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FUTURE COM DIGITAL

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FUTURE

5G ganha protagonismo e integra dispositivos, sistemas e indústria em velocidade jamais vista

A tecnologia presente na vida das pessoas de forma intensa traz novidades e inovações praticamente a cada minuto. No que se refere às telecomunicações, temos vivido uma “corrida” por mais capacidade, cobertura e qualidade de serviços desde que os sistemas foram “digitalizados” há cerca de 40 anos. Os simples serviços de telefonia ficaram para trás e as gerações móveis mais recentes (3G e 4G), foram gestadas dentro destas premissas de avanços na velocidade e nos novos recursos que a internet móvel possibilita.

A chegada do 5G coincide com novas promessas de mais eficiência e velocidade para os consumidores, já habituados à praticidade que a tecnologia acrescenta para o seu dia a dia, que nos tornaram tão dependentes daquele “aparelhinho” nas palmas de nossas mãos.

Mas a chegada do 5G vai além de uma mera evolução de parâmetros conhecidos. Trata-se de uma nova tecnologia de serviços móveis, que coloca em prática soluções que antes eram apenas imaginadas e desejadas. O 5G possibilita não só mais velocidade para a internet móvel, mas uma arquitetura de rede e de serviços habilitadora de novas funcionalidades de monitoramento, segurança e controle, respostas muito menores na troca de dados (latência), além de oferecer uma capacidade muito mais ampla de processamento de dispositivos conectados simultaneamente.

Tudo isso abre um campo enorme de novas aplicações para os mais diversos setores da economia. A internet de quinta geração, como também podemos nomear o 5G, oferece velocidade de download e upload de dados mais rápida, cobertura mais ampla e conexões mais estáveis. Se a diferença mais perceptível ao usuário entre o 4G e o 5G é a velocidade de transferência de dados, a principal contribuição do 5G está no conjunto de tecnologias que ele permite habilitar para o aprofundamento da transformação digital das empresas, dos negócios e da experiência imersiva para os consumidores em geral.

De forma simplista, as distinções entre as duas gerações são apoiadas em três parâmetros: mais velocidade, menor latência e maior processamento (de dispositivos), o que impõe grandes mudanças para os serviços suportados por estas três características. Naturalmente, os tempos de download de vídeos e filmes irão se reduzir drasticamente, mas além de você poder compartilhar vídeos gravados em um estádio de futebol ou em um show de forma quase instantânea, você poderá convidar amigos para experiências imersivas junto com você, uma vez que a latência no 5G se reduz em mais de vinte vezes, permitindo a interação instantânea entre pessoas e máquinas, assim como entre máquinas.

Com o tempo, os pacotes de serviços das operadoras irão se ajustar ao uso e à demanda dos clientes, e eventuais majorações de valor, estarão certamente muito abaixo da proporcionalidade da oferta adicional de serviços.

As comparações entre 4G e 5G são inevitáveis e ajudam a entender o que representa as mudanças que essa nova fase traz. Porém, serão as aplicações profissionais na indústria, na saúde, nos serviços públicos e nos negócios em geral que terão os impactos mais visíveis em termos desta mudança do 4G para o 5G. Como vimos, a arquitetura do 5G pode ser apresentada como tridimensional (eMBB, mMTC, URLLC), pois os serviços “flutuam” sobre estas três características, orquestrados por sistemas inteligentes e sustentáveis de processamento em nuvem híbrida, distribuída e com interações de borda.

(*) eMBB: Extreme Mobile Broadband
(*) mMTC: Massive Scale Communication
(*) URLLC : Ultra-Reliable Low Latency Service

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Em termos práticos, a conectividade, os serviços habilitados pela tecnologia de quinta geração e a arquitetura distribuída “fatiada” (network slicing) viabilizam aplicações associadas a grandes volumes de dados, coletados, tratados e transformados em ações de forma instantânea (baixa latência), eficiente e segura, que poderão auxiliar na implementação de elementos preditivos e de gestão que tragam profundos impactos aos processos nos mais diversos setores da economia.

No agronegócio, por exemplo, a chegada do 5G irá permitir volumes gigantescos de dados de solo, climatológicos, de insumos e na integração dos processos desde semeadura até a colheita, beneficiamento e transporte, que terão profundo impacto na produtividade e na redução de desperdícios ao longo da cadeia de valor do setor. O uso extensivo de imagens (por satélites ou por drones), assim como de dispositivos IoT associados a elementos de inteligência artificial para a devida interpretação dos dados coletados, traz uma verdadeira revolução para as operações agrícolas, desde a identificação e combate a pragas, até o uso otimizado de recursos naturais como nos processos de irrigação.

A expectativa é que a tecnologia, em 15 anos, tenha um impacto econômico superior a US$ 76 bilhões somente para o Agronegócio, além de US$ 1,1 trilhão ao País, como mostra pesquisa realizada pela Omdia em parceria com a Nokia. Essa inovação impulsiona muitos mercados e é composta de um amplo conjunto de tecnologias: espectros múltiplos para os sinais (de 500 MHZ a 90 GHz), antenas dinâmicas MIMO, interfaces aéreas flexíveis, arquitetura em nuvem, uso de sistemas óticos (com altas taxas de transmissão, densificação e confiabilidade), uso de Edge Computing, múltiplas redes independentes (Network Slicing), plataformas IoT (eficientes e de baixo consumo energético) e, ainda, duas categorias de 5G coexistindo para melhor performance – Standalone (5G em rede exclusiva) e Non-Standalone (com núcleo 4G conectado à rede de quinta geração).

A velocidade da quinta geração pode chegar a ser 100 vezes mais rápida que o 4G e internacionalmente, em especial nos Estados Unidos, o conceito de “casas conectadas” por meio de serviços de acesso fixo sem fio (FWA – Fixed Wireless Access) têm se demonstrado altamente competitivos e inclusivos em termos de oferta de conectividade de banda larga para assinantes de baixa renda ou mesmo isolados geograficamente. Tais serviços devem permitir a inclusão de comunidades e equipamentos diversos, além de oferecer acesso à “economia digital” para muitos brasileiros que ainda foram nela incluídos. O fenômeno verificado com o PIX será multiplicado.

Segundo o “Ericsson Mobility Report”, publicado em junho deste ano, o 5G será o padrão com mais assinantes do mundo em apenas cinco anos, o que demonstra uma velocidade de adoção duas vezes mais veloz do que foi a do 4G. Ainda segundo este relatório, o mundo será ainda mais conectado com dispositivos de toda a sorte, sejam eles “wearables” como sensores para máquinas e equipamentos em cidades cada vez mais inteligentes, humanas e sustentáveis. Em 2027, deverão existir 24 bilhões de dispositivos IoT de curto alcance (até 100m – WiFi/Bluetooth/Zigbee), e outros 6 bilhões com tecnologias “wide-area”, Celulares e LPWA (Low Power Wide Area: LoRa/Sigfox). O número de dispositivos IoT conectados por tecnologias celulares (BB-IoT, NB-IoT e Cat-M) representarão 5,5 bilhões em 2027

Voltando ao Brasil, associado ao leilão de espectro de frequências para o 5G, há um cronograma de implantação e obrigações estabelecido que se estende até dezembro de 2029. Mas essa programação poderá ser acelerada quando as aplicações industriais e de internet das coisas (IoT) ganharem momento. O resultado econômico do leilão alcançou cerca de R$ 47 bilhões de forma não arrecadatória (89% revertidos em compromissos). A Vivo, a Claro e a TIM iniciaram a operação de suas redes 5G na faixa de 3,5 GHz em Brasilia no dia 6 de julho. Regionalmente, novos grupos foram também vitoriosos no certame da faixa de 3,5GHz (Brisanet, Ligga, Algar, Unifique e Cloud2You). As faixas de 26 GHz ficaram a cargo de Vivo e Claro, com lotes nacionais, e TIM e Algar com lotes regionais. As outras faixas são 700 MHz (Winity/Pátria) e 2.3 GHz (Vivo, Claro, TIM, Algar e Brisanet).

Os chamados “casos de uso” irão se multiplicar rapidamente, e veremos muitas localidades de menor porte ganharem o acesso aos serviços 5G. O tempo dirá, mas tudo indica que as principais aplicações no País deverão ser o  FWA (acessos fixos sem fio como alternativa de banda larga competitiva), MPN (redes móveis privativas que, em combinação com o “Edge Computing” acelera os sistemas de decisão e resposta imediata, além de habilitar a automação, robotização móvel, veículos autônomos, realidade aumentada, computação a bordo, aprendizado de máquina), e IoT (internet das coisas, uma rede de objetos equipados com sensores que possam receber e transmitir dados via internet).

O 5G está no ar! Após alguns minutos de leitura deste artigo sobre o que essa tecnologia pode fazer, algo já mudou no mundo. A quinta geração de tecnologia móvel representa mudanças bastante robustas e exponenciais que trarão grandes benefícios para diferentes segmentos da economia, como saúde, educação, agricultura e transportes.

No Futurecom 2022, o palco do Future Congress vai discutir temas relevantes associados ao impacto do 5G por especialistas e usuários, divididos em três pilares de conteúdo: Conectividade em Expansão, Jornadas de Transformação e Ecossistemas em Integração, do qual a nova tecnologia 6G faz parte.

Fonte: assespro

CAPITAL CEARENSE FOMENTA A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

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transformação digital
Número de empregos em tecnologia é um dos indicadores do Eixo Tecnologia & Inovação, liderado por Fortaleza. Foto: Getty Images

A capital conta, ainda, com oito operadoras, além de 100% da população urbana coberta por sinal de 4G

Fortaleza, capital do Estado do Ceará, conquistou a liderança no eixo Tecnologia e Inovação, do Ranking Connected Smart Cities 2022, e a segunda colocação entre as cidades da Região Nordeste do País.

Ela figura, também, na quarta posição, no eixo Empreendedorismo, e, no cômputo geral, está em 17º entre os municípios mais inteligentes e conectados do Brasil.

O primeiro lugar nesse eixo veio depois de a cidade se posicionar, na última edição do ranking, em sétimo. Ainda em relação à edição de 2021, Fortaleza ficou em quarto, no eixo Empreendedorismo.

“A Plataforma Connected Smart Cities desempenha, há oito anos, um papel fundamental junto às empresas, entidades e governos, na busca pela inovação. Assumimos como propósito colaborar no processo de tornar as cidades brasileiras mais inteligentes e conectadas”, comenta Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora da iniciativa.

Fortaleza em números

A infraestrutura para que o município realize a transformação digital é um dos destaques. Se, na edição anterior do estudo, Fortaleza registrava índice de velocidade média das conexões de 126,4 Mbps, neste ano, esse indicador saltou para 631,5 Mbps de velocidade média nas conexões residenciais.

A capital conta, ainda, com oito operadoras do serviço, além de 100% da população coberta por sinal de 4G na cidade.

Em relação à mão de obra especializada, 4,95% dos profissionais de Fortaleza estão empregados no setor de tecnologia, informação e comunicação (TIC), enquanto 8,3% se dedicam à pesquisa e ao desenvolvimento (P&D).

De acordo com relatório do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), a capital cearense conta com três parques tecnológicos e oito incubadoras de empresas, criando um ambiente propício para o desenvolvimento empreendedor e da inovação.

Dinamismo econômico

No último período, foi registrado crescimento de 0,32% no número de empresas de tecnologia, intervalo em que a maior parte das cidades analisadas apresentou decréscimo, com fechamento de negócios.

O município conta com 81,2% dos empregos formais no setor privado, demonstrando dinamismo econômico, e registrou nota 9,9, na Escala Brasil Transparente – índice que mensura o nível de transparência dos municípios do País.

Buscando melhorar seus indicadores de saneamento atrelados ao eixo Meio Ambiente, a cidade conta com leis urbanísticas aprovadas, recentemente, buscando um ordenamento do solo mais consciente e inteligente.

Fonte: Mobilidade Estadão

LIVRO DE LÉO HELLER, EX-RELATOR DA ONU, ABORDA A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA E DO SANEAMENTO PARA OS DIREITOS HUMANOS

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Léo Heller

Lançada pela Editora Fiocruz, a edição em português da publicação livro “Os Direitos Humanos à Água e ao Saneamento” está disponível nos formatos impresso e digital.

Com o propósito de trazer uma visão ampla sobre a água e o saneamento a partir da lente dos direitos humanos, a Editora Fiocruz acaba de lançar o livro “Os Direitos Humanos à Água e ao Saneamento”, de autoria do engenheiro Léo Heller, pesquisador do Instituto René Rachou (Fiocruz Minas) e ex-relator especial da Organização das Nações Unidas – ONU para esta temática.

A obra em português está disponível para aquisição nos formatos impresso – via Livraria Virtual da Editora – e digital, por meio da plataforma SciELO Livros. A versão em inglês do livro – The Human Rights to Water and Sanitation – foi lançada em maio deste ano pela editora da Universidade de Cambridge (Reino Unido).

O título procura explicar e decodificar o significado da água e do saneamento como direitos fundamentais, articulando diferentes campos do conhecimento, como o do direito, o da água e do saneamento, o da saúde coletiva e o campo das políticas públicas. Dividida em quatro partes, a obra trata do histórico da emergência dos direitos humanos à água e ao saneamento; os macro determinantes, que acabam facilitando a violação desses direitos humanos; as políticas públicas, diretamente relacionadas à realização desses direitos; e de alguns grupos populacionais mais fortemente vulnerabilizados quanto ao cumprimento desses direitos.

No período de 2014 a 2020, Leo Heller ocupou o cargo de Relator Especial para os Direitos Humanos à Água e ao Saneamento (DHAS) ONU. Durante o período, Heller visitou diversos países em cinco continentes, e com base nisso, redigiu e apresentou relatórios com análises sobre a realidade de cada país, buscando compreender por que alguns grupos ainda estão excluídos desses direitos. O livro contempla o conteúdo produzido a partir dessas experiências e informações. Leia mais sobre o lançamento no site da Fiocruz.

Fonte: ABES

CARREGADOR ELÉTRICO: QUAL É O MODELO PARA O MEU CARRO OU FROTA?

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Carregador elétrico
Na localidade Anhanguera da Siemens, carregadores VersiCharge e totens para carregamento dos veículos de colaboradores foram instalados. Foto: Divulgação Siemens

Aumento progressivo de veículos elétricos até 2030 alerta para o avanço da infraestrutura necessária para a consolidação do mercado de mobilidade

Daqui a oito anos, em 2030, a frota de veículos PHEV (Plug-in Hybrid Electric Vehicle, veículo elétrico plugável) e BEV (Battery Electric Vehicle, veículo elétrico a bateria) vai aumentar 160 vezes. Saltaremos de atuais 31.064 unidades para 507.000, segundo um estudo realizado pela Boston Consulting Group, empresa de consultoria global, que prevê ainda a necessidade de investimentos de R$ 14 bilhões no mercado de mobilidade elétrica até 2035. 

A progressão dos números traz com ela não apenas uma transformação inevitável, mas também todas as variáveis que acompanham essa excelente mudança e pautam as principais discussões de ESG: a valorização da matriz renovável brasileira, a descarbonização, o incremento das políticas públicas sobre o assunto e a construção de cidades inteligentes que transformem o cotidiano dos cidadãos, com menos doenças respiratórias, menos barulho, menos poluição. Lembrando que 13% das emissões de CO2 são provenientes de transportes, sendo 91% do modelo rodoviário.

A Siemens realizou um estudo para um cliente que tem uma rede de postos de abastecimento urbanos e rodoviários que buscava entender qual o melhor carregador para a frota circulante no Brasil e oferecer esse serviço para os usuários. Para atender a um contingente de quase 8 mil veículos elétricos em circulação no Brasil, foi estudada a potência média de carregamento da bateria e sua capacidade para que o veículo possa circular. Como resultado, a potência média de carregamento dessa frota será de 88 kW e a capacidade média da bateria dessa frota é de 53 kWh. 

Buscando a experiência do usuário em rodovias, considerando a potência média da frota e a capacidade da bateria, um carregador que melhor se adapta seria, por exemplo, um modelo DC de 160kW ou 180kW, com 2 plugs CCS (80kW a 90kW por plug), com tempo de carregamento médio de 40 minutos (de 0% a 100% da bateria) ou 32 minutos (de 20% a 100% da bateria).

Em relação à região de instalação dos carregadores, como 50% dos veículos elétricos estão em sete cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, as rotas mais viáveis seriam Rio/São Paulo, São Paulo/Curitiba, São Paulo/Belo Horizonte, São Paulo/Campinas/Oeste Paulista e São Paulo/Litoral Paulista. 

Na Siemens, ao contrário do que diz o ditado “em casa de ferreiro, o espeto é de pau”, nós estamos incentivando a mobilidade elétrica de nossos colaboradores ao instalar dentro de nossas localidades Anhanguera e Jundtech os carregadores VersiCharge, adequado para locais onde o veículo fica parado por várias horas: residências, condomínios, empresas. Este modelo é conhecido como Wallbox, ou seja, pode ser instalado em uma parede ou um totem. O produto é tão inovador que até ganhou um dos prêmios de design mais importantes do mundo: o iF Design Awards 2021. Da mesma categoria de produtos, a Siemens tem o SiCharge, equipamento de carregamento rápido em corrente contínua, ideal para postos urbanos ou rodoviários.

O mercado de carregadores é muito promissor, mas não podemos deixar de questionar se nossas cidades estão preparadas para receber a infraestrutura necessária. Hoje, eu digo que não, mas as perspectivas para avançar nesse sentido são positivas.

O caminho é longo e investimentos são mais do que necessários, mas entendemos que uma sociedade comprometida está pavimentando o caminho para cidades cada vez mais conectadas, inteligentes e sustentáveis.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL: O CONCEITO QUE TEM GANHADO DESTAQUE NOS ÚLTIMOS ANOS

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Mobilidade urbana sustentável
Setor automotivo tem buscado alternativas em suas linhas de produção que poupem recursos naturais. Foto: Getty Images

A pandemia impulsionou muitas mudanças no setor de mobilidade, principalmente no âmbito sustentável

A mobilidade urbana sustentável é um conceito que tem ganhado notoriedade nos últimos tempos, impulsionado principalmente pela pandemia, que fez com que muitas pessoas passassem a buscar alternativas aos modelos de locomoção tradicionais para evitar a aglomeração dos transportes públicos. Outro ponto que também contribuiu para uma maior projeção do tema foi a crescente preocupação da sociedade com o meio ambiente. A sustentabilidade vem sendo pensada em todas as fases da cadeia de transporte, do modal utilizado ao descarte correto do veículo no fim da sua vida útil.

E para exemplificar essa maior atenção ao tema, um dos modais sustentáveis, com destaque em vendas no último ano, foi o de bicicletas elétricas. Em 2021, o modelo bateu o recorde de vendas com crescimento de 27,3%. Ao total, foram quase 50 mil unidades vendidas, segundo dados divulgados pela Aliança Bike, Associação Brasileira do Setor de Bicicletas, em abril deste ano. Para 2022, as perspectivas de crescimento são boas, de 22%, em um cenário conservador, e 50%, em um cenário otimista, podendo chegar, portanto, a mais de 61 mil unidades vendidas.

Além das bicicletas elétricas, outro modal apontado como uma das melhores soluções para a mobilidade urbana sustentável atualmente são os veículos elétricos. Não é de hoje que esse modelo vem sendo estudado e aprimorado, e tem se tornado cada vez mais presente no mundo todo. Atualmente a China é quem está à frente na produção de carros elétricos, assim como na implementação de energia limpa no país.

Pensando no futuro da mobilidade urbana, desde 2017 os clientes da Porto contam com veículos 100% elétricos para realizar os atendimentos. O guincho elétrico da Porto, por exemplo, tem autonomia para 240km, capacidade de bateria de 97 Kwh e recarga em até 6h. Com operação em São Paulo e em Curitiba (PR), esses são os primeiros veículos elétricos usados para essa atividade no país.

Além dos guinchos, a Porto possui uma frota elétrica completa que conta, também, com carros e bikes que são utilizados no atendimento aos clientes da Porto Socorro, serviço 24 horas da companhia para auxílio em emergências. Os modais sustentáveis, considerando bicicleta; passo certo, iniciativa em que os atendimentos são feitos a pé ou via transporte público; caminhão e moto elétrica somaram, nos últimos 12 meses, mais de 120 mil atendimentos realizados.

A companhia segue com um olhar atento, completo e integrado para o setor, pensando também na fase de descarte das peças desse segmento. A Renova Ecopeças, marca pioneira na reciclagem e reaproveitamento de peças automotivas, contribui para aumentar a eficiência do setor (com controle rígido de rastreabilidade das peças), estimulando a economia circular, colaborando para o desenvolvimento econômico e um melhor uso de recursos, por meio de novos modelos de negócios e da otimização nos processos com menor dependência de matéria-prima virgem, priorizando insumos mais duráveis, recicláveis e renováveis.

Uma das novidades é que a partir de agora a Renova começa a realizar a reciclagem e comercialização de peças de veículos híbridos e elétricos. Além de benefícios econômicos, sustentáveis e ambientais, a Renova ainda contribui para a promoção de avanços sociais no País com parcerias em ações sociais com os institutos Ação Pela Paz, no projeto Renovar, Instituto Recomeçar e o Instituto Porto. Essa é a nossa forma de transformar o futuro a partir do que fazemos no presente.

Fonte: Mobilidade Estadão

EDITAL COM FOCO NA AGENDA ASG PRORROGA AS INSCRIÇÕES PARA 31 DE OUTUBRO

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cidade inteligente
Foto: Banco de imagens

Startups devem apresentar soluções nas áreas de sustentabilidade ambiental, responsabilidade social e governança

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) prorrogou para o dia 31 de outubro (segunda-feira) o prazo de inscrições para o concurso Jornada ASG, voltado para os temas Ambiental, Social e Governança. O Edital vai selecionar seis projetos-pilotos de startups, em cooperação com pessoas jurídicas dos setores de agronegócio, indústria, comércio e serviços, para apresentar soluções que resolvam desafios dessas empresas referentes à sustentabilidade ambiental, responsabilidade social ou aplicação de boas práticas de governança.

As startups participantes deverão formar Grupos Proponentes, junto com empresas (pessoas jurídicas com fins lucrativos) ou pessoas jurídicas sem fins lucrativos. No total, serão distribuídos R$ 1,5 milhão em prêmios. Cada proponente poderá apresentar uma proposta para um dos pilares da Agenda ASG:

  1. Responsabilidade Social: tem como base o modo que a empresa enxerga e respeita seus públicos de interesse. Os temas envolvidos aqui são a diversidade, equidade e inclusão, os direitos humanos, o engajamento das equipes e desenvolvimento dos colaboradores. Refere-se à preocupação direta com a sociedade e as pessoas.

Serão selecionados até dois projetos, que irão receber R$ 250 mil cada.

  1. Responsabilidade Ambiental: o pilar ambiental se relaciona com a gestão para minimizar os impactos negativos vindos da respectiva atividade econômica e potencializar os impactos positivos ao meio ambiente, bem como mitigar os riscos aos negócios. Inclui aspectos como emissão de gases de efeito estufa, resíduos de produção, tratamento de recursos hídricos, melhoria da qualidade do ar etc.

Serão selecionados até dois projetos, que irão receber R$ 250 mil cada.

  1. Boas Práticas de Governança: Esse pilar considera como diretrizes a transparência, a prestação de contas, a equidade e a responsabilidade corporativa. Governança corporativa diz respeito, principalmente, à adequada relação entre os sócios, à transparência em procedimentos e contas, e atenção às práticas anticorrupção e de integridade.

Serão selecionados até 2 projetos, que irão receber R$ 250 mil cada.

Uma Banca, composta por especialistas, fará a análise e seleção das melhores propostas, que terão aproximadamente três meses para desenvolver o projeto-piloto após a assinatura de Contrato de Adesão e recebimento da premiação. A implantação da solução será monitorada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Para o analista de Produtividade e Inovação da ABDI, Jackson De Toni, o concurso aprofunda a inserção da ABDI na Agenda ASG. O grande desafio, segundo ele, é combinar a difusão de tecnologias de transformação digital com a sustentabilidade ambiental, a responsabilidade social e as melhores práticas de governança.

Fonte: ABDI

FUTURO DA ECONOMIA BRASILEIRA PASSA PELO TRANSPORTE ELÉTRICO

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transporte elétrico

Qual é a melhor estratégia para o Brasil?

Os resultados do primeiro turno da eleição apresentaram um país dividido pela ideologia e pela geografia e um cenário incerto para o futuro governo.

Nada disso deve nos desviar do essencial: qual será a rota de desenvolvimento econômico sustentável do Brasil para os próximos vinte anos?

Qual é a melhor estratégia para o Brasil voltar a crescer, recuperar a competitividade de suas indústrias, gerar empregos e, ao mesmo tempo, cumprir seus compromissos internacionais de descarbonização da economia até 2050?

Essas questões deveriam estar no centro do debate eleitoral do segundo turno. 

Cabe às empresas, às associações empresariais e à imprensa levar tais ideias aos futuros governantes: um pacto pela reindustrialização do país, pela qualidade de vida nas cidades e pela inovação tecnológica, por meio do transporte limpo e renovável.

Esse pacto passa pelo reconhecimento da excepcional posição que o Brasil pode ocupar no cenário global de combate aos gases do efeito estufa e à poluição urbana.

Temos, de um lado, uma matriz de geração de eletricidade mais de 80% renovável, e crescendo, com aumento contínuo da geração eólica e solar. De outro, a mais bem-sucedida indústria de biocombustíveis do planeta.

Esse pacto passa pela confluência de ambas as tecnologias – eletromobilidade e biocombustíveis – e não pela concorrência predatória entre elas, com base no entendimento de que há espaço no Brasil para todas as estratégias de baixa emissão.

Recentemente, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico e o Instituto de Engenharia lançaram uma importante Carta da Eletromobilidade.

Foi o resultado de um ciclo de debates realizado em São Paulo, em julho, sob o provocativo título: “Eletromobilidade – O Brasil Está Preparado para a Grande Mudança?”

A Carta foi enviada aos principais candidatos a presidente da República e será remetida aos principais candidatos a governador e governadores já eleitos.

O texto avalia que a eletromobilidade é uma realidade irreversível, cabendo ao Brasil aproveitar ao máximo as vantagens estratégicas de que dispõe para voltar a liderar a corrida global pelo desenvolvimento sustentável.

Para isso, tem de recuperar o tempo perdido. Hoje, há mais de 16 milhões de veículos leves elétricos plug-in e 600 mil ônibus elétricos em circulação no mundo. 

No Brasil, porém, no início do segundo semestre, o mercado atingiu a marca de 100 mil eletrificados leves vendidos e apenas 370 ônibus elétricos em circulação. Números muito distantes da realidade da China, da Europa ou dos Estados Unidos.

Como reverter esse cenário? Diz a Carta da Eletromobilidade:

“A eletrificação do transporte público, de passageiros e de carga é vital para renovar tecnologicamente a indústria brasileira, recuperar a competitividade de sua engenharia automotiva, reinserir o parque produtivo nacional nas cadeias produtivas globais e criar os empregos de qualidade das futuras gerações”.

O que é preciso fazer?

“O Brasil necessita instituir, urgentemente, um Marco Regulatório da Mobilidade que contemple Planos Nacionais de inserção da Eletromobilidade em todos os modos de transporte, em nível de Governo Federal, Estadual, Metropolitano e Municipal, com vistas à racionalização, planejamento e economia da atividade para inserir a veículos elétricos numa estratégia de desenvolvimento do país”.

A Carta conclui:

“Esse Plano deve incluir um conjunto de metas para assegurar a inevitável transição dos combustíveis fósseis para os renováveis no transporte, a exemplo de outros países”.

O transporte limpo e sustentável é uma “agenda positiva”, capaz de unir diferentes correntes políticas e segmentos econômicos. Acima de tudo, é uma agenda do mais alto interesse nacional. 

Mais do que nunca, a hora de falar sobre isso é agora.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade da autora, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

APP PERMITIRÁ ESTIMAR TENDÊNCIA DO USO DA BICICLETA EM SÃO PAULO

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A visão de gênero e raça na mobilidade urbana
créditos: Mobilize Brasil

Parceria entre Prefeitura, Ciclocidade e aplicativo Strava buscar “calibrar” o monitoramento de ciclistas na cidade de forma rápida, sem necessidade de contagens anuais

A Prefeitura de São Paulo, a Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade) e o aplicativo Strava estabeleceram uma parceria para aperfeiçoar mensuração da circulação de ciclistas na capital paulista. O levantamento vai servir para apontar a tendência de uso das bicicletas no dia a dia da cidade.

A contagem de bicicletas em circulação e as tendências de aumento ou redução, de forma rápida, são fundamentais para mostrar se a cidade está mais próxima ou não da meta do PlanClima (Plano de Ação Climática do Município de São Paulo 2020-2050). O plano estabelece que, até 2030, 4% do total de viagens realizadas na cidade sejam feitas com bicicleta, o que corresponde a cinco vezes o registrado pela Pesquisa Origem-Destino de 2017.

O Strava é um aplicativo que reúne mais de 100 milhões de pessoas em 195 países. Os usuários registram suas atividades, como deslocamentos de bicicleta pela cidade, o que possibilita traçar os caminhos mais utilizados, por exemplo. Segundo o app, os dados são tratados de forma anônima em sua plataforma Strava Metro.

O banco de dados do aplicativo tem sido usado, desde 2016, para determinar o número de ciclistas em certas regiões. Como o Strava traz um perfil específico e que não representa a totalidade das pessoas que se deslocam por bicicletas, foram criados modelos estatísticos capazes de extrapolar o que foi detectado pelo app.

 A partir da contagem oficial feita pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o Strava consegue “calibrar” a estimativa. De forma bem resumida, funcionaria da seguinte maneira. Se para cada 10 pessoas que passaram usando o app foram registradas 50 pelo órgão municipal no mesmo horário e local, então se multiplica por cinco o número detectado pelo Strava.

O novo sistema permitirá que daqui a um ano, por exemplo, não seja necessária uma nova contagem oficial, bastando multiplicar por cinco a quantidade de usuários detectada, na ocasião, pelo aplicativo.

Outras variáveis regionais também entram na definição desse número final, como o total de empregos, número de bicicletários e bicicletas por pessoa. Ou seja, não é apenas a aplicação de uma “regra de três”.

As estimativas baseadas nos dados do Strava permitem economizar recursos e detectar de forma mais imediata o que está acontecendo em determinado local da cidade.

Strava consegue “calibrar” a estimativa de contagem feita pela CET. Foto: Fábio Arantes/Prefeitura de SP

Pesquisa

A pesquisa “Monitoramento de Viagens em Bicicleta: Uma Proposta para a Cidade de São Paulo” levou em consideração 47 pontos onde foram feitas contagens pela CET, das 7h às 10h e das 17h às 20h, sempre em dias úteis.

“A pesquisa mostrou que é possível usar os dados do Strava Metro em combinação com os dados da CET para ajudar no planejamento da mobilidade urbana. Além disso, evidenciou a necessidade de expandir as contagens da CET para as regiões mais periféricas da cidade. Só assim será possível aperfeiçoar os modelos estatísticos e ter uma visão completa da cidade”, diz Tainá Souza Pacheco, pesquisadora da Ciclocidade.

A prefeitura afirma que a pesquisa foi conduzida entre o segundo semestre de 2021 e junho de 2022 pela Ciclocidade, em conjunto com a equipe do DPT (Departamento de Pesquisas e Simulações de Tráfego) da CET e da assessoria técnica da Secretaria Municipal de Transportes, tendo o acompanhamento de parceiros do IME-USP (Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo).

“A SMT e a CET acreditam que as parcerias com Strava Metro e com Ciclocidade contribuem para o melhor planejamento do Poder Público para implementação de políticas públicas voltadas à mobilidade da cidade”, disse a administração municipal, em nota.

Fonte: Mobilize

BECOMEX E DELOITTE ABORDAM CENÁRIO INDUSTRIAL E ECONÔMICO DO SUL DE MINAS GERAIS

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Deloitte Cyber cresce mais de 70% no ano fiscal 2022
Reprodução: Assessoria de imprensa

Cidade de Pouso Alegre recebeu representantes do governo estadual e alguns dos principais executivos da indústria regional

A Becomex promoveu recentemente em parceria com a Deloitte, um evento com a presença de representantes do governo estadual e alguns dos principais executivos das indústrias da região Sul de Minas Gerais para discutir o cenário econômico local.

O encontro aconteceu na cidade de Pouso Alegre, no Hotel Marques Plaza. Durante o painel “Tax & Vinhos, o cenário e as tendências para aumento da competitividade das empresas em Minas Gerais”, foram abordadas estratégias tributárias colaborativas para a cadeia de fornecimento das empresas.

“A região Sul de Minas Gerais é um local estratégico tanto do ponto de vista logístico quanto de concentração de indústrias importantes para o Brasil. A ideia do evento foi poder contribuir com as melhores estratégias, discutindo possibilidades de levar mais competitividade e eficiência econômica para as empresas da região independente do segmento”, comentou João Marcelo de Queiroz, Gerente de Regimes Especiais da Becomex.

Um dos destaques da região é o de possuir a maior produção e exportação de café do Brasil, confirmando a força do agronegócio no país. Porém nos últimos anos a indústria também tem crescido na região o que leva a economia das cidades da região a participarem de uma enorme transformação em suas matrizes fiscais e tributárias.

Um dos pontos relevantes do encontro foi a participação do poder público representado por Ronaldo Tognarelli e Gamalier Lopes de Paiva. “Ver e ouvir a posição da Fazenda de Minas Gerais em prol do contribuinte trouxe para nós, da iniciativa privada, uma perspectiva muito interessante que é a oportunidade de combinar benefícios federais em conjunto com benefícios estaduais quando olhamos para uma cadeia de fornecimento local e estrangeira. Isso traz, além de muita competitividade para as indústrias, um interesse maior na região por parte de novas empresas que estão em busca de locais que possibilitam maiores incentivos, sejam fiscais ou tributários” finaliza Queiroz.

O encontro contou com a presença de diversos executivos da Becomex e Deloitte, além de Way Chien, CFO da Great Wall, Ronaldo Tognarelli, Superintendente Regional da SEF/MG – Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais e Gamalier Lopes de Paiva, Auditor Fiscal do Núcleo de Atração de Investimentos.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ABINC REPRESENTA BRASIL EM EVENTO INTERNACIONAL NA COREIA

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ABINC
Reprodução: Assessoria de imprensa

O 6º KOREA-LAC Business Summit reuniu líderes do setor privado e autoridades governamentais para discussões sobre as relações econômicas e comerciais entre América Latina e Coreia

A Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) esteve presente no 6º KOREA-LAC Business Summit, evento com o objetivo de ampliar e fortalecer os laços comerciais entre a Coreia e os países da América Latina e do Caribe. Líderes do setor privado e autoridades governamentais das regiões compartilharam suas perspectivas sobre os futuros desafios e oportunidades para expandir e fortalecer os laços econômicos e de cooperação entre os países.

O presidente do comitê de Cidades Inteligentes, Aleksandro Montanha, representou a ABINC na ocasião. Segundo ele, o evento foi importante para proporcionar uma melhor compreensão das oportunidades de investimento da Coreia no Brasil, já que o fórum abordou questões como as relações econômicas e comerciais entre as regiões, investimento em infraestrutura de qualidade, colaboração em inovação e empreendedorismo e financiamento para mercados emergentes.

Aleksandro destaca que a oportunidade de ver as tecnologias que estão sendo desenvolvidas na Coreia é essencial para saber o que pode ser aproveitado no mercado brasileiro. “A ABINC tem histórico na participação de eventos internacionais e estar presente em eventos na Ásia, onde existem muitas cidades inteligentes referências em nível mundial, é fundamental para que estejamos alinhados com as demandas globais”, afirma.

De acordo com ele, o que chamou atenção na conferência foi o volume de investimentos disponíveis em tecnologia da Coreia nos países latinos e também as oportunidades que os países da América Latina apresentam para as empresas coreanas. “O momento foi singular, já que foram apresentadas oportunidades, investimentos e cenários. Essa troca foi muito rica e a expectativa é que a ABINC participe ainda mais ativamente de eventos internacionais como esse, com o intuito de representar o Brasil e trazer oportunidades para o país”, diz.

O presidente do comitê de Cidades Inteligentes da ABINC também afirma que existe uma dificuldade dos asiáticos ganharem o mercado nacional. “Há uma complexidade no Brasil para absorver essas tecnologias, produtos e serviços que vem de fora, principalmente por conta das questões tributárias, logística e de negócios que temos aqui”, ressalta.

Por conta disso, Aleksandro explica que existe um movimento de ‘tropicalização’, baseado em entender as demandas do mercado nacional, procurar países que têm tradição de inovação e desenvolvimento, como a Coreia, e atrair esses investidores. “Isso acontece para que, no ambiente interno do nosso país, nós possamos aproveitar aquilo que já existe lá fora, adaptando as soluções de acordo com as características brasileiras”, diz.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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