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MONETIZAR NO METAVERSO: ESPECIALISTA ELENCA 6 MERCADOS PROMISSORES E EMPRESAS QUE JÁ ESTÃO SE BENEFICIANDO DA TECNOLOGIA

A definição atual é que o metaverso é um tipo de mundo virtual que tenta replicar a realidade através de dispositivos digitais. A palavra tornou-se mundialmente conhecida recentemente, após a criação do Meta Platforms, Inc – grupo que inclui 8 empresas, entre elas o Facebook, Instagram e WhatsApp. Enquanto muitos ainda estão tentando decifrar este universo paralelo e como ele funciona na prática, outros já estão lucrando com isso. O Banco Itaú, por exemplo, acabou de lançar seu primeiro produto de investimento focado no metaverso.

O especialista em tecnologias emergentes, Thiago Lima, que é CTO da Semantix – empresa focada em Data Integration, Big Data e A.I -, compartilhou seis formas de monetizar através do metaverso e elencou quais são algumas empresas que já estão lucrando em cima da tecnologia. Confira:



  • Mercado de Moda / Empresa Valorant: o sexto jogo mais popular na Coreia, de acordo com o site Game Mecca, lançou em uma data comemorativa duas skins (layout do jogador) e em um dia conseguiram faturar US$ 7.5 milhões. De acordo com o especialista, tudo que é relacionado a moda e status tem uma grande possibilidade de monetização. A Nike também se posicionou recentemente e comprou uma empresa que produz NFTs e tênis virtuais. Isso gerou um investimento em novas contratações para a área.
  • Mercado de Educação / Empresa Byju’s: esta empresa que tem uma valoração atual de US$ 21 bi, de acordo com o portal TechCrunch, é uma plataforma de ensino com animações. Um estudante de medicina poderá interagir com pacientes de forma remota, pelo metaverso. Thiago afirma que existem possibilidades infinitas em utilizar a tecnologia aplicada ao segmento da educação para gerar mais interação.
  • Mercado de Entretenimento / Cantora Ariana Grande: a cantora americana realizou um show ao vivo dentro do jogo Fortnite (um jogo que utiliza os conceitos de metaverso) no ano passado. O cantor brasileiro Emicida também foi escalado para realizar um show virtual, ainda sem data para acontecer”Este é um setor que já vinha com uma tendência muito forte de conexão entre vida real e virtual e que tem muito a evoluir e monetizar com o metaverso”, afirma Lima.
  • Mercado Imobiliário / Empresa Carrefour: em novembro, um total de US$ 106 milhões foi gasto em propriedades virtuais, principalmente com compras de terrenos digitais, iates de luxo e outros ativos NFTs, de acordo com dados da plataforma DappRadar. A empresa que está liderando este mercado é a The Sandbox, que inclusive, o Carrefour comprou um terreno virtual.
  • E-commerce / Empresa Gucci: Recentemente, a Gucci lançou a coleção Gucci Virtual 25, que está disponível somente na forma de um filtro em aplicativos em Realidade Aumentada, com tênis que custam a partir de R$50. Segundo pesquisas da INVESP, a realidade aumentada pode ser um fator decisivo para o e-commerce atrair novos usuários e aumentar a taxa de conversão. Segundo o especialista, o e-commerce dentro dos jogos também tende a ter um aumento na taxa de vendas.
  • Jogos / Decentraland (MANA) · Axie Infinity (AXS) · The Sandbox (SAND) · Enjin Coin (ENJ) · WAX (WAXP): O segmento de games, segundo Thiago, é o mais promissor e que já vem desenvolvendo este universo há anos. A visão do especialista é de que a união do metaverso e gamificação vai gerar uma receita na casa dos trilhões.

Com informações da Assessoria de Imprensa Fala You

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