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DESTAQUES DO CONNECTED SMART CITIES 2022

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A cidade de Curitiba (PR) foi a 1ª colocada do Ranking Connected Smart Cities 2022, o Selo Connected Smart Cities foi uma grande novidade e os diversos temas das palestras do evento atraíram atenção do público para a busca de melhorias e soluções para as cidades brasileiras

O Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP), recebeu a 8ª edição do Connected Smart Cities, que ocorreu nos dias 4, 5 e 6 de outubro de 2022, sendo os dois primeiros dias presencialmente, e o último dia de forma online. Os eventos de Abertura e Apresentação do Ranking Connected Smart Cities & Mobility 2022, no primeiro dia do CSC 2022, também contaram com transmissão ao vivo pelo Youtube, e você pode ver novamente.

A edição 2022 do Ranking Connected Smart Cities, principal iniciativa do setor de cidades inteligentes do Brasil, destacou as cidades mais inteligentes e conectadas do País. A vencedora da edição 2022 foi a cidade de Curitiba (PR), que foi seguida pelas cidades de Florianópolis (SC) e São Paulo (SP), ocupando o 2º e o 3º lugar, respectivamente. Você pode acompanhar os resultados completos do Ranking CSC 2022 clicando aqui. Além disso, publicamos um texto destacando os primeiros colocados da edição 2022, tanto de forma geral quanto pelos 11 eixos temáticos abordados: indicadores de mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia.

Imagem: Thomaz Assumpção e Willian Rigon na Abertura do Connected Smart Cities 2022

E os vencedores por eixo temático foram: Curitiba (PR), na categoria Empreendedorismo; Santos (SP) em Urbanismo; São Paulo (SP) em Mobilidade e AcessibilidadeMeio Ambiente foi para Balneário Camboriú (SC); Economia: São Paulo (SP); Tecnologia e Inovação: Fortaleza (CE); Saúde: Belo Horizonte (MG); Educação: São Caetano do Sul (SP); Segurança: São Caetano do Sul (SP); e Governança foi vencida por Balneário Camboriú (SC).

Selo Connected Smart Cities

Já no dia 5 de outubro, segundo dia do evento, foi apresentada ao público a grande novidade da edição 2022 do Connected Smart Cities, o Selo Connected Smart Cities, que visa incentivar o desenvolvimento e reconhecer as boas práticas em cidades inteligentes.

A premiação do Selo ocorreu nos seguintes níveis: Ouro, Prata, Bronze e Aspiracional. As cidades vencedoras foram: Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Santos (SP), São Paulo (SP) e Recife (PE), no nível Ouro; Mogi das Cruzes (SP), Tubarão (SC) e Goiânia (GO), no nível Prata; Campo grande (MS), Niterói (RJ), Caxias do Sul (RS), Foz do Iguaçu (PR), Jundiaí (SP), São Caetano do Sul (SP), Osasco (SP), São Luís (MA), Lucas do Rio Verde (MT) e Blumenau (SC), no nível Bronze; Primavera do Leste (MT), Pato Branco (PR), Quatro Barras (PR), Amargosa (BA), Suzano (SP), Rio Branco (PR), Jaguariúna (SP) e Palhoça (SC), no nível Aspiracional.

Imagem: Entrega do Selo Connected Smart Cities à Prefeitura de São Luís (MA)

Painéis Connected Smart Cities e Air Connected

Variados assuntos foram abordados durante os 3 dias de evento nos painéis do Connected Smart Cities 2022 e Air Connected pelos mais de 320 painelistas convidados, que realizaram apresentações em 77 painéis, nos 12 palcos simultâneos, para um público de quase 3.300 participantes do evento, incluindo profissionais, representantes de governos, parceiros, empresas, autoridades, entidades e o público em geral, que prestigiou as atrações. Além disso, o evento também teve 53 patrocinadores e expositores, além de mais de 170 rodas de negócios agendadas, onde foi possível debater sobre diversos temas e apresentar soluções entre empresas, municípios e demais atores do setor.

Os 12 painéis, divididos entre Connected Smart Cities e Air Connected, envolveram e debateram temas para o desenvolvimento de cidades inteligentes, buscando o melhor para a população e cidades brasileiras. E para ficar ainda mais interativo e tendo sinergia com o público, em cada palco era possível que o público enviasse suas dúvidas que foram respondidas pelos palestrantes integrantes de cada palco.

Imagem: André Cruz em painel do Air Connected 2022

Urban Systems, correalizadora do evento e responsável pelos estudos do Ranking Connected Smart Cities, esteve presente em alguns dos painéis do evento. Nos painéis do Connected Smart Cities, Willian Rigon, Diretor Comercial e Marketing, foi mediador e palestrante do painel sobre A importância da utilização de indicadores para Gestão PúblicaPaulo Takito, Diretor e Sócio Fundador, palestrou sobre Parceria público e privada (também) na elaboração de diagnósticos e plano estratégico para cidades; já Thomaz Assumpção, CEO da Urban Systems, foi mediador e palestrante sobre o tema Empreendimentos imobiliários associados no desenvolvimento de cidades inteligentes e eficientes;  E no palco do Air Connected, André Cruz, Diretor de Planejamento Urbano, foi palestrante sobre o tema Integração dos aeroportos na lógica urbana e econômica das cidades brasileiras.

Imagem: Paulo Takito em painel do Connected Smart Cities 2022

Realmente foi um evento incrível. E não se esqueça, a edição 2023 do Connected Smart Cities já tem data e local definidos: 4 e 5 de setembro, novamente no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP). Acompanhe as redes sociais do Connected Smart Cities e da Urban Systems para saber mais informações. Até lá!

Acesse aqui o relatório completo do Ranking Connected Smart Cities 2022.

Consulte também o Portal Urban Systems elaborado para o Connected Smart Cities, trazendo todos os nossos conteúdos, serviços e soluções para auxiliar no desenvolvimento de cidades mais inteligentes, clicando aqui.

Os resultados do Ranking CSC, por eixos, região, porte de cidade e por estado, podem ser consultados diretamente na plataforma online e este ano é possível comparar a evolução das cidades entre 2021 e 2022, confira aqui.

Fonte: Urban Systems

BNDES LANÇA COMPROMISSO PARA O CLIMA QUE ABRANGE TODAS SUAS OPERAÇÕES

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De forma inédita, Banco será carbono neutro até 2050. Instituição é a primeira a fazê-lo entre seus pares mundiais

De forma inédita entre os bancos de desenvolvimento do mundo, o BNDES divulgou na COP27 um documento com seus compromissos para o clima. Em alinhamento com a Nationally Determined Contributions (NDC – em português Contribuição Nacionalmente Determinada) brasileira, o BNDES assume o compromisso de ser neutro em carbono até 2050, considerando os escopos 1, 2 e 3 de seu inventário de emissões. O Banco é o primeiro a fazê-lo entre os bancos de desenvolvimento internacionais e de forma abrangente a todas as operações.
Para assumir este compromisso, o BNDES está divulgando o documento “Clima e desenvolvimento – A contribuição do BNDES para uma transição justa”, no qual o Banco organiza as ações, aprovadas no planejamento estratégico do banco, que estão sendo e serão tomadas para alcançar, além da neutralidade em carbono até 2050, o banco se compromete a neutralizar as emissões nos escopos 1, 2 e as relacionadas a viagens a negócios e deslocamento de funcionários (casa-trabalho) a partir de 2025; finalizar o inventário das emissões financiadas do escopo 3 para as demais carteiras do BNDES; definir, em 2023, metas de neutralidade para as carteiras de crédito direto, indireto e renda variável; definir, em 2023, metas de engajamento para acelerar a transição dos seus clientes para a neutralidade em carbono; e incorporar, em 2023, a contabilização de carbono nos processos de aprovação de apoio a novos projetos.
“O mais importante é a abrangência destes compromissos. Eles serão contabilizados para todos os negócios do banco, incluindo a carteira de crédito direto, indireto e participações acionárias. O BNDES será neutro em carbono em todas suas operações até 2050. Além disso, até o fim de 2023, todos os novos projetos terão seus inventários de emissões detalhados e oportunamente serão neutralizados”, explica Bruno Aranha, diretor de Crédito Produtivo e Sociambiental.
As contribuições do BNDES para clima e desenvolvimento são alinhadas à estratégia climática nacional. O Banco atua na mitigação, já com resultado nos mais diversos setores, como energia, logística e mobilidade urbana, mudanças de uso da terra e florestas (MUTF), agropecuária, indústria e saneamento, além de também estimular o crédito à adaptação.
O documento contou com o apoio técnico da WayCarbon, empresa de base tecnológica e consultoria estratégica com foco exclusivo em sustentabilidade e mudança do clima, apoio esse viabilizado por meio de uma parceria do BNDES com o UK Pact (Governo Britânico). “As instituições financeiras possuem responsabilidade de contribuir com a justiça climática, analisando também quais os riscos climáticos dos projetos financiados e, consequentemente, seu impacto no respectivo território”, avalia Laura Albuquerque, gerente sênior de Consultoria na WayCarbon. “Esse projeto com BNDES deve se tornar referência mundial em transição climática justa pelo engajamento das empresas da carteira de crédito direta e definição de metas e estratégias de transição para o net-zero, além da mobilização de agentes financeiros, públicos e privados, para apresentação de inventário de emissões de GEE e promoção de práticas de mitigação e adaptação dos efeitos das mudanças climáticas, com produtos que incentivem investimentos associados”, complementa a executiva.
Segundo o documento “para alcançar esses compromissos de transição climática, foram traçadas ainda estratégias transversais e estratégias específicas aos setores-chave. As estratégias transversais incluem a busca do engajamento das empresas e instituições financeiras repassadoras dos recursos do BNDES, tanto em relação à elaboração de inventários de emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE), quanto à definição de metas e estratégias de transição para neutralidade de emissões e incorporação de boas práticas relativas a clima. Preveem ainda a oferta de produtos financeiros que promovam investimentos em transição e resiliência climática e o avanço na incorporação de inventariado de emissões e de aspectos climáticos na estruturação de projetos de infraestrutura e desestatização. O Banco pretende ainda trabalhar com outros parceiros para promover práticas de adaptação aos efeitos da mudança do clima e contribuir para a estruturação do mercado de carbono brasileiro, de projetos de prevenção do desmatamento e de soluções baseadas na natureza.
Já as estratégias setoriais complementam as abordagens transversais. As ações com foco no setor de energia incluem: o apoio à descarbonização da matriz energética brasileira por meio de projetos de eficiência energética, a produção e aproveitamento de biogás e biometano, a geração por fontes renováveis, incluindo a estruturação de projetos de hidrogênio verde para consumo doméstico e internacional, além da promoção de tecnologias de captura e estocagem de carbono (CCUS) nas atividades de biogás/biometano. O tema de eletrificação e uso de fontes renováveis na logística ferroviária e mobilidade urbana será um dos tópicos centrais da atuação do BNDES no setor de logística e mobilidade urbana, assim como o incentivo ao transporte urbano de alta capacidade e baixa emissão, incluindo infraestrutura cicloviária, e o apoio a logística de baixo carbono.
As estratégias para atividades de mudança e uso da terra e florestas incluem investimentos para prevenção, combate e monitoramento do desmatamento ilegal e atividades de recuperação de áreas degradadas. Além disso, soluções de uso sustentável da floresta e da biodiversidade, em especial a bioeconomia, serão incentivadas. Com foco na agropecuária, o BNDES pretende fomentar a sustentabilidade na cadeia de valor do setor, financiando o uso de bioinsumos e biofertilizantes, e impulsionar a redução do desmatamento por meio da integração lavoura- pecuária-floresta. Nas operações diretas do setor, irá investir na produção e uso de biocombustíveis e na redução de emissões de carbono e metano associadas à pecuária bovina, além de apoiar o aumento de produtividade por meio da adoção de novas tecnologias, reduzindo a pressão pela abertura de novas áreas produtivas.
Entre as diferentes atividades da indústria, o Banco atuará para promover a descarbonização a partir de eficiência energética e uso de energias renováveis, substituição de matérias-primas por alternativas de menor intensidade de emissões de GEE, assim como iniciativas de captura de carbono e economia circular. O Banco também fomentará a mineração de insumos essenciais para as tecnologias da economia verde, como cobre, lítio, níquel e outros, monitorando e induzindo o cumprimento de altos níveis de proteção ambiental e contrapartidas sociais. No setor de saneamento, serão incentivados projetos que ampliem o acesso aos serviços e contribuam para reduzir desigualdades sociais e regionais, investir em ações de captura e uso de metano, aproveitamento de biogás, e em iniciativas de geração zero de resíduos e compostagem em macro escala.
Na temática de adaptação, o BNDES atuará em linha ao Plano Nacional de Adaptação (PNA), direcionando capital para setores e tecnologias de adaptação prioritários, incluindo ações com municípios e estados em projetos de infraestrutura e desenvolvimento urbano resiliente. Também pretende ampliar suas linhas de financiamento para adaptação e incluir mitigantes em projetos de infraestrutura, minimizando efeitos de impactos físicos da mudança do clima como enchentes, inundações e deslizamentos. A estratégia climática do BNDES está amparada na oferta de ampla gama de soluções financeiras e não financeiras, para todos os setores-alvo e abrangendo produtos de crédito, fundos garantidores setoriais, serviços e recursos não reembolsáveis.
As iniciativas para medir o impacto do BNDES já começaram na COP 26, realizada em Glasgow na Escócia. Lá, o BNDES lançou seu Painel NDC, com foco em clima, que mostra os desembolsos para os setores de energia, florestas, mobilidade urbana, biocombustíveis e resíduos sólidos que contribuem para as metas de redução de emissão de GEE do Brasil. Somente nos setores de energia, mobilidade urbana, florestas, biocombustíveis, iluminação pública, resíduos sólidos e transportes, para os quais já temos uma metodologia de cálculo, prevemos que nossos projetos aprovados desde 2015 estão contribuindo para evitar a emissão de 86,6 milhões de toneladas de CO2 ao longo de suas vidas úteis, o que equivale a 32 anos das emissões da frota atual de carros da cidade de São Paulo (SP).

Com informações da Assessoria de Imprensa

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VELOE LANÇA PLANO SEM MENSALIDADE PARA TODO MERCADO

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Isenção da cobrança mensal será válida apenas na modalidade pré-paga

De olho numa demanda e em uma necessidade crescente dos consumidores, a Veloe, marca especializada em soluções de mobilidade urbana e gestão de frotas, lança um novo plano sem mensalidade para clientes e visando também atingir os não usuários de tags, quantidade estimada em metade da frota do País.

“Esse lançamento reforça nosso posicionamento em sermos cada vez competitivos no mercado e assertivos nas necessidades que os clientes trazem”, afirma André Turquetto, diretor geral da Veloe. Esse modelo com isenção de mensalidade, a princípio, só estará disponível na modalidade pré-pago. “Além de ser uma oferta Veloe, nós também vamos modular essa opção sem mensalidade para nossos parceiros co-branded”, completa Turquetto.

Mesmo com isenção de mensalidade, essa nova oferta gera algumas cobranças adicionais, como taxa de serviço na recarga, taxa de adesão e inatividade. A cada recarga feita pelo cliente será vinculada há uma taxa de serviço e cada nova tag adicional terá um custo de R$20.

As recargas podem ser feitas pelo cartão de crédito, no valor mínimo de R$50. As tags da Veloe são aceitas em todas as rodovias pedagiadas do país, em mais de 1.200 estacionamentos, entre shoppings, prédios comerciais e hospitais, e em 26 aeroportos do Brasil, sendo a maior rede credenciada do mercado.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ÔNIBUS ELÉTRICOS AZURE DA HIGER BUS NA COP27

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Modelos iguais aos que estarão rodando em cidades brasileiras são os escolhidos para transportar os participantes do evento no Egito

Maior fabricante de ônibus elétricos no mundo, a HIGER BUS marca presença na 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27) na cidade verde de Sharm El Sheikh, no Egito, com o Azure, o mesmo modelo que estará brevemente em operação no Brasil.

Já existem mais de 6000 unidades do Azure rodando no mundo, em mais de 100 cidades, o que atesta os atributos de eficiência e qualidade para transporte de pessoas de forma limpa e sustentável.

E, já em 2024, a TEVX HIGER iniciará a produção desse e de outros modelos em sua fábrica em Pecém, no Ceará.

A Higer já superou a marca de  50 mil veículos elétricos fabricados e conta com  as mais renomadas empresas de componentes do mercado, todas já atuantes no Brasil e que seguirão na versão nacional do Azure, como ZF, que fornece eixos e suspensão; Bosch, sistema de direção; Valeo, ar-condicionado; Catl, baterias, que no Brasil são representadas pela Moura; Wabco, sistema de freios; Sachs, amortecedores; Dana, motor elétrico; Mobitec, itinerário eletrônico; Fanavid, vidros e para-brisas; Alcoa, rodas de alumínio; Grammer, assentos de motorista e passageiros.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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STARTUPS CURITIBANAS SE DESTACAM EM RANKING DAS 100 MAIS ATRAENTES DO BRASIL

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Startups de Curitiba e região são destaques em categorias do ranking 100 Open Startups 2022, que reúne as empresas de base tecnológica mais atraentes para o mercado no Brasil. Em sua sétima edição, o levantamento foi divulgado pelo Movimento 100 Open Startups, na última terça-feira (8/11).

Ao todo, 15 startups do Vale do Pinhão se destacaram em 11 categorias: Laura (saúde), 4avants (energia), IoTag (agronegócio), Comunica.in (recursos humanos), Exati e Automa (cidades inteligentes), ST-One e Ubivis (indústria), Oystr (jurídico), Syx Global (verde), Cargo e Exy Exoesqueletos (transporte/logística), Driva e Peepi (marketing com impacto social) e TruggHub (marketplace). Cada categoria traz dez empresas que se destacam em seus segmentos (Top 10). Entre as categorias especiais, dois representantes curitibanos: Exy Exoesqueletos (Empreendedorismo Feminino) e ST-One (LGBTQIA+).

Seis startups da capital e região – Oystr (29º), ST-One (44º), Laura (46º), Syx Global (54º), Comunica.in (58º) e Driva (71º) – também aparecem no ranking principal, o das Top 100 Open Startups.

O 100 Open Startups é elaborado com base em avaliações de atratividade das startups para grandes instituições, como empresas, aceleradoras e investidores. Para tanto, é levado em consideração o interesse nos empreendimentos, negociações em andamento e parcerias realizadas pelas startups.

O Movimento 100 Open Startups é uma rede de conexão que envolve grandes empresas como Bradesco, Grupo Fleury, 3M, Abbott, Natura, Itaú, IBM, J&J, Estácio, fundos de investimento, olheiros e grandes programas de empreendedorismo interconectados.

Ambiente de inovação

Para Cris Alessi, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, a forte presença das empresas curitibanas no ranking 100 Open Startups só confirma a importância da Prefeitura e do ecossistema de inovação da capital estarem mobilizados em torno do Vale do Pinhão, o movimento formado por poder público, universidades, incubadoras, entidades de fomento (como Fiep, Sebrae e ACP), empresas e terceiro setor para tornar Curitiba a cidade mais inteligente do país.

“A inovação e os processos de mudança tecnológica têm sido a principal força motora para o desenvolvimento econômico sustentável, com aumento da produtividade, da renda, da geração de empregos e da competitividade internacional. O propósito do Vale do Pinhão é cada vez mais fortalecer e potencializar esse ambiente de inovação da cidade por meio do empreendedorismo, economia criativa e tecnologia para transformar Curitiba em uma cidade cada vez mais inteligente”, reforça Cris Alessi.

A presidente da Agência Curitiba salienta ainda que esta melhora no ambiente de negócios da cidade se reflete, inclusive, na aceleração econômica de Curitiba, com recuperação do mercado de trabalho local. “Curitiba gerou 36.043 empregos com carteira assinada de janeiro a setembro de 2022. A cidade foi a quinta do País em número de empregos gerados, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte”, acrescenta ela. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência no mês passado.

 

Saiba mais sobre as startups curitibanas no 100 Open Startups 2022

SAÚDE

  • Laura  (Curitiba) – Healthtech curitibana desenvolveu o Robô Laura, tecnologia única no mundo que alerta sobre o risco de infecções generalizadas (sepse) em pacientes internados em hospitais.

ENERGIA

  • 4Vants (Curitiba) – A startup de inteligência artificial que identifica e analisa imagens para que companhias de energia e de outros setores”enxerguem” o que estão fazendo a distância.

INDÚSTRIA

  • ST-One (Curitiba) – Finalista do Pitch Live em 2020, a indtech é especializada em automação industrial com foco na digitalização de dados.
  • Ubivis (Curitiba) – A startup criou um software que avalia os parâmetros das máquinas de uma linha de produção e realiza ajustes, como temperatura e quantidade de matéria-prima, sem intervenção humana — por meio de inteligência artificial.

TRANSPORTE/LOGÍSTICA

  • Cargon (Curitiba) – A logtech oferece uma plataforma que gerencia a logística da indústria e de transportadoras, com foco em otimização, segurança e informação.
  • Exy Exoesqueletos (Curitiba) – A empresa criou um exoesqueleto, que oferece maior segurança, produtividade e ergonomia em ambientes industriais, ao reduzir o esforço do colaborador em até 30%.

MARKETPLACE

  • TruggHub (Curitiba) – Startup da capital oferece uma plataforma de marketplace (shopping virtual) de frete digital especializada em cargas fracionadas, com processo de cotações e leilões-relâmpago.

JURÍDICO

  • Oystr (Curitiba) – A legaltech da capital desenvolveu robôs que capturam e enviam informações dentro do ambiente jurídico.

MARKETING

  • Peepi  (Curitiba) – A startup ajuda as empresas a crescer impulsionadas pelo engajamento de seus clientes e colaboradores, transformando-os em Defensores da Marca.
  • Driva (Curitiba) – Empresa usa dados do cliente e de mercado para ajudar empresas B2B, que comercializam com outras empresas, a vender mais e melhor.

RECURSOS HUMANOS

  • Comunica.in (Curitiba) – HRtech criou uma plataforma que reúne várias funcionalidades importantes para o dia a dia das equipes de comunicação interna, como criação e agendamento do disparo de comunicados e pesquisas, segmentação, controle e planejamento das campanhas de comunicação e mensuração de resultados de performance.

AGRONEGÓCIO

  • IoTag (Curitiba) – Startup criou três inovações para máquinas agrícolas: hardware que automatiza a operação do computador de bordo da equipamento; plataforma que permite a gestão do maquinário e aplicativo que funciona como interface para a plataforma tanto no celular quanto no tablet.

VERDE

  • Syx Global (Campo Largo) – Startup oferece uma plataforma simples e transparente para a compra e venda de ativos de empresas, cooperativas e outros parceiros, como caminhões, máquinas industriais, equipamentos agrícolas e itens de segmentos como mineração e manejo de florestas.

CIDADES INTELIGENTES

  • Automa (Curitiba)  – A citytech moderniza a gestão de cidades, fazendas e grandes empresas, fornecendo uma plataforma de API (conjunto de rotinas e padrões de programação) para tornar as cidades mais inteligentes.
  • Exati (Curitiba) – A startup da capital oferece uma plataforma para gestão de serviços públicos como iluminação, arborização, pavimentação, gestão de Resíduos, saneamento, monitoramento de rios e telegestão.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

CIDADES DO FUTURO: MAIS VERDE, MENOS DESLOCAMENTO E IDOSOS POR TODOS OS LADOS

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 O Brasil está envelhecendo: o futuro é dos grisalhos.

Por Adriana Costa Koch e Silvia Barcik

 

Como você imagina a cidade do futuro? Carros voadores, turismo intergaláctico, robôs caminhando naturalmente pelas ruas, cidades suspensas no ar? Talvez. Mas isso está mais para um clichê futurista dos Jetsons do que uma análise mais densa.

Para entender o futuro é preciso estar atento aos sinais emitidos no aqui e agora. Um deles é sobre o envelhecimento da população. Isso sugere que a cidade do futuro seguramente terá muito cabelo grisalho, longa experiência de vida, rugas na testa e alto nível de exigência no consumo de tecnologia e mobilidade. E, para isso, cidades, governos e toda a sociedade precisam se preparar.

Segundo relatórios da ONU (Organização das Nações Unidas), uma em cada oito pessoas no mundo hoje tem mais de 60 anos. Até 2050, a população global na terceira idade deverá duplicar ultrapassando 1,5 bilhão de pessoas. No Brasil, a tendência não é diferente.

Segundo o estudo World Population Prospects, divulgado pela ONU em 2019, teremos mais do que o dobro de pessoas acima de 60 anos em 2050. No Brasil, a tendência é ainda mais acentuada. A população brasileira vai atingir o pico no ano de 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Porém, o número de idosos deve seguir subindo, atingindo o ápice entre 2070 e 2080, conforme tabela abaixo (em milhões de pessoas).

Anos 60+ 70+ 80+
2020 29 857 12 961 4 159
2030 42 242 20 128 6 538
2040 54 663 28 827 10 563
2050 67 361 37 291 15 376
2060 76 069 46 122 20 079
2070 79 237 51 617 25 185
2080 78 882 52 671 27 948

Fonte: https://population.un.org/wpp2019/Download/Probabilistic/Population/

E o que será feito com essas informações? Para os pesquisadores de Futuro (há pessoas sérias estudando como será a humanidade em um cenário de curto, médio e longo prazo) um dos primeiros passos para elaborar soluções para o futuro é trabalhar com os sinais do agora.

Um estudo divulgado pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em setembro deste ano confirma que as taxas de fecundidade no Brasil devem seguir tendência de queda nas próximas décadas. Se as projeções se confirmarem, a população brasileira passará a ter crescimento negativo a partir de 2050.  Em 2100, os mais jovens (de 0 a 14 anos) representarão 13% da população, enquanto idosos (considerados aqui acima de 65) serão 30% – hoje, esse grupo representa 9,6% da população.

Iniciativas do presente que estão planejando as cidades do futuro: ODS, smart cities e os modelos que vem de fora

O ritmo de desenvolvimento das cidades que consideram os desafios das projeções demográficas ainda não é dos mais desejáveis. O que não significa que nada está sendo feito. Na Assembleia Geral das Nações Unidas de 2015 foi estabelecido um conjunto de 17 objetivos a serem cumpridos até 2030 que ficaram conhecidos como Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Um desses objetivos trata de “tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis”. Entre os elementos esperados para as cidades do futuro, é que elas sejam capazes de colocar em prática tecnologias integradoras que amplifiquem a eficiência e qualidade dos serviços públicos.

Aqui no Brasil, o IPEA tem acompanhado juntamente com o IBGE as metas que integram este objetivo. Há ainda um caminho a percorrer, sobretudo para a necessidade de se buscar a integração entre as políticas setoriais que afetam o desenvolvimento das cidades, uma tendência sem volta de incentivar a transversalidade dos temas ambientais e urbanos. (www.ipea.gov.br)

Neste ponto, se juntarmos as pontas do que os sinais do futuro nos emitem (por exemplo, envelhecimento da população e as questões climáticas) e a incrível capacidade humana de inovação, é de se esperar que a projeção urbanística dessas cidades considere a transversalidade do desenvolvimento social, econômico e ambiental, inclusive no Brasil.

O processo para que o cenário do futuro vire realidade leva em conta também muitos outros elementos. O termo smart city (cidade inteligente) surgiu na década de 1990, com a publicação de The Technopolis Phenomenon: Smart Cities, Fast Systems, Global Networks, que estudava o fenômeno do desenvolvimento urbano sob uma perspectiva tecnocêntrica. Nos anos 2000, novos estudos (comandados pelo professor Rudolf Giffinger) passaram a adotar uma abordagem voltada para um maior equilíbrio na combinação entre capital humano e social visando a qualidade de vida nas grandes cidades.

Não à toa as principais iniciativas hoje em termos de cidade do futuro consideram os elementos de necessidades humanas como princípios norteadores em seus planejamentos. O arquiteto Jan Gehl, autor do livro “Cidades para as pessoas”, defende que todas as tendências globais devem ser consideradas porém, com uma abordagem focada nas pessoas, imaginando como o ambiente construído pode promover o bem-estar e a qualidade de vida. E as cidades, desde seu planejamento estratégico até o design, devem ser centradas no ser humano.

Endossando ainda mais o tema, um estudo recente publicado pela consultoria Deloitte¹ apontou 12 tendências que devem impactar as cidades do futuro. Baseado em levantamento com especialistas de mais de 40 cidades de todo o mundo, algumas das tendências apontadas já podem ser observadas em algumas poucas iniciativas, mas ainda é insignificante diante da urgência que o tema demanda. Confira quais são:

  • Planejamento verde de espaços públicos: ruas verdes projetadas para pessoas, com novos corredores e espaços públicos como centros da vida social. Esse já é o caso do planejamento de Liuzhou Forest City, na China, cidade projetada para ser a primeira totalmente ecológica do mundo – e que tem a missão de absorver 10 mil toneladas de CO2 do mundo.
Foto: Liuzhou Forest City – projeto do arquiteto italiano Stefano Boeri para a cidade chinesa.
Fonte foto: https://www.stefanoboeriarchitetti.net/en/project/liuzhou-forest-city/
  • Comunidades inteligentes de saúde: prevenção e cuidados de saúde personalizados (como a genômica, que estuda sequenciamento de DNA).
  • Cidade de 15 minutos: mobilidade a 15 minutos a pé ou de bicicleta de qualquer destino. É o caso da International Business District (IBD), em Songdo, na Coreia do Sul: a cidade foi planejada priorizando o uso de transporte público e bicicletas, além de ter um plano urbanístico que tem como prioridade reduzir o tempo de locomoção dos seus habitantes.
Foto: imagem aérea do IBD, na cidade de Songdo, na Coreia do Sul. https://www.mansionglobal.com/articles/sustainable-and-smart-south-koreas-songdo-offers-green-spaces-and-good-schools-228684
  •  Mobilidade inteligente, sustentável e como serviço: ela passa a ser cada vez mais limpa, inteligente, autônoma e intermodal, com mais espaços para a mobilidade ativa (caminhadas e uso de bicicletas).
  • Serviços inclusivos e planejamento: fornecimento de acesso à habitação e infraestrutura, direitos e participação iguais, empregos e oportunidades.
  • Ecossistemas de inovação digital: cidades tendem adotar uma abordagem multidimensional para a inovação (interações entre universidade, indústria, governo, público e meio ambiente) com governos municipais atuando como plataformas que possibilitam conexões políticas, locais e de infraestrutura para o ecossistema florescer.
  •  Economia circular e produção local: circulação saudável de recursos e princípios de compartilhamento, reutilização e restauração.
  • Edifícios e infraestrutura inteligentes e sustentáveis: otimização acentuada do consumo de energia e melhor gestão de recursos como água, por exemplo.
  •  Participação em massa: cidades estão evoluindo para serem centradas no homem e projetadas por e para seus cidadãos, promovendo processo colaborativo com políticas governamentais abertas.
  • Operações por meio de inteligência artificial: baseadas em dados, cidades tendem a evoluir para plataformas digitais que funcionarão como ‘cérebros da cidade’, onde toda a atividade urbana é orquestrada e operada permitindo a correlação de eventos, identificação de problemas de forma rápida e assertiva, análise preditiva (por meio de aprendizado de máquina) e gerenciamento de incidentes, e fornecendo insights operacionais por meio da visualização.
  •  Cibersegurança e conscientização sobre privacidade: mais conscientização sobre a importância da privacidade dos dados e dos impactos causados por ataques cibernéticos.
  •  Vigilância e policiamento preditivo: mais segurança e proteção aos cidadãos por meio da inteligência artificial com o uso cada vez mais comum de sistemas de segurança ágeis que podem detectar redes de crime ou terrorismo e atividades suspeitas, e até mesmo contribuir para a eficácia dos sistemas de justiça.

Para além das inovações em termos de tecnologia e a preocupação com os temas relativos à biodiversidade, as projeções apontam que o futuro do século XXI será grisalho. O percentual de pessoas idosas alcançará seu ápice não só no Brasil, mas no mundo, e isso é um marco da história da humanidade.

E a maior parte dessa população viverá nas grandes cidades: em 2018, 87% da população residia ambientes urbanos. Esse percentual deve se estabilizar em 90% nas projeções de longo prazo, segundo informe técnico “O que são cidades inteligentes e sustentáveis? ”, divulgado em 2020 pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética, vinculada ao Ministério de Minas e Energia).

Deste modo, para se construir as cidades do futuro, para que elas sejam efetivas smart cities (cidades inteligentes) a discussão deve trazer também o aspecto demográfico da população em que estarão inseridas. Questões como tecnologia, mobilidade, saúde, mercado de trabalho, entre outros temas, todo o ambiente econômico e social será altamente impactado se não considerar essa massa populacional na construção de suas políticas hoje.

¹https://cities-today.com/industry/12-trends-that-will-shape-the-future-of-cities/

Texto originalmente publicado na Revista SAE

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade da autora, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

ABDI FALA SOBRE INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO REC´N´PLAY 2022

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Dia 18 de novembro, a partir das 10h, a Agência apresentará painéis sobre o uso de BIM e a digitalização dos setores das engenharias e da arquitetura em Recife (PE)

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) participará do maior festival de tecnologia e inovação do Brasil: REC´n´Play 2022. O evento acontece em Recife (PE), de 16 a 19 de novembro, no centro histórico do Recife Antigo. No dia 18/11 (sexta-feira), a ABDI apresentará dois painéis complementares de BIM para profissionais envolvidos na cadeia da construção civil.

No primeiro, às 10h, Leonardo Dias Santana, analista de Produtividade e Inovação da ABDI, na companhia de uma equipe de especialistas, falará sobre “A digitalização do setor da construção no Brasil e em Pernambuco — Cenários BIM”. O painel será no Auditório do Centro de Artesanato e vai mostrar um panorama sobre a digitalização do setor, além de abordar o papel do BIM no contexto regional e nacional.

Após o almoço, às 14h30, na Sala de Espetáculos do Teatro Apolo, Larissa Guerra, arquiteta da Unidade de Projetos Especiais da ABDI, mediará o bate-papo entre empresas que irão expor “Casos concretos do uso de BIM”. Nesta segunda parte, o painel trará as experiências de organizações que adotam BIM em obras executadas em âmbito nacional e no estado de Pernambuco e proporcionará um debate sobre boas práticas e lições aprendidas.

“A presença da ABDI no festival será uma oportunidade de expor o avanço do uso de tecnologias nas atividades dos setores e a adaptação gradativa ao ecossistema BIM a nível regional e nacional. Será também um grande momento de troca de conhecimentos e experiências entre os setores público e privado, com especialistas, estudantes e interessados no tema”, ressalta Leonardo Dias Santana.

Cristina Correia de Araújo, conselheira do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco (CAU-PE); Florencio da Silva Filho, coordenador adjunto do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CREA-PE); Max Andrade, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Tiago Lopes, presidente da Associação para o Desenvolvimento e Promoção do BIM no Estado de Pernambuco (ABIM-PE); Ricardo Freitas, programador da OnBIM Technology; Tiago Morais, engenheiro civil da ENGEConsult; Cleber Cavalcante, arquiteto da Castro Industrial; Bernardo Beltrão, arquiteto da TPF Engenharia; e Ricardo Hüttl, engenheiro civil da TECOMAT participarão dos painéis da ABDI. Larissa Guerra será a moderadora.

REC´n´Play

Realizado pelo Porto Digital e pela Ampla Comunicação, o REC’n’Play chega a quarta edição e tem como princípio ocupar o centro histórico do Recife e conectar os participantes com a experiência do ambiente de inovação do parque tecnológico por meio de quatro eixos temáticos: Tech, Cidades Inteligentes, Economia Criativa e Empreendedorismo. Ao longo dos quatro dias (16 a 19/11), haverá as atividades diversas: palestras, debates, shows, rodadas de negócios, instalações artísticas, experiências tecnológicas e muito mais.

O acesso a todas as atrações de educação, negócios, experiências e entretenimento é gratuito e aberto a participantes de todas as idades. O evento é considerado um Carnaval do conhecimento que promove a reocupação do Recife Antigo pelo recifense e por participantes de todo o país.

A programação completa e as inscrições estão no site do REC´n´Play.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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AMÉRICA LATINA RECICLA APENAS 3% DO LIXO ELETRÔNICO, DIZ PESQUISA DA ONU

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Ampliar a utilização desse resíduo e promover impactos positivos ao meio ambiente é a proposta da parceria entre a GM&C e o Movimento Circular

Apenas 3% do lixo eletrônico produzido na América Latina é descartado corretamente e o restante, 97%, não é monitorado, embora possa conter materiais de alto valor, como ouro e metais, que poderiam ser recuperados, segundo pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU). O estudo aponta desperdício de US$ 1,7 bilhão ao ano, além dos danos ao meio ambiente. O Brasil é o quinto maior produtor mundial de lixo eletrônico e deve descartar mais de 2,5 milhões de toneladas este ano.

Ampliar a utilização desse resíduo e promover impactos positivos ao meio ambiente é a proposta da parceria entre a empresa GM&C, especializada em logística reversa e reciclagem de equipamentos eletroeletrônicos, e o Movimento Circular. A união de esforços das duas organizações vai proporcionar novas ideias e projetos com potencial grande de engajamento e multiplicação dos conceitos da economia circular.

Segundo o coordenador da GM&C, Henrique Mendes, através da parceria, a empresa se propõe a difundir conteúdo sobre economia circular nos seus canais de comunicação, abrir espaços para abordar o conteúdo em eventos que participa ou promove, realizar palestras, workshops e cursos para os stakeholders. A integração vai permitir ainda ampliar o alcance do Movimento Circular, engajando novos potenciais parceiros.

A adesão da GM&C ao Movimento Circular foi oficializada no dia 3 do mês passado e representa o compromisso em promover a mudança da percepção das pessoas em relação ao chamado lixo eletrônico. “Em nosso modo de enxergar, eletrônicos usados não são lixo, pelo contrário, são recursos em potencial que precisam ser recuperados. A razão da GM&C existir é justamente acabar com o conceito de lixo eletrônico, recuperando ao máximo os recursos presentes nesses resíduos”, afirma Mendes.

Sem desperdícios

A GM&C e o Movimento Circular têm objetivos comuns para promover e incentivar atitudes para um mundo sem desperdícios. “Com a expertise dos parceiros do Movimento Circular, temos como criar campanhas com escolas, prefeituras, empresas ou outros interessados, para acelerar a implementação da logística reversa dos eletroeletrônicos no Brasil, recuperando ao máximo os resíduos presentes nos equipamentos usados que as pessoas descartam”, alega Mendes.

O Movimento Circular é uma iniciativa multissetorial que reúne pessoas e organizações empenhadas na transição da economia linear para a economia circular, através da educação e da cultura. A proposta é divulgar o conhecimento sobre a economia circular, incentivando o desenvolvimento sustentável de novos processos, produtos e atitudes para um mundo sem desperdícios.

Mais do que alternativa, a economia circular é o único caminho sustentável para as empresas, as pessoas e o planeta. O professor e pesquisador em economia circular Daniel Guzzo, embaixador educacional do Movimento Circular, explica que o desafio é criar produtos e ideias sustentáveis que tenham o poder de engajar a maior parte das pessoas com a rapidez necessária.

“Chegamos a um ponto em que temos que escalar os conceitos que estamos desenvolvendo para fazer toda a jornada de inovação chegar até as grandes empresas e sair do lugar de nicho. Temos que alcançar a maioria das pessoas ou não haverá tempo suficiente para a mudança”, diz Guzzo.

Recursos finitos

Em um mundo de recursos finitos e cada vez mais escassos, a GM&C é especializada em logística reversa e reciclagem de equipamentos eletroeletrônicos. A empresa investe em pesquisa, inovação e tecnologia para seguir liderando o setor da reciclagem de eletroeletrônicos no Brasil.

Em 2021, a GM&C reciclou 4,3 mil toneladas de eletrônicos e espera chegar à marca de 7 mil toneladas neste ano. Só no mês passado, a empresa reciclou mais de 760 toneladas. Com os novos investimentos em máquinas feitos neste ano, a companhia atingiu a capacidade de processar 30 mil toneladas de resíduos eletrônicos ao ano.

Além disso, a GM&C realiza diversas outras atividades para assegurar o melhor e mais seguro serviço de logística reversa a seus clientes. Anualmente a empresa auditou mais de 40 fornecedores e controla mensalmente mais de 450 documentos desses parceiros, além de gerenciar mais de 10 mil pontos de coleta.

“Somos essencialmente uma empresa focada e voltada para o desenvolvimento da economia circular. Uma mineradora urbana que atua diretamente na transformação do resíduo em recursos, desde a coleta, transporte, processamento do material coletado e envio para reciclagem”, afirma Mendes.

A recuperação de diversos tipos de materiais é obtida na separação automática dos resíduos dos eletrônicos, como plástico, ferro, alumínio, cobre, vidro e outros metais não ferrosos, entre eles ouro e prata, em menores proporções. A matéria-prima gerada nos processos é encaminhada para parceiros especializados, que transformam os resíduos em novos produtos, cumprindo com o ciclo da economia circular.

O plástico, por exemplo, sai da fábrica da GM&C em qualidade ideal para ser transformado em matéria-prima novamente e pode ser usado para produzir qualquer outra peça ou produto. Já o ferro é transformado em aço novamente. “Importante destacar que o aço é um material infinitamente reciclável e cada tonelada de sucata reciclada evita a emissão de 1,5 toneladas de gás carbônico no ambiente. Este aço pode ser então usado na construção civil”, comenta o coordenador da GM&C.

Mineração urbana 

Reciclar eletrônicos ajuda a recuperar quantidades significativas de metais, que deixam de ser extraídos da natureza. O processo de mineração tem impacto ambiental intensivo, resultado de escavações, movimentação de grandes veículos e das etapas de beneficiamento de dezenas de toneladas de minério para extrair alguns gramas ou quilos de metais nobres.

“Com a mineração urbana, conseguimos recuperar os mesmos metais, com a mesma qualidade, porém, com um impacto ambiental significativamente menor”, explica Mendes. Além de consumir menos energia e não demandar escavações, a mineração urbana recupera ainda o valor dos resíduos, reduzindo a quantidade de lixo e auxiliando na regeneração do meio ambiente.

Reciclagem de eletrônicos no mundo

A média de reciclagem de eletrônicos no mundo gira em torno de 17%, que é a meta brasileira para 2025, definida no Acordo Setorial – Decreto 10.240/2020. Na Europa, onde a logística reversa já é uma realidade há mais de 30 anos, os índices de reciclagem dos eletrônicos são mais elevados, em torno de 42%.

Estima-se que neste ano, serão geradas quase 60 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos no mundo, média de 7,8kg de lixo eletrônico por habitante. O país que mais gera resíduos eletrônicos no mundo é a China, mais de 10 milhões de toneladas por ano. O Brasil é o país que mais gera resíduos na América Latina.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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FUTURO DO ECOSSISTEMA GOVTECH EM PAUTA

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Evento em São Paulo discutirá a transformação digital dos serviços públicos via participação colaborativa entre iniciativa privada e o poder público

Um novo encontro passou a integrar o calendário nacional de feiras de negócios e eventos de conteúdo. Trata-se do Connected Smart Cities GovTech (CSC GovTech), um evento que nasce com o objetivo de promover a modernização e a inovação tecnológica por meio de soluções digitais para o setor público.

Conceito que ganhou corpo nos últimos anos, GovTech é o conjunto de infraestruturas, soluções e atores que utilizam a inovação e a tecnologia para aprimorarem serviços e processos públicos, com foco no desenvolvimento de soluções para problemas complexos experimentados pela sociedade. De acordo com estudo produzido antes da pandemia pela consultoria Accenture, o fenômeno é global, com US$ 400 bilhões de gastos em tecnologias governamentais em todo o mundo.

“O CSC GovTech promoverá a interação necessária entre a iniciativa privada e o poder público para a modernização dos serviços e da relação entre cidadão e governo”, detalha a CEO da Necta, Paula Faria. “Será uma oportunidade única para governo e empresas se reunirem para compartilhar demandas e ofertas e, juntos, contribuírem para o desenvolvimento de ferramentas, políticas e modelos essenciais para a operação dos governos em um mundo digital”.

Segundo ela, as mudanças sistêmicas promovidas pelas novas tecnologias só serão eficazes quando construídas colaborativamente. “Acreditamos que a chave para o sucesso e crescimento deste mercado é desenvolver um ecossistema genuinamente colaborativo e criar uma comunidade GovTech no Brasil”, avalia.

A data e o local já estão definidos: 19 de abril de 2023, no Centro de Convenções Frei Caneca – São Paulo – SP e o CSC GovTech contará com cerca de 100 palestrantes, que se alternarão em 6 áreas de conteúdo, além da participação de 30 empresas expositoras que ocuparão os 3 mil metros quadrados de área de exposição. A expectativa da Necta, idealizadora e organizadora do evento, é receber mais de 1 mil participantes. O CSC GovTech conta com a parceria estratégica da ANCITI (Associação Nacional das Cidades Inteligentes, Tecnológicas e Inovadoras), BrazilLab e Colab.

O CSC GovTech é um evento da Plataforma Connected Smart Cities, da Necta, cujo objetivo é proporcionar espaços para integração e estimular a inovação no setor público, além de trabalhar continuamente para a promoção desta integração. 

Temas abordados

A programação do CSC GovTech abordará temas estruturais como cidades inteligentes e conectadas, mobilidade urbana, digitalização, educação, inclusão, sustentabilidade, planejamento urbano, comunicação, gestão pública e financeira, transformação digital, agricultura urbana, entre outros temas que dependem de uma abordagem conjunta de todos os atores envolvidos.

“Teremos especialistas e representantes do poder público e da iniciativa privada para debater, em conjunto, as soluções para fortalecer o ecossistema GovTech. Trataremos de questões determinantes, como os modelos de financiamento, de contratação pública e o engajamento do governo e a formulação de políticas que impulsionem a contratação de serviços e soluções GovTech e o engajamento com startups dessa modalidade”, detalha Paula. 

O evento também abordará os fatores que impulsionam transformações no ecossistema GovTech, como a expectativa do cidadão na utilização de tecnologias para os serviços públicos, a acessibilidade à tecnologia por parte das empresas, a participação dos laboratórios de inovação e experimentação, além da eficiência financeira para lidar com as pressões orçamentárias sem comprometer os melhoramentos dos serviços públicos.

Mais informações

CSC GovTech

Data: 19 de abril de 2023.

Local: Centro de Convenções Frei Caneca – São Paulo.

Inscrições: clique aqui.

Sobre a Necta

A Necta desenvolve plataformas que conectam pessoas, criando ecossistemas de negócios nos segmentos de aeroportos, aviação, PPPs, infraestrutura, cidades, mobilidade, segurança pública e inovação social. A equipe é formada por profissionais das áreas de marketing, comercial, comunicação, designer, web, mídia social, pesquisa e estratégia. A Necta cria plataformas de conteúdo para clientes e parceiros, e também desenvolve projetos próprios, como o Connected Smart Cities & Mobility; AirConnected & Connected Urban Air Mobility (CUAM), P3C e o Parque da Mobilidade Urbana (PMU).

Assessoria de Imprensa: 

Valeria Bursztein – Coletivo da Comunicação

valeria@coletivodacomunicacao.com.br

+55 11 99104-2031

 

DISPOSITIVO TRANSFORMA QUALQUER BIKE EM BICICLETA ELÉTRICA

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Equipamento custa cerca de R$ 2 mil e permite rápida conversão para uso no dia a dia

Já imaginou ter uma bicicleta elétrica apenas transformado a sua bike comum? É o que propõe um dispositivo chamado Clip.

O equipamento custa cerca de R$ 2 mil (US$ 400 convertidos) e permite uma rápida conversão para uso no dia a dia. Deste modo, com um dispositivo leve e portátil, é possível ter uma bicicleta elétrica por meio de uma comum, sem precisar investir em uma nova.

A transformação pode ser feita em questão de segundos. Em suma, basta acoplar o Clip na roda dianteira da bicicleta que ela se torna elétrica. Além disso, quem está na bike consegue controlar totalmente a velocidade. Afinal, o Clip está conectado ao guidão.

É possível aumentar ou reduzir a velocidade da bike por meio do equipamento elétrico. Com isso, fica mais fácil pedalar longas distâncias ou encarar subidas e desafios pelo caminho.

Para funcionar, o Clip possui um pequeno motor e uma bateria. Embora seja um equipamento que transforma uma bicicleta em elétrica, ele é totalmente portátil. A proposta é que o ciclista possa carregá-lo na mochila para fazer uso sempre que necessário. Assim, o dono da bike não precisa deixar o equipamento instalado e chamar a atenção, correndo o risco de um furto, por exemplo.

Como funciona o Clip?

Para usar o Clip, o ciclista apenas acopla o equipamento na bicicleta para obter a função elétrica. Assim, o motor de 450W carrega uma bateria de 36 volts. Em média, o tempo de carregamento do Clip é de 40 minutos. Assim, o ciclista percorre uma distância de 16 a 24 km em cerca de 45 minutos.

Para que o dispositivo possa fazer a conversão, uma roldana transmite o movimento para a roda dianteira. Portanto, a bike passa a ser uma bicicleta elétrica com pedal assistido. Entretanto, é preciso que a pessoa pedale a bicicleta para que o Clip funcione e gere impulso para mover a bike. Com o dispositivo, a velocidade máxima da bicicleta pode chegar a 32 km/h.

Embora seja uma ideia que já chamou a atenção de ciclistas no Brasil, o Clip só está disponível dentro dos Estados Unidos. Como o projeto ainda está em fase inicial, ainda não há prazo de chegada ao mercado brasileiro.

Fonte: Mobilidade Estadão

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