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GRUPO GR INVESTE EM SERVIÇOS BASEADOS EM TECNOLOGIAS DISRUPTIVAS

O Grupo de segurança patrimonial passa a oferecer análises preditivas baseadas em comportamentos

O Grupo GR, um dos maiores do setor de segurança privada no país, oferece os serviços baseados em tecnologias disruptivas há anos e o mais recente tem como diferencial a análise preditiva baseada em comportamentos.

“Como em outras frentes de aplicação, a inteligência artificial como ferramenta de segurança de dados é capaz de encontrar padrões nos comportamentos dos usuários, nos acessos, no tráfego dos dados e identificar condutas diferentes do comum. A IA é chave no monitoramento constante, um dos focos na adoção de soluções de Zero Trust Network Access”, explica Ricardo Franco, CEO da área de Tecnologia de Segurança e Inovação.



Ele esclarece ainda que a empresa tem avaliado não só oportunidades de investimento e de produto, mas trabalhado cada vez mais buscando empresas e startups que precisem de ajuda no desenvolvimento da estratégia de go to market através do Smart. Segundo Franco, o mercado é sempre receptivo à inovação, mas para isso é preciso provar os ganhos. “Não existe espaço para adoção de tecnologia apenas por tecnologia. É preciso demonstrar que ela permite realizar as tarefas melhor, mais rápido, de forma mais assertiva e mais econômica do que com as soluções de antes. Isto sem contar as soluções que abrem novos mercados”, afirma.                                                     

Ricardo Bacci, Superintendente de Segurança Eletrônica do Grupo GR, destaca que a empresa tem focado em soluções de problemas reais e que um dos principais caminhos tem sido a adoção da inteligência artificial. Não só as soluções de machine learning, processo de aprendizado de máquinas em que se usam os algoritmos para entender os dados, identificando padrões, mas também o deep learning, que detecta e decifra imagens e processamento de linguagem natural, como já ocorre no aperfeiçoamento de identificação e reconhecimento facial para sistemas de segurança.

“Usamos essas tecnologias em várias frentes. Posso citar a identificação e o aperfeiçoamento das leituras faciais ligados a controles de acesso, visando o aumento da assertividade e da velocidade. Temos também as soluções de vídeos analíticos, que vão desde uma identificação da falta de uso de um EPI em uma área de risco, passando pela identificação de invasões de perímetro e de comportamentos fora do padrão para um determinado local”, conta Bacci.

Franco finaliza: “essas soluções mudam a maneira que as pessoas executam suas atividades. Neste sentido, temos dentro da empresa um time dedicado à gestão de mudanças e trabalhamos em sintonia com os nossos parceiros. O nosso primeiro papel é identificar problemas reais que se configurem em oportunidades de aplicação de determinadas tecnologias para resolvê-los. Usamos ferramentas tradicionais de salas de treinamento, workshops e palestras, além dos cursos da nossa Universidade Corporativa e processos de gamificação para isso. Muito em breve lançaremos uma nova forma de realizar treinamentos, alinhada com os conceitos de web 3.0”.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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