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QUANDO NÃO TEM CICLOVIA, POR ONDE O CICLISTA DEVE TRAFEGAR?

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A visão de gênero e raça na mobilidade urbana
Foto: Getty Images.

Código de Trânsito Brasileiro também traz regras para ciclistas

Quando o ciclista se depara com a falta de ciclovia na rota que precisa fazer, existem alternativas para pedalar com segurança. Afinal, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) também traz regras para o tráfego de bicicletas.

De acordo com o CTB, uma opção para o ciclista, além da ciclovia ou ciclofaixa, é o acostamento. Portanto, caso esteja pedalando em uma rodovia, deve buscar este espaço.

Por outro lado, quando não há acostamento, a opção é pedalar na lateral da via. Além disso, a preferência de circulação nestes casos é da bicicleta.

Na prática, isso significa que os motoristas devem aguardar as bikes passarem, quando o espaço não for suficiente para ambos os veículos. Além disso, a distância lateral mínima é de 1,5 metro.

Caso seja seguro ultrapassar a bicicleta, também há outra regra: reduzir a velocidade. Portanto, a segurança do ciclista é sempre a prioridade.

Em qual sentido pedalar

O sentido deve ser o mesmo dos carros. Assim, o ciclista nunca deve pedalar na “contramão”, tanto no acostamento quanto na via.

A única exceção é quando uma autoridade de trânsito autoriza o tráfego no sentido contrário. Em geral, esse tipo de situação ocorre com sinalização viária específica orientando o ciclista.

Além das regras de local de tráfego para bicicleta, os ciclistas devem respeitar outra norma trazida pelo CTB, o uso de equipamentos de segurança. Em suma, é preciso adotar itens que facilitem a visão da bicicleta nas vias.

Entre os itens necessários estão espelho retrovisor do lado esquerdo e campainha. Outros equipamentos são itens de sinalização noturna dianteira, lateral, traseira e nos pedais.

Apesar de a lei não especificar, o ciclista também deve usar gestos para “se comunicar” com os motoristas a respeito de suas intenções. Portanto, existem maneiras de informar quando há obstáculos na pista ou quando há a intenção de virar à direita ou à esquerda.

Por exemplo, esticar o braço horizontalmente para um dos lados indica a intenção de virar. Já esticar a mão para baixo traz um alerta para o motorista sobre algum obstáculo.

Ciclista pode trafegar na calçada?

Embora o CTB permita o tráfego de bicicletas no acostamento e na via compartilhada com os carros, pedalar na calçada é proibido. Portanto, esse espaço deve ser deixado apenas para os pedestres.

Segundo o artigo 59 do CTB, só é possível pedalar na calçada apenas quando a autoridade de trânsito autorizar. Nestes casos, o local também é sinalizado pela prefeitura ou outro órgão público responsável.

Contudo, se não houver outra opção e o ciclista tiver que passar pela calçada, ele não pode pedalar. Conduzir a bicicleta empurrando é permitido por lei.

As regras voltadas ao tráfego de bicicletas têm como base a lógica de segurança. Nas calçadas, os pedestres são mais vulneráveis, portanto, têm preferência. Já nas vias compartilhadas com automóveis, a preocupação maior é com a segurança dos ciclistas.

Fonte: Mobilidade Estadão

A OPORTUNIDADE ‘NET-ZERO’ NA AMÉRICA LATINA E NO CARIBE

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net-zero

Uma abundância de recursos de energia renovável dá à América Latina e ao Caribe uma vantagem única que pode ajudar a região a se mover rapidamente em direção à meta de emissão líquida zero.

Quando dizemos ‘net-zero’, nos referimos a um termo definido no Acordo Climático de Paris de 2015 como um estado em que as emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera são equilibradas por remoções para fora da atmosfera durante um período determinado.

O objetivo é evitar que a Terra ultrapasse o limiar de aquecimento global de 1,5°C. Para atingi-lo, as emissões antropogênicas (provenientes da ação humana) precisam ser reduzidas em 45% até 2030 e atingir o zero líquido até 2050.

Nesse cenário, os mercados mundiais, liderados pela União Europeia, estão se voltando para importações menos intensivas em carbono, implementando mecanismos tarifários que beneficiariam produtos com baixo impacto. Isso poderia aumentar a competitividade dos produtos fabricados na América Latina e Caribe na arena global, já que a região está bem abaixo de muitos de seus rivais em termos de emissões de gases de efeito estufa por unidade de eletricidade gerada. Ao analisarmos os fatores de emissão da rede elétrica dos 15 maiores exportadores de mercadorias para os Estados Unidos, por exemplo, podemos observar que os países da América Latina apresentam valores mais baixos que os demais, e mesmo abaixo da média.

É igualmente importante notar que a produção a partir de fontes renováveis tem registrado uma redução sustentada dos preços nos últimos anos. Por exemplo, o preço da energia fotovoltaica diminuiu 50% nos últimos 5 anos e, de acordo com a Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), espera-se uma redução de até 59% em 2025, em comparação com 2015.

Além disso, a adoção de soluções em energia renovável por clientes corporativos tem aumentado ao longo dos anos, e atualmente cobre, em média, cerca de 30% da demanda de eletricidade.

Num contexto de net-zero, as emissões remanescentes devem ser compensadas durante o período de transição através da aquisição de créditos de dióxido de carbono ou da implementação de projectos de compensação. Isso representa uma grande oportunidade para gerar créditos a partir de soluções ambientais na região. Essas soluções podem ajudar o setor privado a se adaptar adequadamente aos impactos das mudanças climáticas. Além disso, esses mecanismos podem impulsionar a restauração de ecossistemas-chave, como a Bacia Amazônica.

O BID Invest tem ajudado os principais fabricantes regionais e instituições financeiras a avaliar e desenvolver suas estratégias, levando em consideração cenários de descarbonização baseados em metas nacionais, bem como as diretrizes setoriais desenvolvidas pela iniciativa Science Based Targets (SBTi) e as diretrizes da Iniciativa Financeira do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) para a Aliança Bancária por Zero Emissões Líquidas (NetZero Banking Alliance).

Até o momento, apenas 11 dos mais de 600 bancos da América Latina e do Caribe fazem parte da Aliança. Da nossa experiência de trabalho com os setores corporativo e financeiro sobre estas questões, pudemos extrair as seguintes lições:

  1. A contabilidade de emissões e o cálculo das metas de descarbonização estão muito além do conhecimento e da experiência de nossos clientes. Portanto, é necessário desenvolver capacidades com pessoal especializado e fornecer suporte por meio de ferramentas automatizadas.
  2. Embora existam diretrizes e princípios validados, há uma falta de conhecimento técnico para aplicá-los à linha de negócios dos clientes e para sistematizar as práticas.
  3. Esta tendência global surgiu e foi testada principalmente em países desenvolvidos. No entanto, aplicá-la aos países da região apresenta grandes desafios, uma vez que os setores produtivos e o nível de sofisticação tecnológica na região são diferentes. Isso se reflete na carteira de instituições que adquiriram ativos de transição de combustíveis fósseis. Como eles estão em uma fase inicial de reembolso de empréstimos (normalmente durante um período de 10 anos), é improvável que sejam capazes de liquidá-los em breve. Estas condições únicas na América Latina e no Caribe determinam em grande medida a velocidade de transição para uma carteira de baixas emissões, uma vez que as instituições investem em países específicos e não noutros.
  4. Outro desafio básico, mas significativo, é que os países em desenvolvimento precisam de crescimento econômico. O crescimento exige um aumento do financiamento, ou seja, da dimensão da carteira, resultando inevitavelmente num aumento das emissões da carteira comparada à linha de base. Neste caso, é importante usar metas baseadas na intensidade de GEE por unidade monetária na carteira — um indicador mais claro do esforço de redução de emissões. Essa recomendação é particularmente importante para os instrumentos financeiros ligados à sustentabilidade ou à descarbonização.

Cabe ao setor bancário e empresarial adaptarem-se, garantindo o acesso a instrumentos financeiros e tecnológicos que apoiem a descarbonização, bem como a serviços de assessoria, comunidades de conhecimento e ferramentas automatizadas para “traduzir” a ciência climática, facilitá-la e acelerar a sua implementação.

Fonte: BID

COMPLEXO VIÁRIO QUE FAZ LIGAÇÃO ENTRE LUCAIA E GARIBALDI É ENTREGUE PELA PREFEITURA DE SALVADOR

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Complexo Viário
Foto: Reprodução / Twitter Bruno Reis

Obra faz parte do segundo trecho do BRT da capital baiana

A prefeitura de Salvador entregou nesta quarta-feira (18) o Complexo Viário Rei Pelé, com dois viadutos que fazem ligação entre Lucaia e Garibaldi.

A obra faz parte do segundo trecho do BRT da capital baiana. No Twitter, o prefeito Bruno Reis afirmou que os novos viadutos ajudarão a “desafogar o trânsito dessa região”.

Bom dia, Salvador! Hoje estamos entregando dois elevados do Complexo Viário Rei Pelé, a nova ligação entre a Lucaia e a Garibald que vai contribuir muito para desafogar o trânsito dessa região. pic.twitter.com/IK00NEN4KH

— Bruno Reis (@brunoreisba) January 18, 2023

Obras

As obras do BRT começaram na gestão do ex-prefeito ACM Neto, em março de 2018. O primeiro trecho do BRT foi entregue em dezembro de 2020 e contou com a inauguração de corredor viário em Salvador. De acordo com a prefeitura, responsável pela obra, a intervenção trará mais fluidez ao trânsito da região e é composta por via expressa e marginal.

O conjunto de vias do novo modal tem início pela via expressa na Avenida ACM, na altura do Shopping da Bahia, e segue até o Parque da Cidade Joventino Silva, no bairro do Itaigara.

O sistema de transporte também possui outros dois trechos: o trecho 2 (Lapa/Cidade Jardim – do Hospital Aliança até a Estação da Lapa, passando pela Av. Vasco da Gama) e o trecho 3 (Parque da Cidade Pituba – Itaigara – Posto dos Namorados).

Em novembro de 2022, o BRT de Salvador iniciou a integração com outros transportes da capital baiana, depois de cerca de 40 dias em fase de testes.

Fonte: IBahia

REINO UNIDO PODE PROIBIR USO DE CARROS AOS DOMINGOS

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Reino Unido pode proibir uso de carros aos domingos
Plano do comitê possui 10 mudanças comportamentais, no total. Crédito: Hairton Ponciano

Para reduzir o consumo de combustível e emissões, Reino Unido quer vetar uso de carro em grandes cidades e incentivar transporte público e por bicicleta

O cerco os carros com motor a combustão está aumentando cada vez mais mundo afora. Depois da proibição da circulação de carros que emitem gases poluentes em várias regiões da Europa, o Reino Unido pode proibir a circulação desses veículo aos domingos. Essa é uma das recomendações que constam do relatório feito pelo Comitê de Auditoria Ambiental e enviado ao Departamento de Transportes. Além disso, as medidas visam diminuir a demanda por petróleo.

“O rápido crescimento nas vendas de carros elétricos é encorajador. Mas levará muitos anos para substituir os veículos a gasolina e a diesel”, destaca um trecho do relatório.

Volkswagen/Divulgação

Em síntese, enquanto não ocorre a total troca da frota para modelos 100% elétricos, o Reino Unido quer tomar medidas para a reduzir a poluição. Assim, além dessa espécie de rodízio, o documento também aconselha que a velocidade em vias públicas seja reduzida em 10 km/h. Afinal, quando o veiculo roda mais devagar, consome menos combustível.

Outras medidas sugeridas são incentivo ao transporte público e ao uso de bicicletas, por exemplo. “Para que o Reino Unido cumpra seus sucessivos orçamentos de carbono sob a Lei de Mudanças Climáticas de 2008 e o Acordo de Paris, as emissões de transporte devem começar a cair mais rapidamente”, informa o documento.

Além disso, o relatório mostra preocupação com o aumento das vendas de veículos grandes, sobretudo SUVs. Pois quanto maior é o porte e peso do carro, mais CO2 é emitido. Em síntese, o motor precisa de mais força para mover uma quantidade maior de massa. Como resultado, precisa de mais combustível. Seja como for, não há informações sobre o inicio da implantação dessas medidas.

Fonte: Mobilidade Estadão

MOVIDA REDUZ PEGADA DE CARBONO COM NUVEM VERDE DO GOOGLE

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Arquivo Nacional lança Matriz de Carbono e reforça compromisso com a sustentabilidade
Fot: Getty Images

A empresa deixou de emitir 610 mT de CO2 em infraestrutura tecnológica

Cada vez mais consumidores, funcionários e investidores exigem que as organizações priorizem a sustentabilidade e sejam transparentes sobre o impacto que estão causando no planeta. Com isso, o tema ganhou relevância e entrou na fila de decisões estratégicas das companhias. Exemplo disso é a Movida, que contratou o Google Cloud para acelerar a transformação digital e atingir seus objetivos de sustentabilidade.

Como uma das metas da companhia é reduzir 30% da intensidade das suas emissões de carbono até 2030, a companhia viu na nuvem verde do Google uma oportunidade para criar uma infraestrutura tecnológica mais sustentável. Só durante o primeiro ano, a Movida migrou praticamente todos os sistemas para dentro da nuvem, deixando de emitir 610 mT (toneladas métricas) de CO2 em infraestrutura tecnológica — o que equivale ao uso de energia por 5.062 casas.

Para carros elétricos, a meta da Movida é eletrificar 20% da frota. Atualmente, a empresa possui mais de mil veículos elétricos e eletrificados e somente em 2021, adquiriu 10% dos carros elétricos vendidos no Brasil. “Acreditamos que o carro elétrico é uma solução que veio para ficar e apoia o aumento das opções para uma mobilidade mais sustentável”, diz Pedro Telles, gerente de sustentabilidade da Movida à Forbes Brasil. Além disso, a meta é que 90% da frota flex esteja sendo abastecida por etanol.

Segundo Luiz Peixoto, diretor de TI da Movida, a empresa tem um plano de descarbonização que estimula o abastecimento com fontes renováveis como o uso do etanol, incluindo carros elétricos, além da compensação de carbono por meio do Programa Carbon Free, no qual a empresa não compra créditos de carbono e realiza o plantio de árvores em parceria com a Fundação Black Jaguar.

Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.
“Com o modelo implementado com o Google Cloud, conseguimos ter a visibilidade sobre a redução de emissões de gases de efeito estufa em novos processos. Essa conexão com fornecedores, que também estão empenhados em implementar uma economia de baixo carbono, é parte fundamental para o nosso plano estratégico”, comenta o executivo.

Segundo Peixoto, a Movida também tem explorado uma estratégia de dados com integração e análise em tempo real de toda a sua operação, combinada com o uso de soluções de inteligência artificial e machine learning em projetos de transformação digital e com impacto na sustentabilidade.

De acordo com o executivo, entre eles estão iniciativas para identificar a eficiência dos combustíveis a ser colocado nos veículos alugados e, com isso, medir com maior acuracidade o impacto ambiental. “Sugerir a rota mais econômica para o veículo locado, atingir a meta de ter 100% de energia limpa nas suas lojas e o desenvolvimento de novos negócios no futuro também são tópicos explorados”, complementa.

Google Cloud na prática

A nuvem do Google oferece uma infraestrutura que compensa 100% do uso anual de energia com energia renovável, além de maior eficiência energética, ferramentas que permitem a melhor visibilidade das emissões de CO2 através da nuvem e meios para criar estratégias para reduzi-la.

“Ao migrar uma aplicação que rodava em um data center próprio ou em outra instalação, por exemplo, as emissões operacionais líquidas resultantes daquela aplicação serão zero”, explica Camila Zoé Frias, head de comunicação do Google Cloud.

Camila ainda explica que os data centers do Google Cloud são projetados, construídos e operados para maximizar o uso eficiente de recursos. “Nossos esforços têm como objetivo garantir que cada data center acelere a transição para energia renovável e soluções de baixo ou zero carbono. Possuímos um longo histórico de energia limpa”, complementa.

Para ela, a sustentabilidade está impulsionando transformações, tanto nos negócios como na sociedade e no meio ambiente. E a nuvem é a chave para permitir e acelerar essa transformação.

Marcelo Comin, head de vendas do Google Cloud Brasil, acrescenta que cada vez mais empresas procuram o Google Cloud como um aliado para descarbonizar suas operações e, ao mesmo tempo, habilitar projetos de inovação importantes para os negócios.

“Desde os primeiros dias, o Google se concentrou em operar os negócios de maneira ambientalmente mais sustentável. Somos carbono neutros desde 2007 e temos o compromisso de administrar nossos negócios com energia livre de carbono em todos os lugares, em todos os momentos, até 2030. Com o Google Cloud, levamos uma nuvem transformadora e limpa para os nossos clientes, ajudando a criar um futuro mais sustentável para todos”, diz o executivo.

Algumas soluções implementadas pelo Google Cloud são: permitir aos usuários visualizar o painel da pegada de carbono, facilitando o acesso das equipes de sustentabilidade, emitir um relatório personalizado para que os clientes consigam entender suas emissões de carbono associadas ao uso do Google Cloud Platform e medir o progresso em relação às metas de sustentabilidade.

Fonte: Forbes

BYD BRASIL PRODUZ PAINEL DE ALTA EFICIÊNCIA E BAIXO COEFICIENTE TÉRMICO

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BYD Brasil produz painel de alta eficiência e baixo coeficiente térmico
Novo módulo Harpia N-Type Topcon 555 Wp. Foto: BYD/Divulgação

Com tecnologia nacional, o módulo Harpia traz a tecnologia N-Type TOPCon e potência de até 575 Wp

BYD Energy do Brasil começou a produzir o módulo fotovoltaico Harpia, que traz a tecnologia N-Type TOPCon e potência de até 575 Wp. O primeiro lote já foi produzido para venda.

A novidade – cujo projeto foi desenvolvido integralmente pela área de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) da empresa no Brasil – traz grandes diferenciais como, por exemplo, uma maior eficiência energética.

Mais uma vantagem, segundo a fabricante, é o seu baixo coeficiente térmico, 12,8% menor em relação a produtos anteriores, característica de suma importância em países como o Brasil, que tem clima tropical.

O Harpia conta ainda com taxas reduzidas de LID (Degradação Induzida pela Luz) e PID (Degradação Induzida pela Potência) ao longo do tempo. A nova tecnologia permite que o índice de degradação chegasse a menos de 0,5% ao ano, contra cerca de 0,7% de equipamentos anteriores.

De acordo com a companhia, para atingir níveis altos de confiabilidade, qualidade e eficiência, houve uma série de etapas desenvolvidas e uma longa trajetória de experimentação, incluindo complexos testes de laboratório, passando por avaliações de confiabilidade do protótipo, até chegar ao produto final.

O Harpia foi desenvolvido totalmente no país, pela equipe brasileira. Foto: BYD/Divulgação
O Harpia foi desenvolvido totalmente no país, pela equipe brasileira. Foto: BYD/Divulgação

A BYD estará preparada para atender a toda a demanda de mercado para o produto a partir do 2º trimestre de 2023. “Hoje, a BYD Energy conta com uma grande capacidade tecnológica. Aqui no Brasil, temos um staff de engenharia e P&D que supre todas as operações voltadas a novos desenvolvimentos”.

“Tenho convicção de que o início da fabricação deste novo produto atesta que, além de dominarmos uma tecnologia de ponta, atingimos nossa plena maturidade de mercado”, afirmou Marcelo Taborda, diretor de Vendas da BYD Energy do Brasil.

“Toda a nossa eficiência, qualidade e inovação no desenvolvimento de novos produtos são frutos do trabalho de uma equipe qualificada, que tem à disposição uma das melhores e mais atualizada infraestrutura de P&D na área fotovoltaica da América Latina”, destacou Rodrigo Garcia, gerente de P&D da BYD Energy do Brasil.

Mais eficiência

Com a tecnologia do novo módulo Harpia N Type Topcon, torna-se possível reduzir a área de instalação mantendo a mesma energia de saída. A economia acaba se refletindo também em menor aplicação de estruturas metálicas e diminuição do custo do arrendamento da área ocupada.

“Assim, o cliente pode diminuir seus custos, com um investimento menor e ainda melhorar substancialmente a eficiência energética, além de reduzir a quantidade de equipamentos e chegar a um custo operacional mais baixo. Isso, sem contar com as vantagens do novo módulo, em função do baixo índice de degradação anual e alta eficiência, e a possibilidade de redução do LCOE (Levelized Cost of Energy)”, ressaltaram.

O módulo Harpia estará disponível ao mercado a partir do início do 2º trimestre de 2023. Foto: BYD/Divulgação
O módulo Harpia estará disponível ao mercado a partir do início do 2º trimestre de 2023. Foto: BYD/Divulgação
O novo Harpia N Type Topcon possui reduzida taxa de degradação ao longo do tempo. Foto: BYD/Divulgação
O novo Harpia N Type Topcon possui reduzida taxa de degradação ao longo do tempo. Foto: BYD/Divulgação

Vantagens comparativas

Segue, abaixo, uma comparação do Harpia N Type Topcon vs Mono PERC:

  • Potência: > 6,3%;
  • Coeficiente térmico: < 12,8%;
  • Eficiência: > 6%;
  • PID/LID reduzidos;
  • Melhor desempenho em condições de baixas irradiâncias;
  • Menor taxa de degradação anual: – 0,4% ao ano;
  • Redução do LCOE.

PAPEL DA TELEMETRIA NO FUTURO DO TRANSPORTE

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Papel da Telemetria no futuro do transporte
Foto: José Fernando Ogura/SMCS

A telemetria está presente no nosso dia a dia, especialmente para nós, que estamos no setor do transporte. 

Essa tecnologia, que permite o monitoramento em tempo real de diversos fatores do veículo, tal como informações sobre local, tempo e até comportamento, captura, analisa e transmite dados precisos que vêm exercendo papel fundamental na evolução da mobilidade urbana.

O exercício da telemetria não acontece apenas no transporte de carga, mas também no transporte de passageiros. Um ótimo exemplo é a operação que acontece no BRT Sorocaba, onde o sistema conta com a tecnologia de telemetria embarcada e onde eu e todo o time da UniQ temos o prazer de contribuir com as nossas soluções.

Telemetria e transporte de passageiros

Na conjuntura do transporte urbano de pessoas, a telemetria já vem atuando de forma magnífica em diferentes frentes e a tendência é que essa atuação se amplifique, tanto em alcance como em especificidades.

Por meio dos dados adquiridos com o uso dela é possível alcançar a redução do consumo de combustíveis, diminuindo despesas e ainda preservando combustíveis fósseis.

A telemetria contribui com a diminuição de acidentes, o que provoca uma otimização do uso do espaço urbano. Isso porque, ao entender melhor sobre o comportamento destes transportes e evitando acidentes, o perímetro urbano é usado de maneira mais assertiva e o transporte urbano se torna mais seguro e funcional.

Com a redução de custos de manutenção, promovida pelo uso dessa tecnologia, é possível aumentar a vida útil dos veículos, reduzindo o descarte de peças e a produção exacerbada.

Maior eficiência no registro e traçado de rotas também é observado com o uso da telemetria, otimizando o trânsito nas cidades. Além disso, ela ainda exerce posição decisiva no que se refere a manter a conformidade com órgãos reguladores, fazendo com que a mobilidade pública se desenvolva de forma cada vez mais justa, competente e transparente.

Podemos esperar para o futuro, avanços cada vez maiores na telemetria de voz e imagem, contando com câmeras embarcadas internas e externas. Hoje, essas funções já são imprescindíveis para trazer informações cada vez mais relevantes para o motorista e para a análise do ambiente em que falhas ocorrem. Isso tudo ajuda a identificar onde podem haver melhorias nas operações e, por isso, essa inteligência deve se desdobrar ainda mais.

Já existem, por exemplo, tecnologias que permitem identificar sinais de desatenção do motorista como olhos fechados, uso de celular durante a condução e até mesmo bocejos, evitando acidentes e enriquecendo os feedbacks da gestão.

Transporte de carga 

Em termos de transporte de carga, é impossível não refletir sobre a realidade que se desdobrou depois da pandemia do Covid-19. A partir de toda a transformação comportamental, tanto da população quanto do mercado, a brusca aceleração digital foi inevitável, o que abriu grandes oportunidades para o setor de logística e transporte de carga.

Com o crescimento dos players e o aumento da competitividade, a telemetria entra para ajudar as empresas a tornar o seu serviço cada vez mais rápido, eficiente e sustentável.

Por meio dos dados analisados pela telemetria é possível fazer uma gestão mais apurada das frotas, prevenindo falhas, melhorando a performance e protegendo a segurança das cargas e dos motoristas.

Para o cliente final, a telemetria traz dados extremamente pertinentes que o ajudam a decidir pelo melhor serviço para si, dentre um mercado com tantas opções.

Espera-se ainda que o desenvolvimento de tecnologias 5G, que vem se desdobrando no país, abra um novo leque de possibilidades onde a telemetria pode integrar através de IoT (Internet of Things).

Veículos autônomos e eletrificação

A questão da segurança em termos de veículos autônomos é, hoje, o maior desafio para que a tecnologia se propague ao redor do mundo. E como falar de segurança na inteligência “driverless” sem falar de telemetria?

O estudo e avanço da telemetria, além de dados valiosíssimos encontrados durante os testes deste tipo de transporte, são essenciais para garantir a segurança da direção autônoma. É através da telemetria que faremos com que todo esse cenário se torne uma realidade mundial nos próximos anos.

Os veículos elétricos, que chegam trazendo eficiência e sustentabilidade, trazem também o desafio relacionado à autonomia das baterias. É aí que entra juntamente a telemetria, analisando como aproveitar de maneira inteligente a vida útil dessas baterias.

Dessa maneira, fica claro que é crucial o papel da telemetria em relação às tecnologias do transporte que estão chegando.

É com este pensamento que ressalto a importância do investimento na telemetria embarcada no Brasil. É preciso que essa tecnologia esteja presente nas frotas em maior capilaridade, muito maior. O transporte, seja ele de passageiros ou de carga, precisa estar conectado, essa é a única maneira de acelerar com segurança na rota para o futuro.

Por Fernando Cesar, CEO da UniQ.

SETOR RODOVIÁRIO REGULAR REGISTRA AUMENTO DE 18% DE PASSAGEIROS

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Setor rodoviário regular registra aumento de 18% de passageiros
Foto: Claudio Vieira

Balanço do fim do ano de 2022 do setor rodoviário regular registra aumento de 18% de passageiros e diminuição recorde de acidentes nas rodovias em relação a 2021

O aumento do número de passageiros é comparado ao número de embarcados em 2019, pré-pandemia

As empresas regulares do setor rodoviário têm ótimos resultados para comemorar na entrada de 2023. De acordo com informações da Abrati – Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros, associação que representa a maior parte dos operadores do transporte rodoviários no país, apesar da crise vivida nos últimos anos com a pandemia e da proliferação do transporte clandestino digital, os principais grupos empresariais do transporte rodoviário brasileiro estão satisfeitos com os resultados obtidos no fim do ano de 2022.

Letícia Pineschi, conselheira e porta-voz da Abrati
Só para se ter uma ideia, além de aumentar em 18% o número de embarques de passageiros em relação ao movimento de 2019, pré-pandemia, no período de festas de fim de ano (de 23 de dezembro/22 a 2 de janeiro/23), o setor ainda comemora a queda recorde do número de acidentes nas estradas. Segundo dados da Polícia Rodoviária Federal, no mês de dezembro, houve uma diminuição geral do número de acidentes graves nas estradas – em torno de 65% em relação ao mesmo período do ano passado. “Já no caso do setor rodoviário regular interestadual de passageiros esse percentual chega a quase 100%, um número recorde”, destaca Letícia Pineschi, conselheira e porta-voz da Abrati.

Para a executiva, as informações refletem o trabalho consistente que as empresas regulares estão fazendo para operar com a máxima segurança nas estradas. “Os motoristas são treinados para dirigir de maneira segura, respeitando as regras de trânsito e de biossegurança, e os veículos estão cada vez mais modernos. Há também investimentos em frotas cada vez mais confortáveis com o intuito de oferecer uma experiência de primeira classe aos passageiros”.

Além disso, um dos principais indicativos de eficiência do setor regular rodoviário está justamente ligado ao baixíssimo índice de sinistralidade ou intercorrências relacionados à segurança nas estradas. “Para chegar a esse patamar, os ônibus regulares contam com aplicativos de alerta, controle de velocidade e monitoria da viagem”, conta a executiva.

No entanto, para que a população não corra riscos, é importante que ela saiba diferenciar a operação legal e regular de viagens clandestinas, que contribuíram negativamente para alavancar o registro de acidentes e intercorrências para passageiros em todo país. “Os veículos clandestinos costumam oferecer aos passageiros um atrativo: o preço mais baixo em relação ao transporte regular. Mas a vantagem é só uma ilusão. A tarifa não leva em conta a ausência de descanso, a deficiência de exames toxicológicos e até mesmo a falta da carteira nacional de habilitação dos motoristas. Além de todos esses riscos, existe também o abandono dos passageiros à própria sorte, quando a fiscalização efetuar interrupções de viagens clandestinas compradas por meio de aplicativos que vendem os serviços intitulados como “fretamentos colaborativos, que na realidade são empresas não autorizadas ao transporte público operando à margem da legalidade”, ressalta Letícia.

Ou seja, só por meio das empresas regulares é garantido que os passageiros façam o embarque e o desembarque com total segurança, em terminais autorizados e fiscalizados.

Vale ressaltar também que as empresas regulares e as rodoviárias de todo o País estão cada vez mais atentas para levar experiências inovadoras para acolher e entreter os seus usuários. Neste fim de 2022, por exemplo, o terminal Novo Rio, no Rio de Janeiro, promoveu atrações com passistas de uma escola de samba e sketch com humoristas. Já em outras localidades, como na rodoviária de Juiz de Fora, em Minas Gerais, houve entrega de presentes para crianças carentes, presença de um Papai Noel e atividades infantis. “Tudo isso mostra uma mudança de paradigma do serviço de transporte, que está criando cada vez mais relacionamento com o cliente em todas as etapas da sua jornada. Isso inclui desde a compra, até as facilidades oferecidas dentro do ônibus, como wifi e internet free a bordo, além das atrações nos terminais rodoviários”, finaliza a executiva.

Fonte: Rádio Ônibus

P3C DISCUTE IMPORTÂNCIA DA UNIVERSALIZAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO

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PPPs de infraestrutura- P3C

Novo Marco Legal destaca princípios fundamentais de atendimento à saúde de populações, principalmente em situações de vulnerabilidade social.

No próximo dia 8 de fevereiro, será realizado, em Brasília, um evento de abertura da Conferência P3C – PPPs e Concessões: Investimentos em Infraestrutura no Brasil intitulado; Universalização do Saneamento – Novo Marco Legal. A iniciativa tem o objetivo de proporcionar discussões sobre os principais aspectos envolvendo o papel da gestão pública, em conjunto com instituições privadas e agências reguladoras, na prestação de serviços eficientes de saneamento básico, um pilar essencial para o desenvolvimento socioeconômico de uma nação, aos cidadãos. A 2ª edição do P3C, propriamente dita, será realizada presencialmente entre os dias 27 e 28 de fevereiro.

Idealizado pelo Portugal Ribeiro Advogados e organizado pela Necta, dentre os palestrantes confirmados no evento estarão presentes: Mauricio Portugal Ribeiro, Sócio – Portugal Ribeiro Advogados, Jerson Kelman, Professor de Recursos Hídricos – COPPE-UFRJ, Mario Engler Pinto Jr., Presidente do Conselho de Administração – SABESP e CORSAN, Cleverson Aroeira, Analista – BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Verônica S. da Cruz Rios, Diretora-Presidente – Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico.

“O evento, que antecede os dois dias de Conferência da P3C, em Brasília, tem o intuito de debater com clareza os principais critérios propostos pelo Novo Marco Legal de saneamento e salientar a importância da implantação da nova lei para fomentar a universalização da prestação de serviços de saneamento, de qualidade e eficiência, a médio e curto prazo no país”, destaca Maurício Portugal Ribeiro, sócio da Portugal Ribeiro Advogados. O texto do manifesto de apoio ao Novo Marco Legal pode ser conferido na íntegra neste link

Investimentos em saneamento básico e os benefícios para a sociedade

O acesso universal e de qualidade ao conjunto de serviços que envolvem a área de saneamento básico é um direito previsto pela Constituição Federal. O investimento em ações de modernização e ampliação de tais serviços de atendimento beneficia a sociedade em geral nos âmbitos da saúde, meio ambiente, economia e educação.

Dentro os impactos positivos para a população, destacam-se: preservação da qualidade de vida e maior proteção contra doenças, conservação de recursos de subsistência, avanços nos níveis de IDH, que incluem melhoras nos índices da educação e na oferta de empregos.

Novo Marco Regulatório do Saneamento

De acordo com o texto da Lei nº 14.026/2020, o Novo Marco Regulatório do Saneamento apresenta diretrizes e metas para o cumprimento da expansão do fornecimento de serviços de atendimento, coleta e tratamento de esgoto para toda população, principalmente para comunidades localizadas em áreas de risco, até o ano de 2033. É uma agenda estratégica e integra o rol de nichos de mercados de infraestrutura econômica, social e ativos ambientais. 

Serviço:

P3C 2023 – PPPs e Concessões – Investimentos em Infraestrutura no Brasil      

Quando: 08 de fevereiro   

Pré-evento: Universalização do Saneamento – Novo  Marco Legal

Programação: Clique aqui.

Inscrições:

Evento online e gratuito    

Evento presencial e gratuito

COMISSÃO EUROPEIA PREPARA LEGISLAÇÃO PARA INDÚSTRIA SEM EMISSÃO DE CO2

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Comissão Europeia prepara legislação para indústria sem emissão de CO2

A UE estabeleceu como meta a redução de suas emissões de gases do efeito estufa em 55% até 2030, em comparação com os níveis de 1990

A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), vai preparar uma legislação para implementar uma “indústria com zero emissão” de gases de efeito de estufa, apoiada em tecnologias verdes – anunciou a presidente da instituição, Ursula von der Leyen, nesta terça-feira, 17, em Davos.

A normativa buscará “identificar objetivos claros para a tecnologia limpa europeia até 2030. O objetivo será concentrar o investimento em estratégias e projetos ao longo de toda cadeia de abastecimento”, declarou Von der Leyen.

O plano também irá “simplificar e acelerar autorização para novos locais de produção de tecnologia limpa”, acrescentou a responsável.

A presidente também insistiu em sua ideia de criar um Fundo Soberano Europeu para apoiar a indústria.

“A médio prazo, prepararemos um Fundo Soberano Europeu como parte da revisão (…) do nosso orçamento até o final do ano”, destacou.

De acordo com ela, este fundo “irá proporcionar uma solução estrutural para impulsionar os recursos disponíveis para pesquisa, inovação e projetos industriais estratégicos essenciais para chegar ” a uma indústria neutra em carbono.

A UE estabeleceu como meta a redução de suas emissões de gases do efeito estufa em 55% até 2030, em comparação com os níveis de 1990. O bloco pretende alcançar a neutralidade de carbono até 2050.

Em seu discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos, Von der Leyen reforçou a importância de contar com um marco regulatório.

“Devemos criar um ambiente regulatório que permita uma implementação rápida e crie condições favoráveis para os setores essenciais”, apontou.

Negociada no Parlamento Europeu e nos países do bloco, esta legislação “seguirá o modelo” de uma normativa já lançada pela mesma Comissão para reforçar a produção de semicondutores.

Além de grandes investimentos, o plano para os semicondutores contempla um relaxamento das normas da UE sobre auxílio estatal no financiamento de pesquisas de novas tecnologias.

UE ameaça investigar subsídios chineses para atrair tecnologia limpa

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, criticou os esforços para atrair indústrias europeias de tecnologia limpa para a China e ameaçou investigar os subsídios de Pequim.

“Não hesitaremos em abrir investigações se acreditarmos que nossa contratação pública ou outros mercados estão sendo distorcidos por tais subsídios”, alertou.

“Quando o comércio não é justo, as nossas reações devem ser mais enérgicas”, afirmou Von der Leyen, apontando em particular para Pequim, mas recordando também a “preocupação” que o grande plano de investimentos climáticos do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, desperta na Europa.

Esse plano, chamado de Lei de Redução da Inflação (IRA), prevê grandes subsídios para empresas americanas no setor de veículos elétricos ou de energia renovável.

“Estamos trabalhando com os Estados Unidos para encontrar soluções”, por exemplo, para que empresas europeias ou carros elétricos fabricados na União Europeia possam se beneficiar da lei americana.

“Nosso objetivo deve ser evitar qualquer interrupção no comércio e investimento transatlânticos”, disse ela.

Também em Davos, o enviado climático dos EUA, John Kerry, disse nesta terça-feira que os países que reclamam da lei deveriam tentar imitar os Estados Unidos.

“A reação de outros países não deveria ser: ‘Meu Deus, você não deveria fazer isso, você está nos colocando em uma posição injusta’. Faça isso também. Todos precisam fazer o mesmo para acelerar ainda mais esse processo”, pediu Kerry.

Von der Leyen denunciou que a China incentiva abertamente empresas da Europa e de outros países que consomem muita energia a transferir toda ou parte de sua produção para seu território, com a promessa de energia barata, baixos custos trabalhistas e uma regulamentação menos rígida.

Fonte: Exame