spot_img
Home Blog Página 9

IDOSOS EM CURITIBA PODEM UTILIZAR CARTÃO PARA AUMENTAR TEMPO DOS SEMÁFOROS

0

Semáforos inteligente também atendem pessoas com dificuldades de locomoção e deficientes visuais

Em Curitiba, semáforos inteligentes são programados para oferecer mais segurança para pessoas com dificuldades de locomoção e deficientes visuais. Em 29 cruzamentos da capital do Paraná, esses equipamentos possuem alertas sonoros e uma programação para estender o tempo de travessia, quando acionado.

O sinal sonoro funciona desde a abertura até o fim da travessia. Pessoas idosas ou com alguma deficiência ainda possuem um cartão-transporte isento da Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), que pode prolongar o tempo de passagem. De acordo com a Prefeitura de Curitiba, alguns semáforos mais atuais não precisam do uso do cartão.

Atualmente, os semáforos estão concentrados na região central da cidade, onde há maior circulação de pedestres e de veículos. De acordo com a Superintendência de Trânsito (Setran), o serviço deverá ser estendido para outros bairros. Conforme a prefeitura, a instalação dos semáforos com essa função depende da solicitação dos usuários e de uma análise técnica. O estudo verifica, entre outros aspectos, a presença de polos geradores de tráfego na região, por exemplo.

Como funcionam os semáforos inteligentes?

De acordo com as instruções da prefeitura, para acionar o sinal sonoro do semáforo, o pedestre deve pressionar o botão por cerca de três segundos até sentir uma vibração. O equipamento também possui as instruções escritas em braile, na parte de cima do dispositivo. Para a travessia comum (sem tempo maior e sem sinal sonoro) basta pressionar o botão uma única vez.

cartão-transporte isento, que pode ser utilizado para aumentar o tempo da travessia, exige um cadastro, realizado de forma presencial em diversos postos de atendimento da cidade. O cartão está disponível para pessoas idosas com mais de 60 anos; pessoas com deficiência; pessoas com patologias crônicas; e aposentados por invalidez.

Cruzamentos com semáforos sonoros em Curitiba

  • Visconde de Guarapuava x Cel. Dulcídio
  • Guilherme Pugsley x Trav. Rafael Greca
  • XV de Novembro x Rua Camões
  • Benjamin Lins x Cel. Dulcídio
  • Av. São José x Rua Fioravante Dalla Stella
  • Av. Vicente Machado x Rua Cap. Souza Franco
  • Av. Mal. Floriano x Rua Pedro Ivo
  • Getúlio Vargas x 24 de Maio
  • Amâncio Moro x Mauá
  • André de Barros x João Negrão
  • Anne Frank x Napoleão Laureano
  • Jacarezinho x Alcides Munhoz
  • Pedro Ivo x João Negrão
  • Pedro Ivo x Westphalen
  • Amâncio Moro x Ubaldino do Amaral x Agostinho Leão Junior
  • Carlos Klemtz x Gen. Potiguara
  • Getúlio Vargas x João Negrão
  • Carlos Klemtz x Adorides Jesus C. Camargo
  • Victor Ferreira do Amaral x Colégio Militar
  • Via Veneto x Santa Bertila Boscardin
  • Schiller X Francisco Alves Guimarães
  • Visconde de Guarapuava x João Negrão
  • Eduardo Sprada x Robert Redzimski
  • Nilo Peçanha x Henrique Itibere da Cunha
  • Tenente Francisco Ferreira de Souza x Gabriel C Domingues
  • Manoel Ribas x Toaldo Tulio
  • Via Veneto x Madre Clélia Merloni
  • Jose de Alencar x Souza Naves
  • Francisco Derosso x Pioneiros

Fonte: Mobilidade Estadão

O ‘GRANDE IMPULSO’ PARA A SUSTENTABILIDADE: COMO PASSAR DAS IDEIAS À AÇÃO?

0

Já temos o “mapa do caminho” do transporte público sustentável;
O desafio é fazer a travessia e transformá-lo em realidade

No final de novembro, um grupo de empresários, dirigentes de entidades, altos funcionários do governo e acadêmicos reuniu-se em Brasília para lançar um importante documento: “Diretrizes e Propostas para um Plano Nacional da Cadeia de Ônibus Elétricos no Brasil”.

É o primeiro grande esforço de sistematizar e organizar as bases de um programa de desenvolvimento da indústria brasileira de transporte público sustentável, com a meta de elevá-lo a referência global nesse segmento.

A ambição não é pouca. Segundo os autores, um programa robusto de nacionalização da cadeia de ônibus elétricos poderá gerar 280 mil novos empregos até 2030, gerar R$ 3,1 bilhões por ano e aumentar o PIB em 0,4 ponto percentual.

“A eletrificação da frota de transporte urbano associada com o desenvolvimento produtivo de sua cadeia é uma estratégia central para o desenvolvimento de uma mobilidade urbana de baixo carbono e de um futuro produtivo, inclusivo e sustentável” – diz um trecho. 

O lançamento foi no auditório do Ministério do Desenvolvimento (MDIC), com a presença do ministro e vice-presidente da República Geraldo Alckmin.

O documento foi coordenado pela Comissão Econômica para América Latina e Caribe das Nações Unidas (Cepal), em parceria com o governo brasileiro (MDIC) e o Ministério Federal Alemão de Cooperação Econômica e Desenvolvimento (BMZ/GIZ). 

Faz parte do “Grande Impulso (Big Push) para a Sustentabilidade” lançado pela Cepal. Ou seja, “uma estratégia de mobilização e coordenação de investimentos transformadores do estilo de desenvolvimento, cujo ingrediente fundamental é a ampliação das políticas de desenvolvimento produtivo verde e inclusivo”.

O texto final, assinado pelo consultor Edgar Barassa, é o resultado de um ano de trabalho produtivo e de um sem-número de reuniões presenciais e online, com participação de mais de 100 dirigentes altamente qualificados.

Todos os que tinham algo relevante a dizer sobre a cadeia de ônibus elétricos no Brasil tiveram a oportunidade de fazê-lo.

Entre eles, executivos de empresas (Eletra, WEG, Caio, Marcopolo, BYD e outras), órgãos do governo (Presidência da República, Casa Civil, MDIC, Ministério das Cidades), agências de fomento (BNDES, Apex, Fundep, Embrapii), associações empresariais e sindicais (ABVE, Anfavea, Sindipeças, Fabus, CUT), instituições internacionais (UITP, ICCT, C-40) e centros de formação profissional e pesquisa (Poli/USP, FEI, Unicamp, Senai, Dieese).

As “Diretrizes”, portanto, são a síntese de um amplo consenso entre os principais atores públicos e privados vinculados ao transporte e mobilidade urbana. Elas se juntam a outros dois importantes documentos divulgados pelo MDIC: o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), em dezembro do ano passado, e o plano Nova Indústria Brasil (NIB), em janeiro.

Juntos, esses documentos delineiam o “mapa do caminho” da “neoindustrialização” anunciada pelo presidente Lula e pelo vice-presidente Alckmin no início do governo. 

O desafio agora é fazer a travessia entre as boas ideias e as ações concretas para torná-las realidade. 

Planos ousados exigem persistência e visão de futuro para atingir suas metas. Não são tarefa de um único governo e nem podem se submeter ao curto prazo do calendário eleitoral.

Num momento em que nuvens ameaçadoras voltam a se avolumar no horizonte econômico, é fundamental que o governo não perca o foco dos projetos estruturantes – aqueles cujos frutos serão colhidos não necessariamente por nós, mas pelas próximas gerações.

É essencial que as decisões políticas que serão tomadas hoje garantam regras estáveis, controle da inflação, redução sustentável da taxa de juros e acesso seguro ao crédito.

Os empresários brasileiros já demonstraram sua disposição de apostar na nova fase da industrialização brasileira. Em troca, eles esperam que o governo assegure um cenário econômico previsível e amigável ao risco e ao investimento produtivo de longo prazo.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade da autora, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

VLT DE BAURU: CONHEÇA O PROJETO QUE USA OS TRILHOS ABANDONADOS DA CIDADE

0

Cerca de R$ 2 milhões serão usados para estudar se o modal é mesmo viável na cidade do interior paulista

A cidade de Bauru, no interior de São Paulo, pode ganhar um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em breve. O meio de transporte, que se assemelha a um bonde, usaria trechos de linha férrea que estão abandonados desde 2001 no município, quando o último trem urbano circulou na cidade.

A Prefeitura criou um Grupo de Trabalho para analisar a viabilidade do VLT e entender se é possível reutilizar as estruturas já existentes. Este grupo deve lançar, em 2025, o edital que contratará a empresa responsável por estudar o projeto.

A cerca de 300 km de São Paulo, a cidade de Bauru possui 380 mil habitantes e conta apenas com ônibus quando o assunto é transporte público. O município obteve R$ 1,5 milhão do Governo Federal por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para realizar os estudos preliminares a respeito do VLT. Além disso, injetou R$ 500 mil em recursos próprios.

Como será o VLT de Bauru?

De acordo com a Prefeitura, o intuito com o VLT é criar “mais alternativas de mobilidade urbana entre o Centro e outras regiões”. O plano inicial para o modal inclui três ramais que atenderiam as zona oeste, sul e leste da cidade. As linhas passariam pelo Centro, fazendo uma parada na antiga estação de trem, e atenderiam áreas como o Shoppping Boulverd, o Instituto Toledo de Ensino (ITE) e o Poupatempo.

Em nota para o Mobilidade Estadão, a Prefeitura citou como benefícios do modal “a recuperação de linhas obsoletas que estão em uma parte significativa do município, aproveitamento de estruturas físicas e um sistema complementar de transporte que nos ajudará a melhorar a mobilidade urbana do município”.

“O VLT é um trem de baixa capacidade. Ele transporta uma quantidade de pessoas menor que um metrô, por exemplo”, afirma Luís Kolle, engenheiro do Metrô e presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô (AEAMESP).

De acordo com ele, o VLT pode ser uma boa escolha, dependendo do número de pessoas que o usarão. “O que determina o modal que deve usado em uma cidade é a demanda reprimida. Quantas pessoas que você vai precisar pegar naquele trecho”, ele explica.

Por fim, o engenheiro da AEAMESP cita outras opções de transporte, como o BRT, sistema de ônibus em via exclusiva. De acordo com ele, ônibus biarticulados poderiam transportar até 150 pessoas por veículo. O VLT, por outro lado, transporta em média 400 pessoas por carro em Santos, onde já é utilizado.

Fonte: Mobilidade Estadão

A TECNOLOGIA NOS GOVERNOS VAI ACABAR COM O FUNCIONALISMO PÚBLICO?

0

Se de um lado as tecnologias podem ser aliadas, do outro demandam novas habilidades dos servidores públicos em um mundo cada vez mais digital.

A tecnologia avança a passos largos, revoluciona diversos setores da sociedade e o serviço público não é exceção. Com soluções cada vez mais eficientes e automatizadas, se levanta a questão: o servidor público será substituído?

Sistemas de informação, softwares de gestão e aplicativos móveis já transformaram a gestão pública. Agora, essas ferramentas incorporam funcionalidades baseadas em Inteligência Artificial e automações avançadas.

O objetivo é melhorar o atendimento ao cidadão e agilizar as demandas internas para tornar os serviços públicos mais modernos e eficientes.

A tecnologia possibilita aos servidores se concentrarem em tarefas que exigem habilidades humanas únicas, como tomada de decisão, comunicação interpessoal e resolução de problemas complexos.

Assim, as atividades repetitivas, que hoje dominam a pauta do servidor – como preenchimento de formulários, processamento de documentos e atualização de registros – ficam à cargo de um sistema capaz de realizar tarefas operacionais de forma mais eficiente e precisa, menos suscetível a erros e corrupção.

Esse impacto é sentido à medida que mais usuários experimentam e compreendem que as tecnologias aumentam a oportunidade para o setor público beneficiar os cidadãos e melhorar a rotina de seus servidores.

O trabalho dos servidores públicos continua essencial e não se vislumbra uma substituição da mão-de-obra, mas é fundamental que os profissionais se adaptem às novas tecnologias e aprendam a utilizá-las de maneira estratégica.

A predisposição em se adaptar às mudanças não exime a responsabilidade do Estado em acompanhar essa evolução, principalmente nos municípios, que funcionam como o primeiro ponto de conexão com os cidadãos.

Além de responsabilidade do servidor, é papel crucial dos órgãos governamentais promover essa capacitação e mostrar que os servidores não devem temer as tecnologias, mas usufruir os benefícios que surgem com elas.

Para além das capacidades técnicas, as competências humanas continuam essenciais e passam a ser centrais. Apenas 20% são habilidades para atuar com as ferramentas tecnológicas.

Os 80% das competências são dedicadas à liderança de projetos, ao relacionamento com a rede de parceiros e à atuação, com sensibilidade, para entender a realidade das pessoas que buscam e dependem dos serviços públicos.

É necessário que o servidor público desenvolva um olhar transversal e entenda os problemas em diferentes perspectivas, especialmente pelo viés do cidadão.

Nos próximos anos, ele deverá atuar mais como solucionador de problemas, em atividades político-estratégicas – onde há um componente de cultura, de contato, de relações pessoais – que não podem ser feitas por máquinas.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

INFRAESTRUTURA BRASILEIRA COM FOCO EM SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA

0

Evento reúne especialistas do setor público e privado para debater descarbonização e infratech, impulsionando inovação e parcerias estratégicas para o futuro sustentável das PPPs e Concessões.

O evento P3C, que acontece nos dias 24 e  25 de fevereiro, trará discussões essenciais sobre a descarbonização e os desafios da transição energética, com foco em áreas-chave como transporte, mobilidade urbana, saneamento, energia e infraestrutura inteligente. Em um mundo cada vez mais digitalizado, é inegável o impacto disruptivo das tecnologias emergentes na transformação dos setores de infraestrutura. A transição para uma economia mais sustentável exige repensar como as infraestruturas são planejadas, entregues e operadas, com destaque para as soluções que promovem a eficiência energética, a redução de emissões e a promoção da mobilidade elétrica.

A integração de novas soluções tecnológicas é fundamental para a estruturação e regulação dos setores de energia, saneamento e transportes. A infraestrutura inteligente, com redes conectadas e a aplicação de dados, surge como um pilar crucial nessa transformação. O setor de telecomunicações, muitas vezes subestimado, assume um papel central, servindo como alicerce para a inovação. Com o avanço do 5G, sensores IoT e a coleta massiva de dados, a digitalização de rodovias, portos e redes de energia traz oportunidades inéditas de gestão eficiente, novas receitas e redução de custos.

No Brasil, o desafio é ainda maior devido à complexidade da regulação, da infraestrutura existente e das disparidades regionais. Iniciativas como a Nota Técnica SEI nº 29640/2022/ME discutem as questões prementes da InfraTech, como a exploração de receitas acessórias em concessões, a digitalização do setor elétrico, e as questões de segurança cibernética. O desenvolvimento da InfraTech no Brasil precisa, portanto, de um planejamento estratégico que considere as melhores práticas globais e a capacidade de adaptação dos sistemas nacionais.

A transformação digital nos setores de infraestrutura traz benefícios claros, especialmente em termos de eficiência. Soluções de InfraTech, como os carros elétricos e as redes inteligentes (smart grids), oferecem uma nova visão de como os sistemas podem operar de forma integrada. A mobilidade urbana, por exemplo, se beneficia diretamente dessas inovações, com sistemas de transporte mais inteligentes e sustentáveis, baseados em dados e monitoramento em tempo real. A gestão do tráfego urbano e o uso de veículos elétricos também entram nesse contexto, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

A crescente digitalização também impacta o setor de saneamento, com inovações como hidrômetros digitais e sensores inteligentes, que ajudam a otimizar o consumo de água e reduzir desperdícios. Em países africanos, como Nigéria e Quênia, modelos de pré-pagamento de serviços de água já são utilizados para atender populações de baixa renda, e esses exemplos podem ser adaptados para o Brasil, especialmente em regiões mais isoladas.

Entretanto, a implementação dessas soluções não está isenta de desafios. O aumento da complexidade das tecnologias emergentes pode trazer riscos tanto na segurança quanto na confiabilidade dos sistemas. Além disso, a adoção de novas tecnologias exige um esforço significativo de qualificação da mão de obra, com foco na requalificação dos profissionais do setor de infraestrutura para lidar com as novas demandas tecnológicas.

Outro aspecto crítico são os riscos sociais e ambientais. O uso intensivo de dados, por exemplo, levanta questões sobre a privacidade e a proteção das informações pessoais, além do impacto ambiental gerado pelo aumento do consumo de energia para o armazenamento de dados. A transição para uma infraestrutura mais digitalizada e sustentável precisa ser cuidadosamente planejada para evitar aumentar as desigualdades no acesso aos serviços.

No entanto, a convergência entre setores de infraestrutura, como energia, telecomunicações e transporte, oferece uma grande oportunidade para criar sistemas mais eficientes e resilientes. A implementação de sensores e tecnologias digitais desde as fases iniciais de novos projetos, como o uso de infraestrutura para recarga de carros elétricos ou a integração de redes inteligentes para gestão de energia, pode resultar em uma infraestrutura mais integrada e preparada para os desafios do futuro.

O evento P3C é um ponto de encontro estratégico para especialistas, gestores públicos, empresas e acadêmicos, promovendo debates sobre temas cruciais para o futuro das infraestruturas no Brasil e no mundo. Com foco em áreas como descarbonização e InfraTech, o evento aborda questões como transição energética, mobilidade urbana, redes inteligentes, free flow e inteligência de dados. Além de promover o alinhamento entre a iniciativa privada e os gestores públicos, o P3C inclui rodadas de negócios, painéis temáticos, e espaços dedicados ao networking, incentivando parcerias estratégicas e a troca de conhecimentos para o desenvolvimento de soluções inovadoras para desafios em infraestrutura e governança ESG​. Para mais informações sobre o evento, acesse: https://p3c.com.br/

EQUIPE GUARD EYE VENCE 1º HACKATHON SMART CITIES COM SOLUÇÃO INOVADORA EM SEGURANÇA

0

O Guard Eye se destacou com um aplicativo inovador que atua no combate a assaltos e homicídios, além de oferecer soluções para segurança escolar, feminina, pública e comercial.

A equipe Guard Eye – Intelligence Artificial foi a grande vencedora do 1º Hackathon Smart Cities, evento promovido pela Governança Londrina Inteligente e realizado durante o 1º Festival Internacional de Inovação de Londrina (FIIL). O resultado foi anunciado na manhã deste domingo (8), após as equipes participantes apresentarem seus projetos em pitches para uma banca de especialistas, realizadores e patrocinadores. O Guard Eye se destacou com um aplicativo inovador que atua no combate a assaltos e homicídios, além de oferecer soluções para segurança escolar, feminina, pública e comercial. A ferramenta também inclui funcionalidades como identificação de placas de veículos e implementação de blitz inteligente, contribuindo para cidades mais seguras e conectadas.

O segundo lugar ficou com a equipe AquaVoltex, que apresentou uma solução para monitoramento de vazamentos no sistema de distribuição de água. Já a terceira colocação foi conquistada pela equipe Me Joga No Lixo, com um projeto de biotecnologia voltado à gestão de resíduos e aprimoramento da compostagem. Cristianne Cordeiro Nascimento, presidente da Governança Londrina Inteligente e Assessora de Relações Institucionais e Inovação da Fundação Araucária, elogiou a qualidade dos projetos apresentados. “Tivemos diversas ideias e soluções que tornam nossas cidades mais inteligentes. Apesar de escolhermos apenas uma vencedora, esperamos que todas as boas ideias se transformem em startups e empresas que contribuam para o desenvolvimento de Londrina e outras cidades.”

Os vencedores receberam prêmios em dinheiro: R$ 3 mil para o primeiro lugar, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro. O Hackathon foi uma realização conjunta da Unifil, ANPEA, CREA-PR e Sebrae/PR, com apoio da Fundação Araucária, Governo do Estado do Paraná, Estação 43, Governança das Instituições de Ensino Superior e APL TIC Londrina. O evento teve patrocínio da JET e Maptriz Smart Cities. Com informações: Assessoria de Imprensa.

Fonte: Paiquerê FM

QUAIS AS PRINCIPAIS TENDÊNCIAS PARA ALÉM DA IMPORTÂNCIA DO GTFS QUE O EVENTO GLOBAL DA MOBILITYDATA TROUXE?

0

A importância do GTFS e sua potencial aplicação em mecanismos de Financiamento e Subsídio

O MobilityData Summit realizado recentemente, em Montreal no Canada, destacou tendências cruciais para o futuro do transporte coletivo, reunindo especialistas e líderes do setor em um ambiente de colaboração e inovação. Para além das boas práticas do GTFS (General Transit Feed Specification), um padrão globalmente adotado para a publicação de dados de transporte público, foram apresentados cases de sucesso da sua adoção e como ele se tornou essencial para a digitalização e modernização do setor.

O Papel Fundamental do GTFS

O GTFS revolucionou a forma como os dados de transporte coletivo são compartilhados e utilizados. Criado inicialmente como um formato para fornecer informações de horários e rotas para aplicativos de mobilidade, ele evoluiu para um padrão robusto que agora abrange uma gama mais ampla de informações, incluindo dados em tempo real e informações de acessibilidade.

Este padrão desempenha um papel vital ao permitir que agências de transporte, desenvolvedores de software e usuários finais tenham acesso a dados consistentes. Isso resulta em uma melhor experiência para os passageiros, maior eficiência operacional e a possibilidade de integração entre diferentes sistemas de transporte. No entanto, o potencial do GTFS vai além da melhoria na experiência do usuário; ele pode ser uma ferramenta estratégica para a formulação de políticas públicas e a alocação de recursos.

GTFS como Requisito em Financiamento e Subsídios

Um dos aspectos mais inovadores discutidos no Summit foi sobre a tendência da adoção do GTFS como um critério para a concessão de financiamento e subsídios no transporte público. Esta abordagem poderia transformar a forma como os recursos são distribuídos, incentivando a adoção de boas práticas e eficiência operacional. Esta medida já havia sido levantada em um artigo em junho. Neste sentido a Bus2 disponibilizou seu editor GTFS de forma gratuita em parceria com FNP e Google para que os municípios pudessem se preparar e antecipar a tal medida. 

Conclusão

O GTFS representa um avanço significativo na digitalização e modernização do transporte público. Integrar este padrão como um critério para financiamento e subsídios, além de uma tendência, poderia acelerar sua adoção trazendo diversas consequências de melhoria para usuários e gestores. As discussões presenciadas durante o Summit da MobilityData indicam um caminho promissor e diversas ações simples porém complementares, onde a interoperabilidade e o uso inteligente de dados serão fundamentais para enfrentar os desafios de transporte nas cidades.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

BR DOS RIOS: PROJETO PRETENDE EXPLORAR POTENCIAL HIDROVIÁRIO PARA TRANSPORTE DE CARGA

0

Proposta está em andamento desde 2022; governo federal promete entregar texto até final do ano

O projeto conhecido como BR dos Rios voltou a avançar no governo federal. Após três anos desde o anúncio, o governo federal criou a primeira Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação, focada no desenvolvimento do potencial hidroviário do País. Em 2023, a então secretária nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Mariana Pescatori, afirmou que o projeto seria entregue até o final daquele ano, o que não aconteceu.
O projeto de regulamentação do transporte aquaviário, conhecido como BR dos Rios, promete desenvolver e incentivar o uso de modal hidroviário em rios. O transporte terá foco no deslocamento de carga, como alternativa ao transporte rodoviário. O nome faz menção ao projeto BR do Mar, sancionado em 2022, para a expansão da navegação na costa brasileira.

Desde a criação da secretaria, o governo já anunciou 60 empreendimentos hidroviários (43 Obras Públicas + 17 projetos), através do Novo PAC. Além disso, também lançaram o programa de concessões hidroviárias (Plano Geral de Outorgas – PGO), inédito no País.

Potencial hidroviário

De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos (Mpor), o Brasil possui cerca de 20 mil quilômetros de hidrovias economicamente navegáveis. O órgão também afirma que o País tem potencial de chegar até os 42 mil quilômetros navegáveis. Segundo o monitoramento federal, cerca de 126 milhões de toneladas de cargas foram movimentadas na navegação interior no último ano.

Junto ao lançamento da nova secretaria, em abril, o governo também anunciou que pretende investir cerca de R$ 4,1 bilhões do novo PAC, até 2026, no modal. A secretaria é a primeira do Brasil dedicada exclusivamente para a criação e implementação de políticas públicas voltadas para o uso e desenvolvimento de hidrovias.

Quem assumiu a secretaria foi o diretor do Departamento de Navegação e Hidrovias, Dino Antunes Dias Batista. De acordo com o anunciado, a secretaria terá como prioridade o desenvolvimento da infraestrutura hidroviária nacional, planejamento estratégico e segurança hidroviária, principalmente.

Fonte: Mobilidade Estadão

BRT RADIAL LESTE TEM INICIADA AS OBRAS O TRECHO I

0

A Prefeitura de São Paulo começou oficialmente, as obras do BRT Radial Leste, corredor de ônibus ligando o centro da cidade até a região da Penha na primeira fase.

Os investimentos neste trecho são de R$ 385 milhões com a previsão de entregar em maio de 2026 9,8 km da via partindo do Parque Dom Pedro II.

De acordo com o prefeito Ricardo Nunes, os embarques serão com pagamento antes de entrar no veículo, agilizando o processo, com pontos de ultrapassagem entre os ônibus, pistas em concreto, evitando desgaste e diminuindo a necessidade de manutenções.

“Teremos o primeiro BRT da cidade de São Paulo. Depois virá o VLT do Centro, um conjunto de ações de mobilidade aqui na nossa cidade. Todas essas ações vão ajudar bastante para em um futuro bem próximo, melhorar a mobilidade e, principalmente, diminuir o tempo das pessoas no transporte coletivo. Isso é melhorar a qualidade de vida das pessoas”, disse o prefeito Ricardo Nunes.

Serão três faixas exclusivas do lado esquerdo permitindo a ultrapassagem junto com melhorias na iluminação da pista e semáforos inteligentes.

A prefeitura prevê também a implantação de uma ciclovia no percurso, promovendo a intermodalidade e a convivência pacífica entre os modais.

No Terminal Parque Dom Pedro II será construída uma Sala de Apoio Operacional (Sala SAP) e a estimativa de  400 mil pessoas por dia sendo beneficiadas com uma redução em 50% no tempo de viagem.

Fonte: ViaTrolebus

O FREE FLOW E A INOVAÇÃO NOS ESTACIONAMENTOS

0

A passagem ou acesso facilitado por leitura de placa com pagamento viabilizado por um sistema ou pelo uso de tags é algo ainda incipiente em estacionamentos

O estacionamento é uma das primeiras impressões sobre centros de comércio ou serviços. É uma das portas de entrada e marca a experiência do público ao acessar o estabelecimento. É a facilidade, a comodidade e a praticidade de chegar ao local que contribui para a escolha da forma de acesso, o tempo de permanência e consumo, e até mesmo a fidelização do público. 

Com a adesão gradual do sistema free flow – pedágios eletrônicos e de livre passagem que eliminam as cabines físicas de pagamento – nas rodovias brasileiras, temos um exemplo de como a inovação pode impactar a fluidez do trânsito, resultando também em eficiência tarifária e redução de custos operacionais. Essa modalidade, que permite ao usuário pagar valor proporcional ao uso da via, foi recentemente regulamentada pelo Conselho Nacional de Trânsito, e deve ser tema de portaria da Secretaria Nacional de Trânsito, visando normatizar as cobranças, para que as concessionárias de rodovias se adaptem em 180 dias. A adoção total ao modelo já é prevista em alguns contratos vigentes para ser efetuada até 2030. 

A passagem ou acesso facilitado por leitura de placa com pagamento viabilizado por um sistema ou pelo uso de tags é algo ainda incipiente em estacionamentos. O segmento precisa se adaptar mais a essa demanda. Nesses espaços, desde março de 2020, os pagamentos por aplicativos, cartões de aproximação ou o chamado “touchless”, ou seja, sem contato físico, foram cada vez mais implementados, e é desse período até julho de 2023 que o número de motoristas que aderiram às tags também teria crescido em 50% de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Pagamento Automático para Mobilidade.

Para essa adaptação, é fundamental contar com empresas que conectem o estabelecimento ao que há de mais inovador, passando por gestão otimizada de dados, de sistemas de pagamento, monitoramento dos espaços e treinamento de profissionais, além de viabilizar parcerias estratégicas que entregam conveniência ao usuário final dos estacionamentos. Pois a simples criação de aplicativos próprios e eliminação da emissão de tíquetes não descomplica o acesso, caso não haja a robustez de uma gestão eficiente, a avaliação de soluções mais adequadas e toda a estrutura necessária, com manutenções e atualizações previstas, além de um suporte ágil e dedicado ao cliente.

Entregar a melhor experiência ao usuário envolve investimentos que, por fim, serão bem vantajosos ao negócio. A inovação com o “free flow” exige um investimento inicial em infraestrutura, com a instalação de sistemas de leitura de placas, câmeras, sensores e tecnologias de comunicação avançadas, para garantir que todos os veículos sejam identificados corretamente. Na geração de valor para o cliente cadastrado no sistema, é possível integrar um pacote de serviços e vantagens, bem como oferecer promoções personalizadas, ou fazer a conexão com outras soluções de mobilidade como bicicletas e veículos elétricos.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities