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METRÓPOLES IGNORAM NEGACIONISTAS E SE ALIAM PARA DESENHAR UM “NOVO NORMAL”

O uso de máscara passa a ser obrigatório no transporte público da cidade de São Paulo

As prefeituras de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba se unem a algumas das grandes metrópoles do mundo para declarar um compromisso de que não deve haver um retorno à “normalidade” como existia antes da pandemia. Se o princípio de ‘business as usual’ for mantido, os prefeitos de mais de 40 cidades alertam que o planeta estará no caminho de registrar um superaquecimento e um desastre ambiental.

A declaração é uma forma de tentar moldar a recuperação da crise da COVID-19, sob novos princípios. A iniciativa foi ainda interpretada como um resposta à resistência de alguns governos, como o dos EUA ou Brasil, de assumir compromissos ambiciosos no que se refere às mudanças climáticas e e acordos já estabelecidos. Juntas, as 40 cidades englobariam uma população de 750 milhões de pessoas.

“Prefeitos, representando milhões de pessoas em todo o mundo, se comprometem a construir uma sociedade melhor, mais sustentável e mais justa a partir da recuperação da crise da COVID-19”, indicou um comunicado lançado nesta quinta-feira.

Fazem parte ainda da iniciativa cidades como Atenas, Barcelona, Bogotá, Boston, Buenos Aires, Chicago, Durban, Freetown, Hong Kong, Houston, Lima, Lisboa, Londres, Medellín, Seul e Sydney.

Um Grupo de Trabalho será estabelecido para que prefeituras possam adotar medidas concretas e influenciar pacotes de estímulo para que o foco seja colocado em uma economia mais sustentável.

O grupo, conhecido como C40, usará a experiência da economista Kate Raworth, criadora do modelo Doughnut Economics, na Universidade de Oxford. Seu princípio, já adotado em Amsterdã, é de um sistema em que o crescimento e desenvolvimento de uma cidade estejam baseados nos limites ambientais.

Em meio à quarentena, outras cidades também iniciaram medidas concretas para rever suas estruturas, inclusive físicas. Milão e a Cidade do México anunciaram a ampliação de ciclovias, enquanto Paris quer dar dinheiro a quem usar a bicicleta. Em Londres, as expectativas é de que o número de pedestres aumentará cinco vezes, em comparação aos dados antes da pandemia.

“A COVID-19 tem posto a nu as desigualdades sistêmicas encontradas com demasiada frequência no coração de nossas comunidades – e à medida que começamos a sair desta crise, devemos reconstruir uma economia que funcione verdadeiramente para todos”, disse o presidente da C40 e prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti.

“Nossa declaração de princípios proporcionará uma estrutura para uma recuperação justa – uma visão sustentável e eqüitativa que elevará nossos residentes mais vulneráveis e fará avançar o trabalho do nosso Global Green New Deal”, disse.

“Nós, como líderes das principais cidades do mundo, somos claros que nossa ambição não deve ser um retorno ao “normal” – nosso objetivo é construir uma sociedade melhor, mais sustentável, mais resiliente e mais justa a partir da recuperação da crise da COVID-19″, disseram.

Outro princípio é a de privilegiar a ciência, nas decisões políticas, além de dar especial atenção aos serviços de saúde.

O trabalho, segundo o ex-prefeito de Nova Iorque, Michael R. Bloomberg, deve ser o de “levar às cidades ao futuro, e não ao passado”. “Precisamos de um novo normal”, afirmou. Sadiq Khan, prefeito de Londres, também destacou que a recuperação pós pandemia deve conduzir a um modelo mais sustentável.

Bruno Covas, prefeito de São Paulo, declarou que a prioridade deve ser a de salvar vidas e reforçou o discurso em relação à ciência. “Em São Paulo, estamos enfrentando a Covid-19 de maneira séria e transparente. Nossas maiores armas são a ciência, informação correta e responsabilidade social”, disse.

Fonte: UOL


COVID-19: USO OBRIGATÓRIA DE MÁSCARAS EM ÁREAS PÚBLICAS E ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS DE SÃO PAULO COMEÇA A VALER NESTA QUINTA (07 DE MAIO)

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Medida se faz necessária para evitar a disseminação do novo coronavírus

O uso de máscaras em áreas públicas e estabelecimentos passa a ser obrigatório na cidade de São Paulo a partir desta quinta-feira (07/05).

A Lei nº 17.340, regulamentada nesta quarta-feira (06/05), prevê que os estabelecimentos comerciais, de serviços e similares abertos ao público em geral deverão disponibilizar máscaras e recipientes abastecidos com álcool em gel 70% ou produto similar para a higienização das mãos dos funcionários, colaboradores, frequentadores ou consumidores. 

A DISPONIBILIZAÇÃO DEVERÁ SEGUIR OS SEGUINTES PARÂMETROS:

I – máscaras serão disponibilizadas aos funcionários, assim como luvas, quando seu uso estiver recomendado nas normas técnicas aplicáveis; 

II – álcool gel 70% será disponibilizado aos frequentadores e/ou consumidores dos estabelecimentos, em recipientes localizados em local visível e de fácil acesso, preferencialmente próximo da entrada e saída, do local de realização do pagamento e na utilização das máquinas de atendimento do sistema bancário. 

Preferencialmente deverão ser fornecidas máscaras artesanais produzidas segundo as orientações feitas pelo Ministério da Saúde (https://www.saude.gov.br/images/pdf/2020/April/04/1586014047102-Nota-Informativa.pdf). O fornecimento de luvas ocorrerá apenas para aquelas atividades em que exista determinação técnica para a sua utilização.

Os estabelecimentos comerciais abertos ao público em geral deverão condicionar o uso de máscara para o ingresso e a permanência de seus consumidores em seus estabelecimentos. Os equipamentos deverão ser disponibilizados pelo respectivo contratante dos serviços.

As agências bancárias e estabelecimentos financeiros, farmácias, padarias, supermercados e demais estabelecimentos comerciais, de serviços e similares abertos ao público em geral deverão reservar, no mínimo, a primeira hora de seu horário normal de atendimento para atendimento exclusivo de pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos. 

A Secretaria Municipal das Subprefeituras irá fiscalizar o cumprimento das medidas nos estabelecimentos, bem como regulamentar os procedimentos necessários para a fiscalização das obrigações previstas. 

Já a obrigatoriedade do uso de máscara nos espaços e logradouros públicos estabelecida por norma estadual deverá ser fiscalizada pelos agentes sanitários estaduais ou pela polícia militar.

Fonte: Prefeitura de São Paulo

Bloco #06 – Segurança jurídica e saneamento básico

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Entrevistados: Carlos Henrique da Cruz Lima, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Águas do Brasil – SAAB e Presidente do Conselho Diretor da ABCON – Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto / Jerson Kelman, Conselheiro – Iguá Saneamento / Mario Engler Pinto Junior, Presidente do Conselho de Administração – SABESP
Entrevistadores: Mauricio Portugal Ribeiro, Sócio – Portugal Ribeiro Advogados / Luiz Felipe Graziano, Sócio – Giamundo Neto Advogados / Sebastián Butto, Sócio – Siglasul

Questões abordadas:
– Qual contribuição o novo marco legal pode dar para a segurança jurídica no setor de saneamento?
– O que esperar das demais instituições, como o Ministério Público e o Judiciário, dentre outras?

Este bloco é parte da SÉRIE ONLINE – Investimentos do setor de saneamento | O novo marco do setor da Plataforma Connected Smart Cities
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IDEALIZADORA DO CSC PARTICIPA DO PODCAST ESPECIAL 100 DIAS DE INOVAÇÃO DO MEIO & MENSAGEM

Paula Faria, idealizadora do Connected Smart Cities e CEO da Necta, fala sobre o estágio de aplicação do conceito cidades inteligentes, no Brasil e no mundo

No dia 04 de maio de 2020, a idealizadora do Connected Smart Cities e CEO da Necta, Paula Faria, participou do podcast especial do Meio & Mensagem 100 Dias de Inovação. O episódio 2 destacou o potencial das smart cities.

A executiva destacou o papel das políticas públicas no desenvolvimento das cidades e na qualidade de vida das pessoas, das Parcerias Público-Privadas (PPPs), entre outros pontos.

O EPISÓDIO PODE SER ACESSADO EM: https://omny.fm/shows/meio-e-mensagem/100-dias-de-inova-o-02-o-potencial-das-smart-citie

Fonte: Comunicação Connected Smart Cities

IoT É ESSENCIAL PARA A CONSTRUÇÃO DE CIDADES INTELIGENTES E CONECTADAS

Cada vez mais, com a modernização de recursos tecnológicos, é essencial que cidades se apropriem e utilizem a Internet das Coisas para melhorar o planejamento urbano

Internet of Things, ou IoT, é a capacidade que objetos possuem de interagir entre eles por meio da geração de dados. Com a modernização de recursos tecnológicos, essa interação não está apenas restrita a computadores e smartphones: cada vez mais, utensílios utilizados no dia a dia dos cidadãos, como geladeiras, carros e até suas residências, podem gerar dados a partir de sua utilização. 

Com essa constante modernização, a IoT é responsável por conectar diversos dispositivos e seus respectivos sistemas a partir de sensores e a Big Data é o que permite analisar esses dados e dar sentido para a imensa quantidade de informação gerada a cada instante. Ou seja, a Internet das Coisas é essencial para o uso de objetos que possuem capacidade de gerar dados, sendo que essa tecnologia pode ser dividida em três categorias essenciais: os objetos em si, as redes que permitem a comunicação entre esses (wi-fi, 4G e Bluetooth) e os sistemas que permitem o armazenamento desses dados, análise e utilização- sendo esse último, a definição de Big Data. 

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A aplicação desses recursos em cidades facilitam o planejamento urbano e resultam em uma diminuição de custos e aumento na eficiência dos serviços. A cidade de São Paulo, por exemplo, possui sensores instalados em postes que indicam o momento em que as lixeiras precisam ser esvaziadas pela prefeitura e algumas obras de canos subterrâneos passaram a instalar dispositivos que funcionam como uma espécie de microfone para indicar caso exista algum vazamento. Já a cidade de Búzios, no Estado do Rio de Janeiro, possui projetos que utilizam a IoT para a criação de prédios com rede elétrica inteligente visando uma maior sustentabilidade. 

Dentro desse contexto, a cidade ‘exemplo’ no que diz respeito à governança digital é Seattle, nos Estados Unidos, que, considerada um modelo de cidade inteligente e conectada, utiliza um portal com dados abertos dos gastos públicos e também aposta em um portal que permite que os cidadãos se relacionem diretamente com a prefeitura. 

Por ser um conceito tão amplo, o que não faltam são exemplos no Brasil e no mundo. Dentro de inúmeras aplicações, tornar-se uma cidade inteligente ficou mais fácil com a constante geração de dados que podem ajudar na gestão de políticas públicas: projetos passam a ser mais práticos e viáveis financeiramente e, principalmente, a população passa a ser um agente ativo e essencial na construção de novas políticas. 

Com a popularização de mídias sociais, fica cada vez mais evidente também que os cidadãos possuem e desejam auxiliar na identificação de problemas que permeiam seu entorno. As pessoas estão cada vez mais se mobilizando para criarem soluções inovadoras para suas comunidades e estão tomando uma posição ativa na gestão de suas cidades: o desenvolvimento desse engajamento só se tornou possível com o IoT, que possibilitou o diálogo entre as pessoas e a gestão pública

Neste sentido, o Estado não só deve pensar em maneiras de utilizar esses dados para facilitar o planejamento urbano, como também deve empoderar seus cidadãos através dessas tecnologias. Ao utilizar esses dados de maneira correta, é possível proporcionar maior transparência na gestão de recursos públicos e assegurar os direitos democráticos dos cidadãos. 

Além disso, ao incentivar o uso dessas tecnologias na esfera pública, a abertura desses dados não só promove transparência, como é um elemento chave para o desenvolvimento de pesquisas tecnológicas, sendo o acesso a esses dados essencial para estudos que tem como objetivo o desenvolvimento das cidades. O resultado disso é um impulsionamento de empresas de tecnologia e inovação, expansão do mercado e a diminuição da necessidade do governo de fazer altos investimentos. 

O Connected Smart Cities vai realizar uma série de matérias, vídeos e podcasts que tem como objetivo entender o papel que essas novas tecnologias exercem para a construção de cidades inteligentes. Acompanhe nossas redes sociais.

#CONECTATALKS COM PREFEITO RAFAEL GRECA | O IMPACTO DA COVID-19 NA CIDADE DE CURITIBA

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Nessa entrevista, o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, aborda sobre o impacto que o coronavírus teve na gestão de políticas públicas e também sobre como o investimento em urbanismo – a cidade foi a primeira colocada no eixo de urbanismo no Ranking Connected Smart Cities – auxiliou no combate à pandemia. O prefeito também vai explicar como a cidade está utilizando de novas tecnologias para auxiliar o governo no diálogo com a população em um momento de isolamento social.

SÃO PAULO: PREFEITURA INVESTE R$ 1 MILHÃO EM 10 STARTUPS QUE APRESENTARAM PROJETOS INOVADORES NO COMBATE À CRISE ECONÔMICA CAUSADA PELO CORONAVÍRUS

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Iniciativas receberão cada uma apoio financeiro de R$ 100 mil, além de mentorias e aceleração para colocarem suas propostas em prática

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho anunciou nesta quarta-feira, 29 de abril, a lista das 10 startups selecionadas, entre os 69 projetos inscritos, que apresentaram iniciativas que combatam os efeitos econômicos da crise causada pela pandemia do coronavírus. Cada empresa receberá dois meses de mentoria e aporte financeiro de R$ 100 mil para acelerar a produção de soluções tecnológicas, que sejam aplicáveis imediatamente no combate aos efeitos econômicos do coronavírus.

A iniciativa, que será realizada pela Ade Sampa, agência vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, dará suporte à rápida implementação de soluções e na estruturação de um modelo de negócio que reduza os impactos econômicos da crise, garantindo a preservação de empregos no município e a geração de renda da população.

“Uma banca analisou os projetos e selecionou aqueles que podem gerar maior impacto positivo na guerra contra o coronavírus em vários setores como saúde, social, educação, comércio e serviços. Acreditamos que grandes ideias podem surgir em qualquer parte da cidade, principalmente na periferia que está sofrendo mais neste momento, por isso a Prefeitura de São Paulo decidiu apostar nessas soluções que podem ajudar toda a cidade a superar esse período difícil”, declara a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso.

O processo de aceleração terá início no dia 8 de maio. Até o final de julho, os projetos irão participar de 10 mentorias coletivas e individuais para tirar dúvidas e receber orientações de como aplicar suas ações efetivamente na cidade de São Paulo.

“Recebemos 69 propostas de todas as regiões da capital. É muito bom ver que mesmo durante uma crise, as pessoas continuam pensando em iniciativas que podem ajudar toda a população, principalmente as pessoas que estão sendo mais afetadas neste momento”, afirma o presidente da Ade Sampa, Frederico Celentano.

ADE SAMPA

A Ade Sampa – Agência São Paulo de Desenvolvimento é uma entidade ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho que promove políticas de desenvolvimento econômico focadas no empreendedorismo, geração de renda, economia solidária e inovação tecnológica. A agência é responsável por programas de qualificação empreendedora como o Fábrica de Negócios e de incentivo a novos negócios de periferia como o Vai Tec, além de gerir as unidades do Teia, rede de coworking público localizados nas regiões periféricas da cidade.

CONHEÇA AS INICIATIVAS SELECIONADAS:

CAPPTA S.A.
A Cappta é um gateway que oferta produtos de meio de pagamento e está apresentando uma solução de parcelamento de contas e boletos, oferecendo a opção de parcelamento por meio de um aplicativo para celular. A solução contribui com a gestão orçamentária das empresas em um contexto de necessidade de recursos para fluxo de caixa. Além disso, a iniciativa também pode ser uma fonte de renda para pessoas que queiram trabalhar como correspondentes lotéricos, evitando as filas nos bancos e que a população saia de casa durante a pandemia.

Data Machina Inteligência em Análise de Dados Ltda
A iniciativa possui uma plataforma com dados geolocalizados da cidade de São Paulo que poderá ajudar em dois momentos. Primeiro no combate aos efeitos imediatos da pandemia, proporcionando o compartilhamento de recursos e insumos disponíveis entre a população. Segundo para quando a fase mais aguda da pandemia cessar e a crise econômica se tornar o foco de atenção, quando será necessário compartilhar recursos, ações e mudar a forma de produzir e gerir recursos. A plataforma poderá ajudar a conectar pequenos produtores, estoques e oportunidades comerciais para promover a geração de renda e a retomada econômica.

P2AS- Desenvolvimento de Software S/A
Expandir as funcionalidades do atual SP + Segura, aplicativo da Secretaria Municipal de Segurança Urbana, compartilhando a mesma plataforma operacional para a criação de um sistema colaborativo de mapeamento geolocalizado epidemiológico para uso dos habitantes que apresentarem os sintomas de qualquer epidemia. Será disponibilizado um mapa localizado de da população diagnosticada e da imunizada para qualquer epidemia.

RN Costa Pesquisa e Design
Plataforma digital que oferece um sistema inovador de organização e sistematização de informações com múltiplas utilidades: transição off to on-line, gestão de informações sobre negócios locais e projetos sociais, além de dados relacionados à COVID-19. A “Mee” oferece uma plataforma que, não apenas sistematiza conteúdo proveniente de fontes confiáveis, por meio de uma curadoria humana, como otimiza sua compreensão através do uso de ferramentas e metodologias de design thinking.

Instituto Feira Livre
Plataforma de comércio on-line que assegura a continuidade e a expansão da distribuição de alimentos livres de agrotóxicos e saudáveis, seguindo premissas do comércio justo e transparência. A iniciativa tem como foco mobilizar forças para manutenção do suprimento de alimentos na capital por meio de iniciativas que visam fortalecer toda a cadeia produtiva, concentrando esforços especiais na atenção à saúde e a segurança do agricultor e do consumidor.

Fofuuu Soluções Tecnológicas para Saúde e Educação Ltda.
Plataforma originalmente criada para permitir a profissionais do setor de saúde (médicos e terapeutas) a realização tratamentos e orientações. O software pode ser controlado remotamente para a realização de atendimentos via telemedicina, ajudando uma ampla gama de profissionais de saúde a realizarem e darem continuidade aos atendimentos de seus pacientes durante o período de quarentena e após o pico da crise.

Keepz Consultoria em Tecnologia Da Informação Ltda
Plataforma e aplicativo de drive thru que permite que lojas realizem a entrega de seus produtos evitando aglomerações. O cliente compra pela internet e não precisa descer do carro para retirar o produto. A solução também possibilita a conexão direta com profissionais e ou empresas, além e servir também como mapeamento de comércios regionais, promovendo assim a economia local.

Boomit Inovação e Tecnologia Empreendedora Ltda
Plataforma de mentorias on-line para empreendedores que funciona a partir do matching entre mentores e empreendedores. A plataforma conta com um módulo específico para a sobrevivência dos empreendedores aos desafios gerados pela pandemia do coronavírus.

Mova Sociedade de Empréstimo entre Pessoas S/A
Criação de um produto de crédito emergencial para a crise covid-19 que não depende de um intermediário financeiro. A solução cria uma ponte direta entre quem precisa de recursos e as pessoas e empresas que têm dinheiro para emprestar, tudo isso devidamente intermediado e formalizado pela Fintech de Crédito, devidamente aprovada e supervisionada pelo BACEN.

Ideias de Futuro Ltda
Programa de Empreendedorismo Tecnológico voltado para jovens, principalmente estudantes do 8º ano do ensino fundamental até o último ano do ensino médio da cidade de São Paulo, totalmente on-line e gamificado, que abordará ferramentas de desenvolvimento de novos negócios, iniciação em programação e inovação. A iniciativa tem como foco preparar os jovens para o mercado de trabalho e para se desenvolverem profissionalmente.

Confira a lista dos selecionados

Fonte: Prefeitura de São Paulo

CUIABÁ ADOTA A UTILIZAÇÃO DE DRONES EM AÇÕES DE DESINFECÇÃO

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No total, três equipamentos, com capacidade de 10 litros cada, passam a fazer parte da operação

A operação de desinfecção desenvolvida pela Prefeitura de Cuiabá entra em uma nova fase a partir de agora. O trabalho, que é realizado como forma de combate a propagação do novo coronavírus (Covid-19), passa a contar também com a utilização de drones. A primeira ação de pulverização área será realizada nesta segunda-feira (4). Na manhã de hoje, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, fez uma vistoria nos aparelhos.

No total, três equipamentos, com capacidade de 10 litros cada e podendo fazer de 15 a 20 voos, serão utilizados pela Secretaria de Serviços Urbanos para a execução da atividade. As ações serão realizadas de segunda-feira a sábado, em aproximadamente 40 condomínios instalados em território cuiabano. O planejamento é de que os drones façam parte da operação pelo período de 90 dias. 

“Cuiabá é a capital brasileira com o menor número de mortes por Covid-19 e estamos buscando manter a cidade fora de um destaque negativo. Queríamos estar comemorando um total de zero de vítimas, mas isso não foi possível. Todavia, continuamos adotando todas as medidas necessárias para manter a população protegida”, comenta o prefeito Emanuel Pinheiro. 

O emprego de drones nas ações de desinfecção é uma sequência do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Município desde o dia 28 de março. Com diferentes ferramentas à disposição, no primeiro momento, o serviço foi colocado em prática por meio do uso de seis borrifadores costais e, posteriormente, ganhou o reforço de dois caminhões-pipa. 

Com esse aparato, em pouco mais de 30 dias de operação, 377 ações de desinfecção já foram realizadas. A iniciativa atende praças, parques, vias, canteiros e unidades de saúde. O cronograma é montado com base em relatórios técnicos da Secretaria Municipal de Saúde, abrangendo os locais apontados com maior incidência do vírus.

“Os drones são parecidos com os utilizados no ramo da agricultura, porém adaptados para essa ação de desinfecção na zona urbana. Para esse trabalho, vamos utilizar o produto cloreto benzalcônio. Os equipamentos serão manuseados por pessoas especializadas e a Secretaria de Serviços Urbanos dará todo o apoio no controle de condomínios e outras atividades necessárias”, explica o secretário José Roberto Stopa.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá

PLANEJAMENTO URBANO E BIG DATA

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Em um mundo cada vez mais conectado, se torna essencial para gestores públicos adotarem tecnologias de armazenamento de dados para auxiliar no planejamento das cidades

A tecnologia está se tornando cada vez mais essencial na vida das pessoas. A sociedade atual está organizada em torno dos meios de comunicação e, pensando nisso, a evolução tecnológica infundiu uma nova era na qual o acesso à rede e a informação ditam as regras. Nesse novo contexto, o poder está centralizado em quem possui a expertise em analisar grandes quantidade de dados e o Big Data se revelou essencial na construção de cidades mais inteligentes e conectadas. 

O termo Big Data foi inicialmente utilizado como maneira de caracterizar dados que excediam a capacidade de processamento de sistemas de banco de dados tradicionais. O conceito está atrelado ao volume, sendo esse o tamanho dos dados criados a partir de fontes; velocidade, que é a rapidez com que dados são gerados, armazenados, analisados e processados; e pela variedade, que refere-se aos diferentes tipos de dados gerados. 

Além disso, outros conceitos passaram a permear o Big Data com o desenvolvimento dessa tecnologia, sendo esses a veracidade, ou seja, a exatidão dos dados armazenados; a variabilidade, já que a estrutura e significado dos dados tende a mudar constantemente; e o valor, referindo-se a vantagem que uma grande quantidade de dados pode proporcionar para um negócio baseado justamente na coleta, análise e gerenciamento de dados. 

Na prática, isso significa que o volume de produção de dados tem aumentado exponencialmente todos os anos e a necessidade de estruturar essas informações nunca foi tão importante. Com essa nova massa de dados, é inevitável a construção de novas ferramentas capazes de gerenciar essas informações e proporcionar o desenvolvimento de soluções voltadas para os mais diferentes setores da sociedade, sendo talvez o principal deles a cidade. 

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IoT É ESSENCIAL PARA A CONSTRUÇÃO DE CIDADES INTELIGENTES E CONECTADAS

BIG DATA E SMART CITIES 

No contexto de cidades, smart cities são aquelas que conseguem utilizar o Big Data para facilitar o planejamento urbano, melhorar os serviços públicos, reduzir custos e também facilitar o contato entre gestores públicos e cidadãos. Neste sentido, as informações geradas pela população sempre foram essenciais para a gestão de uma cidade e, com o avanço da tecnologia e popularização de mídias sociais, é possível que o governo consiga utilizar o conjunto de informações geradas através da digitalização da vida social

Uma cidade inteligente envolve recursos tecnológicos, institucionais e humanos. Pensando nisso, não basta apenas investir em tecnologia: o engajamento dos cidadãos é essencial para a construção de uma cidade. O ‘cidadão inteligente’ é aquele que auxilia na gestão urbana gerando informações, mapeando e discutindo questões que permeiam a vida urbana- entendendo que esses podem ser autores de soluções criativas e transformadoras para suas cidades. 

Dentro do transporte, por exemplo, a tecnologia pode ser implementada para garantir um controle de tráfego mais preciso e reduzir o congestionamento em centros urbanos. Na saúde, mapear o histórico dos pacientes pode reduzir o custo no tratamento e facilitar um diagnóstico, além de conseguir controlar o fluxo de pessoas infectadas e reduzir o contágios de doenças infectocontagiosas. Já na educação, utilizar essa tecnologia pode auxiliar programas pedagógicos como maneira de criar ensinos personalizados de acordo com os padrões de aprendizagem. 

Mas, talvez, a maneira mais eficiente que governos têm utilizado o Big Data é para o combate à corrupção: A Controladoria-Geral da União (CGU) percebeu irregularidades em 15 editais de licitação e pregões eletrônicos utilizando a tecnologia, sendo que a iniciativa economizou o que seria um prejuízo de R$ 812 milhões em licitações. A técnica implementada constitui basicamente na análise dos textos publicados no portal eletrônico de compras do Governo Federal para verificar irregularidades nos documentos. Além disso, com a estrutura necessária, é possível encontrar informações sobre orçamentos de projetos, o que dificulta a deturpação dos gastos. 

Não é por acaso que o uso de Big Data está como um elemento central dos 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (SDG). O potencial desses dados é de auxiliar na conquista do desenvolvimento de cidades mais sustentáveis e inclusivas e um mundo cada vez mais igualitário e com governos transparentes. 

Em meio a essa revolução tecnológica, com o desenvolvimento de sistemas de geolocalização, as redes sociais se tornaram instrumentos políticos e os gestores públicos passaram a obter o poder de reconhecer os problemas em tempo real. Apesar de ser um conceito complicado, seu objetivo é simples: Big Data pode ser um elemento essencial na gestão de cidades, facilitando o planejamento urbano, aproveitando melhor os recursos públicos e gerando uma melhor qualidade de vida aos cidadãos. 

O Connected Smart Cities, entendendo a necessidade da aplicação de novas ferramentas tecnológicas como forma de construir cidades mais inteligentes, humanas e conectadas , está realizando uma série sobre tecnologia. Acompanhe nossas redes sociais para os próximos conteúdos.  

Bloco #05 – Oportunidades que o novo marco legal de saneamento gerará para o setor privado

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Entrevistados: Teresa Vernaglia, CEO – BRK Ambiental / Gustavo Guimarães, CEO – Iguá Saneamento / José Guilherme Cruz Souza, Sócio e Head de investimentos em infraestrutura – Vinci Partners
Entrevistadores: Mauricio Portugal Ribeiro, Sócio – Portugal Ribeiro Advogados / Luiz Felipe Graziano, Sócio – Giamundo Neto Advogados / Sebastián Butto, Sócio – Siglasul

Questões abordadas:
– Quais oportunidades o novo marco legal gerará para o setor privado?
– O que vocês esperam de mudança no mercado após o novo marco legal?

Este bloco é parte da SÉRIE ONLINE – Investimentos do setor de saneamento | O novo marco do setor da Plataforma Connected Smart Cities
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