spot_img
Home Blog Página 178

A TECNOLOGIA 5G E AS CIDADES INTELIGENTES

0
5G completa 1 ano no Brasil: perspectivas para o cenário em SC
(crédito: AFP / Pau BARRENA)
Por: LUIZ FERNANDO MACHADO – Prefeito de Jundiaí (PSDB-SP)

Os municípios brasileiros começam a avançar com o uso mais intensivo da tecnologia, permitindo conectar as pessoas e os equipamentos urbanos — oferecendo serviços públicos eficientes e de qualidade — bem como facilitando e democratizando o seu acesso pela população. A chegada da tecnologia 5G começa a ser instalada no país e vai promover a expansão dessas ferramentas de forma exponencial.

Uma cidade inteligente tem como um dos pilares uma forte gestão de dados, que vai garantir o sucesso de políticas públicas. Um dos exemplos é o Observatório Jundiaí, portal que criamos com 300 indicadores vinculados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), formulados pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Nele, o morador tem acesso a informações das áreas de saúde, educação, transporte, segurança, economia, obras em tempo real, entre outras. Fizemos ainda uma atualização, agregando 100 indicadores voltados à primeira infância, incluindo dados sobre a cobertura de vacinas, saúde bucal, internações e matrículas escolares.

Os munícipes têm ainda uma ferramenta de gerenciamento inteligente do Plano Plurianual (PPA) da cidade e podem observar os avanços dos programas e dos investimentos previstos para o município de forma mais transparente. Além disso, o App Jundiaí traz mais de 130 funcionalidades nas mais variadas áreas como segurança, cultura e saúde, bem como 45 opções de serviços da prefeitura.

O investimento em tecnologia, ao contrário do que pode parecer, humaniza o atendimento à população. Uma gestão mais eficiente, capaz de diagnosticar eventuais gargalos e rotas a serem corrigidas, oferece serviços de melhor qualidade. Na economia, uma pesquisa internacional mostra que as cidades inteligentes serão responsáveis por 60% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2025. Mas esse é apenas o começo de um desafio fascinante para as administrações municipais.

A tecnologia 5G prevê a implantação de sensores de internet das coisas (também conhecida como IoT). Se na tecnologia 4G vivenciamos a jornada da internet dos aplicativos com a conectividade de celulares mais rápida, agora as portas se abrem para uma rede de alta velocidade e baixa latência, garantindo uma conexão muito mais rápida dos dispositivos. O poder disruptivo do 5G está apenas engatinhando e traz oportunidades de gestão e negócios ainda nem sequer imaginados.

Para o administrador público, é a oportunidade de utilizar ferramentas que ajudarão no planejamento urbano. Já é possível entender como a população se movimenta e os horários de picos do transporte público. Com isso, podemos ampliar a oferta de ônibus, estimular o uso de bicicletas e colocar na mão do munícipe a melhor alternativa para locomoção, utilizando inclusive mais de um modal. De acordo com pesquisas internacionais, será possível reduzir fatalidade no trânsito e de violência entre 8% e 10% e queda de 30% na criminalidade com o uso de dispositivos conectados à rede 5G.

Na área da saúde, as soluções devem garantir um atendimento transversal dos cidadãos. Com os dados, podemos analisar as informações da população de um determinado bairro e quais os serviços públicos mais adequados. Por exemplo: em uma localidade com um grande número de pessoas com diabetes, a prefeitura poderá instalar equipamentos para estimular atividades físicas e a implantação de empresas de produtos saudáveis, bem como treinar equipes de saúde para atendimentos específicos. Já os bairros com um maior número de jovens, a administração municipal pode adotar políticas públicas de estímulo à leitura, com bibliotecas, incentivo às atividades esportivas, com quadras, entre outros equipamentos.

Esse é o momento que começamos a descortinar um futuro de muitas possibilidades para uma administração pública com serviços de qualidade e transparência. É um desafio estimulante, que ocorrerá com rapidez surpreendente. Precisamos estar preparados para esse momento.

Fonte: Correio Braziliense

DESCARBONIZAÇÃO DAS CIDADES: KPMG APONTA 5 ETAPAS PARA REDUÇÃO DAS EMISSÕES DE CO2

0
Emergências climáticas e as cidades do futuro
(Qilai Shen/Bloomberg)

Projetos podem não só melhorar a qualidade do ar dos centros urbanos, mas, também, ter efeitos positivos sobre as finanças dos municípios e das empresas, mostra estudo da KPMG

KPMG realizou uma pesquisa global chamada “Net Zero Readiness Spotlight: Cities” sobre como as administrações das cidades têm lidado com o tema da descarbonização. Segundo a companhia, a maioria das cidades no mundo colocou em prática planos ambiciosos e ações climáticas de emergência para zerar as emissões de gases de efeito estufa e cumprir o Acordo de Paris sobre o clima.

Embora essas medidas possam ser afetadas por barreiras financeiras, políticas e regulatórias, e prioridades conflitantes, as cidades devem alavancar tecnologias, orçamentos, políticas verdes, parcerias e novos modelos de governança para influenciar a redução das emissões. Assim, as cidades precisam agir para descarbonizar as principais cadeias de suprimentos e utilizar cenários urbanos e regionais para retirar carbono da atmosfera.

“As cidades precisam colocar em prática estruturas robustas e ágeis de governança climática para zerar as emissões de gases de efeito estufa. Juntamente com isso está a aplicação de estruturas inovadoras e criativas de gerenciamento para enfrentar desafios operacionais. As cidades também devem atuar na educação, orientação e estímulo à mudança comportamental, especialmente nas escolhas sobre consumo, gerenciamento de resíduos, reciclagem e mobilidade”, afirma Leonardo Giusti, sócio-líder de Infraestrutura, Governo e Saúde da KPMG no Brasil.

Segundo o estudo, engajar cidadãos ajuda na aceleração da ação climática, sendo que os centros urbanos concentram mais de 50% da população mundial, 80% do PIB global e mais de 70% das emissões anuais de carbono. A estimativa, segundo a companhia, é que 70% da população mundial viverá nas cidades até 2050, o que aumentará a demanda por infraestrutura de energia. Pensando nisso,a KPMG listou 5 etapas para a descarbonização para as cidades:

1- Atração de investimentos do capital privado

Os recursos financeiros necessários para uma transição global ao carbono zero precisam vir também do capital privado, além de cidades e governos nacionais, para, assim, facilitar as transições físicas e econômicas. Pensando nessa tendência, o mercado financeiro sustentável está se expandindo e essa nova categoria de investidores, chamados investimentos mistos, buscam catalisar a descarbonização integrando a tríade de clima, finanças e tecnologia.

2- Operacionalização de ações justas pelo clima urbano

É necessário que as cidades assegurem que a equivalência climática não seja somente reconhecida, mas também se torne um procedimento que garanta ganhos sobre as ações climáticas com redistribuições eficazes. Para isso, é preciso exigir novas soluções e parcerias.

3- Criação de colaborações inovadoras e de parcerias

Para zerar as emissões de gases de efeito estufa, as cidades precisam integrar setor privado, governos estaduais, governo nacional, organizações não governamentais e outros parceiros. As parcerias, além de cruciais, também devem priorizar a colaboração com as comunidades considerando que políticas, projetos e iniciativas podem ser executados localmente para mitigar riscos e ampliar a participação da sociedade.

4- Utilização de ferramentas de dados corretos para integrar políticas 

Grandes centros urbanos precisam avaliar e monitorar os resultados de suas ações de mitigação e adaptação. Para isso, o big data e a inteligência artificial (IA) se mostram como ferramentas cruciais para alcançar as metas das cidades. Para gerir os dados, as estruturas públicas municipais, estaduais e federais precisam operar integrados. Dito isso, os dados e as informações precisam ser reforçadas no nível municipal para ajudar a assegurar uma transição organizada para o carbono zero.

5- Aceleração da ação carbono zero com alavancagem da tecnologia

Os relatórios mais recentes do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas enfatizam a importância das tecnologias de emissões negativas, que se mostram essenciais para as cidades zerarem as emissões de gases de efeito estufa. Segundo o painel, aproximadamente 50% das emissões deveriam ser cortadas para que o carbono zero possa ser uma realidade. Por esse motivo, as cidades precisam de pesquisa para desenvolverem tecnologias que correspondam às atuais necessidades.

“A crise das mudanças climáticas vai além das fronteiras municipais e nacionais, exigindo o poder coletivo de uma coalizão global, e as cidades têm mais capacidade do que imaginam para avançarem rumo a um futuro de baixo carbono enquanto ajudam a garantir a prosperidade. As cidades inteligentes são uma oportunidade para alavancar as tecnologias inovadoras e aumentar a eficiência das operações da administração municipal”, afirma Tatiana Gruenbaum, sócia-diretora líder do segmento de Infraestrutura da KPMG no Brasil.

Fonte: Exame

PACTO GLOBAL DA ONU NO BRASIL E CONSELHO NACIONAL DO MP ASSINAM ACORDO PARA FOMENTO DOS ODS

0
Pacto Global da ONU no Brasil e Conselho Nacional do MP assinam acordo para fomento dos ODS

Acordo deve disseminar no país os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e os dez princípios do Pacto Global da ONU

Pacto Global da ONU no Brasil e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) assinaram na terça-feira, 14, o Acordo de Cooperação Técnica para promover os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no País e disseminar os dez princípios do Pacto Global da ONU.

Na sessão ordinária realizada em Brasília, Rinaldo Reis Lima, conselheiro do CNMP, explicou que a parceria focará principalmente em dois objetivos: implementação dos ODS e em desenvolver instrumentos e estratégias mais eficientes e eficazes na defesa da Floresta Amazônica.

“Nosso objetivo é trazer as empresas para essa discussão de maneira efetiva. Elas têm capacidade produtiva e de inovação e são o problema, mas também são a solução para avançar nos ODS, reduzir os impactos negativos e extrair tudo o que podemos de positivo nesses temas”, explicou Carlo Pereira, CEO do Pacto Global da ONU no Brasil, durante a solenidade.

Já Camila Valverde, COO do Pacto Global da ONU no Brasil e diretora da Frente de Impacto, diz que: “Estamos motivados e esperançosos com esta cooperação entre Pacto Global e CNMP, pois acreditamos na força das instituições e sua capacidade de transformar a realidade em prol do desenvolvimento sustentável”.

Para a região Amazônica, a cooperação pretende desenvolver estratégias de proteção, fiscalização e fortalecimento das atividades humanas sustentáveis. Os projetos serão coordenados pela Comissão de Meio Ambiente do CNMP e por um Grupo de Trabalho criado pelo Pacto Global da ONU no Brasil.

No mesmo encontro, a Future Carbon Holding anunciou que será a empresa responsável por elaborar o inventário de emissão de carbono do Conselho, que permitirá avaliar os processos e pensar ações para se tornar carbono neutro. “O Ministério Público, que tem em seu quintal a Floresta Amazônica, dará um exemplo para o Brasil e para o planeta”, comentou Fábio Galindo, chairman e co-CEO do grupo.

Agenda em Brasília: agro sob a ótica da ética e da sustentabilidade

Representantes da Plataforma de Ação Contra a Corrupção do Pacto no Brasil estiveram na entrega do Selo Mais Integridade 2022/2023 do Ministério da Agricultura e Pecuária. O prêmio reconhece empresas e cooperativas do agronegócio com práticas de integridade sob a ótica da ética, responsabilidade social e sustentabilidade ambiental. A partir da versão 2023/2024, ser parte do Pacto Global da ONU no Brasil será critério para recebimento do Selo.

Fonte: Exame

ESTUDO AVALIA IMPACTO DAS DECISÕES SUSTENTÁVEIS NA MOBILIDADE

0
Avanços na oferta da mobilidade urbana como um serviço no Brasil
Foto: Getty Images

Levantamento analisou, também, propriedade de veículos e uso apps de compartilhamento por região, renda e idade

Entender a influência da sustentabilidade nas formas de deslocamento das pessoas em todo o Brasil foi a motivação para uma pesquisa feita pela consultoria Brain Inteligência Estratégica no final do ano passado.

Isso quer dizer que a pesquisa buscou entender como a mobilidade sustentável se materializa na vida das pessoas.

O estudo foi realizado em novembro e contou com 1.200 entrevistas, com pessoas de todas as regiões do País.

“Nosso objetivo foi o de trazer ao centro da discussão, usando dados e números, como a sociedade brasileira traduz conceitos sustentáveis em seus hábitos diários”, explica Fábio Tadeu Araújo, sócio dirigente da Brain.

Veículos particulares

Adicionalmente, foi analisada a posse de veículo por região demográfica, com Norte, Centro-Oeste, Sul e Sudeste posicionadas com os maiores índices de veículos individuais para uso.

Nas regiões Norte e Centro-Oeste, juntas, 38% dos entrevistados afirmam ter carro apenas para uso próprio, e 13% o compartilham com a família.

Em contrapartida, o menor índice de automóveis particulares fica no Nordeste (25% do total com uso apenas pelo proprietário e 16% compartilhado com os familiares).

Dessa forma, a região se destaca, também, pelo maior percentual de proprietários de motocicleta (12% do total).

Perfil por renda

Os entrevistados inseridos no padrão alto (entre R$ 6 mil e R$ 15 mil) se destacam por terem carros individuais.

Já no padrão médio estão os maiores índices de veículos compartilhados entre os familiares e o uso de motocicletas.

O estudo mapeou, ainda, o comportamento por faixa etária: quem possui entre 35 anos e 59 anos têm, na maioria, carros individuais (para 38% dos entrevistados, usados exclusivamente pelo proprietário).

Por sua vez, pessoas entre 25 e 34 anos (49% do total) e acima de 60 anos (47%) não possuem veículo próprio.

Aplicativos de mobilidade

Observa-se que, na média, 36% dos entrevistados nunca usam carros compartilhados, chegando a 50%, no caso dos com renda acima dos R$ 15 mil.

Já para os entrevistados com renda entre R$ 3 mil e R$ 6 mil, 8% faz uso assíduo desse serviço, com frequência de cinco vezes, na semana, ou mais.

Já 7% dos entrevistados usam de três a quatro vezes, semanalmente; e 14%, de uma a duas vezes.

“Praticamente, metade da população pesquisada faz uso razoável de serviços de compartilhamento, com pelo menos três vezes, por mês, ou 44% dos brasileiros”, diz Araújo.

ATÉ 2030, BRASIL TERÁ MAIS DE 11 MIL ÔNIBUS ELÉTRICOS

0
Até 2030, Brasil terá mais de 11 mil ônibus elétricos
Investimento brasileiro em ônibus elétrico deve chegar a US$ 3,6 bilhões. Foto: Divulgação BYD

Guia mostra o caminho para a eletrificação em massa

As iniciativas pró eletromobilidade continuam crescendo para vários segmentos, de levíssimos ao ônibus elétrico. A Euromonitor, com orientação e revisão das equipes da ZEBRA e TUMI no Grupo C40, no World Resources Institute (WRI) e no Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT), apresentou o Guia de Investimentos para ônibus Zero Emissão no Brasil com o objetivo de atrair novos investimentos deste meio de transporte no País.

De acordo com o texto, no continente americano, o Brasil é o mercado mais promissor. O País, de dimensões continentais, possui mais de mil cidades com sistemas de transporte público por ônibus. Aliado a isso, soma-se a população de 215 milhões de habitantes e porque é um dos principais fornecedores de ônibus a diesel para a região.

O documento relata que as oportunidades estão, principalmente, em São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Curitiba, São José dos Campos, Niterói, Salvador e Campinas. Essas cidades devem eletrificar 48% de suas frotas até o final da década.

A estimativa é que 11.008 ônibus elétricos comecem a circular no Brasil até 2030. Um investimento de cerca de US$ 3,6 bilhões, sendo que São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador devem responder por 84% do mercado.

Fonte: Mobilidade Estadão

GOVERNO DE SÃO PAULO E HOLANDA BUSCAM ESTREITAR RELAÇÕES NAS ÁREAS DE INOVAÇÃO, SUSTENTABILIDADE, IGUALDADE DE GÊNERO E RECURSOS HÍDRICOS

0
Governo de SP prevê cortar quase 50% de emissões de carbono até 2050

Ministra do Comércio Exterior do Reino dos Países Baixos visitou o Palácio dos Bandeirantes para tratar sobre futuras cooperações e investimentos envolvendo o estado

Em visita ao Brasil pela primeira vez, a ministra do Comércio Exterior e Cooperação ao Desenvolvimento do Reino dos Países Baixos, Liesje Schreinemacher, se reuniu com Felicio Ramuth, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. O vice-governador, acompanhado dos secretários de Negócios Internacionais, Lucas Ferraz, de Políticas para a Mulher, Sonaira Fernandes, e de Ciência, Tecnologia e Inovação, Vahan Agopyan, recebeu a comitiva holandesa para estreitar as relações bilaterais entre São Paulo e os Países Baixos e discutir novas oportunidades de cooperação. “Temos muitos objetivos em comum com São Paulo. Somos o quinto maior investidor no Brasil e boa parte disso vem para cá. Podemos ser parceiros em muitas áreas”, disse Schreinemacher.

Durante o encontro, o vice-governador fez um breve resumo sobre os primeiros 40 dias da nova gestão, destacando as iniciativas na área social. “O governador Tarcísio de Freitas vem sendo reconhecido por cuidar das pessoas. Nos últimos dias ele sancionou a lei que permite distribuição de produtos à base de canabidiol no SUS e duas leis para as mulheres, uma de auxílio aluguel às vítimas de violência doméstica e outra que obriga bares a agir em situações de violência contra as mulheres. É um governo voltado para as pessoas, principalmente as que mais precisam”, disse Ramuth.

O secretário de Negócios Internacionais Lucas Ferraz destacou que a agenda de desenvolvimento econômico de São Paulo está muito alinhada com os objetivos e valores da Holanda, compromissada com a sustentabilidade, a preservação do meio ambiente e a inclusão social. “Podemos ampliar a cooperação com a Holanda em temas específicos, entre eles a educação, inovação, igualdade de gênero e a preservação do meio ambiente”, disse Ferraz.

Lições – A secretária Sonaira Fernandes apresentou a Secretaria de Políticas para Mulher e seu foco em ações que fortaleçam a autonomia financeira, a saúde e o combate à violência: “pela primeira vez, o Estado de São Paulo conta com uma secretaria especifica para as mulheres, voltada a fortalecer e ampliar as políticas públicas que assegurem a plenitude dos direitos às mulheres. Nosso objetivo é proporcionar um caminho de independência das mulheres que sofrem com diversas formas de violência, de modo que elas possam romper com esse ciclo”, disse. A ministra destacou a agenda de Sonaira como importante pois, segundo ela, essa violência acontece em vários lugares do mundo: “as lições que vocês vão aprender na Secretaria vão ser muito importante para nós também”, afirmou.

Na área acadêmica, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Vahan Agopyan, lembrou que o relacionamento entre Brasil e Países Baixos é muito forte. Ele destacou o projeto de produção de hidrogênio verde a partir do etanol, que envolve, entre diversos parceiros públicos e privados, a Universidade de São Paulo (USP): “o projeto tem caráter experimental e, no segundo semestre, a produção deve começar”, compartilhou.

Sabesp – A ministra holandesa e sua comitiva seguem em missão por São Paulo hoje (15), com reunião na Sabesp. “Água um assunto que deve ser tratado de forma transversal em todos os governos. Vocês têm uma das melhores companhias de águas do mundo e queremos estreitar parcerias nesse tema também”, explicou.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE CIDADES

PREFEITURA DE NITERÓI FIRMA ACORDO DE COOPERAÇÃO COM GOVERNO ALEMÃO

0
Prefeitura de Niterói firma acordo de cooperação com governo alemão

A Prefeitura de Niterói foi selecionada pela GIZ, empresa federal alemã que atua com projetos de cooperação internacional e desenvolvimento sustentável, para participar do Programa EUROCLIMA+, que apoia 18 países latino-americanos na implementação de ações sustentáveis. Na prática, o município assinou um acordo de cooperação para o acompanhamento e avaliação do projeto de reurbanização das ruas Benjamin Constant e General Castrioto, ambas no Barreto, Zona Norte da cidade.

O planejamento que prevê a requalificação urbanística e o ordenamento viário desses locais, está sendo elaborado pela Secretaria de Urbanismo e Mobilidade de Niterói e foi selecionado como projeto de referência pela entidade alemã.

O secretário de Mobilidade e Urbanismo de Niterói, Renato Barandier, explica o acordo que une a Zona Norte de Niterói à Europa:

“A GIZ tem o objetivo apoiar os setores público e privado no desenvolvimento de projetos de mobilidade urbana sustentável e, em paralelo, ampliar o acesso às oportunidades de financiamento verde e climático. O Referencial Teórico e Técnico para a Avaliação de Projetos de Mobilidade Urbana Sustentável irá avaliar dezenas de indicadores de sustentabilidade previstos para serem aplicados no projeto de reurbanização da Benjamin Constant e General Castrioto. O projeto irá prever uma ciclovia no eixo dessas ruas, além de nova acessibilidade, paisagismo e drenagem que vão conferir uma nova mobilidade urbana para a população local. Agora, estabelecemos uma parceria entre a Região Norte de Niterói e a Europa que muito nos alegra”, explicou o secretário.

No Brasil o Programa EUROCLIMA+ apoia a implementação do Projeto “Acelerar a Implementação de Projetos de Mobilidade Urbana Sustentável em Cidades Brasileiras” e tem como parceiros o Ministério das Cidades e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Seu objetivo principal é apoiar municípios e estados a elaborarem projetos de mobilidade urbana verdadeiramente sustentáveis e facilitar o acesso aos recursos oriundos de fundos verdes/climáticos.

Fonte: Niteroi.RJ.Gov

DELOITTE CYBER CRESCE MAIS DE 70% NO ANO FISCAL 2022

0
Deloitte Cyber cresce mais de 70% no ano fiscal 2022
Reprodução: Assessoria de imprensa

Expansão da área de serviços cibernéticos da Deloitte é fruto de contratações de profissionais do mercado, promoções, treinamentos, alianças com provedores de tecnologia e diversificação de portfólio

Com o propósito de ajudar as empresas em suas jornadas de transformação digital e no enfrentamento dos diversos desafios do ambiente de negócios, a Deloitte, maior organização de serviços profissionais do mundo, por meio da Deloitte Cyber, oferta uma visão cibernética ousada, que tem por objetivo levar segurança, confiança e crescimento sustentável para os negócios e gerar valor em todas as dimensões da organização.

No ano fiscal de 2022, encerrado em 31 de maio do ano passado, a área de serviços cibernéticos da Deloitte cresceu, no Brasil, 74% em relação ao período anterior, resultado de um investimento robusto em contratação de profissionais do mercado, promoções internas, treinamentos, alianças com provedores de tecnologia e diversificação de portfólio. O plano da Deloitte para a área é dobrá-la de tamanho entre os anos fiscais de 2021 e 2024; atualmente já são mais de 300 profissionais, sendo 15 deles sócios, dedicados nesta área; 45 especialistas foram contratados só em 2022.

A Deloitte oferece a visão abrangente de negócios, tecnologias e pessoas que conectam mais rapidamente as empresas ao futuro cibernético que já começou. Não importa qual seja o desafio do momento ou a visão de longo prazo. No Brasil, nós temos tudo o que as organizações necessitam para endereçar os desafios cibernéticos: especialistas de primeira linha, as tecnologias mais avançadas, metodologias exclusivas, parceiros em diversas frentes e uma rede internacional única nessa prática. Novos avanços, diversificações e crescimentos ainda estão por vir na Deloitte”, destaca André Gargaro, líder da Deloitte Cyber.

Para auxiliar as empresas que atuam no País, a Deloitte, que já conta com um Cyber Intelligence Center (CIC) com unidades em Campinas e São Paulo, está criando um hub no Porto Digital, importante polo tecnológico localizado no Recife. Para complementar a oferta de serviços do portfólio — que combina serviços voltados à estratégia e à resiliência cibernética, migração para a nuvem, detecção e resposta para ameaças, dados e privacidade, gestão de identidades e acessos e segurança de infraestrutura –, a prática de Cyber da Deloitte estabeleceu alianças de negócios com grandes parceiros de tecnologia, como IBM e SailPoint.

Deloitte conta com soluções para operar segurança cibernética dentro de clientes

A Deloitte é hoje a única entre as grandes consultorias capaz de entregar transformação de ponta a ponta às empresas, a partir de soluções que permitem redefinir estratégias, implementar novos caminhos e, também, operar atividades específicas ou de apoio junto dos clientes, que ficam livres para focar em seu core business. No âmbito de serviços cibernéticos, a Deloitte tem soluções para operar diretamente a área nas organizações clientes. Uma delas é a “Detect & Repond“, projetada com os recursos mais avançados em termos de visibilidade, detecção de ameaças e resposta a incidentes cibernéticos. Ao mesmo tempo em que reduz o custo e a complexidade de gestão cibernética nas organizações, garante uma capacidade completa de monitoramento e resposta ágil a diversos tipos de incidentes.

Outra solução é a “Digital Identity”, que contempla um conjunto completo de serviços de gerenciamento de identidade digital para organizações públicas e privadas. A solução possibilita uma transformação digital acelerada e segura, aprimora a experiência dos colaboradores e favorece a eficiência operacional a partir de uma governança centralizada e processos automatizados. Para saber mais sobre as soluções cibernéticas da Deloitte, acesse o site.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE TECNOLOGIA

COMO AS CIDADES BRASILEIRAS PODEM SE BENEFICIAR COM O CICLOTURISMO?

0
Como as cidades brasileiras podem se beneficiar com o cicloturismo?
Crédito: Lilian Frazão

Esporte, lazer, aventura, fazer novos amigos, sair da rotina, tudo isso envolve o CICLOTURISMO

Um termo recente para quem utiliza o modal “bicicleta” para viajar, seja por um dia ou mais de 100 dias de viagem (sim, existem vários cicloturistas pelo mundo nesse momento fazendo exatamente isso). O ciclista pode viajar sozinho, em grupo ou até contratar uma agência de viagem especializada. 

No exterior esse tipo de viagem é muito comum e no Brasil, muitas cidades já percebem brasileiros redescobrindo o País dessa forma.

O turismo foi muito afetado pela pandemia nestes últimos anos, mas o cicloturismo continuou a fomentar, crescer e desenvolver regiões. 

No Brasil, vários roteiros de viagens já possuem rotas e trajetos sinalizados, facilitando a vida do cicloturista. Confira a lista com os principais roteiros no blog da Quero Pedalar.

Um dos circuitos referência para cicloturistas e peregrinos a pé, independente da religião, é o Caminho da Fé, que percorre o interior de Minas Gerais e São Paulo e chega até a basílica de Aparecida do Norte.

Este percurso inclusive, comemora 20 anos em 2023 e já conta com a parceria de mais de 60 cidades ao longo dos seus mais de 2.000 km mapeados.

Este tipo de viagem, vai além de um turismo comum. Eles modificam vidas, criam empreendedores e idealistas do poder público. Para dar certo, todas as pontas precisam estar unidas, seja pela manutenção constante dos caminhos, pela disponibilidade da rede hoteleira em se estruturar de acordo com as necessidades dos ciclistas e peregrinos, como também restaurantes e bares, bicicletarias, pontos turísticos, entre outros.

Chegamos no que chamamos: “a economia da bicicleta”. Um ganho além do econômico, ela carrega o ganho social. Viajar de bicicleta contribui para vias mais seguras, ar mais limpo e mais saúde para quem pedalar e as pessoas em torno. Por conta da praticidade de acesso permitida por este transporte, ciclistas tendem a entrar mais em lojas, restaurantes, cafés e demais estabelecimentos comerciais.

Mas o essencial para um circuito de cicloturismo ter sucesso é o engajamento da comunidade local. Quem recebe os peregrinos e esportistas faz uma conexão muito além da tecnologia. Em muitos lugares, não há sinal de celular, não tem wi-fi,  e o contato com famílias de moradores e comerciantes locais, “obriga” a todos essa integração, essa “volta às origens”. 

E sem nenhuma tecnologia, não é que essas vilas e cidades se tornam “inteligentes”? São impulsionadores do crescimento econômico sustentável, possuem, da sua forma, elevada qualidade de vida e realizam a gestão inteligente dos seus recursos naturais. 

Sem conceituar os termos de Smart Cities, essas cidades desenvolvem o Capital Humano de seus moradores. Pessoas engajadas, profundos conhecedores da sua cidade, experientes na comunicação e produtores de valor econômico para si e sua comunidade. 

Ao término do percurso, pergunte a qualquer cicloturista ou peregrino a pé sobre suas impressões e verá que foi no mínimo, transformador. Os vínculos que se formam com quem faz e com quem os recebe, ficam eternos na memória. 

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

PRESENÇAS CONFIRMADAS DO MINISTRO DE PORTOS E AEROPORTOS E PRESIDENTE DA B3 NA ABERTURA DA 2ª EDIÇÃO DO P3C – PPPS E CONCESSÕES: INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL

0
Riedel viaja a São Paulo para palestrar em evento na bolsa de valores

Investidores, poder público e iniciativa privada estarão reunidos nos dias 27 e 28 de fevereiro no P3C – PPPs e Concessões – Investimentos em Infraestrutura no Brasil para avaliar o cenário das parcerias públicas e privadas.

A segunda edição do Prêmio P3C premiará as melhores ações na gestão de contratos de concessão e PPP (parceria público/privada), considerando dois grupos de premiação: um voltado às entidades e outro aos profissionais.

Nos dias 27 e 28 de fevereiro de 2023 será realizada a 2ª edição do P3C PPPs e Concessões:  Investimentos em Infraestrutura, o maior evento multissetorial de discussão de temas relevantes deste mercado no Brasil.

No dia 27, o Ministro de Estado de Portos e Aeroportos, Márcio França e o Presidente da B3, Gilson Finkelsztain participarão da abertura do P3C, na B3 – A Bolsa do Brasil. Também foram convidados para a abertura, os Ministros da Fazenda, Fernando Haddad, o da Casa Civil, Rui Costa e os governadores Jerônimo Rodrigues, Tarcísio Gomes de Freitas, Romeu Zema, Eduardo Leite e Eduardo Riedel dos Estados da Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e  Mato Grosso do Sul.

Uma realização da Necta e Portugal Ribeiro Advogados, com correalização da B3, o evento tem a missão de reunir os principais protagonistas dos setores públicos e privados para analisar e debater o cenário de investimentos e operações no mercado de infraestrutura do Brasil. 

“É indiscutível a importância de investimentos em setores de infraestrutura e estímulo à expansão do mercado de concessões e Parcerias Público-Privadas para transformações sociais e econômicas. E a proposta do P3C é justamente promover uma rica interação entre os principais atores desses ambientes para discutir modalidades de negócios inovadores e sustentáveis para os próximos anos deste novo governo”, destaca Mauricio Portugal Ribeiro, sócio da Portugal Ribeiro Advogados.

Além de decisores do novo governo, o P3C contará com a presença de especialistas e representantes das maiores organizações de setores econômicos regulados da infraestrutura, como energia, rodovias e aeroportos; sociais com foco em serviços de prestação de saúde, educação, saneamento básico; e ativos ambientais, que incluem parques e florestas e respectivos regimes de uso e administração, como PPPs e concessões. 

Abertura e premiação P3C

Dividido em dois dias, no dia 27, haverá abertura do evento e premiação P3C das melhores iniciativas e dos profissionais, cujos trabalhos tiveram notoriedade nos setores de infraestrutura. O Prêmio P3C reconhecerá profissionais, empresas e órgãos públicos que se destacam na atuação em infraestrutura econômica, social e ativos ambientais.

A premiação considera as seguintes linhas de análise e categorias de avaliação: Melhor Estruturação de Projetos, Melhor Gestão Pública de Projetos, Melhor Gestão Privada de Projetos, Carreiras de impacto, Mulheres na Infraestrutura e Reconhecimento In Memoriam. Cada categoria terá um vencedor e duas menções honrosas. Para esta edição, foram recebidas mais de 260 candidaturas. 

Conheça todas as etapas do processo e o regulamento completo aqui.

Conferência – palestrantes confirmados e painéis de discussão

Especialistas, executivos, investidores, consultores, e demais interessados pelos temas referentes ao mercado de infraestrutura estarão reunidos em uma grande Conferência no dia 28, segundo dia do P3C, no Centro de Convenções Frei Caneca, a partir das 9 horas da manhã. 

Neste dia, são esperados 600 participantes, dentre eles mais de 100 palestrantes, que irão promover debates e rodadas de conexões e negócios de alta qualidade e relevância sobre questões transversais e multidimensionais envolvendo os ecossistemas de infraestrutura nacional.

Dentre os painéis de discussão agendados, integram-se algumas pautas, como: as estratégias de descarbonização para a conquista da transição energética, ministrada pela Diretora Executiva – E+ de Transição Energética, Rosana Santos; Coordenadora Regional de Operações Publico Privada – IDB INVEST, Karisa Ribeiro, com moderação do Sócio – Siglasul Consultores, Sebastian Butto.

Também serão debatidas as metodologias e práticas que poderiam ser consideradas para avaliação e quantificação de riscos na dinâmica de propostas de licitações e do reequilíbrio de contratos, por meio dos discursos de alguns palestrantes, como o Diretor de Projetos de Infraestrutura, PPPs, Concessões e Privatizações – Banco Fator, Ewerton de Souza Henriques; e Professor e Pesquisador – FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Elias Cavalcante, entre outros.

Já a Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo do Governo do Estado de São Paulo, Natália Resende Andrade Ávila, participará do painel de debate “Política e Social – Infraestrutura no Brasil nos próximos 4 anos” junto com outras autoridades que ocupam posições relevantes nos setores de infraestrutura do governo.

Além de mesas setoriais sobre temas envolvendo os mercados de transportes, rodovias, portos, aeroportos, iluminação pública, dentre outros. “O intuito é incentivar reflexões e formulação de propostas sobre os caminhos que decisores do novo governo e  representantes das maiores organizações da iniciativa privada devem percorrer para vencer desafios, aprimorar os ambientes de negócios e buscar alternativas mais promissoras para o avanço do setor de infraestrutura”, destaca  Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do evento.

Panorama da 1ª edição P3C

Em 2022, o P3C recebeu 71 palestrantes e, aproximadamente, 160 convidados presenciais, além do registro de mais de 500 acessos na transmissão online do evento. Em relação ao balanço dos participantes presentes,  41,4% integravam setores de governos e 31% eram representantes de empresas privadas. tos desenvolvidos em setores

Serviço:

P3C 2023 – PPPs e Concessões – Investimentos em Infraestrutura no Brasil

Quando:

27 de fevereiro – Abertura e Prêmio P3C – B3, São Paulo
28 de fevereiro – Conferência – Centro de Convenções Frei Caneca.
Programação: clique aqui.Inscrições: https://p3c.com.br/inscricoes/