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ÚLTIMO DIA PARA INSCREVER-SE NO PROGRAMA DE INOVAÇÃO EM HIDROGÊNIO VERDE

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O MCom promove cerimônia para apresentar, nesta terça (12/4), a meta de instalação de novos 12 mil pontos de Wi-Fi Brasil em escolas da rede pública no país.

Entusiastas e curiosos são bem-vindos para desenvolverem pesquisas sobre a área de energias, especificamente sobre hidrogênio; inscrições terminam em 22 de abril

O primeiro ciclo de inscrições para o Programa de Inovação em Hidrogênio Verde iH2Brasil, finaliza nesta sexta-feira, 22. O Programa tem como objetivo fortalecer o ecossistema brasileiro de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação, por meio do apoio a soluções para toda cadeia produtiva de Hidrogênio Verde. O projeto é uma realização da Aliança Brasil-Alemanha para o Hidrogênio Verde, com execução do Parque Tecnológico Itaipu e CIBiogás.

Cada ciclo é composto pela fase de: sensibilização de entusiastas à inovação aberta na cadeia do H2V; seleção de projetos; capacitação dos selecionados; aceleração das melhores propostas de inovação. Assim, devem ser desenvolvidas soluções para a geração, distribuição e aplicação do Hidrogênio Verde no Brasil. O programa é previsto até o final de 2023. A partir disso, o ecossistema brasileiro de Pesquisa, Desenvolvimento, Inovação e Empreendedorismo passa a contribuir para o desenvolvimento do Hidrogênio Verde no Brasil.



Para o diretor superintendente do PTI-BR, general Eduardo Garrido, “com essa parceria passamos a fazer parte do corpo técnico de desenvolvimento de novas soluções tecnológicas, produtos, serviços e processos, na área de Hidrogênio Verde”.

“O CIBiogás busca o desenvolvimento da cadeia produtiva da bioenergia no Brasil. Entendemos que esta chamada é uma oportunidade para que o pPaís construa capacidades de se destacar no mercado de hidrogênio. Nós queremos incentivar a inscrição de empresas, pesquisadores e interessados que possam aproveitar essa chance para desenvolver novas tecnologias”, afirma Rafael González, diretor-presidente do CIBiogás.

A Aliança Brasil-Alemanha propõe o desenvolvimento de novas soluções com potencial para revolucionar o mercado do hHidrogênio vVerde. A afirmação é do gerente de Inovação e Sustentabilidade da AHK Rio, Ansgar Pinkowski. “O iH2Brasil traz esta grande oportunidade para pesquisadores, mas também para toda e qualquer pessoa que tenha interesse em ingressar ou se desenvolver neste novo mercado de energia no Brasil.”

Quem pode participar?

Por meio de um programa de ideação, o entusiasta irá passar por uma jornada para que ideias possam se tornar negócios, através de uma metodologia dinâmica e muita mão na massa em grupo. Os participantes trabalharão focados em aprofundar seu entendimento sobre os problemas reais, para depois desenvolver soluções inovadoras para estes desafios.

Startups também podem se inscrever. A categoria Startups tem como objetivo específico alavancar negócios inovadores e promover a inovação aberta por meio do desenvolvimento de projetos-piloto entre startups e empresas já estabelecidas. Com isso, 12 startups serão beneficiadas na primeira edição.

As inscrições podem ser feitas clicando aqui. Para mais informações, acesse o regulamento de todas as categorias ou envie um e-mail para ih2brasil@ahk.com.br.

Programa de Inovação em Hidrogênio Verde

O programa é uma realização da Aliança Brasil-Alemanha para Hidrogênio Verde, formada pelas Câmaras de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São Paulo e do Rio de Janeiro, com apoio da Cooperação Brasil-Alemanha por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e do Ministério de Minas e Energia (MME).

Com informações da Assessoria de Imprensa PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU – BRASIL

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PESQUISA PWC/LOCOMOTIVA REVELA COMO DESIGUALDADE NO ACESSO À INTERNET, INFRAESTRUTURA E EDUCAÇÃO PODE COMPROMETER O FUTURO DO PAÍS

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Sustentabilidade e economia circular chegam aos smartphones
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

● O investimento na qualificação digital dos trabalhadores pode adicionar pelo menos US$ 6,5 trilhões ao PIB global até 2030 e criar 5,3 milhões de empregos – mas o Brasil está ficando para trás

● Apenas 20% da população brasileira têm acesso de qualidade à internet, recurso fundamental para a educação e o desenvolvimento profissional

● 60% dos brasileiros das classes D e E estão desconectados

● 21% dos alunos matriculados nas redes municipais e estaduais de educação básica estão em escolas sem acesso à banda larga

● Celular é o único meio de acesso à internet para 58% dos brasileiros

● Esse abismo digital resulta em aumento da informalidade no mercado de trabalho, redução da produtividade, atraso no desenvolvimento humano e profissional e redução no acesso a serviços públicos oferecidos cada vez mais por meios digitais

A desigualdade de acesso à internet, a infraestrutura inadequada e a educação deficitária limitam dramaticamente as opções de futuro para o Brasil no contexto da transformação do mercado de trabalho. Embora investimentos em qualificação digital possam acrescentar US$ 6,5 trilhões ao PIB global até 2030 e criar 5,3 milhões de empregos, o abismo digital ameaça deixar o país para trás, sofrendo consequências como o aumento da informalidade no mercado de trabalho, redução da produtividade, atraso no desenvolvimento humano e profissional e redução no acesso a serviços públicos oferecidos cada vez mais por meios digitais. Esta é a conclusão do estudo “O abismo digital no Brasil”, realizado pela PwC Brasil em parceria com o Instituto Locomotiva.

A pesquisa revela que, embora 81% da população brasileira acima dos 10 anos tenham acesso à internet, somente 20% contam com uma conexão de qualidade. Além disso, 58% dos brasileiros acessam a internet exclusivamente via smartphone, o que limita ainda mais o uso de recursos digitais para informação, aprendizado e utilização de serviços. De acordo com o estudo, esse quadro limita drasticamente o acesso aos benefícios que a rede oferece, dificultando processos educacionais e, consequentemente, ameaçando fechar as portas do mercado de trabalho para grande parte da população.



Privação On-line no Brasil

O estudo apresenta um Índice de Privação On-Line, mostrando que a falta de qualidade no acesso à internet impacta principalmente as classes C, D e E e a população negra – uma parcela dos brasileiros que passa grande parte do mês sem conexão –, enquanto menos de um terço da população pode ser considerada plenamente conectada (sobretudo brancos das classes A e B).

Entre as principais razões para a dificuldade de acesso à internet estão a baixa qualidade do sinal e o alto custo dos planos e dos equipamentos. A pesquisa demonstra que a infraestrutura é deficitária em todo o país, mas que o problema é mais grave em regiões periféricas, já que, quanto menor a disponibilidade de infraestrutura (antenas), menor a velocidade de conexão. Dados do movimento Antene-se apresentados no estudo indicam esta defasagem de infraestrutura em todas as capitais do país.

Além disso, o estudo aponta que 13,5 milhões de domicílios têm conexão de banda larga móvel via modem ou chip, sendo que 9 em cada 10 destas residências pertencem às classes C, D ou E. Esse tipo de conexão é mais lenta e de menor qualidade em comparação com a internet via cabo. O alto preço dos serviços também foi apontado por 68% dos participantes da pesquisa como a principal causa para a ausência de redes de internet em casa. Ilustrando esse quadro, os usuários com renda acima de 25 salários mínimos gastam mais de 30 vezes mais com telefone, internet e TV do que os usuários com renda de até dois salários mínimos.

“O abismo digital nos impede de aproveitar a enorme oportunidade representada pelas vagas de emprego que surgem com a tecnologia e nos deixa para trás em relação ao mundo, afetando nossa economia com a atração de menos investimentos por causa dessa falta de mão de obra qualificada. É preciso mudar essa realidade urgentemente para garantir tanto uma economia mais robusta como uma população mais bem preparada para o mercado de trabalho dos próximos anos”, afirma Marco Castro, sócio-presidente da PwC Brasil. “No momento em que discutimos um futuro dominado por dados, automação e algoritmos e pelo trabalho remoto, que oportunidades estamos criando para milhões de cidadãos que não têm acesso às condições básicas para adquirir as competências digitais? Com esse estudo, procuramos tornar mais concretas e aprofundadas as informações sobre a desigualdade digital de que todos falam. Esperamos que a pesquisa incentive o debate sobre a inclusão digital no Brasil e ajude a fundamentar decisões de políticas públicas e iniciativas privadas que ampliem as oportunidades para os brasileiros em um ambiente cada vez mais digital.”

Efeitos na educação

O estudo mostra um quadro preocupante no sistema educacional, anterior ainda ao processo de digitização. Os estudantes brasileiros têm um dos piores desempenhos do mundo em matemática, leitura e interpretação de textos. Além disso, 87% dos brasileiros não falam um segundo idioma e apenas 9% dizem falar inglês. A pesquisa alerta que deficiências de interpretação de textos e raciocínio lógico dificultam a aquisição de conhecimentos e habilidades para explorar as oportunidades do ambiente on-line.

A falta de acesso à tecnologia na maioria das escolas brasileiras é também um dos maiores problemas da educação, que influenciará diretamente na geração de talentos nos próximos anos. O índice de conexão é menor entre os estudantes de escolas públicas em comparação com a rede privada – o que acentuou ainda mais o déficit de ensino na rede pública durante a crise sanitária. Hoje, 21% dos alunos matriculados em escolas públicas da educação básica não têm acesso à banda larga, essencial para o ensino virtual. Isso significa que mais de 8 milhões de estudantes estão desconectados.

Na pandemia, a situação dos alunos sem acesso tecnológico para acompanhar as aulas piorou, aumentando a disparidade já existente em relação aos jovens na rede privada. Entre os alunos sem computador em casa em áreas urbanas, 39% estudam em escolas públicas, ante apenas 9% do ensino privado.

“O gap de acesso à internet que vimos neste estudo tende a perpetuar as desigualdades sociais que o Brasil sofre hoje. Vimos que o internauta brasileiro está muito longe do estereótipo de um perfil jovem de classe média plenamente conectado”, diz Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva. “O abismo digital tem rosto. Ele é negro, pobre e mais velho. Por isso, precisamos que políticas públicas sejam promovidas para mudar essa realidade e reduzir a desigualdade”, completa.

Qualificação digital impulsionará o PIB

O estudo contextualiza que, com o avanço da inteligência artificial e da automação, funções tradicionais no mercado de trabalho estão sendo eliminadas ou substituídas em todo o mundo. Ocupações que representavam 15,4% da força de trabalho global em 2020 encolherão para 9% até 2025. Já a participação das novas profissões (como analistas de dados e especialistas em inteligência artificial) quase dobrará, passando de 7,8% para 13,5% da base total de empregados no mesmo período.

A diferença entre o número de vagas a serem preenchidas e a dificuldade das empresas de encontrar profissionais qualificados é outro ponto de destaque da pesquisa. Entre os entrevistados, 76% afirmaram que, sem internet, é muito difícil se candidatar a uma vaga de emprego. Para 73% quem não sabe usar a internet não consegue uma boa colocação no mercado.

Segundo análise realizada pela PwC para o Fórum Econômico Mundial, o investimento acelerado na qualificação digital dos trabalhadores pode adicionar pelo menos US$ 6,5 trilhões ao PIB global até 2030 e criar 5,3 milhões de empregos (líquidos). Os países da América Latina estão entre os que mais podem se beneficiar desse movimento, com um aumento médio de 7,7% no PIB da região.

Com informações da Assessoria de Imprensa Comunicativa Associados

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SÃO CAETANO DO SUL E CAMPO GRANDE ESTÃO ENTRE AS CIDADES QUE SE DESTACARAM EM SEGURANÇA E DISCUTEM OS INDICADORES DESTE EIXO, NESTA TERÇA-FEIRA, NO DEBATE DOS EVENTOS TEMÁTICOS DO RANKING CONNECTED SMART CITIES 2022

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Mortes no trânsito: ônibus são responsáveis por apenas 1% dos casos; motos lideram com 43%
Foto: istockphoto/divulgação

Os encontros online acontecem quinzenalmente nas redes sociais do CSC e a participação é gratuita 

Nesta terça-feira, 26, a partir das 9h, será a vez de discutir o eixo Segurança nos debates dos eventos temáticos do Ranking Connected Smart Cities 2022. Representantes de governo e especialistas apresentam como os municípios estão se desenvolvendo neste eixo. Estão confirmadas as presenças de Lourival dos Santos Silva, Secretário Municipal de Segurança da Prefeitura de São Caetano do Sul (SP); Valério Azambuja, Secretário Municipal de Segurança e Defesa Social da Prefeitura de Campo Grande (MS) – 1º CO – Centro Oeste Segurança; Melina Risso, Diretora de Pesquisa do Instituto Igarapé; Evandro Roveran, Sales District Manager na divisão Building Technologies da Robert Bosch Ltda e de Jonny Doin, Sócio e Consultor de Tecnologias de Quarta Revolução Industrial na SPIn Soluções Públicas Inteligentes.

São Caetano do Sul, 1º lugar em Segurança do Ranking CSC em 2021, conta com Centro de Controle e Operações e apresenta a taxa de homicídios de 7,4 para cada 100 mil habitantes, com a taxa de 3,7 mortes por acidente de trânsito, para o mesmo número de moradores. As despesas per capita, pagas com Segurança, é de R $303, 32 por pessoa, e são 325,4 policiais, guardas-civis municipais e agentes de trânsito para cada 100 mil habitantes. Mesmo estando na liderança do Ranking, a cidade ainda não possui monitoramento de área de risco. 



A Secretaria Municipal de Segurança apoia a Polícia Militar e a Polícia Civil na manutenção da ordem e da segurança pública no âmbito de São Caetano do Sul, elaborando ações estratégicas de combate à criminalidade. Seus objetivos são manter o efetivo de Guarda Civil Municipal (GCM) disciplinado, treinado e obedecendo firmemente a legislação em vigor; assegurando a integridade das praças e parques municipais; planejando e operacionalizando a Defesa Civil do município; além de apoiar a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana em ações relacionadas ao trânsito e ao transporte.

Já Campo Grande, embora tenha ranqueado em 9º lugar, possui área de monitoramento de risco, além do Centro de Controle e Operações. A taxa de homicídios é de 18,7 para cada 100 mil habitantes, e a taxa de mortes em acidentes de trânsito não ultrapassa 18,5. As despesas per capita, pagas com Segurança, são de R$59,54 por pessoa, e são 222,6 policiais e similares para cada 100 mil moradores.

Por meio dos órgãos de regime especial, a SEJUSP – Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Campo Grande – administra a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, o Corpo de Bombeiros, a Diretoria-Geral da Polícia Civil, e a Diretoria-Geral de Administração do Sistema Penitenciário. 

Outro participante do temático desta semana é o Instituto Igarapé, que tem por objetivo propor soluções e parcerias para desafios globais por meio de pesquisas, novas tecnologias,  comunicação e influência em políticas públicas. O Instituto trabalha com governos, setor privado e sociedade civil para desenhar soluções baseadas em dados. Melina Risso, Diretora de Pesquisa do Instituto, afirma que “há um uso crescente da tecnologia em todos os setores da sociedade e em especial na segurança pública. São diversos os potenciais e benefícios, mas eles não são livres de risco. Por isso, a discussão sobre a adoção responsável de tecnologias com a participação de diferentes setores da sociedade é tão importante”, diz.

Os Eventos Temáticos do Ranking Connected Smart Cities 2022 acontecem até 02 de agosto, sempre a partir das 9h. Para acessar o calendário com a programação visite o site do evento. Acompanhe os debates, gratuitamente, pelas redes sociais do CSC (Facebook, YouTube, Linkedin). Para interagir com os participantes, inscreva-se neste link.

PACTO GLOBAL DA ONU REÚNE PRINCIPAIS LIDERANÇAS EMPRESARIAIS NO ROSEWOOD SÃO PAULO

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descarbonização e pegada de carbono
Crédito Foto: AFP

A Rede Brasil do Pacto Global da ONU realiza no próximo dia 25 de abril o evento Ambição 2030, que marca o lançamento da estratégia da instituição para os próximos anos. A iniciativa vai reunir os principais CEOs e lideranças do setor privado brasileiro no Hotel Rosewood São Paulo, na capital paulista. Além do público presente, Jeffrey Sachs, economista americano especialista em desenvolvimento sustentável, Sanda Ojiambo, CEO global do Pacto Global da ONU, e Silvia Rucks, coordenadora residente do Sistema ONU no Brasil, também estão confirmados.

O jantar marca ainda a inauguração do espaço de eventos do Rosewood São Paulo. Localizado no térreo inferior do local, o Matarazzo Ballroom é um elegante espaço de eventos que se destina a sediar os melhores encontros sociais e corporativos da cidade. O hotel ocupa as instalações do emblemático hospital Maternidade Matarazzo, bem como uma impressionante nova torre com jardim vertical. A transformação dos edifícios históricos está enraizada na sustentabilidade e faz do Cidade Matarazzo o maior projeto de revitalização do Brasil, com foco na celebração e proteção do patrimônio cultural e do meio-ambiente.



O Rosewood São Paulo está comprometido em preservar o ambiente natural do Brasil, tendo a sustentabilidade como um dos princípios norteadores do seu desenvolvimento. As características sustentáveis executadas no projeto da propriedade incluem um programa de biodiversidade que repovoa a flora e fauna da Mata Atlântica, incluindo 250 árvores de até 14 metros de altura colocadas verticalmente na Torre Mata Atlântica.

“É muito simbólico para nós receber o Pacto Global no evento inaugural do nosso centro de eventos. Criamos o projeto Matarazzo para despertar a consciência sobre a catástrofe ambiental e acelerar a mobilização da sociedade para restabelecer o equilíbrio com a natureza. O ser humano corre perigo! Todas as ações governamentais, institucionais e individuais que visam sustentabilidade são essenciais para a preservação nossa espécie”, afirmou Alexandre Allard fundador do Cidade Matarazzo.

Na mesma noite será revelada a Ambição 2030, estratégia do Pacto Global da ONU de engajamento empresarial com iniciativas concretas, propostas de ações, metas e compromissos em áreas como mudanças climáticas, direitos humanos, saúde mental dos funcionários, gestão hídrica e equidade de gênero e étnico racial.

“Precisamos agir. E precisamos fazer isso agora. Todas as pessoas e entidades públicas e privadas devem fazer a sua parte nas mais diversas áreas. Precisamos construir metas ambiciosas para o futuro, mas também para o agora. Sabemos que o setor privado brasileiro está cada vez mais engajado e contamos com empresárias e empresários nessa construção de metas e ações concretas para que cheguemos aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da melhor forma possível”, afirma Carlo Pereira, diretor executivo da Rede Brasil. “Para o Pacto Global, é muito importante reunir líderes no lançamento da Ambição 2030 para que, juntos, possamos fazer a diferença. Esse evento no Rosewood São Paulo é um marco significativo para as lideranças empresariais brasileiras”.

Além do Rosewood São Paulo, o evento tem apoio da Ampibar, do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e da Câmara de Comércio Internacional (ICC Brasil).

“A Ambipar, multinacional, contribui para que as empresas e a sociedade sejam mais sustentáveis. Para nos ajudar neste desafio, estabelecemos uma parceria de longo prazo com a Rede Brasil do Pacto Global para que possamos impulsionar a agenda ESG em prol dos ODS. Entendemos que uma ação coletiva e ambiciosa para o alcance dos ODS no Brasil é urgente. Por isso começamos essa parceria com o apoio a esse evento, que é uma grande chamada às principais lideranças empresariais do país para que trabalhemos juntos para tornar o Brasil um líder global na promoção da economia circular de baixo carbono, gerando renda e empregos, tão necessários para nossa população.” comenta Rafael Tello, diretor de sustentabilidade da Ambipar.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress Porter Novelli

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IPT E LENOVO ABREM VAGAS PARA PÓS-GRADUAÇÃO GRATUITA EM CIBERSEGURANÇA

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Para atender à demanda crescente do mercado por profissionais de cibersegurança, o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e a Lenovo estão oferecendo quinze vagas para a primeira turma em pós-graduação gratuita do Master of Technological Administration.

O curso de pós-graduação latu sensu será presencial, com conteúdo teórico e prático em laboratórios do IPT, e algumas atividades complementares oferecidas em material digital.



O público alvo são alunos egressos de cursos de graduação das áreas de TIC, Ciências exatas e da terra, além de cursos de engenharias. Serão 10 vagas para bolsistas e cinco vagas para profissionais de mercado.

Os bolsistas receberão uma bolsa de treinamento técnico para se dedicarem ao curso de modo integral, adquirindo experiência técnica em projetos de desenvolvimento reais no IPT.

Os alunos profissionais serão ingressantes de mercado e não receberão bolsas, cursando as disciplinas também gratuitamente. Eles deverão ter anuência do empregador ao qual estão vinculados, permitindo a implantação de um projeto supervisionado de cibersegurança na empresa como parte de seu trabalho de conclusão de curso.

Os candidatos interessados irão participar de um processo seletivo com provas de português, inglês e raciocínio lógico. O início das aulas será em 23 de maio, com duração total do curso de 440 horas em 18 meses.

Mais informações e as inscrições (até 02 de maio) estão disponíveis na página de cursos de especialização em https://lnkd.in/e97Zntq

Com informações da Assessoria de Imprensa Arquitetura de Ideias

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CRIAR OU NÃO CRIAR UMA AGÊNCIA REGULADORA MUNICIPAL, EIS A QUESTÃO

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O município poderá escolher se fará essa regulação por meio da administração direta ou por autarquia em regime especial (natureza jurídica das agências reguladoras). Mas quais as vantagens da regulação por meio de uma agência municipal?

Não faz muito tempo, surgiram as primeiras agências reguladoras municipais. Duas das mais antigas são a Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de de Teresina (Arsete) e a Agência Municipal de Serviços Públicos Delegados de Campo Grande (Agereg), ambas criadas em 2006, mas também tem a de Salvador (Arsal), criada em 2007, e a de Tubarão (AGR), de 2008, entre tantas outras nos últimos anos. As caçulas são a SP Regula, criada pelo município de São Paulo, ainda em julho de 2020, e a ARM, de Anápolis, criada em março de 2021.

A história das agências reguladoras remonta ao final dos anos 1990, em que vimos a criação das agências federais no Brasil. De lá para cá, o ambiente regulatório federal se fortaleceu com a assimilação de boas práticas regulatórias não só pelas agências, mas também pelos agentes regulados e a sociedade civil organizada, que participam de formas variadas em diversos momentos da decisão regulatória.



O principal marco dessa trajetória foi a Lei Federal nº 13.848/2019 e o Decreto Federal nº 10.411/2020, que disciplinaram a governança das agências federais e a adoção de importantes ferramentas decisórias, como análise de impacto regulatório, agenda regulatória, gestão de estoque regulatório e análise de resultado regulatório. Essas ferramentas nada mais são do que instrumentos que garantem a aplicação prática de regras que prestigiam a decisão baseada em evidências, garantem a transparência das decisões públicas e sua efetividade no tempo. Inspiradas na experiência de outros países, elas representam as boas práticas regulatórias mencionadas acima.

O curioso é que as bases da boa regulação são as diretrizes contidas em normas do direito brasileiro, aplicável  a toda  administração, de qualquer esfera da federação, inclusive os municípios. Elas estão consolidadas no Decreto-Lei nº 4.657/1942 (LINDB), alterado pela Lei Federal nº 13.655/2018, por exemplo, quando se fala em considerar consequências práticas de decisões administrativas. Isso pode ser feito por meio das ferramentas regulatórias presentes na legislação federal, bem como em processos administrativos tradicionais como os processos sancionatórios ou normativos.

Nesse momento, o(a) leitor(a) deve estar se perguntando o que as agências federais têm a ver com os municípios. A resposta é simples: a regulação não está presente apenas no âmbito federal. Ela não está sequer restrita ao campo de atuação de uma agência reguladora, podendo existir onde não tem agência reguladora legalmente constituída.

A resposta é identificar a titularidade da atividade submetida à regulação local, e são muitos os serviços e ativos públicos municipais. Vem à cabeça os exemplos dos quatro serviços compreendidos no saneamento – água, esgoto, limpeza urbana/manejo de resíduos sólidos e drenagem/manejo de águas pluviais urbanas – e dos serviços de interesse local relacionados com transporte público, mobilidade urbana, educação e saúde. Menos óbvios e que também estão sob regulação local são os centros de convenções, mercados públicos, parques, mobiliário urbano e cemitérios sob gestão municipal.

O município poderá escolher se fará essa regulação por meio da administração direta ou por autarquia em regime especial (natureza jurídica das agências reguladoras). Mas quais as vantagens da regulação por meio de uma agência municipal?

A decisão não é fácil e pode variar de município para município. Se o município está se preparando para conceder à iniciativa privada o serviço de abastecimento de água potável por longos trinta anos, não basta ter um projeto bem estruturado. É preciso também garantir que as regras contratuais (e, em alguns casos como saneamento, normas regulatórias também) serão bem aplicadas com o passar dos anos e das gestões políticas. A agência, enquanto uma entidade técnica e autônoma, pode conferir essa segurança jurídica por meio da sua capacidade institucional (dirigentes com mandatos e autonomia decisória, financeira e administrativa). E se a agência estadual estiver bem estruturada e com experiência na gestão desse tipo de contrato? Nesse caso, pode ser conveniente delegar a função de regulação para a agência estadual, retendo no município a titularidade sobre o serviço e a qualidade de poder concedente.

O município pode não desejar criar uma agência na sua própria estrutura, pois essa decisão gera custos (com criação de carreiras e quadros próprios) e também investimento em capacitação para trazer rapidez e tecnicidade àquele novo ente.

Em qualquer hipótese, a regulação está sempre presente em âmbito local e cuidados devem ser tomados para garantir estabilidade das regras do jogo e incentivo a investimento privado em infraestrutura, inclusive em infraestrutura social. Não há nada de errado em um município fazer uma PPP de escolas públicas ou uma concessão do parque da cidade sem ter sido criada uma agência reguladora municipal. Entretanto, não se pode mais admitir que a regulação, mesmo das secretarias das pastas relacionadas ao serviço ou ativo delegado, não observe as boas práticas regulatórias.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

O API CONNECT CONFERENCE 2022 CHEGA À SUA 6ª EDIÇÃO. INSCREVA-SE AGORA!

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Conexão com o futuro, tendências de mercado e estratégias com conteúdo. Essas inovações estarão presentes na API Connect Conference 2022, que acontece do dia 26 a 28 de abril. Online e gratuito, o melhor evento brasileiro do segmento também terá certificado de participação para os inscritos.

Em sua 6ª edição, a API Connect terá novidades com períodos mais focados para gestores e conteúdos técnicos estratégicos. O objetivo disso é um melhor planejamento da rotina de trabalho, especialmente na jornada da transformação digital.



“No primeiro dia, a conferência trará as principais tendências, estratégias e governança; já no dia 27 será a Jornada na transformação digital e, por fim, o evento Aceleradores e temas importantes de segurança e privacidade serão os pontos principais”, explicou Renato De Stefano, criador do APICON, CEO e cofundador da Prensa.

Para conferir todos os temas, é necessário inscrever-se no https://apicon.com.br/
O registro é gratuito e dá direito ao certificado de participação. A API Connect Conference 2022 tem curadoria de David Ruiz, Alfredo Santos, Cezar Taurion e Claus Soares.

Serviço:

API Connect Conference 2022 https://apicon.com.br/

Quando: de 26 a 28 de abril

Onde: online

Quanto: gratuito mediante inscrição

Com informações da Assessoria de Imprensa da ABO2O

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COM FOCO EM ATENDIMENTO INTELIGENTE, CUSTOMIZADO E HUMANIZADO, AEC FIRMA COMPROMISSO DE FOMENTO COM O SETOR

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A AeC, empresa especializada em outsourcing nas áreas de Contact Center, Consultoria, Software e Gestão, é a mais nova mantenedora da Associação Brasileira Online to Offline. Segundo Adriana Próspero, diretora de Estratégias da ABO2O, a entidade chega para criar uma agenda voltada para as transformações das relações de consumo e apoiar as empresas na adaptação das suas estratégias.

“Em uma realidade em que o comportamento no ambiente digital muda tanto, é fundamental contar com um parceiro que faça parte dessa transformação e saiba apontar os caminhos para as demais empresas. A chegada da AeC tem o objetivo de criar uma série de atividades voltadas para orientar as nossas associadas sobre como se relacionar com os clientes nessa nova Era, atendendo às suas necessidades nos mais diversos setores da economia”, disse Adriana.



Se antes a indústria era caracterizada pelo aumento da sua capacidade produtiva, refletindo em pouca variedade de produtos disponíveis para garantir escala, atualmente diversos setores foram impactados com a digitalização dos negócios graças à massificação da internet nos smartphones e ao uso da infraestrutura em nuvem. Produtos e serviços customizados, atendimento personalizado, resposta em tempo real, múltiplos canais de contato à disposição do cliente, entregas em poucos minutos e inúmeras opções de pagamentos fazem parte desse novo comportamento de consumo no ambiente digital.

Aliás, as transformações foram tão significativas que até mesmo a forma dos clientes compararem produtos e serviços também foi impactada.

“Até o século passado, era muito comum compararmos a qualidade de um produto ou serviço apenas com seus concorrentes diretos na microeconomia em questão. Hoje, se tivermos uma experiência excelente na entrega de refeição ou alugando um carro, esperamos o mesmo nível de qualidade de nossa TV a cabo ou do nosso banco”, explica Gustavo Morais, CDO da AeC. Esse cruzamento de experiências entre diversos setores é chamado de “Expectativa Líquida”.

Na opinião de Morais, pontos comuns de quase todas essas mudanças giram em torno de simplificar a jornada do cliente e aumentar a possibilidade de personalização, alterando completamente a forma como as empresas e os clientes se relacionam. “Acredito até que esses termos estão ficando desatualizados. Está muito mais para uma parceria do que para uma relação de consumo”, enfatiza.

Diante desse contexto, desenvolver um atendimento digital personalizado, que atenda a diferentes perfis de comportamento, é um diferencial o qual as organizações não podem abrir mão, e utilizar tecnologia a seu favor é fundamental nesse processo. “Levar os servidores para a nuvem, usar Inteligência Artificial, lançar um App ou um Chatbot sem utilizar boas práticas pode ser caro e complexo. É importante montar um conjunto de sistemas forte e capacitado, que utilize metodologias ágeis de desenvolvimento, com as melhores ferramentas e práticas para o lançamento de novos produtos digitais”, explica.

No entanto, o executivo afirma que apenas tecnologia não basta. Profissionais com perfil de PO, UX, CX e CS são fundamentais para desenhar as melhores experiências nos canais digitais, garantindo que o cliente estará sempre no centro das atenções.

“A melhor jornada é aquela que utiliza o poder de processamento, a automatização da tecnologia e o calor humano das pessoas que estão atendendo. Acreditamos que o melhor cenário é o atendimento híbrido”.

LGPD

Acertar esse ponto de equilíbrio entre as inteligências tecnológicas e humana para prover um atendimento ágil e customizado é o maior desafio. Para isso, é preciso ter uma estrutura dedicada de CX que entende qual o melhor cenário para cada cliente. Isso exige um grande volume de dados, o que remete a um novo obstáculo: estar em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados.

“Quando falamos de dados de clientes, o maior desafio é como garantir que não vamos armazenar nenhum dado sensível ou não autorizado. Quanto mais ‘desestruturada’ a informação, mais complexo é garantir que dados importantes serão removidos da base”, explica. A boa notícia é que já existe plataforma de nuvem que fornece serviços voltados especificamente para isso. Além disso, Morais diz que é preciso garantir que todo movimento de dados entre computadores se dê de forma segura, utilizando criptografia de ponta a ponta.

As empresas que já nascem digitais, obviamente, saem na frente dessa corrida em busca de uma experiência mais inovadora. Sem obrigações com sistemas e processos legados e sem risco de perder base de clientes ou faturamento por uma decisão arriscada, é natural que elas tenham mais espaço para experimentação e inovação. “Mas isso não quer dizer que empresas mais tradicionais não podem se reinventar. O maior desafio é cultural. É fundamental que elas tenham uma área de Transformação Digital forte, conectada com a presidência e preocupada em construir ‘pontes’ com as demais áreas mais tradicionais. É quase um trabalho de catequese”, finaliza.

Com informações da Assessoria de Imprensa da ABO2O

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PREFEITURAS DO G52 DA SUDENE CONHECEM PROJETO ‘CIDADES INTELIGENTES’ DA ABDI

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Gestores públicos de municípios-polo da Sudene visitam Campina Grande nesta terça-feira para conhecer projeto “Cidades Inteligentes” da ABDI

Os gestores conhecerão o modelo de Cidades Inteligentes que está sendo implantado em Campina Grande, na Paraíba. A ideia é replicá-lo em outros municípios que compõem o G52, grupo de cidades-polo idealizado pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) com o objetivo de ampliar o alcance de políticas e programas de desenvolvimento regional. Campina Grande faz parte desse grupo.

A comitiva vai conhecer a área de demonstração de tecnologias de cidades inteligentes, instalada no município por meio de convênio firmado entre Sudene e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). O projeto está sendo viabilizado por um repasse da Sudene no valor de R$ 2 milhões.



O projeto prevê a instalação de câmeras de vídeo monitoramento; software de reconhecimento facial com inteligência artificial; servidor para armazenamento de imagens; e câmeras capazes de identificar placas de veículos, operadas a partir do Centro de Comando e Operações da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos. Os equipamentos contam com tecnologia de inteligência artificial e serão um reforço para a gestão da segurança do município paraibano.

O convênio entre a Superintendência e a ABDI prevê um total de cinco visitas para divulgar a área de demonstração e promoção da cadeia produtiva associada ao mercado de soluções tecnológicas para Cidades Inteligentes. A execução do ‘Cidades Inteligentes’ é da ABDI e à prefeitura coube a definição da área, além de garantir o apoio necessário para a implantação dos equipamentos.

O projeto faz parte da estratégia da Sudene de interiorização do desenvolvimento regional a partir de uma rede de cidades capazes de ampliar o alcance das ações propostas pela Superintendência. A criação de uma rede de cidades contempla a estratégia territorial do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), utilizando como referência as regiões geográficas intermediárias identificadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O PRDNE conta com eixos importantes para o projeto Cidades Inteligentes, entre eles o de inovação (eixo condutor do plano) e o de desenvolvimento institucional, que vem contribuindo com a gestão municipal.

Com informações da Assessoria de Imprensa da ABDI

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ESTUDO DA ABDI ESTIMA EM R$ 590 BI BENEFÍCIOS DO 5G

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As conclusões da Pesquisa da SEPEC/ME, conduzida pela Deloitte em parceria com o PNUD Brasil, foram apresentadas durante webinar na última terça-feira (19/04). O evento foi realizado pelo TELETIME com patrocínio da ABDI

   

O impacto das soluções 5G, reduzindo custos e aumentando a produtividade das empresas, pode chegar a R$ 590 bilhões por ano para todas as verticais da economia. É o que mostra o Estudo sobre o Ecossistema de Inovação 5G feito pela Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade (SEPEC)/Ministério da Economia, Deloitte e PNUD Brasil durante o webinar 5G Brasil: Recomendação de Políticas Públicas. O objetivo do levantamento é reunir insumos para a construção de um programa nacional estruturante para o 5G no Brasil.

O estudo analisou experiências internacionais e realizou um mapeamento da maturidade do ecossistema de soluções digitais e aplicações do 5G no País. Considerando somente a demanda potencial de software, a expectativa de valor total até 2031 é de R$ 101 bilhões, sendo que R$ 10 bilhões seriam para software de rede – incluindo oportunidade do Open RAN para desenvolvimento de ecossistema e parcerias internacionais – e R$ 91 bilhões para software de aplicações.



Igor Calvet, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), afirmou que os dados apresentados no estudo são importantes porque mostram que é preciso fortalecer a aliança entre setores público e privado para que as empresas brasileiras possam captar essas soluções tecnológicas que virão da disrupção gerada pelo 5G.

“Coloco a ABDI à disposição de todos para que, juntos, construamos as condições favoráveis para que essas sugestões de soluções e mesmo esses problemas endereçados sejam todos revertidos em benefícios para população e setor produtivo em direção à quinta geração da nossa economia- mais pujante e moderna. A inovação é um caminho para aumentar a produtividade e o 5G exponencializa esse ganho”, concluiu.

Daniella Marques, Secretária Especial de Produtividade e Competitividade do ME, destacou que o 5G poderia ser uma alavanca para catapultar o mercado de economia digital, com foco principal nos setores de software e de startups. “Falar de 5G é falar de um mercado em movimento no Brasil. O estudo e o debate de hoje certamente ajudarão e pavimentarão esse caminho, termos subsídios que vão gerar ideias e transformá-las em iniciativas concretas de políticas públicas”, disse.

Katyna Argueta, representante do PNUD Brasil destacou que entender os desafios, oportunidades e necessidade do ecossistema 5G é fundamental. “A transformação digital inclusiva é definida como um habilitador das transformações estruturais que os países precisam perseguir para promover seu desenvolvimento sustentável. A Agenda do 5G amplia a escala dos desafios e possibilidades”, afirmou.

A iniciativa da pesquisa está alinhada com as ações previstas na Estratégia Brasileira de Transformação Digital (e-Digital), capitaneada pela Casa Civil da Presidência da República e apoiada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

“A transformação digital no Brasil vem sendo construída tijolo a tijolo até finalmente chegar no leilão do 5G. Atualmente a infraestrutura está sendo instalada e de fato as pessoas vão poder rodar as aplicações. O estudo traz uma fotografia do que existe hoje no Brasil e qual a potencial real do país”, explicou Jose Gontijo, Secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC .

A pesquisa

O estudo foi feito a partir de entrevistas com diversos atores de tecnologia e de telecomunicações e estimou a demanda por produtos e serviços em diversas verticais, estudando os gargalos, oportunidades e riscos. Após todo o processo, foram elaboradas as recomendações de ações de política pública que poderiam ser adotadas.

Além dos potenciais bilionários relacionados à tecnologia disruptiva, o estudo encontrou que os países líderes em 5G adotaram diversas estratégias nacionais para fomentar a tecnologia. O ponto em comum é que realizam políticas públicas que visam alavancar os elementos do ecossistema mais consolidados dos respectivos países – por exemplo, empresas de telecomunicações, desenvolvedores de infraestrutura de rede, universidades e startups.

“O ecossistema brasileiro ainda é incipiente, mas espera-se que a realização do leilão e o avanço da conectividade possam fornecer maior agilidade para o amadurecimento do mercado”, afirmou Marcia Ogawa, sócia da Deloitte Brasil.

Ao identificar cinco principais barreiras para o desenvolvimento do ecossistema 5G no Brasil, o estudo do Ministério da Economia elaborou 96 sugestões de ações e propostas de políticas públicas, classificadas em oito temas. Nesse contexto, foram priorizados seis temas para formar a base de um programa nacional estruturante para o avanço da tecnologia no País: Desenvolvimento de capital humano; Desenvolvimento de infraestrutura; Empreendedorismo; Estímulo à pesquisa, desenvolvimento e inovação; Suporte financeiro e tributário; e Coordenação e aproximação do ecossistema.

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Com informações da Assessoria de Imprensa da ABDI

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