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TRABALHO HÍBRIDO INCENTIVA REDUÇÃO DA EMISSÃO DE CARBONO

Pesquisa revela que, entre os trabalhadores híbridos, a preocupação com as mudanças climáticas é maior do que em relação aumento dos preços dos combustíveis

Dois terços (66%) concordam que é importante reduzir o deslocamento para tornar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal mais sustentável

Quase três quartos dos líderes empresariais (73%) estão preocupados com o impacto do deslocamento no meio ambiente

78% das empresas estão comprometidas em reduzir sua emissão de carbono

De acordo com uma pesquisa realizada, entre as empresas do índice FTSE 250, pelo IWG — líder global e nacional em espaços de trabalho flexíveis como coworkings e escritórios — como uma tendência global, os funcionários de escritórios estão reduzindo seus deslocamentos e adotando um regime de trabalho mais sustentável. Em média, esses trabalhadores estão se deslocando 2,5 dias por semana a menos em comparação com os níveis pré-pandemia.

O trabalho híbrido, que permite aos trabalhadores gastarem menos tempo em deslocamentos, pode reduzir substancialmente as emissões de gases poluentes. O último relatório da ONU sobre Mudanças Climáticas alertou que a resistência às mudanças comportamentais era uma das maiores barreiras para enfrentar a crise climática e a organização já destacou que o trabalho híbrido aborda seis dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.



No início da pandemia, em 2020, as emissões globais de CO2 caíram em até um quarto quando a quarentena foi estipulada. Hoje, os dados confirmam que três quartos dos funcionários de escritórios acreditam que se deslocar menos contribuiria para reduzir a crise climática, enquanto dois terços dizem que torna a vida profissional mais sustentável.

Para os funcionários

Há evidências ainda que a mudança repentina nos padrões de trabalho está levando a uma mudança permanente em relação ao deslocamento. Quase metade dos trabalhadores (45%) está frequentando os escritórios pelo menos três dias na semana, e mais da metade (55%) tem ido pelo menos duas vezes para o trabalho presencial. Dos respondentes, quase metade (45%) se recusaria a voltar a voltar a trabalhar na empresa cinco dias por semana.

À medida que a crise do custo de vida se agrava, o gasto com deslocamento também é destacado como um incentivo significativo. Quase metade dos funcionários (44%) diz que a economia financeira é a razão pela qual se deslocam menos, e 48% reforçam que isso impacta positivamente no meio ambiente. Os preços médios de gasolina e diesel no Brasil registraram uma disparada. Somente no último mês, a gasolina apresentou um aumento de 8,6% e o diesel, 15,8%.

Uma grande maioria (84%) concorda que a melhor maneira de reduzir o deslocamento para o trabalho é a adoção do trabalho híbrido. Porém, ainda há uma certa insegurança de que esse desejo para redução das emissões de carbono não seja compartilhado por todos os empregadores, pois quase metade dos trabalhadores respondentes (49%) temem que seus empregadores queiram retomar as atividades presenciais. No entanto, há evidências de que esses cargos de liderança também visam uma abordagem híbrida.

Para os gestores

A redução do deslocamento também é apoiada e incentivada, por mais de dois terços (69%) dos líderes empresariais dizendo que auxiliar a equipe a reduzir suas jornadas diárias é uma maneira importante de ajudar a atingir as metas de sustentabilidade da companhia. Mais de três quartos (78%) dizem que sua empresa está comprometida em reduzir seu impacto no planeta. A pesquisa de líderes empresariais também revela que a maioria (69%) acredita que permitir que os funcionários não se desloquem longas distâncias todos os dias ajudará sua empresa a atingir as metas de sustentabilidade e mais de três quartos (77%) dizem que o trabalho híbrido teve um impacto positivo de pegada de carbono.

Dois em cada cinco (38%) acreditam que suas empresas economizaram mais em serviços públicos e custos de construção devido à redução no deslocamento. Eles também observam que 25% do quadro de funcionários está solicitando um espaço de trabalho próximo de sua casa.

Para o CEO dog rupo, Mark Dixon, mesmo em um momento de aumentos quase sem precedentes no custo de vida e na condução dos negócios, esta pesquisa mostra que os líderes empresariais e os funcionários estão igualmente unidos em sua preocupação com o meio ambiente. “As empresas querem reter seus melhores talentos e reduzir seu impacto no meio ambiente. A adoção do trabalho híbrido faz as duas coisas. O corte de longos deslocamentos diários para locais no centro da cidade não apenas traz benefícios ambientais claros, mas também ajuda as empresas a economizarem mais de £ 8.000 por funcionário. Em última análise, ao adotar o trabalho híbrido, as empresas economizam dinheiro, ganham flexibilidade e reduzem sua pegada de carbono, enquanto os funcionários gastam menos tempo e dinheiro viajando sem perder o aspecto social da vida no escritório”, destaca o executivo.

Com informações da Assessoria de Imprensa Máquina Cohn & Wolf

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