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OS OBSTÁCULOS NA JUNÇÃO ENTRE IOT E A ÁREA MÉDICA

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Segundo, Adriano da Silva Santos Implementar tecnologias avançadas como IoT, AI e Big Data para prestadores de serviços de saúde não é mais apenas uma opção

Implementar tecnologias avançadas como IoT, AI e Big Data para prestadores de serviços de saúde não é mais apenas uma opção, tornou-se uma obrigação, dada a necessidade de se acompanhar o mundo rapidamente digitalizado. Nesse cenário, a implantação da IoT na área da saúde – a Internet das Coisas Médicas (IoMT) – requer uma estratégia tática e novas medidas avançadas de segurança de dados.

Os profissionais de saúde preocupados com a tecnologia vêem como a IoT revolucionará completamente a maneira como pensamos sobre o setor. No entanto, essas previsões positivas sobre o seu futuro estão marcadas para ocorrerem somente daqui algum tempo. A realidade atual não é tão promissora: muitas empresas médicas são céticas em relação à sua adoção, além de que médicos, profissionais de assistência e pacientes, por vezes, não confiam em novos dispositivos e aplicativos ou simplesmente não sabem como usá-los.



A digitalização em massa requer novas políticas que regulam o acesso aos dados. No geral, dois documentos principais que regem a proteção de dados em saúde são o GDPR europeu e o HIPAA americano. O HIPAA, ou a Lei de Portabilidade e Responsabilidade de Seguros de Saúde foi desenvolvida para garantir a proteção de todos os tipos de dados de saúde, incluindo análises, prescrições, tratamentos e registros, sendo o principal responsável por controlar estritamente as informações dos pacientes, para que eles não sejam compartilhados sem o consentimento do proprietário.

O GDPR, por sua vez, ao contrário do HIPAA, supervisiona toda a proteção de dados pessoais. O protocolo de regulação de dados da UE considera como dados sensíveis, arquivos como os registros médicos e quaisquer dados de saúde, como biológicos e genéticos, além dos biométricos ou de identificação.

Sendo assim, quando se trata de negociação de acesso à informação, é importante lembrar que os serviços de saúde são complexos e envolvem diferentes partes e fornecedores: companhias de seguros, prestadores de serviços de saúde, empresas farmacêuticas e etc. Ao coordenar o fluxo de trabalho, deve-se considerar a proteção de dados, que serão, em última análise, compartilhados com diferentes partes.

Muito progresso pode ser alcançado com a interoperabilidade, que permite automação de dados relativamente segura. No entanto, muitos profissionais de saúde estão hesitantes em relação a soluções universais e digitalizadas. Assim, é vital estar na mesma sintonia com departamentos e fornecedores, sobretudo, pelo fato de que os registros médicos são o alvo mais desejado para ladrões cibernéticos.

O registro de cuidados de saúde pessoal contém informações muito mais valiosas do que um número de segurança social ou um cartão de débito. O prontuário médico é um retrato oficial abrangente do paciente que contém histórico de casos sensíveis, medicamentos, endereço, idade, doenças crônicas, para citar alguns. Aqui estão medidas obrigatórias que ajudarão a proteger dados confidenciais:

  • Design soluções Med IoT com segurança em mente
  • Protocolos de estratégia e resposta para riscos específicos
  • Gerenciamento de acesso

Outro ponto é que o desenvolvimento de soluções de IoT sempre envolve fornecedores de terceiros, que podem precisar de dados sobre usuários de seus softwares e dispositivos. De acordo com o HIPAA e o GDPR, não se pode compartilhar nenhum dado sem o consentimento do paciente. Para resolver essa justaposição, tanto as regulamentações da UE quanto dos EUA desenvolveram um mecanismo anônimo que permite a desidentificação de dados confidenciais, protegendo seus proprietários.

Por outro lado, os riscos de dados podem muitas vezes vir de dentro: IoT e software não estão totalmente protegidos contra erros técnicos. Antes que qualquer risco inesperado, como falha na conexão web ou falha na plataforma, ocorra, é importante se certificar de projetar uma solução alternativa para a proteção de dados “offline”.

As tecnologias de IoT estão garantindo a conectividade final nunca imaginada antes. A Medtech não é a única indústria transformada. Hoje, é difícil pensar em um campo ou negócio onde a IoT não seja útil. De acordo com a Forbes, até 2027, a indústria deve atingir cerca de US $43 bilhões em todo o mundo. Sem dúvida, esse recurso oferece possibilidades ilimitadas de análise e previsão.

Em contrapartida, às vezes, os dados de saúde podem ser abundantes. O processamento de informações adquiridas de diferentes fontes é um desafio de como usar todo esse potencial. As soluções possíveis incluem aquisição de dados brutos, extração de recursos, raciocínio semântico e clustering.

Um dos problemas mais aparentes é que muitos fabricantes médicos desenvolvem sistemas automatizados, mas não vão mais longe. Ainda assim, eles poderiam desenvolver novos softwares e sensores IoT para garantir conectividade 24 horas por dia, 7 horas por semana. Para nutrir tal inovação, deve-se confiar em IoT implementada e desenvolvida por perícia médica e técnica.

Ademais, altas taxas de recall significam que muitas organizações de saúde não estão satisfeitas com a qualidade dos novos dispositivos. Há necessidade de uma cooperação mais estreita entre fabricantes e profissionais de saúde para estabelecer novos padrões de qualidade para a IoT.

No geral, a principal vantagem é a flexibilidade. A pandemia acelerou o desenvolvimento da fabricação de cuidados de saúde, trazendo novas soluções como monitores de temperatura inteligentes e botões de alerta COVID-19 em smartwatches. Ela nos mostrou que a adaptabilidade é necessária para a fabricação de cuidados de saúde: os fornecedores devem desenvolver estratégias de negócios e modelos de produção que garantam uma mudança rápida nos produtos já fabricados.

Atualmente, a saúde depende de dados e essa tendência só está ficando mais forte. Ferramentas inovadoras como a IoT permitem revolucionar a indústria e como pensamos sobre o campo medicinal. Todavia, com grandes poderes, grandes responsabilidades deverão vir também e os prestadores de cuidados de saúde devem abordar seriamente essas questões em um futuro não tão distante. Em breve, ele estará batendo nas nossas portas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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INSTITUTO AEGEA É PARCEIRO DA GLOCAL EXPERIENCE E DEFENDE ATUAÇÃO CONJUNTA ENTRE SETORES PARA AUMENTAR SEGURANÇA HÍDRICA NO BRASIL

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Em conferência, presidente do Instituto Aegea destacou importância do uso consciente da água e apontou necessidade de integração de forças entre agentes da sociedade como caminho para garantir maior disponibilidade do recurso

O Instituto Aegea, núcleo de inteligência socioambiental da Aegea, é um dos parceiros da Glocal Experience, evento realizado na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, entre 9 e 17 de julho. Na programação da conferência, o painel “Desafios e oportunidades para a Segurança Hídrica no Brasil” contou com a participação do presidente do Instituto Aegea, Edison Carlos, que defendeu uma integração de forças entre agentes da sociedade como forma de garantir a disponibilidade da água no país, assim como a importância do investimento em tecnologia.

Édison apontou que as principais atividades econômicas da pauta de exportações do Brasil, como agropecuária e mineração, são muito dependentes da disponibilidade da água, que então deve ser encarada como um ativo estratégico do país. “As comodities, principais produtos de exportação do Brasil, mas também a energia hidrelétrica, o abastecimento humano, a indústria, tudo tem na água a sua base. O agronegócio, maior fonte de recursos do país, responde por cerca de 60% do uso da água doce presente da natureza, então é fundamental estar presente em qualquer debate sobre recursos hídricos.”, afirmou.



Portanto, por representar um interesse comum, o presidente do Instituto Aegea indicou que todos devem participar dos esforços para garantir a segurança hídrica. “Se não colocarmos todos os agentes da sociedade na mesma mesa para discutir a questão hídrica não há como termos um futuro seguro. Fundamental ter o Governo Federal, em seu papel de fomentar as macros políticas de uso da água no país, estados e municípios monitorando os rios e o saneamento básico, as empresas e a sociedade, todos têm seu papel. As concessionárias de saneamento, que coletam, tratam e distribuem água potável a milhões de pessoas, investem, lógico, na proteção das bacias hidrográficas onde estão, mas as ações precisam ser coordenadas com os demais utilizadores dos recursos hídricos.”, apontou.

O investimento em tecnologia e inovação também é importante para aumentar a segurança hídrica e empresas como a Aegea vem se destacando neste caminho: “A Aegea tem investido constantemente em inovação e tecnologia, como por exemplo em parcerias com empresas de Meteorologia visando antecipar os próximos regimes de chuvas nas bacias. Visando aumentar a eficiência, investimos em sensores para localizar vazamentos, em bombas inteligentes que controlam a pressão da água distribuída pelas tubulações e evitam perdas de água, entre outros. Entendemos que cada litro de água que não se perde é um litro a menos que precisamos retirar da natureza e um litro a mais que podemos entregar a quem não tem”, afirmou Edison.

Além de tudo o que as empresas fazem, é necessário que a sociedade civil também seja vigilante ao uso racional da água de forma a garantir a disponibilidade ao longo do ano. “Em momentos de crise hídrica há uma grande mobilização e consciência no uso, mas muito disso desaparece quando as chuvas voltam e a situação se equilibra. Precisamos manter nosso nível de alerta, educar as crianças para este novo cenário de incerteza hídrica, mudar a forma como se vê o uso da água no Brasil. É fundamental construirmos cidadãos mais conscientes para podermos dar tranquilidade às nossas próximas gerações”, declarou.

Disponibilidade de água para todos

A Aegea investiu, apenas em 2021, mais de R$ 50 milhões em obras de segurança hídrica. A companhia acompanha e monitora diariamente a situação dos sistemas hídricos no Brasil e em 2022 firmou uma parceria com a Climatempo para o fornecimento de dados que agregam na inteligência das informações meteorológicas de curto e longo prazo para a inspeção de risco das bacias hidrográficas onde a empresa realiza captação de água.

Para o Grupo, a consolidação de um modelo de gestão é crucial para obter resultados e prevenir eventuais problemas operacionais dentro do setor, respeitando o conceito de segurança hídrica em assegurar o acesso sustentável à água de qualidade, em quantidade adequada à manutenção dos meios de vida, do bem-estar humano e do desenvolvimento socioeconômico.

A Aegea tem experiência em lidar com cenários hídricos complexos por meio de investimentos em tecnologia. Em Teresina, no Piauí, os meses de setembro a dezembro eram sinônimo de falta d’água há cinco anos, quadro agravado quando se considera que esse é o período mais quente do ano. Com o apoio de equipes treinadas e eficiência operacional, a capital atingiu a universalização do abastecimento de água no ano de 2020 em toda zona urbana. Desde 2017, a companhia já investiu R$ 600 milhões na capital do Piauí, e o valor total a ser aplicado ao longo do contrato é de R$ 1,7 bilhão.

Glocal Experience

A Glocal Experience ocorreu entre os dias 9 e 17 de julho, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, como uma programação que incluiu música, arte, tecnologia e debates. O evento tem como objetivo estimular discussões que destaquem a importância do trabalho em diversos setores para alcançar as metas da Organização das Nações Unidas (ONU) da Agenda 2030, com foco em desenvolvimento sustentável. Para mais informações, acesse: https://glocalexperience.com.br/.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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RESÍDUOS COLETADOS EM MUTIRÃO DE LIMPEZA NO LITORAL DE SC VIRAM OBRA DE ARTE

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No Litoral catarinense, ação do Grupo Ambiensys foi realizada em Bombinhas, em junho

Em junho, o Grupo Ambiensys, especializado em gestão global de resíduos e projetos técnicos ambientais ligados aos princípios ESG (Environmental, Social and Governance, em inglês), realizou mais uma etapa do Mutirão de Limpeza Ambiensys. Na ocasião, foram coletados 403 quilos de resíduos em Bombinhas (SC) e no Rio de Janeiro (RJ). Parte do material recolhido no Litoral catarinense virou arte pelas mãos do artista plástico Juan Carlos Xiol, ligado ao Coletivo Espaço Tempo, de Florianópolis (SC).

A garoupa de metal “recheada” de lixo busca sensibilizar a sociedade em relação à problemática dos resíduos descartados incorretamente, que vão parar nos oceanos, e chamar a atenção para a urgência de se desenvolver cada vez mais ações de educação ambiental.



“Com o Mutirão de Limpeza, a Ambiensys busca se aproximar da comunidade e reforçar a importância da destinação correta de resíduos sólidos, contribuindo para a preservação das praias e espaços públicos do Brasil”, comenta o gerente de Marketing e Novos Negócios do Grupo Ambiensys, Lucca Barros.

No momento, a escultura está exposta na praia de Bombas e deve passar também por Mariscal e Quatro Ilhas, todas em Bombinhas (SC), além da Praia da Conceição, na capital catarinense.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MULHERES NO MERCADO DE TI: A PASSOS LENTOS, ELAS GANHAM CADA VEZ MAIS ESPAÇO

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Empresas vêm demandando cada vez mais a presença feminina nos processos seletivos de cargos de liderança e abrem espaço para uma nova realidade

O estigma de que o mercado de TI foi feito somente para homens vem caindo ladeira abaixo nos últimos anos. Em diferentes níveis hierárquicos – principalmente cargos C-Level e posições em conselhos – a presença feminina nesse universo vem ganhando cada vez mais relevância. Segundo o estudo Women in the boardroom – realizado pela Deloitte e divulgado em 2022 – até o ano passado, 19,7% dos cargos em conselhos de administração globalmente falando eram ocupados por mulheres.

No Brasil, essa realidade ainda caminha a passos menos acelerados. No país, esse índice é de 10,4%, mas vem apresentando alta a cada ano. Segundo especialistas, a conscientização sobre a equidade de gênero levou a iniciativa privada a adotar ações mais concretas para promover um aumento da participação feminina nos cargos de liderança.



Ainda de acordo com o levantamento, do total de 165 empresas pesquisadas no Brasil, há 115 mulheres ocupando cadeira nos conselhos das empresas, mas apenas 4,4% delas são presidentes desses colegiados. Em 2016, esse número era bem menor, apenas 1,6%.

Na radiografia do estudo da Deloitte, entre os cinco setores econômicos que mais têm mulheres nos conselhos, o mercado de tecnologia, mídia e telecomunicações se destaca com 14,7%.

Mulheres CEOs

Ainda olhando o cenário brasileiro, a Grant Thornton fez uma pesquisa com cerca de 250 empresas e constatou que 35% dos cargos de CEOs são ocupados por mulheres, contra uma média global de 24%.

De acordo com Marcus Giorgi, sócio da EXEC – empresa especializada em Executive Search – e responsável pelos segmentos de TMT (Tecnologia, Mídia e Telecom) e Consultorias, esse movimento vem sendo verificado na prática, a começar pelos processos seletivos. “Quase a totalidade das empresas que atendemos já estão pedindo que pelo menos uma mulher esteja na lista de finalistas para concorrer a uma vaga executiva”, conta

Outra constatação feita por Giorgi é que uma em cada três vagas estão sendo preenchidas por mulheres. “O número de mulheres nas disputas pelas vagas e nas aprovações segue subindo e a tendência é que essa participação fique cada vez maior perante o público masculino”, enfatiza.

Desafios

Considerados anteriormente ambientes inóspitos para mulheres, as áreas de TI das empresas hoje oferecem menos obstáculos para as profissionais de liderança, segundo Giorgi. Todavia, o esforço de provar sua competência ainda se faz necessário. “As mulheresenfrentaram situações bem mais complicadas para liderar essas áreas. De toda forma, ainda precisam fazer um esforço extra para provar sua competência e brigar por seu espaço”, explica.

O especialista da EXEC destaca que nesse sentido o esforço é dobrado para desmistificar qualquer tipo de preconceito que possa existir nesses segmentos. “Nas fintechs, operadoras de telecomunicações e empresas de software já é possível notar uma bloqueio bem menor em relação à presença das mulheres em cargos como CIOs, por exemplo”.

Segundo Giorgi, a disputa entre os profissionais hoje ocorre de forma bem mais igualitária, inclusive sob o ponto de vista salarial. Cada vez mais é possível ver mulheres gerindo áreas como vendas, marketing, financeira e TI.

Mais do que conhecimento técnico

Além de serem cobradas para terem um conhecimento técnico acima da média, as mulheres que lideram áreas ligadas à tecnologia precisam reforçar o que se chama de soft skills, habilidades que estão ligadas ao lado comportamental. “As pessoas tendem a julgar as mulheres como mais emocionais do que racionais, o que nem sempre é verdade”, enfatiza Giorgi.

Uma das características fundamentais que uma líder deve ter é a resiliência, aponta o especialista da EXEC. “A mulher vai ser colocada à prova o tempo todo e precisa mostrar que também consegue entregar resultados além de ser cobrada por líderes homens que muitas vezes ainda as julgam como frágeis”.

Ligada diretamente à resiliência, Giorgi destaca a inteligência emocional como um diferencial na ascensão da liderança, quer seja ela feminina ou masculina. “Dentro dos escritórios hoje já vemos um número cada vez maior de mulheres  e a inteligência emocional está seguramente ligada a este fato. Mulheres geralmente possuem maior capacidade de avaliar, compreender e expressar emoções e sentimentos que facilitem seu trabalho e o da equipe e, além disso, sabem motivar e gerar empatia”, afirma.

Para o especialista, a presença cada vez maior de mulheres em cargos de liderança em empresas de tecnologia é um caminho sem volta. “Hoje temos empresas que buscam mais colaboração e menos hierarquia, e as mulheres vão continuar a ganhar espaço nessa movimentação”, conclui.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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EVENTO GRATUITO ENSINA ONGS A OBTEREM BENEFÍCIO DE 10 MIL DÓLARES MENSAIS PARA ANUNCIAR NO GOOGLE

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A Semana da Captação de Recursos com Ad Grants contará com três encontros online e material completo de apoio para fortalecer as organizações do Terceiro Setor

Na última semana de julho, nos dias 25, 27 e 29, a BC Marketing, agência voltada ao Terceiro Setor, e a Nossa Causa, organização que atua para fortalecer Organizações da Sociedade Civil e promover justiça social, promovem a Semana da Captação de Recursos com Ad Grants. O objetivo do evento é divulgar o benefício de 10 mil dólares mensais que o Google oferece para ONGs anunciarem na Internet e, assim, obterem mais visibilidade. Também irá orientar como conseguir o benefício na prática e trazer exemplos de experiências de organizações convidadas que já utilizam o benefício.

O evento conta com a parceria de divulgação da ABCR, ASID, BSocial, Criando Desenvolvimento, DePropósito Comunicação de Causas, Impact Hub Brasília, Instituto Dadivar, Marcelle Medeiros, Movimento Arredondar, Movimento Bem Maior, Movimento por uma Cultura de Doação, Nuclear Hub, O Hub Social, Observatório do Terceiro Setor, Phomenta e Techsoup.



Mas como funciona o Ad Grants?

Quando uma pesquisa é realizada no Google, os primeiros resultados são espaços pagos de mídia, e os anúncios são elaborados por meio da ferramenta online do Google, chamada Google Ads. Com ela, as empresas criam anúncios direcionados para um site corporativo e selecionam e pagam por palavras-chave, que são os termos digitados no campo de busca. O Google Ad Grants é um benefício criado pelo Google que fornece 10 mil dólares mensais para organizações da sociedade civil realizarem esse tipo de anúncio no Google Ads. Isso significa que a sua OSC pode escolher as palavras-chave para as quais deseja aparecer no topo dos resultados do Google gratuitamente.

Segundo pesquisa da Nossa Causa, ONG mantida pela BC Marketing, 81% das organizações entrevistadas não usam o benefício e 55% desconhecem a existência dessa oportunidade valiosa.

Mais sobre o evento Semana da Captação de Recursos com Ad Grants

Confira a programação do evento, que será totalmente online, com 1 hora de duração por dia (das 17h às 18h):

25/07 – Lançamento do guia Google Ad Grants: Requisitos e primeiros passos

27/07 – Como um plano de mídia de Google Ad Grants pode apoiar a captação de recursos e o que devo saber sobre copy para criação de anúncios no Google Ad Grants

29/07 – Google Ad Grants: como as organizações estão utilizando esse benefício na captação de recursos

Os participantes também terão acesso a um material de apoio completo, com passo a passo para tirar a certificação e começar a usufruir desse benefício.


Serviço:

Semana da Captação de Recursos com Ad Grants
Dias 25, 27 e 29 de julho, das 17h às 18h.
Inscrições para ONGS: https://bit.ly/semanacaptacaoadgrants

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CASA CONSTRUÍDA EM UM DIA PASSA A SER REALIDADE NO BRASIL COM TECNOLOGIA TECVERDE

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Com 85% de industrialização e inovações em design de produto, CASA 1.0 volta a viabilizar empreendimentos econômicos

A paranaense Tecverde acaba de lançar uma tecnologia que permite a entrega de casas em apenas um dia para seus clientes. Pioneira na América Latina na produção de painéis com estrutura de madeira (Wood Frame) para construção de imóveis, em 13 anos de atuação, a companhia se tornou referência global em produtividade e competitividade em construção industrializada. Agora, a empresa desenvolve o “CASA 1.0”, formato que acelera a linha de fabricação e viabiliza empreendimentos econômicos hoje inviáveis com métodos tradicionais.

O novo produto é pensado para o segmento econômico, ou seja, é voltado para o público de entrada do Programa Casa Verde e Amarela (antigo Minha Casa Minha Vida). No primeiro trimestre de 2022, houve uma redução de 40% em lançamentos de empreendimentos desse perfil, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), movimento provocado pelas incertezas econômicas, aumento de custos dos materiais da construção civil, além da estagnação produtiva em canteiro.



Diante desse cenário, a Tecverde inova as soluções oferecidas para esse mercado com o CASA 1.0, aliando as mais modernas tecnologias de construção e inteligência de projeto para desenvolver o produto mais competitivo e, assim, abre o leque de oportunidades para uma parcela expressiva  da população. “Estamos falando, geralmente, de famílias com renda familiar de R$2.500 a R$3.000, com um ou mais dependentes, em busca da primeira casa”, comenta o fundador e diretor de expansão, Caio Bonatto.

Com o CASA 1.0, as construtoras encomendam residências térreas que saem 85% pré-fabricadas das instalações da Tecverde, já com a parte elétrica e hidráulica, além de banheiro e cozinha modular com louça instalada. No canteiro, em aproximadamente sete horas, toda a montagem é concluída por uma equipe de seis pessoas da empresa, liberando o imóvel para acabamentos finos da construtora, como pintura, cerâmica e gesso, que pode ser finalizado em até mais três dias de trabalho.

Todo o processo deve ter um custo em torno de R$ 71 a R$ 76 mil para a construtora, já incluindo valores de fundação, estrutura e acabamentos da habitação, com variações a depender do volume e distância do empreendimento. Com mais unidades contratadas no projeto, o custo se torna mais competitivo, por conta da escalonabilidade do processo.

As instalações contam ainda com o modelo de construção à seco da Tecverde, possibilitando uma redução de 90% no uso da água, quando comparado às construções em alvenaria, onde é necessária a produção de argamassa para a junção das peças. Com um maior controle de qualidade e precisão no uso de materiais, foi possível reduzir em 100% a geração de resíduos do CASA 1.0, já que o orçamento é mais preciso, evitando desperdícios;  reduziu-se, também, em 80% a emissão de gases poluentes.

A Casa 1.0 foi apresentada ao mercado numa live nesta quinta-feira (14/07), pelo link: https://site.tecverde.com.br/lancamento-tecverde

Conheça as vantagens do novo produto Tecverde:

– Agilidade na entrega: expectativa de produção de 200 novas casas em até seis meses;

– Redução do custo final para o consumidor: em período de inflação recorde, o modelo fabril apresenta custos bem inferiores ao modelo tradicional de construção;

– Alta performance: as casas construídas com a tecnologia Tecverde apresentam índices de performance superiores às construções tradicionais, com melhor desempenho térmico, redução de ruídos e segurança.

– Redução de mão de obra: canteiros de obras mais enxutos, com módulos feitos sob medida, o que resulta na produtividade da equipe e um controle maior sobre índices de acidentes.

– Viés sustentável: modelo de construção a seco (sem consumo de água), madeira de floresta replantada (carbono zero) e 0% de resíduo de obra.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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BRASIL É O ÚNICO PAÍS DA AMÉRICA LATINA A PRODUZIR 10GW DE ENERGIA SOLAR

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Marca histórica é reflexo de ações sustentáveis promovidas por grandes empresas

Brasil conquistou uma posição importante na lista de países com maior potencial para geração de energia solar. O país está em 14º, subindo duas posições ao atingir a marca de 10GW produzidos de energia limpa e se consagrando como o único da América Latina entre os quinze primeiros colocados da lista. Para se ter uma ideia, a produção de 10GW de energia solar equivale a mais de 70% da potência da hidrelétrica de Itaipu, considerada a segunda maior do mundo e a maior da América Latina. Esses números são resultados de esforços coletivos identificados em ações sustentáveis de grandes empresas e em ações individuais, de pessoas que incorporam a energia solar na própria casa. A Agrocete, multinacional brasileira especializada na produção fertilizantes especiais, adjuvantes e inoculantes, garante o abastecimento de 55% da energia consumida na planta de inoculantes, localizada em Ponta Grossa (PR) e considerada a maior do mundo. Isso é possível por meio da instalação de placas solares fotovoltaicas no parque fabril. Com a geração de energia limpa e sem danos ao meio ambiente, a conta de energia registrou uma redução mensal de R$13 mil desde a implantação do sistema.

Os investimentos que a Agrocete deve fazer até 2025, estão voltados para a ampliação do parque fabril, o que significa aumento na área da empresa, na produção e, consequentemente, no consumo de energia. Portanto, os resultados atuais que envolvem a geração desse tipo de energia deixam a empresa satisfeita e cada vez mais próxima do seu objetivo de manter uma produção sustentável. “A ampliação do nosso parque fabril caminha lado a lado com o reforço das nossas ações pelo meio ambiente e produzir parte da energia que consumimos de forma limpa é nossa responsabilidade, uma espécie de dever da empresa”, explica Andrea de Figueiredo, Diretora de Marketing e Desenvolvimento Técnico da Agrocete.



A geração de energia limpa é realidade na Agrocete desde março de 2021, quando foi feita a instalação das placas fotovoltaicas. O investimento de R$1 milhão de reais já traz retorno positivo para a empresa. Em 2021, a economia foi de R$130 mil, o equivalente a uma redução de 18% na conta de energia elétrica. Até 2026, o investimento nas placas deve ser recuperado de forma sustentável. “As placas fotovoltaicas que temos instaladas hoje produzem 25% de toda a energia que a fábrica utiliza. Isso significa que um quarto do que consumimos por mês, é produzido localmente, de modo 100% sustentável, com menor impacto no meio ambiente e alinhado à nossa visão”, reforça Andrea.

 Outras iniciativas sustentáveis: Além da geração de energia limpa, a Agrocete tem outros projetos voltados para o meio ambiente como o incentivo ao plantio de árvores, por meio de campanhas de distribuição de mudas à população e a construção da estação de tratamento de efluentes, que garante ainda mais autonomia à empresa no que diz respeito à preservação meio ambiente. A estação de tratamento abrange, inclusive, a fábrica de inoculantes que é a maior do mundo. A Agrocete, entendendo a importância da responsabilidade social, tem um projeto para implantar até julho de 2023 um setor estruturado e voltado exclusivamente para assuntos sociais, sustentáveis e de relacionamento interno e externo. A empresa tem a certificação do ISO 14001, que garante a busca constante da Agrocete por eliminar os problemas que a sua cadeia de produção possa trazer ao meio ambiente e à sociedade. A empresa utiliza produtos que carregam o certificado de 100% de biodegradabilidade e que substituem os produtos químicos. Também é importante destacar o Selo Clima Paraná recebido pela Agrocete, como reconhecimento aos esforços voluntários em medir, divulgar e reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2), gás responsável pelo aquecimento global e, consequentemente, pelo efeito estufa.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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BUENO GRUPO LOGÍSTICA INVESTE EM CAMINHÕES ELÉTRICOS E ARMAZÉNS DE ENERGIA SOLAR PARA OPERAÇÕES 100% LIMPAS

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A empresa equipou seus veículos com baú lonado da 4TRUCK Soluções Sobre Rodas

O Bueno Grupo Logística investiu R$ 5 milhões em uma cadeia de suprimentos totalmente sustentável, através de caminhões elétricos adquiridos da Jac Motors Brasil pela Buenolog, e armazéns com painéis solares de energia fotovoltaica pela Armavale. A empresa procurou a 4TRUCK Soluções Sobre Rodas para equipar sua nova frota e colocar em prática o projeto de energia 100% limpa, com foco na logística verde.

A proposta do Bueno Grupo Logística é reduzir a emissão de CO² das operações. Na prática, os caminhões elétricos serão recarregados pela mesma rede da energia fotovoltaica, proveniente dos armazéns de painéis solares. “A princípio, por conta da autonomia dos caminhões elétricos, temos como objetivo atuar em um raio de 200km entre nossa empresa e o cliente final, para termos segurança, pontualidade, qualidade e satisfação na operação”, disse José Roberto Bueno, CEO do Bueno Grupo Logística.



A 4TRUCK equipou os veículos do Bueno Grupo Logística com baú lonado, um implemento ideal para o transporte de mercadorias que necessitam de temperatura ambiente ou amena. As laterais do baú são abertas e feitas em lona, facilitando o processo de carga e descarga das mercadorias. Nesta parceria, em específico, o transporte da Bueno será destinado à distribuição dos armazéns e produtos, conforme a particularidade de cada cliente. Hoje, as principais mercadorias transportadas pela empresa são químicas. Outra vantagem é que o baú lonado permite ao transportador estampar a sua marca.

“O conceito ESG (ambiental, social e governança) ganha força no transporte rodoviário de cargas. Aqui na 4TRUCK temos equipado cada vez mais veículos elétricos com nossos implementos. Temos orgulho de contribuir com as metas de nossos clientes e parceiros para ampliar a eficiência ecológica do setor, que passa por uma renovação constante”, disse Osmar Oliveira, CEO da 4TRUCK. A companhia mantém uma parceria com locadoras de frotas, como o Grupo Ouro Verde, que também investiu em caminhões movidos a eletricidade e procurou a 4TRUCK para equipar seus veículos.

“A Buenolog, por meio de vários estudos, optou por contratar a 4TRUCK para os implementos dos veículos elétricos, devido à rápida entrega. Recebemos o baú 25 dias após a aprovação da arte. Também destacamos a qualidade do material utilizado na montagem do implemento, preço competitivo, estrutura e bom atendimento”, complementa Roberto Bueno.

O armazém de energia solar da Armavale possui uma fonte própria e limpa, através de uma cobertura exclusiva, podendo abastecer todo terminal logístico com energia fotovoltaica. “Assim, economizamos a energia fornecida pela rede pública e compartilhamos com nossas outras unidades, para termos energia renovável”, finaliza Bueno.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CENTRO DE OPERAÇÕES RIO PRORROGA AS INSCRIÇÕES PARA O DESAFIO COR

Interessados têm até o dia 27 de julho para se inscrever

Grupos de estudantes e de profissionais, startups e empresas interessados em participar do Desafio COR  – programa de inovação aberta do Centro de Operações Rio  – têm até o dia 27 de julho para se inscrever para participar da disputa. Neste ano, o tema do desafio será “Como ampliar a identificação e o monitoramento dos riscos e impactos de eventos climáticos (hidrometeorológicos) severos na cidade”. –

Estamos buscando boas ideias para melhorar a vida dos cidadãos. Nosso principal objetivo é incentivar o desenvolvimento de ferramentas inovadoras que contribuam para uma cidade mais inteligente e resiliente, que ajudem a salvar vidas – destacou o chefe executivo do COR, Alexandre Cardeman.



Os interessados devem preencher o formulário disponível neste link. Todos os projetos recebidos serão analisados. As equipes selecionadas terão acesso a diversos dados do Centro de Operações Rio e seus parceiros para construir a primeira versão de suas soluções, com apoio de técnicos das prefeituras e de parceiros privados. Com previsão de início para 01 de agosto, o evento será realizado por meio da parceria Rio-Nasa, além da Associação Brasileira dos Mentores de Negócios (ABMEN), FCJ Rio, Fundação João Goulart (FJG), C40 Cities, Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), Iniciativa Making Cities Resilient 2030 (MCR2030) promovida pelas Nações Unidas, e Fórum dos Centros de Comando e Controle para Cidades (Fórum 4C).

A disputa será dividida em três etapas. Até 10 ideias serão selecionadas para a primeira fase do Desafio COR, período em que os participantes farão uma imersão no Centro de Operações Rio para que possam desenvolver seus projetos alinhados às necessidades do COR. Em seguida, os grupos apresentarão os projetos a uma banca, que selecionará até quatro ideias que passarão para a segunda etapa do Desafio COR, chamada de “aceleração”. Nesta fase, as equipes terão dois meses para desenvolver suas soluções.  As melhores passarão para a última etapa, de incubação, em que são integradas experimentalmente à operação do COR para aprimoramento. Mais informações sobre o desafio, fases e cronograma neste link.

Edições anteriores

O desafio já teve três edições, em 2018, 2019 e 2021 para aprimorar, respectivamente, a resposta da cidade a eventos de chuva forte; a gestão dos impactos das mudanças climáticas no sistema de ônibus do município; e a comunicação de emergência.

Como resultado, o COR já certificou seis startups, qualificando as ferramentas para serem integradas ao conjunto de ferramentas operacionais do COR. São elas: a Noah, com sensores inteligentes de alagamento; a VM9, com plataforma de mobilidade urbana sobre o sistema BRS (faixa exclusiva de ônibus); a Wiiglo, com plataforma de monitoramento do sistema de ônibus; a Nimbus, com a plataforma Cronos, voltada ao aprimoramento da previsão de chuvas; Linha Direta, que ampliou a funcionalidade do seu aplicativo de alertas, permitindo ao usuário reportar ocorrências diretamente ao COR, inclusive com envio de vídeos em tempo real; e Não Pare Antes de Conseguir, com sistema de sensoriamento baseado na tecnologia LoRaWAN.

EMPRESAS BRASILEIRAS BUSCAM ALTERNATIVAS SUSTENTÁVEIS PARA TRANSPORTE COLETIVO

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Em comemoração ao Dia de Proteção às Florestas, Viação Ouro e Prata lança Selo de Passagem Neutra, que reduz as emissões de CO² durante as viagens

Ações sustentáveis têm chamado cada vez mais atenção das empresas de todo o mundo. A preocupação em entregar um bom serviço sem causar danos irreversíveis ao meio ambiente já é uma das metas de grandes negócios como Google e Audi.

A Viação Ouro e Prata, frota de ônibus nacional e internacional, sempre pensa em novos projetos que envolvam a responsabilidade socioambiental, já que este é um dos principais valores da empresa. “Nossa trajetória é marcada pela visão sustentável ao preservar recursos naturais para trazer os melhores resultados para o meio ambiente e para as pessoas. Através destas ações, contribuímos com a redução dos impactos no meio ambiente e inspiramos outras empresas e pessoas a realizarem ações voltadas à causas sociais e sustentáveis”, explica Luana Fleck, Diretora da Ouro e Prata.



Entre as principais ações ligadas ao meio ambiente, está o plantio de árvores. No aniversário de 82 anos da empresa, foi realizada uma ação de reflorestamento em uma área de proteção ambiental onde a empresa plantou 438 árvores nativas na área de preservação permanente na escola de ensino médio JOCUM, na cidade de Gravataí/RS. O bioma escolhido foi a Mata Atlântica, que abrange cerca de 15% do território nacional, em 17 estados. Como resultado, 73.000 kg de  CO²   foram compensados. A ação ainda contemplou os 3 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU,  que tem como objetivo engajar as empresas para o desenvolvimento. São eles: ODS 11 (tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis), ODS 13 (tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos), e ODS 15 (proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda).

A lavagem dos ônibus também tem um diferencial. A empresa utiliza um sistema de captação, tratamento e reutilização da água da chuva na lavagem e descarga dos ônibus – cerca de 300 mil litros de água por mês deixam de ser retiradas do meio ambiente.

Além disso, a empresa participa do Projeto Seleciclar, programa que consiste na separação seletiva, acondicionamento e destinação dos materiais recicláveis, orgânicos e metais. Na área social, a  Ouro e Prata realiza doação de capas de poltrona anteriormente utilizadas nos ônibus e, também, de impressos e lonas para grupos de economia solidária que os transformam em produtos como camisetas, cobertores, bolsas, que geram renda a famílias em situação de vulnerabilidade social.

No mês da proteção às florestas (comemorado no dia 17/07), a Ouro e Prata se tornou a  primeira empresa do setor rodoviário a implementar o Selo Passagem Neutra, que compensa o gás carbônico emitido nas viagens, um dos causadores das mudanças climáticas.

“A estimativa com a nova funcionalidade na compra das passagens, é que a empresa compense mais de 252.000kg de CO²   equivalente até o final de 2022. O pioneirismo desta ação está em incentivar uma consciência ambiental na sociedade e estamos muito felizes em disponibilizar ao passageiro a opção de compensar o carbono da sua viagem, fazendo com que ele também faça parte da mudança junto com a gente. Isso se soma as demais ações que nós já praticamos diariamente pensando em um futuro melhor para o planeta”, ressalta Luana.

Entenda como funciona 

Ao adquirir a passagem pelo site, o cliente terá a opção de neutralizar o gás carbônico emitido na viagem através de um “aceite” que estará disponível no carrinho de compras. Ao escolher a opção de neutralizar o carbono, o passageiro pagará uma taxa fixa de R$ 1,60 que será utilizada para a compensação do CO² emitido em sua viagem. Todo o valor arrecadado será revertido para projetos certificados de proteção climática e ambiental através da Eccaplan, empresa de Consultoria em Sustentabilidade, parceira para a gestão destas iniciativas.

O valor serve para apoiar projetos ambientais brasileiros certificados. Todas as iniciativas seguem padrões e normas internacionais, como: Verified Carbon Standard e ONU. O projeto apoiado pela Ouro e Prata, inicialmente, será a Fazenda Florestal Santa Maria, situada dentro da área compreendida como Amazônia Legal, ocupando 71.714 hectares de floresta nativa, no município de Colniza (MT).

Mais informações e benefícios sociais e ambientais deste projeto, podem ser encontrados em:

https://projetos.eventoneutro.com.br/projeto/projeto-florestal-santa-maria-redd

Com informações da Assessoria de Imprensa

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