtora e incorporadora RNI, do grupo Empresas Rodobens, realiza o Programa de Gerenciamento de Resíduos de Construção Civil (PGRCC). Voltado a gestão sustentável de todos os seus insumos gerados nas obras, o documento tem como objetivo especificar o destino e volume de resíduos da obra.



A RNI deu um segundo destino a mais de 900 toneladas de insumos produzidos em suas obras que estão em andamento: “Em 30 anos de atuação no país, a RNI aliou o compromisso com o meio ambiente ao sonho da casa própria. A sustentabilidade é uma diretriz em nossos projetos e a responsabilidade é compartilhada entre todos da cadeia”, afirma Carlos Bianconi, CEO da construtora.

Além disso, em respeito ao meio ambiente e ao compromisso com o uso responsável de materiais certificados, a construtora sempre adquire materiais que tenham certificação e procedência. Exemplo disso é o uso de esquadrias de madeira que tenham o selo / certificação FSC (Forest Stewardship Council – Conselho de Manejo Florestal), voltado para a conservação ambiental e desenvolvimento sustentável das florestas, indicando produtos originados do bom manejo florestal.

Destinação responsável e sustentável de resíduos (economia circular)

Para que a destinação apropriada dos resíduos ocorra, todos os profissionais da RNI são orientados a realizarem o gerenciamento adequado dos materiais. Além disso, a incorporadora possui parcerias com cooperativas em todo o país que fazem desde a coleta seletiva de papelão até o redirecionamento do material de demolição, que só na obra do empreendimento RNI Nova Jaçanã, em São Paulo (SP), se transformou em cerca de 900 toneladas de material reutilizado como reaterro. “Desde a equipe de campo até a gerencial, todos são capacitados para atuarem de forma sustentável nas obras, o que além de gerar redução de custos, agregam valor ao produto, uma forma de evidenciar e valorizar a economia local. Com isso, podemos contribuir para a geração de renda, fazendo a economia girar de forma responsável e consciente”, comenta Clóvis Sant’Anna, Diretor Técnico da RNI.

Zero desperdício de resíduo: dinâmica da reciclagem

No processo de economia circular, os principais resíduos reutilizáveis nos empreendimentos são: plástico, papel, papelão, aço, restos de materiais, além de entulhos gerados durante a obra, que são triados e colocados em espaços reservados separados, similar a pequenas baias, para que as respectivas cooperativas da região possam fazer a coleta e dar um segundo destino/ vida aos materiais.

Com o processo, a RNI teve redução nos materiais de canteiros de obras e derivados de madeira, além de movimentar cooperativas locais. Só no empreendimento RNI Nova Jaçanã, em São Paulo, mais de 940 cooperados se beneficiam com o projeto.

Parceria com cooperativas de reciclagem

A RNI tem parceria com mais de 30 cooperativas de reciclagem nas cidades em que possui obras. As organizações são responsáveis pelo transporte e destinação dos materiais da coleta seletiva, um trabalho importante pelo impacto ambiental e social gerado. “A sustentabilidade no segmento imobiliário visa diminuir os efeitos negativos para o meio ambiente e sociedade. Muito mais que desenvolver e transformar as regiões onde atua, a RNI busca deixar um legado em favor das pessoas que vivem na cidade, além de movimentar a economia local. Apenas com os resíduos produzidos por um empreendimento é possível apoiar 1200 famílias da cidade, que contribui na melhoria da qualidade de vida da população local”, explica Gustavo Félix, Diretor Comercial da RNI.

Tecnologia a favor da sustentabilidade na construção civil

Um dos segredos do sucesso da incorporadora na gestão de resíduos é o uso da tecnologia, que auxilia na produtividade e na diminuição da ocorrência de erros. A RNI possui o departamento de CRM, em que todos os processos são cuidadosamente analisados para reduzir os desperdícios de recursos nas obras. A cada lançamento o departamento revisita o planejamento, direcionando de forma inteligente e mais precisa a utilização dos materiais. Dessa forma é possível reduzir desperdícios e entregar residenciais com a qualidade da incorporadora, proporcionando o sonho da casa própria aliada a sustentabilidade. 

RNI realiza procedimentos sustentáveis no entorno de seus empreendimentos

Expandir de forma sustentável, respeitando o entorno, além de desenvolver as áreas e as regiões onde atua. Presente em 12 estados brasileiros e 60 cidades, sendo a maior parte delas no interior do Brasil, a proposta da construtora RNI é oferecer residências de qualidade ao mercado, além de transformar cidades, seja pela melhoria da infraestrutura local, como também pela geração de renda, com sólido compromisso com a sustentabilidade. Abaixo, mais algumas iniciativas sustentáveis adotadas pela incorporadora em seus empreendimentos:

  • Reaproveitamento (geral) e no canteiro de obras (Empreendimentos RNI Nova Jaçanã, Origem VG, Smart Haus RNI e RNI Nações Unidas);
  • Caixa de retenção (Empreendimentos RNI Nações Unidas, Garden RNI, Green Life S. Marcos e RNI Nova Jaçanã);
  • Áreas de convivência dos canteiros são projetados para aproveitarem a iluminação natural;
  • Controle do descarte final de todos os resíduos gerados por nossas obras;
  • Consultor ambiental para fazer o planejamento e acompanhamento do gerenciamento dos resíduos nas obras;
  • Adoção de métodos construtivos para menos desperdício, que resulta também em menos geração de resíduos, como blocos de concreto, kits hidráulicos e chicotes elétricos.

Certificação Selo Azul + Caixa (compromisso com boas práticas sustentáveis)

A incorporadora conquistou também o Selo Azul + Caixa, que é considerado o primeiro sistema de classificação do índice de sustentabilidade voltado à projetos habitacionais desenvolvidos para a realidade da construção brasileira, com o empreendimento RNI Nova Jaçanã, em São Paulo. Por meio deste projeto, a incorporadora deixa como legado local, obras de melhorias, como saneamento, com a ampliação da rede de esgoto, com a captação dos resíduos e destinação apropriada dos mesmos, beneficiando a população da região, além dos mais 150 postos de trabalhos, diretos e indiretos.

Preservação da biodiversidade do entorno:

Reiterando o seu compromisso com o meio ambiente, a RNI promoveu uma simpática iniciativa em respeito à biodiversidade local. Trata-se do projeto Moradas das Corujas, para a preservação de comunidades de corujas que vivem próximas do stand de vendas do Garden RNI, na cidade de São José do Rio Preto. Com o objetivo de proteger às aves de rapina, a incorporadora construiu casas para as elas, feita de ferro — com altos poleiros — e telhas de concreto para abrigar as aves das chuvas, enchentes e demais intempéries climáticas. Todo o design foi pensado em abrigar as corujas e seus filhotes, inclusive impedindo a entrada de predadores como gaviões, cobras, cães domésticos e depredações humanas. O projeto já é um sucesso e a RNI ampliará a ação para mais duas famílias de corujas próximas da empresa.

A iniciativa surgiu a partir da observação dos hábitos diários de uma moradora da região, que cuidava e protegia essas corujas. Em sintonia com a comunidade local, a construtora decidiu ajudar na preservação e proteção das aves, construindo essas habitações e protegendo o seu entorno.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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OS OBSTÁCULOS NA JUNÇÃO ENTRE IOT E A ÁREA MÉDICA

Segundo, Adriano da Silva Santos Implementar tecnologias avançadas como IoT, AI e Big Data para prestadores de serviços de saúde não é mais apenas uma opção

Implementar tecnologias avançadas como IoT, AI e Big Data para prestadores de serviços de saúde não é mais apenas uma opção, tornou-se uma obrigação, dada a necessidade de se acompanhar o mundo rapidamente digitalizado. Nesse cenário, a implantação da IoT na área da saúde – a Internet das Coisas Médicas (IoMT) – requer uma estratégia tática e novas medidas avançadas de segurança de dados.

Os profissionais de saúde preocupados com a tecnologia vêem como a IoT revolucionará completamente a maneira como pensamos sobre o setor. No entanto, essas previsões positivas sobre o seu futuro estão marcadas para ocorrerem somente daqui algum tempo. A realidade atual não é tão promissora: muitas empresas médicas são céticas em relação à sua adoção, além de que médicos, profissionais de assistência e pacientes, por vezes, não confiam em novos dispositivos e aplicativos ou simplesmente não sabem como usá-los.



A digitalização em massa requer novas políticas que regulam o acesso aos dados. No geral, dois documentos principais que regem a proteção de dados em saúde são o GDPR europeu e o HIPAA americano. O HIPAA, ou a Lei de Portabilidade e Responsabilidade de Seguros de Saúde foi desenvolvida para garantir a proteção de todos os tipos de dados de saúde, incluindo análises, prescrições, tratamentos e registros, sendo o principal responsável por controlar estritamente as informações dos pacientes, para que eles não sejam compartilhados sem o consentimento do proprietário.

O GDPR, por sua vez, ao contrário do HIPAA, supervisiona toda a proteção de dados pessoais. O protocolo de regulação de dados da UE considera como dados sensíveis, arquivos como os registros médicos e quaisquer dados de saúde, como biológicos e genéticos, além dos biométricos ou de identificação.

Sendo assim, quando se trata de negociação de acesso à informação, é importante lembrar que os serviços de saúde são complexos e envolvem diferentes partes e fornecedores: companhias de seguros, prestadores de serviços de saúde, empresas farmacêuticas e etc. Ao coordenar o fluxo de trabalho, deve-se considerar a proteção de dados, que serão, em última análise, compartilhados com diferentes partes.

Muito progresso pode ser alcançado com a interoperabilidade, que permite automação de dados relativamente segura. No entanto, muitos profissionais de saúde estão hesitantes em relação a soluções universais e digitalizadas. Assim, é vital estar na mesma sintonia com departamentos e fornecedores, sobretudo, pelo fato de que os registros médicos são o alvo mais desejado para ladrões cibernéticos.

O registro de cuidados de saúde pessoal contém informações muito mais valiosas do que um número de segurança social ou um cartão de débito. O prontuário médico é um retrato oficial abrangente do paciente que contém histórico de casos sensíveis, medicamentos, endereço, idade, doenças crônicas, para citar alguns. Aqui estão medidas obrigatórias que ajudarão a proteger dados confidenciais:

  • Design soluções Med IoT com segurança em mente
  • Protocolos de estratégia e resposta para riscos específicos
  • Gerenciamento de acesso

Outro ponto é que o desenvolvimento de soluções de IoT sempre envolve fornecedores de terceiros, que podem precisar de dados sobre usuários de seus softwares e dispositivos. De acordo com o HIPAA e o GDPR, não se pode compartilhar nenhum dado sem o consentimento do paciente. Para resolver essa justaposição, tanto as regulamentações da UE quanto dos EUA desenvolveram um mecanismo anônimo que permite a desidentificação de dados confidenciais, protegendo seus proprietários.

Por outro lado, os riscos de dados podem muitas vezes vir de dentro: IoT e software não estão totalmente protegidos contra erros técnicos. Antes que qualquer risco inesperado, como falha na conexão web ou falha na plataforma, ocorra, é importante se certificar de projetar uma solução alternativa para a proteção de dados “offline”.

As tecnologias de IoT estão garantindo a conectividade final nunca imaginada antes. A Medtech não é a única indústria transformada. Hoje, é difícil pensar em um campo ou negócio onde a IoT não seja útil. De acordo com a Forbes, até 2027, a indústria deve atingir cerca de US $43 bilhões em todo o mundo. Sem dúvida, esse recurso oferece possibilidades ilimitadas de análise e previsão.

Em contrapartida, às vezes, os dados de saúde podem ser abundantes. O processamento de informações adquiridas de diferentes fontes é um desafio de como usar todo esse potencial. As soluções possíveis incluem aquisição de dados brutos, extração de recursos, raciocínio semântico e clustering.

Um dos problemas mais aparentes é que muitos fabricantes médicos desenvolvem sistemas automatizados, mas não vão mais longe. Ainda assim, eles poderiam desenvolver novos softwares e sensores IoT para garantir conectividade 24 horas por dia, 7 horas por semana. Para nutrir tal inovação, deve-se confiar em IoT implementada e desenvolvida por perícia médica e técnica.

Ademais, altas taxas de recall significam que muitas organizações de saúde não estão satisfeitas com a qualidade dos novos dispositivos. Há necessidade de uma cooperação mais estreita entre fabricantes e profissionais de saúde para estabelecer novos padrões de qualidade para a IoT.

No geral, a principal vantagem é a flexibilidade. A pandemia acelerou o desenvolvimento da fabricação de cuidados de saúde, trazendo novas soluções como monitores de temperatura inteligentes e botões de alerta COVID-19 em smartwatches. Ela nos mostrou que a adaptabilidade é necessária para a fabricação de cuidados de saúde: os fornecedores devem desenvolver estratégias de negócios e modelos de produção que garantam uma mudança rápida nos produtos já fabricados.

Atualmente, a saúde depende de dados e essa tendência só está ficando mais forte. Ferramentas inovadoras como a IoT permitem revolucionar a indústria e como pensamos sobre o campo medicinal. Todavia, com grandes poderes, grandes responsabilidades deverão vir também e os prestadores de cuidados de saúde devem abordar seriamente essas questões em um futuro não tão distante. Em breve, ele estará batendo nas nossas portas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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INSTITUTO AEGEA É PARCEIRO DA GLOCAL EXPERIENCE E DEFENDE ATUAÇÃO CONJUNTA ENTRE SETORES PARA AUMENTAR SEGURANÇA HÍDRICA NO BRASIL

Em conferência, presidente do Instituto Aegea destacou importância do uso consciente da água e apontou necessidade de integração de forças entre agentes da sociedade como caminho para garantir maior disponibilidade do recurso

O Instituto Aegea, núcleo de inteligência socioambiental da Aegea, é um dos parceiros da Glocal Experience, evento realizado na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, entre 9 e 17 de julho. Na programação da conferência, o painel “Desafios e oportunidades para a Segurança Hídrica no Brasil” contou com a participação do presidente do Instituto Aegea, Edison Carlos, que defendeu uma integração de forças entre agentes da sociedade como forma de garantir a disponibilidade da água no país, assim como a importância do investimento em tecnologia.

Édison apontou que as principais atividades econômicas da pauta de exportações do Brasil, como agropecuária e mineração, são muito dependentes da disponibilidade da água, que então deve ser encarada como um ativo estratégico do país. “As comodities, principais produtos de exportação do Brasil, mas também a energia hidrelétrica, o abastecimento humano, a indústria, tudo tem na água a sua base. O agronegócio, maior fonte de recursos do país, responde por cerca de 60% do uso da água doce presente da natureza, então é fundamental estar presente em qualquer debate sobre recursos hídricos.”, afirmou.



Portanto, por representar um interesse comum, o presidente do Instituto Aegea indicou que todos devem participar dos esforços para garantir a segurança hídrica. “Se não colocarmos todos os agentes da sociedade na mesma mesa para discutir a questão hídrica não há como termos um futuro seguro. Fundamental ter o Governo Federal, em seu papel de fomentar as macros políticas de uso da água no país, estados e municípios monitorando os rios e o saneamento básico, as empresas e a sociedade, todos têm seu papel. As concessionárias de saneamento, que coletam, tratam e distribuem água potável a milhões de pessoas, investem, lógico, na proteção das bacias hidrográficas onde estão, mas as ações precisam ser coordenadas com os demais utilizadores dos recursos hídricos.”, apontou.

O investimento em tecnologia e inovação também é importante para aumentar a segurança hídrica e empresas como a Aegea vem se destacando neste caminho: “A Aegea tem investido constantemente em inovação e tecnologia, como por exemplo em parcerias com empresas de Meteorologia visando antecipar os próximos regimes de chuvas nas bacias. Visando aumentar a eficiência, investimos em sensores para localizar vazamentos, em bombas inteligentes que controlam a pressão da água distribuída pelas tubulações e evitam perdas de água, entre outros. Entendemos que cada litro de água que não se perde é um litro a menos que precisamos retirar da natureza e um litro a mais que podemos entregar a quem não tem”, afirmou Edison.

Além de tudo o que as empresas fazem, é necessário que a sociedade civil também seja vigilante ao uso racional da água de forma a garantir a disponibilidade ao longo do ano. “Em momentos de crise hídrica há uma grande mobilização e consciência no uso, mas muito disso desaparece quando as chuvas voltam e a situação se equilibra. Precisamos manter nosso nível de alerta, educar as crianças para este novo cenário de incerteza hídrica, mudar a forma como se vê o uso da água no Brasil. É fundamental construirmos cidadãos mais conscientes para podermos dar tranquilidade às nossas próximas gerações”, declarou.

Disponibilidade de água para todos

A Aegea investiu, apenas em 2021, mais de R$ 50 milhões em obras de segurança hídrica. A companhia acompanha e monitora diariamente a situação dos sistemas hídricos no Brasil e em 2022 firmou uma parceria com a Climatempo para o fornecimento de dados que agregam na inteligência das informações meteorológicas de curto e longo prazo para a inspeção de risco das bacias hidrográficas onde a empresa realiza captação de água.

Para o Grupo, a consolidação de um modelo de gestão é crucial para obter resultados e prevenir eventuais problemas operacionais dentro do setor, respeitando o conceito de segurança hídrica em assegurar o acesso sustentável à água de qualidade, em quantidade adequada à manutenção dos meios de vida, do bem-estar humano e do desenvolvimento socioeconômico.

A Aegea tem experiência em lidar com cenários hídricos complexos por meio de investimentos em tecnologia. Em Teresina, no Piauí, os meses de setembro a dezembro eram sinônimo de falta d’água há cinco anos, quadro agravado quando se considera que esse é o período mais quente do ano. Com o apoio de equipes treinadas e eficiência operacional, a capital atingiu a universalização do abastecimento de água no ano de 2020 em toda zona urbana. Desde 2017, a companhia já investiu R$ 600 milhões na capital do Piauí, e o valor total a ser aplicado ao longo do contrato é de R$ 1,7 bilhão.

Glocal Experience

A Glocal Experience ocorreu entre os dias 9 e 17 de julho, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, como uma programação que incluiu música, arte, tecnologia e debates. O evento tem como objetivo estimular discussões que destaquem a importância do trabalho em diversos setores para alcançar as metas da Organização das Nações Unidas (ONU) da Agenda 2030, com foco em desenvolvimento sustentável. Para mais informações, acesse: https://glocalexperience.com.br/.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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RESÍDUOS COLETADOS EM MUTIRÃO DE LIMPEZA NO LITORAL DE SC VIRAM OBRA DE ARTE

No Litoral catarinense, ação do Grupo Ambiensys foi realizada em Bombinhas, em junho

Em junho, o Grupo Ambiensys, especializado em gestão global de resíduos e projetos técnicos ambientais ligados aos princípios ESG (Environmental, Social and Governance, em inglês), realizou mais uma etapa do Mutirão de Limpeza Ambiensys. Na ocasião, foram coletados 403 quilos de resíduos em Bombinhas (SC) e no Rio de Janeiro (RJ). Parte do material recolhido no Litoral catarinense virou arte pelas mãos do artista plástico Juan Carlos Xiol, ligado ao Coletivo Espaço Tempo, de Florianópolis (SC).

A garoupa de metal “recheada” de lixo busca sensibilizar a sociedade em relação à problemática dos resíduos descartados incorretamente, que vão parar nos oceanos, e chamar a atenção para a urgência de se desenvolver cada vez mais ações de educação ambiental.



“Com o Mutirão de Limpeza, a Ambiensys busca se aproximar da comunidade e reforçar a importância da destinação correta de resíduos sólidos, contribuindo para a preservação das praias e espaços públicos do Brasil”, comenta o gerente de Marketing e Novos Negócios do Grupo Ambiensys, Lucca Barros.

No momento, a escultura está exposta na praia de Bombas e deve passar também por Mariscal e Quatro Ilhas, todas em Bombinhas (SC), além da Praia da Conceição, na capital catarinense.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MULHERES NO MERCADO DE TI: A PASSOS LENTOS, ELAS GANHAM CADA VEZ MAIS ESPAÇO

Empresas vêm demandando cada vez mais a presença feminina nos processos seletivos de cargos de liderança e abrem espaço para uma nova realidade

O estigma de que o mercado de TI foi feito somente para homens vem caindo ladeira abaixo nos últimos anos. Em diferentes níveis hierárquicos – principalmente cargos C-Level e posições em conselhos – a presença feminina nesse universo vem ganhando cada vez mais relevância. Segundo o estudo Women in the boardroom – realizado pela Deloitte e divulgado em 2022 – até o ano passado, 19,7% dos cargos em conselhos de administração globalmente falando eram ocupados por mulheres.

No Brasil, essa realidade ainda caminha a passos menos acelerados. No país, esse índice é de 10,4%, mas vem apresentando alta a cada ano. Segundo especialistas, a conscientização sobre a equidade de gênero levou a iniciativa privada a adotar ações mais concretas para promover um aumento da participação feminina nos cargos de liderança.



Ainda de acordo com o levantamento, do total de 165 empresas pesquisadas no Brasil, há 115 mulheres ocupando cadeira nos conselhos das empresas, mas apenas 4,4% delas são presidentes desses colegiados. Em 2016, esse número era bem menor, apenas 1,6%.

Na radiografia do estudo da Deloitte, entre os cinco setores econômicos que mais têm mulheres nos conselhos, o mercado de tecnologia, mídia e telecomunicações se destaca com 14,7%.

Mulheres CEOs

Ainda olhando o cenário brasileiro, a Grant Thornton fez uma pesquisa com cerca de 250 empresas e constatou que 35% dos cargos de CEOs são ocupados por mulheres, contra uma média global de 24%.

De acordo com Marcus Giorgi, sócio da EXEC – empresa especializada em Executive Search – e responsável pelos segmentos de TMT (Tecnologia, Mídia e Telecom) e Consultorias, esse movimento vem sendo verificado na prática, a começar pelos processos seletivos. “Quase a totalidade das empresas que atendemos já estão pedindo que pelo menos uma mulher esteja na lista de finalistas para concorrer a uma vaga executiva”, conta

Outra constatação feita por Giorgi é que uma em cada três vagas estão sendo preenchidas por mulheres. “O número de mulheres nas disputas pelas vagas e nas aprovações segue subindo e a tendência é que essa participação fique cada vez maior perante o público masculino”, enfatiza.

Desafios

Considerados anteriormente ambientes inóspitos para mulheres, as áreas de TI das empresas hoje oferecem menos obstáculos para as profissionais de liderança, segundo Giorgi. Todavia, o esforço de provar sua competência ainda se faz necessário. “As mulheresenfrentaram situações bem mais complicadas para liderar essas áreas. De toda forma, ainda precisam fazer um esforço extra para provar sua competência e brigar por seu espaço”, explica.

O especialista da EXEC destaca que nesse sentido o esforço é dobrado para desmistificar qualquer tipo de preconceito que possa existir nesses segmentos. “Nas fintechs, operadoras de telecomunicações e empresas de software já é possível notar uma bloqueio bem menor em relação à presença das mulheres em cargos como CIOs, por exemplo”.

Segundo Giorgi, a disputa entre os profissionais hoje ocorre de forma bem mais igualitária, inclusive sob o ponto de vista salarial. Cada vez mais é possível ver mulheres gerindo áreas como vendas, marketing, financeira e TI.

Mais do que conhecimento técnico

Além de serem cobradas para terem um conhecimento técnico acima da média, as mulheres que lideram áreas ligadas à tecnologia precisam reforçar o que se chama de soft skills, habilidades que estão ligadas ao lado comportamental. “As pessoas tendem a julgar as mulheres como mais emocionais do que racionais, o que nem sempre é verdade”, enfatiza Giorgi.

Uma das características fundamentais que uma líder deve ter é a resiliência, aponta o especialista da EXEC. “A mulher vai ser colocada à prova o tempo todo e precisa mostrar que também consegue entregar resultados além de ser cobrada por líderes homens que muitas vezes ainda as julgam como frágeis”.

Ligada diretamente à resiliência, Giorgi destaca a inteligência emocional como um diferencial na ascensão da liderança, quer seja ela feminina ou masculina. “Dentro dos escritórios hoje já vemos um número cada vez maior de mulheres  e a inteligência emocional está seguramente ligada a este fato. Mulheres geralmente possuem maior capacidade de avaliar, compreender e expressar emoções e sentimentos que facilitem seu trabalho e o da equipe e, além disso, sabem motivar e gerar empatia”, afirma.

Para o especialista, a presença cada vez maior de mulheres em cargos de liderança em empresas de tecnologia é um caminho sem volta. “Hoje temos empresas que buscam mais colaboração e menos hierarquia, e as mulheres vão continuar a ganhar espaço nessa movimentação”, conclui.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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EVENTO GRATUITO ENSINA ONGS A OBTEREM BENEFÍCIO DE 10 MIL DÓLARES MENSAIS PARA ANUNCIAR NO GOOGLE

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A Semana da Captação de Recursos com Ad Grants contará com três encontros online e material completo de apoio para fortalecer as organizações do Terceiro Setor

Na última semana de julho, nos dias 25, 27 e 29, a BC Marketing, agência voltada ao Terceiro Setor, e a Nossa Causa, organização que atua para fortalecer Organizações da Sociedade Civil e promover justiça social, promovem a Semana da Captação de Recursos com Ad Grants. O objetivo do evento é divulgar o benefício de 10 mil dólares mensais que o Google oferece para ONGs anunciarem na Internet e, assim, obterem mais visibilidade. Também irá orientar como conseguir o benefício na prática e trazer exemplos de experiências de organizações convidadas que já utilizam o benefício.

O evento conta com a parceria de divulgação da ABCR, ASID, BSocial, Criando Desenvolvimento, DePropósito Comunicação de Causas, Impact Hub Brasília, Instituto Dadivar, Marcelle Medeiros, Movimento Arredondar, Movimento Bem Maior, Movimento por uma Cultura de Doação, Nuclear Hub, O Hub Social, Observatório do Terceiro Setor, Phomenta e Techsoup.



Mas como funciona o Ad Grants?

Quando uma pesquisa é realizada no Google, os primeiros resultados são espaços pagos de mídia, e os anúncios são elaborados por meio da ferramenta online do Google, chamada Google Ads. Com ela, as empresas criam anúncios direcionados para um site corporativo e selecionam e pagam por palavras-chave, que são os termos digitados no campo de busca. O Google Ad Grants é um benefício criado pelo Google que fornece 10 mil dólares mensais para organizações da sociedade civil realizarem esse tipo de anúncio no Google Ads. Isso significa que a sua OSC pode escolher as palavras-chave para as quais deseja aparecer no topo dos resultados do Google gratuitamente.

Segundo pesquisa da Nossa Causa, ONG mantida pela BC Marketing, 81% das organizações entrevistadas não usam o benefício e 55% desconhecem a existência dessa oportunidade valiosa.

Mais sobre o evento Semana da Captação de Recursos com Ad Grants

Confira a programação do evento, que será totalmente online, com 1 hora de duração por dia (das 17h às 18h):

25/07 – Lançamento do guia Google Ad Grants: Requisitos e primeiros passos

27/07 – Como um plano de mídia de Google Ad Grants pode apoiar a captação de recursos e o que devo saber sobre copy para criação de anúncios no Google Ad Grants

29/07 – Google Ad Grants: como as organizações estão utilizando esse benefício na captação de recursos

Os participantes também terão acesso a um material de apoio completo, com passo a passo para tirar a certificação e começar a usufruir desse benefício.


Serviço:

Semana da Captação de Recursos com Ad Grants
Dias 25, 27 e 29 de julho, das 17h às 18h.
Inscrições para ONGS: https://bit.ly/semanacaptacaoadgrants

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CASA CONSTRUÍDA EM UM DIA PASSA A SER REALIDADE NO BRASIL COM TECNOLOGIA TECVERDE

Com 85% de industrialização e inovações em design de produto, CASA 1.0 volta a viabilizar empreendimentos econômicos

A paranaense Tecverde acaba de lançar uma tecnologia que permite a entrega de casas em apenas um dia para seus clientes. Pioneira na América Latina na produção de painéis com estrutura de madeira (Wood Frame) para construção de imóveis, em 13 anos de atuação, a companhia se tornou referência global em produtividade e competitividade em construção industrializada. Agora, a empresa desenvolve o “CASA 1.0”, formato que acelera a linha de fabricação e viabiliza empreendimentos econômicos hoje inviáveis com métodos tradicionais.

O novo produto é pensado para o segmento econômico, ou seja, é voltado para o público de entrada do Programa Casa Verde e Amarela (antigo Minha Casa Minha Vida). No primeiro trimestre de 2022, houve uma redução de 40% em lançamentos de empreendimentos desse perfil, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), movimento provocado pelas incertezas econômicas, aumento de custos dos materiais da construção civil, além da estagnação produtiva em canteiro.



Diante desse cenário, a Tecverde inova as soluções oferecidas para esse mercado com o CASA 1.0, aliando as mais modernas tecnologias de construção e inteligência de projeto para desenvolver o produto mais competitivo e, assim, abre o leque de oportunidades para uma parcela expressiva  da população. “Estamos falando, geralmente, de famílias com renda familiar de R$2.500 a R$3.000, com um ou mais dependentes, em busca da primeira casa”, comenta o fundador e diretor de expansão, Caio Bonatto.

Com o CASA 1.0, as construtoras encomendam residências térreas que saem 85% pré-fabricadas das instalações da Tecverde, já com a parte elétrica e hidráulica, além de banheiro e cozinha modular com louça instalada. No canteiro, em aproximadamente sete horas, toda a montagem é concluída por uma equipe de seis pessoas da empresa, liberando o imóvel para acabamentos finos da construtora, como pintura, cerâmica e gesso, que pode ser finalizado em até mais três dias de trabalho.

Todo o processo deve ter um custo em torno de R$ 71 a R$ 76 mil para a construtora, já incluindo valores de fundação, estrutura e acabamentos da habitação, com variações a depender do volume e distância do empreendimento. Com mais unidades contratadas no projeto, o custo se torna mais competitivo, por conta da escalonabilidade do processo.

As instalações contam ainda com o modelo de construção à seco da Tecverde, possibilitando uma redução de 90% no uso da água, quando comparado às construções em alvenaria, onde é necessária a produção de argamassa para a junção das peças. Com um maior controle de qualidade e precisão no uso de materiais, foi possível reduzir em 100% a geração de resíduos do CASA 1.0, já que o orçamento é mais preciso, evitando desperdícios;  reduziu-se, também, em 80% a emissão de gases poluentes.

A Casa 1.0 foi apresentada ao mercado numa live nesta quinta-feira (14/07), pelo link: https://site.tecverde.com.br/lancamento-tecverde

Conheça as vantagens do novo produto Tecverde:

– Agilidade na entrega: expectativa de produção de 200 novas casas em até seis meses;

– Redução do custo final para o consumidor: em período de inflação recorde, o modelo fabril apresenta custos bem inferiores ao modelo tradicional de construção;

– Alta performance: as casas construídas com a tecnologia Tecverde apresentam índices de performance superiores às construções tradicionais, com melhor desempenho térmico, redução de ruídos e segurança.

– Redução de mão de obra: canteiros de obras mais enxutos, com módulos feitos sob medida, o que resulta na produtividade da equipe e um controle maior sobre índices de acidentes.

– Viés sustentável: modelo de construção a seco (sem consumo de água), madeira de floresta replantada (carbono zero) e 0% de resíduo de obra.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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