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Inscrições abertas para o novo Ranking e os Selos Connected Smart Cities 2025

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Grandes nomes confirmados como keynotes no Cidade CSC 25, o maior evento de cidades inteligentes da América Latina
Crédito: Banco de imagem

Cidades têm até 11 de junho para realizar a inscrição 

A Plataforma Connected Smart Cities está com inscrições abertas para a nova edição do seu Ranking e para os Selos CSC: Cidades Inteligentes e Ecossistemas de Inovação. Os municípios interessados em participar têm até o dia 11 de junho para enviar as informações necessárias e concorrer ao reconhecimento nacional por suas boas práticas em desenvolvimento urbano.

Em 2025, o Ranking Connected Smart Cities inicia um novo ciclo, com visão voltada para os próximos 10 anos. Com o objetivo de promover cidades mais sustentáveis, resilientes e inovadoras até 2035, a nova versão do estudo traz importantes atualizações. Entre elas, destacam-se a parceria com a SPIn – Soluções Públicas Inteligentes e a Scipopulis, especialistas em planejamento e mobilidade urbana, e a adoção de indicadores alinhados às normas ISO ABNT 37120, 37122 e 37123, além de métricas inéditas que ampliam a profundidade do diagnóstico urbano.

Os eixos temáticos também foram reformulados: agora são 13, abrangendo temas como Meio Ambiente, Inovação, Educação, Mobilidade Urbana, Habitação, Saúde, Energia e Segurança. A inovação, inclusive, passa a ser elemento transversal e central na análise das cidades. A metodologia de ponderação foi aprimorada com base em estudos anteriores, oferecendo resultados mais precisos e segmentados por níveis de desenvolvimento em cada eixo.

Os dados poderão ser acessados pelas cidades por meio da plataforma MySmart City, da Scipopulis, que permitirá a visualização interativa das informações e seu uso estratégico. Em nome da transparência e da colaboração, os municípios também poderão enviar seus próprios dados e consultar os resultados de forma aberta. Para conhecer os detalhes sobre as fontes e períodos de coleta da edição 2025, é possível acessar o estudo completo no site da Plataforma.

Clique aqui para saber mais informações sobre o Ranking Connected Smart Cities

Além do Ranking, estão abertas as inscrições para os Selos CSC: Cidades Inteligentes e Ecossistemas de Inovação. O Selo CSC: Cidades Inteligentes, desenvolvido em parceria com a SPIn, avalia o nível de envolvimento dos municípios em seis dimensões fundamentais: Planejamento da Cidade Inteligente, Governança, Tendência de Evolução no Ranking, Planejamento de Infraestruturas e Serviços de TIC, Maturidade para Parcerias e Ambientes Experimentais. A avaliação é feita com base em informações autodeclaradas e no desempenho das cidades nas últimas edições do Ranking. Já o Selo CSC: Ecossistemas de Inovação, desenvolvido com a EXXAS, reconhece boas práticas de governança e desenvolvimento de ecossistemas locais de inovação, avaliando aspectos como Políticas e Estratégias de Inovação, Participação das Hélices, Transparência, Cultura de Inovação e Ambientes de Resultados. 

Clique aqui para saber mais informações sobre os Selos

Podem participar todos os municípios brasileiros, mediante preenchimento de formulário e envio de informações e evidências. Vale destacar que a inscrição não garante a certificação automática: os dados enviados passarão por uma análise do comitê avaliador responsável por cada iniciativa.

Com essas novidades, a Plataforma Connected Smart Cities reforça seu papel como catalisadora de transformação urbana, contribuindo para que os municípios brasileiros avancem rumo a um futuro mais inteligente e sustentável.

Clique aqui para saber mais informações sobre a Plataforma Connected Smart Cities 

Vitória sedia Reunião Estratégica Regional do Connected Smart Cities

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Vitória sedia Reunião Estratégica Regional do Connected Smart Cities
Foto: Prefeitura de Vitória/Divulgação

Capital capixaba recebe evento que reúne líderes e especialistas para debater inovação, sustentabilidade e desenvolvimento urbano inteligente

No dia 6 de junho, Vitória será palco de uma das Reuniões Estratégicas Regionais do Connected Smart Cities, iniciativa que percorre o país promovendo encontros voltados ao desenvolvimento urbano inteligente e sustentável. O evento acontece às 13h30 no Centro de Inovação – Sede da Companhia de Desenvolvimento, Turismo e Inovação de Vitória (CDTIV), localizado na Rua Armando Moreira de Oliveira, em Goiabeiras.

Reconhecida por sua posição de destaque no cenário nacional, Vitória possui um dos mais altos Índices de Desenvolvimento Humano do país, com IDH de 0,845, e um Produto Interno Bruto de R$ 41 bilhões. A capital capixaba lidera rankings importantes: é a 2ª colocada geral no Ranking Connected Smart Cities, além de ocupar o 1º lugar entre as cidades do Sudeste, no recorte de Saúde e entre os municípios com população entre 100 e 500 mil habitantes. Também figura como 2ª colocada no critério de Governança. Em reconhecimento ao seu compromisso com a inovação pública, recebeu o selo bronze nas categorias CSC e CSC GovTech.

Leia mais: Vitória é a Segunda Cidade Mais Inteligente e Conectada do Brasil

Vitória é uma das três ilhas-capitais do Brasil e se destaca não apenas por suas belezas naturais, mas também pela forte vocação para a inovação. A cidade possui um ecossistema vibrante de startups e empresas de tecnologia, com diversos polos tecnológicos e políticas de incentivo ao empreendedorismo. Seus principais setores econômicos — comércio, logística portuária, serviços e tecnologia — encontram respaldo em uma infraestrutura moderna e estratégica, incluindo um dos portos mais movimentados e profundos do mundo, que favorece a exportação e impulsiona a economia regional.

Além disso, Vitória é conhecida por sua qualidade de vida: é a 3ª melhor cidade do Brasil para se viver, segundo dados do IBGE, e uma das mais arborizadas do país. Todos esses atributos tornam a cidade um ambiente ideal para sediar debates sobre o futuro urbano, reunindo representantes do poder público, setor privado e sociedade civil em busca de soluções inteligentes e colaborativas para os desafios contemporâneos das cidades brasileiras.

Leia mais: Connected Smart Cities Realiza Encontro Regional em Manaus e Reforça Compromisso com o Futuro das Cidades Inteligentes 

A reunião em Vitória integra o calendário nacional do Connected Smart Cities, iniciativa promovida pela Necta com o propósito de estimular conexões, promover boas práticas e ampliar o impacto das políticas públicas baseadas em dados e inovação.

Clique aqui para saber mais. 

Inscrições abertas para o novo Ranking Connected Smart Cities: participe até 11 de junho de 2025

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Inscrições abertas para o novo Ranking Connected Smart Cities: participe até 11 de junho de 2025

Nova edição traz indicadores internacionais, eixos temáticos reformulados e tecnologia interativa para impulsionar o desenvolvimento urbano no Brasil.

As inscrições para a nova edição do Ranking Connected Smart Cities já estão abertas, oferecendo às cidades brasileiras a oportunidade de se destacarem como uma das mais conectadas e inteligentes do país. A participação no ranking permite que gestores públicos compreendam melhor os indicadores e níveis de desenvolvimento urbano de seus municípios, utilizando a plataforma como ferramenta estratégica de planejamento. A edição de 2025 marca o início de um novo ciclo de 10 anos e está alinhada à visão de promover cidades sustentáveis, resilientes e inovadoras até 2035.

Leia mais: Relatório 10 anos Connected Smart Cities

Com a reformulação dos seus eixos temáticos e a adoção de indicadores internacionais — baseados nas normas ISO ABNT 37120, 37122 e 37123 —, o Ranking amplia seu alcance e profundidade. São 13 eixos no total, que abrangem temas como economia e finanças, governança, meio ambiente, educação, habitação, mobilidade urbana, saúde e segurança, entre outros. A inovação passa a ser um elemento central na avaliação, refletindo a urgência de transformar as cidades em espaços mais eficientes, inclusivos e preparados para os desafios climáticos e sociais contemporâneos.

Em 2025, o estudo ganha o reforço técnico de dois novos parceiros: a SPIn – Soluções Públicas Inteligentes e a Scipopulis. A SPIn traz sua experiência em planejamento urbano, enquanto a Scipopulis contribui com sua plataforma MySmart City, que permitirá às cidades participantes visualizar os dados de forma interativa, facilitando a tomada de decisão baseada em evidências. A metodologia de ponderação também foi aprimorada, com base em estudos anteriores conduzidos pelas duas instituições, garantindo maior precisão e relevância nos resultados.

Leia mais: Os Critérios do Ranking Connected Smart Cities: Um Olhar Detalhado 

A nova edição mantém como pilares a transparência e a colaboração. Os municípios poderão enviar seus próprios dados e terão acesso a um ambiente aberto de consulta, promovendo a troca de informações e boas práticas entre gestores públicos de todo o Brasil. A coleta de dados continua baseada em fontes secundárias confiáveis, assegurando uniformidade e consistência entre os indicadores de todos os municípios analisados.

O prazo final para inscrição é 11 de junho de 2025. Gestores interessados devem aproveitar essa oportunidade para posicionar suas cidades em um dos principais rankings de desenvolvimento urbano do país. Para saber mais sobre as fontes utilizadas e os dados da edição anterior, clique aqui

 

Como medir o que sua prefeitura não consegue enxergar?

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Como medir o que sua prefeitura não consegue enxergar?
A falta de investimentos em tecnologia no setor público reflete diretamente na ausência de indicadores e cria um ciclo de decisões mal embasadas. Crédito: Reprodução / Assessoria

Você confiaria em uma empresa que não sabe o que entrega? Que não mede seus resultados, não define prioridades com clareza e não tem um plano para melhorar? Pois é. Ainda hoje, milhares de prefeituras brasileiras operam exatamente assim.

Um levantamento nacional baseado no IEGM (Índice de Efetividade da Gestão Municipal) escancarou um dado difícil de ignorar: 76% das prefeituras do país têm gestão ineficaz.

O índice avalia sete áreas essenciais da administração pública — como educação, saúde, meio ambiente, infraestrutura e planejamento. E os resultados mostram um país que, muitas vezes, ainda insiste em apagar incêndios com balde furado.

O que mais chama atenção? Justamente os dois pilares que deveriam sustentar qualquer política pública: planejamento e tecnologia.

No Norte do país, por exemplo, o índice médio de planejamento mal chega a 0,24 (em uma escala de 0 a 1). O de tecnologia fica em 0,28. Mesmo no Sudeste — onde os resultados são menos alarmantes — o desempenho em tecnologia ainda está longe do ideal: 0,56.

Como medir o que sua prefeitura não consegue enxergar?
No índice que vai de 0 a 1, nenhuma região do país alcança nota média superior a 0,50. A região Sudeste apresenta o melhor desempenho geral (0,48), seguida pelo Sul (0,45), enquanto o Norte registra a menor média nacional (0,33).
Crédito: Reprodução / Assessoria

Estamos falando de prefeituras que seguem operando no escuro.

Desde que eu criei a Aprova, venho batendo na mesma tecla: sem planejamento não há direção. Sem tecnologia não há dados. E sem dados a gestão vira adivinhação.

O resultado? Gestões que gastam muito, entregam pouco e não conseguem nem identificar onde estão os próprios gargalos. E não é força de expressão: mais de 400 municípios sequer responderam ao IEGM — ou seja, não conseguiram informar dados mínimos sobre sua atuação.

Se isso ocorresse em qualquer empresa, o alarme soaria alto.

Enquanto isso, o Governo Federal já digitalizou 74% dos seus serviços, gerando uma economia de R$ 4 bilhões por ano. Os municípios, no entanto, continuam à margem dessa transformação. E quem paga essa conta é o cidadão.

Na maioria dos casos, o problema não é falta de dinheiro — é falta de método. Falta ferramenta. Falta diagnóstico. Falta organização.

Por isso, modernizar a gestão pública não é mais uma escolha, é uma urgência. E isso começa por uma decisão: escolher uma tecnologia adequada, definir por onde começar e assumir, de fato, o compromisso com a transformação.

Foi com essa missão que criamos uma planilha gratuita para medir a eficiência da gestão pública. Simples, prática, replicável. Com ela, qualquer gestor consegue avaliar rapidamente o desempenho de áreas como Saúde, Educação, Meio Ambiente e Infraestrutura.

Baixe gratuitamente a Planilha de Eficiência da Gestão Pública.

Não é a solução definitiva, nem substitui o impacto de uma tecnologia completa, que cruza dados em tempo real, aponta riscos, organiza fluxos, emite alertas e gera decisões com base em evidências.

É um ponto de partida, um apoio inicial para quem ainda não tem ferramentas estruturadas que ajudam a enxergar o que a gestão não mede.

A transformação não precisa começar grande. Mas precisa começar do jeito certo.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

Delivery, carros elétricos, energia limpa, mineração: veja onde a China pretende investir R$ 27 bilhões no Brasil

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Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita aos carros da GWM.
Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência da República

Investimentos foram anunciados por Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, após encontro entre empresários dos dois países em Pequim.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta segunda-feira (12), que a China pretende investir R$ 27 bilhões em novos projetos no Brasil.

Entre os setores de investimentos estão o de delivery, com a plataforma Meituan; o de carros elétricos, com a montadora GAC, o de energia limpa, com a estatal CGN; e o de mineração, com o grupo Baiyin Nonferrous (veja lista abaixo).

Os R$ 27 bilhões foram citados pelo presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (ApexBrasil), Jorge Viana, após um fórum entre empresários brasileiros e chineses em Pequim.

Antes de chegar à China, a comitiva brasileira visitou a Rússia, onde Lula se reuniu com o presidente Vladimir Putin e pediu um cessar-fogo na Ucrânia.

Segundo a Apex, os investimentos da China incluem:

  • R$ 6 bilhões da GAC, uma das maiores montadoras chinesas, para “expansão de suas operações” no Brasil;
  • R$ 5 bilhões da Meituan, plataforma chinesa de delivery que quer atuar no Brasil com o app “Keeta” e prevê gerar até 4 mil empregos diretos e 100 mil indiretos;
  • R$ 3 bilhões da estatal chinesa de energia nuclear CGN para construir um “hub” de energia renovável (eólica e solar) no Piauí;
  • até R$ 5 bilhões da Envision para construir um parque industrial “net-zero” (neutro em emissões de carbono), com foco em SAF (Combustível Sustentável de Aviação), hidrogênio verde e amônia verde. O primeiro da América Latina, segundo a Apex;
  • R$ 3,2 bilhões da rede de bebidas e sorvetes Mixue, que deve começar a operar no Brasil e espera gerar 25 mil empregos até 2030;
  • R$ 2,4 bilhões do grupo minerador Baiyin Nonferrous, que anunciou a compra da mina de cobre Serrote, em Alagoas.
  • a empresa DiDi, que opera no Brasil por meio da empresa de transporte 99, pretende expandir a operação no setor de delivery e pretende construir 10 mil pontos públicos de recarga para veículos elétricos;
  • a Longsys deve aportar R$ 650 milhões para ampliar a capacidade produtiva de fábricas de semicondutores em São Paulo e Amazonas;
  • a brasileira Nortec Química anunciou parceria com a Acebright, Aurisco e Goto Biopharm para construção de plataforma industrial de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) no Brasil, no valor de R$ 350 milhões;
  • a Apex também fechou parcerias para a promoção do café brasileiro com a Lickin Coffe, do cinema do Brasil com a Huaxia Film, e de produtos nacionais no varejo chinês com a Hotmaxx.

Lula viajou ao país acompanhado de 11 ministros e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), além de parlamentares, outras autoridades e cerca de 200 empresários. Nesta terça (13), Lula deve se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping.

“Na última década, a China saltou da 14ª para a 5ª posição no ranking de investimento direto no Brasil. Trata-se do principal investidor asiático em nosso país, com estoque de mais de US$ 54 bilhões”, citou Lula após evento com empresários na China.”
E para além da questão comercial, falou também em “elevar o intercâmbio de turistas e ampliar as conexões aéreas entre os países”.

“A China tem sido tratada, muitas vezes, como se fosse uma inimiga do comércio mundial quando, na verdade, a China está se comportando como um exemplo de país que está tentando fazer negócios com os países que foram esquecidos nos últimos 30 anos por muitos outros países. É importante a gente lembrar”, continuou.

Ampliação do comércio

A viagem de Lula à China foi pensada para fortalecer a negociação comercial entre os países. A China é o principal parceiro comercial do Brasil, e o governo brasileiro avalia que há espaço para ampliar as exportações para o país asiático.

A avaliação tem relação direta com a guerra comercial entre os Estados Unidos e os chineses. Ministros e empresários acreditam que o Brasil pode surgir como “alternativa” para parte dos produtos americanos importados pela China.

A ApexBrasil mapeou 400 oportunidades para ampliação dos negócios entre Brasil e China. As possibilidades estão espalhadas em uma série de setores, com especial destaque para o agronegócio.

A agenda dos empresários brasileiros na China prevê eventos voltados ao agro. Em um deles, associações vão inaugurar um escritório, em Pequim, para facilitar negociações para a exportação de carnes do Brasil ao mercado chinês.

Já o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que também integra a comitiva de Lula a Pequim, deve participar de encontros com autoridades. A pasta afirma que um dos objetivos da visita é a conclusão de um acordo para reduzir burocracias no registro de produtos biotecnológicos.

Ao longo da viagem de Lula à China, há expectativa de que os governos chinês e brasileiro assinem uma série de acordos bilaterais.

Parte dos anúncios ocorrerá após encontro com Xi Jinping, na terça-feira. Será a terceira vez que o petista e o líder chinês se encontram desde que o presidente brasileiro voltou ao Planalto em 2023.

O cronograma da viagem prevê, ainda, a participação do presidente brasileiro em uma reunião com representantes da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Fonte: G1

Últimos dias para se inscrever no Call for Papers e Prêmios PMU e CSC

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Últimos dias para se inscrever no Call for Papers e Prêmios PMU e CSC

Interessados têm até 29 de maio para compartilhar soluções inovadores e ter reconhecimento nacional

Estão abertas, por tempo limitado, as inscrições para o Call for Papers e para os Prêmios Connected Smart Cities (CSC) e Parque da Mobilidade Urbana (PMU), iniciativas que reconhecem e valorizam projetos inovadores voltados ao desenvolvimento sustentável, à mobilidade urbana e à construção de cidades mais inteligentes e conectadas. As propostas selecionadas serão apresentadas durante o Cidade CSC, o principal encontro sobre cidades inteligentes da América Latina, que acontecerá nos dias 24 e 25 de setembro de 2025, no Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho, em São Paulo.

O Call for Papers tem como objetivo reunir trabalhos que contribuam com soluções criativas e inclusivas para os desafios urbanos contemporâneos, com destaque para a diversidade de perspectivas. Os autores dos trabalhos selecionados terão a oportunidade de participar como painelistas em um dos 17 palcos simultâneos do evento, que também contará com rodadas de negócios, transmissões ao vivo, workshops e a realização simultânea de eventos como o CSC GovTech & FutureTech, Parque da Mobilidade Urbana, AirConnected e Connected Urban Air Mobility.

Clique aqui e se inscreva até dia 18/06 no Call for Papers

Desde sua criação, os eventos CSC, P3C, PMU e CSC GovTech reuniram mais de 26 mil participantes, cerca de 706 marcas, 516 painéis de discussão, 561 apoiadores, mais de dois mil palestrantes e 1.230 reuniões de negócios, impulsionando a implantação de projetos em diversas cidades do país.

Já o Prêmio Connected Smart Cities, promovido pela Plataforma CSC em parceria com a Neurônio, reconhece negócios inovadores desenvolvidos por pessoas jurídicas de direito público ou privado com sede no Brasil. A premiação é dividida em quatro categorias: Negócios Pré-Operacionais, voltada a soluções em fase de desenvolvimento e testes; Negócios Operacionais, para produtos ou serviços já disponíveis no mercado; Soluções do Poder Público, focada em iniciativas públicas com pelo menos seis meses de execução; e Ideias de Negócios de Universitários, destinada a estudantes que proponham soluções inovadoras voltadas às mudanças climáticas.

Clique aqui e se inscreva até dia 18/06 no Prêmio CSC

O Prêmio PMU, promovido em parceria com a Urucuia, destaca iniciativas e carreiras que impactam positivamente a mobilidade urbana no Brasil. O reconhecimento abrange projetos públicos e privados que promovem a mobilidade sustentável, segura e inclusiva, com categorias voltadas a iniciativas transformadoras, segurança viária e mobilidade ativa. Além disso, profissionais que se destacam na área também serão homenageados nas categorias Carreira Inspiradora em Mobilidade Urbana e Mulheres que Inspiram na Mobilidade Urbana.

Clique aqui e se inscreva até dia 18/06 no Prêmio PMU

Com a aproximação do evento e o encerramento das inscrições se aproximando, esta é a oportunidade ideal para que inovadores, gestores públicos, empreendedores e estudantes compartilhem suas soluções e façam parte de um dos maiores encontros sobre o futuro das cidades no país.

Clique aqui para saber mais sobre o evento Cidade CSC

Precisamos Falar Sobre os Crimes na Internet: Um Olhar Crítico sobre a Deep Web e Seus Perigos

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Precisamos Falar Sobre os Crimes na Internet: Um Olhar Crítico sobre a Deep Web e Seus Perigos

Nos últimos anos, a internet transformou-se em uma parte indispensável da vida moderna, especialmente para a juventude. Entretanto, essa ferramenta poderosa traz consigo não apenas benefícios, mas também uma série de riscos. Um dos aspectos mais obscuros do mundo digital é conhecido como “deep web”, que se refere a uma camada da internet que não é indexada por mecanismos de busca tradicionais. Dentro da deep web, encontramos a “dark web”, um ambiente clandestino onde ocorrem atividades ilegais, como o aliciamento de jovens por indivíduos mal-intencionados que exploram a fragilidade dessa faixa etária. 

É importante esclarecer a diferença entre deep web e dark web, frequentemente confundidas. A deep web abrange qualquer parte da internet que não é acessível por meio de buscas comuns, incluindo desde bases de dados acadêmicas até redes privadas. Por outro lado, a dark web é uma subseção específica e intencionalmente oculta da deep web, acessada através de softwares especializados, como o Tor. É nesse espaço sombrio que se concentram atividades ilícitas, como tráfico de drogas, comércio de armas e redes que aliciam jovens. Esses criminosos utilizam esses ambientes para se conectar com suas vítimas, muitas vezes oferecendo um sentido de pertencimento e amizade, o que pode ser extremamente atraente para adolescentes em busca de aceitação social.

Casos trágicos, como o massacre de Realengo, além de outros atentados em instituições de ensino no Brasil, destacam a urgência de abordar essa problemática. Muitos desses episódios de violência foram incitados por grupos que atuam na internet, promovendo a violência e a rebeldia, evidenciando assim a influência perniciosa que o ambiente virtual pode exercer sobre jovens impressionáveis. Portanto, é fundamental que os pais se conscientizem sobre o que seus filhos consomem online, com quem interagem em chats de jogos e quais fóruns visitam. Com frequência, os jovens se conectam a comunidades que discutem assuntos delicados, como suicídio e bullying, sem a devida supervisão.

A dependência digital tornou-se um fenômeno crescente entre crianças e adolescentes. O uso excessivo de dispositivos eletrônicos, redes sociais e aplicativos pode levar a um comportamento compulsivo, dificultando o controle sobre o tempo despendido online. Essa dependência pode resultar em sérios problemas de saúde mental, incluindo ansiedade e depressão, além de afetar negativamente o desempenho escolar e as relações interpessoais. Quando o ambiente virtual não é monitorado de maneira adequada, pode se transformar em uma armadilha, onde os jovens se isolam cada vez mais da vida real.

 Os impactos do uso excessivo das redes sociais também são alarmantes e têm mostrado consequências significativas na saúde mental dos jovens. A constante comparação com os outros, a pressão para manter uma imagem perfeita e a exposição ao cyberbullying são fatores que contribuem para o aumento de problemas emocionais. Estudos têm demonstrado que jovens que passam longas horas em redes sociais apresentam níveis mais elevados de ansiedade e depressão, o que resulta em uma deterioração do seu bem-estar psicológico.

Aplicativos como o Discord, que gozam de grande popularidade entre os gamers, também trazem seus próprios riscos. Embora sejam plataformas de comunicação e socialização, muitas vezes podem ser utilizadas para interações que se revelam perigosas. O Discord permite que os usuários criem servidores privados onde podem interagir, mas esses espaços nem sempre são seguros. Os jovens podem se tornar alvos de aliciadores, que se utilizam da anonimidade proporcionada pela internet para manipular e explorar suas vulnerabilidades. O Project Z é outro exemplo de um jogo associado a práticas de violência e comportamentos de risco, apresentando uma mecânica que pode incentivar atitudes agressivas entre os participantes.

É preocupante notar que muitos pais não estão cientes das classificações etárias de jogos e filmes que seus filhos consomem. Títulos que glorificam a violência ou promovem o uso de substâncias ilícitas têm potencial para impactar negativamente o comportamento dos jovens. A exposição contínua a conteúdos violentos — seja em jogos, animes ou filmes — pode resultar na normalização da violência, levando esses jovens a expressar comportamentos agressivos nas suas interações sociais. É comum pais de adolescentes e crianças dizerem que estão jogando dentro de casa, sob seus olhares e julgarem de forma errônea que estão protegidos, um jovem que interage de forma digital no mundo online corre muitos riscos se os responsáveis não se atentarem para o que realmente estão fazendo e conversando lá.

A lógica que rege a internet e as redes sociais, impulsionada por algoritmos que capturam preferências e dados pessoais, agrava ainda mais a situação. Esses algoritmos são projetados para maximizar o engajamento, frequentemente direcionando os usuários a conteúdos extremos ou prejudiciais sem que eles percebam. O projeto de lei em tramitação, de autoria do deputado Fabiano Comparato, busca aumentar a responsabilidade dos provedores de internet sobre o conteúdo que é disseminado em suas plataformas. É crucial que existam punições severas para aqueles que permitem a propagação de informações prejudiciais, assim como para as plataformas que facilitam esses comportamentos.

De acordo com uma pesquisa da Unicamp, o Brasil registrou 25 ataques a escolas nos últimos 22 anos, resultando em 40 mortes. Esses dados alarmantes ressaltam a necessidade de um controle mais rigoroso sobre o que os jovens acessam na internet. A falta de supervisão pode não apenas expor os jovens a aliciadores, mas também incentivá-los a cometer crimes.

Neste cenário, os pais desempenham um papel fundamental e devem estar atentos ao comportamento de seus filhos, assim como às suas atividades online. A vigilância deve ir além das conversas pessoais, abrangendo também o mundo digital, onde os jovens podem se perder em um mar de informações perigosas. Quando a internet é utilizada sem supervisão adequada, pode tornar-se um espaço de alto risco, onde os jovens são facilmente manipulados e expostos a influências nocivas.

A sociedade precisa reconhecer os perigos que a internet, especialmente a deep web e a dark web, apresenta. Os responsáveis pela educação e proteção dos jovens devem adotar uma postura proativa. A combinação de supervisão parental, educação sobre o uso seguro da internet e uma legislação mais rigorosa pode ajudar a mitigar os riscos associados ao uso descontrolado da tecnologia, protegendo assim os jovens de se tornarem tanto vítimas quanto perpetradores de crimes. O mundo digital é um futuro que já chegou e precisamos usar com responsabilidade.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

Ministério de Portos e Aeroportos lidera discussões sobre logística sustentável no GT do Brics

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MPor lidera discussões sobre logística sustentável no GT do Brics
Foto: Vosmar Rosa/MPor

O segundo dia da Reunião do Grupo de Trabalho com representantes dos países do bloco destacou programas brasileiros voltados à cooperação internacional

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) segue como ator-chave no setor de infraestrutura global, presidindo e participando tecnicamente da 3ª Reunião do Grupo de Trabalho de Transportes do Brics. O encontro ocorreu nesta terça-feira (13), no Serpro, em Brasília, reunindo delegados dos países integrantes do grupo para definir alinhamentos sobre transporte sustentável, logística internacional e conectividade aérea. O próximo encontro entre os representantes do bloco será realizado na quarta-feira (14), no Itamaraty, para a assinatura da declaração ministerial. Na ocasião, além do MPor, estarão presentes representantes dos Ministérios das Cidades e dos Transportes.

“Essa reunião é de extrema importância, pois podemos compartilhar nossas experiências, ouvir os outros países em desenvolvimento, compreender em que estágio de maturidade estão, quais dificuldades enfrentam e as soluções encontradas para implementar políticas públicas. Com isso, conseguimos aperfeiçoar a implementação dos nossos projetos, programas e produtos”, afirmou o secretário-executivo adjunto do Ministério de Portos e Aeroportos, Fábio Lavor.

A iniciativa do grupo de cooperação política e econômica fortalece a capacidade de resposta dos países emergentes frente a desafios logísticos e climáticos, buscando soluções conjuntas para emergências e melhorias na infraestrutura global.

O diretor de Programa da Secretaria-Executiva do Ministério de Portos e Aeroportos, Tetsu Koike, destacou que a logística não se resume apenas ao transporte, mas tem como base a informação — desde sua geração até seu uso — para agregar valor aos serviços prestados em cada país. “A troca de informações, especialmente por meio de sistemas informatizados, pode ser o ponto de partida para a harmonização e integração logística entre os membros.”

Workshop

Ao longo das discussões, foram apresentadas propostas que incluem a troca de informações, a resolução de questões relacionadas ao transporte, a integração intermodal e multimodal com uma abordagem conjunta, o fortalecimento do ambiente de negócios, a identificação de oportunidades, o aperfeiçoamento da cadeia de suprimentos e a aplicação de tecnologias voltadas à logística.

Koike também destacou a experiência brasileira com a Janela Única Portuária, sistema implantado há 14 anos, que reúne dados detalhados sobre a estadia de navios nos portos, como informações sobre embarcações, operadores, cargas, tripulação e passageiros. “Com base nesse modelo, será possível desenvolver mecanismos de compartilhamento antecipado de dados com os países parceiros, permitindo melhor previsão e planejamento logístico”, explicou.

Outro ponto de grande relevância discutido pelos delegados foi o reconhecimento da importância dos combustíveis sustentáveis de aviação como caminho para a redução das emissões de carbono no meio ambiente.

Leia mais: Jornada de Baixo Carbono Movimenta Mercado de Energia.

Próximos passos

O presidente da reunião, Márcio Gabardo, coordenador de projetos na Assessoria Internacional do Ministério de Portos e Aeroportos, destacou que a proposta apresentada foi bem recebida pelos países participantes, com necessidade de apenas pequenas adequações. No encontro desta terça-feira, foi construída uma declaração conjunta que abrange, entre outros temas, a descarbonização de portos e do transporte marítimo, o transporte aéreo e a cooperação logística.

A consolidação das tratativas será apresentada na reunião ministerial que ocorrerá amanhã (14), no Itamaraty, com o objetivo de alavancar o futuro da mobilidade logística internacional.

Além do Brasil, participam representantes de diversos países do grupo. O Brics conta atualmente com 11 membros, incluindo novos integrantes como Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã.

A cooperação entre os países do Brics é essencial para a criação de novas rotas comerciais, a otimização do transporte multimodal e a ampliação do intercâmbio tecnológico e econômico.

Leia mais: ABES e a Vertical de Negócios de Cidades Inteligentes: Transformação Digital para um Futuro Sustentável. 

Fonte: Assessoria Especial de Comunicação Social – Ministério de Portos e Aeroportos

Jaguariúna sedia Reunião Estratégica Connected Smart Cities para debater o futuro das cidades inteligentes

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Jaguariúna sedia Reunião Estratégica Connected Smart Cities para debater o futuro das cidades inteligentes

Cidade recebe especialistas para discutir os desafios e potencialidades do desenvolvimento sustentável

No próximo dia 23 de maio, às 13h30, Jaguariúna, interior de São Paulo, será palco da Reunião Estratégica Connected Smart Cities, encontro que reunirá autoridades, lideranças e especialistas para debater o futuro das cidades inteligentes no Brasil. A iniciativa, promovida pela Necta e pela plataforma Connected Smart Cities, marca um importante momento de articulação regional e nacional em torno de soluções inovadoras para o desenvolvimento urbano sustentável.

Com localização estratégica, Jaguariúna se destaca como um dos principais polos tecnológicos e industriais do país, abrigando grandes empresas e um ecossistema de startups. A cidade figura em posições de destaque no Ranking Connected Smart Cities, sendo a 11ª colocada no panorama nacional, a 1ª entre os municípios com população entre 50 e 100 mil habitantes, e a 7ª entre as cidades da região Sudeste. Além disso, destaca-se em áreas-chave como educação (2º lugar), economia (6º lugar), saúde (11º lugar) e governança (15º lugar), além de ostentar o Selo Connected Smart Cities na categoria Prata e o status de cidade aspiracional no Selo CSC GovTech.

Leia mais: Jaguariúna Mantém a Liderança entre as Cidades de 50 a 100 mil Habitantes mais Inteligentes do Brasil, Segundo Ranking Connected Smart Cities 

Durante o encontro, serão realizados três painéis temáticos: “Planos de Desenvolvimento Inteligente e Sustentável de Jaguariúna”, “Tecnologia, Inovação e Segurança nas Cidades” e “Economia e Modelos de Desenvolvimento Urbano Sustentável”. A programação contará com a participação de nomes como Davi Neto, prefeito de Jaguariúna; Karina Florido Rodrigues, secretária de Gestão, Inovação e Tecnologia do município; Márcio Sanches, CEO da InovaEduK; Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities; e Willian Rigon, sócio-diretor de Negócios da Necta.

Além de seu protagonismo em inovação, Jaguariúna se destaca também por sua qualidade de vida e atrativos turísticos, que incluem áreas verdes como o Jardim Botânico e o Parque Arthur Thomas, espaços culturais como o Teatro Ouro Verde e o Museu Histórico de Londrina, e uma rica tradição gastronômica com pratos típicos do interior. Conhecida como “Pequena Londres” devido à influência britânica na região, a cidade também abriga um dos maiores campus universitários do país, com a Universidade Estadual de Londrina (UEL), e mantém forte presença no agronegócio sustentável, especialmente na produção de café.

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A Reunião Estratégica Connected Smart Cities em Jaguariúna será um importante ponto de convergência entre o poder público, o setor privado e a sociedade civil, reforçando o compromisso com o planejamento urbano integrado e com o uso inteligente de tecnologias para transformar os territórios brasileiros em espaços mais inovadores, sustentáveis e inclusivos.

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Inovação no setor público

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Inovação no setor público
Crédito: Inteligência artificial

 

Quem ainda aposta em soluções isoladas já ficou para trás

Apesar dos avanços em agendas de transformação digital, a inovação ainda é uma promessa não realizada na maior parte dos governos locais brasileiros. Dados recentes do Movimento Brasil Competitivo (MBC) revelam que menos de 10% dos serviços públicos municipais estão digitalizados, um número que expõe um enorme campo de oportunidades, mas também os obstáculos profundos para modernizar o setor público.

A inovação em governos municipais enfrenta barreiras que vão muito além da tecnologia. A falta de processos estruturados, a dificuldade de mensurar o impacto das políticas públicas, a baixa maturidade cultural das equipes e a integração limitada entre tecnologia e operação ainda são realidades que atrasam a transformação que o cidadão espera.

O desafio não é apenas adotar novas ferramentas, mas mudar a lógica de funcionamento do governo. E para isso, inovar exige mais que boas ideias: exige governança, método e propósito.

Inovar é construir: por que ações isoladas não bastam

Durante muito tempo, a inovação pública foi abordada por iniciativas pontuais — hackathons, laboratórios de inovação, eventos de ideação. Embora importantes, essas ações isoladas não são suficientes para provocar mudanças estruturais. Sem uma jornada clara, a inovação se dispersa e seus impactos se perdem ao longo do tempo.

A experiência acumulada nos últimos anos com programas de cidades inteligentes no Brasil e no mundo mostra que o sucesso depende de três fatores principais:

  • Estruturação de processos e governança
  • Integração da inovação com o planejamento estratégico do
  • Engajamento contínuo dos servidores e da

É a partir dessa visão que surge a necessidade de tratar a inovação como uma jornada, e não como uma sequência de eventos desconectados.

A Jornada de Inovação da Exxas: um caminho estruturado para transformar a gestão pública

Com mais de uma década de atuação junto a governos municipais, a Exxas desenvolveu a Jornada de Inovação — uma metodologia desenhada para ajudar prefeituras a estruturar, implementar e escalar políticas de inovação de maneira prática e sustentável.

A Jornada combina diagnóstico de maturidade, estruturação de governança, execução de projetos-piloto, desenvolvimento de cultura inovadora e integração da inovação ao planejamento municipal. Tudo isso, apoiado por uma plataforma própria de gestão da inovação, que organiza ações, compromissos e indicadores ao longo de toda a trilha.

Ao invés de criar projetos desconectados, a Jornada propõe uma lógica de construção progressiva: entender o cenário atual, estruturar o ecossistema interno, testar soluções rápidas e, por fim, escalar aquilo que gera impacto real para o cidadão.

Como resultado, cidades que trilharam essa jornada relatam:

  • Maior geração de novas ideias e melhoria de serviços públicos.
  • Redução de desperdícios e melhor uso dos
  • Políticas inovadoras com impacto mensurável na vida da população .

Desde que o pessoal da Exxas começou a trabalhar com a gente, conseguimos colocar em prática todas as nossas ações”, resume Kamila Porfirio, Coordenadora de Inovação de São José/SC .

Um novo capítulo para a inovação pública

A inovação pública não será construída apenas por novas tecnologias. Ela será construída pela capacidade dos governos de liderar processos de transformação, envolvendo servidores, cidadãos e parceiros em uma jornada contínua de evolução.

Para os municípios que desejam acelerar sua transformação e entregar mais valor à sociedade, a estruturação da inovação como um projeto estratégico com método, métricas e cultura, será um diferencial competitivo.

Porque inovar, no fim das contas, é sobre construir o futuro que queremos viver.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities